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10 anos onlineNaruto RPGAkatsukiNão é o único, mas simplesmente o melhor!
Estação: OutonoAno: 69DG
RemanescentesHanatarō olha para a vila do topo do prédio do Departamento de Pesquisa. Há dois anos era uma salinha no fim do laboratório geral da vila, agora tinha seu próprio prédio tão alto quanto o próprio escritório do Kazekage. Hanatarō sorri vendo as pessoas andando felizes na nova vila construída graças aos avanços científicos realizados com a inteligência de Takura, sua mentora. Antes, ele só via uma vila pobre, com construções de areia frágeis, com um horizonte desértico, dependendo de outras vilas, inclusive de Konoha, para conseguir sobreviver, mas agora... Sunagakure estava grandiosa novamente e tinha comprado sua independência.
A AlvoradaUzushiogakure e Sunagakure estão reconstruídas, marcando uma nova era para as nações shinobi, que agora são cinco uma vez mais. Os Shodaime Kazekage e Mizukage comandam as novas gerações de seus vilarejos, iniciando uma série de planos governamentais para garantir que o mal não os assole como ocorreu no passado.

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z - em Qui 11 Abr 2019, 23:50

Névoas do inconsciente a rondavam, tentavam intervir em seu caminho leal. Configurá-lo uma nova direção, tornando-o em um sem volta. Toda a adversidade tinha origem única: a derrota e a sensação de estar fazendo tudo errado, o sentimento de não estar no trilho adequado ao aperfeiçoamento. Fora esse o motivo que a levara ao campo de treinamento. No verão, o calor castigava a todos os habitantes de Iwagakure. Não havia sequer uma sombra, sobretudo num ambiente inóspito, de terra batida e solo rachado, ausente de qualquer forma de vida vegetal de maior complexidade. A paisagem era uma única: rochas e marrom. Sentou-se numa daquelas, repousando o pensamento. Meditava, prática comum entre aqueles que seguiam o bushido. O caminho do guerreiro seria repleto de percalços e situações de complicadas resoluções, porém, era nesses instantes que deveria manter a mente focada, ignorando qualquer artimanha que pudesse desviá-la dele. Somente espírito afiado seria capaz de enfrentar tais complexidades, vencendo-os com parcimônia, tratando-os como se irrisórias pedras fossem. Respirou profundamente e refletiu tudo que havia realizado até então. Contemplou o longínquo horizonte e sua perplexidade.
— O sol brilha. Eu tenho duas pernas e dois braços. Sou jovem e estou repleta de vigor. — declarou. — O que eu estava pensando quando tentei fugir do vilarejo? Deus! Que tipo de guerreira serei eu se não for fiel aos meus senhores? Quem me tornarei se não sou capaz de seguir meus princípios? — questionou-se. Das questões, ergueu-se.

Erigiu o corpo e o postou ereto sobre o domo.
— Este é o meu marco de mudança. Sobre este solo edificarei meu novo comportamento. Hei de ser uma seguidora fiel de meus próprios dogmas. Céu e terra são testemunhas: não recuarei sob qualquer pretexto. — discursou.
Mantinha a fé. Desceu da elevação e, no plano, retornou as rotinas de treinamento. Colocar a cabeça em ordem seria parte dele, no fim. Iniciou com breve corrida, com intuito de aquecer a musculatura com os exercícios que viriam a seguir. Uma, duas, três voltas com boa quilometragem e se sentia finalmente pronta. Decidiu que treinaria o próprio corpo: num misto entre sua força física e sua durabilidade em combates. Ambas eram proezas versáteis, atributos necessários à boa combatente a quem almejara se tornar. Diante de seu desejo, deitou o corpo em decúbito ventral. Os braços recuaram até que os cotovelos estivessem rentes às costas. Ergueu-se e repetiu aquela movimentação numa série desenfreada. Flexões que a trouxeram à exaustão dos braços e busto. Respirava com dificuldades. Era árduo lidar com as limitações, sobretudo as que dor lhe traziam. Da série focada no superior, partiu ao trabalho de abdominais. Contraiu o abdome e em seguida o relaxou. O fez por centenas de vezes, até que fosse incapaz. Por fim, membros inferiores. Uma sequência sem fim de agachamentos, estimulando ao máximo o trabalho dos mais variados grupos musculares. Assim, finalizou-se a manhã.

O descanso merecido e o banho vieram em seguida. Embora fadigada, não se rendeu aos desejos de cessar. Seguia o mote que um dia ensinou-lhe o ascendente paterno: "treino difícil, combate fácil". Seguidora deste alforje, compeliu-se à nova rotina adotada a partir do dado instante. Uma manhã após a outra, repetiu a ordem de treinamento assumida. Ao completar um total de vinte manhãs em execução, cessou. O corpo não era mais o mesmo, sua força havia aumentado e a prova concreta disso era sua nova capacidade de desintegrar pequenos seixos com os próprios punhos, prova a qual experimentou ao pressionar um deles com o destro.
— Impressionante... — comentou consigo, surpresa com seu desempenho. — Ainda sim, não é o bastante. Não estarei satisfeita até que entenda ser possível atingir um golpe naquele que me derrotou... — considerou tomando o caminho a uma grandiosa montanha no extremo norte do vilarejo.
Encaminhou-se ao penhasco que poucos ninjas ousaram desafiar. Uma altitude absurda que superava a maioria de todas as disformias em terra. No sopé dela, uma pequena garota se dispunha a enfrentá-la. Munia-se somente dos pés descalços e mãos já calejadas, além de seu chakra desgastado pelo tempo.
— Mar e pedra, nenhum será o suficiente. Eu enfrentarei a tudo e permanecerei intacta. Tema, montanha, eu, Kyou Kai, da orgulhosa família Kyou, irei escalá-la e a vencerei, não importando o quanto me custe. — garantiu, confiante.

Inicialmente, uma escalada tranquila. As primeiras centenas de metros se enfileiravam sem maiores dificuldades. Àquela altura, já era possível sentir o ar rarefeito encher os pulmões. O enfrentou com garra, ainda sim. Provocou os músculos a trabalharem, embora em situação precária de abastecimento da própria energia. Reagiu com o que podia: uma mente inabalável e a grande determinação de se transformar numa grandiosa guerreira. A energia espiritual era a única adesão exercida entre a pele dos dedos e sandálias e a morte logo abaixo. O segundo terço da altitude apresentou desafios diversos. Uma breve pausa e, por um instante, pôde presenciar tontura sem precedentes.
— Maldição! — olhou ao alto e viu a montanha tomar proporções gigantescas. — Ela é mais alta do que imaginei... — disse, suando.
O líquido escorreu a testa e o restante das outras partes. O frio se tornou outro problema. Tantas eram as dificuldades que sua fé em suas habilidades foi colocada em cheque. Entretanto, contornou-as com o novo espírito concebido pelo bushido. Seguiu até o cume, aparentemente inalcançável. Restando somente algumas dezenas de metros, já afligida pelo ar quase escasso, perdeu a consciência. Descolou-se do contato com a rocha, apagando. Naquele mísero milésimo de segundo, retornou ao passado em que treinava ao lado de seu pai. Diversas eram as oportunidades em que perdia a vontade de lutar. Contudo, o homem era hábil em mexer com sua chama interior, provocando-a a prosseguir. Aquele sentimento a encharcou, fazendo-a recobrar a consciência. Desperta, recuperou-se e retomou a interação com o monte. Alcançou finalmente o ponto mais alto. De lá, observou o céu. Alcançara a resistência desejada, despertada sem a devida intenção.

Retornou para casa no dia seguinte.

Kyou Kai; 225/225 550/550 00/03

Considerações:
Aparência: Kyou Kai - Kingdom, roupas como descritas na seção de aparência da ficha.

Treino para adquirir +1 ponto em stamina e força.
Usados:



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Re: z - em Sex 12 Abr 2019, 03:19

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