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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Vilarejo Atual

[Filler - Troca de Clã] Evolua - 15/12/2018, 00:23



HP: 975/975 | CH: 975/975 | ST: 05/05
Depois de ter concluído mais um treinamento, a porta do templo em sua residência se abria lentamente permitindo a retirada imediata de Amargo e o desmaio, consequência de um treinamento pesado com seu pai. Era consumido pela fome, sensação de sede e um cansaço mental que o atormentava por dias. Já havia se passado muito tempo desde o seu treinamento com Kaya, a membro do clã Inuzuka, mas ainda lembrava dela com carinho. Amargo gastava suas energias saindo em missões e outras tarefas correlatas... Coisas relevantes a sua sobrevivência e crescimento como um shinobi de Kumogakure no Sato.

Após tratar de suas necessidades, revigorado, procurou realizar um passeio pela geografia da região, tentando descobrir novos estabelecimentos, pessoas ou qualquer outro detalhe que outrora deixara passar despercebido por perto. De longe, Azashiro prestava atenção, sabia que algo preocupava o seu garoto. Amargo repassava as cenas do treinamento com Kaya repetidamente em seu subconsciente e a cada repetição forçada reforçava cada vez mais a competência da Inuzuka que havia saído vitoriosa do treinamento, no entanto, o que chamava mais atenção nos últimos dias de Amargo era a relutância do por que não havia conseguido mostrar suas habilidades. Passou toda a série de treino utilizando sua pericia em Shurikenjutsu e morde e assopras que sabia que seria inútil em missões de maiores nível, inclusive agora que havia se graduado como chunin, enquanto sua parceira mostrava uma eximia sinergia com seu Cãolega. Precisaria estar completo e seguro de sua capacidade para dar continuidade a essa próxima etapa de sua vida. As ruas estavam um pouco movimentadas, pessoas andando para lá e para cá com seus filhos, com seus amantes ou amigos. Amargo se sentou com sua toalha branca em volta de seu pescoço num banco de madeira próximo enquanto analisava a multidão e refletia sobre o sonho de antes.


"Conhece a si mesmo?" O que aquilo queria dizer? Amargo tinha total convicção de quem era e não precisava que uma alucinação qualquer durante um sonho o dissesse que desconhecia a si mesmo. Toda essa cadeia de pensamentos foi quebrada com a chegada de um ser quase imperceptível pelo Kumonin, olhando para o mesmo notou que era Azashiro, seu velho, com um pequeno livro em mãos enquanto tinha os olhos a correr rapidamente pelo mesmo ao que parecia ser uma velocidade incrível de leitura que chegava a fazer duvidar se este estava lendo mesmo ou se estava apenas fingindo para com a intenção de o espionar.

– O que está fazendo? Deu para me proteger depois de grande, velhote? Relaxe. Estou só matando aquilo que estava me matando, o tempo. – Indagou o Kumonin. – Oi! Ah, isto?! Só estou lendo uma história... – Respondeu, acompanhando Amargo em sentar no mesmo banco. – O que fala o livro? – Retribuiu. – Apenas um casal e seu filho numa estrada, onde veem o seu destino a menos de um palmo de distância, em um segundo eles estariam em seu destino, no outro, mortos. – Que tipo de história era aquela? Algo tão triste e profundo como isso não merecia ser chamado de obra literária, mas, analisando quem estava a ler era justificável.

"Conhece a si mesmo, garoto." Soou em sua mente a mesma voz de antes, a voz do sonho louco que tivera. Aproximou-se de seu pai e olhou o livro que ele carregava e não tinha sequer uma única letra nele o que despertou ainda mais curiosidade e nessa hora ele apagou. 

Agora estava na cena de modo introspectivo, meramente como um observador, não tinha corpo e nem nada, apenas a visão da cena. Era uma estrada, longa e escura. Barulhos de grilhões ecoavam pela região reverberando o som torturante que era produzido pelos grilhões. Amargo julgava estar no meio da estrada, ao seu lado, uma montanha de terra. "Isso aqui é nocivo para a sociedade." Questionava-se. Do lado esquerdo, uma carruagem com um motorista, um pai, uma mãe e um filho. Do outro lado, o limite de Kumogakure no Sato. A carruagem passava pelo modo introspectivo de Amargo que agora tinha a visão do interior do veiculo. A mãe brincava com o filho, que tinha em seu colo um bonsai e apesar da pouca idade, mostrava eximia habilidade no tratamento daquela planta, sua mão destra era auxiliada por uma tesoura especifica para aquela atividade e ia dando forma ao bonsai... – Veja só, amor, nosso filho tem futuro. 3 anos e já lida com bonsais enquanto seus colegas ainda brincam com bonecos, característica marcante do seu clã... Esse vai ser um excelente Senju. – Orgulhava-se a mulher. O pai, descansando pelos assuntos diplomáticos que cuidaria nas próximas horas, dava uma resposta breve em relação ao que presenciava. – Sim, já mostrou ter talento, lembra aquela vez dele com os primos mais velhos? Enquanto todos em suas graduações como genins, ele um mero intrometido, mostrou-se com muito mais reservas de chakra do que todos os primos. Esse garoto vai ser o futuro do clã Senju. – Acariciava sua cabeça e voltava a fazer silêncio. – Sim, e quando ele se perdeu em um rebanho de porcos espinhos? Por sorte saiu intacto. – Olhou para o lado a mulher e via seu marido apagado no sono. 

A visão aparentemente normal era perturbadora para os olhos de Amargo, que tentava a todo custo fechá-los, entretanto não conseguia. O homem interrompia o seu descanso, olhando diretamente para Amargo com seus olhos astutos e misteriosos, surpreendendo, afinal, como ele sabia que ele estava ali? Estava meramente como um espectador extra corpóreo. Voltando a descansar em seguida. Virando o rosto, olhou para frente da estrada que naquele exato momento estava alinhada com o sol e no céu presente, uma águia a voava por entre as nuvens, a águia executou o seu imponente barulho que ecoou até mesmo dentro da carruagem fazendo com que a mãe interrompesse os ensinamentos ao seu primogênito. – Olha só, filho, uma águia. – Dizia a mulher antes que a carruagem fosse completamente engolida pelo deslizamento da montanha, fazendo com que neste instante, Amargo fosse atraído para a superfície como uma força gravitacional. 

– O que é isso? Não! Isto não está certo! Onde estou? O que é isso? Por que estou assim? Quem sou eu? – Vociferava o garoto, completamente aterrorizado. O tempo correu instantaneamente e Amargo repetia estas perguntas freneticamente para cima dos Jounins responsáveis pela recuperação dos corpos das vitimas, em vão. Reconheceu nesse instante seu sensei, Jin Tsukai, que carregava um saco preto com um corpo dentro e Azashiro, com uma criança no colo com um grave ferimento em seu braço esquerdo.

– Alô? Ei? Está ai?  dizia Azashiro repetidamente a estalar os dedos a alguns centímetros das vistas de Amargo, que rebateu sua mão e se deu conta de que sentado ao seu lado no banco que originou toda essa experiência, olhando o livro dele que agora tinham letras que se revelavam pouco a pouco.  Você não conhece o mundo, Amargo, por isso não enxerga nada aqui. Você esta conosco a uma vida inteira e ainda não conhece a si mesmo e dúvida das suas capacidades. Antes de sair da estrada, deveria conhecer a si próprio.  Proferiu Azashiro.  Aquele casal, aquela criança... São meus pais, sou eu, não é mesmo?  Questionava o membro da família Caramelo.  Sim, aquele foi o acidente que infelizmente motivou a morte de seus pais biológicos, porém, o dia que a família Caramelo recebeu o seu primeiro filho e maior orgulho.  Foi interrompido pelo Kumonin. – Deixe-me em paz! Gritou para seu pai, se afastando alguns metros e mergulhando em seus pensamentos, até ser interrompido por um ataque cardíaco que consumia seu velho. O medo em perder a pessoa mais importante em sua vida o consumiu prontamente, e tomado pela sensação de culpa, socorreu seu pai.  Que tipo de dor esta sentindo, velhote?  Perguntou, aproximando-se do enfermo, o deitando no banco.  Uma dor moderada.  Respondeu Azashiro com dificuldades.  Ok! Por favor, chamem uma ambulância.  Amargo gritava para os transeuntes. Acabara de presenciar a morte de seus pais biológicos e não cogitava perder o adotivo, ainda mais que acreditava fortemente que o ataque havia sido motivado pela sua ação hostil contra o homem que sempre teve as melhores das aspirações para com ele.  Você vai morrer, mas não hoje, velhote, aguente firme.  Dizia.

As sirenes da ambulância foram escutadas ao longo. A equipe médica agiu rapidamente, agradecendo Amargo por ter mantido a calma, o que foi de suma importância para a segurança de Azashiro. A dupla foi junto até o Hospital do Vilarejo. – De agora em diante, nada é acaso, nada é coincidência. Tudo tem um motivo. Deve manter isso em sua mente. Se você hoje está conosco em Kumo, é por que amamos e confiamos em você, use isso ao seu favor. – Encerrou com toda eloquência e emoção possível, os relâmpagos gritavam agora como nunca ao fundo de Kumogakure, como se com um comando eles dançassem em sua volta. Lágrimas caíam dos olhos de Amargo indo para o rosto e se juntando a água da chuva, agora se tornando apenas um fluxo na existência.

[Alguns dias depois]

– Clã Senju? – Aquela pergunta martelava sistematicamente na porta de entrada dos pensamentos de Amargo. As falas de seus pais no ato da descoberta eram remetidas a lembranças anteriores de momentos em que Amargo, de extrema delicadeza, se mostrara com uma reserva de chakra acima do normal. Lembrou-se também de quando teve sua casa invadida que fora-lhe atribuído o selo amaldiçoado, foi apanhado, espancado, e ainda assim se mostrou muito resistente, era como se pudesse apanhar por um dia inteiro e ainda estaria se levantando cada vez mais. – Eu amo minha família, mas também não posso negar quem eu seja, se sou realmente um membro do clã Senju, usarei de todas essas qualidades até então desconhecidas por mim para a minha caminhada shinobi. – Pensava confiante diante das adversidades. 

Coisas:
Considerações:
Aparência: Sua roupa normal consiste em um casaco branco com uma camisa preta por baixo, um cinto marrom, calça igualmente escura, caneleiras de Kumogakure em preto e branco e sandália escura nos pés. Referencia 

Descrição: Filler para troca de clã: Adquirindo Senju.
Equipamentos:
Jutsus Preparados:
Jutsus Utilizados:
Jutsu Inspirado:
Jigyaku no Jutsu 
Rank: A 
Descrição: Esta técnica é usada pelo Anbu para tirar memórias esquecidas. Depois de formar os selos de mão adequadas, o Anbu vai colocar o destino em um estado de hipnose inversa, permitindo-lhes lembrar de detalhes que de outra forma não faria. O alvo irá cumprir com o interrogatório, mas parece reter sua personalidade enquanto sob hipnose. Por exemplo, quando o Anbu usado esta técnica para trazer de volta memórias de Naruto sobre suas conversas com Genno, Naruto foi mais específico sobre o ramen que ele compartilhou com o velho, em vez de suas conversas, que o Anbu estavam perguntando sobre. 

A técnica também foi usada, sem sucesso, por Mitate para tentar inverter a amnésia de Menma. As memórias de Menma finalmente voltou sem o auxílio da técnica de reversão do tempo após o hospital Konoha foi atingido por um raio.

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Vilarejo Atual
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Re: [Filler - Troca de Clã] Evolua - 15/12/2018, 09:18

@Troca Aprovada, sem ganho de Status.

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O sistema me usa e eu uso o sistema.
King Of The Dead - B.B
One Who Has Triumphed Over Adversity
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Edição de Aniversario por Shion e Senko.