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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Inverno

Koori Kurashi
Genin
Koori Kurashi
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[FILLERS] Koori Kurashi - 5/7/2019, 18:00

Objetivos:

Narrativa filler para Bonificação de Status (1000 palavras) e para superação de defeito de até um ponto (400 palavras), conforme regras:

Adquirindo Status escreveu:Fillers
Limite: 1 p/ semana.
Bonificação: +100 Pontos e possível qualidade de 1 ponto.
Requerimentos: 1000 Palavras.
Descrição: Os Treinamentos de Melhorias, também chamados de Fillers, são narrativas que constroem cenas do personagem que não ocorreram no RPG ON. Sendo assim são totalmente feitas em OFF, na Área de Treinamento de Melhorias, permitindo que sejam feitos mesmo enquanto o personagem está em ação; as narrativas, porém, precisam ter contexto no universo de Naruto e fazem parte da história do personagem. Escrevendo um extra de 400 palavras, poderá ainda aprender uma nova qualidade de até 1 ponto no Filler OU superar um defeito de até 1 ponto no Filler, jamais os dois juntos.

HP 225 . CH 225 . ST 0/3


- Você vai precisar se movimentar melhor do que isso! –

Bradou Koori Kaeru, pai de Kurashi, enquanto arremessava mais uma Shuriken de madeira. O Genin colocou a mão em sua bolsa e também disparou uma Shuriken de madeira na linha de tiro, para que as duas se chocassem e se anulassem. Quando se ouviu o estampido dos objetos se chocando, Kurashi já não estava mais lá.

“É agora!”

A utilização do Sunshin no Jutsu permitiu o ganho de 20 metros para a direita de forma a fugir da visão direta de seu oponente e arremessar uma kunai de madeira em sua direção, na esperança de que a visão periférica só pudesse perceber o objeto se aproximando quando já estivesse perto demais para conseguir reagir. Não foi o que aconteceu. Com um salto simples para o lado, Kaeru fugiu do projétil e já pegou o impulso em direção ao seu competidor.

- Um pouco de corpo a corpo para finalizar –

Ambos com kunais na mão, pai e filho digladiavam-se com intensidade digna de um combate real. Ao apertar um pouco mais o ritmo, Kaeru passou sem tantas dificuldades pela guarda de Kurashi e conseguiu dar um tapa na testa deste.

- Mais rápido, mais foco –

Com duas cambalhotas para trás o Genin voltou a pegar distância para tentar ler a situação: não rápido o bastante, porém. Uma shuriken de madeira o perseguia e o acertou bem no peito.

- Se fosse de verdade, de metal afiado, você estaria em sérios problemas nesse momento. –

Kurashi já estava ofegante, batimentos cardíacos elevados, e sem mais armas de madeira na sua bolsa de treinamentos para bolar alguma estratégia. Situação ruim o suficiente para Kaeru perceber e dar a sessão por encerrada.

- Não consegui dessa vez. No treino seguinte vou pegar o senhor, pai –
- Você foi muito bem, garoto, está melhorando rápido – Se aproximou o Chuunin, fazendo um cafuné na cabeça de seu filho ao sorrir. O rapaz ficou desconcertado – Mas, me diga, terminou de trabalhar naquelas marionetes que você estava desenvolvendo aquele dia? Parecia estar ficando muito bom.
- Estou finalizando ainda, falta ligar algumas partes e testar alguns dispositivos. No meu teste de anteontem várias rótulas ainda estavam emperrando –
- Só não vai inventar de treinar comigo usando marionete pra disparar lâmina de verdade, ein?
Os dois caminhavam juntos enquanto mantinham a conversa amena. Não era sempre que tinham a oportunidade, afinal de contas Koori Kaeru passava muito tempo em missão fora da vila e já não tinha a mesma mobilidade de sempre – vinha, mais do que nunca, cogitando uma aposentadoria precoce aos 40 anos de idade. Aquelas reflexões foram que levaram o tom da conversa para um campo mais sério e inevitável.
- Meu filho, vou precisar voltar para um ponto que já havíamos falado. A única coisa que me preocupa em relação a essa sua caminhada ninja. – O olhar agora é sério e penetrante. – Essa sua relutância excessiva em iniciar o combate.
O garoto já sabia aonde aquele diálogo estava indo, e ele mesmo já vinha fazendo essas reflexões acerca de seu comportamento desde que fora promovido a Genin. Koori Kurashi era o que, muitas vezes, outras pessoas chamam de “molenga”, não sendo capaz de fazer mal a ninguém, mesmo inimigos, exceto se eles o fazem primeiro.
- Você é um bom ninja e uma ótima pessoa. Honrado e correto. E eu sei que você preza pela ordem e pelo cumprimento de regras, e é isso o que eu quero falar. O ordenamento ninja exige mais resolutividade, ações enfáticas, e pró atividade, muitas vezes o ataque só é eficiente se feito primeiro e você não pode abrir mão disso. Eu, enquanto seu pai, não posso me furtar de alertá-lo nessa questão. –

Kurashi demonstrava alguma insegurança no olhar. Tinha consciência daquela sua característica, mas não é simples mudar sua mentalidade de uma hora para a outra. “Basta eu treinar tanto e ficar tão forte ao ponto de, mesmo não iniciando o ataque, conseguir me defender e, então, subjugar meu oponente”, era o que pensava em todo o seu crescimento de academia. A partir da graduação e do convívio um pouco mais aprofundado na prática ninja, entretanto, dúvidas já vinham surgindo em sua cabeça.

- Mais do que seguir regras, entretanto, você deve prezar pelo bem maior: sua segurança, a segurança de seus pares, a segurança de sua vila. Nem todo ataque é desnecessário, e eu só queria que, antes de voltarmos para a casa e darmos um abraço em sua mãe, você ouvisse isso de mim para repensar um pouco quando tiver oportunidade – Mais uma vez, o sorriso voltou a aparecer de maneira muito amistosa no rosto de Kaeru – Mas é você que faz quem você é. Nunca esqueça disso. –
“É você que faz o que você é... hahah, ele sempre diz isso”

Ao chegar em casa, nenhuma palavra a mais sobre ninjas ou treinos. Apenas um banho quente para trazer conforto naquele inverno, uma refeição de sopa para o jantar – também para aquecer – e conversas leves com sua mãe.
-
Os dias passaram tranquilos e a rotina de treinos de Kurashi vinha se intensificando – ele se obrigava a intensificar, a se cobrar mais – e sua perícia em práticas ninja vinha melhorando cada vez mais. A conversa com seu pai, no entanto, frequentemente voltava à sua mente.

“Talvez eu realmente deva tentar mudar minha programação. Não posso me apegar aos mesmos conceitos de sempre. Um Shinobi deve ser pragmático e racional. Mas não seria isso cruel demais?”

Para ter com quem conversar, Kurashi resolveu voltar à cena de uma de suas missões concluídas. Em uma caminhada desapressada, o rapaz se pôs a caminho do centro de Iwagakure enquanto seu olhar ia longe e os pensamentos corriam soltos. Naquela manhã até que fazia algum sol, fato que provavelmente ajudaria a melhorar o humor da pessoa que ele estava procurando: Hana Mankai, Kunoichi de nível Chuunin e que também era a responsável pela floricultura da vila oculta da Pedra.  Não que fosse necessário um sol a pino e um céu de brigadeiro para deixar a moça de bom humor – era simpática por natureza.

- Yo, Hana-Chan! –
- Kurashi-kun! Que prazer revê-lo! Veio se voluntariar novamente? Haha –
- Hoje não, hoje não. Mas te prometi que voltaria, e mantenho a promessa. Por hoje, vim procurando um conselho seu. Está ocupada? –
Hana pousou sobre a bancada de madeira o borrifador que estava utilizando e consentiu com a cabeça, curiosa acerca do que poderia ter trazido aquele garoto ali. – Pode falar, Kurashi-kun – Falou enquanto tirava as luvas de borracha que vestia.
- Você é uma pessoa bondosa. Certo? Você já matou alguém? – O semblante do menino era bem neutro mesmo ao entrar em um assunto tão delicado. Não estava, naquele momento, angustiado ou apreensivo, mas, sim, totalmente aberto a ouvir o que outra pessoa teria a lhe dizer.
- Já entendi a sua angústia, amigo. E posso te dizer que também precisei passar por ela. – Iniciou a fala, enquanto sentou-se e fez sinal com a mão oferecendo que o menino fizesse o mesmo – Sim. Já precisei matar outras pessoas desde que me tornei ninja. E aprendi isso quando passei a frequentar ambulatórios e enfermarias na minha prática com habilidades médicas.
“Eles ensinam a matar no hospital...?” A confusão de Kurashi se dissipou ao passo que a explicação continuava.
- Foi nesses ambientes que eu percebi a dura verdade da atividade ninja: sobrevive quem ataca primeiro. Boa parte das pessoas que eu atendia me trazia relatos parecidos, de que sofreram emboscadas, de que foram surpreendidas. Não fosse por isso talvez não precisassem de cuidados médicos. Digo mais. Não fosse por isso, talvez, algumas delas ainda estivessem vivas. –

Dizem que o silêncio também fala. E aqueles instantes de silêncio sugeriram alguns pesares da trajetória de Hana e uma transformação que vinha se desenhando no íntimo de Koori Kurashi.

- Mas emboscadas realmente são fatais, é pra isso que elas existem: para desequilibrar a balança de situações de luta. É diferente se eu estiver de frente ao meu adversário e apenas esperar um pouco antes de atacar, de esperar que ele tome o partido pelo confronto: dessa forma, sim, eu poderia lutar sem remorsos e sabendo que o embate partiu dele –
- Você está certo, mas a análise vai além disso, Kurashi. Enquanto você se preocupa em evitar a luta, seu adversário já elaborou toda a estratégia necessária para te vencer, para te assassinar. Você deve perceber que a luta não começa quando a primeira kunai é lançada, mas, sim, muito antes disso. – Hana estendeu o braço e tocou com o dedo indicador o protetor de testa que o rapaz levava com o símbolo de Iwagakure – A luta começou quando você vestiu isso. Não dá mais para dissociar. O melhor que podemos fazer é fazer tudo com responsabilidade, e nossa principal responsabilidade é com nossa vila. Não é cruel demais atacar alguém se isso significar que você vai continuar vivo para seguir defendendo o que há de bom no mundo.
Kurashi apenas ficou olhando para sua amiga, sem conseguir achar mais argumentos, e o silêncio apenas foi interrompido quando um cliente se aproximou e chamou por Hana. A moça completou ao Genin antes de se levantar.
- Vamos um dia comigo a um posto de enfermaria, acho que a experiência pode te ajudar muito como ajudou a mim -

Kurashi abriu um sorriso e agradeceu à Kunoichi. A caminhada de volta era mais concentrada do que fora o seu trajeto de ida: de fato, alguma coisa vinha mudando e agora já estava bem diferente no coração do rapaz. Ele seria a melhor versão ninja que pudesse ser, e isso envolvia mudanças.

Considerações:

Total de Palavras: 1.613


Bolsa Ninja
+ Kunai – 8 und (8)
+ Shuriken – 8 und (8)
+ Kibaku Fuda – 4 und (1)
+ Arame/Fios de Aço – 10 metros (2)
+ Makibishi – 5 und (1)


Defeito a superar

Molenga (1)
Tipo: Superável.
Descrição: Muitos personagens são considerados por muitos como molengas, pois diferente da maioria dos shinobis, eles não conseguem induzir sofrimento às pessoas, mesmo inimigas, sempre buscando um modo pacífico de enfrentar os problemas.
Influências: Não é capaz de faz mal a ninguém, mesmo inimigos, exceto se eles o fizerem primeiro.  Primeiro treino com Koori Kaeru, conversas profundas, depois rp na floricultura, Hana Mankai nao ta la e depois conversa com ela

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Iwagakure Genin

Narração ● - Fala - ● "Pensamento"



Ficha | Mudanças na Ficha | Status | Banco | Compra de Técnicas


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Re: [FILLERS] Koori Kurashi - 5/7/2019, 18:44

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O sistema me usa e eu uso o sistema.
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Re: [FILLERS] Koori Kurashi - 12/7/2019, 11:47

Objetivos:

Narrativa filler para obtenção de Status


HP 325/325 - CH 325/325 - ST 0/3



“O que é ser ninja? Um ninja é aquele que usa tudo o que está em sua volta para derrotar o inimigo, ele é rápido e amigo do meio ambiente; um ninja é honesto e bom, sua mente, corpo e espírito são um só. Ele tem auto controle e disciplina.”

Kurashi acordara inquieto naquela manhã de inverno na vila da Pedra. Ao contrário do que normalmente fazia, no entanto, em vez de procurar saciar aquela inquietude e ansiedade, o Genin optara por percorrer outro caminho: contornar aquele estado de espírito através da introspecção. Não poderia se deixar vencer por aquilo, por um certo grau de hiperatividade. Se desejava ser um ninja completo, o primeiro universo que deveria dominar seria o seu próprio “eu”. Para tanto, estava utilizando a ajuda de um livro que pegara emprestado na biblioteca de Iwagakure há poucos dias. “A cultura ninja e a natureza”, era possível ler, em letras douradas estampadas na capa preta daquela produção não tão nova assim. De qualquer forma, muito interessava Kurashi por abordar dois temas de grande interesse dele próprio: o ninjutsu em sua concepção e o seu relacionamento com a natureza. A leitura correu agradável e conseguiu promover a imersão profunda da qual o shinobi estava precisando – até quase chegou a esquecer a sua ansiedade e talvez tivesse de fato tido sucesso nessa tarefa, não fosse o seu insistente tique em estalar o pescoço que por vezes o lembrava de querer novamente se pôr em movimento.

A sequência do livro trazia informações sobre como a natureza e seus elementos se manifestam no chakra de alguns usuários de ninjutsu: ‘Transformação da Natureza (性質変化, Seishitsu Henka) é uma forma avançada de controle do chakra. Isso implica na moldagem e definição de seu chakra em um tipo de inato de natureza de chakra, alterando suas propriedades e características. A transformação da natureza é uma das duas técnicas necessárias para a criação de uma técnica.’ Kurashi já ouvira falar daquilo na academia, mas de forma bem superficial e não muito aplicada em batalhas ninja. A leitura mostrava até as cinco naturezas elementais básicas – Fogo, Vento, Trovão, Terra e Água, e como elas se relacionavam entre si em um ciclo de vantagens e desvantagens de uma relação a outra: a sua própria natureza, por exemplo, Doton (terra) é forte contra jutsus e defesas de água mas fraco contra trovão. ‘Basicamente, isso significa que se uma técnica elemental é usada contra uma outra técnica elemental do mesmo nível, porém de uma natureza superior, então ela irá prevalecer’, informava o capítulo.

Mais do que informação, no entanto, Kurashi estava procurando reflexão. Folheava páginas a procura textos daquela corrente de pensamento naturalista que tanto o encantava, até encontrar algumas sessões recheadas com histórias e filosofias de ninjas que transcendiam quando estavam imersos em natureza, que se revigoravam em ambientes com grande biodiversidade, que expandiam seu chakra quando meditavam: ninjas monges, que se tornavam um com a natureza. Kurashi sabia que não tinha aquele nível de mentalidade, aquela concentração e aquele poder de chakra, mas resolveu sair pra treinar e trocar energia com a natureza. Por já ser hora do almoço, resolver logo se alimentar para em seguida passar horas apenas em seu treinamento: algumas tijelas de arroz e porco frito deveriam ser suficientes para abastece-lo até o por do sol.

O jovem se dirigia à saída norte da vila oculta da Pedra, onde havia um bosque e uma pequena queda d’água após uma escalada de nível de dificuldade moderada. Estivera há alguns dias em uma missão de patrulha externa que o permitiu conhecer ainda melhor o entorno de Iwagakure. O tempo naquele início de tarde era ameno, com sensação térmica de cerca de 22 graus Celsius e sem fortes ventos, o que trazia ainda mais conforto ao realizar um treino ao ar livre – aquelas condições não eram, de forma alguma, comuns em um inverno por ali. A caminhada era descompromissada e Kurashi já aproveitava para se afundar em pensamentos mesmo ainda no percurso e não apenas quando chegasse lá: a sua percepção do entorno já era avançada, ouvindo cada cantar de pássaro, bater de asas de insetos e a forma como os raios de sol refletiam nas superfícies rochosas das formações de pedra que tinha em seu campo de visão.
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O treinamento decorreu sem grandes percalços e nem sequer uma presença humana foi sentida desde que o garoto se afastara da vila, o que tornou ainda mais espontânea a meditação que Kurashi começava a desenvolver por ali. Escalou e desceu algumas encostas de montanhas que haviam ali – com e sem o uso de seu Gake Nobori no Gyō, para afiar sua força e controle energético; assim como praticou em cima de alguns galhos mais altos que haviam no bosque, os quais era possível alcançar com o uso do Ki Nobori no Shugyō.

Um espaço rochoso mais amplo se mostrou como o ambiente ideal para o Genin treinar sua própria manipulação elemental.
- Doton: Iwadeppō no Jutsu (Liberação de Terra: Técnica da Arma de Pedra)  -
Com um simples selo do macaco e concentração de Chakra, Kurashi cuspiu alguns projéteis de pedra de sua boca, os quais passaram a aumentar depois de lançados e se chocaram com alguma violência contra um pedregulho grande que havia por ali. Seguiu com o treino até pulverizar todo aquele bloco mineral que estava ali.
- Doton: Dochūbaku (Liberaçao de Terra: Explosão do solo) –
Seu próximo treino seria, então, cortar o solo e provocar um deslizamento horizontal de terra que seria capaz de engolir e machucar seriamente qualquer um que estivesse em seu raio de ação. Os danos ali estavam sendo contidos pelo garoto, mas estava praticando para se sentir cada vez mais capaz e confiante de desenvolver aquelas manipulações como fosse mais conveniente.
- Doton: Dochū Eigyo no Jutsu (Liberação de Terra: Técnica da Projeção do Peixe Subterrâneo)
Por fim, a imersão – literal – que Kurashi faria aquele dia. Com o uso da técnica da projeção do peixe subterrâneo era possível imergir no solo para meditar. Originalmente, a técnica representa proteção contra agressores e a possibilidade de se esconder e realizar ataques furtivos, mas naquela ocasião o garoto só pretendia melhorar seu controle do chakra, sua utilização da técnica e seu contato com aquele ambiente de paz.

Apenas o por do sol marcou o fim das atividades de Kurashi – a fome já começava a se manifestar também. “Acho que ainda tem porco na geladeira... espero que meu pai não tenha comido tudo quando eu chegar em casa”. O caminho de volta foi mais cansativo do que a ida devido ao desgaste acumulado do dia, mas as recompensas certamente eram bem maiores.





Consideraçoes:

. Palavras utilizadas: 1113
. Não houve utilização de armas



Jutsus:


Jutsus Utilizados

Gake Nobori no Gyō
Rank: E
Descrição: Este é um método de treinamento que envolve escalar um penhasco íngreme alta ou usando apenas um braço. Ele se destina a melhorar a sua força e disciplina.

Ki Nobori no Shugyō
Rank: E
Descrição: Ki Nobori no Shugyō é um método de treinamento utilizado para obter mais habilidades com controle de chakra. Esta formação envolve focalizar uma quantia fixa de chakra para o fundo do seus pés, e usar isso para subir em uma árvore sem utilizar as mãos. Se o fluxo de chakra é muito fraco, o usuário perderá sua posição na árvore e cair. Se ele for muito forte, o utilizador irá ser empurrada para longe da árvore, fazendo com que a árvore se quebre em torno do ponto de contacto com o utilizador.

Doton: Dochū Eigyo no Jutsu
Tipo: Ninjutsu Elemental (Doton)
Rank: C
Descrição: Liberação de Terra: Técnica da Projeção do Peixe Subterrâneo. Esta técnica é usada para emergir silenciosamente do chão, movendo-se como um peixe na água, o que frequentemente permite que o usuário esteja bem posicionado para realizar assassinatos ou usar técnicas de guerrilha. Além disso, é ainda mais eficiente quando empregada em conjunto com técnicas de clone, tornando as ações do usuário mais eficientes em meio aos clones que chamam a atenção do inimigo.

Doton: Dochūbaku
Tipo: Ninjutsu Elemental (Doton)
Rank: C
Descrição: Liberaçao de Terra: Explosão do solo. O usuário envia um deslizamento de terra que avança velozmente em direção ao alvo. Alcance de média distância, da ordem de 5 a 10 metros.

Doton: Iwadeppō no Jutsu
Tipo: Ninjutsu Elemental (Doton)
Rank: C
Selo: Macaco
Descrição: Liberação de Terra: Técnica da Arma de Pedra. Esta técnica é uma técnica utilizada por shinobi de Iwa em que pedaços do tamanho de balas de rocha são expulsos da boca do usuário. Depois de serem expulsos, os pedaços se expandem em pedregulhos enormes. Orochimaru afirmou que, quando utilizado de forma colaborativa, esta técnica pode destruir uma montanha.


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Re: [FILLERS] Koori Kurashi - 12/7/2019, 11:56

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Re: [FILLERS] Koori Kurashi - 23/7/2019, 23:54

Filler - Status:

Narrativa Filler para obtenção de 200 pontos de status (100 x2 mês do up)
Fillers
Limite: 1 p/ semana.
Bonificação: +100 Pontos e possível qualidade de 1 ponto.
Requerimentos: 1000 Palavras.
Descrição: Os Treinamentos de Melhorias, também chamados de Fillers, são narrativas que constroem cenas do personagem que não ocorreram no RPG ON. Sendo assim são totalmente feitas em OFF, na Área de Treinamento de Melhorias, permitindo que sejam feitos mesmo enquanto o personagem está em ação; as narrativas, porém, precisam ter contexto no universo de Naruto e fazem parte da história do personagem. Escrevendo um extra de 400 palavras, poderá ainda aprender uma nova qualidade de até 1 ponto no Filler OU superar um defeito de até 1 ponto no Filler, jamais os dois juntos.

HP 400/400 . CH 450/450 . ST 0/4


Kurashi estava no cômodo da casa da família Koori que, dos últimos meses pra cá, vinha servindo como ateliê do Genin da família, que é mestre no Kugutsu no Jutsu e consequentemente precisa sempre projetar, criar, equipar e dar a manutenção necessária aos seus bonecos. Era uma sala ampla, com alguns armários cheios de ampolas e vidraria – onde o rapaz começava a testar venenos – e grandes mesas e pranchetas com ferramentas espalhadas em seus tampos. A experiência ensinou Kurashi que alguns pontos deveriam ser mais reforçados para que as mesas não fossem atravessadas quando madeira estivesse sendo serrada; o uso de máscaras de proteção também foi uma lição que nunca mais seria esquecida depois de uma lasca de madeira acertar com vigor a poucos centímetros de seu olho. Abafadores de som para ouvido também eram vistos jogados pelo cômodo, bem como tomadas e extensões. Na parede era possível ver alguns alvos de diferentes materiais, os quais eram utilizados para testar a calibragem de mira e potência dos dispositivos instalados nas marionetes.

No ateliê de cerca de 70 m2 – que pareciam bem menos devido à ocupação não muito organizada – o jovem Genin fazia testes em suas marionetes. Naquele momento, Beta Kumogani estava sobre uma das pranchetas de reparos: cada um dos seus oito membros estava destacado do corpo, e Kurashi abria cada segmento dos braços e pernas para verificar e emendar seus cabos de ligação, injetar óleo lubrificante em suas engrenagens e rótulas e testar todas as suas funcionalidades de batalha: ativação das senbons para ataques físicos e dispositivo de disparo. Toda aquela revisão, no entanto, não era apenas de manutenção: novos mecanismos estavam sendo adicionados à Aranha Caranguejeira de forma a torna-la ainda mais eficiente, em acréscimos que significavam o uso de bombas de fumaça para discrição e envenenamento e uso de fios de nylon para diversos fins. Kurashi se divertia fazendo todos os ajustes e testes necessários para funcionalidade e danos – o teste das bombas de fumaça, entretanto, não foi tão divertido no ponto em que a ventilação daquele ateliê improvisado não era o seu forte – e não demorou aos alvos pendurados na parede ficarem majoritariamente cobertos de senbons, as quais Kurashi precisou recolher e recolocar nos mecanismos de disparo para uso da marionetes. O risco era o rapaz se empolgar tanto em treinamentos que já precisaria fazer nova manutenção por excesso de uso.

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Nos dias seguintes Kurashi repetiu o mesmo procedimento com Beta Kokuja. Era uma marionete mais difícil de trabalhar porque era muito linear, atingindo quase 3 metros e meio de comprimento – foi ela que o obrigou a ter grandes mesas em sua sala – e fazia o rapaz precisar ficar sempre de pé para fazer os ajustes em toda a sua estrutura, mas conseguiu fazer toda a manutenção e também acrescentar os novos mecanismos que vinha pensando. Outra parte importante daqueles dias de trabalho de escritório era refazer polimento e reforços de forma a melhorar a própria resistência daqueles bonecos.

- Pegue, meu filho – Dizia a voz da mãe do rapaz enquanto entrava no ambiente, com uma cuia de chá na mão – Você anda trabalhando demais.

A mulher segurou bem no ombro do rapaz e o olhou fundo nos olhos, sorrindo um riso sincero e acalentador em seguida. Para ela era importante que Kurashi lembrasse que, por mais que ele estivesse crescendo depressa e buscasse sua independência e a conquista de seu lugar de direito perante a vila, a sua família estava lá para apoiar seus passos. Não demorou para o jovem então encerrar os seus trabalhos e aproveitar o dia com seus pais – não era sempre que os três estavam em casa. Na verdade, aquilo era momento raro na fase que atravessavam.
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Os treinamentos nos dias subsequentes vinham sendo muito proveitosos para o jovem ninja. Além de sempre melhorar sua desenvoltura com marionetes de batalha, sua própria movimentação, fluidez nos movimentos e controle de chakra estavam cada vez melhores, de forma que o tempo sem realizar missões deveria ser bem aproveitado: Kurashi já precisara se envolver em lutas em missões anteriores e cada novo dia trazia a ideia da urgência em sempre melhorar.

Koori Kurashi já conseguia controlar duas marionetes com perfeição utilizando as duas mãos, com uso do Kugutsu no Jutsu e Chakura no Ito, e a sincronia que vinha conseguindo entre os movimentos de Beta Kumogani (Aranha Caranguejeira), Beta Kokuja (Serpente Negra), sua própria movimentação, seus ninjutsus elementais de terra e seus genjutsus estava cada vez mais apurada: um arsenal completo, com diversas estratégias e diversas formas de ferir os oponentes.

O treinamento do dia poderia soar como loucura se alguém estivesse assistindo – não era o caso, a arena de treino escolhida era uma clareira deserta não tão próxima ao centro da vila da pedra – e consistia no acionamento de mecanismos de ataque de suas marionetes contra diferentes alvos: primeiro, em árvores a distâncias variáveis, de forma a verificar alcance e força de perfuração tanto das senbons da Beta Kumogani (mecanismo 2) quanto das kunais de Beta Kokuja (mecanismo 2); em seguida, as mesmas armas foram lançadas contra o seu próprio corpo, a uma distância inicialmente maior e suficiente para que ele fizesse o seu Kawarimi no Jutsu com tranquilidade, mas progressivamente a distância foi sendo encurtada e a tarefa ficou cada vez mais desafiadora – Kurashi não conseguiu fazer a troca a tempo todas as vezes e já saiu com alguns cortes; o terceiro momento do treinamento atestaria a aparente insanidade do jovem:  ele receberia os danos de perfuração dos projéteis de suas marionetes.

“Esse é o melhor jeito de testar meus limites, minha tolerância à dor e sempre melhorar como ninja”

A uma distância segura, Kurashi passou a disparar e absorver em seu corpo os impactos lançados pelos seus dois bonecos – força de penetração calculada, apenas para que ele não se acostumasse a viver sem dor – e a aproximação em algum grau o permitiu treinar seus reflexos para esquiva também. Tão ruim quanto ter que suportar a dor e o cansaço foi ter que recolher ao final dos treinos todas as senbons e kunais lançadas, para reaproveitar em seus mecanismos. O final da semana marcava Koori Kurashi enfaixado em vários locais para proteger as feridas, mas é como o seu pai sempre repetia “é você que faz o que você é”, e Kurashi estava fazendo de si mesmo um grande ninja.




Consideraçoes:

. Palavras utilizadas: 1160

Doton: Iwadeppō no Jutsu
Tipo: Ninjutsu Elemental (Doton)
Rank: C
Selo: Macaco
Descrição: Liberação de Terra: Técnica da Arma de Pedra. Esta técnica é uma técnica utilizada por shinobi de Iwa em que pedaços do tamanho de balas de rocha são expulsos da boca do usuário. Depois de serem expulsos, os pedaços se expandem em pedregulhos enormes. Orochimaru afirmou que, quando utilizado de forma colaborativa, esta técnica pode destruir uma montanha.

Kawarimi no Jutsu
Rank: E
Selos: Carneiro, Javali, Touro, Cachorro e Cobra.
Descrição: Com esta técnica, os usuários substituem o seu próprio corpo com algum outro objeto, geralmente com um bloco de madeira no momento de um ataque. Isso cria uma ilusão de ótica, fazendo com que o inimigo ache que o ataque foi bem sucedido. A partir disso, o usuário pode usar o lapso de atenção do inimigo para atacar ou fugir do campo de batalha. Etiquetas de explosivos podem ser anexados à substituição de uma surpresa adicionado. É um ninjutsu básico mesmo ensinado na Academia, mas é uma arte útil que pode ser aplicada em várias situações.

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Iwagakure Genin

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Re: [FILLERS] Koori Kurashi - 24/7/2019, 09:19

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Re: [FILLERS] Koori Kurashi - 30/7/2019, 22:37

Filler - Status:

Narrativa Filler para obtenção de 200 pontos de status (100 x2 mês do up)
Fillers
Limite: 1 p/ semana.
Bonificação: +100 Pontos e possível qualidade de 1 ponto.
Requerimentos: 1000 Palavras.
Descrição: Os Treinamentos de Melhorias, também chamados de Fillers, são narrativas que constroem cenas do personagem que não ocorreram no RPG ON. Sendo assim são totalmente feitas em OFF, na Área de Treinamento de Melhorias, permitindo que sejam feitos mesmo enquanto o personagem está em ação; as narrativas, porém, precisam ter contexto no universo de Naruto e fazem parte da história do personagem. Escrevendo um extra de 400 palavras, poderá ainda aprender uma nova qualidade de até 1 ponto no Filler OU superar um defeito de até 1 ponto no Filler, jamais os dois juntos.

HP 500/400 . CH 500/500 . ST 0/4


Kurashi acordou e tornou a dormir várias vezes ao longo daquela madrugada, inquieto com alguma coisa que nem ele sabia o que era, e quando o relógio pouco passava das 6 horas, resolveu levantar de vez naquela fria manhã de inverno na vila da Pedra. Antes até de preparar e comer algo como desjejum, o garoto optou por caminhar pela vila para mudar um pouco o ambiente e sair do enclausuramento daquelas paredes – como constantemente fazia para distrair os pensamentos – e se pôs a contemplar tudo o que aquelas ruas lhe proporcionavam: pessoas, arquitetura própria com muitas rochas, pontes e acessos construídos, névoa e paisagens, e só parou ao chegar no centro, ao pé do obelisco. Por ali ficou, deitou-se em um banco próximo e, na ausência de nuvens passageiras para olhar – se houvesse alguma, estaria encoberta pela neblina de inverno que imperava ali – ficou observando com atenção os detalhes daquele obelisco que representavam Iwagakure. No processo até quase chegou a esquecer a sua ansiedade e talvez tivesse de fato tido sucesso nessa tarefa, não fosse o seu insistente tique em estalar o pescoço que por vezes o lembrava de querer novamente se pôr em movimento. Após se permitir uma permanência por ali, comeu alguma coisa pelas ruas mesmo – quando os estabelecimentos começaram a abrir – e resolveu sair para treinamento nos arredores da vila, dessa vez, sem levar suas marionetes Beta Kumogani e Beta Kokuja.

A ideia de trazer consigo algumas marmitas para almoço e jantar se mostraram tiros certeiros de Kurashi, ao passo que ele acabou por passar todo o dia em treinamento externo, de vários aspectos de seu físico e de seu chakra, bem como aperfeiçoamento de jutsus. O descanço a que o Genin se propôs quando a noite já tinha caído e tudo estava escuro acabou por adormecê-lo. Um momento de respiro antes do caos que viria.

-
Já passava de 22 horas quando Koori Kurashi acordou – mas ele não sabia disso com exatidão, estava sem relógios para confirmação – e resolveu voltar à vila da pedra, mal sabendo o que o aguardaria: iwagakure de um jeito que nunca vira antes. Cheiro de gás carbônico e fumaça, pessoas correndo e o grito dos que ficaram: algumas pessoas tiveram seus corpos queimados ou atingidos por estilhaços de uma explosão no centro da vila e não tiveram a mesma sorte. O rapaz ficou atordoado com a cena, com a cruel realidade e com as possibilidades que sua inquieta mente começaram a desenhar: seu pai estava ausente da vila, em missão, mas sobre sua mãe ele não sabia.

- O que houve por aqui?! – Questionou a um senhor que estava parado na rua, quando o garoto já chegava perto do centro da vila.
- O terror, meu filho – o velho dizia, tentando segurar as lágrimas – não sei porque alguém faz isso. Colocar uma bomba no nosso obelisco... nosso símbolo... explodiu não faz muito tempo. Não consegui chegar mais perto, mas vi médicos indo para lá. Acho que ajudo mais rezando aos céus por aqui mesmo.

Kurashi sentia a profunda agonia daquele homem, com uma carga acumulada de dores e tristezas, e, despedindo-se, tentou confortá-lo e prometer que iria para a cena do acontecido para tentar ajudar como possível. O panorama no centro de iwagakure era desolador, com muitos corpos ainda no chão e sendo removidos, outras tantas pessoas ainda recebiam ou aguardavam atendimento médico, e quase era possível tocar as lamentações das pessoas ali – tão fortes eram. Os prantos não tinham lugar nele, porém. Era hora de ajudar no que pudesse.

- Senhor! Sou ninja da vila, como posso ajudar? – Foi a abordagem do Genin a um policial.
- Por aqui a nossa força policial está mobilizada em proteger e guiar a população. Há, ainda, pelotões fazendo buscas em outros pontos da vila para não sermos pegos por outra explosão. Precisamos deslocar algumas pessoas para auxiliar no transporte de feridos ao hospital, e acredito que é aí que você pode ajudar. Fale com aquele homem ali, Kusuri, e ele poderá te guiar melhor – finalizou o oficial, apontando para onde ele se referia. Kusuri era um coordenador no hospital que ali estava cuidando da logística de atendimentos.

Kurashi fora aceito de bom grado, e passou a ajudar no transporte com macas de algumas pessoas que receberam primeiros socorros mas que demandavam tratamento complementar para não correrem risco de morte. Nessa hora não há espaço para fadiga: quando sua capacidade física é variável direta na balança de vida e morte, encontra-se força de onde não tem. Dessa forma, o trajeto de vai e vem do centro ao hospital foi feito tantas vezes que Kurashi perdeu as contas – as vezes em dupla, as vezes sozinho – para tentar atender à toda a demanda que vinha havendo. Nessa adrenalina, pouco sobrava para maiores preocupações fora daquelas idas e vindas: de repente, preferiu pensar que sua mãe estava bem, segura, em casa. Logo logo teria a oportunidade de conversar com ela pessoalmente, depois de ajudar a garantir que mais mães e filhos teriam outros diálogos.
-
“Eu sei que posso fazer mais do que isso. Por deus, sou um shinobi”

Quando as primeiras horas passaram e os atendimentos paliativos já tinham sido feitos, o trabalho de Kurashi estava concluído. Se manteve a correr, dessa vez para casa, para falar com sua mãe, mas os pensamentos o atingiam em velocidade muito maior do que suas pernas jamais poderiam alcançar.

“Eu passei por aqui, estava nessa praça. Poderia ter sido eu a detectar essa bomba, eu poderia ter salvo aquelas pessoas”
Kurashi estava determinado: treinaria em dobro, suaria em dobro, trabalharia em dobro em seus venenos e marionetes, faria missões em dobro para ganhar mais experiência e mais recursos para então se preparar ainda melhor. Seus pensamentos rapidamente saíram do campo do remorso e passaram ao campo de compromisso. Compromisso consigo mesmo e com as pessoas daquela vila. O rapaz decidiu que tentar a graduação Chuunin seria o primeiro passo natural nesse caminho. Ao chegar em casa, sua mãe lá estava. E o abraço silencioso – há horas aguardado - foi a melhor comunicação que eles poderiam estabelecer.






Consideraçoes:

. Palavras utilizadas: 1018


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Iwagakure Genin

Narração ● - Fala - ● "Pensamento"



Ficha | Mudanças na Ficha | Status | Banco | Compra de Técnicas


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Indra
Juuichidaime Hokage
Indra
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Re: [FILLERS] Koori Kurashi - 31/7/2019, 00:13

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Re: [FILLERS] Koori Kurashi -

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