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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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filller e mais filler by rosa - Sab 26 Jan 2019 - 23:25




" Acorde... ACORDA! Está na hora de levantar!

— Eu não quero, me deixem em paz — a menina estava cansada de ouvir as vozes de suas irmãs em sua cabeça, elas nunca iam embora e nunca deixavam Jade em paz, pedir por paz era  a mesma coisa que pedir que elas saíssem de sua cabeça, ou seja, isso era impossível. A menina não estava conseguindo dormir e seu cérebro pedia para se levantar, de qualquer maneira a ninja virava de posição na cama e ficava observando a janela, encarando-a por um bom tempo.

Jade não podia ouvir nada que a realidade a oferecesse, tudo o que ouvia era fruto da sua cabeça ou imaginação, mas a mesma se negava a escutar as vozes e tentava ignora-las ao máximo, não podia deixar se perder e fazer ser levada pela consciência de suas irmãs. Talvez a garota fosse muita boa para o mundo  e que não precisasse escutar as forças malignas que tanto mudam as pessoas.

Ela podia ouvir vozes mais suaves e gentis, vozes que gostava muito de ouvir, eram as suas irmãs que mais se aproximavam de sua idade, chegavam até conversar enquanto a menina olhava para a paisagem da vila, especificamente as residências de Kumo. Guardava uma foto com a sua mãe de criação na cabeceira da cama, a mulher que restaurou e deu vida a garota cristal. Ela beijava todos os dias depois de acordar esta foto e sorria. — Mãe... — abria um choro, mas cristais não choram, choraria se fosse humana. — Ela não é nossa mãe, sua idiota, essa mulher é tão postiça quanto seu corpo, ela devia ter nos matado. — dizia uma de suas irmãs. A menina se levantava da cama e se olhava no espelho, reparando sempre no seu corpo. — Aberração. — os insultos eram frequentes, mas a menina não se deixava levar, como sempre.

— Você ta tão linda, maninha, não se preocupe. Se cuide. — esta voz lhe trazia uma imensa segurança, a voz da sua irmã mais velha, era ela quem cuidava de todas antes do acidente, mas a menina não lembrava de nada antes do acidente, tinha na cabeça que nasceu como um cristal humanoide.  — O-obrigada. — sem jeito a menina respondia, ela ficava meio sem jeito toda vez que era elogiada por sua irmã que era bem super protetora e demonstrava ser forte. Sair de casa era um problema que  a menina estava combatendo, não queria ser vista por ninguém mas ao mesmo tempo queria explorar a região e a natureza, se vestiu rapidamente e pegou o seu caderno de desenhos e anotações...

Pronta pra sair, a menina pegava uma fruta e por fim saia do recinto.

Vestida com uma manta para que ninguém a repasse se sentia mais confortável e era menos julgada, podia olhar e conhecer cada canto da vila da nuvem, o primeiro passo seria sair do centro e ir vasculhar os arredores, era de extrema importância saber onde a vila era localizada e como era sua natureza, de inicio já percebia o tempo mais úmido e quase não tinha vento naquele dia, o Sol estralava. — o Sol daqui arde e o tempo úmido me fez suar cada vez mais  — colocou seu ponto de vista a calhar. As pessoas eram iguais, aparentemente felizes com seus comércios e o movimento bom para venderem o que quiserem.

A kunoichi buscava por um campo verde, árvores, e nada disso podia ser encontrado com tamanha facilidade, pelo contrário, só encontrava rochas grandes e sem graça. Para onde o verde tinha ido? ela olhava para todos os lados e as cores pasteis e neutras tomavam conta de quase tudo, era como se não tivesse nenhuma vegetação por ali, ela teria que sair da vila pra isso?

Chegou perto dos portões da vila, encontrando dois guardas bem altos barrando a sua passagem. — eu preciso tomar um ar, fresco de preferencia — disse olhando para um dos guardas que percebia a sua aparência cristalina e se surpreendia com tal feição, olhava rapidamente para seu companheiro de trabalho, que por sua vez balançava a cabeça negativamente, e o outro voltava a encarar a menina. — não podemos deixa-la sair da vila, são normas do Tsuchikage e você devia saber disso, agora saia daqui. — disse um dos guardas já se preparando para um possível combate, mas isso não foi necessário. — tudo bem — respondeu abrindo um largo sorriso. Dyani assumindo... com um movimento rápido a menina saltava para trás, mas era interceptada por Jade que, não queria que a irmã se intrometesse. — não! — gritou pra fora, deixando os guardas confusos.

— m-me desculpem... eu-eu vou embora. — disse ela se desculpando do ocorrido. — essa foi por pouco — comentou o guarda com o outro.

A menina ia embora dali, a vila serviria como uma prisão sem nenhuma área verde e deixava-a magoada, ela precisava sentir a grama e tocar nas árvores, mas um dia, um dia, veria a natureza novamente e o único jeito era apreciar a natureza rustica que Kumo oferecia, não tinha cor, não tinha vida. — o que vocês acham daqui meninas? eu achei estranho — comentava Dyani problematizando a vila. — é quente, não gosto — dizia sinceramente Sinna, suspirando.

— deixa a gente brincar Jade, eu e a Ami não brincamos a séculos, queremos brincar! — implorava Tinie.

— ah eu gostei, me parece aceitável — Calice tinha gostado bastante do local, o chão era plano e perfeito para combates de curto alcance e aprimorar suas habilidades como velocidade  e força nas rochas que ali se encontravam, mas para Jade faltava algo. — você se acostuma, ou melhor, nos acostumaremos — disse Alexandria.

— temos o nosso elemento em comum, somos rochas colorida e bem difíceis de se lidar, um arco-iris com infinitas possibilidades, somos suficientes e não precisamos de mais nada, enquanto estivermos umas as outras não precisamos mais de ninguém, corremos perigo em qualquer lugar, por isso que temos que ficar mais forte a cada dia — discursou Alexandria, concluindo seu raciocínio.

—  obrigada — agradeceu a irmã mais novo com um sorriso.

Sentou-se no chão e começou a desenhar o centro comercial de Kumo com rabiscos de lápis de cera que aos poucos ganhava forma e coloração... "

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Re: filller e mais filler by rosa - Dom 27 Jan 2019 - 23:14

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Re: filller e mais filler by rosa - Sab 2 Fev 2019 - 20:00




A menina estava confusa, perdida por completo, não sabia o que estava pensando de verdade ou se era ideias impostas por suas irmãs, só sabia que aquilo que estava se tornando não era ela, era a mistura de todas suas irmãs, cada um tinha o controle dela e nenhuma queria ficar pra trás, era uma verdadeira bagunça, a consciência da menina não estava no lugar e nem domínio sobre o próprio corpo tinha. — só eu vou controlar ela, saiam daqui! — dizia Tinie, tentando botar um controle sobre as outras. — você nem sabe o que esta fazendo garota — as palavras de Sinna deixava Tinie ainda mais nervosa, deixando a rixa ainda mais quente, nem Alexandria era capaz de intrometer-se entre elas.

Sempre que isso acontecia, o corpo da menina entrava em um tipo de colapso, a briga interna interferia muito no corpo da menina e sempre que isso acontecia ela ficava muito mal relação a isso, a menina não sabia o motivo de suas irmãs estarem com ela - conectadas - pela mente, mas logo percebeu que não estavam ligadas só por isso, seu corpo mudava e transformava, numa versão diferente dela e as personalidades podiam se fundirem para se tornarem uma, mas isso quase nunca acontecia. — parem com isso, sou eu quem controlara — sorriu Dyani mostrando sua egocentricidade. — vai nada, só pensa em você, acha que tudo gira a sua volta — voltava a falar Sinna, jogando na cara dela seus defeitos. — você não é perfeita, senhora depressiva — entrava no jogo Dyani, cutucando a ferida de sua irmã. — cala boca! — gritava Sinna, sumindo da cabeça da menina.

— Chega... chega... c-chega — Jade não suportava as vozes, enquanto elas tentavam a qualquer custo fazerem com que dominasse o corpo da kunoichi.

Mesmo a garota pedindo/suplicando para elas pararem, elas não ouviam sequer a irmã e voltavam a perturba-la. — como será ter um corpo que não é meu? — disse Dyani rindo, estava prestes a ter controle do corpo da menina, quando ouviu um barulho estranho vindo de fora da casa, o barulho ficava cada vez mais alto e fazia com que o chão tremesse, chamando a atenção de suas irmãs e deixando Jade ficasse no controle.

De repente tudo parou.

— que? — não entendeu o que estava acontecendo, geralmente quando não estava no controle, não lembrava das coisas que fez com a outra personalidade, ela se sentia perdida, mas ao meio disso, saia para fora da casa para ver do se tratava todo o abalo sísmico. A rua estava destruída e com algumas elevações, tipicamente uma técnica do elemento terra havia sido feita por ali. Surpreendendo a menina uma kunai era jogada em sua direção e sem reação alguma a menina era acertada, mas suas mãos impediam que a kunai acertasse seu coração, deixando uma delas sangrando, o que estava acontecendo?   

— me desculpe garotinha, eu pensei que fosse a polici- — quando menos esperou, uma espada o atravessou por completa, espirrando sangue pra todos os lados, ao fim a espada era retirada do corpo do homem, caindo já sem vida. — precisamos levar você para a enfermaria e depois precisamos de um depoimento seu — dizia o policial, dirigindo a menina a uma mulher que tinha dons medicinais, fazendo com que aquele corte sumisse por completo, depois era levada para depor lá na policia.

Chegando na delegacia da policia, a menina não estava confortável por estar ali, não sabia de nada, a não ser que, suas outras irmãs soubessem de algo. será que foram elas que fizeram isso? não... - a menina não acreditava, não queria. — eu não fiz nada — dizia Sinna. Sinna não era capaz de fazer nada com ninguém, chegava a ameaçar, mas fazer, dificilmente fazia algo de ruim e não concordava com ninguém em relação a isso.

— foram vocês? — perguntava Jade que não era respondida por ninguém.

De cara a cara com um policial e uma mulher, começariam uma serie de perguntas. — você conhecia aquele homem? — essa era a primeira pergunta e a menina já tinha a resposta na ponta da língua. — n-não... — negava com uma certa incerteza no olhar. — o que estava fazendo por lá? — as perguntas continuavam... — eu morro lá — respondia a menina confusa. — na verdade não mora, aquela não era sua casa, você mora a dois quarterões — lhe informavam, a menina ficava mais confusa e sem entender o que tinha acontecido, não se lembrava de nada.

— eu não-me lembro d-d-de nada... — continuava a desmentir, se negava a pensar no pior.

— traga o outro suspeito — disse a policial, e rapidamente um homem entrava na sala, se sentando ao lado da menina.

— eu não fiz nada eu juro, por favor, foi ela — disse o moço colocando a culpa na jovem.

— o que o senhor estava fazendo lá? — o moço era questionado assim como a menina.

— eu sou eletricista e trabalho nas casas dos outros, acordo todos os dias as seis da manhã para trabalhar, mas nesse dia, a senhora Grodz me ligou, dizendo que tinha um pequeno curto circuito na casa dela, e como eu estava sem o que fazer naquela manhã eu aceitei, fui na casa dela e vi que não era um simples problema, os fios elétricos da casa dela estavam com sérios problemas, tinha grandes chances daquilo explodir, então eu desliguei tudo me certificando que não teria um curto ali, a casa ficou toda escura e num comodo da casa eu vi a menina encolhida, eu pensei que fosse filha da senhora Grodz, mas não era — explicava de forma detalhada o homem. — depois que eu desliguei as luzes da casa, eu subi lá em cima para ver a fiação e tinha ratos roendo os fios da casa e alguns deles estavam numa situação bem precária, além de um odor muito forte de fezes e urina, tinha uns ratos também mortos eletrocutados, mas o que me chamava atenção foi que ao perguntar se a moça tinha alguma filha, ela me respondeu que não, ai eu percebi que ela não era filha da srª Grodz — concluiu.

— ele está mentindo... eu matei o verdadeiro eletricista — dizia a menina mudando seu modo por completo e sorrindo no final.

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Re: filller e mais filler by rosa - Dom 3 Fev 2019 - 18:52




A noite perambulando  por seu quarto, a menina lembrava que era sexta feira treze, e nestas datas, suas irmãs tinham o costume de contar histórias assustadoras para a menina, mesmo achando elas bem aterrorizantes ela gostava de ouvir as histórias que suas irmãs lhe contavam, afinal só ouvia histórias nessas datas e raramente brincavam entre si, só brigavam a maior parte do tempo e nesses momentos era de total descontração e esquecer que a menina era uma ninja, elas podiam voltar ao passado e perceber que era muito bom, tendo sorte de Jade ter sobrevivido ao acidente.

— ok, ok, eu começo. — disse Sinna, tendo iniciativa logo de cara para contar a sua história. — em meados do século dezenove, um rapaz chamado Enfroid que sofria de depressão e via sua vida como um verdadeiro nada, não via sentido na vida, não tinha entusiasmo para fazer absolutamente nad- — era interrompida sutilmente por Dyani. — até parece você, haha — descontraiu com uma piadinha de mal gosto. — bem voltando... O rapaz tinha uma filha pequena, uma recém nascida pra falar a verdade, e nesse tempo, ele ficava sozinho com ela enquanto sua esposa e mãe da menina saia todos os dias para trabalhar, ele aproveitava para brincar com a criança. Num certo dia, resolveu levar ela a um parque de diversos, dentro de um carrinho a menina passava pelo parque com o pai empurrando o carrinho para todos os cantos com ela, até que um mágico surgiu a sua frente demonstrando magias fantásticas talvez técnicas ninjas? o rapaz era leigo sobre tal assunto, mas que achava interessante e engraçado ele achava, nessa descontração, quando virou para brincar com sua filha, ela já não estava mais no carrinho, o homem desesperado começou a procurar nos arredores por sua filha e nada, estava desesperado e berrava bastante com as pessoas que estavam próximas a ele, ficava descontrolado, mas o mágico havia uma mala consigo, ele cutucou Enfroid e apontou para a mala, e o cara desesperado abriu ela sem pensar duas vezes, e quando abriu, viu sua filha a salva, o homem não entendia absolutamente nada de como a sua filha foi parar na mala, mas o pessoal que estava assistindo aplaudiu, gostando da magica. — pausou.

— Quando chegou em casa, viu que aquela não era sua filha, era uma boneca bem parecida com sua filha, o cara não acreditou que estava acontecendo aquilo com ele... Bem... Basicamente ele foi colocado em um Genjutsu pelo magico e sua filha foi morta por uma seita de um clã demoníaco, fim.  — concluiu a sua história. — uau que reviravolta — elogiava Dyani, se surpreendendo com o final. — n-nossa — espantava-se Jade, arregalando os olhos. — o que é genjutsu? — indagava a menina inocentemente. — são técnicas que engavam as pessoas através do contato visual, geralmente ilusórias, é preciso de muito cuidado — explicava Alexandria sorrindo. — ah sim, eu acho que entendi... — dizia Jade tentando imaginar como seria técnicas ilusórias.

— Eu tenho uma história muito bem, rsrs — sorria maleficamente Tinie, colocando a mão na boca para abafar o som. — conta logo — impaciente como sempre Sinna. — Essa história eu só contei pra Ami, a história é assim: um casal de idosos moravam numa casa muito assustadora no arredor de Kumo, uma casa velha, de madeira, tudo rangia e fora os insetos e animais como ratos, baratas, lagartixas e guaxinins, eles moravam lá desde seus 20 anos, ninguém ia parar ou chegava perto, diziam que as forças de lá eram negativas e estranhas, mas diziam porque faziam rituais satânicos para continuarem vivos, usavam animais como sacrifícios em busca de alimentar Satan com as almas desses pobres animais, mas certo dia, Jico - um garotinho de dez anos - entrou na casa para procurar sua irmã que havia ido para aquela direção depois de sumir, depois que os dois entravam lá, ninguém os vi, o que levantou suspeita, pois sacrificavam apenas animais e porque teriam raptado essas crianças? eles simplesmente fizeram uma lavagem cerebral nessas crianças, tornando-os como zumbis que comiam o resto do animais da casa, elas fediam como um amontoado de fezes, nem pareciam mais crianças, pareciam como monstros, eles estavam tão estranhos que nem o casal conseguia os deter, foram comidos vivos pelas crianças e lendas dizem que os dois caminham juntos em busca de novas vitimas ao redor de Kumo.  — contava a história. — é-é sér-rio isso? — ficava ainda mais com medo a menina, tremendo por completo. — é claro que não — negava Dyani, apoiando e confortando a garota. 

— bom, para encerrar, eu tenho uma história para contar pra vocês...  Um coelhinho vivia num jardim com outros animais, até que um dia se apaixonou por uma coelha, essa coelha era muito linda, sua pelagem era preta enquanto  a do coelho era totalmente branca, um completava o outro até que os dois tiveram vários coelhinhos brancos com manchinhas pretas, era a coisa mais linda do mundo aquele filhotes, era uma grande família. Os donos dos coelhos resolveram doar estes coelhos para alguns familiares que ficavam contentes e toda vez que se reencontravam ficavam bastante felizes, eles brincavam bastante pelo jardim com os outros animais, a família também tinha uma gata e dois cachorros no quintal, todos brincavam em perfeita harmonia, e as coisas ficavam mais divertidas quando a criança ia brincar com eles, todos eles ficavam felizes e felizes, fim — ficava alegre Ami, contando uma história feliz e alegre. — obrigada por estragar o clima, Ami — estrebuchava Dyani, mas era esperado que Ami falaria uma coisa dessas.

— todos ficaram feliz e eu também, você me alegrou Ami, obrigada — agradecia a menina pela história, que por sinal era bem infantil, a menina era apenas uma criança e histórias felizes a deixavam felizes, mesmo que fossem bem bobas, e principalmente quando envolvia animais ou a natureza, toda vez que Ami falava, Jade sentia uma proximidade muito forte com ela, talvez fosse a irmã com a idade mais semelhante junto de Tinie, mas Tinie era contrário a Ami, deixando o vinculo maior entre as duas.

— acabou as histórias por hoje, vamos dormir... Boa noite. — disse Sinna já demonstrando sono, a história de Ami foi bem entediante para ela. Já era hora da menina ir dormir, precisava descansar depois de um dia longo, teria que fazer missões no dia seguinte...

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Re: filller e mais filler by rosa - Ter 5 Fev 2019 - 11:15

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Re: filller e mais filler by rosa -

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.