Não é o único, mas simplesmente o melhor!
Naruto RPG
Akatsuki
A doce melodia dos ventos atravessando o deserto não era mais querida por absolutamente ninguém. Ele sabia muito bem disso, por mais que odiasse o fato. Concordava que sua vila estava morta há muitos anos, entendia que seu povo sofrera, e, mesmo assim, não entendia como. Parecia um absurdo sem precedentes como uma vila tão renomada como Sunagakure no Sato, organizador do primeiro Chunin Shiken mundial desde a formação das novas nações, havia sido destruída, afundada nos seus próprios desertos, graças a uma única entidade chamada Okina. Mas isso aconteceu. Muitas pessoas inocentes morreram, muitas fugiram, e os vastos desertos dentro de Kaze no Kuni tornaram-se morada de aldeias e mercenários, todos tentando sobreviver na jornada. Muitos ficavam nos arredores com esperança do retorno da gloriosa Sunagakure no Sato, outros porque não eram aceitos em outros lugares e, alguns ainda não tentavam, pois tinham idosos e doentes consigo. Um verdadeiro caos. A economia despencou; começaram os gastos com população, poucos impostos recebidos e mais gastos com mercenários contra outros mercenários. Acreditava que a iniciativa destrutiva de Okina não visava aquelas consequências, mas eram reais e ele precisava enfrentá-las.
Trama Atual:
Novo Horizonte
O Leilão de YamazakiOs líderes militares das três grandes nações ninja remanescentes se uniram em um leilão para auxiliar na reconstrução das capitais destruídas por Otsutsuki Okina. Em meio a lances de alto poder monetário, um homem misterioso surge com uma proposta ambiciosa para revolucionar o mundo shinobi.
Prelúdio da guerraAs três grandes vilas ninja sofrem com ataques. Os ninjas agora têm de lidar com criminosos da mais alta estirpe. Com a ausência da elite das vilas em função do leilão, é a hora de novos heróis nascerem e novas lendas serem contadas... ou um fim trágico recair sobre eles.
Estação: InvernoAno: 66DG


[Hisotria] Qual Caminho

[Hisotria] Qual Caminho em 11/6/2019, 17:44


Narrador: Zero_0

Decisões

@Fuyuki Kazuo

O jovem de Iwa tinha acabado de sair da academia, estava meio perdido esperando encostar seu caminho em meio confusão, estava tentando entender a si mesmo, em sua mente o que ele faria. Talvez voltar básico talvez um treino faria ele se começar a entrar na linha ou conversar com alguém, seu caminha ninja estava a sua frente mais o que ele faria em seguida dependeria somente dele...  

Considerações:
Narração livre. Mais caso va para Centro de Treinamento encontra um homem fazendo seu treino com espada que da dois de voce ele parece ser um Jonnin ou ate mais ele transpira força sua presença e marcante se pode falar com ele


Obs: O link da sua ficha ta bichado arrume antes que va participar de algo grande pode gerar punições em sua narração
Obs²: como se novo so aviso que se nao pode controla NPC (ou seja como reagem ou respota itum etende que se pode falar perguntar interagir mais nao o que ele responde. Tudo e a base de tentativa caso de duvida MP ou Discord
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[Hisotria] Qual Caminho Sing10

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Re: [Hisotria] Qual Caminho em 12/6/2019, 23:41

Estava no meio de uma das principais ruas da cidade, quando o pensamento lhe ocorreu pela primeira vez. Havia acabado de comprar uma maçã, que mordiscava de forma distraída enquanto avaliava as ofertas em meio ao mar de gente que o cercava. Fazia muito frio, mas, mesmo assim, o comércio fervia. Corredores de jaquetas e sobretudos o espremiam, escondendo-o dos olhares mais curiosos. Não gostava de sentir-se exposto, isso o remetia a vulnerabilidade. E se tinha uma palavra que havia se tornado tabu nos últimos tempos era essa. Precisava melhorar, não só suas habilidades, como também o seu psicológico. Havia se dedicado pouco a essa evolução, nos últimos tempos, devido a uma piora em sua saúde, com a chegada do inverno, e isso o atormentava. Ficara internado por duas longas semanas, que mais lhe pareceram meses, e isso o fazia sentir-se culpado. Enquanto os outros estudantes estavam se preparando para as provas, ele estava tomando agulhadas e bebendo drogas controladas. Toda aquela situação era-lhe frustrante. Deteve-se por alguns instantes em uma vitrine, observando sem muito interesse uma peça de argila que estava exposta em destaque, ao lado de um cartaz extremamente chamativo, o qual informava que aquela promoção era a grande oportunidade “da sua vida” para adquirir os produtos daquele artesão. Com essa arrogância toda, deveria, certamente, tratar-se de alguém famoso, ponderou o menino por alguns instantes. Os olhos detidos na escultura a sua frente, uma lua minguante perfurada ao meio por raios de Sol, que partiam de uma segunda peça um pouco mais acima. O conjunto todo estava saindo por muito mais Ryos do que imaginava ser justo. Mas, não cabia a ele denunciar a fraude. Se haviam pessoas dispostas a pagar tudo aquilo por aquela porcaria, eles mereciam ser roubados. Não era avesso à arte, em verdade, a admirava. Mas, aquilo, em sua frente, definitivamente não o era. Não havia sentimento algum ali, apenas a aplicação de técnica fria e estoica, uma abominação. A verdadeira arte emociona, desenvolve culturas e até civilizações. É verdadeiro produto da evolução humana, uma benção. Já aquela peça, estava mais para maldição, debochou antes de seguir seu caminho. Naquele dia trajava um quimono de seda excessivamente branco, que, unido por uma faixa vermelho sangue, de corda trançada, se destacava vivamente em meio a monotonia do branco de suas meias, e o marrom das sandálias de madeira cor de tabaco. Levava consigo, também, um guarda-chuva da mesma madeira de suas sandálias, com cobertura de lona branca e leves toques de vermelho, que deixavam o conjunto ainda mais harmônico. Caminhando a passos lentos, e comedidos, conforme mandava a melhor etiqueta, Kazuo parecia um membro da realeza. Sorriu com o pensamento, a realidade não podia estar mais distante.

Seguiu pela rua fazendo algumas compras necessárias, e outras nem tanto. Quando deu por si, já estava com suas sacolas cheias. Havia comprado um pouco de comida, um pouco de ervas, para o preparo de alguns chás e unguentos, um pouco de mel, para uma máscara facial, e alguns tecidos que havia gostado. Suspirou ao passar ao lado de uma loja de roupas, onde duas garotas experimentavam alguns vestidos. Vê-las lembrou-lhe de que outro dia teria de ir até um alfaiate, para encomendar novas roupas com os tecidos que havia acabado de comprar. Entendia a praticidade das lojas de grande produção, mas nada vencia as antigas técnicas tradicionais de costura. Sobretudo, em casos como o seu, que precisavam de uma atenção um pouco mais individualizada. Devido ao seu corpo, completamente fora dos padrões, lidar com produções em série sempre foi um problema. Mesmo o menor tamanho parecia feito para pequenos elefantes. Não usaria roupas que o deixassem parecido com um palhaço, ou que comprometessem a sua mobilidade. Apesar de, em grande parte, essa preocupação ser fundamentada em seu senso estético, não podia negar que encomendar quimonos sob medida havia lhe garantido uma boa vantagem em relação aos seus colegas da academia. Cansou-se de vê-los escorregarem em peças largas demais, ou terem que pedir para descansar, por não conseguirem respirar adequadamente em decorrência de vestidos apertados demais. O item certo, usado na hora certa pode fazer maravilhas por você, pensou, passando a mão por algumas flores que estavam expostas em um pequeno carrinho de madeira. Uma pena que muitos confundam moda, com desconforto, sussurrou para si, enquanto cheirava uma rosa recém-comprada.

Estava tomando o rumo de casa quando deixou uma de suas sacolas cair. Ao abaixar-se para apanhar duas laranjas, que haviam rolado para perto de uma senhorinha sorridente, que, com um vigor impressionante para sua idade, apanhou a fruta rapidamente, devolvendo-a ao rapaz em questão de segundos, Kazuo encarou aquilo que viera evitando durante todo esse tempo. Junto com as frutas, havia deixado, lá no fundo, a sua bandana. Aquela que havia acabado de adquirir, momentos antes na academia. Vê-la deu ao menino a volta daquela sensação de urgência que as compras haviam adormecido. Precisava fazer alguma coisa para sentir-se melhor, e menos inútil. Estudar a teoria foi tudo o que fez nas últimas semanas. Foi tudo o que os médicos lhe permitiram fazer. Sorriu desgostoso, ao retirar a bandana do fundo da sacola. Ele havia sido promovido, mas merecia ostentar aquele símbolo, aquela marca? Havia passado por sorte, não mérito. E sabia disso plenamente. Sentia-se um estranho, uma farsa. Por isso aquela peça havia lhe incomodado tanto. Por isso desprezava aquele artesão, era como ver um espelho. Resignado, seguiu em frente. Sua casa era para o outro lado, mas nem se deu conta do erro. Estava perdido demais, buscando a direção certa em seu próprio mundo.

Kazuo só percebeu que estava nos terrenos dos centros de treinamento quando viu os bonecos de madeira dispostos em grupos cuidadosamente equidistantes um do outro. Aproximou-se de um dos seres inanimados, cuidadosamente tocando a madeira com a ponta dos dedos pálidos. Sorriu por um momento. Estava sentindo-se nostálgico. Ficou por alguns minutos parado, absorvendo todas aquelas lembranças que aqueles bonecos lhe proporcionavam. Foi uma época difícil, mas recompensadora. Era quem era hoje por causa de seu treinamento. Mesmo as sessões de taijutsu , que tanto odiava, desempenharam um importante papel na sua formação como ninja. Precisaria agradecer seu professor, em um outro momento, especialmente, por ter suportado todo o desgosto que ele deve ter passado durante as suas pífias performances nas atividades físicas. Estava prestes a voltar para casa quando o barulho de algo se chocando contra a madeira o fez entrar em alerta. A batida, forte e precisa, indicava que não se tratava de um acidente. Provavelmente alguém deveria estar treinando, mesmo naquele frio. O som não estava muito distante, então o menino resolveu dar uma olhada, talvez fosse algum conhecido. Não seria ruim conversar com algum de seus ex-colegas, ver como eles estão seguindo a vida poderia lhe dar ideias.

Quando chegou ao epicentro do som, porém, teve uma surpresa. Não era nenhum dos genins, que haviam se formado com ele, e sim um superior. Kazuo ainda não sabia distinguir chakras tão bem, mas a técnica daquele homem no manuseio da espada que comandava graciosamente contra um velho boneco de madeira, era tão preciso e limpo, que, mesmo se soubesse, a habilidade seria inócua diante daquela brilhante demonstração de finese e força. Ele não estava usando nada além de técnica. A mais pura que já havia visto. Assistiu o decepamento dos braços do pobre boneco, de longe. Não teve como se conter, e não se aproximar um pouco mais. Aqueles golpes eram tão perfeitos que sentia-se em um teatro a contemplar um violinista, em um concerto. Queria dizer algo, pedir conselhos, implorar para que ele o ajudasse, ou oferecer, por mais simples que fosse, um pequeno elogio, mas, diante daquela demonstração faltaram-lhe palavras. Ficou lá apenas parado, com o guarda-chuva em mãos a proteger-lhe dos raios de Sol. Até aquele momento, não havia pensado nisso, mas, estaria com todas as suas respostas bem na sua frente?
 
Off: Muito obrigado por toda a ajuda. Irei consertar a questão da ficha o mais breve possível.
Fuyuki Kazuo
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Fuyuki Kazuo
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Re: [Hisotria] Qual Caminho em 13/6/2019, 10:08


Narrador: Zero_0

Velho com poucas palavas

@Fuyuki Kazuo

Ao parar ao lado do Homen movia seu incrível montante, ele parava de repente colocando arma no chão agora dava para ver seu peso já que ela afundava no chão somente com seu peso:

— O que foi garoto está atrapalhando meu dia de folga — Ele tirava uma cabaça tomando liquido de dentro dela — Se ficar parado com estatua vai acabar sendo confundido com bonecos de treino e será alvo — Ele apontava para portão de saída — Comesse treinar ou vai embora aqui não é lugar para ficar pensando na vida.

Homem olhava para garoto via que mesmo sendo shinobi não estava usando um bandana:

— Cadê sua bandana jovem, pretende desertar jovem? — Olhos dele estavam bem sérios.

O que garoto faria agora esta em situação sem saída...

Considerações:
Narração livre. Mais caso va para Centro de Treinamento encontra um homem fazendo seu treino com espada que da dois de voce ele parece ser um Jonnin ou ate mais ele transpira força sua presença e marcante se pode falar com ele


Obs: Voce esqueceu colocar seu Status lembrasse esse RP e On ou seja se pode morrer e também gasta chakra

Objetivos escreveu:Treinamento de Atributo (1 ponto) 300 palavras por post
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Re: [Hisotria] Qual Caminho em 13/6/2019, 20:00

Diante daquela impressionante demonstração de força e habilidades, sentiu-se mais uma vez impotente. A odiosa palavra havia retornado para lhe atormentar, e ele não podia fazer nada além de admitir a sua inferioridade diante daquele homem, que mesmo no inverno, mesmo com o seu nível sobre-humano de poder, dedicava-se ao máximo dia após dia. Permaneceu inerte até o barulho da espada, ao bater contra o chão, lhe trazer de volta para a realidade. Sua presença claramente havia sido percebida a muito tempo atrás, porém, só agora o homem decidiu deixar claro a Kazuo que ele o estava atrapalhando. Virando-se, para tomar um pouco de um líquido, que o menino chutou ser água, apesar de não estar muito certo do palpite, o homem apontou para as costas do garoto, indicando-lhe a saída. Por alguns segundos cogitou seriamente em acatar a essa recomendação. E não era para menos, aquele muro de carne, músculo, e osso intimidaria até mesmo os ninjas mais destemidos.

Precisou raciocinar com agilidade enquanto tentava ganhar tempo através de um sorriso de canto de boca, em falsa surpresa. Ele não parecia o tipo de pessoa que estaria disposta a ajudá-lo, mas, ainda era cedo demais para concluir qualquer coisa. Estava julgando-o sem qualquer embasamento, e isso era oposto do que, havia prometido a si, fazer. Em seu âmago, queria desesperadamente pedir para que ele o ensinasse a ser como ele, mas, não dispunha da coragem necessária para fazê-lo. Abaixou a cabeça em complacência. Até olhar para aquele homem era difícil. Ele era tudo aquilo que ele não era, mas queria ser, e isso o machucava.

Estava prestar a dar meia volta quando o ninja lhe fez a pergunta crucial. Não havia pensado exatamente com aquelas palavras, mas estava mais do que claro que ela traduzia exatamente o que viera pensando durante todo o tempo. Desde o momento em que pegou a sua bandana, jamais a colocou em sua testa, e isso tinha uma razão. Encarou o pacote que segurava contra o seu corpo como se ele fosse um livro de difícil leitura. Embaixo de todas aquelas frutas e legumes estava a comprovação de que era um genin, mas, diferentemente de seus colegas, que exibiam orgulhosamente a prova de sua qualificação, ele restringia-se a carregá-la por aí dentro de sacolas, ou por dentro de seus quimonos. Deserção. Não havia até então tido a coragem de dizer em voz alta, mas era exatamente isso o que viera cogitando a tarde inteira. Era o isso o que estaria disposto a fazer, em minutos, se aquele homem não tivesse lhe impedido de se retirar daquele lugar. Verdadeiramente surpreso o garoto, enfim, levantou a cabeça, deixando a mostra o seu rosto perfeitamente desenhado. Cujos contornos iam perdendo a proteção de seu guarda-chuva, que, lentamente, inclinava para trás de corpo do garoto, em direção a suas costas. Kazuo levava tamanha preocupação em seu semblante, que seu rosto, denunciava, claramente, o conflito que era travado em seu interior. Seus olhos estavam pensativos, a sobrancelha fechada em uma linha tensa, e sua boca levemente arqueada. Não sabia o que responder. Anos de estudos sobre a mente humana desmoronavam ao seu redor sem o mínimo de resistência. O que faria? O que diria? Respirou fundo antes de abrir a boca, mas, quando falou, nada do que havia planejado saiu como havia mentalmente ensaiado.

- Existe realmente deserção quando se é inapto a desempenhar determinada atividade? Perguntou, olhando diretamente para o homem, a voz morrendo na medida em que a frase era pronunciada. - Eu jamais deveria ter passado, em primeiro lugar. Não foram poucos os que me alertaram acerca de minha condição e, quer saber? Eles estavam certos. Meu lugar é aqui no vilarejo. Além disso, existem muitas formas de contribuir para a vila, e eu poderia dedicar-me a uma delas. Entrei nessa jornada em busca de algo impossível e só agora, que tudo se tornou real, pude dar-me conta da loucura que estou fazendo. Tenho a minha bandana, porém, não sou digno de usá-la. Eu sou uma fraude. Disse, a última palavra soando quase inaudível. Estava perplexo com o tanto que estava se expondo desnecessariamente. Jamais faria isso em circunstâncias normais, mas, estava desesperado. Tudo o que precisava naquele momento era desabafar e encontrar uma saída para o seu problema, mesmo que para isso tivesse de contar com um completo desconhecido.

225 HP
225 CH

ST: 00/03
Fuyuki Kazuo
[Hisotria] Qual Caminho Sem_tz16

Fuyuki Kazuo
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Re: [Hisotria] Qual Caminho em 14/6/2019, 09:23


Narrador: Zero_0

Velho com poucas palavas

@Fuyuki Kazuo

— Hahah você está brincando garoto medo de não ser competente — Ele dava risada tao alta que chamava atenção de grupo de shinobis que tinha acabado de chegar — Você acha mesmo que todos não tem esse medo, e isso que nos mante vivo garoto — ele realizava selos fazendo um pedaço terra se erguer sentando nele, novamente ele tomava na cabaça — Tome vamos — Entregava cabaça para garoto — Se todos não tivesse esse medo não trenariam o que faria eles ai sim ficarem fracos, você não pode decidir se e ou não capaz, e sim seu atos se ficar parado esperando que outros tenham do de você, pegue isso — Jogava uma Kunai para ele — e acabe com isso agora ninguém no mundo shinobi vai passar mão na sua cabeça e dizer você e capaz.

Homem levantava e voltava seu treino novamente movimentando sua arma como fosse super leve...


Considerações:
Narração livre. Caso tome da cabaça a bebida alcoólica forte dentro dela


Obs: Ainda falta coisa como consideração outros recomendo olhar RP de outras pessoas para ver como ele fazem

Objetivos escreveu:Treinamento de Atributo (1 ponto) 300 palavras por post
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Re: [Hisotria] Qual Caminho em 14/6/2019, 12:31

Ponto de Vida: 225 | Chakra: 225 | Stamina: 00/03

Nas suas mãos haviam duas escolhas, e precisava decidir-se imediatamente. Seus olhos deteram-se primeiro na cabaça, que segurou em sua mão esquerda, às custas de seu guarda-chuva, que, junto com suas sacolas, o rodeavam, todos espalhados pelo chão. Havia sobrado pouco líquido, mas, a sua incerteza do conteúdo o incomodava. Não gostava de surpresas, mas desta vez se quisesse ajuda, teria de arriscar. Certamente não seria nada tão ruim, afinal, o ninja havia bebido diversas vezes e, na medida do possível, ele parecia estar bem. Além disso, aquela cabaça parecia antiga, haviam diversos riscos e irregularidades em sua superfície. Provavelmente aquele recipiente havia o acompanhado por muitos anos. Ele não arriscaria inutilizá-la com uma espécie de narcótico, e, se ainda assim o fosse, pouco importava, Kazuo era imune à maioria das drogas mesmo. Por que não arriscar? Mordeu o lábio inferior, sabia muito bem o por quê. Naquele instante a decisão parecia ser óbvia, mas, essa aparência era só uma ilusão. Haviam muito mais coisas envolvidas naquela escolha, que simplesmente aquele momento. Sabia das dificuldades que o aguardavam, e isso era justamento o que o assustava. Seu caminho seria tortuoso, extremamente difícil, e, por muitas vezes ingrato. Valeria a pena ter todo aquele trabalho, se nunca seria nada além de um regular, na melhor das hipóteses?

Considerou a Kunai que segurava firmemente pelo cabo, em sua mão direita. Sua lâmina, afiada e brilhante, refletia o rosto do genin quase perfeitamente. Era como se olhar em um espelho, mas, com um mínimo de distorção. Sorriu, por um momento, o modo como seu rosto ficava levemente achatado o divertia, parecia-se com o reflexo de espelhos circenses. Estava a ponto de quase realmente se divertir, absorto em seus pensamentos, quando o barulho da espada contra o boneco de madeira o chamou, novamente, para a realidade. Ficou em silêncio. Seus olhos, vivamente verdes, haviam acompanhado toda a mudança sem esboçar qualquer reação. Eles jamais haviam se enganado. Estava ali para decidir sobre a sua vida. Morrer, ou seguir lutando? Essa era a escolha, e a resposta precisava ser dada imediatamente.

Kazuo tomou sua decisão final no exato momento em que o ninja arrancou a cabeça de um dos pobres bonecos mutilados. A sua pesada cabeça de madeira rolou até os pés do menino, que, logo em seguida, abaixou-se para deixar próxima à cabeça decepada, a cabaça, agora, um pouco mais vazia, no chão. Dando alguns passos em direção ao shinobi, a mudança na atitude do garoto era evidente. Ele, que até então adotara uma postura sempre tímida e reservada, cheia de gestos e comportamentos previamente ensaiados, finalmente, libertou-se dos grilhões que lhe prendiam. Não era bobo, havia percebido, de imediato, o álcool infiltrando-se em sua corrente sanguínea. Já haviam feito-o entrar em estado de embriaguez, anteriormente, enquanto estava preso com aqueles monstros. Resistência a álcool era uma qualidade desejada. Não sabia se para fins práticos, ou fúteis, e tampouco isso importava. Usar uma criança para criar um sistema biológico perfeito, como ousaram chegar tão longe? Nada era capaz de justificar tamanha atrocidade. Odiava-os profundamente, mas, mais importante que sua raiva, precisava garantir que aquilo jamais voltasse a se repetir, e, a única forma de que dispunha para fazê-lo era esta. Havia apenas um caminho a ser seguido, e era esse que ele trilharia. Voltou sua atenção para a kunai, até então esquecida, em seu punho direito. Com um só movimento inverteu a sua posição, e, segurando a ponta da lâmina, com o cabo voltado para o homem, a ofereceu de volta ao seu dono. Seu rosto era impassível, mas, seu olhar, porém, havia mudado completamente.

- Senhor, por favor, me ensine. Disse sem rodeios, a voz munida de uma confiança que sequer imaginara existir.

Informações:

Considerações:
Contador de Palavras: 620.
Qualidade Utilizada: Resistência Toxicológica.
Obs: Como não coloquei os anteriores, seguem os contadores anteriores:
Post 1: 1317 Palavras.
Post 2: 719 Palavras.
Habilidades Utilizadas:
Nenhuma.
Bolsa (20/20 Espaços):
+ 3 Kunai (3 espaços)
+ 10 Senbon (5 espaços)
+ 8 Kibaku Fuda (2 espaços)
+ 10 metros de Arame/Fios de Aço (2 espaços)
+ 10 Makibishi (2 espaços)
+ 3 Hikaridama (3 espaços)
+ 3 Kemuridama (3 espaços)
Fuyuki Kazuo
[Hisotria] Qual Caminho Sem_tz16

Fuyuki Kazuo
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Re: [Hisotria] Qual Caminho em 14/6/2019, 16:42


Narrador: Zero_0

Velho com poucas palavas

@Fuyuki Kazuo

O homem olhava para garoto perdido, querendo achar algo para se apoiar, mesmo fosse algo pequeno não era estilo do velho homem ele estava de folga e não tinha nada para fazer, sem conta que garoto estava começando a ficar bêbado por beber da cabaça, seria engraçado ver ele se movendo:

— Está certo, mostre primeiro o que você sabe — Mais uma vez sentava no banco que tinha feito.

Ele esperava o garoto começar se movimentar...

Considerações:
Narre mostrando movimentos básicos, shinobis uso de jutsu entre outros, como se ta alcoolizado o movimento fara voce vomitar depois de certo tempo, e desmaiar quando acorda se vera em cama desconhecida em cabana..


Objetivos escreveu:Treinamento de Atributo (1 ponto) 300 palavras por post
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Re: [Hisotria] Qual Caminho

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