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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, mas simplesmente o melhor!
Arco 10:
RemanescentesAno: 69DG
Hanatarō olha para a vila do topo do prédio do Departamento de Pesquisa. Há dois anos era uma salinha no fim do laboratório geral da vila, agora tinha seu próprio prédio tão alto quanto o próprio escritório do Kazekage. Hanatarō sorri vendo as pessoas andando felizes na nova vila construída graças aos avanços científicos realizados com a inteligência de Takura, sua mentora. Antes, ele só via uma vila pobre, com construções de areia frágeis, com um horizonte desértico, dependendo de outras vilas, inclusive de Konoha, para conseguir sobreviver, mas agora... Sunagakure estava grandiosa novamente e tinha comprado sua independência. As construções ainda tinham porções de areia, mas eram forjadas em metais nobres, em ouro, em prata, criando grandes casas e prédios. As lojas estavam cheias de especiarias únicas, pois o trabalho de encontrar certos ingredientes se tornou muito mais prático desde que a vegetação voltou a florescer nos arredores da vila; onde antes era só deserto agora possuía vielas de relva, florestas, rios e uma fauna cheia de roedores, mamíferos e carnívoros.
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Estação: Primavera

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[Crônica] — Suzuki Hayato. - em 26/10/2018, 20:56



尊 Narração;
Crônicas de um Ninja de Iwa 01/45..
Em plena noite em Iwa, o luar estava bastante claro naquele momento. A luz prateada deixava o iluminar da vila mais fúnebre, o aspecto rochoso se tornava quase um âmbar, como se fosse lama. Nisto, as sombras furtivas se deslocaram nesse local sem iluminado, para um local específico: A casa de certo ninja. Era um pedido que se poderia dar somente aos mais capazes. Assim, então se iniciaria uma invasão legalizada.

Ao adentrarem a casa com modos furtivos, sem fazer o mínimo sonar, um grupo de mais ou menos 5 pessoas haviam se amontoado sobre a sala, em círculo sobre uma mesa. A luz seria acessa logo depois, revelando que eles tinham máscaras de animais que cobriam seu rosto. E roupas negras, casacos com luvas, botas, tudo de um aspecto mais escuro possível. Um deles anunciou um pedido.

— Suzuki Hayato. Aqui é a Força da Organização Secreta da Vila. Temos um mandato de Missão. É sigiloso, portanto, saia daí, já vestido e com armas a postos em seu arsenal. Qualquer tentativa será dada a ordem para mata-lo, e, portanto, peço que nos acompanhe, ninguém poderá saber disso. Peço compreensão. — Avisou um deles, claramente o líder escolta.


Informações:
Considerações:
Descrição:

• 3 Missões A. (01/03)
• Corpo de Usuário de Bakuton. (00/01)
• Treinamento de 5 pontos, Atributos (400 palavras á escolha do player). (?)
• Corações para pegar: Fuuton, Katon, Suiton, Doton e Raiton. (00/04)
Os Ninjas Secretos de sua vila invadiram sua residência para um Mandato de Missão, por ser de aspecto sigiloso, se pede que vá com eles e que se prepare. A decisão é sua, narre como puder sua preparação, suas escolhas..
NPC's:
Grupos Cinco.
Jutsus usados:
"Tanto faz os métodos, o poder pode ser obtido de qualquer maneira, mesmo se corrompendo."
Arsenic.
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Re: [Crônica] — Suzuki Hayato. - em 26/10/2018, 21:28



HP: ❲ 1400 • 1400 ❳ CH: ❲ 1200 • 1200 ❳ SN: ❲ 3000 • 3000 ❳ ST: ❲ 00 • 07 ❳
Vivendo em Liberdade

Evoluir era necessário, mas para Hayato, evoluir, se tornar poderoso, era um estilo de vida. Seu recente combate com os imortais encheu seu ego mais ainda, além do poder que Mikasa lhe deu. Ele era destemido, e iria atrás de qualquer coisa atrás de poder. Mikasa passou todas as informações sobre Jiongu para ele, e ele queria achar um jeito de experimentar sua habilidade nova e testar seus poderes. Estava tranquilo, deitado em sua cama, pensando no passado, em seus pais, e como seria sua vida dali em diante. Afinal, viver com Mikasa, tava se tornando algo cada dia mais íntimo. Naquela noite ela não estava. Tinha ido dormir na casa de uma amiga, e isso era até bom, visto que toda aquela mania de se isolar de Hayato, acabava afetando Mikasa de certa forma.

Mas, seu silêncio e paz era interrompido, por vozes ao longo de sua casa. Sabia que não era Mikasa, mas já se preparava. Manipulava lentamente uma quantidade de areia que estava em um vaso de flores, como precaução, de dentro do seu quarto. Mas, logo aquele susto acabava quando informavam ser de Iwa. Mesmo odiando receber ordens, não queria gerar tumulto desnecessário. Ajeitava suas roupas, colocava a mochila e ia em direção a porta. — Pronto, agora me diz, o que é tão importante assim? — Mostrava assim disposição pela missão, ao se trocar como pedido, mas ao mesmo tempo a indignação por ter sido interrompido.

Considerações:
- Aparência: Accelerator, com bandana de Iwa presa na cintura. Bolsa de armas presa na coxa direita. Mochila de areia na transversal, como Gaara usava a cabaça.
- Adendos: --.
- Posts: 01/45.
Bolsa de Armas:
- 2 Kunais [02]
- 2 Shurikens [02]
- 8 Kibaku Fuuda [02]
- 1 Fuuma Shuriken [04]
- 8 Senbons [02]
- 2 Ampolas [02]
- 2 Kemuridamas [02]
- 2 Hikaridamas [02]
- 10m Fios Ninja [02]
Itens Especiais:
Mochila de Areia
Rank:
C
Descrição: Uma mochila feita de um material especial, capaz de suportar a areia de Hayato, mas leve o suficiente para ele carregá-la sem problema algum. Mede cerca de 1m de comprimento, e 60cm de largura. Fica presa sobre um coldre na transversal de Hayato. Tem leves traços de branco, sendo totalmente pintada de uma tinta escura, preta.
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Re: [Crônica] — Suzuki Hayato. - em 26/10/2018, 22:01



尊 Narração;
Crônicas de um Ninja de Iwa 02/45..
— Nos acompanhe como eu disse, e obterá respostas. Como é sigiloso, precisaremos nos deslocar para um local mais discreto que seja. Então, vamos. — Diria o líder com uma máscara de gato, saindo pela porta, assim como os outros membros junto, porém, um deles ficou espreitando Hayato para que este fosse também, e viesse a vigiá-lo. — Anda garoto. — Diria ele, num tom quase imperativo, tinha a máscara de um Oni entre suas vestes sombrias. Assim, o grupo mensageiro guiaria o pequeno ninja para o local desejado.

Deslocando em bando pelos edifícios rochosos, eles comentavam em sussurros  entre si, baixinho. — Cara, essa vila tá um porre... — Diria um deles, enquanto se deslocavam. — Cala a boca, B. Não devemos comentar nada que não seja referente á missão que vamos dar ao mancebo. Portanto, mantenha o profissionalismo. — Ouviu-se a voz autoritária do líder. — Que se foda então, vou ficar calado. — Murmurou o outro. — Já estamos chegando, moleque. — Avisaria novamente o comandante.

Após algum tempo, eles chegariam á um pequeno armazém de pedra, cheio de caixotes, lixo espalhado, vidro quebrado, latas, garrafas jogadas, até mesmo, maços de dinheiro amassado, sujeira aparente até o último teto, e luminárias fúnebres e bastante tétricas. Uma dessas luzes iluminava uma pequena mesa com uns documentos, e mantinha o ambiente quase escuro fora isso. Fora abandonado há muito tempo. Após o garoto entrar, um deles fecharia a porta e ficaria de guarda com o outro.

Os outros três se sentariam, enquanto uma cadeira ficaria vazia para o garoto. O líder no centro, o outro na esquerda, e direita respectivamente. Esperariam o garoto sentar para iniciar. E, então se seguiria do conforme. — Aqui. — Ele empurrou umas fotos para o centro da mesa para o garoto. — Este. — Apontou. — É Haysa Sakarano. Líder da Organização de Shibiki. Shibiki é uma organização criminosa, comandada por este cara e seus sub-líderes. Ajudam a exportar drogas, dinheiro, tráfico de mulheres, crianças, idosos e jovens sem futuros para a guerra, ou para prostituição, trabalho escravo, abuso infantil. — Explicava.

— Este são, os sub-líderes... Kakou Toba, o segundo em comando, Mikaiko Shigai, a terceira em comando, Tuiay Shinbi, o quarto, e o quinto, Mikoto Gaisai. Todos eles controlam um setor, as vezes, dois, estão espalhados em um local especifico. Tudo o que sabemos é que estão em Amegakure ou próximo de, você deve dar um jeito nesses caras. O jeito não importa, mas faça o que quiser, desde que acabe com essa ação, essa série de ilicitudes cometidas por esta organização. — Explicou o líder após apontar cada um, e então olhou para o menino. — Dispensado, pode começar agora, contando. — Anunciou, e um dos dois lá atrás abriu a porta. — relembrando que, são três missões, primeiro pegue o líder, até seu segundo comandante, depois, a segunda é pegar o terceiro, e a última missão é o último dos cinco> desejo sorte, vai precisar.



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Foi explicada, dada a missão, dada os homens, dada o propósito, dada localização possível, agora é só cumprir.
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Re: [Crônica] — Suzuki Hayato. - em 26/10/2018, 22:55



HP: ❲ 1400 • 1400 ❳ CH: ❲ 1200 • 1200 ❳ SN: ❲ 3000 • 3000 ❳ ST: ❲ 00 • 07 ❳
Finalmente Diversão

O sigilo que o grupo mantinha era fora de série. Hayato tentava não rir debochando, pois odiava completamente uma postura tão rígida como as que os homens tomavam ali. Quando começavam a se retirar, ajeitava seu sobretudo, e colocava o capuz sobre sua cabeça, deixando a bandana de Iwa presa como seu cinto, na cintura. Ignorava por completo qualquer contato com os homens. Não por conta de sigilo ou algo do tipo, era puro desprezo, pois como sempre, achava todos ao seu redor inferior, ou menos capaz por assim dizer. Seguiam caminho pela estrada rochosa, que era o mesmo terreno de todo o restante da vila. Hayato estava acostumado, e andava como se estivesse sendo levado por algo. Após uma longa caminhada, davam destino a um armazém abandonado, parecia até uma cena de filme. — Bem interessante um grupo secreto vir pra um lixão desses. Não chamar atenção né, sei como é. — Novamente tentando provocar os homens.

Ao entrarem no local, que era realmente como um lixão, Hayato abaixava o capuz, e seguia os homens até a mesa com os documentos. Ao pegar as fotos, enquanto o homem que parecia ser o líder do grupo secreto de Iwa explicava os detalhes, Hayato prestava toda atenção nos rostos de cada um daqueles indivíduos. Tentava de alguma forma ligar eles à seu passado, afinal, qualquer pessoa poderia estar envolvida nos testes que ele sofreu quando criança. A missão era dada, e com uma postura firme, aceitava. — Bom, tenho meus métodos, e agradeço por não se importarem com a forma como a missão deve ser executada. Gostaria de ressaltar, que quero a maior quantia em dinheiro. Faz tempo que não sentia esse ânimo que estou. Manterei sigilo, até certo ponto. — Colocava de volta os capuz, guardava as fotos de cada um dos membros em um bolso dentro de seu sobretudo, e seguia camio. As possíveis coordenadas era a Vila da Chuva, e Hayato esperava profundamente que fosse uma possível localização apenas. Afinal, seus Jutsu de areia seriam totalmente burlados pela chuva. Porém, mantinha-se firme e seguia a caminho.

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Descrição: Uma mochila feita de um material especial, capaz de suportar a areia de Hayato, mas leve o suficiente para ele carregá-la sem problema algum. Mede cerca de 1m de comprimento, e 60cm de largura. Fica presa sobre um coldre na transversal de Hayato. Tem leves traços de branco, sendo totalmente pintada de uma tinta escura, preta.
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Re: [Crônica] — Suzuki Hayato. - em 27/10/2018, 12:46



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Crônicas de um Ninja de Iwa 03/45..
Agora então, o ninja selecionado tinha para onde ir. Ou pelo menos uma noção. O homem havia dito que pelo menos estava próximo da vila da Chuva, ou na vila da Chuva, em cantos espalhados, ou seja, teria também de uma função de assassinato, como também, investigação em certo ponto. Era uma missão de ao menos, alto calibre; pessoas de níveis baixos não poderiam executar ao menos tarefas como aquela. Mas, como um ninja habilidoso, o garoto era ousado de sua parte em aceitar três missões seguidas de uma só vez.

Agora, ele só precisava seguir segundo os conformes. Mas, muito longe dali, próximo á um local onde as nuvens negras e cinzentas eram abundantes, se tinha uma decaída de chuvas, que começavam ao menos em um certo limite, enquanto o outro lado agora era tomado por uma incessante infinita de água, desaguando sem parar pelo solo, levando seus nutrientes em um solo barroso, petrifico e marronzinho como bosta, embora fosse sólido, estava úmido superficialmente. Aquele era o destino final do pequeno anti-herói... Havia alguém ali, próximo ao limiar.

Se olhasse bem, ele também usava um capuz negro também, com, sobretudo de mesma cor, um casaco, botas longas, com uma calça negra e fivela também, usava a máscara de um cachorro sem casa, e um comunicador. — Fala, aqui é I. Qual é a nova do mancebo? — Perguntou o mesmo, erguendo sua destra para clicar no fone mesmo dentro do capuz. — Está indo para sua localização. O cara é mentalmente, mas confiável, instrua-o com cuidado, antes que ele te mate. — Após isso, apesar de tal comentário sério, o homem havia soltado uma risada irônica.

— Acha mesmo que um moleque como este pode me derrotar? Não cheguei ao nível de NE atoa, U. — Comentou o rapaz. — Cala a boca! — O fone vibrou quase saltando. — Existem certos demônios em nosso mundo onde por mais que esteja mais alto no cargo desde muito esforço, ainda são mais fortes que nós. — Exclamou o líder, seriamente. — Tudo bem, tudo bem, ok, já entendi. — O homem falou do típico jeito “Tá, tá bom! Já chega!” — Faça o que eu mando, ou eu mesmo vou matar você lentamente, dolorosamente, á sangue-frio, sem pudor nenhum, sem piedade alguma, você vai se sentir abençoado por não estar morto, vai implorar para estar no Inferno, entendido? — Entendido. Ok, cara. — E houve o clique do desligo.

— Esses caras, são loucos, o que é que estão querendo dizer? — Perguntaria o homem, desacreditado, enfim, cruzando os braços, para observar a chuva cainte, assim como as luzes longínquas da cidade sob a chuva. Esperaria o tempo que for. E quando o garoto chegasse, ele soltaria um longo suspiro de alívio pela máscara, onde se viraria erguendo os braços. — Finalmente chegastes, oh messiah, sem molenguice, direto ao ponto nessa porra. — Diria irônico. — Ouça, há alguns metros aquela merda ali chuvosa, suculenta de tristeza, você vai entrar naquilo sacou? Vai ficar molhadinho, até uma mulher vai ter inveja de você por ficar mais molhadinho que elas sacou? Então, você vai procurar por dentor daquilo ali, e vai verificar onde estão os malditos, estão espalhados, mas, posso dizer com uma taxa de 95% que estão como pontos cardeais da vila circular dentro daquele chorume, boa sorte moleque, só estava aqui pra te receber, boa sorte, se você voltar vivo certeza que você é Deus. Falô! — Assim o homem desapareceria para deixar o ninja sozinho após explicar tudo pra ele. Poderia seguir por contra própria.



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O cara estava lá para seu guia, existe as ações dele enquanto você está vindo, e, a ação quando você chega, você pode narrar a sua ida, sua saída da vila até chegar nesse cara, e depois, disso pode seguir adentrando a vila, aí poderei dar uma partida mais bélica. Boa sorte, bom jogo.
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Um dos membros do Os Cinco.
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Re: [Crônica] — Suzuki Hayato. - em 2/11/2018, 14:41



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Finalmente Diversão

O caminho era longo, até certo ponto. A longa caminhada dava brechas para Hayato se afogar em diversas lembranças e pensamentos que tentavam tirar seu foco daquela missão. Pensava no quanto odiava gente fraca e sem planos. Porém, seguir a vida como um civil comum, dentro de uma Vila, era algo que já estava completamente entediado e irritado de ser. Porém, não podia tomar nenhuma decisão precipitada. Apenas aceitava aquela missão, para buscar novos poderes, e aumentar seu ego perante os oponentes que enfrenta. Além disso, tinha planos para a sua nova habilidade adquirida. O caminho ia ficando cada vez mais deserto, e a cada passo, notava com mais clareza uma nuvem carregada de chuva. Já estava fora dos arredores de Iwagakure.

Após algum tempo de caminhada, começava uma chuva tremenda. Aparentemente tinha uma Vila logo a frente. Aquele caminho era todo manjado pelo esquadrão que designou Hayato, pois a frente, tinha um homem, completamente esquisito, agindo de maneira insana, mas observa Hayato e já o cita. Escutava tudo o que o louco falava, e por incrível que pareça, prestava profunda atenção. Ao término, apenas concordava, fazendo um sinal de positivo com a cabeça. Sem palavra alguma, ia em direção a entrada mais próxima, para iniciar a caça.

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Re: [Crônica] — Suzuki Hayato. - em 2/11/2018, 15:29



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Crônicas de um Ninja de Iwa 04/45..
Do outro lado, a chuva estava convidativa, do outro lado se começava o local onde a chuva nunca parava, sempre ciando inconscientemente, incessante e infinita, e agora o garoto estava sozinho, definitivamente sozinho, sem mais ninguém para lhe ajudar, sem mais ninguém para lhe dizer o que fazer, somente ele. Os ninjas da organização criminosa já se movimentavam, onde, as trocas informacionais já estavam indo e voltando rapidamente, mas, ainda não haviam notado o pequeno menino e seu mensageiro, não até que entrasse em meio de chuva,

 

Mas, os líderes com seu chefe maior ainda estavam nos quatros pontos cardeais da vila, cabendo somente o menino encontrar as sedes setoriais de cada um. Agora, a Vila da Chuva era inteiramente para fins de investigação, como um battleground completo para se cumprir a missão designada.



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Agora, você pode entrar na vila, poderá narrar em como você descobre um dos setores, e como se infiltra em cada uma, seguindo a ordem dada pelos seus mentores iniciais, boa sorte, quando você adentrar a tal, poderei ver se já inicio para próxima etapa. Bom jogo.
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Re: [Crônica] — Suzuki Hayato. - em 2/11/2018, 18:10



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Finalmente Diversão

Agora era hora de Hayato provar para si mesmo, e para quem o convocou, seu real valor. Era hora de mostrar que suas habilidades não dependiam somente do seu próprio ego, ou que usava elas apenas para isso. O garoto finalmente chegava na Vila da Chuva. O capuz protegia metade do seu rosto, cobrindo parte de suas mechas caídas frente ao olho direito. Era uma excelente hora para ser discreto, e buscar informações de forma sorrateira. Usava sua habillidade ninja para escalar sobre uma parede de um prédio, para chegar ao topo, e buscar uma visão privilegiada. A intenção, era buscar pontos onde houvesse movimentos suspeitos, como entrada e saída constante de pessoas, e etc.

Pra sua sorte, tinha uma espécie de depósito, onde a parte superior parecia ser um prédio, que tinha cerca de cinco andares. Notava na entrada, dois homens parados, um em cada lado da entrada, e pessoas encapuzadas saíam e entravam ali constantemente. Pensava em algumas formas de fazer isso dar certo. Seguia o próximo ser que saía pela porta, por cima dos prédios e casas. A primeira possibilidade de pegar o indivíduo sozinho, o pegava, surgindo a sua frente, lhe dando um forte soco na cara, na intenção de o apagar. Vestia a capa que o mesmo usava, que continha um símbolo estranho. Seguia então até a entrada daquele lugar, na intenção de entrar sem ser barrado.

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- Posts: 04/45.
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Re: [Crônica] — Suzuki Hayato. - em 2/11/2018, 21:51



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Crônicas de um Ninja de Iwa 05/45..
A chuva era constante naquela vila, as pessoas sempre se encontravam encharcadas, ou um tanto úmidas pela grande quantidade de água que cairia ali. Todos os prédios deixavam escorrer a água que caia, deixando o solo molhado também, em alguns aspectos menos desenvolvidos da cidade, se permitia um solo lamoso, e um tanto difícil de andar em certas partes, pelo fato da maciez do solo ser deslizante, e alguns indícios de acidentes envolvendo civis durante aqueles locais eram comuns, não que as pessoas buscassem tratar isso como comum, mas era algo decorrente, do grande clima, haja quem gostasse daquilo.

E foi por ali que um dos homens seguiu, se afastando do grande prédio em que ele havia adentrado anteriormente. Havia participado de uma grande reunião organizacional de tráfico de drogas para Meisaigakure no Sato, onde uma das partes do seu setor parecia ser um dos locais transportantes para aquele lugar. E ele estava indo justamente para aquele lugar, administrar o negócio, que se unificava com a grande rede. Porém, nada como se não bastasse surpresas para o Mundo Ninja, coisas, fatos, eventos, iam e vinham em vários aspectos, de um modo ou de outro sobre várias formas, aquele era o mundo humano.

— Oh! — Foi o que ele exalou, com um sorriso surpreso, erguendo uma das mãos para segurar a mão de Hayato e pará-la com uma tremenda força. Assim, o puxaria mais para si, ao mesmo tempo em que, ele traria a outra mão de dentro da capa, fazendo um ou dois selos, e com indícios de ter feito mais selos anteriormente a aqueles. Assim, expeliu uma grande quantidade de chamas, que varreram aquele pequeno local, como ondas flamejantes de fogo, que buscavam queimar, sendo estas seguradas por edifícios. — Quem diria um Invasor? — Perguntaria ele, risonho. Parecia se divertir com aquilo de alguma forma.



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Terá que lutar com ele. Força: 04. Vel: 05, e ele usou um jutsu Katon Rank C. Como não postou status de força e velocidade, considerei ambos 01.
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Re: [Crônica] — Suzuki Hayato. - em 2/11/2018, 23:23



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Finalmente Diversão

Uma vila repleta de coisas suspeitas, feitas pelas costas e jogadas para baixo do tapete. Era um local interessante, mas mesmo para Hayato, aquilo parecia desumano. O homem que ele seguia, não parecia seralguém comum também. Seus reflexos era sobre-humano. Segurava o braço de Hayato, ao mesmo tempo que vinha realizando alguns selos de mão quase no mesmo instante. — Maldito. — No mesmo momento de sua fala, manipulava o braço que o homem segurava, liberando fios negros, que no mesmo instante, em Velocidade máxima, viajavam nos olhos do homem, o que com certeza impediria a criação de seu jutsu.

Caso isso não fosse o bastante para o incapacitar, usaria o braço novamente, esticando ele de forma que enrolava o homem, deixando ele preso com seus fios. — Que merda é você? Invasor é uma palavra muito forte. Digamos que eu sou um viajante... Haysa Sakarano é quem eu procuro. Sabe algo sobre esse cara? — Hayato mudava totalmente sua expressão, e ia apertando o homem ainda mais. Caso o mesmo não dessa nenhuma palavra, com seu outro braço manipulava os fios, cravando eles no peito do homem, assim, roubando seu coração e aplicando ele em si, como Mikasa havia o falado. Hayato não tinha tempo para perder com confrontos bestas, por isso, tentava ser o mais ágil possível.

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- Adendos: Postei pelo celular, esqueci disso kkk Força 01 (É o máximo), e Velocidade dos fios creio que é a de Ninjutsu, que nesse caso, seria 05. A manipulação foi a manipulação simples permitida, onde usarei cerca de 10m de fio para prender o homem.
- Posts: 05/45.
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Descrição: Uma mochila feita de um material especial, capaz de suportar a areia de Hayato, mas leve o suficiente para ele carregá-la sem problema algum. Mede cerca de 1m de comprimento, e 60cm de largura. Fica presa sobre um coldre na transversal de Hayato. Tem leves traços de branco, sendo totalmente pintada de uma tinta escura, preta.
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Re: [Crônica] — Suzuki Hayato. - em 3/11/2018, 12:31



尊 Narração;
Crônicas de um Ninja de Iwa 06/45..
— Huh? — O homem seria surpreendido novamente, dessa vez, se abaixando, dobrando o corpo para trás, deixando que os fios passassem por cima de si. Anos de Taijutsu teria gerido o regimento interno do encapuzado, o suficiente para que pudesse então, fazendo movimentos de maestros na arte de tal, assim como era dotado de imensos reflexos. — Boa moleque! — Assim, se jogou no chão, escorregando no mesmo, já que era escorregadio e deslizante sob o concreto. Após sua derrapada, não tardaria a ficar pelo menos uns 15 m do jovem ninja. — Não sou obrigado a responder, porque você já está morto. — Diria ele, se virando para dar no pé dali.

No fim, deu meia volta e saiu correndo com o máximo que poderia, visando sair daquele pequeno beco, onde as botas batiam sobre as poças de água que estavam ali sob o piso úmido, tentando escapar daquele garoto, talvez fosse mais do que o permitido para o homem, ele só queria cumprir o seu trabalho, e nada mais, somente queria gerir o que gerira por anos e não ter um maldito ali, interrompendo ele. No fim, ele buscaria dobrar para seguir em direção ao prédio novamente. Se possível, ele ainda iria reportar o ocorrido para Haysa Sakarano, não era possível que aquele garoto conhecia ele, a organização agia à surdina.



Informações:
Considerações:
Descrição:

• 3 Missões A. (01/03)
• Corpo de Usuário de Bakuton. (00/01)
• Treinamento de 5 pontos, Atributos (400 palavras á escolha do player). (?)
• Corações para pegar: Fuuton, Katon, Suiton, Doton e Raiton. (00/04)

Terá que lutar com ele. Força: 04. Vel: 05+01, no fim, ele deu no pé, você pode segui-lo, já que ele foi mais rápido e pode se esquivar de você, ou, você pode deixá-lo ir e simplesmente procurar outro local para investigar.
NPC's:
Jutsus usados:
"Tanto faz os métodos, o poder pode ser obtido de qualquer maneira, mesmo se corrompendo."
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Re: [Crônica] — Suzuki Hayato. - em 14/11/2018, 15:03



HP: ❲ 1400 • 1400 ❳ CH: ❲ 1200 • 1200 ❳ SN: ❲ 3000 • 3000 ❳ ST: ❲ 00 • 07 ❳
Finalmente Diversão

Devido a alta velocidade do homem, ao se esquivar, Hayato pensava que era melhor não gerar tumulto, então deixava o homem fugir. Pensava que isso dificultaria a busca pelos outros, mas era melhor do que arrumar confusão e enfrentar todo mundo junto. Ficava no topo de um dos prédios, e analisava todas as possibilidades. Sendo assim, o garoto tentava imaginar as diversas possibilidades para assim, achar formas de encontrar os outros envolvidos, até porque, ainda tinha todas as missões para completar e assim conseguir voltar pro Vilarejo. A busca de cima dos prédios ainda era a melhor opção. Precisava analisar cada passo dado, então pra isso, pensava que a melhor forma era confrontar os inimigos.

Assim, saltava em frente a porta, onde estava os homens como segurança. - Ei cara, eu tô procurando algo legal pra fazer, queria algumas recomendações de vocês, afinal, vocês parecem caras descolados. - Ao mesmo tempo que falava, alguns fios negros saiam de suas costas, na altura do ombro, e no menor momento de distração, usava isso para atacar os dois seguranças ao mesmo tempo, cravando ambos os fios no coração de cada um deles. Caso desse certo, usaria o Bunshin no Jutsu para copiar a aparência deles e adentrar ao lugar. Caso não, apenas saltava para trás e preparava para o combate.

Considerações:
- Aparência: Accelerator, com bandana de Iwa presa na cintura. Bolsa de armas presa na coxa direita. Mochila de areia na transversal, como Gaara usava a cabaça.
- Adendos: Postei pelo celular, ta bem explicado ai.
- Posts: 06/45.
Bolsa de Armas:
- 2 Kunais [02]
- 2 Shurikens [02]
- 8 Kibaku Fuuda [02]
- 1 Fuuma Shuriken [04]
- 8 Senbons [02]
- 2 Ampolas [02]
- 2 Kemuridamas [02]
- 2 Hikaridamas [02]
- 10m Fios Ninja [02]
Itens Especiais:
Mochila de Areia
Rank:
C
Descrição: Uma mochila feita de um material especial, capaz de suportar a areia de Hayato, mas leve o suficiente para ele carregá-la sem problema algum. Mede cerca de 1m de comprimento, e 60cm de largura. Fica presa sobre um coldre na transversal de Hayato. Tem leves traços de branco, sendo totalmente pintada de uma tinta escura, preta.
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Re: [Crônica] — Suzuki Hayato. - em 14/11/2018, 21:10



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Crônicas de um Ninja de Iwa 07/45.

Os homens pareceram estar surpresos pelo surgimento repentino do garoto no local, bem onde estava uma das vias, uma das linhas, das teias da organização, como é que ele saberia sobre o local? Algo estava errado, segundo a mente dos homens. Quer dizer, ninguém poderia saber daquele lugar... — É um invasor!  — Gritou um deles — Sim, Tuguro! — Gritou o segundo e último, onde estes avançaram. Porém, foram surpreendidos por dios negros, que os atravessariam os corações Os fazendo soltar um grito agudo enquanto se contorciam de dor, caindo sobre o chão enquanto um mar vermelho de sangue tornariam a cobrir as coisas como uma onda de sangue abundante, os corpos sujos e com as faces inexpressivas e céleres. O garoto iniciou seu plano de infiltração logo após tal, adentrando o local.

Lá dentro ele encontraria um grande local quadrático retangular com algumas lamparinas se luzes que se seguiram iluminando o local numa espécie de armazém após um longe estreito túnel que continha canos e pouca iluminação. Lá ele poderia ver funcionários de guias de setores e exportações, onde iam desde tráfico de crianças e mulheres até os mais variados como armas, drogas, e plantas de narcóticos. Era muito extenso e havia câmera para todo o canto, além de três portas que levavam para outro viés, espalhas estrategicamente para con o local.



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• 3 Missões A. (01/03)
• Corpo de Usuário de Bakuton. (00/01)
• Treinamento de 5 pontos, Atributos (400 palavras á escolha do player). (?)
• Corações para pegar: Fuuton, Katon, Suiton, Doton e Raiton. (00/04)

Autoexplicativo, acredito que deixei claro.
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Última edição por 'Arsenic em 17/11/2018, 00:37, editado 3 vez(es)
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Re: [Crônica] — Suzuki Hayato. - em 15/11/2018, 23:51



HP: ❲ 1400 • 1400 ❳ CH: ❲ 1200 • 1200 ❳ SN: ❲ 3000 • 3000 ❳ ST: ❲ 00 • 07 ❳
Finalmente Diversão

Agora era a hora do garoto tomar todo cuidado possível. Afinal, estava em um local totalmente novo, e provavelmente, era ali que o inimigo estava. Pensando dessa forma, camuflado em meio aos clones, fazia sua aparência semelhante as pessoas que estavam ali, como uma mulher. Assim, os Bunshins criados tomavam a aparência dos guardas, estavam ao lado de Hayato, como se estivessem levando a muljher como prisioneira. Começavam a procurar alguns guardas, e o primeiro que encontrassem, questionariam o que iam fazer com a mulher, que era o verdadeiro Hayato. — Encontramos essa desmaiada no chão, o que fazemos com ela? — Aguardava as instruções, nesse tempo todo mantendo total calma e controle, demonstrando reações de como realmente tivesse sido pego. Esperava que assim, eles o levasse para algum superior, ou algo do tipo. Esperava o melhor momento em que pudesse ficar a vista do menor número de guardas possível, caso os guardas reais o levasse para algum lugar. Na primeira oportunidade, faria uso de seus fios negros novamente, de forma que esses fios conseguissem perfurar o coração de cada guarda que estivesse com Hayato. Isso ocorreria apenas, caso Hayato estivesse com quatro guardas ou menos, caso contrário, permanecia observando tudo transformado em uma mulher.

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- 2 Kunais [02]
- 2 Shurikens [02]
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Re: [Crônica] — Suzuki Hayato. - em 17/11/2018, 00:26



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Crônicas de um Ninja de Iwa 08/45.

Os guardas entre milhões de pessoas que trabalhavam ali, entortaram a cabeça quando viu a moça prisioneira, vulgo Hayato transformado com seu henge. Começaram a cochichar entre si, apontando para o infiltrado como se fosse uma forma de procedimentos, e tal. Alguns minutos se passaram e então eles finalmente poderiam ter chego a uma solução conclusão dentro daquilo. Eles olharam para os clones e para a garota de cima pra baixo comi se os examinassem. — Bem, nós nunca vimos essa garota antes, portanto, vamos levá-la. Mas, eu conheço vocês, não deveriam está lá na frente, na porta? — Perguntou um deles, que avançava para tomar Hayato pelos braços. O segundo que segurava uma lança, moveu a ponta da arma para que pudesse esperar os clones disfarçados. — Andem andem! Voltem para seus postos, bando de molenga de merda! — Reclamaria. O outro guarda agora iria guiar Hayato caso este se deixasse ser segurado.

Enquanto a guiaria, ele chamou mais três amigos para que pudessem ajudá-lo. — Formação Guarda Tigre, quero mais três fodidos aqui comigo. — Pediu este, que for a logo cercado por mais quatros amigos que seguiriam o mesmo. Um ao lado, e outro três atrás, enquanto o cara seguiria com uma mão no braço da prisioneira logo atrás. Assim, eles atravessaram o emaranhado de vielas e exportações e importações. Chegando a uma das portas estratégicas. Assim, entrariam em um túnel semi escuro com alguns poucos tons de iluminação. Canos poderiam ser vidros por paredes e tetos. — Vamos te levar direto pro chefe. Assim, ele saberá o que fazer. Mas não te vi de nenhum lugar, deve ter fugido, menina má! — Ele não tardaria em lhe esbofetar o ombro para que o jogasse sobre o chão. (Força 3) — Ande, para frente! — Ordenaria, seguindo assim o túnel.



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