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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Inverno

Naomi
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Naomi
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[Filler's] - Naomi - 4/12/2018, 19:20



A ARMA SENJU

(...)

Me delonguei durante dias sobre a esfera de pensamentos com variáveis resoluções e perspectivas. Através deles.. Consegui me reavaliar e pensar sobre toda a minha trajetória desde então. Uma Shinobi tão analítica e especialmente focada para que aprendesse a melhorar. Passei dias e mais dias repaginando os conteúdos descritos pelos instrutores da academia sem sequer pregar os olhos diretamente. A cama parecia que havia se distanciado vagamente dentro daqueles dias. O sentimento alimentado dentro de mim me conduzia cada vez para que eu tentasse me guiar naquela cortina de fumaça que havia se tornado a minha mente em dias tão insanos quanto aqueles. A chuva de Konohagakure nos últimos dias havia se intensificado como nunca anteriormente. Era quase um evento para as crianças e os moradores em geral quando as nuvens se reuniam num entrevero deveras anual e seus pingos de chuva caiam sobre a aldeia. O País do Fogo não era bem conhecido e nem reverenciado pelas suas chuvas constantes e pelo clima úmido. Vivíamos numa oscilação de temperatura na maioria das vezes, é verdade, mas o clima temperado era predominante na maioria do ano do vilarejo e não era raro que na época que se situava o verão o clima subisse gradativamente, tornando o calor sentido ainda maior para os moradores. Dentro daquele dia chuvoso a sede do meu clã se denotava assim como a maioria das outras pelo nítido barulho que exercia sob as crostas do telhado, fragmentadas pelas batidas dos pingos de chuva. Em si o ambiente estava silencioso o bastante apesar da maioria dos integrantes da nossa casa não terem sequer saído daquele marasmo inicial que estavam se encaminhando. Eu caminhava perante os móveis da residência enquanto que meus passos me indicavam a direção da sala principal, responsável por resguardar dentro de si muitas relíquias e artefatos que provinham de eras da nossa família. Claro que muitos objetos pertencentes aos integrantes do clã Senju não se configuravam ali. Em meio a tantas guerras que existiam com o decorrer dos anos, muitas memórias físicas foram perdidas dentro delas e suas histórias grandiosas agora se soterravam sob os escombros. Mas algumas conseguiram ser preservadas e se elevavam como patrimônios físicos dos clãs com maior respeitabilidade. Eu me aproximei sob uma das entradas do salão dos Senju’s e minhas pupilas se dilataram mais uma vez enquanto presenciei a resplandecência do dourado em suas camadas na totalidade daquela arma. Preso sob uma estante com dois apoiadores em ambas as pontas, eu me aproximei ao ponto de vê-la nitidamente a centímetros de mim.

(...)

Transparecia que fora moldada especificamente para a guerra. Do cabo até parte da extremidade o objeto foi enfaixado com uma listra negra que através das eras se tornou integrante do corpo da arma. Algumas lendas diziam que seu molde foi envelopado por Chakra do meu próprio bisavô para que nunca se desprendessem do cabo. Forjada por ferreiros há décadas sobre o aval do meu próprio familiar, em seu contorcionismo do lado esquerdo se configuravam uma série de losangos predominantemente vermelhos na horizontal que escondiam dentro de si os dizeres do símbolo do meu clã construídos pela forja antiga. Em sua metade se encontrava uma peça de ouro quadrangular com duas entraves entre si que serviam com o objetivo de aprisionar quem quer que quisesse derreter ou usar a espada para os próprios fins. Por mais que eu não costumasse acreditar fielmente em lendas, eu firmemente as respeitava pelos valores que eles conceituavam. Meus pais, especialmente meu pai sempre me disse que meu bisavô (e avô de Hiato) moldava o Chakra a partir da arma e que os homens que jaziam contato com a peça de ouro acabavam caindo num poderoso Genjutsu desenvolvido por ele mesmo como uma tática de combate. Se de fato a peça de ouro era capaz de transpassar a barreira da realidade e através de um Genjutsu do meu bisavô Hayato pudesse causar uma tortura misericordiosa para o inimigo, eu não tinha conhecimento e nem capacidade para saber conclusivamente. Mas eu respeitava aquela arma com a mesma amabilidade que meus antepassados. Era notório dentro do nosso clã que apenas os que carregavam o sangue e a determinação da Vontade do Fogo poderiam ser honrosos o suficiente para que empunhassem o objeto. Mesmo que eu estivesse com a sensação de insegurança sobre ser capaz de porta-la eu aos poucos me aproximei sob a borda da estante que a ostentava e subjetivamente eu adquiri uma súbita coragem, ao ponto de erguê-la dali. Torcia para que em qualquer lugar que estivesse, meu bisavô não achasse que eu estivesse o desrespeitando por segurar o seu companheiro de batalha e de longas guerras que o mesmo travou ao decorrer da sua vida. Era incrível como o seu prateado reluzia-se tão intensamente num dia que até então estava devidamente sombrio dentro do clã. Assim que eu a toquei, pude perceber que seu peso era devidamente diferenciado de qualquer outra espada que eu havia tocado dentro da minha vida. Não saberia dizer que aquele sobrepeso seria por conta da peça de ouro que havia em seu hemisfério, embora parcialmente eu me tendesse a aquela linha de raciocínio. Mesmo assim, uma simples Gennin como eu era ainda era capaz de hastear com algum grau de dificuldade. Sabendo que talvez eu pudesse sofrer alguma oscilação nos braços por conta do seu peso eu meio que me posicionava para evitar qualquer eventualidade que me pendesse ao fracasso naquela situação. Eu erguia o cabo com uma certa dificuldade enquanto que eu aos poucos moldava a força dos meus braços para que eu ao menos pudesse sombreá-lo. Sentir sua forma me aproximou sentimentalmente da sensação de carrega-lo e literalmente de ser uma espadachim. Nunca tive sequer uma familiaridade com a maioria das armas e meu aprendizado sempre se baseou basicamente no aprendizado das armas primárias a um ninja, recebidos pela academia. Havia visto vagamente alguns dos meus tios e meu próprio pai manuseando espadas desdobrando entre os anos, mas nunca me enxergaram com a capacitação para que eu pudesse me instruir sobre a arte do Kenjutsu. Carregando a espada sob o salão eu me direcionava para fora. Para o campo de treinamento referente a nossa família. Ainda chovia determinantemente do lado de fora. Mas estava menos intenso do que quando eu havia adentrado no recinto do nosso clã.

(...)

Eu moldei meu punho para que eu conseguisse firmemente me erguer. Estava um tanto quanto desbalanceada, tendo que carregar descontroladamente com os dois braços a espada ancestral da minha família. “Mais pesada do que eu imaginava.” Foi o que eu literalmente pude concluir logo após ter que me equilibrar numa passada só para não derruba-la. “Não desonre os seus familiares.. E nem quem carrega a Vontade do Fogo!” Sob uma puxada violenta, minha mão se enrijeceu para que eu segurasse o cabo dela sob uma altura mais elevada do que eu estava conduzindo mesmo que decerto a minha ação me causasse uma certa câimbra inicial por conta do peso estar sendo colocado nas minhas mãos. Mas eu não desisti e aos poucos eu costurei força para que eu projetasse a arma até a minha cintura e moldasse a minha mão esquerda sob o cabo para sentir seu peso. “Talvez seja tão pesada por isso.. Para que nenhum Shinobi do nosso clã a erga em vão.” Mesmo em contato com a chuva e através de um dia não ensolarado, seu brilho não diminuía em meio as adversidades e parecia que mesmo após décadas sem estar num campo de batalha, seu afiamento não precisava sequer ser testado para que notasse que sua ponta ainda não havia perdido a intensidade e nem o fôlego. Mesmo que existisse uma certa dor presente na altura dos meus ombros eu não recuava em nenhum momento e projetava o meu corpo para que eu pudesse direcionar sob o vento ataques e movimentos com a espada. “Usa-la.. Me faz sentir tão poderosa..” Eu verificava a forma como ela se comportava ao retê-la em uma das mãos. Mesmo que não houvesse a presença de nenhum corpo físico, era suficientemente analisar as suas condições para que pudesse me ratificar de que era uma espada moldada para a guerra, e contava com uma versatilidade incrível mesmo que em sua essência carregasse um peso que certamente eu não tinha facilidade em subir. Sua rigidez também me confirmava de que assim que fosse cravada no corpo de algum adversário ou inimigo, seria dolorosa o bastante para perfura-lo e não manter nenhum resguardo sobre sua pele. Enquanto eu manuseava verticalmente e por vezes tentava cortes horizontais eu pude concluir que muito provavelmente alguns dos meus ancestrais haviam sido espadachins talentosos o bastante para que moldassem sua forma de Chakra através dela. Os pingos de chuva aproveitavam o silêncio do clã para que me fizessem companhia durante aquela tarde nublada dentro de Konohagakure, transpassando não só as pontas dos meus fios de cabelo como também se guiando sobre a espada através dos movimentos que eu executava. Literalmente, sob a perspectiva da chuva intensa ao meu redor eu raciocinava algumas maneiras de ataques que pudessem ser diferentes usufruindo dos moldes daquela arma, como tentar me guiar através dos pingos da chuva para que tentasse subjetivamente corta-los, por mais difícil que parecesse tal tarefa ali. Ainda haviam outras possibilidades, como utilizar o Shunshin ou o Kawarimi como alternativas para que pudesse surpreender algum potencial adversário. Sobre o céu nublado e chuvoso, eu perdia a noção das horas e literalmente me encaminhava para que ficasse treinando ali assiduamente.

Filler + Superação de Defeito. (Inabilidade Armamentista)
Considerações:

→ Filler de 1500 palavras.
→ Apenas ressaltando a regra.
Bolsa de Armas:

→ Shuriken x6 (06)
→ Kunai x6 (06)
→ Fuuma Shuriken x1 (04)
→ Kemuridama x4 (01)

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[Filler's] - Naomi  ExHzwhm

(— Mod. de FichaBanco — )



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Convidado
Convidado
Anonymous
Vilarejo Atual

Re: [Filler's] - Naomi - 6/12/2018, 12:04

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.