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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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[ Fillers ] S H I K I - Sab 2 Fev 2019 - 7:03

shiki
O clima frio e de origem chuvosa mantém a terra enlamaçada. É então que as rodas que carregão quase tudo que existe no mundo é atolada, uma parada forçada força todos aqueles que estavam sendo carregados a parar tudo o que fazia, até mesmo os seus pensamentos. - Que merda! - Grita aquele que é responsável por guiar a carroça que guia as outras, bufando e irritado, desce de sua cabine e vai olhar pessoalmente o que é. As quatro rodas tinha afundado quase metade de seu raio, algo que ira dar muito trabalho para desatolar, indo em direção as outras carroças o homem bodejava e amaldiçoava todos os deuses que conhecia, sua frustração era visível por várias cabeças que o observavam por janelas. Outro homem desce de outra carruagem, reclamando da mesma forma, sua aparência era igual ao do primeiro, com exerção de não ter cabelo algum na cabeça. Passam um tempo conversando sobre o que e como fariam para resolver aquele problema, chegando a conclusão que teria que puxar a imensa carroça, mas nem todos os homens seriam capaz de puxá-la com tudo dentro, teria que esvaziar o que fosse menos trabalhoso e só após isso juntar todos aqueles que possuem alguma força para desatolar a carruagem.

Além da que estava atolada havia mais quatro outras atrás dela, dessas começam a sair um grande volume de pessoas, os cochichos e conversas paralelas vão aumentando seu volume até que irrite os dois que estavam a frente, o que estava mais irritado e com menos cabelo vai até esse amontoado de gente e grita: — Atolou pessoal! Vamos ter que esvaziar e puxar da lama. Mas está muito tarde, vão dormir que amanhã faremos isso! — O outro atrás dele continua: — Não se preocupem, vamos chegar lá no prazo! — Aqueles que haviam se silenciado para ouvir o que aqueles dois tinham a falar, voltam a cochichar mais uma vez e o barulho continua até que todos retornam para o lugar de onde saíram. Algumas delas ficam do lado de fora, fazem um buraco no chão e o enchem de carvão, utilizando fósforos acedem uma fogueira, um pequeno grupo fica jogando conversa fora. Aos poucos vai saindo mais pessoas e mais fogueiras vão sendo feitas, alguns indivíduos saem com instrumentos, outros com comida e grades. Os grupos separados começam a se unir, uma pequena bandinha é formada e música alegre é tocada, umas pessoas se afastam do grupo e se isolam no matagal, outras começam a preparar carne e outras comidas para serem aquecida nas fogueira.

Depois que a maioria disposta a sair já estava próximo as fogueiras, sai da última carruagem três pessoas, um casal de mãos dadas e uma criança que corria envolta deles. Todo mundo estava ao lado da primeira carruagem, a distância entre a primeira e a última era relativamente grande, dado o tamanho de cada uma. Levando alguns minutos para os três chegaram lá, no caminho o casal conversava e ria alegremente, o assunto geralmente era sobre a criança que os rodeava, essa que tudo do chão pegava e pulava em toda poça d’água que encontrava, a calça do pequeno ficava encharcada por conta disso. O Pai muito bem-humorado diz pra criança: — Todo mundo vai achar que você mijou na roupa. — Soltava uma gargalhada alta que só parou com uma cotovelada da Mãe. - Vai transtornar o garoto desse jeito! — Dizia ela levemente irritada, mas sem desfazer o sorriso no rosto. Escutando o que os dois falam o pequeno para de correr e fica de frente ao Pai, colocada os dedos indicadores nas bochechas e brandindo um sorriso de ponta a outra do rosto fala: — Não tem problemas, não me importo com o que possam dizer de mim. — O homem leva sua mão a cabeça da criança e a acaricia, pega em sua mão e os três juntos seguem para as fogueiras.

Chegando lá o jovenzinho observa com um olhar maravilhado, todos brincando e dançando, algumas mesas postas para fora serviam tanto guardando comida como também para alguns dançarem em cima. Pessoas já estavam jogadas ao chão bêbadas, as crianças com uma canetinha saiam rabiscando todo mundo que estava desacordado. Ao redor da fogueira alguns assavam marshmallow, um deles deixava passar do ponto de uma forma que o doce derretia e caia no chão, os outros ao arredor gargalham do descuido dele. No meio de uma roda de pessoas anões brigam entre si na lama, as pessoas ao redor deles estão eufóricas, pulando e gritando enquanto seguram dinheiro nas mãos. O homem que guia a primeira carroça tenta a sorte conversando com um cara loiro e incrivelmente alto e forte, os músicos cada vez ficam mais animados e a batida vai acelerando conforme alguns dançarinos em cima da mesa vão se movimentando mais rápido, enquanto algumas mulheres balançavam os quadris, uns homens sapateavam de forma frenética e coordenada. O filho daquele casal em particular observa tudo, encontrando ali uma pluralidade de culturas e nacionalidades, os mais variados tipos de pessoas com gosto e aparência distintas, ignorando qualquer diferença e ponto as imperfeições de lado para simplesmente aproveitarem a companhia um do outro, pois apesar de serem tão diferentes, há algo que uni todos como uma cola, que supera qualquer desavença, o desejo de sobreviver e fazer arte que possuíam em comum. O que deveria ter sido uma noite de descaço se tornou uma verdadeira festa, momento que nunca seria esquecido por SHIKI.

Com o amanhecer alguns ainda estavam acordado bebendo e comento, a grande maioria já tinha ido para os seus aposentos ou estavam caídos ao chão. Mas uma coisa era certo, ninguém estava habilitado o suficiente para desatolar a caroça. O mais irritado dos gêmeos que guiavam os veículos havia dormido a noite toda como uma pedra e ao ver que todos passaram a noite vadiando, fica extremamente irritado e aqueles que tinham condições, acordam com os gritos do homem que emputecido amarra algumas cordas no veículo atolado, demonstrando uma força monstruosa puxa  o transporte desatolando o mesmo sozinho.
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Shiro
Tokubetsu Jonin
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Re: [ Fillers ] S H I K I - Sab 2 Fev 2019 - 13:38

Pega o mijão!!!!!

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.