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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Inverno

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[ filler ] presa sobre presa - 15/6/2019, 23:45

Um dia nublado e cinzento. Vestia negro e o cabelo estava estranhamente penteado. Era o aniversário do óbito de seus pais biológicos. Os adotivos, naquela época, levavam-o ao cemitério onde teriam sido enterrados. Tinha somente cinco anos na data, porém ainda poderia recordar-se de seus rostos se apagando na lembrança. E, sobretudo, tinha na memória a felicidade que era ao encontrá-los. Abatido, observava o túmulo de ambos. Não jaziam os corpos, pois nunca haveriam de terem sido encontrados. Abraçava-lhe a mãe. Envolvido nos braços dela, compartilhava um sentimento recíproco de amor.
— Não fique triste, Ieyasu-kun. — disse o pai. — Eu sei que nós não poderemos nunca suprir o vácuo deixado por eles...
— Pai. — interveio. — Não precisa dizer nada. Eu os amo profundamente, mas é diferente... Eu esperava poder ter eles ao meu lado nos momentos importantes... — argumentou.
A mãe lhe soltou e tomou o braço do pai. Deixaram-o só, talvez um tempo para si ajudasse a lidar com a depressão. Tornou o rosto ao céu, não haviam mais nuvens. Restava o tempo gélido que corria o corpo e penetrava a pele através dos panos pesados que trajava.

Na lápide ao lado, um senhor e seu velho cão oravam. Ele ficou de joelhos e deixou uma flor de cerejeira em seu ramo sobre o mármore azul. Separou outra e andou na direção do shinobi.
— Aqui. — ofereceu-lhe. — Vejo que não tem nenhuma. É sempre bom prestarmos uma homenagem àqueles a quem temos amor... — recomendou-lhe com um sorriso.
Sua voz era quente e sua aura enérgica, contrastando com sua idade aparentada por cabelos alvos e quebradiços, pele rugosa e barba longa e branca. O cão era de pelos longos negros, imenso, maior que qualquer outro que já tivesse visto em meio à mata. Ele se aproximou pesadamente, uma pata lenta após a outra. Ergueu-se em duas patas e levou Ieyasu ao chão. Lambia seu rosto com grande intensidade.
— Faça-o parar! — pediu com a cerejeira em mãos.
Apesar do pedido, sorria. Seu ânimo se elevara.
— Yamimaru... — era esse o nome do canino.
— Woof! — latiu num tom abafado e saiu de perto do garoto, permanecendo ao lado do mestre sentado.
O idoso deu-lhe a mão e o ergueu. Através da manga viu o pulso e antebraço anteriormente escondido atrás de uma manga longa negra de seda. Era robusto, musculoso, repleto de cicatrizes e vasos pulsando. Que velhote estranho... pensou ao se levantar.
— Bom. Acho que é isso. Adeus, garoto. Fique bem e use sua perda ao seu favor. Nenhuma dor é tão grande que não possa ser superada. Utilize-a ao seu favor e potencialize sua força. — aconselhou ao deixá-lo. — Vamos, Yamimaru... — assobiou e o cão acatou a ordem.
— Espere! — gritou Ieyasu.
Aquele clamor veio de dentro, desejava saber quem era o homem e porquê possuía um cão. Eles pareciam unha e carne, tão conectados, que desejava ele possuir um parceiro daqueles.
— Qual o seu nome, senhor? E por que tem um cão? Quero dizer, certamente não é alguém normal. Você é forte... — disse com certeza. — Eu lutei com ursos por toda a infância e você me lembra um deles. Não é só um velhote... — argumentou.
— Parece que você sabe alguma coisa... — sorriu. — Sou Inuzuka Gashin, a Presa Raivosa da Nuvem. É comum que gente do meu clã possua um cão-parceiro, um ninken. Eles nos acompanham em nossa vida. Diga-me, garoto, se interessa por ter um deles? — questionou. — Quero dizer, eu não tenho mais filho e nem herdeiro. Se você quiser, posso lhe ajudar com isso... — propôs.
Ele pensou e com dificuldade decidiu.
— Sim... — disse fracamente. — Eu quero! — aumentou o tom repentinamente.
— Isso é ótimo. Acompanhe-nos...  
E juntos deixaram o cemitério.

Ele era o tipo de homem que acreditava na ação divina sobre o destino. E acreditava piamente que os deuses colocavam aquele menino em seu caminho com algum propósito. Tinha de ser ele a pessoa que elevaria o nome do clã Inuzuka ao mais elevado patamar. Adentraram juntos o canil ao qual Gashin conhecia por casa.
— É aqui que crio meus cães. Alguns deles deram cria, escolha um! — contou.
Soltos no quintal faziam a festa uma dezena de pequenos caninos com pouco mais de um ano de vida. Mordiam um o rabo do outro e outros rolavam desajeitadamente. Tinham as proporções de um cão ordinário, diferente de Yamimaru, que mais parecia um gigante. O rapaz andou por dentre eles e de todos, um chamou a atenção. Era quase um lobo de pelos tão brancos quanto a neve e tão brilhosos que faziam os olhos arderem. Eles olharam um ao outro e desde aquele instante criaram uma certa afinidade explosiva. O cão avançou em sua direção e tentou mordê-lo. Defendeu-se fintando lateralmente à esquerda, quase dançando no território.
— Ora, parece que nem precisará escolher um. Maboroshimaru é seu! — afirmou o idoso.
Com um segundo assovio, todos se retiraram do pátio. Todos, com a exceção de Maboroshimaru, Yamimaru, Ieyasu e Gashin.
— Como vou controlar um cão que quer me matar? — indagou enquanto se evadia de um outro ataque da criatura.
— Haha! E quem disse que as melhores relações nascem com harmonia? É a chama que faz crescer o amor. A violência. Enfrentem-se e então se tornem rivais, façam o amor brotar daí. — orientou.

Passaram uma tarde tentando se conhecer e o garoto se encantava com a forma e a elegância dele, por mais que sempre tentasse mordê-lo.
— É assim que as coisas são, Ieyasu-kun. Maboroshimaru não é fácil de se conquistar. Entretanto, não se esqueça. O cachorro é o companheiro leal do homem. Foi assim por muito tempo e continuará sendo por toda a eternidade. Não existe animal tão amistoso quanto ele... Por isso, garoto, deve se tornar um amigo dele e é por isso que preparei um treinamento especial para vocês... — revelou. — Passarão um mês na selva, sozinhos, até que consigam trabalhar em equipe. E o exercício começará agora! — fez um selo de mão e apagou ambos com um genjutsu.
Despertaram em meio a uma relva sem fim. O verde estava de todos os lados. O lobo alvo tentou farejar um odor conhecido, porém sem sucesso. E, naquele momento, escurecia. Estavam só, a dupla de homem e fera. Um estrelado céu se formou e o som de terror progrediu. O lobo grunhia, alertando da ameaça que surgia. Seus instintos o alertavam e, desde ali, o menino aprendia um pouco sobre ser cauteloso.

Sob a luz do luar, um urso apareceu. Era negro, gigantesco e possivelmente pesaria o triplo do peso unindo a massa do ninja e seu cão.
— Para longe! — ordenou ele, empunhando uma kunai com ambas as mãos próximas do tronco. — Já falei, seu desgraçado, para longe! — gritou sem sucesso.
O cão latiu e rosnou. Porém, a besta se ergueu sobre duas patas e esticou lateralmente as restantes. A envergadura era simplesmente colossal.
— Droga! Nós vamos morrer! Maboroshimaru, corra! Eu vou segurá-lo, corra! — comandou.
Não desistiria de uma luta antes de ela travar. Seu espírito de guerreiro era altivo e seu altruísmo o fez se sacrificar por aquele que nem sequer conhecia. Os olhos marrons o confrontaram. Ele andou devagar e logo se posicionou ao seu lado, denunciando que também adentraria ao combate. Nada como um grande confronto para criar e desenvolver laços. Trabalhando em conjunto e venceram o urso sob o custo de sangue, suor e lágrimas. Ambos deitaram ao chão, com o corpulento urso caído ao lado já sem vida.

A partir daquele momento, eles se tornavam uma dupla e, com o passar do restante dos vinte e nove dias, desenvolveram uma relação tão forte que se tratavam agora como familiares, sacrificando-se um pelo outro sem o menor pestanejar. Não bastasse, Ieyasu aprenderá a afiar seus instintos e a lutar com algumas técnicas caninas, movimentando-se ferozmente. E também havia acentuado o seu faro ao ponto de ser tão bom quanto do ninken. E foi por ele que sentiu o aproximar de Gashin. Juntos, ninja e cão correram na direção dele. Encontraram-se e o que havia pretendido ele tinha dado certo.
— E, como planejado, se tornaram exatamente o que eu esperava: um só. — comemorou.
— Eu não esperava conhecer alguém como o Maboroshimaru. É diferente do que esperava da minha vida. Eu finalmente encontrei alguém que quero proteger com unhas e dentes. Jamais deixarei que ele se machuque! — asseverou.
O animal latiu em concordância, lambendo o rosto dele.
— Ainda não acabou, Ieyasu-kun. Hei de ensiná-lo os jutsus secretos do clã Inuzuka... — contou.

Voltaram ao grande canil e lá iniciaram a rotina de treinamento. Ensinou-lhe o básico através de um pergaminho e de um treinamento específico. Ensinara-lhe o estilo de luta específico deles e algumas outras técnicas específicas somente utilizáveis por membros do clã. Não bastasse, dispenderam um novo período de tempo praticando a coordenação de ambos enquanto num combate, até o momento em que um conhecesse inclusive o que pensava o outro, sincronizando os movimentos se assemelhando serem dois iguais.
— Ufa! — aliviou-se o velho. — Está pronto, menino. De agora em diante é com você, deverá percorrer seu próprio caminho. Não se esqueça, vocês são um só. Estou certo, Maboroshimaru? — questionou sorrindo.
O cão latiu e decretou ser verdade.
— Obrigado por tudo, sensei. — agradeceu e deixou a residência com reverência. Partiu mundo afora, aguardando as aventuras que reservava o destino.

Mudança de clã.
Senju -> Inuzuka

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Chūnin
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Vilarejo Atual
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Re: [ filler ] presa sobre presa - 16/6/2019, 08:23

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.