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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, mas simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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[Fillers] Yoshiru - em 17/9/2018, 12:37

Descobrindo o Poder Oculto

Tamanho: 1036 palavras
Objetivo: 100 status





Yoshiru estava sentado no Dojo do templo de treinamentos Hyuuga, meditando com seu amigo e professor de Juken Hyuuga Misui, ambos da família secundária. Misui abre seus olhos e espera Yoshiru terminar o momento de concentração. Era tradição no clã, toda vez que se fosse entrar e sair do dojo, meditar de 15~30 minutos. Uma maneira de deixar o shinobi presente por inteiro no aqui e agora, tornando o treino mais efetivo.
          Misui: -Aquela noite que tentou fugir, algo aconteceu. Seu poder se alterou. Você tem algo de especial e é preciso que aprenda a utiliza-lo. (referencia a história de Yoshiru e a qualidade Poder Oculto).
          Yoshiru abre os olhos interrompendo sua meditação.
          -Eu não consigo me lembrar de muita coisa, apenas acordei com muita dor de cabeça.
          Misui abaixa o tom de voz: -Acredito que esta sua arma possa vir a ser fundamental para nós Bunkes.
          O sensei ativa seu Byakugan.
          Misui: - Precisamos entender o limite desse poder, vou observar sua circulação de chakra. Preciso que você repita o que aconteceu aquela noite.
          Os ninjas se levantam, Yoshiru ativa seu byakugan também. Aquilo era um convite para um treino de combate.
          Misui: - Prepare-se, preciso que você chegue em seu limite.
          Posições de Juken são assumidas. Misui investe contra o menino, um movimento rápido, com a palma da mão aberta. Yoshiru é surpreendido pelo ataque, seu professor geralmente assumia uma posição passiva. A esquiva é desajeitada, e o Juken raspa em seu braço, o impacto gerado é suficiente para desestabilizar a base da formação defensiva de Yoshiru, que cambaleia para o lado, tentando executar um contra-ataque desequilibrado em direção do ventre de Misui. O mestre, em um passo leve como de uma dança, esquiva do contra-ataque. Yoshiru falha em recuar o braço com que havia atacado, permitindo que Misui lhe agarre o pulso, gire seu corpo e com força o jogue a 2 metros de distancia. O tatame amortece a queda, Yoshiru cai rola no chão e se levanta em um mesmo movimento. Assumindo posição defensiva novamente e recuando mais um passo para trás. Os dois se fitam em um momento de pausa e crescente tensão. Yoshiru sente uma pontada de dor interna em seu braço atingido, aquilo não era um treino comum.
          Misui: - Você não conseguirá se defender sem libertar seu poder oculto. Aquela noite lutamos de igual para igual.
          Os hyuugas eram conhecidos pelos seus treinos extremos, mas poucas eram as situações em que uma batalha amigável de dojo era tão agressiva. O sensei avança novamente, e uma dança inicia, para cada movimento de ataque do juken existia um movimento de contra-ataque dentro do próprio estilo de combate. Essa dualidade ensaiada dava a impressão de uma luta mecânica, em que o melhor lutador sempre demonstrava vantagem. A diferença de velocidades dava vantagem a misui, cada 4 golpes que Yoshiru esquivava, uma brecha em sua defesa era aberta e Yoshiru era obrigado a defender de forma “primitiva” com seus braços (fora do tradicional do juken).  Essas defesas impediam dano maior, mas lesionavam os antebraços, pulsos e punhos de Yoshiru além de lhe empurrar para trás, obrigando-o constantemente a recuar. Cada vez mais perto do fim do dojo, o menino estava sendo encurralado. Insistir na dança seria definitivamente perder o combate. Por isso, o jóvem muda a estratégia e no primeiro ataque, ao invés de esquivar agarra os braços de seu sensei. A repentina saída do estilo de luta causa um estranhamento. Um movimento atípico que permite Yoshiru de agarrar firme os pulsos de Misui e investindo com uma cabeçada no sensei. A estratégia dá certo, a cabeçada dá uma leve atordoada em Misui, que é aproveitada por Yoshiru, caindo para trás com seu peso, chuta Misui na barriga, fazendo uma alavanca no sensei e o jogando para trás. Alterando as posições de quem estava virado para a parede. Misui rola, e se levanta sem maiores problemas. Yoshiru corre cambaleante para longe, aproveitando o momento para se recompor. Agora seus braços estavam claramente feridos. Seu kimono havia rasgado, revelando roxos, leves cortes e vermelhões. Doíam por inteiro com ferimentos internos. Se sentia o dobro de cansado pois a surra ainda o havia retirado grande parte do chakra.
          Misui: - Admiro sua criatividade. Mas não está tentando suficiente!
          O sensei corre em sua direção em uma forte investida de punho aberto. Yoshiru tranca a respiração e corre contra, tentando um ataque irresponsável. Os dois se chocam no meio do caminho acertando um juken na barriga um do outro. Yoshiru gospe sangue no ombro de Misui, o juken do professor era muito mais poderoso do que o seu, que mesmo atingindo a barriga do oponente, parecia não ter causado danos maiores do que um forte suspiro. O corpo de Yoshiru relaxa, deixando seu peso recair por cima do ombro de misui e tudo fica escuro.
          Subitamente, uma onda de energia toma conta de Yoshiru, como se uma explosão incendiasse seu peito. Seus olhos abrem, e rapidamente o menino morde a orelha de Misui, lhe arrancando um pedaço. O sensei o empurra em repulsão, e põe a mão na orelha.
          Misui: - Porra!
          Yoshiru fita o sangue escorrer entre os dedos de Misui e cospe um pedaço de cartilagem. Com o Byakugan olha para seu próprio corpo e vê sua corrente de chakra. Estava completamente alterada. Havia uma corrente anormal de energia circulando, um chakra denso e acinzentado.
          Yoshiru: - Eu não sei o que é isso...
          Não sentia mais dor alguma em seus braços, até mesmo sua vitalidade estava rejuvenescida.
          Misui: - Era disto que eu estava falando. Quando nos enfrentamos aquela noite, seu chakra agiu de forma anormal. Precisamos estudar este poder oculto. Posso vê-lo agindo em seu corpo claramente. Ele parece vir de seu rosto, talvez dos olhos...
          Yoshiru relaxa o corpo e a fonte oculta de chakra começa a se esvair. Seu cansaço retorna, ele se senta exausto no chão com a batalha.
          Yoshiru: - desculpe pela orelha…
          Misui encara o menino em silencio e tira a mão da orelha, havia uma pequena lasca faltando.
          Misui: - enfim… eu provoquei. Nos encontramos aqui novamente em uma semana. Irei buscar trazer mais informações sobre este poder e iniciaremos a estudá-lo.
          Misui sai do dojo. Yoshiru fica sozinho, se deita no chão e dorme de exaustão.




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Re: [Fillers] Yoshiru - em 17/9/2018, 13:24

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Re: [Fillers] Yoshiru - em 25/9/2018, 10:52


Busca ao Templo de Hamura parte I

filler sobre a descoberta do Poder Oculto de Yoshiru.
Tamanho: 1077
Objetivo: 100 pontos de status e desenvolver história.




Misui interrompe a meditação de Yoshiru. Carregava consigo 3 pergaminhos amarelados do tempo, arquivos confidenciais do clã Hyuuga que ele havia pego “emprestado”. - Esses documentos fazem referência a algum tipo de poder similar aquele que vc manifestou… Misui estava falando do poder oculto que Yoshiru havia manifestado no dia em que havia descoberto que seus pais morreram em decorrência do selo Hyuuga. - Há precedentes que referenciam poder similar ao ódio de Hamura. Manifestações de raiva e ódio sempre foram motivações associadas aos netos de Hagoromo, filhos de Indra (uchiha). Os descendentes de Hamura (hyuugas) se espiritualizaram de forma distinta, mas por consequência se tornaram muitas vezes passivos a injustiças. Misui falava enquanto revirava os pergaminhos. - Mas isso é apenas uma faceta de Hamura. Fecha o rolo de papel e pega outro. - Mas não sei mais nada a respeito. Este trecho informa a existencia de um templo perdido de Hamura. Talvez hajam mais informações neste templo... O pergaminho mostrava um antigo mapa, mas era de pequena escala, estava muito apagado e parecia não fazer referência aos mapas shinobis convencionais. - Aqui… Fala apontando apra um ponto X no mapa. Ao lado, aparentava uma grande montanha. Yoshiru se recorda de uma missão em que viajou pelo norte do país do fogo e explorou uma montanha. O problema era que a região era conhecida por bandos de assaltantes e sequestradores.

Apesar de poucos referenciais, Misui concordou em verificar a montanha do norte. Planejaram a viagem para dali uma semana e ficariam 3 dias na busca. Quando o dia chegou, partiram juntos em direção a grande montanha do norte. A viagem fora calma, o pé da montanha era uma grande floresta silenciosa. Montaram acampamento na beira da encosta, aproveitando as pedras como proteção contra o vento e acenderam uma fogueira para assar pescados.

De madrugada, Yoshiru ouve barulhos vindos da beira da floresta, abre os olhos e ve que Misui, também estava de olhos abertos deitado em seu saco de dormir e com o Byakugan ativo. Os dois se olham, Misui parecia assustado. Silenciosamente aproxima o dedo de sua boca e faz sinal de silencio para Yoshiru. Ativo meu Byakygan também, e vejo a 15 metros para dentro do mato um grupo de 4 pessoas passava por ali levando, amarrado, o que parecia ser um prisioneiro. A fogueira ainda fumegava e podia denunciar nossa posição. Saio do saco de dormir furtivamente e abafo a brasa com um pano. Misui sai de seu saco e pega sua katana. O barulho de nossa movimentação faz um dos homens parar, e chamar os outros. O grupo sai da mata e nos encontra. Eram 2 bandidos com roupas pretas e panos nos rostos e 2 nukennins da antiga vila oculta da névoa, amarrado havia um menino magro e careca, aparentava estar muito machucado. Os bandidos sacam espadas, a Nukennin anuncia: - Hyugas de Konoha. Dão uma ótima recompensa. A mulher era baixa, vestia um manto preto e seu cabelo era roxo. Aparentava estar liderando o grupo. O outro Nukennin sussura para ela: - talvez.. Fosse melhor só entregarmos o prisioneiro… sem nos meter em mais confusão… Seu corpo era magro, aparentava estar seriamente doente, falava com a voz falhando. Ela dá um tapa na cara do nukenin que abaixa a cabeça. - Não fale bobagem Yamiko. Hyugas! Levantem as mãos aonde eu possa ve-las. Não nos mexemos. - Preferem o jeito mais dificil?! Amarrem eles rapazes... Yoshiru e Misui trocam olhares e entram em posição de combate.

Os bandidos se aproximam, Misui desembainha sua espada. O primeiro bandido investe e Misui se defende com a espada. Os dois trocam golpes. O outro bandido gira a espada e investe contra mim. Esquivo recuando, saco uma kunai com uma mão e uma bomba de fumaça com a outra. Atiro a arma contra o bandido, que rebate a arma com sua espada, e largo a bomba no chão. A explosão cega todos os presentes, menos quem lutava com o Byakugan. A distração é suficiente para Misui finalizar seu oponente, mas vendo a desvantagem criada, a Nukennin realiza um jutsu de fuuton e afasta a fumaça. - Hahaha! Ela continua fazendo selos e lança uma segunda rajada. O vento cortante me atinge e me derruba. Misui consegue se esquivar e lança 5 shurikens no bandido que ainda estava de pé, e estava vindo me atacar. As armas atingem o Bandido que cai em cima de mim ferido. Lutamos no chão por alguns instantes, mesmo ferido o bandido tenta me estrangular. Misui, com sua espada, combate os dois nukennins ao mesmo tempo em taijutsu. O bandido me estrangulava, mas consigo agarrar uma das shurikens que estava cravada em seu corpo, arrancar de seu corpo, e golpear com a arma seu pescoço. Seu sangue escorre em minhas mãos, jogo seu corpo para o lado e me levanto com dificuldades. Misui combatia o Nukennin adoentado corpo-a-corpo, enquanto a mulher dava suporte com ninjutsus a distância. Atiro a shuriken que havia arrancado do corpo do bandido contra a mulher. Ela defende com novamente um fuuton. Corro em sua direção e desfiro uma sucessão de Jukens, ela esquiva de alguns, mas meu último golpe acerta sua barriga. Não era tão boa corpo-a-corpo.

A batalha se estente, Misui golpeia Yamiko e vence sua luta obrigando o shinobi a recuar gravemente ferido. A nukennin que estava ganhando se vê sozinha contra os dois Hyugas e é obrigada a também recuar. - Vamos Yamiko!! Os dois fogem para o mato, e nós, exaustos, não perseguimos os nukenins. Na fuga, haviam deixado o prisioneiro amarrado. Vou até a criança e desamarro sua boca. - Ah não me batam!! A criança implora. - somos shinobis de konoha, você esta seguro conosco! Misui informa.

Amanhecia, a criança já estava desamarrada e se alimentava de nossos suprimentos. - sou Kyky fala com a boca cheia. - moro na montanha… Após nos contar a história do rapto informa. - há muitas lendas e eu conheço todas. Sou a guardiã das histórias da montanha. Sou grata por terem me libertado… não é a primeira vez. Eles acham que posso leva-los aos segredos da montanha. Yoshiru e Misui se entreolham com essa informação. Os 3 caminham até uma cabana no pé da montanha, era a casa de Kyky. Por hora Iriam descansar e fazer curativos, mas depois, perguntariam sobre pistas do templo de Hamura.






                     
HP ■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■ ( 325 | 325 )
CH ■■■■■■■■■■■■■■■■■■ ( 225 | 225 )
ST □□□ ( 0 | 3 )


Bolsa de Armas (20):
Kunais 8/8
Makibishis 10/10
Fios 10/10 m
Kemuridamas 6/6
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Re: [Fillers] Yoshiru - em 25/9/2018, 11:00

Lembrando que aqui é OFF, nenhum conhecimento adquirido aqui chegará a seu personagem em ON.
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Re: [Fillers] Yoshiru - em 25/9/2018, 11:03

Ah tava tratando como ON X)... bom vou mudar a narração a partir de agora, e separar essa história para algum tipo de plot

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Re: [Fillers] Yoshiru - em 16/10/2018, 10:58





tamanho: 1017 palavras








Yoshiru havia apenas 4 anos de idade. Essa memória fracionada em flashs é a lembrança mais antiga de sua mãe. A kunoichi estava alimentando a criança com sopa de legumes. Yoshiru não queria comer, tentava brincar com a colher. Em cima do balcão, apoiada em uma seda fina, magenta, uma bola de cristal repousava. Distraída com a criança, a Hyuuga não percebe que o reflexo da bola estava se distorcendo, a imagem refletida deixava de ser a do ambiente doméstico e se transformava em 3 shinobis que se esgueiravam na vizinhança. Estavam entrando no jardim da casa. Yoshiru, de frente para a bola, percebe a repentina mudança e é tomado por medo e começa a chorar. O choro da criança distraí mais ainda a mãe que tenta acalmá-la. Os shinobis estavam próximos, 2 estavam abaixados do outro lado da janela da cozinha e um estava na porta. O shinobi mais alto que aparentava liderança, era, também, Hyuga. Estava com o Byakugan ativo e por isso vê, por trás da parede, a bola de cristal denunciando sua posição. Alarmado, era preciso agir mais rápido e com um sinal de mão para os outros iniciam o assalto.


Dentro da cozinha, tudo ocorre em menos de 5 segundos. Um clarão explosivo (bombas de luz) precede o estrondo da porta sendo arrombada e da janela quebrada. A mãe de Yoshiru, pega desprevinida, leva 3 shurikens nas costas. A kunoichi não cai com as armas cravada em suas costas, mas gira e crava a faca de cozinha no pescoço do outro mercenário que se aproximava do bebe. De costas, com o byakugan ativo, lança a faca atravessa o pescoço do outro homem que havia entrado pela janela. Pula em cima do balcão e salta em direção do último invasor, o hyuuga. O homem faz um selo de mão e derruba a mulher em agonia. Era a tortura do selo Soke.


Yoshiru havia caído de sua cadeira e instintivamente se escondido debaixo da mesa, cego pela bomba, não havia visto o que tinha se passado e agora lentamente seus olhos se adequavam a luz da cozinha. Via sua mãe convulsionando no chão e um shinobi Hyuga de pé. - me responda onde eles estão escondidos cadela bunke. O homem questionava ferozmente, com os dentes cerrados. A mulher resistia a tortura em silêncio.


O torturador, com o byakugan ativo, sabia que a criança estava debaixo da mesa e não tardaria a utilizá-la para conseguir informações da mãe. - já que não vai me responder, talvez a criança saiba de algo… fala isso e golpeia a mesa, que voa contra a parede e se despedaça. Yoshiru é revelado, estava tremendo de medo do agressor. Um pé da mesa cai ao lado da criança que instintivamente pega o pedaço de pau e avança contra o Soke. O homem apenas agarra o pau e tira da mão da criança. Yoshiru fica congelado na frente do Soke, que se agaixa para se nivelar com a criança e poder conversar. O homem com carinho sádico afasta a franja da criança e prende seu cabelo atrás da orelha, revelando o selo Hyuga. - então já tens mais de 3 anos... fala constatando que a criança já havia sido selada, de forma crescente uma dor de cabeça começa a afligir Yoshiru, que ainda aguentava de pé. O shinobi sorria e levemente intensificava a dor, sabia que a criança estava aguentando a agonia do selo e queria testá-la. - impressionante, voces bunkes são realmente duros de quebrar… constata, ainda agachado na frente da criança. A bola de cristal refletia o rosto do hyuga soke e o olhar de bravura da criança que resistia a dor. - Porém também são burros, descuidados, o cristal avisou e você não prestou atenção… fala para a mãe que ainda estava sob efeito da tortura, em referência ao cristal ter denunciado o ataque, mas não ter sido visto. - é por isso que devem nos servir, somos o cérebro e vocês o músculo. É simples assim. Meu trabalho é manter esta ordem e para isso preciso saber onde fica o esconderijo da célula bunke rebelada, você vai me dizer ou serei obrigado a colocar seu filho em seu lugar. A mulher com dificuldade ergue seu corpo do chão, ainda tremendo, como se fosse finalmente falar, abre a boca, mas ao invés de palavras uma senbons sai de sua boca em disparada contra a nuca do shinobi agachado. Uma liberação de chakra de tenketsus de suas costas repelem a senbon, sem precisar se virar. A kunoichi caí novamente em agonia, estava sendo punida por tentar um ataque. - essa é a resposta errada… o hyuuga soke faz um selo na mão e intensifica a dor da mulher, Yoshiru também estava sob o efeito, mas agora o foco era a kunoichi. O agressor estava prestes a matar sua mãe quando uma leveza toma conta do corpo de Yoshiru, uma força ancestral irriga seus jovens músculos e permite com que ele faça um movimento súbito, contra o torturador. Um poder oculto se revelava pela primeira vez, e irrigado por uma força protetora o jovem, que estava com a colher de sopa ainda na mão, em um rápido instante, enfia a colher no olho do Soke. O homem recua com as mãos no rosto gritando, a kunoichi é libertada da tortura e com muito esforço golpeia-o pelas costas, causando seu desmaio. A mãe corre e abraça seu filho, com o byakugan, visualiza a bola de cristal. Ela estava agitada, imagens de outros 2 shinobis se aproximando da casa piscavam, ambos Hyugas, estavam observando a luta á distância e agora que a situação havia mudado vinham para completar o serviço. - não temos tempo. Fuja! A mulher empurra Yoshiru, que hesita em correr, mas foge pela janela quebrada. Ela fica para ganhar tempo com os outros Hyugas.


Yoshiru corre pelo jardim da casa, pula a cerca com dificuldades, começa a correr por uma ribanceira abaixo, caí e rola até bater em uma árvore. Era o início da floresta que cercava Konoha. Com dificuldade, se levanta e entra na floresta. Esta era a última vez em que havia visto sua mãe.    






                     
HP ■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■■ ( 525 | 525 )
CH ■■■■■■■■■■■■■■■ ( 300 | 300 )
ST □□□□□ ( 0 | 5 )





Bolsa de Armas (40):
Kunais 8/8
Makibishis 10/10
Fios 10/10 m
Kemuridamas 6/6 (bomba de fumaça)
Kibaku Fuuda 8/8 (selo explosivo)
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Re: [Fillers] Yoshiru - em 16/10/2018, 11:05

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Re: [Fillers] Yoshiru - em 27/10/2018, 22:23







Ainda na academia, yoshiru fez uma excursão com sua turma de jovens ninjas até a ponte Naruto, o objetivo da viagem era aprenderem a história da ponte, do país do arroz e, para a maioria ali, conhecerem o mar. O professor da turma, um recém graduado tokujo, chamava-se Nabuco, e tinha dificuldade de manter o grupo reunido. Para a viagem, a academia dispôs dois carros de boi com grandes reboques, o suficiente para 10 jovens viajarem apertados, 5 adultos e suprimentos. Três gennins foram designados para auxiliar Nabuco, para eles, era o equivalente a uma missão rank C. Além disto, 2 carroceiros profissionais conduziam os bois, aparentavam ser camponeses konohenses, apesar de um deles carregar consigo uma katana.


A viagem era um projeto ousado de Nabuco, haviam poucos registros anteriores de excursões de turma em Konoha. O trajeto era considerado pacificado, mas todas a precauções foram tomadas. No primeiro carro, a frente, iam sentados 1 gennin e o condutor, no reboque ficavam 5 acadêmicos, suprimentos e outro gennin no fundo. O segundo carro repetia a formação, mas Nabuco ia no fundo, monitorando ambos carros. O plano era viajar um dia inteiro até a costa, se hospedar em um pequeno hotel militar de konoha na vila, no dia seguinte atravessar a ponte, visitar o país do arroz e conhecer as praias. No caminho, já era noite e perto da chegada, um mercador viajante, que seguia em direção a konoha, avisa que havia um estranho pedágio itinerante em frente. Ele havia pago um valor exorbitante pela passagem, e indicava ao comboio pegar uma estrada lateral abandonada que supostamente daria a volta nos cobradores.


Nabuco agradece a informação e ordena o pegar o detour. A viagem se estende por mais algumas horas, já era o início da madrugada, todos dormiam nos carros, menos os responsáveis, Nabuco apreensivo pede para pararem e discute suas opções com os carroceiros. Ninguém sabia para onde a estrada os havia levado, estavam exaustos e já faziam 5 hrs que estavam nela. Eles decidem parar para dormir, fazer uma pequena fogueira e encerrar a viagem naquele dia. Dois gennins são ordenados de ficarem acordados, investigarem a região e descobrirem onde estavam. Inconformados com a ordem, os gennins somem no mato. Um dos carroceiros alerta, estavam em algum local perto do país do rio, um local considerado selvagem e perigoso para quem estava acostumado com Konoha. Enquanto todos dormiam. Nabuco, o gennin e o carroceiro da katana, ficaram acordados em volta do fogo, esperando notícias dos dois gennins que haviam saído.


Inesperadamente, do mato, surge correndo um dos gennins que havia saído para buscar informações. Ele estava coberto de sangue e esbaforido grita: -Um grupo de bandidos nos seguiu até aqui! Consegui escapar, eles vão… Sem terminar a frase uma lança dourada atravessa sua barriga. 3 bandidos surgem das sombra. Todos os acadêmicos acordam com o alvoroço, a situação era catastrófica. O bandido mais a frente retira a lança do corpo do gennin agonizante e anuncia: - Todos fiquem parados e levantem as mãos. Serão nossos prisioneiros.
Outros 5 bandidos surgem da mata, por trás do grupo, cercando todos. O carroceiro que dormia, acorda de sopetão, pula para frente de um dos carros de boi e bate nos animais para correrem o mais rápido possível. Os bois em desespero correm furando a barreira dos bandidos que haviam surgido por trás escapam, levando consigo um carreto cheio de acadêmicos que gritavam em desespero. O segundo carroceiro faz menção de pegar o outro carro, mas um dos bandidos com um martelo enorme bate na roda de madeira do carro, despedaçando o veículo. Os 5 academicos pulam para fora do carro, 2 escapam correndo para o mato e outros 3 são agarrados pelos bandidos que os ameaçam com facas. Nesta situação de caos completo, Nabuco, o tokujo responsável estava paralizado. Era graduado, mas pouco havia entrado em situações de combate e agora, com 3 academicos imobilizados e sob risco de morte, não podia fazer nada. Ordena que o carroceiro guarde sua katana, e inicia as negociações: - Eu sou o responsável aqui… se anuncia. - O que vocês querem e como podemos negociar? O líder dos bandidos (que ostentava a lança dourada) responde: - Qualquer movimento e as crianças serão decepadas. Amarrem eles e vamos para o acampamento, 5 crianças de konoha e alguns shinobis… Isso é uma grana.


Eram 8 bandidos, não se sabia se eram shinobis, mas estavam muito bem armados, Nabuco tinha poucas opções. Os 5 jovens que restaram, incluso Yoshiru, o gennin e o carroceiro são amarrados e levados para dentro do mato. O líder ergue sua lança para o alto e golpeia a cabeça de nabuco com a parte de trás (não laminada). Nabuco cai no chão, sabia que qualquer reação sua significaria a execução de 5 acadêmicos imediatamente. O tokujo aceita seu destino e é surrado até desmaiar por 3 bandidos, seu corpo inerte é levado. Apenas o gennin perfurado é esquecido agonizando em seu último fio de vida, se debate sozinho até desistir e descansar.


Longe dali, no vilarejo do país do fogo que precede a ponte Naruto, o carroceiro que havia fugido chega desesperado. Alguns guardas locais o acolhem, as crianças são levadas para uma pousada e as autoridades locais e de Konoha são acionadas. Um grupo de 2 chunnins liderados por um tokujo de konoha são designados para rastrearem os bandidos próximos ao país do rio e salvarem os envolvidos. Enquanto o esquadrão não chegasse, um grupo de 2 guardas da vila e um caçador local contratado, iniciariam a busca imediatamente. Um mensageiro de Konoha é enviado para a capital do país do rio, guardas locais seriam, também, seriam requisitados para a busca. O impasse iniciava uma questão diplomática entre o país do fogo e o país do rio. O time de busca shinobi era composto por um especialista elemental, um tokujo espadachim rastreador e Hyuuga Misui, um bunke que recentemente se destacava em missões. O clã Hyuuga, sabendo que um jovem acadêmico com o byakugan havia sido capturado, designou Misui com a missão específica de trazer Yoshiru de volta para a vila acima de tudo. A busca havia iniciado.     





continua...



                     
HP ( 650 | 650 )
CH ( 400 | 400 )
ST ( 0 | 5 )


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Kibaku Fuuda 8/8 (selo explosivo)
Makimono (P) 6/6 (pergaminhos)
Zōketsugan 2/2 (pílula)
Hyōrōgan  2/2 (pílula)
Hikaridama 4/4 (bomba de luz)

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Re: [Fillers] Yoshiru - em 27/10/2018, 22:54

@Aprovado; +100 de status (2x).
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Re: [Fillers] Yoshiru - em 1/11/2018, 19:51





tamanho: 1082 palavras

O hokage da época havia designado 3 shinobis promissores para a missão de resgate aos acadêmicos raptados. Era uma missão extraordinária, ranqueada como A pois envolvia a relação do país do fogo e do rio, o resgate de 5 acadêmicos, 1 tokujo, 2 gennins e um camponês. De acordo com os relatos do carroceiro e dos acadêmicos que conseguiram fugir, o grupo raptor era um bando mercenário do país do rio, composto por 8 combatentes armados e possivelmente mais acampados. Não ficou claro se tratavam-se de shinobis e o aparente líder utilizava uma lança dourada. O esquadrão de konoha se encontraria com um pequeno grupo auxiliar da maior vila da região, 2 guardas camponeses e um caçador contratado se encontrariam no local descrito pelo carroceiro como o ponto da emboscada.

Toda a equipe de busca se encontrou na clareira: Cimi era uma chuunin da folha, especialista em katon, Misui, também chuunin, era Hyuuga. Ambos eram liderados pelo Tokujo Hatake Ko, perito em suiton e kenjutsu. Zinglao Shun era velho e estrangeiro, praticamente não falava, era conhecido na região por suas habilidades de caça, utilizava uma besta sempre carregada. Os guardas vestiam uma malha metálica protetora e utilizavam lanças como armas longas e uma espada curta na bainha. O grupo era heterogêneo mas rapidamente se organaizam em investigar o local. A primeira pista é denunciada pelo barulho de moscas e cheiro vindo do mato. Um shinobi da folha morto apodrecia exposto ao sol. O caçador o observa, conclui morte por perfuração, provavelmente uma lança longa de pesca. O homem toma liderança e facilmente encontra um caminho a seguir. - Não se deslocam 16 pessoas pela mata sem deixar rastros. Conclui calmamente considerando os 8 bandidos e 8 kohonenses.

O grupo segue o rastro até que o Hyuuga, com seu byakugan ativo, avista a 1 kilimetro de distância um acampamento. Era maior do que o esperado, havia em torno de 20 bandidos em posições diversas, afiando armas, comendo e descansando. Haviam 5 academicos e 1 gennin enjaulados, Nabuco, o professor, estava amarrado a um tronco e apagado. O Hyuuga desenha num pergaminho a posição de barracas e pessoas. O tokujo monta uma curta estratégia do assalto. Os ninjas da folha iriam atacar rapidamente os mercenários com jutsus em área. Os guardas assumiriam posição defensiva e protegeriam os estudantes enquanto o caçador, de cima de uma árvore, prestaria assistência com disparos silenciosos.

O assalto inicia. Das sombras, 5 cães um dragão de água e um de fogo destroem as barracas e dão inicio ao conflito. Os mercenários correm para suas armas e contra atacam o grupo por todos os lados. Cimi segue lançando bolas de fogo a média distância enquanto os cães, o hatake e o hyuuga abrem caminho com taijutsu, duelando com 3 mercenários cada. O caçador auxilia os guardas avançarem até a gaiola onde os acadêmicos estavam presos. Os mercenários são, em um primeiro momento, acuados, mas logo se mostram superiores em número, e hábeis espadachins. Os guardas lutam bravamente, um mercenário feroz destrói uma de suas lanças com um poderoso martelo mas, antes de atingir o guarda, uma flecha do caçador o alveja na nuca. O guarda desarmado saca sua espada curta, mas em um confronto de espadas é dominado por um mercenário espadachim, que o decapita ao mesmo tempo em que é atingido por 2 flechas. O outro guarda, se vê sozinho diante de 3 mercenários, com dificuldades os mantém distantes girando a lança. Cimi distribui bolas de fogo exaustivamente enquanto é protegida pelo avanço em kenjutsu do Hatake, que sozinho havia rapidamente matado 4 outros espadachins porém, havia sido atingido com 3 shurikens nas costas e estava perdendo sangue. 1 mercenário corre desesperado pelo acampamento em chamas. De dentro de uma barraca saí o líder com sua lança dourada, mas é atingido por uma flecha do caçador no braço. A flecha se quebra sem perfurar seu corpo, apenas formando uma rachadura em sua pele, era uma defesa de pedra. O shinobi líder dos mercenários atira sua lança dourada que acerta o caçador, o derrubando da árvore e incapabilizando-o. Com uma série de selos lança 4 pedregulhos em direção a cimi, que é atingida. O hyuga surge rapidamente golpeando o shinobi na barriga, quebrando parcialmente sua defesa de terra, mas ele o agarra com força e o joga contra o guarda, os dois são derrubados.

Por um breve instante o campo de batalha se acalma, o exército de mercenários reconquistara a vantagem que o ataque surpresa havia concedido aos shinobis. Cimi se recuperava do golpe de pedras, e aparentava muita dor nas costelas. O caçador, ferido, estava deitado, mas ainda empunhava sua besta utilizando a perna como apoio. Apenas o Hyuga e o guarda não estavam feridos. 12 mercenários haviam sido incapcitados ou mortos, em meio a explosões, flechas e apunhaladas. Mas restavam 8, sendo um deles um shinobi Nukennin de rank desconhecido.

Cimi e o hatake combam jutsus de ataque contra o líder que defende com um doton poderosos. Uma muralha de pedra gigantesca é erguida como defesa, separando os combatentes, para logo em seguida, tombar em direção dos shinobis que lutavam pela folha. As pedras se quebram e atingem novamente Cimi, que é soterrada pelo muro. O hatake esquivando das pedras alcança o mercenário e começa a combatê-lo pessoalmente, enquanto o hyuuga e o guarda lidam contra diversos espadachins ao mesmo tempo.

Nabuco, o professor capturado, em meio a batalha se desperta e consegue se soltar das cordas, muito ferido, trata de tirar cimi das pedras e levá-la até onde o caçador estava deitado, afastando os feridos do campo de batalha. Logo após, corre para proteger os acadêmicos de dois mercenários que aproveitavam a distração do combate para abrir a jaula e ameaçar os jovens. Nabuco, o Hyuuga e o guarda, conseguem matar os mercenários restantes, sobrando apenas o líder que, apesar de ser ferido no ombro pela espada do Hatake, maneja de perfurá-lo com sua lança, que voa do mato para atingi-lo pelas costas. O tokujo é derrubado e com sua lança, o nukennin o finaliza no chão, dando mais uma pausa no combate. - Vocês tem sorte deste traste ter me ferido desta forma…. Fala e aponta com sua lança para o corpo do hatake. - Esse prêmio não vale seus riscos… levem as crianças. Fala e afunda misteriosamente na terra, desaparecendo. Os shinobis entram em posição de luta novamente, a espera de um ataque, mas o nukennin não retorna. A batalha havia terminado e os estudantes estavam a salvo.






                     
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Re: [Fillers] Yoshiru - em 2/11/2018, 01:06

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Re: [Fillers] Yoshiru - em 15/11/2018, 22:39





Filler troca de clã
Tamanho: 1410 palavras







Estava treinando nos arredores de Konoha quando sou surpreendido por 2 bandidos. Estavam armados com correntes e foices, aparentavam ser mercenários. O confronto é breve. No taijutsu, não eram páreo para um Chuunin. Porém, em meio ao combate começo a me sentir sonolento e errante. Em uma investida falha, caio no chão e não consigo me levantar, meu corpo inteiro estava pesado. Via manchas de chakra espalhadas pelo ar, era um genjutsu, podia vê-lo, mas sendo completamente incapaz contra aquele estilo de luta nada podia fazer. Minha visão escurece e durmo.


Sonho com um cão grande e branco, parecido com um lobo, ele estava ferido, mas vinha até mim e falava: -  te salvei… hehe… A imagem do cão se dissolvia em pontos de luz brancos na imensa escuridão do meu subconsciênte, mas podia ainda ouvir. Ouvia barulho de galhos sendo quebrados, patas correndo e o zumbido do vento, estava me deslocando no espaço. A repentina percepção acústica de que estava me deslocando causava uma estranha náusea. - Não o deixe de barriga para cima enquanto vomita. Ouço a voz do cão novamente e uma sensação visceral de repulsa faz com que um jorro de vomito saia da minha boca e me jogue de volta à realidade material. Meus olhos se abrem ofuscados pela luz de uma fogueira e a primeira figura a minha frente é o cão. Me contorço ainda sobre o reflexo de meus últimos momentos acordado, em combate, saco uma kunai desajeitado e tento atacar o cachorro, que se esquiva com facilidade, fazendo com que tropece e caia no barro. - Acalmem ele... Rosna impaciente um outro cão preto. - Você está seguro. Fala o lobo branco. Percebo que a meu redor haviam 3 cães, aparentemente todos falantes, mas não me sinto inseguro, muito pelo contrário me recomponho e me sento entre eles. Aquilo tudo parecia um sonho. - O que querem de mim? Pergunto. O cão branco, começa: - Tenho farejado seu rastro a muito tempo, é o mesmo cheiro da Hyuuga. - Que hyuga?! - Sua mãe. Me inflamo de raiva, como ousavam aqueles cachorros falarem de minha mãe, invisto novamente contra o lobo branco que dessa vez dá um latido de ordem que me para como em um sakki. Suas presas eram enormes e ele já se mostrara tão rápido quanto eu. - O que você sabe dela? Pergunto. - Muito. Ele responde. - A 13 anos atrás sua mãe fugiu do regime Hyuga para a floresta e encontrou nossa matilha, eu era um filhote na época. Ela se encantou com a liberdade selvagem dos Inuzukas, se uniu ao nosso grupo e ficou grávida de você. Ouço a história de boca aberta. - Você é metade inuzuka metade Hyuga. Porém, ninguém foge do regime Hyuga sem pagar por isso… você deve saber. Seus olhos, eles carregam a maldição da cobiça. Certa vez fomos surpreendidos por um grupo de busca, um esquadrão oculto Hyuuga rastreou nosso bando e foi capaz de capturar sua mãe. O resto você conhece… Nunca tivemos noticias do bebê que carregava, até recentemente. A matilha estava trabalhando no deslocamento de feridos da invasão Jashinista de Konoha quando eu senti o cheiro dela, não acreditei no início, era o cheiro de um fantasma. Farejei até te encontrar e venho o acompanhando desde então. Queria abordá-lo na hora certa, mas como estava em apuros, não tive outra alternativa. Após as revelações, o grupo se desloca até um acampamento maior, com shinobis e cães. Era um posto avançado na floresta do clã Inuzuka.


Acordo no dia seguinte no acampamento, por um homem. Ele me trazia algumas frutas e uma taça de café. - Eu me chamo Shozu e acredito que lhe deva algumas explicações… Ele se senta na minha frente enquanto comemos e tomamos café. - Eramos jovens e...e.. Enfim. Eu não sabia que você estava vivo. Sou seu pai. A xícara caí e se esparrama no chão. Ele pausa e recomeça. - Quero que saiba que você é um dos nossos e poderá sempre contar com o clã.


A noite, uma festa é organizada por Shozu e seus pares. Muita comida e bebida é servida a todos os presentes, sou apresentado ao grupo que me recebe calorosamente. Eu estava sendo apresentado a um estilo de vida diferente. Crianças, adultos, idosos e cães de todos os tamanhos bebiam juntos ao redor de fogueiras, não havia distinção clara de autoridade. Shozu parecia ter muita influência no grupo, mas exercitava-a de forma sutil, rindo, partilhando experiências e dividindo sua comida. Não era incomum que brindassem alegremente, falassem alto, alguém pegasse a comida do prato do outro e casais até se beijavam em público. Observo tudo atônito, não sabia exatamente como me portar naquela situação e era a primeira vez que bebia álcool. Certo momento Shozu toma a palavra: - Hoje, para minha grande felicidade, será feito o batismo canino do meu filho Inuzuka Yoshiru. As pessoas aplaudem e gritam, apenas uma minoria fica em silêncio, e um ancião replica: - Lembremos que a última vez que tivemos alguém de olhos brancos na matilha não terminou bem, foi um impasse diplomático para a aliança de Konoha e perdemos 1 companheiro humano e 1 canino. Seus costumes são opostos aos nossos e seus olhos são mal presságio. O ancião responde se referindo a perseguição que o clã Hyuga havia feito para impedir a fuga de minha mãe e continua: - Entendemos os anseios de um pai que ama seus filhos e nós Inuzukas somos grandes anfitriões, receberemos Yoshiru como um amigo, mas voto contra a realização do batismo. Além de que nenhum cão o conhece e aceitaria ser seu companheiro... Ao terminar suas colocações, uma grande discussão inicia. Acalorados aos gritos, metade defendia minha aceitação, em nome do meu sangue e outra metade repudiava, devido ao medo de retalhações da casa principal dos Hyuugas, que zelavam pela doutrina da obediência para os Bunkes e jamais aceitariam que um Bunke fosse aceito por um clã tido como “selvagem”.


A discussão termina com um forte latido de ordem dado pelo cão branco que havia me salvado. - Eu mais do que muitos aqui entendo o que foi a batalha contra os olhos brancos. Perdi uma de minhas irmãs e meu companheiro humano, pois defendemos a Hyuga até o fim. Ela tinha dentro de si a vontade do fogo e queria mais do que tudo a liberdade de sua prisão. Nós Inuzukas não podemos culpar alguém por compartilhar nossos ideais. Se o garoto partilha do nosso sangue e, principalmente, é herdeiro desta vontade do fogo então ele é um dos nossos! Seu batismo será votado, se sim eu o assumirei como companheiro e ensinarei os segredos do nosso clã pessoalmente.


A votação inicia, uma metade fortemente aliada a Shozu vota sim e a outra, mais influenciada pelos anciões votam não, a diferença se dá pelos cães, que tomam o partido do cão branco e votam sim. Estava decidido. Sou levado a um pequeno altar improvisado, um ancião cerimonialista saca um punhal e faz um pequeno talho em meu pulso e meu sangue escorre em uma bacia. O mesmo procedimento é feito no cão branco, seu sangue se mistura com o meu. A perda de sangue baixa minha pressão e me sinto mole e exausto, não consigo acompanhar os procedimentos do ritual, mas aparentavam executar alguma espécie de fuin, juin ou talvez aquilo fosse apenas cerimonioso. O sangue misturado naquela bacia é usado para marcar meu rosto, manchando o contorno de meus olhos com uma linha grossa vermelha. Aquelas marcas eram o símbolo do clã e tatuariam. Após o ritual, durmo como uma pedra e sou acordado pelo cão no dia seguinte.
- Ainda não me apresentei formalmente, me chamo Kaiba.
De perto Kaiba era diferente, era um cão corpulento, do tamanho de um lobo. Branco como a neve e com 2 cicatrizes que atravessavam seu rosto. Não era um cão jovem, regulava de idade comigo.
- Vou lhe ensinar o básico do nosso clã e a usar seu olfato adormecido. Futuramente serei seu companheiro. Infelizmente devido a divergência do clã ontem a noite, depois que você dormiu foi votado também que deveríamos partir hoje para não envolver o grupo em nenhuma confusão com os Hyuugas. Eles não fazem por mal, são apenas uns cagões…
- Voce vem junto? Pergunto. - Sim, agora somos companheiros… Eu devo essa a sua mãe, falhei em protege-la mas não falharei com você, eu entendo agora. Não foi coincidência que eu o encontrei, é meu destino.

Durante o dia, me despeço de Shozu e dos outros membros do clã e parto junto a Kaiba devolta para Konoha.






                     
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Re: [Fillers] Yoshiru - em 16/11/2018, 09:47

Troca de Clã
Valor: 40 Akatsuki Golds ou 70 Akatsuki Golds Staffers.
Descrição: Com este item o usuário poderá trocar o Clã/Kekkei Genkai/Habilidade Inicial do personagem por outro ou tornando sem, contudo isso dependerá, também, de um Filler de, no mínimo, 1500 palavras explicando de modo plausível como ocorreu a mudança. Cada personagem só pode usar esse item uma única vez, e não será possível trocar de cla após ter perdido a vaga.

OBS: favor repostar com o total certo e linkar a mod de AG ou o inventario para ver a compra do item
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Re: [Fillers] Yoshiru - em 16/11/2018, 10:32




Filler troca de clã: 1526 palavras.
Links: Inventário AGOrg. de Clãs (Hyuuga para Mestiço [Hyuuga + Inuzuka])





Estava treinando nos arredores de Konoha quando sou surpreendido por 2 bandidos. Estavam armados com correntes e foices, aparentavam ser mercenários. O confronto é breve. No taijutsu, não eram páreo para um Chuunin. Porém, em meio ao combate começo a me sentir sonolento e errante. Em uma investida falha, caio no chão e não consigo me levantar, meu corpo inteiro estava pesado. Via manchas de chakra espalhadas pelo ar, era um genjutsu, podia vê-lo, mas sendo completamente incapaz contra aquele estilo de luta nada podia fazer. Minha visão escurece e durmo.


Sonho com um cão grande e branco, parecido com um lobo, ele estava ferido, mas vinha até mim e falava: -  te salvei… hehe… A imagem do cão se dissolvia em pontos de luz brancos na imensa escuridão do meu subconsciênte, mas podia ainda ouvir. Ouvia barulho de galhos sendo quebrados, patas correndo e o zumbido do vento, estava me deslocando no espaço. A repentina percepção acústica de que estava me deslocando causava uma estranha náusea. - Não o deixe de barriga para cima enquanto vomita. Ouço a voz do cão novamente e uma sensação visceral de repulsa faz com que um jorro de vomito saia da minha boca e me jogue de volta à realidade material. Meus olhos se abrem ofuscados pela luz de uma fogueira e a primeira figura a minha frente é o cão. Me contorço ainda sobre o reflexo de meus últimos momentos acordado, em combate, saco uma kunai desajeitado e tento atacar o cachorro, que se esquiva com facilidade, fazendo com que tropece e caia no barro. - Acalmem ele... Rosna impaciente um outro cão preto. - Você está seguro. Fala o lobo branco. Percebo que a meu redor haviam 3 cães, aparentemente todos falantes, mas não me sinto inseguro, muito pelo contrário me recomponho e me sento entre eles. Aquilo tudo parecia um sonho. - O que querem de mim? Pergunto. O cão branco, começa: - Tenho farejado seu rastro a muito tempo, é o mesmo cheiro da Hyuuga. - Que hyuga?! - Sua mãe. Me inflamo de raiva, como ousavam aqueles cachorros falarem de minha mãe, invisto novamente contra o lobo branco que dessa vez dá um latido de ordem que me para como em um sakki. Suas presas eram enormes e ele já se mostrara tão rápido quanto eu. - O que você sabe dela? Pergunto. - Muito. Ele responde. - A 13 anos atrás sua mãe fugiu do regime Hyuga para a floresta e encontrou nossa matilha, eu era um filhote na época. Ela se encantou com a liberdade selvagem dos Inuzukas, se uniu ao nosso grupo e ficou grávida de você. Ouço a história de boca aberta. - Você é metade inuzuka metade Hyuga. Porém, ninguém foge do regime Hyuga sem pagar por isso… você deve saber. Seus olhos, eles carregam a maldição da cobiça. Certa vez fomos surpreendidos por um grupo de busca, um esquadrão oculto Hyuuga rastreou nosso bando e foi capaz de capturar sua mãe. O resto você conhece… Nunca tivemos noticias do bebê que carregava, até recentemente. A matilha estava trabalhando no deslocamento de feridos da invasão Jashinista de Konoha quando eu senti o cheiro dela, não acreditei no início, era o cheiro de um fantasma. Farejei até te encontrar e venho o acompanhando desde então. Queria abordá-lo na hora certa, mas como estava em apuros, não tive outra alternativa. Após as revelações, o grupo se desloca até um acampamento maior, com shinobis e cães. Era um posto avançado na floresta do clã Inuzuka.


Acordo no dia seguinte no acampamento, por um homem. Ele me trazia algumas frutas e uma taça de café. - Eu me chamo Shozu e acredito que lhe deva algumas explicações… Ele se senta na minha frente enquanto comemos e tomamos café. - Eramos jovens e...e.. Enfim. Eu não sabia que você estava vivo. Sou seu pai. A xícara caí e se esparrama no chão. Ele pausa e recomeça. - Quero que saiba que você é um dos nossos e poderá sempre contar com o clã. Você tem uma irmã em Konoha, Hiiku, quero que vocês se conheçam algum dia.


A noite, uma festa é organizada por Shozu e seus pares. Muita comida e bebida é servida a todos os presentes, sou apresentado ao grupo que me recebe calorosamente. Eu estava sendo apresentado a um estilo de vida diferente. Crianças, adultos, idosos e cães de todos os tamanhos bebiam juntos ao redor de fogueiras, não havia distinção clara de autoridade. Shozu parecia ter muita influência no grupo, mas exercitava-a de forma sutil, rindo, partilhando experiências e dividindo sua comida. Não era incomum que brindassem alegremente, falassem alto, alguém pegasse a comida do prato do outro e casais até se beijavam em público. Observo tudo atônito, não sabia exatamente como me portar naquela situação e era a primeira vez que bebia álcool. Certo momento Shozu toma a palavra: - Hoje, para minha grande felicidade, será feito o batismo canino do meu filho Inuzuka Yoshiru. As pessoas aplaudem e gritam, apenas uma minoria fica em silêncio, e um ancião replica: - Lembremos que a última vez que tivemos alguém de olhos brancos na matilha não terminou bem, foi um impasse diplomático para a aliança de Konoha e perdemos 1 companheiro humano e 1 canino. Seus costumes são opostos aos nossos e seus olhos são mal presságio. O ancião responde se referindo a perseguição que o clã Hyuga havia feito para impedir a fuga de minha mãe e continua: - Entendemos os anseios de um pai que ama seus filhos e nós Inuzukas somos grandes anfitriões, receberemos Yoshiru como um amigo, mas voto contra a realização do batismo. Além de que nenhum cão o conhece e aceitaria ser seu companheiro... Ao terminar suas colocações, uma grande discussão inicia. Acalorados aos gritos, metade defendia minha aceitação, em nome do meu sangue e outra metade repudiava, devido ao medo de retalhações da casa principal dos Hyuugas, que zelavam pela doutrina da obediência para os Bunkes e jamais aceitariam que um Bunke fosse aceito por um clã tido como “selvagem”.


A discussão termina com um forte latido de ordem dado pelo cão branco que havia me salvado. - Eu mais do que muitos aqui entendo o que foi a batalha contra os olhos brancos. Perdi minha esposa e meu companheiro humano, pois defendemos a Hyuga até o fim. Ela tinha dentro de si a vontade do fogo e queria mais do que tudo a liberdade de sua prisão. Nós Inuzukas não podemos culpar alguém compartilhar nossos ideais. Se o garoto partilha do nosso sangue e, principalmente, é herdeiro desta vontade do fogo então ele é um dos nossos! Seu batismo será votado, se sim eu o assumirei como companheiro e ensinarei os segredos do nosso clã pessoalmente.


A votação inicia, uma metade fortemente aliada a Shozu vota sim e a outra, mais influenciada pelos anciões votam não, a diferença se dá pelos cães, que tomam o partido do cão branco e votam sim. Estava decidido. Sou levado a um pequeno altar improvisado, um ancião cerimonialista saca um punhal e faz um pequeno talho em meu pulso e meu sangue escorre em uma bacia. O mesmo procedimento é feito no cão branco, seu sangue se mistura com o meu. A perda de sangue baixa minha pressão e me sinto mole e exausto, não consigo acompanhar os procedimentos do ritual, mas aparentavam executar alguma espécie de fuin, juin ou talvez aquilo fosse apenas cerimonioso. O sangue misturado naquela bacia é usado para marcar meu rosto, manchando o contorno de meus olhos com uma linha grossa vermelha. Aquelas marcas eram o símbolo do clã. Após o ritual, durmo como uma pedra e sou acordado pelo cão no dia seguinte.
- Ainda não me apresentei formalmente, me chamo Kaiba.
De perto Kaiba era diferente, era um cão corpulento, do tamanho de um lobo. Branco como a neve e com 2 cicatrizes que atravessavam seu rosto. Não era um cão jovem, regulava de idade comigo.
- Vou lhe ensinar o básico do nosso clã e a usar seu olfato adormecido. Futuramente serei seu companheiro. Infelizmente devido a divergência do clã ontem a noite, depois que você dormiu foi votado também que deveríamos partir hoje para não envolver o grupo e nenhuma confusão com os Hyuugas. Eles não fazem por mal, são apenas uns cagões…
- Voce vem junto? Pergunto. - Sim, agora somos companheiros… Eu devo essa a sua mãe, falhei em protege-la mas não falharei com você, é o mínimo que eu posso fazer.


Durante o dia, preparo minhas coisas para partir mas antes de ir, passo na barraca de Shozu. Ele já estava acordado e me recebe com um abraço: - Eu tentei convencê-los de que você deveria ficar… Ele começa. - Tudo bem, eu preciso voltar. Ficar aqui não é liberdade para mim… Minha consciência estaria ainda presa com os Bunkes que eu deixaria para trás. Respondo. - Os Hyuugas tem muito o que aprender com vocês e eles precisam de alguém que os guie, essa é minha missão. Shozu fica me fitando orgulhoso, bate no meu ombro e me deseja boa sorte. - Ainda nos encontraremos. Mande um beijo para Hiiku se vê-la… Ele fala. Nos abraçamos novamente e saio caminhando em direção a Konoha junto a Kaiba.





                     
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Última edição por Yoshiru em 16/11/2018, 10:34, editado 1 vez(es) (Razão : correção template)
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Re: [Fillers] Yoshiru - em 16/11/2018, 10:35

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Re: [Fillers] Yoshiru -

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Edição de Natal por Loola e Senko.