>
Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
Sumário
Mapa
Staff
Discord
Facebook
Contos
Estação: Inverno
Últimos assuntos

Convidado
Convidado
Anonymous
Vilarejo Atual

[ FILLER ] One-Handed Gift - Seg 20 Ago 2018, 10:24



One-Handed Gift

12 anos… Nem parece que passou tanto tempo assim, não é mesmo? Eu, uma Tokubetsu Jounin tão nova assim, poderia se considerar um prodígio? Na verdade, não seria eu que teria que decidir isso. Havia acabado de completa uma dezena e dois anos de idade, tudo corria normalmente como qualquer dia que era em minha vida. Claro para mim, uma Uchiha, um dia normal seria repleto de cuidado e desconfiança por parte das pessoas desconhecidas que haviam dentro da vila. Conheci pessoas maravilhosas nessa breve jornada, entre elas: Noah Zoldyck, o meu sensei. Mesmo sendo novo, assim como eu, conseguiu me ensinar diversas coisas. Introduziu-me a ANBU, uma organização onde o sigilo e a ocultação são os pilares, perfeito para alguém como eu que é alvo de caçadores por causa dos olhos especiais.

Poucos dias depois de meu aniversário tive uma conversa com meus pais adotivos, Inaro e Nia. Bem… Eles estavam curiosos quanto a minha vida depois de descobrir a verdade sobre eles. Era numa hora do jantar, tudo estava muito bem preparado por ambos, eles eram um casal sincronizado nas tarefas. Parecia tão perfeito aquilo, pouco sabia que aquilo tudo resultaria num assunto tão delicado quanto a vida de sua filha adotiva. Nós três, sentados na mesa de jantar, comendo normalmente até que Nia começava a falar. — Nanama, precisamos conversar. – disse minha mãe. — Hum? Sobre o que? – respondi, em curiosidade. — É um pouco estranho, mas queremos falar sobre seus pais biológicos. – falou sem pestanejar a mulher. Parei de comer, coloquei o garfo no prato e limpei minha boca com papel, mesmo sendo uma garota de doze anos sabia a hora de ser séria e a hora de brincar, e a hora era de ser séria. — O que querem falar? – perguntei para os dois. Inaro engoliu em seco, fiquei um tanto quanto preocupada, pensei que iam falar algo que não sabia. — Nós os conhecemos. – falou o homem. — Eu já sei disso. – atravessei sua fala. Os dois se surpreenderam. — Como?! – falaram ao mesmo tempo. — Minha mãe, Hime, me mostrou tudo. – revelei. Eles suspiraram, pareciam aliviados. — Não se preocupem, não culpo vocês por nada, nem mesmo eles, que se sacrificaram por mim. – continuei a falar. Olharam para mim enquanto abria um sorriso sincero para os dois. — Sa-sacrificaram?! – Nia falava assustada. — Meio que eles me passaram seus desejos para mim, irei honrá-los até o fim! – falei com entusiasmo. Claro que não queria revelar a verdade, os dois morreram por mim para me fazer despertar o Mangekyou Sharingan. Lágrimas escorriam dos olhos de minha mãe adotiva. — M-me des-desculpe, Nanama-chan… Devíamos ter falado antes quem eram seus pais, nada disso teria acontecido. – chorosa Nia se desculpava por algo que não tinha culpa, Inaro abaixava a cabeça, triste. — Não! Não precisa disso, mãe. Vocês dois não têm culpa de nada. As coisas aconteceram naturalmente, eu consegui conhecê-los e no fim nos entendemos da melhor forma possível. – falei com certo teor de culpa, fiz eles se culparem por algo não tinham nada a ver, eles cuidaram de mim como um favor dos meus pais verdadeiros. Perderam objetivos e sonhos somente para cuidarem de mim. — Só tenho a agradecer a vocês por tudo que fizeram por mim. Eu os amo do fundo do meu coração, nunca os culparia por algo do tipo. – falei. O clima de tristeza voltava desde o dia que descobri que não eram meus pais verdadeiros, mas eu de agora não deixaria isso acontecer. — Ei ei! Vamos nos alegrar! Temos que ser felizes, não importa o que aconteça, vocês deram o melhor por mim e continuam dando! Não quero ter pais chorões para sempre! – disse e depois dei uma risada. — Vamos comer felizes, certo? – pedi com felicidade. A situação tomou um rumo mais agradável, os dois abriram um sorriso para mim, indicando que estava tudo bem.

Acabando a janta, todos nós fomos dormir, a tensão já estava normalizada, assim saímos sem nenhum ressentimento da conversa passada. Deitei em minha cama, a pergunta de minha mãe fizera me lembrar dos meus pais. — Por que? Por que tiveram que fazer aquilo… – sussurrava, querendo falar com Jin e Hime. As perguntas não respondidas por obviedade me fizeram cair no sono aos poucos… — Nanama… Nanama… – uma voz familiar me chamava. Estava em outro lugar, em um quarto muito diferente do meu, a visão turva somente me daria a informação de que alguém me acordava, aos poucos ia ficando mais nítido, uma mulher… seu rosto ficava cada vez mais familiar… Hime, mãe! Estava me acordando. — Vamos, filha, acorde. Temos muito o que fazer hoje. – dizia a mim. — Tá bom, já estou levantando. – respondi, sonolenta. Nisso levou alguns minutos para sair da cama, familiarizar com o “novo” quarto e trocar de roupa, descia as escadas e me deparava com os dois… Jin e Hime, felizes. — Olha nossa dorminhoca ai! – falou Jin. — Pai… – falei um pouco feliz. — Por que vocês estão aqui? – perguntei curiosa, sabia que tinham morrido, mas a pergunta somente os fizeram ficar estranhos. — Como assim? Parece que dormir demais te deixa louca, Nama-chan! – brincou Jin. — Hoje nós iremos para uma missão juntos, não é demais?! – dizia, entusiasmada, Hime. Abri um sorriso, lembrava-me de tudo que passara com eles: as missões, o piquenique… — Legal! – foi minha reação imediata. Tomamos café e tudo mais, como uma família deveria fazer. A casa estava diferente, não era do mesmo padrão das casas de Iwagakure, era algo mais de madeira.

Saímos de casa, e a surpresa tomava conta de mim novamente, não estávamos em Iwa! Parecia uma outra vila. Os muros… todos tinham o símbolo do clã Uchiha. Olhei para os lados e voltei-me a olhar para meus pais, suas bandanas estavam diferentes… Não eram de Iwa. — Que merda é essa? Onde estou? – pensei na hora. Continuamos a andar. As pessoas daquele lugar, todos com o  mesmo desenho estranho nas bandanas. Tentava decifrar tudo aquilo enquanto partíamos para a missão. De repente já estava onde deveria estar, numa floresta. — Nanama, cuidado. Os bandidos podem aparecer a qualquer momento. – alertou Hime. — Jin, pode começar – deu a ordem a mulher. — Nama-chan, qualquer dia irei te ensinar isso aqui. – nisso ele começou a fazer selos com uma só mão, incrível! De sua boca saiu uma grande bola de fogo que percorria toda a floresta, queimando toda a madeira e criando um incêndio. Do lugar da onde a esfera ígnea foi, saiu um grupo de bandidos. — Acho melhor falar logo: para fazer isso você tem que controlar seu chakra e modelar ele somente com uma única mão, tente criar um jutsu só fazendo selos com uma mão só. – ensinou. Ouvi tudo aquilo atentamente, e então comecei a fazer o que me disse. Controlava todo o chakra para uma mão só, a direita, e modelava aquilo em forma de meu jutsu único, os grilhões de fogo. Saiu um pouco instável, mas, mesmo assim, era uma forma aceitável. — Não foi perfeito, mas foi bom. – elogiou parcialmente meu pai. Nisso ataquei o grupo de bandidos com dois movimentos das correntes, todos eram na verdade, clones. — Esse é o nosso presente para você, amor. – disse Jin. — Sei que não podemos estar ai com você nessa data especial, mas saiba que sempre estaremos te observando. – falou Hime. Lágrimas começaram a cair de seus olhos. — Nós te amamos, Uchiha Nanama. – continuou Jin. — Você é o nosso maior orgulho. – chorosa Hime falava. Observava tudo aquilo com alegria e tristeza misturados. — Feliz aniversário, Nanama. – falaram ao mesmo tempo. Os olhos dos dois ficaram vermelhos, era o Sharingan. — Você tem nosso poder e sabemos que irá usá-lo com sabedoria. – e nisso eles lançaram-me algo que me fizera acordar de imediato.

Acordei assustada, o que era tudo aquilo? Olhei ao meu redor, estava em meu quarto de verdade, em Iwa. Levantei-me e fui para o espelho que ali havia, meus olhos estavam… vermelhos, o Mangekyou Sharingan estava ativo. Desativei-o na hora, como isso aconteceu? Meus pais haviam voltado, mas aonde estávamos? O ensinamento de Jin… usar selos com uma única mão, teria que fazê-lo ali e agora. Sai do meu quarto e tanto Inaro quanto Nia já estavam despertos, era um outro dia. — Bom dia filha, por que está agitada? – perguntou Inaro. — Tenho que treinar uma coisa! – respondi, de certa forma, feliz. Sai de casa e somente desci as escadas, o espaço era grande para treinar algo tão simples. As palavras ditas as mim estavam frescas em minha mente, assim tentei reproduzi-las. — Controlar o chakra para uma única mão e moldar o jutsu. – repeti. Comecei a treinar os selos somente com minha mão direita, a dominante. Tentara fazer o mesmo jutsu que fazia em meu sonho, Tamashi no Ashikase. Fazia os selos, mas era mais difícil que no sonho, mas continuei tentando. Levara cerca de uma hora até conseguir modelar meu chakra com uma única mão e conseguir fazer minha técnica, as correntes saíram ambas mas mãos, mas somente uma que fazia os selos. Sorri olhando para o céu. — Obrigado… – lágrimas escorriam de meus olhos. Meu melhor presente de aniversário veio daqueles que sempre me amaram e estavam me observando. Amo vocês, Jin e Hime Uchiha, meus pais…

Objetivo & Contagem de Palavras:
— Status & Treinamento da Qualidade: Hábil em Selos (1)
1.512 palavras
-
Convidado
Convidado
Anonymous
Vilarejo Atual

Re: [ FILLER ] One-Handed Gift - Seg 20 Ago 2018, 11:34

@
-


Edição de Aniversario por Shion e Senko.