Naruto RPG Akatsuki
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Bem-Vindo
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Inverno
O fim da guerra trouxe a paz, junto com a oportunidade das vilas prosperarem e crescerem. O Nascer do Sol se aproxima trazendo uma nova leva de Kages que querem expandir seu território. A primeira reunião dos Senhores Feudais está marcada, onde irão debater o futuro de Otogakure, atual colônia de Kumogakure e palco da última Grande Guerra.
11 DG
ShionFundador do RPG Akatsuki, Shion é responsável por manter o bom funcionamento de todas as áreas do fórum há mais de 10 anos. Completamente apaixonado por RPG e escrever, hoje é o principal responsável pelo desenvolvimento de toda a trama desse universo baseado na arte de Kishimoto.
Shion#7417
AngeAnge, mais conhecida como Angell, é jogadora de RPG narrativo desde 2011. Conheceu e se juntou à comunidade do Akatsuki em fevereiro de 2019, e se tornou parte da administração em outubro do mesmo ano. Hoje, é responsável por desenvolver, balancear, adequar e revisar as regras do sistema, equilibrando-as entre a série e o fórum, além de auxiliar na manutenção das demais áreas deste. Fora do Akatsuki, apaixonada por leitura e escrita, apesar de amante da música, é bacharela e licenciada em Letras.
Angell#3815
SenkoSenko, também jogador de RPG narrativo desde 2011, conheceu o Akatsuki em 2017, mas começou a jogar para valer em 2020, destacando-se pela sua prestatividade e suas habilidades em design e programação. É responsável por ajudar na criação de novos sistemas e regras além de fazer a manutenção do tema do fórum.
BlueJay#0529
BahkoBahko joga fóruns narrativos desde 2010. Após ficar muito tempo sem jogar, voltou em 2020 onde encontrou o Akatsuki. Desde então, vem auxiliando o fórum como Narrador, Moderador e Administrador. Fora do fórum, é estudante de Engenharia Elétrica.
fransudo#7724
AkkeyJogador de RPGs narrativos desde 2012, Akkey (mais conhecido entre os players como Akihito) conheceu o Akatsuki em maio de 2020, encantando-se, acima de tudo, pela comunidade afetuosa e acolhedora formada pelos jogadores do fórum. Atualmente, é responsável por auxiliar no desenvolvimento e adequação das regras e sistemas do RPG, manutenção do tema e design do fórum e gestão da área de avaliação de criações. Fora do universo do Akatsuki, Akihito é graduando em Engenharia da Computação e atua profissionalmente como Desenvolvedor de Software.
wyalves#7702

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Naomi
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A Sobrevivente.. E o Poder da Floresta

Qual seria o significado de carregar o meu sobrenome? Mesmo diante do vislumbre dos meus antepassados, eu não seria capaz de saber exatamente o que significava ser uma Senju antes de finalmente ter a oportunidade de reter-se dentro da minha relevância dentro do mundo. Vários dos meus pensamentos estavam corriqueiramente difusos enquanto eu corria em direção ao vilarejo – e consequentemente pretensiosa a pedir por auxílio naquela situação que se emergira diante dos meus olhos. Eu ainda era uma garota fraca, no final das contas. Não existia em mim a visibilidade de literalmente lidar com aquilo sem que eu obtivesse mais força. Eu mal me equiparava ao poder de um Gennin que estaria próximo a minha idade – e isso consequentemente me informava que eu estava num nível muito inferior aos demais. Sob as pisadas fortes dos galhos de árvore e uma corrida sob os limites do meu corpo, eu tentava a todo custo atravessar aquela floresta com o maior ímpeto que eu conseguia reter naquele momento. Mediante a todos os conflitos que se caíam sobre a minha própria mente e sobre a perspectiva de estar mais uma vez sozinha, rumando para o desconhecido.. E explicitamente sem saber para qual direção ir. Estava andando há algum tempo; não tinha achado visualmente nenhum Shinobi de Konohagakure. Por mais que eu estivesse bem próxima da vila, suficientemente próxima para avistar os prédios de cores tão distintas do meu próprio vilarejo e algumas conjunturas de edifício. Enquanto meu corpo me guiava para uma direção, meus pensamentos me conduziam para a oposta. “Se eu voltar..” Eu cogitei. “Mas.. Eles são tão fortes.. Eu..” Eu aproveitei para dar um suspiro imenso. Conhecida por levar comigo a centralidade do meu clã em decisões e na perseverança.. Eu não estava tão mais equilibrada quanto eu achava que era. Eu não estava mais imersa na própria indiferença.. Eu estava transtornada com minha própria incapacidade de conseguir administrar a minha fraqueza. “Eu.. Não sou capaz.. Me desculpem..” Minhas mãos caíam sobre os meus joelhos. Porque eu.. Havia saído dali? Porque eu havia me afastado do combate? Porque eu não enfrentei o adversário? Porque eu simplesmente optei por fugir e procurar ajuda do que ficar e ajudar os ninjas da minha própria vila? Até mesmo o menor dentre nós havia ficado. E eu havia fugido da minha real responsabilidade como Kunoichi e ninja de Konohagakure. Meus joelhos penderam-se para o chão enquanto que eu mesma tropecei no meu próprio fracasso ali mesmo. Meu corpo desceu sobre a árvore na qual eu me encontrava e aos poucos se colocaram sob o piso, num mar de arvoredos que me rodeavam ali. “Eu.. Fui fraca..” Meu rosto percorreu-se sobre o chão enquanto que eu pensava sobre o porquê de ter recuado. Meus pensamentos não encaixavam-se numa linha de raciocínio comum enquanto que meu corpo se decaiu sob a árvore.. E minhas mãos fixaram-se sob o solo, arrependida de minha própria debilidade. Poucos conseguem admitir as próprias fragilidades.. E suas próprias limitações. A sociedade te pede para que você seja capaz de aguentar toda a pressão que recai em ti. Mas você não é capaz de sustentar toda essa dor. A ganância, o desejo por poder.. Eles são capazes de levar ás pessoas ao máximo de suas condições. Te levar até o seu apogeu psicotécnico. Te enlouquecer. Eu esmaguei os farelos de areia. Meu rosto tremia. Naquela altura, não sabia definir os sentimentos que estava sentindo. Medo. Incapacidade. Raiva. Ingenuidade. Eu sabia que os três estavam mortos. Eu sabia que possivelmente.. Minha corrida apenas foi em vão. Eles haviam decidido ficar, e eu não. Eles provavelmente haviam morrido. Eu não. Eu estava viva. Em troca, eu estava carregando o fardo agora. Eu havia decidido por aquilo, afinal. A decisão de ser fraca. Mas eu não.. Eu não iria mais optar pela fraqueza. Nunca mais.

[RP - Solo] A Sobrevivente Senju Naomi_10

“Shiro.. Katara..” Meu rosto vagueou-se entre os pensamentos, ainda mais de ter lembrado do rosto do garoto de cabelos brancos, mas não o seu nome. A sensação de ter abandonado os ninjas da minha vila era desastrosa. “Isso não terá sido em vão. Não mesmo.” Meu rosto se fragmentara em lágrimas. Puxei uma Kunai da minha mochila. Sob a árvore, risquei-a três vezes. Era tudo o que eu poderia fazer naquele instante. Os três riscos representavam todos os três Gennin’s que eu havia conhecido. Para que eu jamais esquecesse. Toquei minhas mãos sobre ela. As lágrimas continuaram a descer. A percorrer o caminho daquela árvore. Eu cerrei o punho mais uma vez. Tocava-a assiduamente, com intensidade.. E com força. Eu pude sentir.. O meu Chakra se manifestando pela primeira vez de forma distinta, quase que se conectando com a árvore. Meus olhos brilharam. Havia uma conexão ali. Eu me afastei aos poucos, e encarei a árvore com três riscos. Algo me chamava. Meu Chakra se manifestava intensamente. Não era uma simples condução de energia. De alguma forma, eu estava conectada sobre aquele lugar.


Postagem – 1/10. Realizando a Quest Poder da Floresta que requere o mínimo de 200 palavras por postagem.
Palavras - 830/200
 

HP: (500/500) ☉ CH: (500/500) ☉ ST: (00/02) ☉ VEL: (00) ☉ FOR: (00)

Considerações:

→ Velocidade 3 na chegada, basicamente. Sem movimentação excessiva no restante do tópico.  
Bolsa de Armas:

→ Shuriken x6 (06)
→ Kunai x6 (06)
→ Fuuma Shuriken x1 (04)
→ Kemuridama x3 (01)
Jutsus Usados:



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Sentimentos Visíveis

Meu corpo se tencionou para os lados. Algo se manifestava de forma tão intensa. Mexia não só com o meu estado de Chakra, como também com a minha espiritualidade. Havia algo sobre aquela floresta que a tornava incomum.. E diferente. Eu olhei para os três riscos e respirei profundamente, tensa por me lembrar da existência deles – e também por sentir aquela presença ornamentada sobre todo o terreno. Não achara palavras suficientemente boas para que a definisse. Poderia denomina-la de cósmica, por mais que ela transcendesse uma energia mais do que indescritível. Me dava uma sensação de um intenso flúor, não só nos arredores; mas também dentro de mim, internamente. Meu coração palpitava de intensidade; dentro de mim a adrenalina do combate não havia sido dissipada totalmente. Meu rosto se volteou para ambos os lados com uma velocidade imprescindível. Um pouco tanto quanto recuada, na verdade. Um pulo para trás fez com que eu me acuasse para que eu tentasse perceber o que de fato estava se situando sobre mim; me colocando numa posição mais vantajosa para que eu pudesse visualizar com maior precisão o que estava acontecendo. – Isso.. Parece.. Um Chakra.. Uma essência.. Uma força.. -- Eu me coloquei na posição de questionamento. E de medo. Poderia ter sido seguida até ali e inevitavelmente como uma forma de carnificina completa, ser a próxima a ser caçada por quem estivesse a essa altura sobrevivido do campo de treinamento. Mas essa força no entanto não se portara de forma hostil; parecia ser um retalho da mesma essência elemental que eu havia pressentido há momentos atrás. Ela se soerguia sobre toda a área do chão; como a força de um âmago florestal sendo colocado a prova ali, na minha frente. Essa força estava a graus de distância de me dar uma sensação negativa; parecia que me impelia, ao ponto de me engrandecer fisicamente com a mesma. Eu sentia que a conexão me tornara não uma adversária ali, mas sim uma fixa presença entre seu adro de forma mais avassaladora. Com ela, eu pude sentir que havia sim ainda mais forças dentre o intrínseco da floresta. As forças da natureza. Todo o constituinte que se permanecia ali, desde as minimalistas partículas das folhas, o porte majestoso da fauna dentro do matagal e a boscagem que o preenchia. Aliados a isso, seu terreno diluídos em pedregulhos tão desmanchados se borbulhavam para o deleitamento dos meus olhos. Não julguei aquele sentimento como indescritível; pude traduzir em mínimos pensamentos o meu grau de sensibilidade dentro daquela conjuntura. “Parece que.. Eu consigo sentir tudo por perto. Até mesmo..” Contornei minha face para que se direcionasse contra o chão. E cerrei o meu punho. Na medida que eu executei aquele movimento, não se originou nenhum tipo de ação que discorresse em um ato suntuoso ou de imponência. Mas sim, a amostra da minha íntegra ligação com o terreno, como se eu estivesse intimamente integrante dele. “Até mesmo.. O seu interior..” Sob aquela sensação de adorno.. Eu finalmente fui concluindo a minha verdadeira compreensão do cenário ás cercanias. Eu havia me completado de certa forma com o ambiente; nos tornado apenas únicos, numa junção que não envolvia uma mística e sobrenatural energia e nem pormenores. Era simplesmente a construção mais fidedigna do corpo de uma Shinobi sob a natureza. Naquele momento no entanto era impossível que eu não refletisse os mesmos pensamentos que me moldaram a minha vida inteira. Os ensinamentos do meu pai sob as tradições do nosso clã simplesmente elaboravam um significado manifestante dentro de mim. Todas as suas falas.. Construíram-se numa incontestável verdade aos meus olhos.

“Tudo que você me disse, pai.. É verdade?..” Mesmo que o meu progenitor não estivesse ali presente, eu o indagava como se sua própria figura estivesse diante de mim. Era uma forma de apego a ele, de sempre escuta-lo em minha própria mente e de me atentar para o que ele faria em quaisquer situação. Para mim ele não era somente um aspecto familiar; era também um exemplificador natural da conduta de um Shinobi. Em sua ausência, eu me perdia em meus próprios devaneios para que obtivesse respostas.. E soubesse sob qual caminho eu deveria seguir. Os meus pés se estremeceram sob a fixação rochosa do lugar. A sensação que aquela energia me transmitira era gratificante.. Ao ponto de eu começar a me sentir confortável com ela. “Os contos sobre os Shinobis Senju's.. Eram verdadeiros..” Me recordava sobre eles. Descritos razoavelmente por meus próprios pais várias e várias vezes.. Sobre ninjas do meu próprio clã que através de gerações, alcançaram o poder de se conectar com ás florestas e de complementa-las ás suas habilidades. Eu não sabia se eu realmente.. Estava ao ponto de iniciar essa transição. Mas eu sentia uma enorme energia localizada no terreno aprofundando-me. Me deixando mais dispersa com o solo, me tornando ainda mais parte dele. Meus braços se elevaram-se sob a minha perspectiva enquanto que eu sentia que aos poucos a medida que meu movimento se colocara naquela direção, o solo parecia me acompanhar. Não visivelmente.. Mas em seus entornos. Quase como se eu e o elemento Doton estivéssemos nos tornando um só, naquele instante. Seria uma forma de aperfeiçoamento.. Sobre o que estava por vir? Meus sentidos se intensificaram nesse momento. E depois.. Tudo ficou mais lúcido aos meus olhos.  

Postagem – 2/10. Realizando a Quest Poder da Floresta que requere o mínimo de 200 palavras por postagem.
Palavras - 890/500

Adendo:
- Nessa postagem foi realizada o treinamento do segundo elemento: Doton. A exigência é de uma única postagem com no mínimo 300 palavras para que se conclua o treinamento. Por isso essa postagem em si foi contabilizada em 500 palavras como obrigatórias.

[300] (Treino de Doton) + [200] (Palavras obrigatórias) = (500)
 
HP: (500/500) ☉ CH: (500/500) ☉ ST: (00/02) ☉ VEL: (00) ☉ FOR: (00)

Considerações:
→ Velocidade 0.
Bolsa de Armas:
→ Shuriken x6 (06)
→ Kunai x6 (06)
→ Fuuma Shuriken x1 (04)
→ Kemuridama x3 (01)
Jutsus Usados:
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Descobertas

Toda a minha existência estava sendo colocada à prova ali. Eu sempre tive a ciência de que éramos compostos de resíduos da natureza; apesar de sermos plenamente capazes de realizar atos sobre-humanos muitas vezes e nem ao menos notarmos, em muitas ocasiões eu me questionei sobre o do porquê conseguirmos fazer aquilo. Qual era a força existente dentro do nosso organismo.. Capaz de provocar-nos a uma completa histeria, a liberar-nos uma aptidão jamais alcançada pelos homens comuns. Um poder imensurável, não muito raramente que conseguia transcender as barreiras do físico. Éramos compostos de algo bem maior do que o Chakra, em suma maioria; nossas habilidades apenas nos deixavam aptos a realizar atos jamais pensáveis aos seres comuns. Não estávamos presos ao calor da humanidade; com nossos poderes, poderíamos distorcer o universo ao nosso redor. Íamos além da compreensão, beirávamos a onipotência. Nossos corpos poderiam se elevar a velocidades extremas, exercer um nível de força indestrutível. A natureza aos poucos me completava, me eximia de uma enorme sensação de liberdade. Mas também de afeição a ela. Finalmente eu a compreendia um pouco mais. E entendia a conexão.. Mesmo que inicial, ainda em estágio evolutivo.
 
“Será.. Que..” Eu cogitei milhares de pensamentos naquele momento. Mas o que me deixava mais presa era se de fato eu havia me tornado uma das integrantes daquele seleto grupo de ninjas. Os que conseguiam usufruir de um elemento restrito ao nosso clã.. Por dezenas de gerações. Não só o rosto do meu pai se desenhava na minha mente nesse momento. Mas também todos os rostos dos meus familiares e as pessoas com quem eu convivi durante a minha vida inteira. Todos passeavam sob a minha mente naquele momento. Todos aprofundados nas minhas memórias e recordações sobre suas filosofias e seus treinamentos. Meu pai sempre me lembrara do aspecto de um tio dele, chamado Kobayashi, que desde a infância do meu pai pelo qual ele recordara, se inspirara nas lendas precursoras de nossa família para que tentasse replicar o uso do Mokuton e se qualificar como o ancestral mais recente do seu uso, após eras sem que nenhum de nós conseguíssemos o domínio do elemento mais cobiçado pelo mundo Shinobi afora. Pelos relatos do meu pai da qual se perpetuava na minha mente, o homem era fascinado pelo anseio de dominar o elemento; e mesmo tendo se congratulado como um bom Shinobi nos tempos da academia, ainda assim seu desejo pelo aprendizado elemental crescia a cada dia compulsivamente. Um usuário predominantemente forte de Doton, o mesmo se aventurou sobre cavernas rochosas e lugares paradisíacos para que conseguisse construir o elemento em si. Não foram poucas as histórias de viagens que ele me contara sobre este tio; muitas vezes até mesmo aprofundou sob os confins do País do Fogo para que obtivesse alguma espécime de ensinamento milenar e/ou místico sobre o elemento de nossos ancestrais. No entanto, meu pai nunca o vira com maus olhos e nem muito menos fizera pouco caso do desejo do homem; as tantas vezes que citara o nome dele, se colocava numa posição afetuosa e de boas lembranças com o meu tio-avô. Parecia-lhe enxergar como uma figura palpável, com maior apreço e consideração; em meus próprios devaneios cheguei a pensar que talvez Kobayashi fora algum tipo de incentivador ou mestre para o meu próprio pai, na infância. Mesmo colocando a própria vida em risco para que conquistasse o seu objetivo, o homem nunca chegou a alcançar o domínio do elemento, nem mesmo após várias tentativas agregando a todos os âmbitos; a busca pela limpeza espiritual, o equilíbrio físico e a capacidade mental. A lembrança de meu pai fora de uma última viagem de Kobayashi para o País da Terra, detalhando apenas ter conhecido um monge que o ajudaria a destrancar seus cadeados internos e fazê-lo com que alcançasse a onisciência do Mokuton. Depois disso, nunca mais retornara para Konohagakure e nem ao menos se tivera relatos sobre ele, por mais que as buscas de nossa família não tivessem parado até que meu próprio pai se cansasse da procura. A onisciência do Mokuton. Aquelas três palavras nunca haviam saído da mente do meu próprio pai pelo restante dos dias. E também despertaram um lugar em minha memória. Um lugar fixo. O soprar dos ventos me indicou que.. Eu não estava tão sozinha quanto eu pensava.  
 
Postagem – 3/10. Realizando a Quest Poder da Floresta que requere o mínimo de 200 palavras por postagem.
Palavras - 728/200
 
HP: (500/500) ☉ CH: (500/500) ☉ ST: (00/02) ☉ VEL: (00)

Considerações:
→ Velocidade 0.
Bolsa de Armas:
→ Shuriken x6 (06)
→ Kunai x6 (06)
→ Fuuma Shuriken x1 (04)
→ Kemuridama x3 (01)
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Presenças

O silêncio havia sido quebrado repentinamente. Como o tocar dos galhos sob o chão, uma voz se rompeu sob o ambiente e me fragmentou inteira num ar de consternação e de arrepio. “Eu estou aqui..” Ela me informara, com um peso no seu grave que provavelmente significava exaustão. Meu primeiro ato fora de dirigir a atenção dos meus olhos para todos os meus arredores e de segregar um puxão no tecido da minha bolsa; quase como se eu mesma estivesse me preparando uma eventual ocasião aonde eu fora seguida, ou até mesmo que houvessem novos adversários sob espreita. Eu imediatamente me comportei em recuo, olhando para os lados. Até que a mesma voz pesada e cheia de dores avançou em seu diálogo, num tom masculino predominante. “Não se preocupe.. Eu não sou um inimigo ou adversário. Eu nem mesmo.. Estou mais fisicamente, entre os vivos.” Se fora a intenção não me assustar, o efeito havia sido um tanto quanto adverso; agora eu me via numa completa situação eminente de perigo, dado que eu poderia estar dentro de um Genjutsu ou até mesmo de um nível diferenciado de habilidade da qual eu não tinha conhecimento. Eu não deixei de sacar a Kunai em mãos e estava um tanto quanto tanto trêmula por conta dos acontecimentos recentes, mas eu havia feito uma promessa de não recuar, de não ser vulnerável ao medo. Meu corpo obviamente se intensificou numa sensação de combate. Eu não sentia que eu estava em um Genjutsu ou efeito similar, mesmo que eu não tivesse tamanha experiência para perceber se estava em algum; mas ao que tudo indicava, eu conseguia me mover livremente, embora não tenha projetado movimentos bruscos e simplesmente me paralisei em uma única posição. – Não tente me enganar com essa ilusão! -- Eu gritei ao esmo sobre aquela floresta, nervosa. Apesar de compreender os seus conceitos, eu achara temerário o uso de jutsus que precisavam enganar os olhos e iludir o inimigo visualmente; por mais fortes que pudessem ser, ainda assim desmereciam a qualidade técnica de um Shinobi com alucinações e miragens. Uma intensa risada se seguiu sob o fundo, mas não se localizara em nenhuma das quatro direções. Parecia estar imersa, dentro daquela energia física que a floresta havia me proporcionado; esta que aliás não havia se cessado, continuara intensa nos arredores. Cogitei que aquela essência poderia provir do próprio dono da voz, e que ele a estava provocando. Seu riso de deboche fez com que eu depreciasse sua ocultabilidade. “Você precisa se acalmar. Não está mais à beira de um combate. O perigo já passou.” Sua calmaria apesar do fardo da sua voz sobretudo me indicava que era um homem visivelmente mais velho; enquanto eu mesma tomava minhas próprias conclusões sobre o que eu estava ouvindo, ele encaminhou uma tonalidade mais aguda na voz. “Eu entendo o seu medo. Mas não precisa se preocupar. Eu.. Meio que estava esperando que você viesse.” A voz se intensificou. A essa altura, eu estava abismada. E temente pela minha própria integridade física. Se era de fato um inimigo.. Eu teria que me encher de energias de novo e lutar, para que não corresse o risco de fracassar mais uma vez. No entanto, o fato dele me informar que de certa forma estava esperando me contrabalanceou. A árvore na minha frente, riscada três vezes.. Pareceu-me um pouco familiar. Naquela altura, sua voz ressoou sob o ambiente consecutivamente. “Há anos atrás.. Eu também estava um tanto quanto perdido, quando foi a minha vez.” Sua frase me causou questionamentos rápidos. O vento retornou para que causasse uma friagem no local. Eu me virei.

“Sua.. Vez?”

Postagem – 4/10. Realizando a Quest Poder da Floresta que requere o mínimo de 200 palavras por postagem.
Palavras - 605/200
 
HP: (500/500) ☉ CH: (500/500) ☉ ST: (00/02) ☉ VEL: (00) ☉

Considerações:
→ Velocidade 0.
Bolsa de Armas:
→ Shuriken x6 (06)
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Encontro de Gerações

Meus olhos se retorceram-se para a direção da árvore, na qual eu pude enxergar a fisionomia de um homem. Parecendo-se materializar em minha frente lentamente, meu rosto voltou a se contorcer para o lado esquerdo quando eu o enxerguei. Sua posição no arvoredo era diferenciada; estava meio que sentado sobre ele, como se estivesse usando utilizando-se da habilidade básica do Ki Nobori no Shugyō para se manter naquela envergadura, sentado sobre a quina da estrutura. No entanto, aquele detalhe estava longe de ser o mais chamativo aos olhos; haviam-se muitas particularidades contidas na vestimenta do homem. Vestia-se num coro intimista, tomado pela tonalidade do branco e com bordas negras sobre os epicentros de seu corpo. Era alto, sua estatura provavelmente se media quase similarmente ao do meu pai (com 1.87) e apesar de ser encorpado ao ponto de ser um homem grande, não exibia uma musculatura ou traços físicos que o diferenciassem de quaisquer outro homem adulto. Entretanto, o porte notável de seus cabelos, a sua espessura branqueada que provinha num tamanho capaz de chegar ao peitoral e seus traços enrugados denunciavam que o mesmo era experiente; não um homem recém-chegado à fase adulta e nem muito menos com traços razoavelmente juvenis, chegado mais à maturidade do que propriamente ao próprio destempero. Me olhara com uma boa análise, diferenciando meus próprios traços enquanto que eu tentava lê-lo integralmente. Devido a distância entre nós era praticamente impossível definir pormenores tão exatos, mas eu tinha quase certeza que suas pupilas eram branqueadas e que o mesmo retinha-se dentro do seu aspecto facial uma corrente de corda. Ainda assim, era nítido alguns detalhes em suas roupas.. Que foram mais esclarecedores para mim de quem ele se tratava. O símbolo dos Senju's fortemente ornamentado com cores negras na altura da sua imensa túnica. Não se tratara de apenas um vulto ou espírito. Ao menos, transparecia realidade.. Embora eu pudesse ver que seu corpo era basicamente constituído por um fragmento cristalino de predominantes cores brancas. Quase como se ele estivesse.. Sendo projetado para estar ali. O mesmo servia-se de um pequeno apoiador para as mãos e que instintivamente me preencheu a sensação de que de fato, ele não é.. Ou era um homem pleno de suas faculdades físicas. Ele balançou-se de sua posição, enquanto que os ventos ainda inundavam o campo florestal agregado a nossa situação.

[RP - Solo] A Sobrevivente Senju B6204f31c67ecd4337824c2a29567220

“Tive a impressão que.. Eu nunca conseguiria falar com um de vocês de novo.” Ele abriu um sorriso. Meus olhos acompanharam a sua expressão facial e deram-lhe uma nova característica; num corpo mergulhado dentre o álbido e a penugem, ainda assim se enxergava uma figura razoavelmente com traços humanos ao ponto de oferecer-se a uma serie de traquejos. Transparecia um ar de desabituação – e de enclausurado, talvez mediante a conexão física que o mesmo exercia sobre aquela árvore. Suas palavras me tocaram mais profundamente do que eu achei que fosse possível. As marcas da pele daquele homem me indicaram o quão talvez velho longe, embora eu não tivesse nenhuma vontade de questionar sua idade. – Você.. É um Senju? -- No auge da minha inocência eu o perguntara, mesmo estando evidentemente aos meus olhos a simbologia que o mesmo carregara. Ele levantou as mãos, deixando-se livre e sem o apoio que tanto utilizara, que desaparecera sob meus olhos.

– Ao que tudo indica, sim. -- Mais um sorriso se moldou ao rosto do homem, enquanto o mesmo olhou para mim com um tom debochado e sarcástico. Parecia-me que apesar de suas feições serem completamente estranhas a mim, tínhamos traços – distantemente – similares. – Ikkido. Senju Ikkido. É.. Impressionante poder sentir a aura dos vivos novamente. A energia, o Chakra.. -- Neste momento, ele repousou os olhos sobre mim. Meus pés se mantiveram na mesma posição de recuo. Ele moldou mais um riso em seu rosto. – Continua me vendo como um adversário. Não se preocupe.. Eu.. Não estou aqui para te atacar. -- Ele abriu os braços. E então, tudo mudou.


Postagem – 5/10. Realizando a Quest Poder da Floresta que requere o mínimo de 200 palavras por postagem.
Palavras - 668/200


HP: (500/500) ☉ CH: (500/500) ☉ ST: (00/02) ☉ VEL: (00) ☉

Considerações:
→ Velocidade 0.
Bolsa de Armas:
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→ Kunai x6 (06)
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→ Kemuridama x3 (01)
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A Velha Esperança e a Nova Fé

Quando o mesmo ergueu seus próprios braços, eu focalizei as marcas espinhosas e as variadas cicatrizes residentes na região de suas mãos. O homem e sua voz um tanto quanto cansada aparentemente tinham tido motivos para que se exaurissem ao longo de seus dias. “Será que.. É algum tipo de habilidade..?” Cogitei. O mesmo poderia estar sendo o receptor daquela energia ali presente, ou pormenor o principal usufruinte dela. Poderia até mesmo.. Ter me atraído para me atacar ali. “Não.. De alguma forma, somos familiares..” Por mais que o nosso clã tenha se distendido ao longo dos séculos a várias nascentes e adquirido meados de novas filosofias, ainda assim andávamos lado-a-lado com a Vontade do Fogo. Alguns homens impuros e desonestos poderiam ostentar o brasão dos Senju's por algumas oportunidades e literalmente denegrirem a honra do nosso clã, mas isso pendia-se mais raramente através das eras. Éramos adeptos a filosofia dos nossos passados.. E nenhum Senju em tese com boas intenções atacaria o outro. Ao menos, não o homem à minha frente da qual eu imaginara ser um ancestral. Suas mãos se posicionaram apontadas para a direita e para a esquerda e eu pude sentir que a essência que estava ao redor da mata se intensificara com aquele movimento. Quase como se o seu próprio ato fosse o responsável por tal circulação. “Ele é o detentor.. Dessa energia?” Me perguntei por milésimos de segundos. Até que o mesmo nem sequer me deu a chance de confabular minhas próprias teorias. E me construiu uma trajetória de pensamento.

– Eu.. Me mantive preso por muito tempo, Naomi. Me guardando, me recompondo em pequenos retalhos de Chakra.. Para que eu não deixasse de existir. Depois de tudo que aconteceu.. Foi tudo que me restou. -- Ele não especificou em nenhum momento o que aquela frase indicava. Minha sobrancelha se arqueou para o lado enquanto que o mesmo continuou sua frase categórica. – Haverão coisas.. Impossíveis de serem alcançadas ainda por você. Quando se tornar uma Kunoichi com um maior conhecimento.. Compreenderá, talvez, possibilidades que transcendem o nosso mundo físico. Mas.. Ainda reside muita imaturidade em você. Não conseguiria.. Compreender certos assuntos. Não ainda. -- Meus olhos vidraram-se sob o aspecto do homem, desnorteada com algumas informações que certamente eu.. Não tinha a menor cogitação de que pudessem se listar como presentes no universo Shinobi. E nem ao menos poderia dizer que o homem estava incorreto; o quão inumanos poderíamos ser para que transcendêssemos o limite humano? Ao que tudo indicara, eu estava presenciando um feito possível de ter realizado isso. Meu olhar consternado não me deixou com que eu atingisse um grau de assimilação maior do que o necessário ali. Ele me olhou, dono de uma forma mais suavizada na face. – O que tem me “mantido” vivo.. Inacreditavelmente.. É a habilidade que provém do nosso clã. O Mokuton. -- E fora a primeira vez que eu o vi tomar-se num deslocamento mais brusco, da perspectiva do arvoredo. Ele tocou sob a madeira, quase como se o mesmo estivesse fundido a ela. Meu olhar se arregalou na mesma hora. Ikkido Senju estava longe de ser um Shinobi comum. Minha mente foi quase que incitada a um adormecimento temporário. Para desvendar o passado. Para uma autodescoberta. Para uma caminhada silenciosa sobre o nosso passado.


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O Verdadeiro Senju

Fora-se necessário apenas alguns segundos depois do fechamento das minhas pálpebras. Um imenso silêncio se inundou sobre o ambiente ao passo que eu apenas consegui ouvir alguns sons à distância, como se meu próprio corpo separasse-se da minha essência. A energia local no entanto não deixou de existir; estava contínua e ativa sobre todo o agregado, quase como um puxão. Demorou algum tempo para que eu adquirisse uma consciência da onde eu estava. E em qual lugar eu estava. Ao nosso contorno era-se possível visualizar um fundo branqueado mas diminuto o bastante para que Ikkido não ficasse transparente sobre ele; o homem estava a minha frente e também respingava-se sob o mesmo tipo de solo que nos pendia ali. Sobre aquela posição, uma visualização mais evidente ficara sob seus detalhes físicos; o cordão pendurado na altura do pescoço se materializou mais intensamente, além do fato de eu notar que as marcas enrugadas e ás cicatrizes que o mesmo carregara se tornaram mais nítidas; quantos anos aquele homem teria, no entanto, eram indecifráveis a olho nu. As bordas negras em sua roupa eram discrepantes e em si, a espécime de túnica que se utilizara eram diferenciadas de todas as mantas que eu vira em toda minha vida, pelo menos no vestuário dos Senju's. Estávamos apenas nós dois sob aquele panorama, sozinhos sob o fundo branco; o universo ás nossas cercanias não existia por inteiro, apenas uma imensa mancha circular que provavelmente representara o sol naquele posicionamento. Ele havia deixado de lado parcialmente a característica debochada, apesar de ainda demonstrar-se num sorriso bobo. No entanto, sua face aparentava-se num ânimo, algo que até então eu não havia enxergado.

-- Sabe.. É razoavelmente difícil para um Senju conseguir equilibrar a perseverança e a Vontade do Fogo. Todos os nossos ensinamentos são descritos para nós, desde pequenos, que a base da nossa família se baseia nos princípios de uma filosofia. No entanto, o mundo cruel em que um Senju vive não o permite as vezes.. Praticar os atos da filosofia, todo sempre. -- Era como se o mesmo estivesse tentando me transmitir uma instrução de elevação superior. Atenta, apenas acompanhei sua voz enquanto que tampouco me movimentei. Embora fosse um terreno aonde desse a característica de ser circulável, eu não me arriscaria a nenhuma movimentação imprevista ali. – Vivemos em dilemas diariamente, sempre tentando ater-se aos nossos desejos pessoais, ás nossas forças e ás nossas incapacidades. -- Ele deu uma pausa, entretanto.. Me enxergando de forma diferente naquele exato momento. – Sei que você sente uma imensurável dor agora. Sei que você se julga incapaz.. Sei que você está se rebaixando por não ter conseguido, por ter abandonado seus companheiros. -- Ele então se aproximou sobre mim, calmamente. Eu pude ver não só a sua corrente (com o símbolo dos Senju's em seu entorno) pendendo em seus passos como também notar que estávamos num piso úmido; seu andar denunciou pequenas quebras no desenvolvimento da água. Eu subitamente abaixei meus olhos; ele tinha razão. Eu me julgava fraca. Eu me rebaixava a uma elevação inferior por não ter força o suficiente. Seu gibão me denunciou sua chegada sobre meus ombros. Ele me tocara na região, e no mesmo instante eu pude sentir que ele era sim.. Humano. Pelo menos ali. Ele fez com que meu olhar pendesse para ele naquela hora. Um lance de visão me fez com que eu enxergasse características similares ao meu pai nele. Nos seus traços, residia uma alma Senju adormecida.

– Mas você não é. Não deixem que te inferiorizem, que te rebaixem.. Não deixem que haja dúvidas sobre a sua capacidade, sobre o que você representa. Você é uma Senju que carrega consigo os traços milenares de nossa família. Em suas veias, corre a Vontade do Fogo, ungida por gerações atrás de ninjas com dons espetaculares. Sob seus braços, se constroem as nossas principais filosofias. A esquerda pende para a justiça, e a direita para a perseverança. -- Nesse momento, ele levantou o dedo indicador e colocou sob a minha testa, tocando no protetor vermelho que havia ali. – E aqui, criança.. Existe algo que você aos poucos compreenderá que é muito maior do que os dois. O sentimento do ódio pode te chamar para que você clame por justiça, o sentimento da raiva pode te tornar mais perseverante do que você imagina.. Mas a ingenuidade que você carrega, a inocência não te permitirão que você avance na busca pelo ódio. Não se permita quebrar seu próprio paradigma. Não se transforme na impureza; não almeje o poder mais do que a paz. -- Ikkido pareceu incisivo naquela frase. Aquelas palavras.. Meio que fizeram com que eu me dispersasse numa completa surpresa. As impressões iniciais foram apagadas totalmente. Ikkido.. Não era um homem sujeito ao deboche ou a ironia. Ele era um verdadeiro precursor dos valores do meu clã. Ele era o verdadeiro Senju.


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Palavras e Sonhos

As palavras que Ikkido me teceu naquele momento me fizeram.. Com que eu oscilasse. Eu estava acostumada ao fardo, com a pressão familiar das quais era impossível fugir ou abdicar-se. Um Senju lidara não só com as vantagens que o mesmo carregara, como também com as responsabilidades que seu sobrenome ostentara. Era predito que os ninjas de nosso clã obtinham-se de habilidades majoritariamente distintas; longe de outras habilidades provindas de clãs em tese, mas fortes o suficiente para que pudessem se equivaler a eles. No entanto, só um Senju poderia habilmente compreender o encargo que se havia ao ter que lidar com tamanho peso hierárquico. E todos os custos que aquilo necessitava. Me borbulhei em lágrimas sinceras – e desabafando o que estava contido dentro de mim há tempos. Mais uma vez, chorando feito uma criança. Havia me permitido chorar poucas oportunidades, mas depois dos sentimentos da qual eu estava carregando, eu tinha que me exaurir e me limpar completamente daquelas dores inseridas na alma. Não eram poucas as vezes que eu havia permanecido sob o campo de treinamento Senju para que aprimorasse minhas próprias artes Shinobis e melhorasse minhas próprias deficiências. O que Ikkido me proferiu ali trouxe todos os dias de esforço e as noites de insônia sob treino à tona novamente, na minha mente. Moldou meu próprio raciocínio para que eu compreendesse o verdadeiro significado do nosso clã. Eu olhei para o homem com uma árdua admiração.
 
– Obrigada pelas palavras.. Ikkido-sama. -- Visualizei o rosto do homem com certa afabilidade, não esboçando mais nenhum tom agressivo ou mesmo nenhum recuo. Ikkido se olhou e se afastou. Cerrou o punho esquerdo, claramente. E tudo começou a se modificar ao nosso redor. Milhares de rostos.. Começaram a surgir simultaneamente sobre o fundo branqueado. Rostos com traços Senju's e que mesmo eu não conhecendo a grande maioria eram identificáveis pela formatura dos traçados. Meu rosto se passageou sob um questionamento até que o mesmo projetasse suas palavras. – Por gerações, nós Senju's carregamos a responsabilidade de delinearmos nossas habilidades sobre o elemento Mokuton. Caminhamos lado-a-lado com um dos elementos da natureza mais poderosos. Mas também mais.. Diversificados. O elemento não envolve só a madeira em si. Está longe de ser somente isso. O Mokuton.. É muito mais do que isso. -- Ele aos poucos estendeu as próprias mãos. E toda a visão que eu tive se abrira. Me fazendo com que eu retornasse ao meu ponto inicial.
 
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Florescer

A realidade voltou a ser construir sob a nossa volta, com um simples traço. Parecia que o homem tinha criado aquela dimensão paralela ao real para que se demonstrasse apenas uma quantia de rostos em especifico – mas também tecesse palavras razoavelmente trabalhadas para que me apetecessem. O piso úmido deu lugar ao firme terreno sólido e com ele retornou o envolto de plantas e o matagal que constituíam a floresta. Ao voltar, coloquei meus pés firmemente sobre o terreno, quase como uma viagem. Mas que obrigatoriamente me remeteu a vários pensamentos até então. A gravura daqueles rostos, de ambos os gêneros, com várias idades e com várias peculiaridades dentre si em método comparativo, mas todas esboçavam características similares umas ás outras. Quando puxei meu rosto para cima no entanto, Ikkido não estava mais na mesma posição da árvore. Seu corpo com fragmentos cristalinos havia se dissipado para algum lugar. Eu olhei para os lados e depois para a mata que estava nos rodeando ali; puxei a íris castanha para que entreolhasse pelos arvoredos presentes, mas não achara nenhum sinal deste. “Ele não pode ter sido.. Uma simples ilusão.” Me perguntei se eu não estava alucinando; eu havia visualizado o homem de cabelos brancos, e até mais do que isso, eu havia sentido o seu toque sob meus ombros e seu dedo sob o meu protetor de testa. Ele não poderia ser uma simples enganação ocular. Eu girei meu corpo para ambos os lados. Para que achasse-o. Depois disso, passei a me movimentar para que o alcançasse.
 
“Ele.. Não foi uma simples ilusão..” Me recusava a acreditar naquilo.. Enquanto indicava meus passos sob os agregados da floresta. No entanto, com o que me deparei logo após a minha procura foi bem mais do que Ikkido; o mesmo estava sob uma árvore, desta vez na mesma altura que eu. Sua mão se posicionava sobre ela, como se estivesse a sugando ou algum ato similar a aquilo. O arvoredo em si apresentava a mesma essência da qual eu havia pressentido anteriormente. Na verdade, ele chegava a transpirar aquela mesma energia; era possível ver alguma espécime de Chakra a sobressair-se sobre a sua camada enquanto que Ikkido se concentrava o bastante para que mantivesse os olhos fechados. A mão do homem tremera e oscilara; era notório o quão ele parecia estar aos poucos perdendo o cristalino de sua vestimenta e aparentemente se dissipando lentamente. Preocupada, eu o olhava. Abismada. – Ikkido-Sama.. O que está fazendo? -- Mesmo que eu tivesse acabado de conhece-lo em si, eu não poderia desconsidera-lo. O homem carregara o mesmo laço sanguíneo que o meu e ambos éramos – apesar da distância provável entre as gerações – dois Senju's. O mesmo interrompeu aquela espécime de fluxo que havia feito ali e aos poucos me ofereceu mais um sorriso. – Eu.. Peço que me perdoem. Eu me mantive vivo e preso dentro de vocês até o quanto eu consegui, por milhares de anos. Mas tudo o que eu estaria fazendo é sugar a sua energia natural.. E machuca-las. Não se era preciso fazer isso. Por egoísmo meu, eu machuquei a vida contida de vocês. -- Ele parecia estar literalmente se comunicando com as árvores.. Ao passo de que eu não sei se o considerara um homem sábio ou alguém que indubitavelmente havia perdido o discernimento por alguma razão. Ele me estendeu a mão. Eu o olhei. – Mas depois de tanto tempo.. Finalmente.. Um Senju está aqui. Á nossa frente. Preparada para ser o guardião de vocês. Preparada para finalmente.. Dominar o real significado do Mokuton. Uma nova geração estará surgindo. De todos os lugares desse mundo que conhecemos. -- E então, ele pediu para que eu fosse, mais uma vez. Eu o olhei firmemente. E me aproximei. O homem brilhara intensamente nesse momento.
 
 
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A Vontade do Fogo

E quando eu me aproximei sobre ele e toquei-o em sua mão, eu finalmente compreendi a verdade. Toda a verdade que o mesmo estava resguardando dentro de si. Através de décadas confinado em seu próprio ser. Eu vi o homem sorrir mais uma vez. E então descobri todo o seu passado.

O PASSADO DE IKKIDO

“Ikkido Senju. Um dos herdeiros de seu clã em eras que submergiam-se desde os tempos aonde Uchiha Mikoto ainda era o Hokage de Konohagakure. Ao lado de seu irmão mais velho, Yato, eram considerado os prodígios do clã dentro de tempos aonde a aptidão dos ninjas fora diminuindo-se e substancialmente se tornando escassa. Seus níveis técnicos beiravam a excelência e desde cedo foram tidos como Shinobis que teriam um vasto futuro; e as previsões em cima da dupla não estavam incorretas, pois Yato fora o primeiro dos irmãos a demonstrar maestria o suficiente para dominar a habilidade secreta do seu próprio clã, o Mokuton. O irmão mais velho de Ikkido era um prodígio inato, que genuinamente era bem habilidoso; aos doze anos de idade ele havia chegado ao status de Chuunin enquanto que a grande maioria ainda estava se graduando como Gennin. Notavelmente os olhares sob o irmão de Ikkido sempre foram mais discrepantes e o mesmo menino de cabelos brancos teve que buscar seu espaço; por mais talentoso que fora, ainda assim as comparações com seu irmão eram inevitáveis ao ponto de o cercarem por toda sua infância e até mesmo na juventude. Com trabalho e eficiência, no entanto, Ikkido se tornou relevante aos olhos não só dos familiares que enxergavam apenas Yato, mas também um dos promissores Shinobis de Konohagakure. E por mais imprescindível que seja enxergar agora, o mesmo conseguiu usufruir-se do mesmo elemento de natureza avançada. Os dois irmãos utilizaram-se do Mokuton, embora Yato fosse mais talentoso do que o homem na qual partilhara laços de sangue; e isso não só o tornava um ninja com habilidades excepcionais, como também ambiciosas. Quando os confrontos de Konohagakure com os outros vilarejos acabaram intercedendo e se expandindo em consideráveis quantidades, os Senju's não puderam se ausentar de suas próprias obrigações com o vilarejo e participaram da defesa de Konoha contra o ataque de outras três sob o território do País do Fogo. Em uma corrida contra o tempo, os dois homens e mais um grupo de Shinobis fora encarregado de prender os inimigos dentre a área florestal para que não avançassem sobre o vilarejo e as forças militares da aldeia conseguissem defender-se em outros flancos. Predominantemente superiores naquele terreno, Ikkido e seu irmão não contaram que seriam emboscados em sua defesa por divisões especialmente restritas ao uso do Katon; e encurralados numa divisória que existia entre seu esquadrão e o vilarejo, optariam por ter que defender-se daquele ataque em conjunto, dentro daquela floresta. Yato e Ikkido conseguiram fazer com que os adversários travassem sob os esporos do arvoredo, mas não sem antes que a maior parte do grupo, incluso Ikkido, fosse ferido. Dividido entre a tentativa de salvar o seu irmão o mais rápido possível ou de avisar aos superiores sob as ameaças que viriam dali, Yato fundiu o corpo de seu próprio irmão sob a floresta através do seu próprio poder para que garantisse sua sobrevivência através do uso do material da natureza, se apropriando da essência da vida ali contida e aliado a um poderoso fuuinjutsu que não o deixaria ser libertar tão cedo. O irmão mais velho efetuara aquela tentativa para que Ikkido não morresse e o mesmo conseguisse sobreviver; o homem mais novo, inconsciente, não teve poder de decisão sob seu próprio familiar. Yato retornou para o vilarejo e conseguiu comunicar sob o ocorrido. Mas não regressou para buscar o seu próprio irmão. O deixou sob a floresta, fundido entre as árvores e tendo que sobreviver sob a absorção da natureza a cada dia, sem conseguir se libertar do próprio Fuuinjutsu do irmão mais velho. Yato queria ser o único usuário de Mokuton de seu próprio clã.. E a presença de Ikkido o atrapalhara em sua busca por poder. Porquanto a oportunidade de aprisionar Ikkido surgiu, não pensara duas vezes. A ganância pelo poder exclusivo da natureza do clã corrompeu o homem. Ao ponto de moldar seu caráter. Yato queria se tornar o único ninja com o Mokuton para si – e não mediria esforços. Nem mesmo que tivesse que sacrificar o próprio irmão para isso. A guerra terminou depois de um tempo. Para todos, fora explicitado que Ikkido morrera em batalha e que Yato havia sido o grande herói, vivendo como o grande ninja aonde todos admiravam-no por conta de sua habilidade com a madeira. Enclausurado sobre as árvores e sem poder o suficiente para que saísse sem o rompimento daquela sensação da natureza, Ikkido passara mais do que um século enclausurado sobre a floresta, vendo e repercutindo para si mesmo toda a trajetória dos seus familiares e até mesmo sabendo de todo o progresso de sua linha genealógica, mas incapaz de estar dentre eles ou até mesmo de caminhar com o restante dos vivos. Até aquele instante.. Aonde sentiu que a presença de outra pessoa do seu próprio clã estava próxima. Se libertou, então.. Mesmo sabendo que isso significaria morrer. Não havia mais corpo físico, decomposto há dezenas de anos. Tudo o que restara do homem fora seus resíduos de Chakra e a energia que o mesmo removera da natureza. Com tamanha força em seu corpo, conseguia ao menos fingir-se fisicamente nos seus últimos momentos, transparecer um ar de humanidade.. Por mais que estivesse próximo do seu fim. Eu agora entendia o passado do homem. Este era o passado de Ikkido.”
 
 
  – Ikkido-sama.. -- Voltei a repetir o seu nome, num grave aperto de voz. Dessa vez, motivado pelo que eu acabei vendo do passado do homem. E de toda sua trajetória para que o mesmo chegasse ali. Aquela sensação de pesar dentro de mim foi agraciada pelo próprio riso dele, por tão contraditório que fosse sorrir daquela forma ali, sem justificativa alguma para tal. O mesmo seguiu-se apertando a minha mão intensamente, sem a soltar. Eu sentia que seus adornos físicos aos poucos se fragmentavam ainda mais, e que o homem à minha frente iria brevemente sumir aos meus olhos. Segurei minhas lágrimas mesmo que a sensação fosse de dor. Ikkido sorria mesmo que a vida tivesse sido dura consigo. Mesmo que seu próprio irmão.. Tivesse o apunhalado pelas costas. Ikkido sorria. Eu não me contive. Abracei o homem com fúria. Não queria que ele fosse. Minhas lágrimas molharam o que ainda era torneado de vida. O homem tocou meus cabelos castanhos. – Não desperdice suas lágrimas assim, criança. -- Ele deu mais uma risada. Por algum motivo, não se considerara relevante para que despertasse um sentimento tão tristonho. Mas não deixou de me afagar. Como um pai. – Prometa-me. Prometa-me que não irá deixar o poder te corromper. Prometa-me que será justa e benevolente quando o mundo lhe pedir; mas também forte e perseverante quando a vida lhe clamar. -- Eu olhei mais uma vez para as cicatrizes de Ikkido e mesmo num tom choroso na qual eu não abandonara nunca, eu imaginara claramente o motivo de todas elas. Seus dias de esforço e de eficácia tentando se igualar ao irmão que admirara.. Suas dores próprias e incultas de todos os saberes de seus próprios familiares, mais preocupados a preferenciar o mais velho. Sob um aceno de cabeça e uma voz chorosa, eu solucei. – Sim.. Ikkido-sama. Mas por favor.. Não se vá. Eu vou arranjar alguma forma de te curar.. -- Eu era decisiva e firme; deveria haver uma forma de mantê-lo vivo através de alguma habilidade, mesmo que eu não fizesse ideia de qual. Não era possível que após anos de dor ele simplesmente tivesse que ir. Ele acariciou os meus cabelos mais uma vez. Deu um sorriso.

– Por mais que hajam formas, Naomi.. Você aprenderá que apesar da natureza poder nos dar vida, nós não devemos rouba-la para si mesmos. -- E nesse momento, ele segurou a minha mão esquerda. – E você ainda não me prometeu o que eu pedi. Prometa-me. Não deixará o ódio e a raiva te dominarem. O seu desejo por paz é muito mais forte do que você pensa. -- Ele me olhou, convicto do que dizia em seus próprios olhos. Pareceu executar um selo com a outra mão livre, enquanto eu bambeava o meu próprio rosto e tentava olha-lo. Sentia que seu corpo enfim estava tomando um ar longínquo; os fragmentos branqueados de suas pernas se fragmentaram em pedaços aos poucos. – Eu.. Prometo.. -- Numa voz falhada e trêmula, eu dizia aquilo. De alguma forma, esperava que aquilo não fizesse o homem partir; por mais que eu estivesse tentando me moldar emocionalmente para tal. Pela última vez, eu vi o sorriso de Ikkido sob minha face. A altura do seu estômago e meados do seu peito estavam se dispersando em pequenas manchas cristalinas. O mesmo terminou de executar o selo sob mim, mesmo que eu desconhecesse a origem daquela execução. – Nunca desista do que você acredita. Você é mais forte do que qualquer um que duvide de você. -- Sorriu. Não jazia-se a menor ideia de quem ele estava se referindo em sua última frase. Eu iria responde-lo. Mas senti que o mesmo tocara meu protetor de testa mais uma vez. – Cuide-se, criança. -- E subitamente, eu tentara encostar nele de novo; mas tudo o que pude tocar fora apenas pingos cristalinos, pontos brancos que não conseguiriam ser tocados fisicamente, se contorcendo sobre um sopro da qual aparentemente varria a sua existência. Minha mão encheu-se do vazio enquanto que meu rosto estava consternado. Meu corpo se estendeu sobre o arvoredo.
 
Eu.. Não sabia como prosseguir depois disso tudo. Puxei a minha bolsa e aos poucos comecei a andar na direção de Konohagakure. Impactada com toda aquela situação.. E perplexa sobre todo aquele acontecimento.. Ao ponto de não conseguir raciocinar direito. Konohagakure não parecia distante.. Eu aos poucos andei sem olhar para trás. “Ikkido-Sama..” Eu limpei as lágrimas de choro, que me mostravam que não era irreal a dor que eu sentira ao lado daquele homem. Aquela experiência havia sido.. Totalmente real. Eu pude sentir. Eu pude tocar o seu corpo. Eu.. Sabia quem era Ikkido. E sabia o que havia prometido a ele. Andei.. Para Konohagakure. Com meu coração batendo forte. E chorosa. Mas limpara as minhas lágrimas. Aos poucos, pude ver que o caminho se tornara mais denso e com menos árvores sob a minha frente. Eu havia voltado para casa.. Embora não da forma como eu gostaria. Sob a perspectiva da floresta, haviam-se os três riscos que eu havia feito sobre a árvore. E sob o pé dela, um cordão com o símbolo dos Senju's. A Vontade do Fogo viveria para sempre naquela floresta, eterna.  
 
 Status do RP - Completo


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