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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, mas simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Verão

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[ filler ] o redemoinho - em 15/6/2019, 19:32


Atrás dos galhos e salgueiros suspensos sobre a água feito verdes cortinas, palácios enormes se postavam para todo o mundo, tocando a cúpula celeste com os pontudos e altíssimos telhados enegrecidos. Embora feitos de mármore e alabastro, pareciam delicados, efêmeros e etéreos como rendas, como se não fossem edifícios, mas vultos deles. Era suposto que, com o soprar dos ventos, as deslumbrantes construções fossem dissipadas junto com a névoa fina que cobria a superfície do rio que circunscrevia a região. Mas, quando o vento finalmente soprou e quando a névoa se dissipou, quando os galhos dos salgueiros tremeram e o rio se enrugou, os palácios não desapareceram nem cogitaram desaparecer. Tornaram-se apenas mais belos.

No mesmo instante, os andorinhões olhavam, admirados, para os terraços, para as torres que emergiam da água feito flores de nenúfares, para as pontes suspensas sobre o rio como se fossem festões de hera, para as escadas, escadinhas, balaústres, para as arcadas e os claustros, peristilos, colunas, pilastras e cúpulas. Também revoavam, em harmonia com todo o cenário bucólico, por entre os pináculos e torres, admiravelmente finas como caules de aspargo. — Camm. — o cavaleiro de armadura prateada dizia em voz baixa, surpreendido pela grandeza da capital dos heróis e contos de fábula. Junto à um barco, o cavaleiro e sua trupe seguiam adiante, sentindo a energia de Nimue, a Dama do Lago, ungir o corpo e a alma.

Quanto mais se aproximavam, tanto mais o cavaleiro argênteo se comovia com a formosura de seu lar. A cada légua, o guerreiro apertava a garganta e sentia os cantos dos olhos se encherem de lágrimas. Pelas frestas do capacete reluzente e emplumado olhava para os chafarizes, mosaicos, terracotas, esculturas e monumentos que exaltavam a grandiosa história e estória da cidadela encantada, ao passo que contemplava as diversas construções rendadas cujas funções nunca havia entendido de fato. Também avistava aquelas que decerto não possuíam nenhuma função além de manifestar uma estética magnânima e simétrica. — Camm. — dessa vez foi a vez do velejador falar, um velho moribundo, especialista em embarcações e responsável pelo transporte do cavaleiro prateado e de seus dois pajens.

— Você já tinha vista algo semelhante? — perguntou o prateado, virando sua cabeça protegida pelo elmo em direção ao velho.
— Sim. — o velejador conseguiu superar o aperto na garganta, comum à todos que viam aquele mesmo cenário fantástico.
— Já vi ruínas de algo parecido. — completou, lembrando-se de sua época de juventude, quando sonhava em ser um shinobi para servir o País da Neve. Infelizmente, o destino lhe deu outro encargo O cavaleiro prateado ficou calado, meneando novamente a cabeça em direção ao cenário epopeico. Em breve chegariam ao destino.
...

Passaram para a outra margem do rio através de uma passagem escondida com uma misteriosa aura azulada, a qual foi desfeita após um simples movimento de mãos por parte do cavaleiro e de seus ajudantes. Chakra. Pensou o velho, dando de ombros e prosseguindo no remar da canoa, sendo fortemente ajudado pelos pajens que revezavam os remos a cada trinta minutos. Por fim, alcançaram o limite do rio, deparando-se com o término da névoa e com a gênese da civilização. Atracaram o barco perto de uma borda de paralelepípedo, o qual dava acesso direto às alamedas principais do reino mitológico.

— Até mais ver, meu senhor. — o prateado se antecipou com um timbre abafado, saindo da embarcação junto aos pajens e abanando a mão na direção do velho.
— Têm minha gratidão. Que a Dama do Lago guie seu caminho. — completou, abrindo um sorriso em meio ao elmo de prata, mesmo que não fosse possível enxergá-lo.
— Eu que agradeço. Até mais, nobres paladinos! — respondeu o velho, forçando novamente a musculatura dos braços e fazendo a canoa dar meia volta, retornando à bruma albina.
...
Mirados das pontes e terraços, dos becos e dos peristilos, das varandas e dos claustros, o cavaleiro de armadura e seus ajudantes seguiam pela avenida principal, sendo recebidos com os olhares agradecidos do povo de Camm. A capa branca do herói encouraçado encontrava o chão atingido pelo inverno, permitindo que as bordas ornadas com finos tecidos de cor dourada deslizassem pela relva seca que escapulia por entre as frestas dos paralelepípedos de pedra. Os pajens, por sua vez, avistavam os civis timidamente, se escondendo nos contornos da silhueta grandiosa de seu mestre e acompanhando os passos rítmicos da Primeira Espada de Camm.
...

Um dos nobres recebeu os recém-chegados diante do pórtico do palácio principal, o mesmo palácio que outrora reinou o Rei Leão, Uther Pendragon, agora encarcerado graças aos esforços de sua filha mais velha, Gwenhwyfar. Bastou uma curta ordem do nobre para que surgisse, na volta dos cavaleiros, uma imensidão de criados e serventes, os quais começariam a desatar as pesadas placas de armaduras dos guerreiros e leva-las para dentro do castelo, onde futuramente seriam limpadas e reparadas com o auxílio do ferreiro real. Contudo, o prateado gesticulou rudemente e rejeitou o serviço, fazendo com que o nobre rapidamente enxotasse-os dali.

— Desculpe-me por isso. Entrem. A rainha lhe espera, cavaleiro. — o nobre olhou diretamente para as aberturas do elmo do grande herói, ignorando os dois pajens que se acomodavam nos contornos da capa branca e dourada. — Pois bem. — respondeu com a mesma voz abafada, indo além do pórtico e acessando o grande palácio.

Ainda com o capacete argênteo, a Primeira Espada de Camm admirava-se com o cenário homérico, o mesmo que outrora foi palco do levante que depôs o terrível Rei Leão. Calcorreando pelo piso ladrilhado, os três guerreiros serpeavam o olhar pelas peças de mármore, pelas malaquitas, estuques, mosaicos, espelhos e candelabros, sentindo a aura e o fragor arquitetônico entranhar-se na alma e nos sentidos. Moderadamente extraviados em meio à imensidão palacial, o prateado e sua trupe apenas seguiam os passos do nobre, e, aos poucos, se aproximavam ao destino primordial. Não tardou para o alcançaram: a majestosa sala do trono.

— Cabelos com o tom da invernal amora silvestre; lábios com a cor de uma fruta campestre. Harmonia perfeita que acanha e agrada até um nariz nobre. Selvagem e dotada de astúcia; um mistério que ainda ofusca. A maior entre toda Camm; a quem todo joelho se dobre. Reverencie sua rainha, paladino, a majestade Gwenhwyfar. Sua graça, receba Sor Lancelot du Lac, o Cavaleiro Branco.

Nesse momento, o cavaleiro de armadura prateada moveu as duas mãos em direção à cabeça, retirando o elmo com um único puxão e liberando os longos cabelos negros que desciam em ondas, parando um pouco abaixo dos ombros. Seus olhos púrpuros fitavam os da rainha de Camm, à alguns metros, sentada cordialmente no trono ornamentado com infinitas pedras preciosas. Lancelot abaixou em uma demorada genuflexão, e os pajens reproduziram o movimento.

— Minha rainha. Eu trago notícias. — foi a vez do Cavaleiro Branco falar, revelando uma voz com um timbre grave, diferente de quando falava por entre o elmo de prata.
— Eu espero por sua visita há muito tempo, Sor. Por favor, conte-me o que descobriu.

Lancelot e seus aprendizes se levantaram. Ele deu um passo à frente, ficando mais próximo da jovem Gwenhwyfar. Os olhos roxos se cruzaram com as íris azuis da rainha, notando também os lindos cabelos de fios quase brancos e um semblante jovial e divino, digno de ser retratado na mais bela das pinturas. Não obstante, a Primeira Espada de Camm começou seu relato, colocando o punho no peito encouraçado em sinal da veracidade de suas palavras.

— Agradeço pela oportunidade, minha rainha.
— Passou-se um ano desde que saí em busca de pistas da família real. Pistas da sua família, my lady.
— Em minha empreitada, atravessei planícies e cadeias montanhosas. Resisti ao calor excruciante e ao frio diabólico. Aguentei a fúria dos deuses, e o fragor dos céus. Fui do paraíso ao pandemônio. Tudo isto para poder cumprir a sua vontade.
— A procura me levou até o desolado País dos Redemoinhos, Uzushiogakure no Sato, onde acabei adentrando em perigosas ruínas e derrotando odiosos tribais.
— Eles protegiam isto, apenas isto.

Com o término das palavras, o pajem postado na direita tirou de sua bolsa um pedaço de papiro, arranjado na forma de um extenso pergaminho. Dada a fragilidade do material, tomou cuidado com o manuseio e o entregou nas mãos do mestre Lancelot, que também acautelou seu tatear na hora de abri-lo.

— Neste pergaminho estão inscrições antigas, retomando uma genealogia fabricada em tempos mitológicos.
— Aqui diz que a linhagem dracônica, a famosa Cabeça do Dragão, provém de um estrepe na família do herói que um dia salvou o mundo do mal exterior. Em outras palavras, a linhagem do Redemoinho, os Uzumaki, são ascendentes de vossa família my lady. Os Pendragon descendem dos Uzumaki.

A notícia alcançou os delicados ouvidos da rainha, que estupefata, arregalou os olhos e virou-se para seus serventes, nervosa.

— Uzumaki? Vocês ouviram isso!
— Preparem uma ave! Enviem uma mensagem em direção à Vila da Nuvem!
— Informem minha irmã sobre a descoberta...
— Ela precisa saber...
...

Arthuria aproximou o corpo da mesa para ficar mais perto da tigela fumegante. A manhã estava nublada, e nada cairia melhor do que aquela saborosa massa com ervas e especiarias frescas. Sem pestanejar, deu a primeira garfada, sentindo o corpo alcançar o paraíso com aquela maravilhosa mistura de sensações que ocupavam o interior de sua boca. Agradeceu ao demiurgo pela comida, lançando os olhos para além das cortinas que balançavam ferozmente em favor das monções frias do inverno. A loira pensou em fechar as ventanas, mas primeiro se deu o luxo de terminar sua refeição. A vista verde enfocou mais uma vez no prato fundo, tragando o aroma bonançoso dos temperos que se misturavam com o caldo, com os legumes e com o massudo macarrão. Mais uma garfada, mas dessa vez, interrompida por um som abrupto que adentrou pelas janelas abertas. —— Oh! — tentou gritar, mostrando um único tubo da massa escapar por entre o bico dos lábios.

Na sua frente estava um grande pássaro. Estacionado no parapeito da janela com as asas abertas, a espécime exibia uma envergadura de prováveis dois metros, além de uma plumagem totalmente negra, exceto pela cabeça esbranquiçada e o bico amarelo. Apresentava uma musculatura forte, principalmente nas pernas, onde haviam dois pergaminhos de tamanho médio presos um pouco acima das garras perigosas. A Raikage engoliu a comida armazenada na boca rapidamente, e em seguida se levantou da cadeira e foi em direção à águia. — Calminha... — falava, tentando não assustá-la. Por fim, tateou ambos os pergaminhos e tomou-os para si, vendo em sequência o animal se afastar após um belo salto para longe da ventana do gabinete. Arthuria sentaria novamente, deixando o macarrão instantâneo de lado e começando a ler os pergaminhos.

— Camm... — leu o título.
— Descoberta... — leu o primeiro parágrafo.
— Linhagem... — o segundo, abrindo o outro pergaminho.
— Pendragon...  — o terceiro parágrafo.
— Uzumaki... — terminou, chocada.

Largou os pergaminhos e começou a pensar sobre a descoberta que chegou até Gwenhwyfar, sua irmã, a qual se responsabilizou para expor para Arthuria. A revelação indicava que os Pendragon, sua família, provinham de um antigo galho na árvore genealógica dos Uzumaki, o clã do maior dos heróis mitológicos que se perderam no tempo. — Eu pertenço à este clã. — disse, acostando o dorso na cadeira e pensando sobre os mistérios de seu novo clã.

Filler para mudança de clã:
Jinton: Velocidade → Uzumaki (1864 palavras). Link comprobatório.

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“– A fragmented memory of events yet to transpire...

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Chūnin
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Vilarejo Atual
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Re: [ filler ] o redemoinho - em 16/6/2019, 08:10

[ filler ] o redemoinho 13f4093020fc96ba87eae8221d071af7--vinyl-designs-chuck-norris-approved

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[ filler ] o redemoinho Sing10

Spoiler:

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Gasto e Dano Jutsus escreveu:Rank E: 00 & 00;
Rank D: 10 & 25;
Rank C: 25 & 45;
Rank B: 50 & 70;
Rank A: 100 & 140;
Rank S: 200 & 280;
Mortais: Variável & 560;
Rank -: 75 & 90

[ filler ] o redemoinho Sem_tz10
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Edição de Natal por Loola e Senko.