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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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[Filler] Hyuga Zenyatta. - Dom 16 Set - 18:01

[Filler] Hyuga Zenyatta. Atgaaa11
A Viagem de Zenyatta;
Parte 01.

Faziam semanas que o jovem Zenyatta se sentia perturbado. O trabalho já não fazia mais sentido, as missões haviam perdido a graça, os treinos se tornaram um sacrifício e o Chunnin parecia não saber mais qual era o seu caminho ou destino.
O jovem tentava superar sua angustia e infelicidade trabalhando e treinando ainda mais, ele pensava que se mantivesse sua cabeça ocupada não teria tempo para sentimentos banais, porem suas tentativas se provaram falhas e Zenyatta se sentia cada vez pior.
Sofrendo com a depressão que lhe afligia, Zenyatta procura pelos conselhos de seu avô, Hyuga Zenon, um homem já bem debilitado mas que outrora havia sido um grande guerreiro dentro do clā Hyuga.
O jovem Chunnin vai até a casa de sua família fazer uma visita para seu avô, que para a surpresa do garoto parecia já estar lhe esperando. A mesa da sala estava coberta por uma bela toalha bordada a mão e por cima dela haviam diversos doces, chá e café. Com um sorriso no rosto Zenon fala – Sente-se meu neto, venha degustar desse delicioso chá da tarde comigo. Foi sua avó que preparou tudo isso e você bem sabe da incrível habilidade dela -. O velho se serve de um pedaço de bolo e seu sorriso só aumenta diante dos estímulos gustativos que aquela refeição lhe fazia sentir.
Zenyatta se senta em uma das quinas da mesa, próximo ao seu avô e se serve de um pedaço de bolo também. O jovem encontrava algum prazer degustando aquele lanche porem não era nada próximo aos prazeres que seu velho mestre parecia sentir. Zenyatta não consegue disfarçar a infelicidade, o que desperta a atenção de seu avó – Mas afinal, ao que devo essa maravilhosa visita? O que lhe aflige? -. Os olhos do homem pousam em Zenyatta, que sente como se estivesse nu diante do incrível poder de percepção de observação de seu avô.
Assim que o pedaço de bolo que estava em sua boca é deglutido Zenyatta limpa sua boca com a manga de seu sobretudo e responde – É que... É que eu não ando me sentindo muito bem, eu precisava dos seus conselhos vovô -. O homem continua a encarar seu neto, procurando sinais físicos do que acontecia – Sim... Continue -. Zenyatta encontra certa dificuldade para encarar seu avô mas o faz – Eu me sinto um pouco perdido, não tenho encontrado prazer em minhas missões ou treinos e as coisas que antes me agradavam parecem não me apetecer mais -. Confessar seus sentimentos era de certa forma libertador, mas ao mesmo tempo doía.
O silencio toma a sala da família por algum tempo. O único som que era audível era o das crianças brincando e treinando do lado de fora da casa – Bom, eu só tenho um conselho para você meu jovem -. O homem deixa de encarar Zenyatta e volta a sorrir e se servir dos doces a sua frente – Faça uma viagem, vá explorar o mundo, as vilas próximas, os templos, as cachoeiras... Vá se divertir um pouco. Se quando você voltar ainda não se sentir bem fazendo as tarefas de um Shinobi, você deve largar seu cargo. Mas eu acredito que esse tempo fora vá fazer você encontrar prazer pela sua vida novamente -. Zenon enche a boca de outro pedaço de bolo. O homem parecia uma criança, besta ao sentir o açúcar entrando em contato com sua língua – Agora coma, jovem Zenyatta – fala o velho com a boca ainda cheia.
Zenyatta passa o resto da tarde conversando com seu velho avô e comendo os lanches preparados por sua avó e quando finalmente deixa a casa de sua família, parecia mais leve e feliz com a perspectiva de sair para viajar e ter um tempo para refletir sobre sua vida.
Em casa, Zenyatta vai até seu quarto e tira de um dos armários uma bolsa – Acho que essa bolsa vai servir -. O jovem começa a procurar por roupas que fossem convenientes para um viajem de pelo menos duas semanas. Zenyatta dobre e enfia na bolsa pelo menos seis diferentes calças e mantos que pudesse utilizar – Acho que isso deve servir -. Em seguida o jovem vai até sua escrivaninha e abre uma de suas gavetas, de onde retira um pequeno estoque de tabaco conservado em uma lata prateada e um velho e bonito cachimbo de madeira. Com um leve sorriso no rosto Zenyatta comenta para si mesmo – Eu não sei o que faria se esquecesse isso -.
Em meia hora Zenyatta já havia arrumado sua bolsa, que agora contava não só com roupas e tabaco mas também alguns lanches, livros e pergaminhos que iria ler e estudar se encontrasse vontade e tempo.
O jovem coloca a mochila do lado da porta de saída de sua casa – Ainda não posso ir, preciso dar uma justificativa para os meus superiores e pedir permissão para o gabinete do Hokage. Aii Aii -. A ideia de ter que pedir autorização para viajar não agradava o Chunnin, mas ele resolve cumprir as regras da vila uma vez que não queria mais problemas e dores de cabeça para si.
Zenyatta sai de casa deixando para tras suas coisas. Caso a resposta do gabinete fosse positiva ele só precisaria passar em casa para pegar sua mochila antes de ir para os portões da vila.
Chegando ao prédio onde se localizava o gabinete da Hokage, Zenyatta acena para os Shinobis que ali faziam guarda. Os homens reconhecem o jovem Chunnin e liberam sua passagem – Obrigado -. Dentro do prédio, Zenyatta se direciona até a sala da Hokage.
Após alguns minutos esperando para ser atendido e mais alguns minutos contando sua historia, Zenyatta ganha permissão para realizar sua viagem. A felicidade do garoto era evidente “Fico feliz que a Hokage tenha deixado eu ir, ela é realmente incrível”. O jovem agradece e deixa a sala.
De volta as ruas de Konoha, Zenyatta dava saltos de alegria, corria e cumprimentava as pessoas. A perspectiva de ter um tempo para si, longe do trabalho e de todos lhe agradava e lhe dava esperanças.



HP: ❲ 600 • 600 ❳ CH: ❲ 675 • 675 ❳ ST: ❲ 05 • 05 ❳

Considerações:
Primeiro parte de uma série de crônicas que pretendo continuar.
Equipamentos:
Itens básicos do personagem
Jutsus Utilizados:
Jutsus usados ou ativos.


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Re: [Filler] Hyuga Zenyatta. - Dom 16 Set - 18:07

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Re: [Filler] Hyuga Zenyatta. - Sex 5 Out - 19:59



A Viajem de Zenyatta;
Parte 02.

Já fazia alguns dias que a jovem havia deixado Konoha para viajar pelo país do fogo. Zenyatta fizera isso na tentativa de descobrir um caminho para sua vida, uma vez que a vida como Shinobi não lhe agradava faziam alguns meses.
Na estrada, a depressão que afligia a garota parecia ter desaparecido. Sem demandas ou compromissos, Zenyatta podia finalmente descansar sua mente e focar apenas em coisas como a natureza e a religião.
Toda vez que passava por algum local de extrema beleza, templo ou vila, Zenyatta não hesitava em parar para contemplar e descansar. Até aqule momento a jovem já havia conhecido dois templos diferentes e uma vila humilde um pouco afastada de Konoha.
Quando a Chunnin parava em algum lugar, de inicio os residentes pareciam ficar suspeitos, uma vez que a Shinobi estava sempre a ocultar sua face, porem quando os mesmos vinham o simbulo da vila que Zenyatta carregava, sinal de Konoha, sinal da maior potencia militar do país, todos passavam a ser hospitaleiros e querer conhecer a jovem.
 
No horizonte, em meio as diversas espécies de arvores e plantas que se erguiam nas florestas do país do fogo, Zenyatta podia enxergar algumas formas que davam a impressão de serem edifícios. Com ajuda de sua Kekei Genkai a jovem não demora a confirmar suas suspeitas. Daquela distancia Zenyatta conseguia saber até mesmo quantos eram os guardas que faziam a guarda diante dos portões da pequena vila.
A passos lentos a garota mascarada se aproxima da muralha improvisada, feitas de terra e que não passavam dos dois metros “A julgar pelas marcas na terra isso foi trabalho de alguém que detém certo conhecimento em Ninjutsu. Até mesmo aqui, em uma vila tão afastada de Konoha é possível encontrar usuários de Ninjutsu, incrível”. A jovem desejava saber que tipo de técnicas as pessoas ali usariam, uma vez que sabia que em cada parte do mundo a cultura e o estilo de vida das pessoas refletiam diretamente sobre o desenvolvimento das técnicas.
A cinco metros da muralha, Zenyatta interrompe sua marcha e levanta a mão direita acima de sua cabeça, acenando para os três homens distraídos em frente ao protal – Olá -. Os guardas se viram para encarar a garota e de imediato balançam suas cabeças, parecendo procurar por outras pessoas que talvez estivessem escondidos dentro da floresta “É sempre assim”. Confuso, um dos guardas questiona a garota – Onde estão seus pais menininha? -. Zenyatta volta a abaixar seu braço direito e com o esquerdo, aponta para o símbolo de Konoha gravado na parte superior de sua mascara.
Os homens dos portões esfregam as costas de suas mãos contra os proprios olhos, parecendo não acreditar no que viam – Eu sempre ouvi falar sobre os garotos prodígios que se formavam shinobis aos 8 ou 10 anos de idade, mas eu acreditava que isso não passava de lenda. Como é possível? -. Diante da confusão daquelas pessoas, Zenyatta se limita a soltar alguns frouxos de risos na tentativa de ser simpática – Então... Posso entrar? -. Os guardas abrem passagem e convidam a jovem a cruzar o portal da vila.
O local era extremamente humilde. As casas eram feitas de terra ou madeira, não haviam estruturas colossais no local, apenas edifícios humildes que funcionam como moradia ou comercio local. 
Andando pela vila, Zenyatta finalmente acha algo que a encanta. Não muito afastado da área residencial existia uma área reservada ao cultivo de legumes e verduras, onde alguns animais também eram criados. O que encanta Zenyatta era a engenharia do local e o sistema de irrigação, que trazia a água de um rio próximo para o local.
Zenyatta gasta algumas dezenas de minutos procurando entender como tudo aquilo funcionava “É incrível como os humanos arrumam formas diversas para viver, se alimentar, se comunicar... É incrível”. 
Enquanto observava, Zenyatta tem a felicidade de presenciar uma cena que a faz ficar tão embasbacada quanto os guardas de antes. Um senhor de idade, que não deveria ter menos do que sessenta anos, cuidava de um setor do plantio que estava vazio. Com a mão direita, o homem carregava sementes e com a esquerda, fazia sinais, iguais ao que qualquer outro shinobi faria quando estivesse a realizar um jutsu “Com uma mão?”. A terra diate do senhor sofre uma imaginação, permitindo que ele jogasse as sementes para dentro “Incrível. Esse lugar não para de me surpreender”.
Com as sementes devidamente colocadas no solo, o senhor volta a realizar alguns selos com sua mão esquerda e com um leve tremor de terra a mesma volta a se fechar, guardando em seu ventre as sementes para um novo plantio. Maravilhada com aquilo, Zenyatta acena para o senhor que demora algum tempo até perceber a presença da criança – Olá senhor -. O idoso parece não querer se mover, mas diante da insistência de Zenyatta ele finalmente caminha, a passos lentos, na direção da jovem.
Ao chegar perto da garota, o senhor ergue seus pequenos olhos negros para a mascara que o encarava – O que foi? -. Demonstrando entusiasmo por sua voz, Zenyatta questiona o senhor a respeito da habilidade que ele usava – O senhor consegue fazer jutsus com apenas uma das mãos! Isso é incrível, como o senhor faz isso? Por acaso é alguma habilidade especial ou alguma técnica secreta do seu clã? -. Aborrecido o senhor vira as costas para a garota e resmunga – Basta ter força de vontade e treinar -.
Aquela era a primeira vez em sua viagem que alguém não se interessava em conhecer a jovem que com apenas 12 anos já se tornaram Chunnin de Konoha e que hoje viajava o país do fogo sozinha. Zenyatta fica de certa forma confusa com a situação e chateada por não ter descoberto um segredo ou conselho por tras do truque, mas decide que iria praticar mesmo assim.
 
Zenyatta passa o dia pela pequena e pacata vila conversando, comendo, descansando e também praticando a habilidade que havia descoberto mais cedo naquele dia. Ao anoitecer a jovem se dirige até uma hospedaria (a única disponível), aluga um quarto para passar aquela noite e se tranca no mesmo.
Nas ultimas horas antes de adormecer, Zenyatta ficará deitada, fitando o teto e realizando selos apenas com sua mão esquerda – Isso é pior do que eu imaginava. Aquele velho poderia ter me dado um conselho pelo menos -. Bufando, Zenyatta vira para o lado e adormece.
Na manha seguinte, a jovem deixa a chave do quarto na recepção, arruma todo o seu arsenal e sai para as ruas da vila, se dirigindo ao portão principal “Essa não foi uma visita normal, não houveram grandes paisagens para explorar ou experiências para viver, mas ter contato com o modo de vida das pessoas que vivem distante de Konoha já é interessante. O que será que eu vou encontrar nas próximas vilas que eu parar? -. Curiosa, Zenyatta cruza os portões da vila, dando seguimento a sua viagem.
Durante todo o dia, enquanto andava e quando parava a beira de algum rio para se hidratar e se refrescar, Zenyatta praticava  a técnica dos selos – Eu sinto que estou pegando o jeito da coisa. Quando eu voltar para Konoha eu já terei dominado essa técnica, me aguardem -. Sorrindo, Zenyatta mais uma vez olha para os céus e agradece ao seu Deus – Obrigada, Kannon -.

Treinando a habilidade que havia descoberto a alguns dias atrás, Zenyatta finalmente parecia ter tido algum progresso. A jovem agora conseguia realizar com precisão todos os selos com sua mão esquerda e com sua mão direita de maneira unilateral. 
Caminhando pelas estradas do país do fogo, rumando em direção ao seu próximo destino, Zenyatta realizava jutsus básicos, hora utilizando apenas sua mão direita e hora utilizando sua mão esquerda, que para ela funcionava com a mesma precisão cognitiva que a mão que outrora fora a sua dominante – Vamos dificultar as coisas -.
Zenyatta fazia selos com sua mão esquerda em velocidade assustadora. No instante seguinte, aspirava uma grande quantidade de ar, que expeliria, formando um vendaval de força mediana que seria o sificiente para arrancar duas arvores próximas pelas raízes. 
Assim que o primeiro ataque atingia seus alvos, Zenyatta já realizava selos com sua mão direta. Após a realização dos selos, o braço esquerdo do jovem corta o vento na diagonal, gerando uma lamina de vento que avança contra algumas outras arvores que ainda estavam de pé. 
A lamina de vento atravessa com facilidade o denso tronco das arvores. O golpe não para até que três arvores tivessem sido atingidas.
Com os troncos cortados, as arvores pendem para o lado e então caem com ajuda da força da gravidade – Incrivel. A velocidade dos meus ataques vai aumentar muito com isso -



HP: ❲ 700 • 700 ❳ CH: ❲ 775 • 775 ❳ ST: ❲ 05 • 05 ❳

Considerações”:
Filler de 1200 palavras para desenvolver a Qualidade "Hábil em selos (1)".
Equipamentos”:
Primeira bolsa de armas: 6 Kunais (6), 8 Kibaku Fuuda (2), 4 Kemuridama (4), 10m Fios (2), 5 Shurikens (5), 1 Ampola (1).
Segunda bolsa de armas:
Jutsus Utilizados”:
Byakugan: INATIVO



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Vilarejo Atual

Re: [Filler] Hyuga Zenyatta. - Sex 5 Out - 23:01

O certo é 1400, mas você cumpriu o total.
@Aprovado.
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Re: [Filler] Hyuga Zenyatta. -

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.