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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, mas simplesmente o melhor!
Arco 10:
RemanescentesAno: 70DG
Hanatarō olha para a vila do topo do prédio do Departamento de Pesquisa. Há dois anos era uma salinha no fim do laboratório geral da vila, agora tinha seu próprio prédio tão alto quanto o próprio escritório do Kazekage. Hanatarō sorri vendo as pessoas andando felizes na nova vila construída graças aos avanços científicos realizados com a inteligência de Takura, sua mentora. Antes, ele só via uma vila pobre, com construções de areia frágeis, com um horizonte desértico, dependendo de outras vilas, inclusive de Konoha, para conseguir sobreviver, mas agora... Sunagakure estava grandiosa novamente e tinha comprado sua independência. As construções ainda tinham porções de areia, mas eram forjadas em metais nobres, em ouro, em prata, criando grandes casas e prédios. As lojas estavam cheias de especiarias únicas, pois o trabalho de encontrar certos ingredientes se tornou muito mais prático desde que a vegetação voltou a florescer nos arredores da vila; onde antes era só deserto agora possuía vielas de relva, florestas, rios e uma fauna cheia de roedores, mamíferos e carnívoros.
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Genin
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[ treino ] o herdeiro sarutobi - em Sab 1 Jun - 22:22

A rotina reiniciara independente dos fatos anteriores. Já era noite e eles estavam treinando ao redor da casa. Pai e filho, juntos, trocando uma série de golpes há horas.
— Você já é um Genin, Kenta. As missões que virão não pegarão leve, não serei eu quem colocará a mão na sua cabeça e o guiará. Passará por maus bocados e por isso deve estar pronto. — advertiu consciente da realidade do mundo que aguardava seu filho.
Ele consentia, afinal se o pai falava naquele tom, certamente tratava de algo sério e responsável. Conhecia pouco de taijutsu, porém estranhamente era sempre esta a tática de treinamento adotado pelo homem.
— Desculpe-me, pai, mas se incomodaria se me ensinasse um pouco de arte marcial? — pediu calmamente.
O homem tão rígido como uma rocha sorriu.
— É claro que não. Venha, fique aqui ao meu lado, quem sabe posso ensiná-lo uma coisa ou duas... — propôs.

— Este não é um treino complicado que proponho. Na verdade, é tão simples que assusta. Tudo o que precisa fazer é seguir o meu corpo. Tente ler meu movimento e imitá-lo da melhor forma possível. Não deve ser difícil pra você, prodígio-kun. — brincou, puxando a barba por fazer com indicador e médio.
Ele sorriu, embora fosse alvo de troça. Posicionou-se precisamente ao seu lado, perfilado, esperando que o mais velho movimentasse o esqueleto. Não tardou. Primeiramente um soco dirigido ao ar. O ataque produzira uma onda de choque, demonstrando uma proficiência para além do conhecido. Fez a mímica daquele golpe, contudo não surtira o mesmo efeito. Foi um simples deslocar do braço, sem qualquer efetividade.
— Onde aprendeu isso, pai? — questionou-o.
— Miyagi, meu antigo mestre. Um homem que dominou todos os estilo de luta conhecidos. Eu nunca fui um bom aluno, afinal sempre preferi visualizar as garotas que treinar. No entanto, não creio que terá a minha dificuldade. É bem superior a mim em todos os aspectos, Kenta. Basta que tente. — explicou.

O suor escorria através do corpo a cada vez que simulava lutar com um adversário. Deslizava de uma ala a outra, como se tratasse de uma dança. Movimentos de guerra, tão precisos e poderosos que destruiriam outrem ao mero contato físico. Demonstração inexorável de uma habilidade única. O aprendiz era miserável, entretanto ainda detinha certa graça em seu agir. Ensinava-lhe o kata, uma técnica básica de combate que não envolvia qualquer estilo de luta, mas sim o uso aprimorado das capacidades fisiológicas com o intuito de vencer uma batalha corporal. Firulas e piruetas eram parte do repertório. Repetiu-as à exaustão, até que não restasse sequer suor. As roupas impregnadas passavam a pesar e incrementavam a dificuldade daquele exercício. A medida que nele progredia, mais aprendia e passava a ter uma memória muscular de todo o vivido.
— Por hoje é só, criança. Descanse e se prepare, amanhã teremos o dobro de intensidade. — alertou com o ar jocoso de sempre.

Seu pai era uma raposa velha, de bigode e barba malfeita. Os cabelos eram esvoaçados, penteados de qualquer jeito, com notáveis fios brancos por todo o lado. Vestia um quimono marrom, há muito não utilizava o tradicional colete de Kumogakure. As sandálias eram de palha, não as ninjas de seu garoto. Era de uma simplicidade tão inenarrável que sempre guardava um dedo no nariz em todas as ocasiões, não importando a formalidade. Vivia da renda de seu dinheiro que guardava após a realização de incontáveis missões. Não era rico, nem tampouco pobre. Tinha o suficiente para seu conforto.

O dia anunciado veio e o garoto aguardou a presença de seu pai para retornar à rotina. Ele trazia algo consigo desta vez. Eram tornozeleiras e pulseiras. Segurou-as e entendeu exatamente o que eram na verdade: pesos. Trajou-se e os braços se estenderam na direção da gravidade.
— O dobro do peso, o dobro da intensidade. Eu te disse. — sorriu.
O mesmo sorriso pantomimo habitual. E a alegria abriu espaço ao desespero.
— Qual é o intuito disso? — postergou.
— Ousa questionar meu método, garoto? — rugiu. — Hmpf. Obedeça-me. — mostrou uma face ocultada: a da ira pela qual também era reconhecido mundo afora.
Resoluto, cumpriu com o comando. Fez a mímica do pai. Embora em constante tremedeira, conseguia repetir com algum intervalo o proposto por ele. Amaldiçoar seu pai ou os céus por ter alguém tão intransigente como aquela figura não adiantaria, restando-lhe se recolher com a sua insignificância e praticar incessantemente. Não foram raras as oportunidades em que vislumbrou a desistência. O cansaço tanto lhe pesou que sequer pensava. Agia, tão somente.

Seis horas durante dia e outras tantas durante o período noturno. Um dia seguido do outro, sem interrupções. Praguejou da ideia que tivera de pedir-lhe aquilo. A medida que se acostumava com a massa, seu pai a trocava por outras de maior quantia. Acreditava que morreria uma hora ou outra. As adversidades eram inúmeras e lhe esmoreceram o espírito. Contudo, semelhante uma fênix ele renasceu das cinzas. O jovem despertou de sua epifania com a alma vigorando bem estar. Assimilou todo o conhecimento adquirido e passou a perpetuá-lo com golpes semelhantes aos de seu ascendente direto. Tantos que o impressionaram. A agonia deu espaço ao sucesso. Acostumou-se às dificuldades e com elas abriu espaço ao conquistar de algo maior: o poder.
— Muito bem, Kenta! — gritou seu pai. — E, com isso, seu treinamento está acabado. — revelou-lhe. — Retire os pesos e contemple, essa é a sua velocidade... — contou-lhe sorrindo.
Fez o dito e, deu conta da realidade. A sua agilidade era tão grande que sequer imaginava ser ele quem andava àquela ligeireza. Agradeceu ao homem e dali saiu, contente com o que conseguira.

Kenta; 225/225 525/525 00/06

+1 ponto em velocidade e +1 ponto em taijutsu.

Considerações:
Aparência: como definido na ficha.

Custos e bônus: -

Armas: localizadas na hip-pouch na perna destra;

Kunai: 05/05
Shuriken: 05/05
Kibaku Fūda: 08/08
Fūma Shuriken: 02/02
Usados:


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Re: [ treino ] o herdeiro sarutobi - em Sab 1 Jun - 23:59

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