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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, mas simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 70DG
Hanatarō olha para a vila do topo do prédio do Departamento de Pesquisa. Há dois anos era uma salinha no fim do laboratório geral da vila, agora tinha seu próprio prédio tão alto quanto o próprio escritório do Kazekage. Hanatarō sorri vendo as pessoas andando felizes na nova vila construída graças aos avanços científicos realizados com a inteligência de Takura, sua mentora. Antes, ele só via uma vila pobre, com construções de areia frágeis, com um horizonte desértico, dependendo de outras vilas, inclusive de Konoha, para conseguir sobreviver, mas agora... Sunagakure estava grandiosa novamente e tinha comprado sua independência. As construções ainda tinham porções de areia, mas eram forjadas em metais nobres, em ouro, em prata, criando grandes casas e prédios. As lojas estavam cheias de especiarias únicas, pois o trabalho de encontrar certos ingredientes se tornou muito mais prático desde que a vegetação voltou a florescer nos arredores da vila; onde antes era só deserto agora possuía vielas de relva, florestas, rios e uma fauna cheia de roedores, mamíferos e carnívoros.
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Sapiência bro. - em 10/8/2019, 00:29

Suspirava fundo depois de escutar aquelas dolorosas palavras vindas da boca da Doutora Miya. — Vamos aos arredores da vila, seu tratamento será lá, pelo menos por hoje. — Apesar da voz doce e sutil da doutora, aquelas palavras partiam meu coração da pior maneira possível. Já era um porre participar do sistema de reabilitação da vila, agora imagina caminhar durante horas floresta adentro conversando sobre como não comer um homem ou sentir desejo por carne humana. — Não quero. — Respondia sabendo que não era uma opção negar, como sempre, era obrigado a participar de pelo menos duas horas por dia conversando com aquela cobra em pele de cordeiro. A mulher sorria após minha resposta, fazendo um sinal para que eu a segui-se e assim fiz igual um cachorro seguindo sua madame. — Já mostrei que posso conviver com essas pessoas, não? Por que preciso continuar conversando com você, acredito que não tenhamos mais assuntos pra conversamos, certo? — Ela permanecia sorrindo, ignorando minhas retrucadas. Cruzamos toda a vila em silêncio, sem que ela desse um pio e durante muito tempo esse foi nosso melhor momento juntos.

De frente ao colossal portão principal da vila nos encontrávamos e a Dr.Miya tomava frente, conversando com um dos guardinhas de plantão que apesar de respeitar muito a doutora, me encarava incessantemente. — Ta querendo namorar comigo? — Afrontava o guardinha de forma rude conforme devolvia a encarada de forma irônica. — Sua sorte ser um dos queridinhos da Dr. Miya, caso contrário, você já estaria morto, garoto. — A doutora por sua vez se postava na minha frente evitando que eu avançasse direto na jugular do homem, arrancando fibra por fibra, carne por carne.

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Re: Sapiência bro. - em 10/8/2019, 12:42


[2/5]

O clima ficava tenso por alguns segundos até ser quebrado pelas palavras da doutora que apesar de parecer amenizar os problemas me deixava cada vez mais com raiva. — Vamos Kōga, não quero ter que te submeter ao tratamento de choque, de novo. — Era só essa mulher citar sobre o tratamento Y que fazia meus instintos acalmarem, não queria receber mais tratamentos de choque igual quando fui transferido pra vila. — Acho desnecessário você lembrar disso toda vez que eu arrumo alguma confusão com esses guardinhas pé de chinelo. — Suspirava fundo tomando a frente e caminhando rumo aos arredores da vila esperando que a doutora seguisse e assim ela fazia sorrindo na direção do guarda como agradecimento por ter deixado nos dois passarmos. — Deixa que eu vou na frente, garoto, você não sabe o caminho. — Ela gritava e eu atendia o pedido puto da vida com o que havia acontecido no portão. — Aonde vamos? — Estava decidido em descobrir o que faríamos já que se fosse uma consulta casual não precisaríamos partir da vila. — Fui encarregada de uma missão em relação a você, Kōga. O alto escalão de Konoha decidiu que você é o homem certo pra ter esse tipo de habilidade, e portanto, vou te guiar no ensinamento dela. — Conforme a Dr.Miya explicava, apontava pra um pergaminho de tamanho médio que carregava em uma mochila atípica. — E que habilidade seria essa? Não acho que preciso de habilidades vindas dessa vila de merda, Miya, não acha? —  A mulher gargalhava, desdenhando de meus pensamentos. — Eu acho que qualquer tipo de conhecimento é válido e antes de sair falando merda por ai, espere até ver do que se trata, ok? — Como sempre ela repreendia meus pensamentos e não podia dizer que estava errada, muitas das vezes agia pelo impulso, falando sem pensar em nada. — Ali, vamos parar ao lado dessa cachoeira. — Ela apontava pra uma cachoeira cristalina próxima de onde estávamos conforme seguia na direção dela e eu ia junto, ainda bolado com o homem do portão principal.

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Re: Sapiência bro. - em 10/8/2019, 17:33


[3/5]

Sentamos a beira do riacho que dava continuação a cachoeira. A água cristalina deixava o clima mais ameno, tranquilo, um ótimo lugar pra matar uma linda mulher e comer o par de coxas suculentos dela. — Sente ao meu lado, garoto. — Ela pedia, batendo duas vezes a palma da mão esquerda no gramado em que se encontrava sentada. — To bem aqui, em pé. — Respondia, recusando a proposta e apontando ao pergaminho que ela havia falado anteriormente. — É um pergaminho de contrato, aonde que com um pacto de sangue você consegue invocar uma sapos, desde pequenos tamanhos a até colossais. — Pausava para arrumar o óculos no rosto, fixando ele de forma melhor. — Um membro da elite, muito importante na vila, achou que você seria o principal ninja a ganhar esse poder, que bem usado, pode mudar o curso de qualquer batalha. —  Observava atentamente o pergaminho como se ele fosse um pedaço suculento da melhor carne humana do mundo. — Invocar sapos? Sinceramente, é uma invocação que nunca pensei em ter um dia, mas é como você disse, se esse contrato consegue mudar o curso de uma batalha, será uma adição excelente. —  Vociferava conforme me aproximava do pergaminho e da doutora, observando bem as escrituras destacadas nele. — Você sabe como preciso proceder? — Perguntava, um pouco confuso de como seguir.

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Re: Sapiência bro. - em 10/8/2019, 21:09


[4/5]

Depois da pergunta a doutora sorria como se achasse engraçado minha falta de informação perante ao pacto com invocações. — Basicamente retire uma pequena parcela do seu sangue, quase ínfima e redija algumas palavras conforme diz no pergaminho. Depois disso, você conseguirá, claro, se tiver competência pra isso, invocar os sapos. — A explicação era clara e objetiva e ter uma mulher ao lado com esse nível de conhecimento era prazeroso, pra dizer o mínimo. — E lá vou eu. — Sussurrava dando uma longa respirada e me aproximando ainda mais do pergaminho que agora encontrava-se totalmente aberto no gramado. Relia a descrição do pacto várias vezes para que no fim tivesse certeza do que estava fazendo. Uma leve mordiscada no dedão direito era feito, fazendo jorrar uma quantidade ínfima de sangue. Aproveitaria o sangue do dedão para firmar o pacto com os sapos pressionando-o no lugar devido e utilizando do sangue para redigir alguns kanjis. — É isso? — Perguntava olhando pra doutora já que não sentia nada mudar em meu corpo ou na minha volta. — Escreveu seu nome certo? Espero que não tenha errado. — Ela gargalhava afirmando com a cabeça que o pacto havia sido executado com perfeição. — Agora você precisa realizar a invocação, garoto. Basta utilizar do seu sangue, realizar alguns selos e bater as palmas das mãos no chão, fazendo brotar no local do impacto algumas escrituras em preto. Depois disso uma fumaça aparece e blá blá blá, você já deve saber o que acontece. — Afirmava com a cabeça, imaginando como faria pra acumular o chakra necessário da invocação.

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Re: Sapiência bro. - em 11/8/2019, 00:29


[5/5]

Confiante o suficiente pra começar, utilizava do sangue disponível para realizar os selos necessários da técnica, batendo ambas as palmas das mãos no solo, recitando em voz baixa Kuchiyose no Jutsu. Uma cortina de fumo se fazia presente, envolvendo todo meu corpo e por consequência o da doutora que logo levantava, visando sair de dentro do fumo. — Deselegante. — Ela gritava, conforme aos poucos a fumaça ia dissipando, mostrando meu corpo e ao meu lado uma criatura digamos diferente. Um sapo de pele escamosa na coloração alaranjada e diversas pintas em azul ciano se faziam presente no sapo, que em pé passava de um metro e cinquenta, facilmente. Eu e ele nos encaramos durante alguns segundos, e eu sem entender o que estava se passando na cabeça dele, sorri, tentando causar algum tipo de aproximação. — Você é meio estranho, garoto. Cheio de metal pendurado no rosto, como consegue andar com isso no rosto? — O sapo que pra meu espanto falava, achava estranho meus diversos piercings e brincos, assim como as tatuagens que possuo. — Você deveria manter um respeito maior com seu invocador, não acha? Alias, as mulheres gostam do estilo trafika. — Gargalhava tentando ser o mais amistoso possível. — Cara, você é bem diferente do que eu imaginava. Essa armadura ai impõem bastante respeito, além de ser bem estilosa. — Elogiava o sapo. — Não sei se agradeço, mas em todo caso, obrigado. Vamos ao que interessa, qual o sentido de me invocar nesse lugar e tão de repente? — As dúvidas do sapo eram simples e logo travava de responder. — Acabei de firmar meu pacto com vocês e decidi testar se conseguia ou não invocar um sapo, e adivinha, você está aqui na minha frente com essa cara vermelha e simpática. — O sapo se distanciava um pouco pulando na água cristalina ao lado. — Se é assim, acho que você já testou suas habilidades, correto? Estava fazendo algo bem importante, se é que me entende. — Com pressa o sapo deixava subentendido que precisava voltar ao seu local lendário e assim fiz, cancelei a invocação fazendo-o retornar. — Acho que é isso, doutora. Já podemos retornar? — Perguntava recolhendo o pergaminho e entregando a ela. — Creio que sim, Koga. Vou na frente, tenho outro paciente me esperando. Te encontro amanhã as 13:00. — Somente consenti com a cabeça vendo a mulher sumir na minha frente, provavelmente utilizando do Shunshin no Jutsu. Segui rumo a vila, meu presídio pessoal.

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- Acredito ser desnecessário descontar HP ou CH já que voltei pra vila, aonde obviamente descansaria.
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Re: Sapiência bro. - em 11/8/2019, 06:58

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