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Shaka retornou. O inimigo número um da humanidade num passado apagado da existência retornou ainda mais poderoso. Os fantasmas dos heróis que o aprisionaram no passado solicitaram a ajuda de guerreiros poderosos que estivessem dispostos a selá-lo na cadeia do tempo, porém, algo de errado ocorreu. Shaka não só conseguiu escapar dos inimigos como ainda corrompeu os fantasmas e roubou uma das três marcas sagradas do tempo. Enquanto isso, as vilas sofreram ataques massivos de seguidores da religião de Jashin, todos acreditando que Shaka é o verdadeiro deus da morte. Templos foram encontrados nos arredores de cada vilarejo e aos poucos foram derrubados. Mas o inimigo da humanidade não tinha apenas uma carta na manga; Kinarra, um demônio antigo, voltou do além buscando a destruição do mundo, entretanto, ao enfrentar os novos heróis da humanidade, acabou se aliando aos humanos até que Shaka reapareceu e a selou novamente mostrando todo o seu poder. O mundo se encaminha para uma era sombria ou de paz? Só o tempo dirá.
Ano: 66DG
15/03/19 - 05/04/19
06/04/19 - 27/04/19
28/04/19 - 19/05/19
20/05/19 - 11/06/19
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[Capítulo] A Avaliação

[Capítulo] A Avaliação em Sab 13 Abr - 4:21


Narrador: Indra

CAPÍTULO: A Avaliação

@Sekiro e @Keitaro

Naquela manhã, o Conselho de Konoha avaliou os jovens promovidos a Gennins em um período de tempo equivalente a cinco anos, descobrindo que alguns ainda estavam naquele Rank, não tendo participado de nenhum torneio oficial para se graduarem, nem mesmo solicitado uma avaliação pessoal. A culpa acabou recaindo sobre a Academia de Konoha, que em breve seria avaliada pelo Conselho. A diretoria da Academia não deixou barato: solicitou que os alunos fossem avaliados pessoalmente, e que aqueles que não demonstrassem nenhum progresso como shinobis regredissem ao nível de estudante. O pedido foi aceito pelo Conselho, e alguns ninjas foram chamados naquela manhã.

As 11:00, Yamanaka Shigure e Uzumaki Keitaro foram chamados na direção da Academia de Konoha. Um professor da Academia estava sentado em uma cadeira, mostrando o quão insatisfeito estava. Precisava por a culpa em alguém pelo pouco progresso dos alunos, então escolheu qualquer um que julgasse não ter alcançado grandes proezas como Gennin. Sua forma injusta de escolher poderia ser muito bem percebida por qualquer ninja com malícia, mas aqueles com Ingenuidade nunca enxergariam tal coisa.

- Vocês não precisam saber o meu nome, só que daqui a alguns dias, vocês receberão uma mensagem do Conselho de Konoha, e terão que se apresentar ao quartel general. Acreditamos que os Gennins da vila não estão explorando o máximo de suas capacidades e estão se deixando relaxar, então quando forem convocados, terão que provar que aprenderam alguma coisa depois que foram graduados. Se não forem capazes de mostrar ao menos um jutsu que não seja um dos básicos, serão enviados de volta para a Academia, onde regressarão ao cargo de estudantes. Agora podem ir, e chamem os outros. - sussurrou, despachando os alunos, murmurando reclamações contra eles.

Spoiler:
Por favor, não se sintam ofendidos com a declaração do avaliador, na verdade só fiz isso para que tivessem um motivo real para quererem aprender um jutsu. Vocês podem treinar juntos ou fazerem algo individualmente, e o Keitaro pode até ajudar a Shigure a superar o defeito de Ingenuidade, mas somente aconselhando-a e mostrando as coisas. A responsabilidade de superar o defeito é toda da Shigure. Boa sorte.

Shigure precisa fazer 5 posts com 200 palavras, treinando o jutsu, e 5 posts com 400 palavras, acrescentando 200 da superação do defeito.

Shigure: 00/10 Shikigami no Mai // 00/05 Defeito Ingenuidade
Keitaro: 00/10 Kongo Fusa
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Re: [Capítulo] A Avaliação em Sab 13 Abr - 19:36

[Capítulo] A Avaliação JsRqpgO

Quem diria que a primavera poderia ser tão cinza. Por algum motivo, Keitaro havia acordado naquele dia tão desanimado, que nem sequer as belas cores das flores de seu jardim estavam conseguindo animá-lo. O motivo daquele estado de espírito era desconhecido, mas a força de vontade para fazer qualquer coisa era equivalente à zero naquela manhã. O herdeiro Uzumaki se descobria e sentava em sua cama, enquanto ficava a olhar para as suas próprias mãos, delicadas - o toque macio delas em rosto do menino era feito para comprovar de que aquele dia era realmente real e não um pesadelo depressivo e sem fim.

Reunindo forças de não sabe aonde, Keitaro termina de descobrir as suas pernas e se levanta de sua cama, para se arrumar para aquele dia ensolarado - o qual ele não estava nem um pouco pronto para começar ── Talvez um banho me ajude a relaxar. ── Suspirou o menino quase adormecido, enquanto se levantava e se espreguiçava, esticando os seus braços aos lados o máximo que podia ── Well, vamos lá! ── Falou o menino enquanto começava a andar, enquanto coçava uma de suas desnudas pernas.
[...]
O príncipe de olhos verdes estava correto sobre o banho. Após ter ficado uns minutos dentro da banheira de água quente, a tela de pintura de sua cor que antes só havia cores monotônicas entre branco e preto, agora estava colorido, com cores vivas e felizes. Sua cabeça estava preenchida por pensamentos no que um de seus pais havia deixado de café da manhã para ele, enquanto também pensava no tempo que ele já não havia mais tomado o café da manhã ao lado de suas ambas figuras paternas. Naquela hora, ambos já deveriam estar trabalhando, então era normal que eles deixassem comida para o Keitaro antes de saírem.

Naquele dia, algo de especial foi encontrado sobre a mesa de café da manhã, além da salada de frutas e suco de laranja, era algo parecido com uma carta, logo atrás da bacia onde estava a sua alimentação. Óbvio que Keitaro havia ficado curioso, mas ele sempre foi estrito com o horário de se alimentar, considerando tal coisa sagrada e aquela salada com várias cores misturadas de formas picadas, cujo cada mordida se tornava em uma experiência nova ao seu paladar, realmente chamava a atenção do estômago do pequeno, que sem mais delongas, devorou tudo ali deixado a ele, com brilhos nos olhos e borboletas na barriga. Aquilo era definitivamente um dos cafés da manhã favorito do jovem de olhos esmeralda e ver a sobra de caroços que eram jogadas ralo a baixo, enquanto ele banhava o copo e o prato com águas da torneira de sua casa, preenchia-o de pena; tanto que ele pensava que a partir daquele dia, ele nunca mais jogaria sementes foras, mas sim as guardariam e as jogariam pelo quintal de sua casa, o mundo, para que animais pudessem se alimentar ou para que o vento leve as sementes para algum local disposto à receber mais vida.

Agora o que será isso? ── Se perguntava o garoto, sentando novamente à mesa, após ter arrumado toda a louça de casa, de frente ao misterioso pedaço de papel embrulhado em forma de pergaminho a sua frente. Aquilo era um pedido de que Keitaro chegasse às 11:00 na sala de direção da Academia de Konoha, por motivos cujo ali não estavam explícitos - O menino se pegava curioso caso aquilo seja uma missão nova enviada a ele. Olhando ao relógio, o Uzumaki percebia que não havia mais tanto tempo assim e que ele também não poderia ir apenas como ele estava vestido para o local, não é como ele quisesse se mostrar apenas vestindo uma cueca apertada de melancia para seja lá quem o esperava na Academia Ninja de Konoha - Estar bem apresentável para seja lá qual que seja a situação foi algo que o pequeno aprendeu com seus pais.
[...]
Chegando pontual, como de costume, o menino foi obrigado a ouvir palavras deselegantes ao lado de uma pessoa desconhecida e tais palavras soavam tão injustas para o ninja. Ele havia se graduado não havia muito tempo e ele já havia memorizado todo o mapa do mundo, além de várias coisas sobre psicologia e desenvolveu técnicas surpreendentes de ranks até mesmo altos. O garoto sempre foi honesto e direto, seja lá qual seja a situação, então não enfurecido, mas procurando acalmar e encontrar uma forma justa de passar por tal situação, ele se desculpou ao cara sem nome, abaixando suas costas levemente, reverenciando-o como demonstração de respeito e falou ── Senhor, me perdoe! Mas eu acredito que nem eu e nem ninguém desejaria perder tal cargo, principalmente aqueles que haviam acabado de receber. Então por favor, não precisa nos tratar dessa forma, apenas por favor nos dê uma chance e conte-me exatamente aquilo que tu procura, conte-me como posso mostrar o meu valor nesse teste? E pense bem, senhor! Caso faça tal feitio, a força de Konoha pode ser reduzida de forma incrivelmente alta, quem sabe, isso talvez não seria a melhor solução! ── Terminou a sua frase engolindo seco, não queria ser visto de forma esnobe ou como se estivesse a desafiar o senhor irritado, mas por mais que não conhecesse a pessoa ao seu lado, ele odiaria ver qualquer pessoa se dar mal ou ficar triste e ele sabia que se fosse reduzido novamente para estudante, os seus pais também ficariam extremamente tristes.


Keitaro Nagame; 1500/1500 2600/2600 00/04

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Re: [Capítulo] A Avaliação em Sab 13 Abr - 23:46

Mais um dia, mais uma inconveniência. "Sério mesmo?", dizia meu consciente ao ler os conteúdos da carta que me fora entregue na manhã daquele dia enquanto aproveitava meu café da manhã, ainda grogue. Em resumo: compareça à Academia ninja ainda hoje. Arqueei a sobrancelha ao mesmo tempo que trazia o copo de chá morno aos lábios e, expressando demência, anunciei a confusão: — ...Eu não tenho ideia do que seja isso.

Ao que tudo indicava, nem os outros ali. Eram em sua maioria colegas que eu não fazia questão de conhecer mais profundamente ou serviçais que se davam ao trabalho de fazer tudo que as crianças ou adolescentes da casa pediam, por mais absurdo que soasse eles eram incapazes da prática de recusa. Sentia pena. No entanto, era isso o que os tornava remotamente interessantes, imaginava a jovem eu.

Sem muito o que fazer me vi obrigada em levar a presença de meu corpo descontente até a proclamada escola; aos ventos percorria, em saltos longos e rápidos, sem perder qualquer detalhe que pudesse cair sob meus olhos curiosos. Figuras sem rosto que perambulavam entre as incontáveis vielas de Konoha, vivendo suas vidas sem preocupação; faziam compras, brincavam com os filhos, trabalhavam com entregas ou simplesmente passavam o tempo, como os velhos que alimentavam os pombos ou jogavam dominó em meios às praças. Nada parecia fora do normal (ou parecia?).

[...]

— Ué? — Perplexa, pendi levemente o crânio próximo ao ombro direito sem poder entender claramente o que o homem — que portava uma expressão deformada em seu rosto. — queria dizer. Eu não era boa o suficiente? Absurdo, eu digo! Ou veementemente imaginava: o esforço de uma convocação formal como aquela não podia ser um equívoco, dizia o pensamento pessimista em minha cabecinha insegura. Será que meus treinamentos em ninjutsus não se provavam frutíferos? Era, de uma maneira triste, a única coisa que possuía talento. Pensei nos incontáveis elogios que recebera; uma aclamada prodígio. Não havia tristeza ou insegurança per se, mas obscuridade.

Pus-me amuada. Nem notara o discurso da pessoa que partilhava comigo aquela sina, repousando ao meu lado. Cabelos castanhos e olhos verdes. Parecia esbanjar uma característica social da qual eu era incapaz de usufruir ou até mesmo entender. Quase o interrompi, não de malgrado, mas por impaciência. Uma coisa me incomodara, o braço erguido pedindo direito à palavra mas logo em seguida verbalizando de qualquer forma:

— Uhh...mas se é um jutsu que não seja básico, eu posso mostrar agora. Qualquer coisa serve, até mesmo alguma técnica que seja do meu clã, não? Sério mesmo, eu tô confusa. — Não havia descrença, quiçá realmente acreditasse no que aquele Chunin (ou Jounin, quem sabe) dizia, mas ainda sim propus o acordo.

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Re: [Capítulo] A Avaliação em Seg 15 Abr - 3:08


Narrador: Indra

CAPÍTULO: A AVALIAÇÃO

@Sekiro e @Keitaro

O menino Uzumaki tentou argumentar sobre a situação em que se encontravam, mas o Sensei da Academia simplesmente tratou tanto ele quanto a garota com grosseria. - Olha só, eu não quero saber de nada não. Vocês vão ter que mostrar isso aí para o Conselho, não para mim. Agora saiam daqui imediatamente! - Respondeu, despachando-os para fora da sala. Se eles vissem os outros Gennins que estavam ao redor deles, poderiam entender que nenhum deles parecia estar insatisfeito com tudo aquilo. A maioria deles dizia a mesma coisa: que tinham treinados técnicas novas além da Academia, e muitos deles até revelaram as técnicas que tinham aprendido, mas nem isso fez com que o Sensei lá dentro da sala ficasse satisfeito. Isso poderia gerar muitas dúvidas sobre as mentes de Keitaro e Shigure: "Será que os jutsus que possuo são suficientes?". Para a Kunoichi, a dúvida seria ainda mais cruel, pois não sabia as intenções que alguns professores da Academia possuiam. Talvez procurar um antigo Sensei poderia ser a resposta não só para ela, mas para o garoto, mas precisavam, antes de tudo, começarem os treinos, fosse no Campo de Treinamento ou em qualquer local que achassem apropriado.

Spoiler:
Mudança aceita, enfim... Peço que um de vocês (ou ambos) me marquem quando postar, para que eu possa ficar ciente e postar a narração. Enfim, vou deixar a cargo de Shigure procurar por um ex-sensei ou não, já que ela precisa confrontar sua ingenuidade, coisa que faremos mais lá pra frente.

Shigure: 10/10 Shikigami no Mai // 00/05 Defeito Ingenuidade
Keitaro: 01/05 Kongo Fusa // 00/05 Jōgi
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Re: [Capítulo] A Avaliação em Seg 15 Abr - 17:20

[Capítulo] A Avaliação JsRqpgO

A resposta ignorante do desconhecido senhor realmente incomodou Keitaro, o que o fazia se perguntar como pessoas podem ser tão arrogantes e o porquê. Mas por fim das contas, não era a primeira vez que o garoto de cabelos castanhos havia vivenciado uma situação como aquela. Ele não esperava muito da academia ninja, até porque algo que assombrava o seu lado sano até hoje era as lembranças de seu dia em tal local - todo o bullying sofrido, todo o destrato e falta de carinho e respeito que passou por aquele local ainda era o motivo de ter acabado com certas ingenuidades do menino Uzumaki. Todos esses pensamentos passavam pela cabeça do protagonista, enquanto ele se retirava do local, sem antes de se desculpar pelo incomodo.

Ao lado de fora, Keitaro parava para encarar o rosto de cada uma das pessoas por lá. Todos eles já tiveram que ouvir ou ainda irão ouvir as palavras que Keitaro havia acabado de ouvir ao lado de uma pessoa que ele nunca havia visto antes, ao menos acredita que nunca havia visto antes, pois era até engraçado como ele não se lembrava do rosto de cada um dos ninjas daquele local e isso o fazia pensar se ele já havia chegado a estudar junto a algum deles, na sua época de academia ninja e isso o deixava curioso de como teria sido a sua vida, caso não houvesse terminado os estudos da academia ninja em casa, com seus pais. Mesmo que as lembranças que o herói tivera naquele local fossem tristes e assombradas, ele sentia um peso no coração e a necessidade de ajudar cada um deles a alcançarem o requisito para passar pelo "teste misterioso", mas como ele faria isso nem ele sabia ── O que faremos? ── Perguntou o rapaz em voz alta para si mesmo, enquanto ficava a encarar a palma das suas mãos, duvidoso sobre o seu próprio potencial; ele não queria decepcionar os seus criadores no final das contas.

A próxima missão do menino Keitaro era descobrir uma forma de ajudar cada um dos ninjas naquele local e de alguma forma melhorar a sua própria técnica e como ele faria isso, talvez seria uma coisa bem ousada e se todos aceitariam fazer tal coisa é desconhecido por ele, mas o que adiantava não arriscar passava na cabeça dele. Talvez ele nunca mais tenha a oportunidade de realizar a sua ideia nunca mais e nunca saberia o resultado final da ação que ele estava pronto a arriscar a fazer, caso não fizesse e por fim de contas se sua ideia for aprovada por pessoas dentro daquele local, todos iriam poder experiênciar trabalho em equipe e por fim ajudar a vontade do fogo de unificação da vila a se concretizar mais ainda para um futuro brilhante para a folha ── Ei, todos aqui! A pessoa por dentro dessa porta nos dará uma mensagem de desmotivação, ameaçando a todos nós de voltarmos à academia ninja e com isso, ignorando todo o esforço que damos para passar por ela, assim como o nosso orgulho como shinobis da folha! Vamos mostrá-los que nós valemos sim a pena e vamos treinar todos juntos e mostrar a chama queimando dentro de nós e juntos mostrá-los, em conjunto, a vontade de fogo de melhorar! ── Falou Keitaro auto e entusiasmado, tentando contagiar as pessoas dentro daquele salão, sem ao menos saber se eles realmente estavam a passar pelo mesmo problema que ele; mas ele só viverá uma vez, então por que não arriscar?!


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Re: [Capítulo] A Avaliação em Seg 15 Abr - 18:40

Aos estridentes berros do "agradável" educador pus-me para fora da sala, ainda que contra minha vontade. Carregava comigo o peso da dúvida enquanto o ruído dos sapatos com o chão de madeira polido ecoava em dobro: ao meu lado novamente, a figura de olhos esmeralda. Minha expressão era vazia, perdida em pensamentos que juntavam qualquer peça que pudesse me dar uma resposta, de modo que o silêncio perdurava quase que eterno em nossa caminhada até o grande salão a frente. Os corredores eram longos e, pelo menos naquele instante, vazios, causando ao mesmo tempo que a confusão de outrora um sentimento contraditório; uma nostalgia passageira por relembrar os dias de estudante, ao mesmo tempo que sabia que o ambiente não era daquele jeito. Alunos correndo, professores pensativos e os inspetores à dar bronca nos baderneiros: uma academia comum, que até onde me lembrava não havia me dado problema algum. "Há de ter um problema aqui", justificava meu descontentamento.

Inocente que era a jovem eu nos tempos de juventude, não percebi o que estava por ocorrer. Não havia nada de errado comigo, salvo estar rodeada de adultos irresponsáveis que, em sua futilidade, distorciam a razão de seu fracasso nos jovens que em nada tinham culpa. Uma vítima, demasiada ingênua para contrariar a fragilidade das pessoas. Ora, pois de onde surgia tal falta de estima por si, sabendo dos incontáveis elogios que recebera no decorrer de sua vida acadêmica? Em especial de um dos professores daquele lugar, cujo nome escapa-me a memória agora. Parecia bajular a infante de cabelos de prata, prezando pelo crescimento de seu Ninjutsu cada dia mais — inclusive presenteando-a em cada sucesso com uma pequena flor de papel; capaz de bastante destreza na arte do origami. Mu...Mura...Muranori...

— Murasaki era o nome dela! — exclamei satisfeita em meio às salas de aula, sem perceber que somente duas pessoas caminhavam por elas. Deveria ir atrás desta, sabe-se lá onde estivesse no momento. Todavia, sequer deduzia as reais intenções daquele dia. Somente imaginei que a mulher pudesse ser de ajuda em descobrir o que me faltava naquele momento. O monólogo se interrompia logo depois, com a mistura dos passos com o falatório distante, se aproximando mais e mais.

[...]

"Oho? Esse cara...ele fala bem", concluí ao final do discurso motivacional do garoto que me acompanhara. Me senti levemente interessada em alguém que pudesse gritar algo tão vergonhoso sem pudor algum. Não parecia sentir remorso algum com aquilo, como se fosse incentivado em fazê-lo. Em contraste, recordei-me dos esporros que levara por falar sempre que sentia vontade, muitas vezes envergonhando os que estivessem em volta. Queria desvendá-lo, ainda que fosse inevitável entediar-me cedo ou tarde. Nem ao menos esperarei a resposta da multidão, levei o indicador frente aos lábios e anunciei:

— Ótima ideia! E eu pensei em alguém perfeito pra ajudar. Vem, vem, vamos buscá-lo agora mesmo! — em um tom comicamente agitado, parti até a sala dos professores. Uma faceta vazia que tentava guiar o garoto para onde quisesse.

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Re: [Capítulo] A Avaliação em Ter 16 Abr - 3:26


Narrador: Indra

CAPÍTULO: A AVALIAÇÃO

@Sekiro e @Keitaro

Keitaro tentou motivar todos os Gennins que estavam ali na sala de espera e no corredor, para que eles fossem treinar juntos os seus jutsus, mas nenhum deles parecia estar tão empolgado com as suas palavras. Dominados pelo medo e pelo sentimento de culpa, nenhum foi capaz de absorver as suas palavras de motivação, exceto por uma moça: Shigure. Ela o carregou consigo por toda a Academia Ninja, onde ela pretendia procurar pela moça que um dia a ajudou muito. Okayo Murasaki, trinta e cinco anos, professora da Academia Ninja, era a única que discordava daquela avaliação grotesta contra os alunos da Academia, por isso tinha ficado de fora de todo aquele teatro. Estava em sua sala, corrigindo as provas dos seus alunos, quando Shigure e Keitaro entraram na sala. Se caso procurassem por sua ajuda, a resposta dela seria clara. - Obviamente que irei ajudá-los. Essa avaliação é totalmente injusta, e eu não sei porque os outros não vieram pedir ajuda. A maioria dos alunos pensam que estamos querendo sabota-los, e pode até ser que alguns dos meus colegas queiram, mas eu não vejo assim. No fundo, eles são boas pessoas, mas estão extremamente ofendidas por serem condenados pela pouca demanda de Chuunins e Jounins que anda tendo em Konoha. Mas não se preocupem, eu já sei como ajudá-los. Você... - Apontou para Keitaro, já sabendo mais ou menos sobre ele. - Você é um Uzumaki, correto? Deixa eu ver... Você conhece a técnica Kongo Fusa? - Perguntou para ele, obtendo a resposta que queria. - Vamos lá. Para você, Shigure-san, iremos pensar em uma outra coisa. - E lá foram eles para o campo de treinamento, que ficava não muito longe dali. Antes de chegarem no local, Murasaki fez questão de buscar um pergaminho para Keitaro, onde ensinava o passo a passo para ele executar a técnica. Qualquer dúvida, ele deveria perguntar a professora, mesmo que ela não pudesse executar o jutsu.

Spoiler:

Imagem da Professora

Shigure, vamos começar o seu treinamento na outra rodada, mas ainda pode aprender um pouco sobre o que está acontecendo. Logo menos começaremos a superação da Ingenuidade.

Keitaro, já pode começar o treinamento do seu jutsu já no seu próximo post, pois não podemos adiar mais.

Shigure: 02/10 Shikigami no Mai // 00/05 Defeito Ingenuidade
Keitaro: 02/05 Kongo Fusa // 00/05 Jōgi
Post 3/10

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Re: [Capítulo] A Avaliação em Ter 16 Abr - 11:25


Infelizmente as pessoas de inicio não se contagiaram com a "torcida" de Keitaro. Ele chegava a ficar meio triste por ver os ninjas sem interesse algum em trabalhar em conjunto para um bem melhor, mas até que ele podia, talvez, entender o motivo por trás de tudo aquilo: Negação -  um mecanismo de defesa do ego, é uma qualidade lógica do pensamento que só pode ter sentido no sistema  pré-consciente-consciente. Ele havia aprendido que o sistema da negação podia ser nada mais e nada menos que um mecanismo psicológico positivo, as vezes, que permite pessoas recusar a realidade dolorosa, cobrindo as "feridas", e assim continuar em frente, efeito idêntico a um “amortecedor” psicológico e desde que a verdade atual era dolorosa porque abre a porta das "feridas" que estão encobertas pelas mais diversas formas de racionalização e justificação e, em último caso, mentiras; era aceitável que todos reagissem de forma tão adversos ao o que o herói havia dito. Uma pena, ele pensava - até que era surpreso pela reação da pessoa ao seu lado, que o pegou de surpreso, dizendo-o que estava sim disposta a treinar junto com ele e isso fez com que o menino de olhos verdes tivessem seus lábios esticados o máximo possível em um sorriso reluzente e esperançoso - até mesmo seu rosto parecia brilhar mais após aquilo; saltitante, com as mãos de palmas abertas segurando as próprias bochechas, Keitaro estava se segurando para não abraçar a sua, talvez, nova amiga o mais forte que podia ── S-Sério? P-por favor, mostre-me o caminho! ── A voz do menino havia até ficado mais fino, entre os seus saltos enquanto falava e assim que ela começasse a andar, ele seguiria, sem parar de encarar sua face um único momento, sem esconder suas emoções, ainda segurando as próprias bochechas, tentando conter o sorriso e o brilho nos olhos ── Meu nome é Keitaro! ── Disse ele para tentar abafar tudo aquilo, pois ele realmente não sabia como reagir. O garoto nunca teve um amigo se quer em toda sua vida a não ser seus próprios pais, o que para muitos deveria ser triste, mas Keitaro não tinha noção de ridículo ou nada do tipo, ele é simplesmente sempre muito otimista.

Chegando no local cujo foi levado, já estando de volta ao "normal", conheceu uma professora que aparentemente havia afirmado na primeira oportunidade que teve tudo aquilo que o jovem havia antes dito e/ou pensado e isso o deixava até que aliviado, é bom ver pessoas que ainda haviam algum tipo de sanidade dentro de suas cabeças. Ao longo da fala da professora, ela oferecia ajuda para os dois que estavam ali e isso deixava o Uzumaki excitado e por fim até surpreso por ela saber que ele era um Uzumaki, sendo que ele nunca havia visto-a antes e nem se quer frequentou por muito tempo da academia; mas independente disso, acabava por fim ouvindo palavras totalmente desconhecidas para a cabeça dele: "Kongō Fūsa" ── Eu peço já perdão para caso o que eu diga seja idiota, mas eu nunca ouvi a palavra "Kongō Fūsa" em toda a minha vida antes. Eu sou adotado, então não tenho ligação alguma com nenhum membro do clã Uzumaki... ── Respondeu o jovem esmeralda, sem ao menos demostrar algum tipo de tristeza, apenas muito pouco de medo com o que a professora poderia falar - aquele assunto não era muito importante para Keitaro, ele amava os seus pais e não precisava de nenhuma outra família, mas a curiosidade sobre o tal "Kongō Fūsa" era até que bem grande em sua cabeça no momento, o que o fez soltar o que disse, sem ao menos pensar, talvez como um meio irracional de obter mais informações.
[...]
Independente do que resultaria depois, Keitaro sem mais delongas, pegou o pergaminho que havia sido buscado pela professora que nem se quer se apresentou e tentou sentou-se em um canto dos fundos meio escondido da sala em que estava, enquanto ficava em silêncio em total concentração para ler e adquirir o máximo de informações possíveis sobre tais "correntes".


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Re: [Capítulo] A Avaliação em Ter 16 Abr - 12:28

— Me chama de Shigure. — me apresentei sem formalidade alguma.

A mulher que encontrara não muito depois possuía em sua face os mesmos traços dos quais me recordava. Os cabelos de tons marrom presos em um rabo de cavalo estavam iluminados pela luz calorosa da manhã, tingidos em quase oliva pela claridade que fazia. Cumprimentei-a, nem mesmo dando conta de que havia trazido o garoto de outrora comigo. Na mesa adornada pela montanha de papeis, que julguei ser uma pilha de testes dos seus novos alunos, repousavam figuras peculiares de papel. Os origami que a professora Murasaki tinha fama de fazer. Encarei-os em admiração sem perder a atenção em suas palavras.

— Sabotar, você diz? Não compreendo, está dizendo que tudo o que está acontecendo é mentira? — as linhas do rosto se tornavam uma careta perplexa com o relato da moça. Sua expressão corriqueiramente elegante e alegre se tornava com o decorrer das palavras penosa pela seriedade. Precisei de um pouco de tempo para digerir o que ouvira; meu mundo não estava abalado ou algo dramático como tal, quiçá no fundo minha conclusão era de fato algo próximo daquilo. Queria apenas saber o porquê, como dito antes. Obscuro, de fato.

O que faria senão acatar às ordens de Murasaki? Afinal,  eu mesma gritara os planos de pedir ajuda para esta. Contudo presenciei um pedaço de informação deveras relevante: o agitador aparentemente era, ao que pude concluir, de uma linhagem chamada Uzumaki; ainda que não fosse realmente filho de seus pais. Guardei o nome na memória, antes que seguisse ambos, onde quer que fôssemos.

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Re: [Capítulo] A Avaliação em Qua 17 Abr - 3:28


Narrador: Indra

CAPÍTULO: A AVALIAÇÃO

@Sekiro e @Keitaro

Murasaki ouviu as explicações do garoto sobre nunca ter sido um Uzumaki e acabou ficando confusa, vendo uma ficha dele antes de pegar o livro, e vendo que o mesmo tinha o seu nome estava na lista do clã. Parecia estranho, mas iria dar um jeito. - Bom, eu também nunca ouvi falar muito sobre essa técnica, mas acho que ela é muito forte, pois encontrei nos arquivos de "Técnicas Úteis". Se conseguir dominar essa técnica, poderá saber muito mais do que um simples jutsu. Boa sorte. - Sussurrou, voltando a pergunta da Shigure, percebendo que a menina parecia um pouco confusa sobre tudo o que estava acontecendo. Foi por isso que ela chamou o garoto e então começou a conversar sobre o que estava acontecendo. - Olhem, eu não tenho autorização para falar isso, então tudo isso não saiu da minha boca. O que eu sei é o seguinte: existe um número muito grande de Gennins que ainda não se graduaram, seja por falta de vontade de realizar missões ou por não conseguirem cumpri-las. Isso fez com que algumas pessoas se incomodassem com a desproporção de ranks, e aprontassem essa com os Gennins. Alguns membros do Conselho, não todos, querem ter um número maior de graduados, para que assim o nosso poder militar aumente e, por fim, as contribuições financeiras do País do Fogo também. Olhem, eu sei que provavelente vocês não vão voltar para a Academia, mas se aprenderem algo, se demonstrarem estar aptos, isso fará com que esses abutres repensem os seus conceitos. Então, Keitaro, continue com o seu treinamento, e Shigure... Eu irei lhe ensinar algo novo. - Revelou, pegando um papel na sua mão e moldando-a rapidamente em um shuriken, indicando o que mostraria.

Spoiler:
Keitaro: Mostre as suas tentativas de aprender a técnica Kongo Fusa, pois preciso disso para validar o seu treino.

Shigure: 400 posts para o seu primeiro post de superação de ingenuidade. Mostre como está lidando com isso, podendo-se valer de raciocínios e até mesmo lembranças do seu passado para começar a perceber que é uma moça ingênua.

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Re: [Capítulo] A Avaliação em Qua 17 Abr - 21:26


Keitaro, o elo perdido do clã Uzumaki havia prestado atenção em cada um dos ensinamentos dados pela professora ainda desconhecida - talvez ele realmente devesse perguntar qual seria o nome da senhora, mas talvez seria muito mal educado da parte dele, até porquê ele não sabia como alunos realmente agiam perante pessoas de cargos melhor naquele local, então preferiu se acolher, agindo quase como um fantasma, tentando ocupar a menor quantidade de espaço possível naquele local, fingindo nem mesmo existir; algo que talvez fosse totalmente incoerente com a sua personalidade, mas o rapaz sempre considerou respeito e justiça acima de todas as coisas e como não sabia como deveria agir, ficava tímido, ficando meio com medo de como deveria reagir ou algo do tipo.

Seus problemas psicológicos pareciam ter sumido quando ele se sentou no seu canto escondido e abriu aquele pedaço de papel preenchido por conhecimentos dos mais diversos, cujo o rapaz nunca havia escutado antes. Eram tantas novas informações para a pequena cabeça coberta por cabelos macios e castanhos do garoto, que quase de linha em linha passava a própria mão em tais pelos, coçando - ele estava claramente excitado e bastante concentrado em tudo aquilo, pode se dizer que até mesmo um pouco de ansiedade crescia em seu âmago, algo que ele sentia como um frio na barriga, mas não no sentido positivo. Ele apenas ficava inquieto. A cada palavra, ele sentia-se como descobrisse capacidades novas que ele nunca soube sobre si mesmo, que se não fosse por aquela menina que ele havia conhecido, a Shigure, e a professora, ele nunca haveria aprendido sobre tal coisa e ele também ficava meio nervoso por nem conseguir imaginar como agradecer às duas - talvez mostrando sucesso na técnica das correntes de selamento adamantinas seria a melhor maneira de demonstrar gratidão, pensava ele.

Primeiro o herdeiro das espirais aprendeu que esta técnica molda o chakra do usuário em correntes que, depois de se materializarem, podem ser usadas para diversos fins, como o combate direto ou a imobilização física de seus alvos, essas correntes também podem ser usadas para aprisionar o chakra de um alvo, neutralizando-o completamente - o que surpreendida o menino esmeralda, pois isso, até hoje na cabeça dele, era algo impossível. Também aprendeu que através da corrente, pode-se erguer uma barreira que é forte e muito durável o suficiente para impedir que alguém ou algo entre ou saia do perímetro definido pelas correntes.
[...]
Após ter lido como funcionava e a ligação dela com a do clã Uzumaki, era a vez do herói experiênciar ao menos uma primeira tentativa de como a técnica funcionava e se ele havia entendido bem, era algo que os herdeiros de seu clã verdadeiro tinha em seu chakra, então o que ele precisava fazer, agora, era achar a sua conexão com as suas raízes e moldar então o seu chakra em correntes. Levantando-se e deixando o pergaminho no chão, as delicadas mãos do shinobi se juntavam com as palmas abertas tocando uma na outra e com os seus belos verdes olhos fechados ele tenta concentrar o seu chakra em seu corpo com o seu grande controle de chakra, algo que ele era inato desde que ele se lembra como um usuário da energia espiritual de seu corpo. Com o tempo e o seu chakra visível ao seu redor, vestígios de correntes douradas eram aquilo que Keitaro alvejava alcançar e caso a forma que ele estivesse tentando estivesse certa, não demoraria até que seu chakra fosse então moldado naquilo herdado pela sua linhagem sanguínea.



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Re: [Capítulo] A Avaliação em Qui 18 Abr - 17:48

Os dedos finos desemaranhavam os cabelos bagunçados veementemente ao passo que a mulher guiava-nos em seus ensinamentos. Espiava de leve sua linguagem corporal; o crânio levemente abaixado fazia suas madeixas cobrirem-lhe o rosto, criando um ar misterioso a sua volta, que por consequência afetava até suas palavras: palavras estas que anunciavam uma verdade incômoda.

Com cada sílaba proferida tornei-me menos e menos confusa com a situação, todavia mais incerta de mim mesma: crer sem contestação nas palavras daquele homem apunhalou-me da mesma maneira que um lobo acometia sua presa; certeiro e feroz. Foi aí que me dei conta: que ingenuidade a minha. Seria eu ingênua? Ou fora apenas coisa do momento, deixei-me levar pela juventude insegura. Busquei na memória algo que valesse para saber.

"Então me enganaram?", não obstante indaguei com uma expressão que dizia meus mais sinceros sentimentos, de uma seriedade e frieza de matar. Sequer movera um músculo, meu corpo inerte permanecia ali o mais rígido possível; diante da professora que encontrara em si a beleza de nos encarar com a imaculável verdade, sentia-me pequena. Uma pequenez não literal, pois pouco me importava com a diferença de nossos corpos. Uma pequenez moral, de espírito, que demonstrava um contraste maior entre nós, ainda que fossem relés contradições na cabeça de uma inocente garota. Ainda que uma pequena fagulha lutasse viva para refutar a ofensa; cementando minha estupidez, o ultimato se dava pelo relato de Murasaki. Ah, pronto. Foi então que senti a fúria silenciosa dentro de mim: ao ponto de quase descontar na moça, pobrezinha que era, sequer havendo culpa no crescer de minha cólera. Irracional e sem saber o que fazer; era isso que me envergonhava, da ferida em meu orgulho que me tornava tão sedenta quanto uma besta, tão venenosa quanto uma serpente. Traição. Detestável. Eu odiava. Pro inferno quem fosse o causador. Passou-me pela cabeça os súbitos interesses que tinha nas pessoas: teria eu que arcar com as consequências deste lado da humanidade? Duas vezes ao inferno!

Engoli em seco. O rosto tão vazio quanto uma tela de pintura teve em seu esplendor um sorriso sereno tão logo após as palavras de outrora: pouco menos de alguns segundos haviam se passado. Deixei de lado tudo aquilo, por enquanto. Voltei minha atenção ao garoto, que para longe havia se recolhido em uma pilha de livros e papéis com os pergaminhos que ditavam os ensinamentos de sua técnica. Correto, havia algo mais importante em jogo.

— Então é daí que nascem seus origamis? Curioso.

A shuriken de papel era uma réplica perfeita da arma convencional: salvo, é claro, ser feita de papel e não aço. Podia até mesmo perceber seu fio, e imaginei que poderia ser tão letal quanto seu original. Teria que aprender a fazer aquilo?


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Re: [Capítulo] A Avaliação em Sex 19 Abr - 2:53


Narrador: Indra

CAPÍTULO: A AVALIAÇÃO

@Sekiro e @Keitaro

A professora Murasaki era uma ótima motivadora, e adorava lecionar e incentivar os alunos da Academia Ninja a se tornarem shinobis melhores, por isso não deixava nenhum aluno para trás. Ela ficava vendo Keitaro treinar a sua técnica de longe, aplaudindo as suas primeiras tentativas. - Muito bem, Keitaro-san. Você está indo muito bem. Continue assim e irá ficar ainda mais forte. - Incentivou, mesmo que não pudesse fazer muita coisa para ajudá-lo, afinal só conhecia a técnica de vista e, por se tratar de um Hijutsu, não poderia mostrar na prática. Era diferente com a técnica de manipulação de papel, que teria o maior prazer de ensinar para Shigure. - Essa técnica é muito simples, mas exige muita prática e criatividade. Nós usamos ela para diversas coisas, como ferramenta ofensiva e defensiva. - Ela pegou um pedaço de papel em seu estojo de equipamentos e o dobrou em diversos pedaços, não demorando nem um minuto para fazer um pássaro. - Precisa ver mais do que um simples pedaço de papel. Deve enxergá-lo... Como uma extensão da sua vontade. - Logo que abriu as mãos, o pássaro de papel saiu voando para longe. Depois disso, Murasaki pegou um bolo com papéis, entregando para Shigure. - Primeiro, irá aprender a exercitar a sua criatividade. Quero que faça origamis, o máximo que conseguir. Depois, iremos para a parte prática. - Sussurrou a professora, afastando e cruzando os braços, sussurrando palavras de apoio para Keitaro.

Spoiler:
@Keitaro, continue o seu treinamento até o último post, onde conclui a sua técnica.

@Shigure, comece a treinar a moldar os papeis em origamis, até mesmo relatando se consegue ou não fazer.
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Re: [Capítulo] A Avaliação em Sab 20 Abr - 12:04


O menino esmeraldino sentindo o calor do momento, ele sentia uma certa excitação. A cada segundo, graças ao grande controle de chakra que ele possuía desde mais novo, podia sentir que estava mais próximo de conseguir moldar sua energia espiritual em algo que simbolizava união, autoridade e ao mesmo tempo prisão: As correntes de selamento adamantinas. Pelo que ele havia lido, tal técnica com capacidades incríveis, tantos na área de selamento, quanto na área de defesas, ataques e suporte, iria permiti-lo chegar mais perto daquilo que ele acreditava querer ser, um herói. Ele acreditava que o trabalho de um herói não era apenas derrotar o mal com suas forças, mas proteger os inocentes, unificar as pessoas e trazer justiça onde se falta e, no momento, ele não conhecia nada mais perfeito para essa situação - Kongō Fūsa realmente abriria tanta portas para ele e isso o deixava tão feliz e animado, tanto que borboletas batiam asas no estômago do Uzumaki e cada pelo de seu corpo vibrava, arrepiando-se e então foi nesse momento, que correntes de mais diversos tamanhos se espelhavam por um raio de dez metro saiam da massa de chakra que cobria o herdeiro espiral. Seus olhos brilhavam e saber que agora ele era capaz de utilizar das correntes adamantinas de seu clã o preenchia de motivação.

Orgulhoso de si mesmo, Keitaro saltitou até a sua colega e a professora que parecia estar ensinando-a alguma coisa que ele desconhecia, mas totalmente apreciava - um Origami com "vida própria", isso era pura arte viva e o artista realmente apreciava isso ──Uau, como você fez isso? Que legal! ── falou ele, enquanto queria de origem falar que havia finalizado o treinamento com sucesso, mas esqueceu totalmente enquanto observava o que ambas fazia, com as correntes ainda convocadas atrás dele, jogadas no chão, por ter sido arrastadas enquanto ele se direcionava até as duas outras naquele local.



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Re: [Capítulo] A Avaliação em Sab 20 Abr - 16:06

Mesmerizada estava eu diante do que observava acontecer. Realmente poderia aprender a manipular os papéis em algo tão belo como aquilo? Cada dobra, cada forma, traçando por si só um novo rumo para no fim criar vida; passou por minha cabeça um baile aonde não havia ninguém: uma dança na qual ser algum existia e a música era silenciosa como a noite no oceano; uma dança de origamis.

"Um lugar sem mentiras", fantasiosa era minha mente maculada, que logo então deu fim aos devaneios e me arrastou de volta à realidade.

Recolhi a montanha branca de bom grado e pus-me sentada à mesa de Murasaki para começar. Cerrei os olhos em um transe corriqueiro para a situação: um exercício mental que trazia de mim o melhor possível e salientava minhas esplendosas qualidades.

"Uma extensão de minha vontade...algo que devo controlar...como um corpo...sem falhas, perfeito e duradouro", e fiz. Com a bênção da experiência e os dotes que os deuses me presentearam levei as mãos sob uma das folhas. A energia fluiu da palma desta enquanto para mim, no profundo zen da meditação, o resto não existia. Silêncio perpétuo na penumbra imaginária. A sensação era nostálgica: o método me era familiar, ainda que fossem punhados de papéis e não um corpo humano o que tivera controle. Seria ainda mais fácil; ri.

Se o sucesso existia ou não não cabia a mim dizer: meu ser era distante; além dos humanos e unido ao espírito. Ainda assim, os sentidos avisavam-me dos rebuliços frente aos dedos. Havia barulho.

E absorvida no limbo irreal continuei, incerta do que se sucedia.

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Re: [Capítulo] A Avaliação em Ter 23 Abr - 0:55


Narrador: Indra

CAPÍTULO: A AVALIAÇÃO

@Sekiro e @Keitaro

Murasaki ficou observando os dois garotos treinando as suas técnicas: enquanto Shigure mantinha-se focada em fazer um origami, Keitaro ia se firmando no aprendizado da técnica do clã Uzumaki, confirmando algo que ele parecia não saber. Quando viu que o tempo já tinha passado e que deveria voltar para a sua sala, a professora deu um sorriso sem graça, chamando os dois garotos para perto. - Ahn, eu não sei como dizer isso para vocês, mas eu não posso ficar aqui com vocês, não por agora. Tenho que voltar para a Academia para dar aula para alguns alunos, e pelo jeito, acho que já estou um pouco atrasada. Mas vocês dois não podem desanimar. Continuem treinando e Keitaro: não pare de treinar esta nova técnica nos próximos dias. A melhor coisa para se aprender um jutsu é praticá-lo por mais algumas vezes, até que sua mente e o seu corpo se habituem a ela. Shigure, leve esses papéis para casa e daqui a dois dias, eu voltarei para cá, para que continuemos o treinamento de vocês. Se quiserem, podem chamar outros amigos para treinar. - Disse Murasaki, explodindo o seu corpo em uma cortina de fumaça e desaparecendo. Nos dois dias que se passaram, Shigure e Keitaro treinaram bastante, mesmo que cada um em sua casa. Shigure, depois de muita prática e leitura, acabaria descobrindo como transformar pedaços de papel em origamis, mas precisaria ainda de mais uma lição prática da professora Murasaki para aprender o Shikigami no Mai. Para isso, era necessário mostrar a ela o resultado do seu treino. Keitaro andaria praticando a sua técnica nova durante os dias que se passaram, mas sabia que precisava de algo mais para mostrar. Seu jutsu era bom, mas o desejo de se mostrar capacitado para se graduar o faria buscar por algo novo.

Mas uma noite antes de se encontrarem com Murasaki, Keitaro acabou por ser sequestrado dentro da sua própria casa. Ele notou quando uma dupla invadiu o seu quarto e levou o seu corpo anestesiado para um local desconhecido. Não podia ouvir, não podia ver, mas no dia seguinte, quando acordasse em um local desconhecido, notaria um homem grande e encapuzado mandando-o se levantar. - Levante-se. Hora de testarmos a arma viva. - Sussurrou o homem, não lhe tendo nenhuma compaixão. Precisava saber, de alguma forma, se o que tinha feito com o seu corpo havia sido um sucesso. Quando o mesmo se situasse no ambiente, iria descobrir algo novo. Poderia sentir algumas sensações no início como tontura, uma certa falta de ar, a sensação de que havia algo em seu corpo, algo que não era seu. Ele não sabia, pois estava em uma caverna iluminada por tochas, mas o dia já tinha amanhecido. Quando o mesmo estivesse em pé, o homem então lhe mostraria algo. - Faça como eu fiz. Feche os olhos, sinta o poder em seu interior, a arma mortal... - O homem fechou os olhos por alguns instantes, e rapidamente, uma espada apareceu na sua frente, permitindo-o invocá-la através da sua essência. - Agora faça o mesmo, ou morra pela minha espada. - Ameaçou o encapuzado, que tinha dois metros de altura, com a espada na mão.

Enquanto isso, Shigure estaria de volta para perto de Murasaki no centro de treinamento, dois dias depois do primeiro encontro, que a esperava sorridente. Depois de alguns minutos, ela iria pedir para que a moça mostrasse o que já tinha aprendido. E então, lhe mostraria o que realmente lhe interessava: o Shikigami no Mai. - A melhor parte dessa técnica é que ela é muito subestimada. Poucos acham que podem se cortar ou se ferirem com simples pedaços de papel, mas a verdade é que elas tem propriedades muito poderosas. Se me permite mostrar... - Pois a mesma pegou um bolo de papel e jogou-o para o alto, e num único selo, fez com que os pedaços de papel se transformassem em pássaros, permitindo-os que eles voassem para o céu. - Aquele ou aquela que possui o controle sobre esse jutsu pode realizar diversas armadilhas, e pode até mesmo criar alguns clones de si mesma. Permita-me mostrar. - Realizou alguns selos de mão, transferindo uma parte do papel em seu corpo para uma outra criatura, que era semelhante a professora. - Mas hoje o que você vai aprender é o Kami Shuriken. É a técnica mais simples, e você irá usá-lo muitas vezes em combate. Tudo o que precisa fazer é transferir o seu pensamento para a folha de papel em sua mão e moldá-la com o seu chakra. - E mais uma vez, a professora mostrou com um exemplo, transformando um pedaço de papel em sua mão numa shuriken, lançando-a no ar e fazendo a mesma pegar em um tronco de uma árvore. - Sua vez, garota. - Disse para a kunoichi mais nova.

Spoiler:
@Shigure, seu treinamento sobre Kami Bunshin continua, mas nos próximos capítulos, logo fará os posts para a superação de Ingenuidade.

@Keitaro, agora você vai aprender sobre a sua arma.

Posts feitos:
Shigure: 05/10 Shikigami no Mai // 01/05 Defeito Ingenuidade
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Post 6/10

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Re: [Capítulo] A Avaliação Ontem à(s) 0:30


A despedida da professora foi breve e inesperada. Era até engraçado que ela havia se decidido em fazer sua saída de uma forma bem clichê ninja, isso fazia com que o garoto esmeraldina recebesse um sorriso bobo sobre a sua face. Por fim, ao fim daquela fumaça negra que fez parte da peça da outra pessoa que estava no local, após uma ou duas tossidas por causa da inalação da fumaça que havia pego-o de surpresa, Keitaro estende a sua mão para a sua mais nova colega ── Muito obrigado por me acompanhar, tu não sabe o quanto estou grato por finalmente ter alguém que talvez eu possa chamar de colega? ── Terminou sua frase com uma pergunta, mostrando incerteza, pois ele realmente não sabia o que exatamente ele estava a vivenciar ali, tudo era muito novo para ele ── Eu espero que tu consiga realizar essa sua técnica que está tentando aprender. Parece lindo e é pura arte, eu com certeza teria orgulho de chamar de amiga uma pessoa que tivesse essa capacidade, a capacidade de criar arte através de chakra! ── Terminou sua frase logo após uma pausa de poucos segundos - tal frase nem era tão verdadeira, Keitaro aceitaria qualquer pessoa como um amigo, ele apenas procurava meios de elogiar e demonstrar algum tipo de carinho perante a sua companheira.

Ele realmente acreditava que ele poderia fiar ali sendo amigável com Shigure o dia inteiro, mas não podia perder muito tempo por causa de seus deveres de um herói em crescimento. Ele ainda havia muito o que treinar, então não sem antes de desaparecer com as correntes, ele se despediu, reverenciando-a de forma educada com a cintura inclinando a própria coluna para baixo, por fim levantando e se retirando do local - finalmente era hora de voltar para casa e mostrar as novidades do que havia aprendido para seus pais e ele tinha certeza, conhecendo-os muito bem, que eles iriam adorar.

Em seu caminho, ele ficava a observar as flores do campo que cobria todo o horizonte entorno do caminho que o direcionava até a sua humilde cara rodeada de vegetação e vida. Ele não sabia como aquele dia podia melhorar, tudo parecia harmônico como o som do vento levanto o cantar dos passarinhos de manhã, o pôr do sol, o momento em que a maior estrela sobre nós se decide beijar o fim de onde qualquer visão alcançava e então ser devorado até a criação da gentil escuridão da noite e o simples cheiro doce e suave de uma vegetação úmida e fresca, uma das belezas naturais de Konoha.

Finalmente entrando dentro de sua casa, no momento um pouco depois de quando a lua já se encontrava num ponto bem alto no céu estrelado, lá estavam seus pais sentados à mesa da janta, enquanto um colocava os pratos sobre ela para que pudessem se alimentar e outro ficava a ler o jornal da vila. Uma cena típica de sua família, que haviam se levantado apenas para abraçar a sua cria em demonstração de amor e carinho, dando-o uma calorosa e gentil boas vindas, avisando-o o quão bem na hora ele havia chegado para a janta, tal janta que assim quando terminada, se tornou o motivo da união dos três sentados em grupo socializando por aquele dia, falando o que cada um havia feito naquele dia e quando havia chegado do protagonista Uzumaki, ele aproveitava para mostrar sua mais nova habilidade, o que surpreendeu ambos seus pais que o acariciavam o cabelo como parabenização.

Horas se passaram e após jogos de família e um banho aconchegante, Keitaro se encontrava abaixo dos lençóis de sua aconchegante cama e fechava seus delicados olhos esverdeados para dormir e então finalizar aquele dia, para que então tenha o suficiente para o próximo, cujo ele havia jurado a si mesmo de continuar o seu treinamento, que por fim, foi o que fez. Ele havia ficado naquela tarde inteira apenas repetindo a utilização das correntes, até que ficasse esgotado. Ele se sentia orgulhoso de si mesmo e estava ansioso para o segundo dia, o dia que finalmente poderia mostrar toda a sua evolução para a sua colega e a professora.

Sem luz, sem som, tudo era escuridão até que seus olhos adormecidos se abriam. Ele perguntava se estava em um sonho, pois de repente, o local em que ele havia acordado com certeza não era o seu quarto. Enquanto sua visão ainda estava turva e confusa, acreditava ele que ele se localizava em algum local rochoso e preenchido por luzes que pareciam provir daquilo que traz o calor à lugares fechados e úmidos, chamas e quanto mais sua visão voltava, mais tinha certeza de onde estava e até que sua dedução estava correta, dando talvez uma lógica a falta de ar que sentia - o ninja com uma afinidade no elemento de vento pode perceber que o ar era bem rarefeito naquela parte e as correntes de vento realmente não eram tão fortes como em qualquer outro local aberto de Konoha, com certeza era óbvio que ele deveria estar em um local mais fechado que na natureza ou seu quarto. Sua visão que agora não o traía mais apenas confirmou aquilo que ele havia deduzido e então, aliviado com isso, focou em si mesmo pela primeira vez, o que na verdade foi bastante lesado do jovem, pois assim que fazia isso, percebia que algo não estava correto. Algo esquisito acontecia com seu corpo, mas não de forma física. Graças ao seu grande controle de chakra, ele podia sentir que algo dentro da energia viva dele não estava correto. Era curioso e levantando-se, antes que pudesse pensar mais a fundo sobre o que estava acontecendo, uma voz ecoava por aquela caverna e mais uma vez os seus sentidos haviam traído após o seu despertar: Uma pessoa estava naquele local com o confuso Genin.

Encarando-o, finalmente se tocava que aquilo parecia se passar de um sequestro, algo que ele podia ter percebido mais cedo, mas tudo havia acontecido tão rápido e ele odiava acordar cedo, estava com a cabeça ainda muito confusa para focar na realidade no momento. Se é que aquilo realmente era uma realidade. Seus pais deveriam estar super preocupados, ele nem se despediu ou coisa do tipo aquela manhã. Ele se pergunta como eles devem estar reagindo, ou se quer se estavam reagindo, talvez estivessem dormindo ou também foram capturados. Talvez nem era manhã de verdade, ele só acreditava nisso, por causa de seu pontual relógio corporal, mas ele não tinha nenhum acesso de luz de sol na caverna, então ele não sabia o que era tudo aquilo e a possibilidade de ser um pesadelo era talvez muito pequeno, tudo soava tão real. E se fosse um Genjutsu? Enquanto ouvia as palavras do moço direcionadas a si, Keitaro tentava usar de seu grande controle de chakra para sair do Genjutsu, concentrando a sua energia espiritual para a utilização da técnica de dissipação de técnicas ilusórias, mas nada havia acontecido - por precaução, por não saber do que aquilo se passava, o menino decidiu simplesmente obedecer. Tudo era novo e simplesmente seguir a forma em que o jogo se seguia era a melhor ideia, enquanto ele tentaria bolar um plano, mas ele se perguntava como ele seguiria a ordem de alguém que o mandou fazer algo sem uma única forma de instrução ── Perdão, mas como eu faria isso? Eu não faço a mínima ideia do que tu está querendo que eu faça. A única coisa que o senhor fez foi fazer com que uma espada aparecesse de forma aleatória. Isso é um jutsu? Quer que eu faça isso? Mas eu não o conheço. ── Talvez era até bravo o que ele havia dito e nada inteligente falar tais coisas de frente a uma pessoa que o ameaçou e estava uns vinte ou vinte e cinco metros de distância dele, então era melhor que ele ficasse em alguma posição de defesa, com as mãos próximas caso venha sentir a necessidade de usar qualquer tipo de jutsus, pois caso nada disso seja um sonho, talvez aquilo poderia ser o seu último dia vivo e por mais que não tinha medo de morrer, ele odiaria morrer sem ter realmente conseguido fazer vários amigos e ter realizado nenhum de seus grandes sonhos - Ele simplesmente precisava pensar no que favor, acreditava ele, enquanto ainda sentia aquele incomodo de que algo não estava certo com ele, algo estava diferente.



Keitaro Nagame; 1500/1500 2600/2600 00/04

Consid.:
Pijama.
Usados:

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“お互いを尊重しましょう
“Human beings are born with different capacities. If they are free, they are not equal. And if they are equal, they are not free.”


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Re: [Capítulo] A Avaliação Ontem à(s) 4:22

Uma pausa abrupta. A cortina de fumo que se deu com o sumiço de Murasaki me pegou desprevenida e trouxe consigo o silêncio. Silêncio este que não perdurou por muito mais: o Uzumaki — era isso que ela havia-o chamado? — não tardou em pular ao meu lado logo em seguida; era relativamente mais alto do que eu, o que levou meu olhar a se inclinar para cima para enxergar seus olhos verdes que me encaravam reluzentes. Já havia deduzido parte de sua personalidade: demasiado otimista, suposto carisma e quiçá independente. Um chute, eu diria. Que parecia errado.

— Huh? Você parece do tipo que teria muitos amigos. Ou escravos, eu imagino, fufu. — Ah, droga, minha faceta já havia se desmanchado; suspirei. Quanto tempo havia se passado desde que treinávamos naquela sala? — Aah...Keitaro, não é? A verdade é que eu detesto fazer qualquer coisa que eu ache ser inconveniente ou "um saco", sério; mas achei sua situação injusta depois de um discurso como aquele. Além do mais, foi tudo uma armação da escola.

Dei de ombros para com o que ocorrera, "fazer o que, né?" era praticamente o que eu dizia. Ainda assim peguei-me indecisa do que concluir de tudo aquilo; uma coisa era certa: o mau-caráter daquela academia havia me enganado de uma maneira que ninguém nunca havia — ou eu nunca percebera, talvez — feito. Recuei para trás em surpresa, tirada dos devaneios incômodos, pelo discurso de Keitaro. Virei o rosto, pois que não mostrasse meu verdadeiro rosto para ninguém.

— Hmpf! Me adular não vai te levar à lugar algum, se é o que pensa. Como eu disse, odeio coisas irritantes ou chatas, então é melhor eu aprender isso o mais rápido possível para acabar com essa besteira de exame ou seja lá o que for. Até mais! — concluí, antes que saltasse para fora da sala e novamente às estradas de Konoha. Todavia, uma verdade existia em suas palavras: a técnica realmente era uma obra de arte.

[...]

Foi-se o tempo mais rápido que os ventos e o prazo que a professora havia dado já estava no fim. Os dias passavam voando como as pétalas de cerejeira que se viam pela varanda do prédio, e eu permanecia inalcançável pelo mundo de fora: em meu quarto uma montanha de papeis que precisavam aprender a dançar, e cada hora seus movimentos fluíam mais e mais naturais, como bailarinos. Não demorou para que meu domínio fosse absoluto, eu era uma prodígio, afinal.

E diante da professora eu estava então, confiante em mostrar o que havia aprendido para qualquer um naquela sala; mas um problema se mostrou, ainda que não soubesse: Keitaro não estava ali. "Será que desistiu?", refleti. Huh. Não parecia de seu feitio, mas quem era eu para julgar uma pessoa que conhecera em menos de três dias; não podia nem mesmo avaliar a mim mesma em toda minha sublime ignorância. Me concentrei no que viera ali para fazer, e assim foi. Se a tal Shuriken de papel fosse ser um problema eu não sabia nem um pouco; presumi que não, óbvio, não havia nada em sua execução que eu já não soubesse: controlar, moldar e direcionar. Três passos simples que com simples prática eu dominaria com perfeição.

Hp: 225 Ck: 225

Spoiler:
Aparência: Kama, FGO.
Cansaço: Estamina - 0/4.
Atributos físicos utilizados: -.
Técnicas: -.
Consids:  @Indra

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[Capítulo] A Avaliação IRLTa9r

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Re: [Capítulo] A Avaliação

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