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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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[Filler] O que o mundo pode oferecer - 27/3/2019, 08:11

O que o mundo pode oferecer
Sinto o cheiro do orvalho sentada sobre a grama, o vento balança as folhagens na árvores em volta daquele bosque e o sol da manhã bem cedo toca minha face através da clareira. Meus olhos magenta fitam o horizonte, contrastam-se com o tom alvo artificial de meus cabelos e com a tatuagem em preto a esquerda de minha face. Certas coisas podem ser mudadas, o tom dos fios por exemplo, outras, não podem ser anuladas, como a tatuagem ou os sentimentos que desenvolvi por ela.

O som dos passos por detrás de meus ombros, aconchegando-se ao meu lado são o sinal de que Lilith também estaria chegando para me fazer companhia. Deixar o peso sobre meus braços era um pouco difícil, de forma que assim que a mesma senta inclino meu corpo deitando minha cabeça sobre seu colo e mantendo meu corpo voltado para cima, vendo as nuvens no topo e vendo também a face daquela que seria uma espécie de meia irmã.

- Deve ser bom… viajar pelo mundo, deixar a mente livre. Digo sorrindo fitando-a, ainda que minha mente não estivesse trazendo sentimentos de alegria ao dizer aquilo. Ela inclina seu rosto, olhando também para cima e me deixando a vista de baixo, seu pescoço, seus fios caindo por seus ombros. - Não dá fugir de certas coisas, não importa o quanto ande, ainda é o mesmo céu em cima de nós, os mesmos pensamentos. Como implicito que compreendendo o que ela quer dizer no que escreve apenas concordo. - Não dá para fugir de nós mesmas.

O diálogo continua de forma agradável, ela me conta algumas coisas de suas viagens, e, como se manteve saudável até chegar ali, comendo com algumas pessoas que foram gentis, ou, realizando trabalhos pelo caminho até a chegada para conseguir recursos. Nem todos trabalhos coisas que ela se orgulha de contar. Me deixava intrigada, como alguém tão gentil e que me ajudou tanto também conseguia fazer coisas consideradas, más. Por outro lado venho vendo isso acontecer também a mim mesma, quando não me importei tanto com a vida de pessoas que julguei no momento dignas de punição. Ainda que eu estivesse bêbada.

Escuto ainda desta sobre muitos clãs que esta conhece, em suas passagens, sobre famílias de sua vila versadas na arte do kenjutsu ou clãs capazes de selar mesmo criaturas ou jutsus de grande poder. Ela me fala também sobre dojutsus, mas, isso não me surpreende já que conheço bem de perto as finalidades de um em particular graças a Sayuri. Graças a essas lembranças, o papo fica um pouco estranho um tempo pelas lembranças da garota que pode controlar seu sangue.

Em troca, também conto um pouco do meu dom em particular, de controlar a areia que ela tinha visto antes. Jiton não é uma arte nem tão comum e nem tão desconhecida dependendo de qual vila estivesse, mas, o local mãe deste dom já não existe mais faz algum tempo então fazia sentido a explicação do mesmo. Da mesma forma, ela conta sobre si própria e o sangue intenso de seu clã, como sua família tem na fúria seu poder e absorvendo a energia do meio.

Algum tempo se vai entre os diálogos e o sol começa a ter sua incidência mais intensa pela proximidade com o meio dia, nos levando a deslocar para a sombra e comermos algumas coisas. Havia preparado um chá de ervas calmantes e alguns bolinhos de alho poró que eu amava. Era um alimento leve, bom para o momento e para conseguirmos continuar sem problemas enquanto eu apoiava minhas costas em uma árvore.

Entre algumas conversas perdidas conecta-se dentro dos assuntos uma curiosidade que parte de mim e conecta-se a garota, não sendo dela tão conhecido a respeito de coisas do local da vila em si e suas informações. Terminando o breve piquenique e já estando o sol mais tranquilo, caminhando ao entardecer, saindo dali nós para a biblioteca. Continuar os estudos e trocas de informação poderia ser divertido e agregador para nós. Normalmente eu não aceitaria ajuda, mas a garota estava apressada e era forte o bastante para empurrar a cadeira mesmo com todo peso dividido entre eu, areia e objeto.

O vento em meu rosto e as mãos no colo sem esforço, enquanto ela empurrava sorrindo e fazendo graça. Eu estava me divertindo e minha mente estava limpa depois de muito tempo. No fim descobri que era ótimo ter uma irmã, mesmo que filha de um pai que eu nunca conheci. O gostinho de apreço e companheirismo, e, principalmente o sentimento de identificação não tinham preço. Na verdade ela também nunca conheceu o bastardo que as abandonou e sumiu no mundo. Para ela ainda Klotz, outro irmão que conheceu estaria sumido, deve ser de família.

Chegando no local, me direciono a uma mesa vazia, a mesma senta ao meu lado e começamos a folhear as páginas de alguns livros. No que trata-se da garota, apesar do entusiasmo inicial ela logo se encontra bastante entediada e isto me tira alguns sorrisos. Eu por outro lado sigo fascinada com coisas que eu não sabia do meu próprio país, clãs que lutam em conjunto com animais que os acompanham desde a infância ou outros olhos com habilidades bem parecidas. Sobre minha própria areia há formas muito interessantes similares de uso, me pergunto se é possível para mim também fazê-la.

Algumas horas se passam e Mura começa a murmurar que quer ir embora. O céu do lado de fora está escuro e a noite já se faz, de modo que eu concordo que poderíamos ir. Ela faz um convite inusitado entretanto, para irmos a algum lugar mais festivo, beber um pouco antes de encerrar o dia e eu não vejo problema apesar de tudo. Ela era de maior, então, era mais fácil para ela que comprasse as coisas se fôssemos a um local mais certinho e dentro das regras.

Assim o fazemos, ela compra algumas bebidas, doces para mim como eu prefiro consumir, e sentamos em uma mesa mais afastada sem visão para o balcão. Sendo encoberta por uma pista de dança onde algumas pessoas bailam alegre com a noite e algumas luzes em chamas decorando o ambiente que fica a meia luz. O sabor do álcool ainda me é um pouco estranho, sendo no máximo a quinta vez que bebo tal, mas, não posso dizer que desgosto da leveza no ar após umas duas garrafas.

Para minha surpresa Lilith logo está enroscada em uma garota próxima, e, também é desta forma que descobri os gostos sexuais da morena. Ao lado, uma garota de olhos alvos e fios negros que estava acompanhando a que agora está atracada em minha irmã me chama atenção por ser razoavelmente bonita. Mais ainda por começar a caminhar em minha direção enquanto a olho desconfiada. - Reparei no seu olhar, acho que não temos que só assistir não é!? Um misto de timidez e rebeldia tomam conta, e, calada a vejo subir em minha cadeira colocando as pernas nos espaços de minha cadeira e encaixando sua cintura na minha enquanto tomava meu pescoço em seus braços e o gosto de cereja de sua bebida anterior se tornava evidente no entrelaçar de nossas línguas. Meu primeiro beijo tinha gosto de álcool e aventura e espaço para reconhecer os famosos olhos na vila, o qual também demos uma estudada antes.

O mundo é um lugar amplo e há muito para conhecer, deitando minha cabeça sobre o travesseiro e fitando o teto que gira um pouco, sinto que dei passos na direção de conhecer mais dele e diariamente continuarei o fazendo. Tudo que possa ser útil para que eu seja de ajuda se necessário. Deslizo os dedos pelos meus lábios, antes de enfim apagar e dormir. Eram boas as novas aventuras e sensações.



Data:

-1303 palavras
- Filler para conseguir virtude "Sábio"
200/200 - 275/275 3000/3000 0/2
Mission:

A procura
Descrição: Recentemente um estudante da Acadêmia Ninja sumiu, sua missão é encontrá-lo e trazê-lo de volta a vila.
Rank: D

Weapons:
Kunais: 5/5
Shuriken: 3/3
Hikaridama:3/3
Kemuridama: 2/2
Kibaku Fuda: 3/12
Fios de Aço: 2/10m
Makibishi: 2/10

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Accel
Espécie: Comum
Rank: C
Descrição: Uma cadeira de rodas com um compartimento de areia simples para usos do Jiton de sua portadora, além de, é claro, ser seu meio de transporte em função de sua deficiência. É uma cadeira de visual bem simples, rodas grandes e pretas com a maioria de sua extensão com alguns detalhes em vermelho.
Habilidades/Mecanismos: Compartimento 3000 Un de Areia

Skills:



The Sand Girl
But there's a hope that's waiting for you in the dark

You should know you're beautiful just the way you are

And you don't have to change a thing, the world could change its heart

No scars to your beautiful, we're stars and we're beautiful





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Platão
Chūnin
Platão
Vilarejo Atual
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Re: [Filler] O que o mundo pode oferecer - 27/3/2019, 14:28

@App. Bela narração!

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[Filler] O que o mundo pode oferecer Giphy
"Peace will never
be won with
violence."
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Edição de Aniversario por Shion e Senko.