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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Vilarejo Atual

[Filler] Onde reside a sabedoria. - 10/2/2019, 16:14


[Filler] Onde reside a sabedoria. VfcgORa
Andara por um vasto caminho rochoso, que obscurecia-se mais a cada passo. Em sua mão, carregava tochas, uma picareta, uma espada e um machado - este último usara para cortar lenha mais recentemente, produzindo carvão vegetal através de uma fornalha dentro de seu laboratório. Além disso, processou aquela madeira para fabricar alguns gravetos para servir como a base da tocha, até que ficou pronta. Pudera então seguir para caverna à dentro, procurando por uma substância valiosa o suficiente para que ficasse rica da noite pro dia. O bater das asas dos morcegos ecoavam, e pareciam ficar cada vez mais próximos. Estaria Morpheusa se aproximando de uma perigosa ravina? As cavernas daquele local eram realmente perigosas, e um precipício poderia dar o fim de sua vida se pisasse no local errado. Suas pupilas estavam tão dilatadas quanto um sonâmbulo que acordara no meio da noite para procurar água. Ela já não sabia mais quanto tempo estaria naquela caverna, procurando pela substância. Até que, de repente, um monstrengo esverdeado surgira a poucos metros de si, encarando-a com sua expressão avassaladora como se quisesse acabar com tudo que ela já tinha conquistado em sua vida. O medo a contaminara, e com ele um frio que inundava sua barriga e atiçava-lhe os músculos para poder correr para o mais longe o possível. E como num esplêndido e dificílimo passe de mágica, o monstro explodiu, levando com ele um considerável pedaço do chão que se deu por uma pequena cratera que veio por derrubar Morpheusa na terrível ravina. Caíra para o vazio; onde a luz já não chegava. Não sabia onde ia parar, mas aquele frio na barriga, como se estivesse sendo atacada por borboletas no estomago, estendeu-se para todo o corpo, como se já estivesse realmente morta. Sentia que estava cada vez mais perto do chão, até que, finalmente, acordou.

Limpando suavemente os seus olhos com as costas de seus punhos, ao mesmo tempo em que sentia o prazer de coçá-los, removera as sujeiras acumuladas por sua glândula lacrimal e deixara o colchão em um só impulso. Não estava verdadeiramente acostumada com um sonho como aquele, por isso tudo que desejava era levantar-se e espreguiçar-se, alongando cada um de seus músculos e nervos, afim de sentir-se minimamente revigorada. Vira que passara a noite toda dentro de seu laboratório, mais uma vez. Para que pudesse sobreviver, mantinha por perto alguns lanches descansados em sua pequena geladeira, um fino colchão no canto da sala junto de fofas almofadas e macios cobertores, e alguns pacotes de doces, guloseimas e salgadinhos para que pudesse encher seu corpo de prazer, assim como seu estômago, tendo posteriormente alguns poucos problemas devido à acne que se alojava, aos poucos e progressivamente, em seu rosto. Não era essencialmente vaidosa, mas tal fato chegava à a incomodar.

Como estariam as pessoas fora do laboratório? Sequer sabia, Morpheusa passara tanto tempo dentro daquele pequeno cubículo de móveis cheirando a madeira antiga, pipetas, frascos, amostras, ratos, entre outros itens, que já não sabia se era dia, ou noite. Era estranho para a jovem cientista, recém descobria a ciência e apaixonara-se tanto para tornar sua vida como base daquilo. Na casa de experimentação ela fazia de tudo: perfumes, pílulas, clonagens, e muitos artefatos ninjas que serviriam para seus combates futuros, e para o bem da ciência e evolução, tanto do mundo como um todo quanto de seu vilarejo, Konoha. Estava agora atordoada por ter desenvolvido dúvidas de como estava o mundo à fora, mas não havia também muito com o que se preocupar; ninguém esperava por ela para as refeições, tampouco precisariam dela para alguma coisa, exceto à mando de superiores, que nesse caso, mandariam alguma carta ou ave junta de um pergaminho. Era também uma pessoa sozinha, sem ter tido alguma base familiar para sua vivência. O mundo ninja foi-lhe útil nesse sentido, por propiciar a ela coisas que jamais tinha visto e alguns laços amigáveis que seriam impossíveis de serem formados senão por tal forma, mas, apesar de tudo, naquele momento, somente as ciências é que lhe faziam-lhe graça. Estava satisfeita com a vida que levava como nunca, assim como obteve absoluta certeza de que seguia o ramo certo.
Estava agora concentrada num novo experimento que envolvia fatores de âmbitos diferentes em sua vida, mas que ainda resguardava dentro de seu coração como uma atividade aprazível: culinária e ciência. Ela deveria sintetizar uma pilula alimentícia que deveria cumprir as funções de ser saborosa e ter um aroma atrativo o bastante para despertar o apetite de qualquer um que estivesse próximo à ela. A garota tentara duas ou três vezes realizar a receita, mas sempre um problema no sabor implicava no experimento, ou vice-versa.
Tentaria adotar um caderno de receitas encontrado nos confins de uma prateleira na biblioteca para fornecer a especiaria correta, mas percebera que faltava um único ingrediente, a Priprioca.

Deveria obtê-la em florestas tropicais, portanto os arredores de Konoha poderia contê-la, visto que têm as características bem parecidas, por conta de seu clima quente e úmido que influência na vegetação. Morpheusa deixara o laboratório e sentiu a luz solar machucar-lhe as retinas, repousar por tanto tempo na estrutura fazia com que houvesse esse choque ao sair. Direcionara-se para o portão leste, buscando precisamente a natureza daquela região por aparentar-se mais com a natureza propícia para achar o ingrediente consagrado. Equipara-se com nada além das próprias mãos e frascos para recolher as possíveis amostras; mas era o suficiente. Sua caçada exigiria conhecimento e técnica, as quais obtivera através do livro que lera ainda enquanto estava no laboratório. O que não imaginava era o quão dificil seria encontrar justamente a planta que precisava. Mas algo viera lhe ajudar: uma mulher de idade avançada vestida com um chapéu de palha e cabelos grisalhos como nuvem. Ela regava algumas plantas no jardim de sua casa quando avistara Morpheusa ficar dezenas de minutos procurando pelo raríssimo vegetal.
— Bom dia, garotinha... o que tanto procura? — Perguntara com sua voz rouca e doce.
— Bom dia... procuro por uma planta um pouco rara. Ela se chama Priprioca. A senhora já ouviu falar? — Respondeu Morpheusa.
— Ora! Mas claro que sim, eu trabalho com flores há tantos anos que você sequer poderia contar nos dedos. Você nunca acharia ela nessa região. Venha comigo — A idosa demonstrava sua sabedoria muito além do que a pequena Morpheusa imaginava. Seguira sem sequer pensar duas vezes, acabando o deslocamento ao chegar nos fundos do jardim da senhora.
— Bem, essa aqui é a planta que você procura. Mas por que quer algo tão raro como esse? Essa plantinha merece todo o cuidado do mundo, viu? — Atenciosa, demonstrava sentir afeto com os vegetais.
— Oh sim, claro. Tenho interesses de produzir pilulas com essa planta — Retorquiu
— Você parece ser uma garota um tanto inteligente. Sabia que meu neto nasceu com uma anomalia? Ele podia produzir plantas através das mãos, e gerar árvores manifestando o próprio chakra... uma Kekkei Genkai.
— Uma... o que? — Morpheusa sabia bastante. Mas seu conhecimento sobre as DNAS era limitado; a idosa sabia muito mais.
— Você não conhece muito sobre as Kekkei Genkais, não é mesmo? Venha para a minha sala, eu vou preparar um chá e te explicarei tudinho... também fiz alguns bolinhos de chuva, mas ninguém os comeu. — Ela morava sozinha, desde a morte de seu neto e a saída dos outros integrantes de sua família para outros locais do mapa. Ela adorava conversar, e o faria com qualquer um que tivesse interesse. A conversa durou não apenas horas, mas dias. Diversas vezes Morpheusa voltara na casa da idosa para saber mais sobre aqueles conhecimentos que não se encontraria em nenhum livro. Com isso, descobrira à respeito de cada uma das características herdadas pelos mais diversos clãs, começando pelo Mokuton, passando pelo Yuki, Nara, Yamanaka, dentre muitos outros. Contara histórias sobre cada ninja pertencente a cada clã, e o básico de cada habilidade, deixando-a com um conhecimento vasto que poderia ser muito útil em sua vida como kunoichi. Agradecera a senhora com um presente: a pilula sintetizada pela planta indicada. Esse químico acabara por ter um efeito único, que poderia ser muito agradável de se consumir por uma pessoa daquela idade. Ela dava disposição, promovido por uma carga de adrenalina sintética que constituía dentro da capsula. Também fornecia apetite, para que mesmo em sua idade, continuasse a se alimentar bem. Aumentava a atenção, a concentração e muitos outros sub-efeitos para contribuir em sua vida como um todo; e tudo isso graças a ela, por ter apresentado a planta à Morpheusa.




Considerações:
Filler para o treinamento da qualidade Sábio (1)
1402 palavras.
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Re: [Filler] Onde reside a sabedoria. - 10/2/2019, 16:34

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.