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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, mas simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 70DG
Hanatarō olha para a vila do topo do prédio do Departamento de Pesquisa. Há dois anos era uma salinha no fim do laboratório geral da vila, agora tinha seu próprio prédio tão alto quanto o próprio escritório do Kazekage. Hanatarō sorri vendo as pessoas andando felizes na nova vila construída graças aos avanços científicos realizados com a inteligência de Takura, sua mentora. Antes, ele só via uma vila pobre, com construções de areia frágeis, com um horizonte desértico, dependendo de outras vilas, inclusive de Konoha, para conseguir sobreviver, mas agora... Sunagakure estava grandiosa novamente e tinha comprado sua independência. As construções ainda tinham porções de areia, mas eram forjadas em metais nobres, em ouro, em prata, criando grandes casas e prédios. As lojas estavam cheias de especiarias únicas, pois o trabalho de encontrar certos ingredientes se tornou muito mais prático desde que a vegetação voltou a florescer nos arredores da vila; onde antes era só deserto agora possuía vielas de relva, florestas, rios e uma fauna cheia de roedores, mamíferos e carnívoros.
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[ TREINO ] Aprendiz Artífice - em Dom 19 Ago - 12:08

Um disciplinado cumpridor de regras, acordou ainda cedo pela manhã. O sol raiava. O relógio da sua mente sempre alarmava àquela hora, quando apenas um pequeno feixe de luz era visível. De pronto, sem muito aguardar, andou ao banheiro e higienizou-se, vestindo-se adequadamente logo após. Vivia numa residência de tamanho invejável nos arredores do vilarejo, muito embora a maior parte do terreno não fosse de área construída. Sentou-se na saída da cozinha, lugar onde poderia se deparar com um riacho que cortava a sua casa e aproveitar para a prática de exercícios matinais. Naquele dia, entretanto, seu pai haveria de ter preparado exercícios diferentes para o seu tutorando. Sentia-se na necessidade de lhe ensinar, antes que se tornasse um ferreiro e herdeiro da forjaria Hattori, sobre como dominar as espadas que, eventualmente, criaria. Aquilo fazia parte de parte de sua aprendizagem projetando um futuro onde seu pai finalmente poderia descansar as costas e os braços. Colou o papel numa pilastra próxima. Agarrou uma das inúmeras espadas que habitavam as imediações da sua casa.

No alto do céu, praticou os passos e movimentos com espada assim como estavam descritos no pedaço de papel. Conforme se movia, baseado em sua prática com o taijutsu e a relativa habilidade no campo, notou e corrigiu, autodidata, os deslocamentos da espada. Executou uma estratégia simples de recordar combates físicos com amigos da academia ninja, simulando possíveis ataques com a lâmina de maneira a qual se tornasse efetiva e capaz de derrotar o oponente. Pouco a pouco, desenvolveu uma nobre técnica com a katana. Naquele momento, entendeu prontamente a motivação de estar treinando sua habilidade com o kenjutsu. Permaneceu em treino durante aquele e outros inúmeros dias, empenhando-se e abstraído, por culpa da prodigiosidade, uma capacidade considerável no manejo daquele instrumento de corte. Quando finalmente treinado o suficiente, decidiu que deveria comprar uma espada de maneira urgente.

...

Embora concentrasse uma qualidade considerável com a katana, era impossível se dizer um grande combatedor no âmbito físico. Distanciava-se, em anos-luz, dos verdadeiros peritos daquela área de atuação do ninja. Precisava acentuar o nível de seus ataques. Sendo um prodígio produzido pela natureza humana, deveria encontrar a resposta de seus anseios por sua própria conta. Retirou-se de casa e foi de encontro ao campo de treinamento de Konohagakure. O inverno não o preocupava, uma vez que detinha panos que conseguiam reter o calor de seu corpo perfeitamente. Estava diante de três toras grossas de madeira interpostas uma ao lado da outra em uma distância curta. Aquela era uma área característica da vila. Perante ela, a única conclusão obtida era a de praticar com seus punhos e pontapés, atacando o inocente tronco com uma série infindável de golpes executados com a máxima técnica possível e praticável ao aprendiz de ferreiro. Aquela não era, decerto, uma condição que incrementaria suas habilidades no ofício de futuro ferreiro. Entretanto, teria um grande valor inestimável na situação de Genin e aspirante a grandes cargos no futuro.

Destarte, não se apercebeu de nenhuma deficiência em seus ataques físicos. No entanto, pensou que, talvez, não se tratasse da deficiência, porém da ausência. A falta de performance nos punhos e chutes, aplicar-lhes uma técnica aprimorada jamais utilizada. Executados os movimentos à exaustão, concluiu, solitariamente ao final do primeiro dia, quais passos seriam tomados a partir dali. No segundo, disposto a dominar a doutrina corporal do movimento, destinou-se a um novo campo de treinamento, um rio. Banhou-se na altura do pescoço. A resistência da água era perfeita e ideal com o intuito de praticar a sua proficiência. Quando simulado um direto, poderia precisar, com facilidade, os rumos que deveriam ser tomados afim de transformar aquele inofensivo golpe numa ofensiva mortífera. Repetiu durante inúmeras horas o mesmo processo de prática, até que os músculos se encontrassem em completo desgaste. Não se tratava de um trabalho de força, ainda sim era impossível treinar artes marciais sem utilizar o máximo das valências físicas.

Compreendido do assunto, permaneceu em extensiva prática. Os acréscimos na potência dos golpes tornou-se notável, muito embora não houvesse aumentado a força física de maneira geral. Retornou aos troncos de madeira dados seis dias dispendidos em meio aquático. Encontrou-se com aquela grossa tora de madeira e a atacou tão logo vista. Foi fulminante e preciso, atingindo-a com uma série de socos e pontapés à maneira que teria treinado da primeira vez. Conforme atingia, notava um qualidade superior na forma do corpo, apercebendo-se da clara distinção entre a atual e a de uma semana antes. — Impressionante. E pensar que eu poderia ter chegado a este nível no combate físico. Agora penso que poderei dominar novos jutsus de meu clã... — reconheceu contemplando a majestosidade solar poente.

...

Detendo uma habilidade considerável em taijutsu, retornou a sua casa em meio à floresta. Era noite, portanto, estando cansado, deitou-se no confortável colchão em seu único cômodo naquela casa. Dormiu subitamente, cansado com a estafante rotina adotada pelos últimos dias. Passou uma noite inteiriça no sono. O sol apresentou-se ainda sim não fora o suficiente para despertá-lo do sono. O ascendente paterno, incomodado com o ato de indisciplina, andou ao quarto do rapaz e o ouviu roncar. — Acorde, Hanzo! — ordenou em um grito. Aquela tonalidade de voz lhe era conhecida, fazendo com que acordasse prontamente. — P-pai?! — gaguejou. A cabeça revirou o quarto e deu de encontro com a janela. Aquela quantidade de luminosidade lhe informava: havia se atrasado com suas obrigações matinais. Um erro imperdoável do ponto de vista da educação rígida a qual havia sido tutorado durante anos. — Perdão, pai. — suplicou ajoelhado, colocando as palmas das mãos sobre o chão e a cabeça entre elas também encostando no nível mais baixo. O mestre-ferreiro virou a cabeça em desprezo e bufou. — Que seja! — resmungou. Olhou na direção do menino e viu a situação das roupas, completamente desgastadas. Sabia o que estava acontecendo, já havia sido um jovem um dia. Riu, por fim, descontraindo o pesado clima anteriormente instaurado. — Eu vejo o que você estava fazendo... E então, como foi com os treinamentos? — questionou entendido. O menino se sentiu aliviado com os dizeres, sabendo estar livre de uma punição. — Eu treinei a minha técnica de Taijutsu... — relatou, remanescendo somente os joelhos contra o chão.

Durante o restante daquela manhã, Hanzo somente limpou o quarto e organizou a administração das funções matinais de higienização, vestuário e nutrição. Do lado de fora de sua residência, mais precisamente no quintal cortado pela pequena nascente, encontrou o pai com alguns pesos antigos. — Venha! — solicitou. Andou a passadas lentas, temia os usos que o homem poderia atribuir àquela carga. — Não se preocupe. Não vou fazer nada demais com isso. Apenas vou prepará-lo para segurar a marreta da forjaria Hattori. — explicou. Os olhos do menino brilharam de pronto, desacreditando nos dizeres proferidos. A marreta adotada pelo seu avô era famosa por ser a única capaz de fabricar as lâminas especiais. Criada por um ancestral, ela havia atravessado as eras. Usá-la, no entanto, não era tão simples. Exigia, do usuário, uma força física descomunal. Muitos homens tentaram, porém os únicos capazes de manejá-la eram, definitivamente, os Hattori. Como futuro herdeiro, era chegada a hora de obter força física o suficiente para utilização de um dos preciosos bens de família.

No primeiro dia de treinamento, praticou com pesos mais leves. Não era dado à musculação, ainda sim aprendeu um bocado a seu respeito. Não focaria tão somente nos membros superiores, exercícios focando os quadríceps e outras partes da perna também eram essenciais. Conforme o passar dos dias, acostumou-se com a baixa carga e, lentamente, conquistou uma força considerável. A musculatura aprendeu à responder os estímulos com facilidade, até finalmente alcançar um patamar considerável. Continuava distante de ter força o suficiente para portar a brilhante ferramenta, porém continuaria na caminhada até finalmente ser capaz.


Hanzō; 225/225 675/675 00/03

Considerações:
Aparência: Luke Ainsworth, roupas como descritas na seção de aparência da ficha.

treino para perícia em kenjutsu (1) - tenho prodígio e portando reduz-se em um ponto; um ponto em taijutsu e outro em força - dois treinos de quatrocentos e cinquenta palavras.
Usados:


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Re: [ TREINO ] Aprendiz Artífice - em Dom 19 Ago - 14:50

arroba
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