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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Inverno

Golovkin
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[ Fillers ] Crônicas do Herdeiro - Seg 24 Set - 14:13


—— Prólogo: O prodígio dos Hõki


O clã Hoki é um clã originário de Sunagakure. Também conhecidos como os que "trabalham nos bastidores", a família é conhecida por seus conhecimentos médicos. Golovkin era um ponto fora da curva. Seu pai era membro do clã Hõki, mas sua mãe não possuía quaisquer afiliações com famílias shinobis. Dessa relação conturbada nasceu Golovkin. O garoto ainda não conhecia muito sobre seu clã. Mas isso mudaria dali em diante.

—— Ordem cronológica

— O nascimento [a fazer]
— A infância [a fazer]
Descobrindo uma paixão

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Ficha
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Última edição por Golovkin em Seg 24 Set - 16:15, editado 1 vez(es)
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Re: [ Fillers ] Crônicas do Herdeiro - Seg 24 Set - 16:14


—— Descobrindo uma paixão

Manhã de inverno. O dia estava frio como de costume. Quando saímos na rua, a neblina quase nos impedia de ver a um metro longe. Quase todos os dias tia Viviane me levava para o serviço com ela. No caminho passávamos na frente de uma banca de revista. Essa talvez tenha sido a minha primeira grande paixão. Eu procurava ferozmente por novos volumes das revistas que eu gostava. Nem sempre tínhamos dinheiro para comprar as revistas na hora, mas eu não me entristecia, compreendia a situação da tia Viviane e no fim ela sempre me dava o que eu pedia.

Mesmo sendo novo, eu já sabia o que queria ser quando crescesse. Queria ser um shinobi. Todos os dias eu via eles indo para lá e para cá com suas bandanas. Na escola eles estavam sempre dando palestras e mostrando habilidades que no fim era para nos seduzir para aquela vida. Mas confesso que balancei na manhã citada anteriormente. Tinha algo novo na banca de revista, não era nenhum novo volume ou revista. Era um poster anunciando uma luta. Era uma luta de boxe. No instante não compreendi muito bem, mas a pose que eles se encontravam me despertava algo singular, demonstravam um poder.

—— Tia Viviane, olha! Podemos assistir? —— Ela respondeu que não com a cabeça. Como que por desígnio do destino um homem alto e com um bigode nos abordou e disse que poderia me levar, se Viviane permitisse. Ela hesitou muito, afinal, não conhecia o homem. Ele, notando a desconfiança, mostrou seu crachá e pudemos saber que ele era treinador de um dos lutadores que se apresentariam naquela noite. —— Ele é o campeão mundial dos pesos médios, Julio Cesar. —— Repeti o nome mentalmente e depois pronunciei. O homem me corrigiu, dizendo que não era "júlio" e sim "rulio" como se fosse um R no começo. Explicou que a pronúncia era assim no país de origem de Júlio. Animado com a ideia de assistir a luta, não discordei dele e nem fiz mais perguntas sobre a pronúncia do nome, tinha outras a fazer.

Não bastasse eu assistir a luta, Carlos - o treinador - me levou até os backstage da luta. Lá eu pude conhecer Julio Cesar. Fiquei em um canto durante um tempo observando colocarem algo em torno da mão dele que me explicaram ser bandagens, para proteger a mão e também o oponente. Carlos me explicou e demonstrou como era o aquecimento de um lutador e explicou brevemente as regras do boxe. Os juízes marcavam os pontos por round; só podia bater da linha de cintura para cima, por isso eles usavam calções que marcavam bem o local em que poderiam começar a bater. Podiam apenas socos e nenhum outro tipo de golpe como cotoveladas, chutes ou mordidas.

Quando chegou a hora, me retiraram dali e fui me sentar em um local bem próximo ao ringue e aonde ficaria Carlos, para auxiliar o lutador entre os rounds. A emoção pulsava no ginásio. Todos gritavam alucinados pelos lutadores que iam entrando e se digladiando no ringue. Eram socos e mais socos. Diferentes tipos de socos, alguns visavam o queixo e partiam de baixo, outros vinham por cima, tentando acertar a cabeça do adversário. Tudo era novo para mim. Depois que todas as lutas tinham terminado, restava a luta principal da noite. Julio Cesar contra o campeão japonês. Eu quase não consegui me conter. O patriotismo me mandava torcer para o lutador mais próximo a mim, mas Carlos tinha conseguido um fã.

O combate começava. Ambos mantinham uma distância segura um do outro. Os jabs eram lançados medindo a distância no começo. Nenhum dos dois tentava uma investida, iam se estudando, compreendendo minimamente a movimentação de pernas do oponente, tentando achar brechas em sua guarda. Quando o primeiro round parecia quase finalizado... boom! Um direito com a mão esquerda de Julio Cesar jogou o campeão japonês no chão. Seus olhos arregalados denunciavam todo o temor que sentia naquele instante. Ele tinha sido pego de surpresa, não aguardava um soco tão forte quando o round estava próximo ao fim. A contagem se iniciou: UM! DOIS! TRÊS! QUATRO! O japonês se levantou para o delírio da torcida majoritária. O juiz confirmou se ele estava bem e teve uma resposta positiva.

Dali em diante a luta foi dominada por Julio. Ele controlava a distância com o jab e ia perseguindo o adversário pelo ringue, encurralando-o constantemente nas cordas. Ali seu combate acontecia. Desferia sequências de golpes variados que iam contra a linha de cintura, peitoral, cabeça. Alternava os locais, fintava o inimigo movimentando seu tronco e cabeça para esquivar de algum ataque desesperado quando... booom! Um soco entrou por baixo da guarda do japonês e o atingiu em cheio no queixo. Ele já caiu desmaiado no chão. O juiz interferiu no mesmo instante a luta. Estava terminada a luta no segundo round. Todos do time de Julio invadiram o ringue e foram comemorar com ele. Eu? Nem conseguia piscar. Meu coração parecia que ia saltar pela boca.

Quando tudo parecia mais calmo, Carlos veio até mim e me abraçou. Não conseguia se conter de tanta felicidade. Para a minha surpresa ele me disse que eu deveria treinar boxe, quem sabe eu não levasse jeito. Me deu um cartão com o endereço de uma Academia de Boxe no centro de Konoha. Minha vontade já era de sair dali direto para a academia, mas não pude. Tia Viviane chegou para me pegar e fomos para casa. Durante o caminho, eu contava todos os detalhes para ela, de como Julio tinha vencido o nosso lutador.

Deitado, buscava lembrar de cada movimento da luta. Julio encurralando o adversário nas cordas, um, dois jabs, abrindo sua guarda. Um direto que foi defendido e o uppercut de esquerda que encontrou um ponto cego e pôs fim ao combate. Tudo era incrível. Conseguia lembrar do pulsar da arena, de como todos gritavam. Tinha sido um dia incrível. Eu estava cansado, mas pouco me importava. Tanto que levantei da cama e comecei a imitar os movimentos que tinha presenciado. Repetia-os sem a menor técnica, mas não era importante naquele momento. A importância era a paixão despertada!


HP: 375
CK: 375

Considerações: 1026 palavras.

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Re: [ Fillers ] Crônicas do Herdeiro - Seg 24 Set - 18:53

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Re: [ Fillers ] Crônicas do Herdeiro -

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.