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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, mas simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 70DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Kal'el Filler's - em 4/9/2019, 19:09

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Re: Kal'el Filler's - em 4/9/2019, 23:52


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Parte I - Afundando nas areias do tempo...

Se fosse alguém nostálgico e recorda-se de todos seus feitos, como lidaria com seus próprios erros? Agarraria a culpa? Ou seria capaz de se compreender novamente? Tornaria sua história mais pesada do que necessário ou simplesmente a deixaria transcorrer diante seus dedos, sem conseguir agarra-la?

Talvez você possa e tornar tal final tão trágico, tiraria a graça de qualquer sorriso e desmereceria até mesmo as lagrimas que escorressem em seus olhos. Por um instante, tal afirmação pode lhe parecer indiferente; um desmerecimento da emoção. Entretanto, pode ser o contrário. Memórias são arvores crescidas. Agarrar-se a elas é esperar que deem frutos que já foram colhidos e, por fim, esquecer-se da época correta de visita-la novamente. Suas emoções, pensamentos, ações, situações em que se vê, transbordam sua própria essência. Florescem sua expressão como existência e desabrocha em sua percepção universal. Ātman.

Desmerecidos da própria natureza, os seres humanos vagaram em busca de si mesmos. Escondendo da própria consciência sua verdadeira face. Com medo deles mesmos. Se agarraram em histórias e glorificaram homens. Travaram guerras pelo significado de justiça e transformaram a própria vida num inferno astral. Como pode? Poderia me perguntar. Tal ser insignificante como eu desbravar os sete céus e enfrentar os deuses? Sentar-me na mesma mesa daqueles dotado de inteligência e perspicácia e, ainda sim, não gaguejar diante as dificuldades?

Por fim, teria a resposta atada as suas perguntas. Agarradas ao lado oposto do espelho, que nada mais é que uma reflexão daquilo que vê e que presencia. Entretanto, a busca pela profundidade nos tirou o norte e vociferou suas suplicas por entendimento; um novo rumo, digamos assim. Severamente nos torturamos, buscando sermos dignos de alguma glória; daquilo que já nos compõe. Talento próprio da existência e não só. Prodígios do próprio mártir e egoístas como vilões. Trovejando suas moralidades na esperança de ser compreendido entre os demais. Vivificando palavras com novos significados, diante seus contextos, sem perceber, que como elas somos mera ilusão.

Uma palavra realmente forte. Ilusão. Maya. A Grande Ilusão do Universo. O medo do Grande Vazio. Invejando a eternidade como se ela não estivesse presente a todo momento. Maya. Magia. Inspiração. Assim como palavras, nos confundimos sobre nossos próprios significados e, mesmo quando entendemos isso, nos escondemos na confusão de nossos pensamentos em busca de motivações para não se revelar. Um grande drama, diga-se de passagem. Nunca incapaz, mas sim um grande ator, incorporando o próprio personagem. Sabendo que no fim, ambos sempre foram os mesmos. Apenas o contexto o fizera parecer diferente.

Tal ilusão, traria memórias do passado, ânsias do futuro e desconforto no presente. Pelo menos é o que se quer fazer acreditar. Afinal, desmistificar o mundo tiraria toda sua beleza, certo? É, talvez apenas mais uma desculpa, não percebe? Desculpa-se pela falta de força, mas não percebe sua onipotência. Suplica pela imortalidade, mas não percebe sua eternidade. Por fim, quem se ilude somos nós. A magia sempre esteve pairando sobre esse grande vazio, como fumaça. Vazio esse que nos compromete a existência diante a inexistência. Um tanto quanto incomodo para aqueles que buscam reivindicar seu lugar de direito.

Se tal jovem pudesse ouvi-lo, talvez você pudesse ajuda-lo. Mas apenas talvez. Já que aqueles que viram somente seus passos, não perceberam as pegadas que estava seguindo. Diante a imensidão que se parece na forma. Um deserto. Onde as areias sussurravam sobre o tempo. Talvez se corresse sairia dali mais facilmente. Ou se desistisse. Mas por fim, seus pés caminhavam incontrolavelmente. Pesados e fartos. Seu corpo carregando o mundo e suas costas curvadas diante o cansaço irresistível. O suor escorrendo em sua face, escondendo as lagrimas que evitavam a partida. Kal'el estendeu sua canhota ao céu, buscando esconder-se do sol, mesmo sabendo que seria impossível. Talvez tivesse a esperança de que a estrela sentisse pena de sua trajetória e aliviasse o calor. Mas não percebeu. Que assim como o sol, sua natureza brilharia sobre sua cabeça, mesmo que ele fingisse que não.

Podia ouvir as vozes, como sempre. Dessa vez, ao fundo de sua mente. Mesmo que tentasse busca-las, não conseguia. Eram apenas sussurros inaudíveis. Ainda que soubesse que estava sozinho, temia em aceitar a indiferença imposta a ele. Temia em conectar-se com aquilo que lhe parecia vago, apesar de tão nítido. Desmereceu sua própria voz e, por fim, só entendia o silencio. Entretanto, pra ele, de nada valia o silencio se não confortasse sua sede de significado. Sua vontade de viver. Tremeu diante alguns passos e mesmo assim manteve-se de pé, com a força de seus braços para ergue-lo, antes que seus joelhos tocassem o chão e então tivesse de se curvar diante os poderes do deserto escaldante.

As perguntas já não lhe traziam respostas e mesmo assim se agarrava a elas constantemente, como uma cobra perseguindo o próprio rabo. Andava em círculos. Não literalmente. Lhe parecia a única fuga. Reviver o passado. Enfrentar seus demônios. Beber da fonte da juventude em busca da eternidade de seus atos. "Não posso morrer aqui.". Era o que sua própria voz dizia, ao fundo. O motivo? Talvez nem ele mesmo soubesse qual era o verdadeiro.

Trepidou os olhos alguns segundos de caminhada e por um instante suas pupilas dilataram diante uma grande duna. O deserto? Parecia não ter fim. O tempo? Sem inicio. Mesmo diante disso, ainda não havia percebido. Fechou os olhos e enxugou o suor de sua testa; precisava avançar. A morte era uma opção inviável e o ópio era o próprio presente. Desvendando sua própria motivação, acabou por vendar-se para o restante. Distante. Frágil. Vazio. Era o que via.

Chicoteou as mãos em um balanço no ar, buscando tira-las a dormência e por fim, fechou os olhos, sentando-se. Não tinha a fome suficiente para enfrentar o deserto. Sede suficiente para encontrar agua. Nem sono suficiente para dormir. O que tinha então? Apenas aquilo que pesava suas costas. Não o calor, seu passado. As decepções, pensamentos, desejos, ânsias. Tudo aquilo o acompanhava pelo caminho. Ainda sim, se perguntava, se os reis haviam o abandonado. Onde mais uma vez não percebeu. Afim de aproximar-se, acabou por se distanciar daquilo que buscava. Como alguém que aperta um pássaro tão forte que acaba por mata-lo. Se perguntava onde estavam, porém, não percebia o que realmente lhe acompanhava. Realmente queria a companhia dos mesmos? Então por qual motivo convidastes seu passado, ofuscando toda eternidade oferecida?

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Re: Kal'el Filler's - em 5/9/2019, 14:13

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