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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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[Filler] Serena - Dom 27 Jan 2019, 22:00



❝Conhecimento Botânico❞ — Serena Yamanaka
HP: 475 | 475 CH: 500 | 500 ST: 0 | 5
[Filler] Serena Large


A chuva caia lá fora e a pequena Serena sentia-se quente na estufa de seu bisavô, agora sua, enrolada numa manta bebendo um chá de uma receita que tinha tirado de um dos cadernos da sua bisavó, cheirava a terra molhada e o som da chuva batendo no telhado de vidro relaxava-a para mais um dia que seria de jardinagem, mas principalmente de estudo. Na sua frente estava tudo preparado, bem organizado na sua desorganização tinha os materiais e as suas ferramentas para o trabalho que a esperava e de lado no canto da mesa um lápis e um caderno seu, era importante isso para a loira, finalmente sentia-se pronta para adicionar conhecimento seu à vasta herança intelectual que lhe tinham deixado.

Já há uns meses que havia plantado e feito crescer as plantas necessárias para recriar as simples receitas que tinha encontrado, seguindo à letra as anotações de como se cuida de cada uma. A botânica tinha regras simples, mas rigorosas, ciência que parecia magia. Cada planta tinha uma altura especifica para semear, crescer, dar fruto, dar flor, até para quando se devia usar as folhas para algum tipo de aplicação especifica, como era o caso da planta do chá e dos tipos diferentes de chás que existiam.

Serena bebe o resto do liquido no fundo da chávena e revigorada volta a concentrar-se no que tinha que fazer, as plantas que a encaravam tinham acabado de perder a flor, logo era o momento ideal para fazer o transplante para um potinho maior, no topo da página estava o nome cientifico da planta e logo por baixo um desenho que tinha feito da flor quando esta nascera, agora queria fazer um da folha com uma pequena descrição e depois das raízes.

Teve calma desenhando o formato da folha à escala real e depois do lado descrição da cor, apesar de usar aguarelas nas ilustrações, do toque e de outras particularidades, quando estava satisfeita com o resultado era hora de desempotar.

Com uma faca passou em volta para soltar a terra das paredes e facilitar a remoção. Ainda eram demasiado pequenas para irem para o canteiro então preparou um vasinho um pouco maior com terra bem adubada onde, com uma pazinha, fez um buraquinho no meio grande o suficiente para enterrar completamente as raízes. Puxando cuidadosamente tirou a primeira planta e com uma ferramenta parecida com um ancinho mais pequenino tirou a maioria da terra velha que veio presa nas raízes, era importante fazer isso para ter a certeza que toda a raiz conseguia absorver bem os nutrientes na nova terra, com as raízes limpas aproveitou para desenhar no seu caderno, ilustrando a raiz central mais forte e praticamente vertical e depois todas as outras se afastando em várias direções.

Meteu a planta no buraquinho e tapou as raízes com terra nova depois de regar com um pouco de água levou-a até onde ficaria até estar forte o suficiente para ser transplantada para o canteiro. Colocou um pouco mais de chá, que tinha deixado num bule ao lume, na sua chávena e virou a página se preparando para repetir o processo para a próxima planta, era um trabalho entediante e tedioso, mas extremamente necessário. A manutenção das suas plantas era o mais importante, por muito conhecimento que tivesse se não cuidasse da sua estufa de nada a serviria.

Esticou-se a tentar estalar as costas, já estava há muito tempo naquela posição e o cansaço começava a notar-se. Levantou-se e andou pela estufa, estava bem diferente do estado em que estava quando entrou pela primeira vez. As ervas daninhas tinham sido arrancadas para não sufocarem ou roubarem nutrientes das boas e todas as plantas tinham sido podadas para controlar o seu crescimento. Aproveitou que estava ali para apanhar umas folhas que tinham caído ao chão.

Voltou para a sua mesa e olhou o nome escrito no seu caderno, lembrava-se de já ter lido antes noutro lugar, dirigiu-se para a pequena estante onde tinha disposto os cadernos do seu bisavô, passou o dedo levemente na capa até chegar ao que queria e puxando pela lombada tirou o pequeno livro de entre os que o envolviam. Sentou-se no chão à frente da estante e mergulhou no caderno passando as folhas enquanto absorvia o que estava escrito, segundo aquilo era possível criar uma pomada para suavizar as dores de pequenas queimaduras não muito profundas. Olhou a ponta dos dedos onde se tinha queimado quando pegou o bule quente e decidiu experimentar levando o caderno até à mesa deixou-o sobre o outro para não o sujar de terra.

Tirou uma das folhas e cortou-a ao meio como instruído, depois raspou o gel no interior para uma pequena taça que colocou ao lume, enquanto mexia o calor das chamas fazia com o gel ficasse agora líquido, antes de ferver juntou o resto dos ingredientes como a receita pedia e continuou a mexer, depois de desligar o lume, até voltar à consistência anterior e não haver vestígios da mistura, agora era preciso deixar a arrefecer e depois refazer os passos anteriores.

Deitou um pouco mais de chá na sua chávena e enrolou-se de novo na coberta encostada para trás na cadeira enquanto ouvia a chuva, que tinha aumentado bastante, bater nos vidros da estufa. Apesar de não conseguir ouvir, via o vento mover as folhas das árvores do lado de fora, mas protegida e aquecida pelo chá e pelo lume do seu lado Serena sentia-se calma e pronta para continuar o seu trabalho.

Longe do aquecedor a temperatura do ar era fria e logo o preparado onde estava a preparar estava pronto, voltou a pô-lo no lume e mexeu devagar até estar liquido e bem misturado, baixou o lume para não ferver e ficou uns minutos mexendo como se de uma deliciosa refeição se tratasse, quando chegou ao ponto que queria parou e deitou o conteúdo da taça para um pequeno pote onde numa etiqueta escreveu: “Para pequenas queimaduras”

Voltou a olhar os dedos, não lhe doía muito, mas estavam vermelhos e um pouco inchados, porém antes de colocar precisava deixar arrefecer, de novo, então instalou-se na cadeira, pensando que seria bom arranjar um sofá para poder ficar mais confortável em situações destas, e leu o caderno que tinha ido buscar lentamente como se um romance se tratasse saboreando cada pedaço de sabedoria, o seu objetivo não era decorar aquele conhecimento de botânica para já, mas saber que informação tinha e onde a poderia encontrar para no futuro, quem sabe, poder abrir uma farmácia sua de produtos naturais. Ainda não tinha pensado muito nisso, nem nome tinha ainda, talvez o nome de uma flor. As suas preferidas eram a violeta (菫の花 / Sumire), a hortênsia (あじさい / Ajisai) ou a flor do pêssego (モモの花 / Momo no Hana).

Escreveu os três nomes num papel.

菫の花
(Sumire)
あじさい
( Ajisai)
モモの花
(Momo no Hana)

Levantou-o à frente do seu rosto tentando visualizar a sua loja com o seu pequeno nome à entrada. Momo no Hana acabou por riscar, acho que se poderiam focar no pêssego e não na flor e com isso sobraram dois.

菫の花
(Sumire)
あじさい
( Ajisai)
モモの花
(Momo no Hana
)

Fechou os olhos deixando o papel na sua frente e depois abriu rapidamente a sua visão parou instantaneamente no nome do meio, Ajisai, Hortência, então assim seria a pequena placa da sua loja diria あじさい 薬局 ([i]Ajisai Yakkyoku[i]).

Guardou o papel no início do seu caderno e depois lembrou-se da pequena pomada, pegando o potinho analisou a cor do preparado, o cheiro e a consistência, por fim, quando tinha verificado que estava tudo do seu agrado com um dedo da sua mão boa tirou um pouco e passou em movimentos circulares nos dedos queimados da sua outra mão. Tinha uma sensação fresca e a dor que tinha, que era pouca, mesmo assim tinha desaparecido. Satisfeita tomou notas do que tinha aprendido e arrumou o potinho numa das prateleiras, que por enquanto se encontrava vazia.

Esta um passo mais próximo do seu alvo de se tornar uma herbalista importante de Konoha e puder ajudar outros através das suas preciosas flores e plantas. Com aquela sensação de realização saiu da sua estufa e correu para dentro da sua casa para jantar e ir dormir.


Considerações:
Filler + Treino de qualidade
Conhecimento Botânico (1)
Tipo: Treinável.
Descrição: Alguns personagens demonstram conhecimentos sobre botânica que os permitem desenvolver remédios baseados em ervas medicinais.
Bonificações: Permite a criação de medicamentos naturais.
1409/1400 Palavras
Utilizado:
Equipamentos:

Hip-Pouch:
5 Kunais
5 Shurikens
1 Hikaridami
10 Senbon
4 Hyōrōgan
4 Kibaku Fuda
2 Kemuridama

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Clicar no coração para ir para a ficha
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Vilarejo Atual

Re: [Filler] Serena - Dom 27 Jan 2019, 23:20

[Filler] Serena Eu_apr11
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Edição de Aniversario por Shion e Senko.