>
Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
Sumário
Mapa
Staff
Discord
Facebook
Contos
Estação: Inverno

Ange
Administradora
Ange
Vilarejo Atual
Ícone : [Filler] O Quarto Retorno HKIv36V

[Filler] O Quarto Retorno - Sab 13 Jul - 22:18


Angell Hyuuga
[ HP: 975/975 | CH: 975/975 | ST: 00/05 ]
[ Byakugou no In: 500/500 ]


Os dias voltaram a passar lentamente. Angell não tinha mais tanta vontade de retornar à Folha, e, mesmo se fosse o caso, havia recebido instruções para não fazê-lo. Ryoma, mais ou menos de dois em dois dias, vinha até a igreja contar as novidades tanto a ela quanto a Anatole, apesar de Anatole nunca nem mesmo parecer surpreso. Na verdade, a azulada já começava a desconfiar que ele estava mexendo lá os seus pauzinhos para ajudar Ryoma a ajudá-la – até porque, desde a última vez em que ela esteve na Folha, nem seu nome nem o de Ryoma tinham sido colocados em convocações para qualquer nova missão. E, com essa “liberdade”, ela podia passar seus dias na igreja, esfriando a cabeça, e ele podia se aproximar para tentar obter informações de Zod, Akuma e até mesmo Guepardo.

Porém, em pouco mais de um mês, Anatole tornou a sumir da igreja, como tinha feito enquanto Angell mesma também sumiu da última vez. Nesse meio tempo, as visitas de Ryoma à Folha cessaram, e ele se enclausurou na igreja junto da azulada. Ainda tinha algumas novidades para contar a ela, ainda tinha algumas perguntas para fazer a ela, e aproveitou que Anatole não tinha mais como ouvi-los, nem mesmo de surpresa – vale comentar aqui que os esqueletos, bons espiões, mas ainda mais bem educados, nunca se intrometiam nos assuntos de quem ia parar debaixo da asa de Anatole, mesmo que esses tais assuntos dissessem respeito ao Kaguya. Ryoma tirou uma noite para contar a Angell que tinha conseguido esclarecer seu último sumiço a Zod – e que o Inuzuka nem tinha como não acreditar –, mas que não encontrou qualquer vestígio de Akuma pelos arredores da Folha, e que nem Zod nem Guepardo – nem qualquer outro ANBU – tinha continuado as buscas pelo shinobi das múltiplas personalidades. A azulada estranhou, mas também sentiu um grande alívio; sem investigações, sem provas para incriminá-la de qualquer coisa; e sem Akuma, sem incidentes indesejados, então, sem culpas. Ela já poderia retornar à Folha se quisesse.

[...]

A igreja (quase) toda ainda dormia quando um estrondo ecoou de lá de fora, junto das portas de entrada. Angell se levantou às pressas e saiu do quarto, deparando-se quase no mesmo instante com Ryoma, que tomava a dianteira e já descia a escadaria para o saguão principal. Ela também se apressou, e, mesmo por detrás do companheiro, logo viu alguns esqueletos tentando acomodar direito um desconhecido no chão da igreja. Mas quem seria ele? O que estaria fazendo ali, e carregado daquele jeito? Não parecia um membro novo para a equipe; era mais velho e, provavelmente, mais experiente na vida ninja. ...mas e se fosse? E se, ao contrário, não fosse nem mesmo um shinobi?

– Ryoma... – ela chamou. – o que houve aqui?

– Eu não estava dormindo quando a gárgula chegou. – e Ryoma respondeu, sem cessar seus passos. – Anatole-sama deve ter mandado ambos até nós.

– ...gárgula?

– Sim, uma das gárgulas que guarda a igreja. Na verdade, todas elas são invocações de Anatole-sama, já que também são esqueletos...

...mas por que Angell não sabia de nada daquilo, mesmo?

E também parecia que não saberia tão cedo; mal Ryoma e ela chegaram ao saguão lá embaixo e já foram chamados por Anatole, que irrompia às pressas pelas portas, atrás dos esqueletos, para o acompanharem até a biblioteca da igreja, para serem colocados a par daquele (e de alguns outros...) acontecimentos. O Kaguya, desta vez, tinha um ar desconfiado, coisa que Angell nunca tinha visto nele ali em sua própria casa. Estava um tanto eufórico, meio mal-encarado, parecendo até irritado, mas, ainda assim, tinha lá suas coisas importantes a tratar com seus dois alunos. Ele se sentou e ordenou que ela e Ryoma também o fizessem. O menino obedeceu com toda a naturalidade do mundo. Ela, assustada, não conseguiu se mover.

– Bem, não tem jeito. – Anatole se apressou para começar a falar. – Será do começo. Sabem, a minha vida em Konoha não foi nada fácil. Vindo de Kiri, fugindo da guerra, eu tive de começar do zero e provar meu valor, mas, em pouco tempo, por causa de minhas habilidades raras, galguei rapidamente os degraus da hierarquia. Cada passo era mais difícil do que o anterior, pois o próximo degrau estava cada vez mais longe. Depois de uns sete anos, lembro-me bem, eu estava na ANBU. E foi então que minha confiança na Folha começou a desandar... Eu estava procurando por uma vila capaz de suprir as minhas necessidades, capaz de aguentar as dores do mundo, moldá-lo e melhorá-lo. O que eu via, contudo, era apenas a prolongação interminável da época de caos e sofrimento. Eram tempos diferentes... ou você matava, ou você morria. Podem imaginar, então, a quantidade de corpos que deixei em meu caminho. Um verdadeiro banho de sangue, se assim conseguem pensar. Eis que acordei, num dia nublado, e decidi partir. Deixei minha bandana e meu uniforme da ANBU e procurei, eu mesmo, sozinho, se possível, mudar esse mundo.

Sim. Abandonei tudo que havia conquistado em prol de um bem maior. Coincidência ou não, minha ambição me levou ao Abismo, onde encontrei-me com as invocações, que, acreditem, parecem ser parte de mim. Vaguei por muito tempo, visitei cada vila e cada aldeia, cada país e cada nação, conhecendo seus motivos. Nenhum deles me agradava, o que me fez refletir sobre o seguinte: se não encontro nenhum lugar que pense igual a mim, que este lugar seja criado. É aí que nossa querida catedral entra. Mas, quando anunciei essa criação, Konoha e Kiri se clocaram contra mim, tendo-me como o que chamam de nukenin, um ninja que trai suas vilas, por qualquer motivo que seja. Desde então, sou acusado das mais diferentes atrocidades, quando, no começo, apenas guardava meu território. Assim, tornei-me algo entre uma lenda e um mito. Obviamente, ninjas de vários lugares gostariam de saber pessoalmente da veracidade de minha história. Acolhi-os assim como acolhi vocês dois... e deixei o tempo passar. Nesse meio tempo, encontrei um outro ninja que partilha do mesmo posicionamento que o meu: Uchiha Nami - o mesmo de meus livros. Lutei contra ele, e suas palavras foram de meu agrado. Ele já liderava uma organização conhecida como Hi no Ryuu. Como um de seus membros, ganhei uma marca de identificação em minha mão direita.

Então, chegamos aos mais recentes acontecimentos: a prisão de um autointitulado kage de uma vila menor desestabilizou a balança que equilibrava as grandes nações. Aproveitei-me da situação para ir até Konoha mais uma vez... e fiquei extremamente surpreso ao ser recebido pelo mizukage! Não que eu me interessasse pelas mentiras o hokage lhe disse, pois, no momento em que ambos rejeitaram minha proposta, deveria aniquilá-los com todas as minhas forças. Não tive sucesso quanto ao hokage, que escapou de minhas mãos covardemente. Quanto ao mizukage... bem, não existe mais mizukage, visto que o último morreu de uma forma tão patética que ainda não sabem como substitui-lo. Enquanto isso, uma de minhas invocações assassinava o diretor do hospital, Hyuuga Nowaki, e me entregava seus belos olhos... para que eu pudesse usufruir deles no futuro.

E aqui estamos. Agora que sabem que o sensei de vocês é um nukenin, procurado por praticamente todas as vilas, vocês pretendem abandoná-lo? Ou preferem seguir o mesmo caminho?


...e então, o silêncio.

– Bem... – mas não por tanto tempo.

Ryoma começou a falar, mas parou por um instante. Desviou levemente seu olhar para Angell, que enfim cedia, mas não para se sentar, e sim para desabar sobre a cadeira ao seu lado. Nowaki não era apenas o superior dela como médico, era também o líder dos Hyuuga. ...e Ryoma sabia. Por isso mesmo, não sabia o que dizer. Sabia como se sentia em relação à Folha, mas não sabia como colocar as cartas na mesa sem horrorizar mais ainda sua companheira. Ela estava pouco a pouco sendo apagada da vila, tanto de fora quanto de dentro. Mas Ryoma... bem, Ryoma nunca tinha enxergado a Folha como um lugar que merecia sua lealdade. Ele não a amava, mas também não a odiava; ele era só indiferente – como não o era para com a igreja, com Anatole e até mesmo com Angell. Ele não tinha lá algum código sobre o que era certo ou errado. Se um mundo pudesse ser cinza, seria o seu em Konohagakure, então, trilhar o caminho que Anatole trilhara seria sua melhor opção.

– Anatole-sensei. – e ele reiniciou sua fala, levantando da cadeira e cruzando seu olhar com o do Kaguya. – Eu nunca viraria as costas para quem me acolheu. A Folha pode ser onde eu estou, mas eu pertenço à escuridão.

Porém, Angell também tinha seus próprios “acontecimentos recentes” para levar em conta para responder Anatole. Ela não apenas devia não estar satisfazendo a Folha nos últimos tempos, como também não andava mais vendo nos ninjas da vila, sobretudo a elite – vulgo, a ANBU –, a mesma dignidade de quando iniciou sua vida como kunoichi. Era como se... os valores de repente estivessem se invertendo.

– Isso não é escuridão... – ela murmurou. – Mesmo com todas as imperfeições que nós carregamos, a igreja nos aceitou... coisa que nossa casa não tem feito. Eu não mataria por qualquer um dos lados; não trairia nenhum. Não quero abandonar Konohagakure... mas abandonar vocês dois aqui com certeza me assusta mais; isso seria escuridão.


“But it’s the only thing that I have.”


Informações:

Considerações:
Filler (em 1.552 palavras) para aquisição de 100 de status (dobrados pelo mês do up).
Habilidades usadas:
Bolsa:
Equipamentos e itens:

_______________________

[Filler] O Quarto Retorno Scre1755
[Filler] O Quarto Retorno D5NZRF4Olá, eu sou a Angell.
Vim te trazer alguns conselhos que facilitarão o seu jogo aqui no Naruto RPG Akatsuki:

Admineiros Leia o nosso Sistema de Conduta e mantenha a paz tanto no seu ON quanto no seu OFF.
Admineiros Conheça o Akatsuki Shop!
Admineiros Fique atento às Notícias do nosso fórum!
Admineiros Em caso de dúvidas, visite a área de Dúvidas ou o tópico de Dúvidas Rápidas.
Admineiros Acesse a área de Sugestões para expor as suas ideias e incrementar o jogo de todo mundo!
Admineiros Entre no nosso servidor do Discord e socialize!
-
Redhood'
Tokubetsu Jonin
Redhood'
Vilarejo Atual
Ícone : [Filler] O Quarto Retorno Tumblr_ot2ifclOid1rjqt15o2_400

https://www.narutorpgakatsuki.net/t68971-f-alphonsen-schatten#515080

Re: [Filler] O Quarto Retorno - Dom 14 Jul - 2:08

@

_______________________

[Filler] O Quarto Retorno Tumblr_p2mus4AmIF1r1j2boo1_500
-


Edição de Aniversario por Shion e Senko.