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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Inverno

Mokaccino
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[Filler] Zenyatta - 11/11/2018, 03:40

Zenyatta acordou alegre, estivera a espera daquele dia a muitos dias. Recebera a missão de auxiliar no transporte de medicamentos até um pequeno arquipélago, localizado próximo as ruinas de Kirigakure. Por nunca ter viajado até aquela região antes e ter interesse em ver o que restara de uma das antigas grande vilas shinobis, aquela missão era era especial para o garoto.
O pergaminho que havia recebido pedia para que o garoto encontra-se com o comboio as oito horas da manha daquele dia. O relógio agora marcava sete e meia da manha – Perfeito. Tenho tempo para tomar um banho, me arrumar e correr para os portões da vila -. Zenyatta fizera tudo que pretendia com pressa, tomou seu banho, vestiu roupas impecavelmente limpas, cuidou para que essas ficassem alinhadas em seu corpo e então deixou sua casa.
O garoto chegou alguns minutos adiantado aos portões da vila, mas o comboio já estava a sua espera. A missão seria realizada por um carro de boi, guiado por um humilde trabalhador do campo, contratado por Konoha, e outros dois shinobis de graduação equivalente a de Zenyatta. Os shinobis deveriam zelar pela proteção dos diversos medicamentos armazenados em caixas especialmente feitas para que eles fossem transportados e mantidos no grande baú de madeira que era puxado pelo veiculo.
Zenyatta cumprimentou todos os seus colegas, em especial o simpático e humilde guia do carro e então fez sinal para que todos deixassem o local – Alguem sabe qual a previsão de tempo da viagem? -. Os shinobis ficaram quietos, provavelmente não sabiam da resposta, assim como Zenyatta. Quem respondera a duvida fora o guia – Acredito que dentro de um dia, se não houver nenhum imprevisto, conseguiremos chegar ao arquipélago, ms já aviso que quando chegarmos a praia eu precisaria de uma mãozinha para tirar essas caixas do báu. Zenyatta fez um sinal positivo com seu dedo polegar direito. Mesmo não sendo forte, o garoto tinha dentro de si a vontade de fogo, a humildade e um espirito de trabalho, que faziam dele alguém que lutaria sempre para dar seu melhor, principalmente dentro das missões.
O comboio seguia uma antiga rota de comerciantes, que fora abandonada a algum tempo devido a queda de Kirigakure e a instabilidade do país que era protegido por essa antiga potencia. O enfraquecimento comercial do país da água acabara por encerrar diversos contratos comerciais feitos entre os países, de forma que agora, tudo que restava a ser transformado por aquelas estradas eram auxílios por parte do país do Fogo e esperança, dos refugiados que por ali seguiam em busca de um novo lar.
Zenyatta observava durante toda a viagem o que a falencia de um império havia causado “Isso só me da mais motivos para lutar pela minha pátria”. Inspirado pelos fantasmas que assombravam a estradas, até mesmo o andar e a postura do garoto mudaram. Quando o carro ou os guardas pareciam querer se entregar ao cansaço, Zenyatta procurava falar algumas palavras de ordem e despertar nos homens a força para romper seus limites – Vamos... Falta pouco... A vida de alguém pode estar entre a vida e a morte nesse momento e a única coisa que pode salva-las são esses remédios... Vamosss -. A equipe seguia, sem descansar, enfrentando subidas, descidas, o sol, a chuva e o cansaço... Mas os esforços foram recompensados quando o comboio finalmente chegou até a praia, lugar que Zenyatta nunca antes havia visto – Isso é... Maravilhoso -. Todos os homens que participavam da missão pararam para contemplar a beleza daquele local paradisíaco.
A viagem só teve seu seguimento quando uma balsa foi avistada adiante e o guia anunciou – Olhem, parece que a carona chegou -. A balsa se encaminhou até as areias da praia, onde o veiculo que transportava os medicamentos pode ser descarregado. O guia se despediu dos shinobis e agradeceu pelo auxilio – Aproveitem o resto da viagem -.
A viagem de balsa seguiria até os arquipélagos, enquanto o carro de bois voltaria para Konoha.
O barco, controlado principalmente com auxilio de manipulação elemental por parte do casal que detinha grande afinidade com o suiton, se movimentava de forma incrível pelos mares “Eles fazem valer a fama de Kirigakure de ter tido ótimos shinobis mestres no suiton”. Zenyatta aproveitava a viagem, admirando a beleza dos mares, do continente, agora distante e das belas rochas, repleta de vida, que se erguia em meio a água.
Tendo cruzado uma série de grandes. Picos rochosos, que eram a proteção natural daquele arquipélago, a ilha, a qual muito dos refugiados de Kirigakure haviam migrado podem então ser vista. O local parecia ainda deserto, tamanho era o cuidado dos moradores com a natureza, mas haviam alguns edifícios de vigília e guarda na praia, que entregava a presença dos refugiados.
A balsa desembarca na praia e muitos homens e mulheres, antigos shinobis de vila afundada, correm para auxiliar no transporte dos medicamentos.
Enquanto as caixas eram descarregadas, o mar pareceu começar a exercer uma enorme força, puxando tudo para seu coração – O chamado dos mares -. Um dos refugiados gritou, desesperado – Se protejam -. Os homens começavam a correr, mas ao perceberem a presença de um senhor de meia idade, parado diante a floresta, eles pararam e respiraram aliviados.
O medo dos refugiados Zenyatta só entendeu um minuto mais tarde, quando uma gigantesca onda surgiu no horizonte, atravessando os rochedos que protegiam a ilha. O homem, que empunha respeito em todos no local, se aproximou dos mares, calçando suas chinelas, fez um único selo com uma única mão e no momento seguinte a tsunami, que avançava impiedosamente contra a ilha, foi dividida em dois e redirecionada para os lados, de forma que o local se encontrasse mais uma vez salvo e livre de perigos “O que foi isso que eu acabei de ver?”.
O homem deu meia volta e começou a marchar em direção a floresta em meio a gritos e comemorações dos outros refugiados. Tendo passado a euforia, os homens voltaram a auxiliar no transporte dos medicamentos. Zenyatta questionou um deles a respeito do estranho sujeito que teria enfrentado a tsunami – O nome dele é Silva, ele é nosso herói, auxiliou no resgate dos moradores de Kirigakure, encontrou esse lar para nós e tem nos protegidos desde então... Ele pode fazer jutsus apenas um uma das mãos e também controla Suiton como nenhum outro ser humano que tenha a coragem de respirar -. O garoto ficou intrigado com aquele estranho homem, dotado de um poder que Zenyatta sequer imaginava ser possível.
Os moradores da ilha, após terem apanhado todas as caixas, se dirigiram para a floresta. Zenyatta e os dois outros shinobis da folha fizeram o mesmo, entrando mata adentro em direção a vila que sabiam que estaria escondida em algum lugar por ali.
Durante o percurso Zenyatta, um prodígio estudante e aficionado pelo estudo dos ninjutsus, passou a estudar as formações de selos com apenas uma das mãos. O garoto procurava obter coordenação e também descobrir novas formulas que pudessem funcionar com apenas uma das mãos “Tenho certeza que ele fez algo semelhante... Sim, deve ser isso”.
Alheio ao mundo, o garoto trombara e caia durante todo o percurso, mas não ligava, alias, na verdade não reparava, uma vez que sua mente estivera agora consumida pelo desejo de adquirir o mesmo poder que o tal Silva.
A trilha seguia, muito lerda, devido ao esforço necessário para transportar tantos medicamentos mata adentro. Em determinado ponto, o grupo decidira descansar, colocando as caixas cuidadosamente sobre o solo e usando as raízes das arvores como banco. Todos descansavam e conversavam, menos Zenyatta, que se isolara do grupo para continuar seus estudos e elaborar teorias para as formulas dos selos de uma mão “Eu devo agora testar, para ver se estou seguindo o caminho correto”.
Zenyatta se afasta um pouco mais do grupo que descansava e então da inicio ao teste. Sem pressa, testando uma teoria que havia elaborado para os selos de uma mão que havia visto o velho Silva realizando, o garoto começa a conjurar os selos. Quando o ultimo selo é realizado, água começa a brotar daquela terra extremamente fértil. Goticulas de água saiam do solo e se reuniam aos poucos, dando origem a um clone de água idêntico a Zenyatta – Consegui, mas ainda não dominei tal técnica... Demorou muito para surgir e ainda esta um pouco instável -. Bastou um toque do dedo de Zenyatta para que o clone explodissem em água novamente, que foi absorvida em segundos pela terra.
Os parceiros de Zenyatta o chamam – Hora de voltar a viagem -. Zenyatta. Seguiria viagem, mas continuaria treinando a técnica dos selos com uma mão.



HP: ❲ 1.225 • 1.225 ❳ CH: ❲ 1.525 • 1.525 ❳ ST: ❲ 00 • 07 ❳ V: ❲ 00 • 03 ❳

Considerações”:
Vestes e aparência
- Filler de 1400 palavras para desenvolver a qualidade "Hábil em selos (1)".
-.
Equipamentos”:
--.
Jutsus Utilizados”:
—.


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Ícone : [Filler] Zenyatta 8e54bf24474c86b68496ba784ed7878a

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Re: [Filler] Zenyatta - 11/11/2018, 11:50

Apv - +200 Status & Qualidade Adquirida

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[Filler] Zenyatta ?imw=512&imh=288&ima=fit&impolicy=Letterbox&imcolor=%23000000&letterbox=true
O sistema me usa e eu uso o sistema.
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Re: [Filler] Zenyatta - 12/11/2018, 11:56

Zenyatta seguia, junto aos seus colegas de Konoha, o grupo de refugiados, que auxiliavam no transporte dos medicamentos. Os refugiados, habilidosos e já familiarizados com o ambiente, não usavam kuanis, mas afiados facões, que usavam para deferir golpes únicos e rápidos contra as plantas, abrindo assim caminho por entre a mata densa – Estamos quase lá -. Zenyatta olhava de um lado para o outro, desejando encontrar a vila a qual havia tanto ouvido falar.
A vila surge diante do grupo, construída no meio da floresta, costada por um movimentado rio, que alimentava a agricultura local e funcionava como uma espécie de meio de transporte dos homens até a praia. As casas eram feitas de madeira ou rocha, erguidas provavelmente com auxilio do elemento Doton. A simplicidade não era sinônimo de falta de beleza. As casa eram todas ornamentadas, as ruas, de terra, limpas, bem cuidadas e repleta de estruturas que foram feitas de forma a preservar a cultura daquele povo.
Enquanto cortavam a vila, rumando em direção ao local onde o hospital funcionava e sendo seguidos pelos olhos curiosos dos moradores, Zenyatta pode reparar na existência de uma praça, onde haviam muitos bancos e uma estrutura centra que permitia as pessoas se apresentarem – Que interessante -. Um dos guias, que levava em seu ombr uma das maiores caixas de medicamente, ao ouvir as palavras do garoto as suas costas começa a contar um pouco mais da historia do local – É demais não é? Quando viemos para cá o Silva lutou para nós construirmos um novo lar, onde os nossos filhos pudessem ser criados, onde eles pudessem crescer, dispor de alimento, saúde e cultura... Grande homem o Silva... Se Kirigakure ainda existisse ele com certeza seria o líder da vila... -. A conversa se estendeu até que o grupo chegou a frente de um grande edifício, erguido a partir do trabalho de carpinteiros habilidosos, que dispunha de uma placa sobre seu portal – Pronto socorro do arquipelado de Kirigakure. Esse homem é realmente incrível... Conseguiu criar até mesmo algo assim no meio do nada -. O grupo foi recebido por alguns antigos shinobis com capacidades curativas, que auxiliaram no armazenamento dos medicamentos e agradeceram a todos os envolvidos no processo, especialmente os shinobis de Konoha.
O pequeno grupo de Konoha fora convidado a adentrar e conhecer as instalações do pronto socorro. Os shinobis, de bom grado aceitaram, desejando conhecer mais a respeito da cultura e civilização da ilha. O atendimento era humilde, contava com poucas enfermeiras e médicos, haviam bastantes idosos e crianças precisando de cuidados, mas Zenyatta podia reparar que a atmosfera do local era de colaboração e união afim de realizar um trabalho perfeito.
Andando entre os leitos, Zenyatta identificou o homem que mais cedo havia com seu poder dividido uma enorme tsunami com apeas um selo de sua mão direita “É ele, o Silva que todos falam...”. Silva estava ao lado de um leito, enfaixando uma criança que caira de uma arvor e torcera o tornozelo “Ele realmente parece ser um santo”. O homem termina de enfaixar a criança e olha diretamente para os olhos de Zenyatta, que o observava. Zenyatta decide tomar iniciativa e vai cumprimentar o homem – Bom dia, eu sou Zenyatta, faço parte da comissão de Konoha que veio entregar os medicamentos. É realmente um prazer conhece-lo -. O homem fez uma breve reverencia – Sim sim, acredito ter visto você mais cedo na praia. Eu sou Silva... Eu não quero ser grosso, mas tenho muito trabalho a fazer então, desculpe -. O homem se esquiva de Zenyatta e segue pelos corredores do hospital. Contaminado pelo desejo de conhecer mais sobre aquele que seria o shinobi mais poderoso que já havia conhecido, Zenyatta dispara pelo corredor, procurando alcançar o guerreiro – Desculpe interrompe-lo senhor, é que... Eu gostaria muito de pergunta... Como é que você fez aquilo na praia? Como é que você pode ter tanto domínio sobre as águas? -. Silva da de ombros e sem olhar para trás continua andando – Aquilo não é nada de mais... O verdadeiro trabalho esta aqui, nesse hospital, nessa vila... Quer conhecer o que é poder e responsabilidade? Passe um dia trabalhando nesse hospital -. Zenyatta trava no meio do corredor e se limita a ver seu ídolo sumindo em meio ao mar de médicos e pacientes “O que será que ele quis dizer com isso?”.
Zenyatta passara algumas horas na recepção do hospital, intrigado com as palavras do herói da vila. Algum tempo mais tarde os demais shinobis de Konoha vieram ao encontro de Zenyatta, convidando-o a ir embora com eles – Não vou embora agora, podem ir na minha frente... Tem algo que eu ainda preciso fazer... Por favor, vão -. Zenyatta da as costas aos seus colegas e procura a supervisora do pronto socorro – Eu gostaria de ajudar vocês hoje, por favor... Eu estou vendo que vocês precisam de ajuda... Por favor, me deixe ajudar -. Diante da insistência, pouco a mulher pode fazer. Zenyata recebeu a nobre missão de alimentar os idosos e servir a todos que precisassem de seus serviços.
O jovem passou o dia dentro do hospital e não se lembrava da ultima vez que havia trabalhado tanto. No final do expediente, jogado em um leito qualquer, com fome e sono, Zenyatta refletia “É incrível o bem que podemos fazer para as pessoas com serviços simples como esses... Acho que era essa a lição que Silva desejava me ensinar”. Quando o garoto vira de um lado para o outro da maca, procurando uma posição mais confortável, deu de cara com o herói da vila, que observava-o – Então você fez mesmo o que eu disse? Admito que não esperava por isso... Bom, o que foi que aprendeu com tudo isso? -. O garoto passa algumas dezenas de minutos discutindo com Silva a respeito do seu dia e da importante reflexão que havia feito após tudo – Bom... Acho que talvez eu possa lhe ensinar alguma coisa afinal... Venha comigo -. Silva seguiu para fora do hospital, acenando na saída para as recepcionistas e para os médicos em plantão.
Silva seguia por um novo caminho, andava junto ao rio, admirando no caminho, sua beleza. A viagem demora um pouco a terminar, mas logo Zenyatta agradeceu por todo o esforço. Diante dos dois shinobis, uma pequena, deserta e maravilhosa praia se erguia, diferente da primeira que o garoto havia conhecido. Aquele lugar parecia nunca ter sido tocado pelos humanos antes, estava perfeito, da maneira como os deuses haviam crado.
O médico segue até perto da água do mar, onde se senta – Me mostre o que você sabe fazer -. Zenyatta correu para frente do homem, começou a realizar uma sequencia frenética de selos e então fez com que a onda do mar, que vinha calma na direção da praia, desse origem a um tubarão de água, que avançava ameaçadoramente – Ok, acho que já sei qual é o problema -. Ainda sentado, fitando o horizonte, repleto de picos rochosos, Silva começa a instruir o garoto ao seu lado – Entre no mar, até que as águas consumam quase todo seu copo... Fique lá, sinta a textura, o empuxo e a resistência da água... Sinta-se parte do mar -. Zenyatta seguiu as instruções e entrou no mar, ignorando se suas vestes, sempre alinhadas e limpas, estivessem agora fora de seus padrões.
Zenyatta sentia o gelado do mar consimir aos poucos o calor de seu corpo, sentia a força da água reagindo ao seu peso e lhe empurrando para cima, sentia a resistência, quando tentava mexer alguns de seus braços, sentia o mar, mas não sabia se já poderia ser considerado como parte dele – Esse é seu problema, você procura poder, procura força, é inflexível, quadrado... A água não é nada disso... Água é leveza, é ser flexível, é não ter formas... Mais cedo, eu não fiz com que a onda gigante se desmaterializa-se explodindo ela, eu fiz com que ela seguisse seu caminho natural, mas é claro, abusei um pouco de sua flexibilidade -.
Zenyatta tenta absorver os ensinamentos do homem enquanto ainda estava ali, com o corpo completamente envolvido de água. Leva algum tempo, mas o jovem então sente que finalmente havia entendido o que Silva queria lhe ensinar.
Quando Zenyatta sai da água, se junta a Silva, onde da seguimento ao seu treinamento, procurando agora, incorporar toda aquela teoria sobre a flexibilidade e leveza em suas técnicas.
Já era madrugada quando Silva, suando após um embate com Zenyatta conclui – Parece que você conseguiu se tornar um Perito no controle das águas afinal... -.



HP: ❲ 1.225 • 1.225 ❳ CH: ❲ 1.525 • 1.525 ❳ ST: ❲ 00 • 07 ❳ V: ❲ 00 • 03 ❳

Considerações”:
Vestes e aparência
- Filler de 1400 palavras para desenvolver a qualidade "Perícia elemental Suiton (1)". Lembrando que eu sou Prodígio.
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Equipamentos”:
Primeira bolsa de armas: 8 Kunais (8), 16 Kibaku Fuuda (4), 4 Kemuridama (4), 4 Hakaridama (4).
Segunda bolsa de armas:
Jutsus Utilizados”:
—.


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Re: [Filler] Zenyatta - 12/11/2018, 12:49

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Re: [Filler] Zenyatta -

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.