Naruto RPG
Akatsuki
A doce melodia dos ventos atravessando o deserto não era mais querida por absolutamente ninguém. Ele sabia muito bem disso, por mais que odiasse o fato. Concordava que sua vila estava morta há muitos anos, entendia que seu povo sofrera, e, mesmo assim, não entendia como. Parecia um absurdo sem precedentes como uma vila tão renomada como Sunagakure no Sato, organizador do primeiro Chunin Shiken mundial desde a formação das novas nações, havia sido destruída, afundada nos seus próprios desertos, graças a uma única entidade chamada Okina. Mas isso aconteceu. Muitas pessoas inocentes morreram, muitas fugiram, e os vastos desertos dentro de Kaze no Kuni tornaram-se morada de aldeias e mercenários, todos tentando sobreviver na jornada. Muitos ficavam nos arredores com esperança do retorno da gloriosa Sunagakure no Sato, outros porque não eram aceitos em outros lugares e, alguns ainda não tentavam, pois tinham idosos e doentes consigo. Um verdadeiro caos. A economia despencou; começaram os gastos com população, poucos impostos recebidos e mais gastos com mercenários contra outros mercenários. Acreditava que a iniciativa destrutiva de Okina não visava aquelas consequências, mas eram reais e ele precisava enfrentá-las.
Ano: 66DG
Estação: Inverno
Episódio: OFF.
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[Treinamento de Atributo] Um mistério escondido

[Treinamento de Atributo] Um mistério escondido em 31/12/2018, 10:50



❝Coff Coff❞ — Serena Yamanaka
HP: 225 | 225  CH: 215 | 225 ST: 0 | 3
[Treinamento de Atributo] Um mistério escondido KyyVWji

Serena suspira e volta a tossir, pela quadragésima quinta vez, estava a arrumar o sótão da sua casa, onde já tinham vivido 5 gerações da sua família, parecia que o ar ficava cada vez mais pesado e a luz cada vez menor.

Puxa outra caixa soprando o pó que estava no topo e tosse, quadragésima sexta, com outro suspiro abre para se deparar com um conjunto de acessórios para a casa de banho... Nesta altura já nada a espantava. Um a um mete os objetos na cesta para doar ou para o lixo. Estava a dividir tudo em três cestas, coisas uteis ou para guardar, coisas para doar e coisas para o lixo.

-Pai a cesta para o lixo está cheia.- Chama e pouco depois aparece a cabeça sorridente do seu pai no buraco no chão, Serena revira os olhos já alcançando a próxima caixa.

Esta caixa era pesada e tinha algo escrito de lado virando-a para a única janela, o único raio de luz, lê o nome do seu bisavô materno, isso aguça a sua curiosidade e sentada no chão com a caixa no meio das pernas abre encontrando bem organizados vários cadernos.

O primeiro tinha uma capa verde seca e organizadamente entre desenhos e colagens de flores secas alfabeticamente tinha descrições das mesmas, tanto fisicamente como as suas propriedades, os dois seguintes cadernos da mesma cor tinham o restante alfabeto das flores. A Yamanaka lê cada um pousando do seu lado, a seguir um caderno mais grosso vermelho escrito com a mesma letra organizada e direita listava várias receitas divididas em secções, todas as com flores como parte integrante. O caderno seguinte tinha uma capa gasta parecia um diário de pesquisa, mas muito desorganizado com uma letra completamente diferente do que tinha visto, reconhecia algumas receitas que tinha lido, mas antes da versão final com medidas rasuradas e escritas por cima.

Tinha na sua mão naquele momento o primeiro esboço daqueles produtos finais, e passou cada página deliciando-se com os comentários bem humorados e notas fora de contexto que o seu bisavô tinha escrito, ainda via um caderno no fundo para além de vários utensílios que deduzia terem participado de alguma maneira nas experiências, tirou o ultimo caderno e arrumou cuidadosamente os outros de novo na caixa, queria levar para o seu quarto e explorar melhor depois.
Ao abrir o último caderno uma folha voa caindo no chão chamando à sua atenção.

"Que homem consegue levantar um cavalo e uma torre?"

Parecia um enigma, então lembrou-se das histórias que a sua mãe contava das caças ao tesouro que o seu avô organizava para ela, então decide tentar resolver. Levantar um cavalo e uma torre... Um homem poderia levantar um cavalo facilmente se este fosse pequeno, então a resposta poderia ser alguém que trabalhava com animais, por exemplo um veterinário, mas a torre não encaixava, mesmo sendo pequena, levantar uma torre seria praticamente impossível considerando que estariam agarradas ao chão. A resposta não poderia ser literal.

Ficou um tempo a pensar e depois lembrou-se de algo que tinha arrumado ainda naquele dia, um tabuleiro de xadrez, têm peças de cavalo e de torre, o homem que seria capaz de levantar a torre e o cavalo seria o jogador de xadrez, então no conjunto antigo que tinha deixado na cesta para doar procurou um compartimento no tabuleiro ou alguma indicação da próxima pista, mas nada, nem mesmo nos quatro cavalos ou nas quatro torres, sentia-se derrotada, então algo fez sentido na sua mente, na verdade o jogador seria o rei e abanando um dos reis sentiu algo lá dentro e desenroscando a base tirou outro papel.

"Numa sala escura está uma vela, uma lamparina e um lampião a querosene. No teu bolso está uma caixa com um só fosforo. O que acendes primeiro?"

O papel tinha um leve, mas agradável cheiro a limão. Ficou pensativa, a vela daria menos luz que a lamparina que por sua vez dava menos luz que o lampião, mas seria útil acender primeiro a vela para acender o lampião uma vez que só existia um fósforo, mas no momento que pensou essa palavra percebeu a rasteira no enigma e riu da geniosidade do seu bisavô. Para acender o que quer que fosse era preciso primeiro acender o fósforo então essa seria a resposta. Sentia-se bastante orgulhosa de si mesma por ter demorado menos tempo a descobrir aquilo, até perceber que não fazia a menor ideia do que fazer com aquela informação.
Um fósforo, sabia que precisava de um, mas não sabia o que fazer com ele. Não fazia sentido acender nada, tinha que haver mais alguma coisa em relação a isso. Levou o papel ao nariz, o cheiro a limão lembrava-a de uma limonada acabada de fazer numa tarde de limão. Fechou os olhos por um momento só a aproveitar enquanto pensava, e se o cheiro de limões não fosse acidental? Fazia sentido, tinta invisível, a única coisa que precisava era de um pouco de sumo de limão, que depois de seco num papel, só voltava a aparecer depois de aquecido.

-Mãe preciso de fósforos.- Fala alto para a ouvirem e depois percebe a confusão da sua mãe. - Por favor.- Passado um pouco uma caixa aparece com um aviso de não queimes nada.

Passando um fósforo aceso por baixo do papel outra mensagem aparece.

"O que é que não tapa, nem morde, mas também não deixa entrar?"

Aquele enigma apanhou-a desprevenida, julgava mesmo que tinha acabado. A resposta devia ter haver com a chave e fazia sentido, uma fechadura não tapa como a porta, nem morde como um cão de guarda, mas impede a entrada. O problema era qual fechadura?

Decidiu ler o caderno não fosse faltar alguma pista. Passou rapidamente os olhos e percebeu que era um diário pessoal, falavam da sua mulher que tinha passado a limpo as suas notas nos primeiros cadernos, que explicava a diferença na organização e na letra, falava também do seu dia a dia, dos filhos que tiveram e até mesmo os netos, que era a sua mãe e os seus tios. No meio das notas percebeu que existia um cofre na estufa de vidro que tinham no quintal onde o seu bisavô fazia a sua pesquisa. O desenho que tinha feito do tal cofre correspondia com a chave e apesar de lá ir poucas vezes lembra-se de o ter visto lá.

Então saindo correndo do sótão chegou ao quintal e depois com toda a pompa e circunstância entrou na estufa. Parecia que tinha sido transportada para um mundo de fantasia, mesmo as plantas estando desleixadas, na parte de trás depois de umas escadas uma zona tinha todo o local de trabalho do seu bisavô e debaixo da mesa o cofre.

Agora já não tinha a mesma sensação só a curiosidade ardente por de trás de toda aquela caça ao tesouro. Ao abrir encontrou outro caderno na capa dizia Hana Ninpou.


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Re: [Treinamento de Atributo] Um mistério escondido em 31/12/2018, 11:26

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