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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, mas simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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[Filler] Oi, eu sou o Konai - em 15/8/2019, 23:50


Verdadeiras origens



Aquele pesadelo parecia ser interminável, uma cena era repetida milhares e milhares de vezes dentro de minha cabeça, caia de um precipício que tinha muitos, mas realmente muitos metros e por conta disso parecia que nunca me deparava com o chão e consequentemente com minha morte. Depois de permanecer caindo por mais de dez minutos, acordava-me e um pouco tonto em reação do pós-sono observava o solo para ter certeza que aquilo apenas não era uma continuação mais confortável daquele sonho, mas felizmente finalmente havia terminado e eu estava apenas deitado em minha cama b– Enfim paz - confirmei após levantar, confirmei o solo dando alguns pulinhos sobre o chão. Caminhei pelo meu quarto procurando minhas vestes pelo meu quarto, mas como a bagunça era gigantesca fora muito difícil encontrar aquelas peças especificas, porém minha procura havia tido êxito, após mais ou menos dez minutos de procuras. Vesti rapidamente meu traje e fui até o banheiro fazer a experiência de higiene básica de limpeza matinal, primeiro começando escovando os dentes enquanto observava-me no espelho e por fim urinando com um grande sorriso de alivio no rosto –O sentimento de estar vazio é sensacional – falei depois de um suspiro curto.

As tarefas realizáveis no meu quarto foram finalmente concluídas, então decidi que meu próximo passo seria fazer as coisas pelo resto da casa, após abrir a porta de meu quarto dirigi-me até as escadas, descendo-as com calma e dando alguns assobios até o fim daquela curta jornada. Chegando a minha cozinha, me surpreendi com a quantidade de pratos, copos e talheres sujos em cima de minha pia, então como infelizmente fazer aquilo de uma forma ou outra era minha obrigação, rumei em direção a ela e liguei a água em uma girada rápida. Começaria pelas facas e garfos, pois eram os que estavam mais perto de minhas mãos, mas como eram coisas pequenas não demandaram muito tempo, depois foram os copos que não estavam em grande quantidade, então foram rapidamente limpos e colocados no escorredor, mas os pratos seriam o meu inferno naquele momento, afinal existia um grande numero de pratos que estavam provavelmente lá há muitas semanas e por conta disso já criavam até uma casca. – Puta merda, finalmente terminou, mas tenho certeza que nunca mais irei preparar e nem comer usando louças aqui de casa – uma risada curta finalizou minha frase, mas na verdade a duração dela foi por conta de que eu havia percebido só naquele momento de que nenhuma movimentação além da minha existia na casa, mesmo que eu morasse sozinho sempre havia uma dupla de velhinhos que passavam em minha casa e entravam com a chave reserva para que pudéssemos tomar um café e contar um pouco sobre os dias anteriores. Então por conta desse acontecimento atípico, resolvi procurar outras coisas fora do normal que estivessem acontecendo pelos residenciais Hyugas, logo me dirigi para a porta de saída da casa e após passar por ela deixando-a aberta fui surpreendido, pois todas as casas de lá pareciam estar com as portas abertas e também me pareciam inabitadas, então para descobrir isso fui em direção à casa de meu vizinho Yume para testar minha teoria que eu rezava para estar errada, mas após vasculhar aquela casa em todos quartos, banheiros e armários tive a confirmação de que tudo estava vazio lá – Parece que todos foram para algum lugar e não me convidaram, mas foda-se nunca me senti parte deles mesmo – cuspi no chão da casa por conta da leve irritação criada naquele momento, por mais que eu tenha sido criado naquele vilarejo nunca havia me sentido parte dele como todos outros, talvez por minha diferença na cor dos olhos ou até mesmo por conta do empenho dado em todas as tarefas por eles, então por algum motivo aquela ausência de pessoas nos residências fora a gota da agua para mim, então resolvi que aquele seria o momento para me retirar daquele local e procurar meu verdadeiro local no mundo, um que as pessoas me aceitassem e entendessem a maneira da qual eu optava viver.  Rapidamente fui até minha casa e juntei o maior numero de roupas que coube em minha mochila e retirei-me de minha casa fechando a porta após uma curta batida na maçaneta – Muito obrigado por todos esses anos, velho Jiruke – agradeci para o falecido dono da casa que havia me abrigado após o pequeno indecente acontecido em minha infância.  Rumei em direção da saída das residênciais com um semblante com certa animação, afinal aquela seria minha primeira aventura solo em busca de descobrir sobre meu “eu” verdadeiro, meus passos eram calmos e um pouco receosos, pois um pequeno medo existia dentro de mim, por conta de sobre onde minhas descobertas sobre o passado iriam me levar.

Uma longa caminhada foi feita por mim, então de uma forma ou outra já estava começando a ficar um pouco cansado e acreditei que dar uma leve parada e descansar não faria mal a ninguém, logo sem muita demora me sentei no chão e encostei-me a um curto tronco de arvore que parecia estar lá perfeitamente para ser usado de encosto por mim naquele momento e por motivos do cansaço acabei por adormecer por alguns minutos ou talvez até mesmo horas.

Mas  minha soneca fora interrompida por um cheiro muito estranho que fora inalado por mim, parecia cheiro de fogo, então logo interpretei que aquilo foi um incêndio que estava acontecendo na floresta e isso fez com que com um único pulo eu me levantasse e observasse o que acontecia em minha volta, mas fui surpreendido, pois não se tratava de nenhum incêndio e sim de um velhote com uma péssima aparência – O quê você está fazendo aqui? – perguntei com certa autoridade, mas a resposta dele fora a mais imprevisível possível - Konai, não fale assim com seu avo, não lhe deram a devida educação nesse clã medíocre? – aquela resposta fez com que eu ficasse boquiaberto e questionasse – Avo??? Como assim, meu avo está morto, eu mesmo participei do enterro dele – então com certo deboche o mais velho me respondeu  - Parece que eles nunca lhe contaram a verdade, engraçado, mas você nunca se perguntou por quê nunca conseguiu despertar o byakugan ou até mesmo usar os taijutsus famosos do clã Hyuga? Isso é porque o sangue Nara corre em suas veias – fiquei sem reação após a explicação do velhote, mas de certa forma tudo aquilo fez sentido, pois as afirmações dele todas foram verdadeiras, porém queriam descobrir mais sobre aquilo - Então se você é meu avo, por favor, me leve até meus verdadeiros pais – Mesmo que pedir aquilo para um estranho fosse arriscado de forma ou outra mesmo que estivesse tudo acontecendo tão aleatoriamente aquela seria a minha primeira descoberta na jornada de encontro com meu verdadeiro passado. O velhote assentiu com sua cabeça e com extrema calma e lentidão levantou-se do chão e começou a caminhar para o leste, mas não dizia uma palavra e nem mesmo emitia qualquer som além de seus passos ao encostarem ao chão, porém eu diferentemente dele caminhava de uma forma chamativa batendo os pés no chão e cantarolando uma canção qualquer que estava em minha cabeça - I don't really care if you cry, on the real you should've never lied, should've saw the way she looked me in my eyes –.

Outra longa caminhada foi dada, mas para minha felicidade ela finalmente teria um fim e seu fim fora quando o mais velho e eu ficamos frente a frente de um portão com um símbolo estranho estampado - Esse é o símbolo do Clã Nara, apesar de  todos desse clã considerados gênios, os homens dessa família são preguiçosos e é muito difícil motiva-los, mas quando a situação exige isso, eles são muito determinados e leais. –  então após dar um sorriso e me fitar o velhote deu uma risadinha e disse - Essa preguiça não é algo conhecida por você, Konai? – juntei-me a ele nas risadas, pois não minha preguiça era tão grande que até mesmo aquele velho poderia perceber sem nem me conhecer. As coisas por mais estranhas que fossem, de certa forma entravam em minha cabeça com certa aceitação, então com grande atenção continuei escutando as palavras do velhote - é um clã conhecido por sua manipulação de sombras e, por cuidar de veados que, pastam em uma grande área floresta localizada a não muitos metros daqui –
com um sorriso meio bobo e curioso questionei a ele – Manipulação de sombras? Isso parece muito legal, espero que eu possa aprender isso – realmente estava animado com aquilo, pois manipular sombras era algo que nunca havia passado por minha cabeça.

Sem muita demora os portões foram abertos e ambos entramos naquele novo local misterioso.






Informações:
 
Considerações:

Filler para troca de clã: Prova
1.512


Konai Nara:
HP: 750/750 CH: 900/900     ST: 0/5

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Blackfeather'
Genin
Blackfeather'
Vilarejo Atual
Ícone : [Filler] Oi, eu sou o Konai 100x100

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Re: [Filler] Oi, eu sou o Konai - em 16/8/2019, 06:41

@
Troca de clã Hyuuga > Nara Aprovada!

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Live 'til the day that you die ...
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Edição de Natal por Loola e Senko.