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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Inverno

Mokaccino
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Mokaccino
Vilarejo Atual
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[Filler] Mokarzel - 18/8/2019, 23:34

Sentada em frente a sua mesa de madeira, contemplando a escuridão de sua sala, no subterrâneo de Konoha, Kin refletia a respeito e um relatório que acabará de ler, um relatório de avaliação sobre alguns órgãos governamentais. A líder do departamento especial detinha expressões sérias, que eram agravadas pelas sombras provocadas pela única luz da sala, proveniente de uma grande vela disposta sobre a mesa de Kin.
O silencio é quebrado pelo barulho de passos que ecoavam nos tuneis subterrâneos. Kin quase não percebeu a aproximação, ela estava perdida em sua própria mente, refletindo sobre como poderia resolver a situação que os relatórios lhe apresentavam, situações de uma vila fragilizada pelos anos de um governo despreocupado com a segurança. A mulher se ajeitou em sua cadeira, pouco antes da porta ser escancarada – Senhora, com licença -. Kin passou a encarar o rosto de seu aliado, encoberto por uma mascara de cerâmica. A mão da mulher fez sinal para que o homem se aproximasse – Entre, Kaidou -. O homem fechou a porta as suas costas, foi até a mesa de Kin, depositou um pergaminho sobre a mesma e ent”ao se ajoelhou – Senhora, recebemos informações sobre a movimentação de alguns grupos de nossa lista negra na fronteria com o país do vento -. Enquanto Kaidou diseertava sobre o relatório, Kin abria o pergaminho, que continha a assinatura de um de seus aliados, Yamanaka Shin, que trabalhava no departamento e se encarregava de informar, sempre que possível, sobre as descobertas do departamento para a mulher.
Ao terminar de ler o pergaminho Kin voltou a depositar o mesmo sobre sua mesa e então se levantou – Obrigado, Kaidou. Pode deixar que irei eu mesma resolver esse assunto -. O homem se levantou – Devo solicitar que algum de nossos homens se apresente para lhe acompanhar, senhora? -. Kin fez que não com a cabeça – Não, Kaidou, esse é um assunto que prefiro resolver sozinha -.
Antes de deixar sua sala, Kin apanhou seu manto branco, que depositou cuidadosamente sobre seus ombros, e também seu arsenal. A caçadora perambulou pelos tuneis subterrâneos, procurando pelo acesso a vila mais próximo e assim que o encontrou, tratou de percorrer seus infinitos degraus por meio de ágeis saltitos.
De volta a superfície de Konoha, Kin passou a perambular pelo mar de civis que seguiam com suas vidas pacatas, procurando alcançar os portões, que aquela hora do dia se encontravam repleto de carroças e mercadores, que procuravam adentarar com suas mercadorias dentro das dependências da vila. Kin fez com que as massas se concentrassem sob seus pés, lhe promovendo uma base solida para saltar pelos ares, ignorando a fila que se formava e cruzando o portal.
Os shinobis que controlavam a anfandega da vila não demoraram a reconehcer a shinobi, que naquele momento já havia trajado sua mascara, mas sendo Kin uma caçadora, ignoraram sua saída, afinal, aquele era um dos grupos que detinham permissões especiais e podiam agir sem muita resistência dos outros grupos e shinobis.
O caminho para o país do vento já era conhecido por Kin, afinal, aquele local já fora alvo de diversas missões da shinobi e também fizera parte de seu passado. Com cautela a mulher cruzou a floresta, que aos poucos foi perdendo sua vitalidade, sua cor e abundancia e dando local a uma flora mais seca e pobre. Algumas rajadas suaves de vento insindiram contra o rosto de Kin, que naquele momento fechou seus olhos e abriu um ligeiro sorriso por detrás de sua mascara. A brisa suave trazia consigo velhas recordações e também era um anuncio de que o destino da caçadora estava próximo.
O mar de areia logo pode ser contemplado. Kin fez uso de um velho truque, usando chakra na sola de seus pés afim de evitar que o mesmo afundasse em meio a areia e lhe dificultasse a caminhada. Talvez a medida, que consumia um pouco de sua energia, não fosse de fato o recomendável, mas era o que lhe permitiria percorrer maiores distancias em menos tempo “Eles dvem estar próximos, se não me falha a memoria o vilarejo ficava por aqui”. Alguns poucos minutos depois de adentrar ao deserto Kin encontrou o que procurava, uma pequena e aparentemente pobre aldeia, o local onde na infância ela crescera.
Mesmo de longe a mulher pode perceber que o local estava tomado por inimigos, mercenários que se aproveitavam da ausência de shinobis no país. Kin libertou suas marionetes e transformou sua fúria em uma onda de vento que ao seu redor cairia sobre os ombros de todos os seus inimigos, lhes tirando o movimento, lhes roubando a liberdade e os tornando presas fáceis para seus bonecos. O aparente esquadrão da ANBU invadiu a pequena vila, trazendo consigo certo caos aos mercenários que apanhados de surpresa pouco puderam fazer.
Os bonecos, dotados de laminas em seus braços, passavam pelo mar de inimigos em alta velocidade, lambendo-os com o fio de vossas armas e lhe roubando a vida que lhes restava. Em dois minutos as ruas do povoado de refugiados virou um mar de sangue e corpos.
Os moradores do local não sabiam se comemoravam ou se rezavam por suas vidas. Foi apenas quando Kin voltou a selar seus bonecos e deixou visível a marca de Konoha que alguns homens destemidos surgiram nas ruas – Você é shinobi de konoha, certo? Muito obrigado, você salvou nossas vidas -. Kin ergueu sua mão, interrompendo a fala do homem, retirou sua mascara, respirando aliviada, e então se virou para aquele que falava – Eu apenas retribui o favor que esse lugar a muito tempo atrás fez por mim -. O grupo ficou espantado com a mulher retirar sua mascara, afinal, os caçadores eram supostamente impossibilitados de se revelarem, mas Kin não apenas possuía permissão para tal, como não se importava em deixar seu rosto a mostra.
- Kin? É você? -. De uma das casas próximas uma figura um tanto famíliar surgiu – é você mesma, Kinn -. Um garoto correu e saltou em direção a mulher, envolvendo seus braços sobre ela. Por um momento a caçadora quase agiu afim de impedir o avanço do homem, mas algo em seu rosto lhe despertara certas memorias que a desarmaram – Konan? -. O homem se afastou alguns passos, sorrindo – Simm. Meu dues, olhe só para você, uma shinobi, uma caçadora... E senhor, você matou todos esses filhos da puta sozinha? -.
A conversa se estendeu, a vila aos poucos deixou sua casa e se encarregou de limpar as ruas... Naquela noite uma pequena celebração aconteceu, uma festa pequena, humilde, mas extremamente significante para a mulher. Em meio a tantos rostos, Kin notou um em especial. O rosto de uma velha anciã, uma mulher que ela não lembrava de ter visto naquele local quando ela era mais jovem. Kin se aproximou da milher, que se encontrava próxima a uma fogueira, isolada dos demais – Então você é Kin... Dizem que você viveu aqui quando era menor, quando fugiu do massacre de Sunagakure -. Kin assentiu – Sim... Eu não tenho tantas lembranças dessa época, da destruição de sunagakure, mas me lembro daqui, me lembro do que tive que enfrentar para sobreviver nesse local -. A mulher estendeu sua mão em direção a cabeça da caçadora e jogou seus cabelos para o lado, revelando uma pequena cicatriz. Ao ver a cicatriz os olhos da mulher ganharam ainda mais vida – Eu sabia... Você é aquela criança... -. Kin, confusa, tirou gentilmente a mão da mulher de seu rosto – Oi? -.
- Quando Sunagakure ainda existia, quando aquele demônio não nos fez migrar para o deserto, eu trabalhava na residência de um nobre senhor do país do fogo, esse homem se chamava Zenyatta, Hyuga Zenyatta, um herói, um pacifista, que usava seu poder, carisma e influencia para trazer paz ao mundo. Zenyatta tinha uma filha, uma garotinha que ele trouxe com ele para Sunagakure quando aqui veio para firmar alguns tratados... Na noite em que o demônio surgiu Zenyatta me confiou sua filha e partiu para auxiliar a vila. Eu fugi com a garota, mas no meio do caminho fomos ambas atingidas por destroços, fragmentos da destruição de nossa vila... Debilitada, consegui alcançar o deserto com a criança em meus braços... Ela não parecia nada bem, seu cérebro havia sido lesado pelo impacto, havia hemorragia interna... Usei de minhas habilidades para selar aquele mal, curando as feridas no processo, mas infelizmente também levando escuridão aos olhos da garota e lhe confiando uma pequena cicatriz em sua testa... Essa cicatriz -.
A revelação inesperada fez com que Kin voltasse de imediato a Konoha e fosse direto ao único local que poderia verificar a validade da história... O departamento de Inteligência, dotado de shinobis especializados na mente humana e capazes de averiguar se de fato haviam regiões de sua cabeça comprometidas e com marcas de selo. Algumas horas mais tarde o laudo foi entregue a mulher, a validação da ihistoria da anciã, a comprovação de que Kin possuía poderes que ela então desconhecia, que ela possuía um passado e uma família que desconhecia.
No dia seguinte o selo foi removido com auxilio de uma equipe de shinobis médicos. A cor negra dos olhos de Kin foram tomados pelo branco novamente, as veias ao redor de seus olhos se dilataram e ela se sentiu mais leve, como se um peso acabasse de sair de seus ombros, ou melhor, de sua cabeça – Hyuga Kin... Não, serei sempre Mokarzel Kin, irmã de Mokarzel Ging e Filha de Hyuga Zenyatta -.




HP: ❲ X • X ❳  CH: ❲ 4.225 • 4.225 ❳  BK: ❲ 500 • 500 ❳  
ST: ❲ 00 • 07 ❳

Considerações”:
Filler Troca de Clã Kugutsu > Hyuga.
Bom, não é uma obra de arte, mas tem mais de 1500 palavras hahah
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'Schrödinger
'Schrödinger
Vilarejo Atual
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Re: [Filler] Mokarzel - 19/8/2019, 08:42

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O sistema me usa e eu uso o sistema.
King Of The Dead - B.B
One Who Has Triumphed Over Adversity
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Edição de Aniversario por Shion e Senko.