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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, mas simplesmente o melhor!
Arco 10:
RemanescentesAno: 69DG
Hanatarō olha para a vila do topo do prédio do Departamento de Pesquisa. Há dois anos era uma salinha no fim do laboratório geral da vila, agora tinha seu próprio prédio tão alto quanto o próprio escritório do Kazekage. Hanatarō sorri vendo as pessoas andando felizes na nova vila construída graças aos avanços científicos realizados com a inteligência de Takura, sua mentora. Antes, ele só via uma vila pobre, com construções de areia frágeis, com um horizonte desértico, dependendo de outras vilas, inclusive de Konoha, para conseguir sobreviver, mas agora... Sunagakure estava grandiosa novamente e tinha comprado sua independência. As construções ainda tinham porções de areia, mas eram forjadas em metais nobres, em ouro, em prata, criando grandes casas e prédios. As lojas estavam cheias de especiarias únicas, pois o trabalho de encontrar certos ingredientes se tornou muito mais prático desde que a vegetação voltou a florescer nos arredores da vila; onde antes era só deserto agora possuía vielas de relva, florestas, rios e uma fauna cheia de roedores, mamíferos e carnívoros.
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Estação: Primavera

Omoii
Tokubetsu Jonin
Omoii
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[Missão C] Os espiões -- XX e Rexien. - em Qua 1 Ago - 0:46

NARRADOR
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Tudo parecia correr bem no sempre belo outono de Iwagakure,  A quem não goste do clima árido do País, mas os nativos já se viam habituados. Em um dia calmo o reboliço atingiu o quartel geral quando algumas informações preocupantes chegaram em suas mãos -- Não é possível que estiveram todo esse tempo em baixo de nosso nariz -- Resmungou o líder um tanto nervoso -- Vamos precisar de duas pessoas... Anda tragam-me alguém -- Ordenou ainda mais nervoso a dois de seus vassalos, que se retiraram imediatamente. Os dois tomaram caminhos distintos,  cada qual a procura de seu shinobi. O primeiro alcançaria a jovem das madeixas alaranjadas, Amaya Kiyome, e o segundo o loiro dos olhos carmesim, Suzuya Rei. Ambos com a mesma finalidade,  ordenar suas convocações ao quartel general.

Considerações:

Narrem oque faziam antes de suas convocações e parem quando chegarem ao quartel. Caso queiram uma interação antes de adentrarem sintam-se a vontade.

1/5
@XX
@Rexien.


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" Neste mundo, onde quer que exista luz, existem também sombras.
Enquanto o conceito de vencedores existir, precisam também existir derrotados.
O desejo egoísta de proteger a paz causa guerras e o ódio nasce para proteger o amor. "
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Deku
Genin
Deku
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Re: [Missão C] Os espiões -- XX e Rexien. - em Qua 1 Ago - 15:50


Nunca presumi ser uma criança muito difícil de se localizar, ao menos quando não estava praticando fora do vilarejo detonando explosivos. Na maioria dos casos, infelizmente, encontrava-me em minha casa lendo e estudando ao invés de estar explodindo coisas. Como agora, na verdade; prostrado na cadeira e com os cotovelos sobre a mesa de leitura, deslizava meus olhos por um dos inúmeros relatórios de missões que o senhor Shinohara, meu cuidador legal e pai adotivo, encaminhava para que eu lesse, para melhor me preparar para quando me encontrasse em situações similares, como ele mesmo recitava metodicamente sempre que tocávamos no assunto. ── Ah, cara... ── Resmungava, desvendando as palavras o mais rápido possível para que pudesse voltar com meus afazeres muito mais interessantes do que histórias de ninjas idiotas. A pior parte é que ele me faria perguntas sobre depois, então não poderia só ignorar tudo aquilo. Busquei em meu corpo os últimos resquícios de motivação, endireitei o papel novamente com as mãos que o seguravam e semicerrei os olhos para forçar-me a prestar atenção naquela leitura tétrica.

Um vulto passou pela janela que fica ao lado da porta de entrada assim que comecei a outra tentativa de continuar com minhas responsabilidades. Não dei muita importância até então, afinal vez por outra isso ocorreria ─ é uma janela virada para a janela, afinal de contas. A diferença é que a sombra, assim que saiu de minha janela com as cortinas fechadas, posicionou-se em minha porta. "Senhor Shinohara", pensei. Ainda bem que ele não ia me pegar brincando com argila ou assistindo televisão dessa vez ao invés de estar cuidando dos relatórios. Meus olhos agora se desviaram do papel, correndo direto para a porta. Knock, knock, knock. Estranho. O Senhor Shinohara não bate na porta. Gostava quando estes eventos pouco previsíveis ocorriam. Completamente removiam o aspecto tedioso de saber exatamente como o dia será, ao menos durante os poucos minutos em que eles estão acontecendo. Encontrava-me descalço, mas não iria subir um lance inteiro de escadas apenas para buscar calçados. Nunca me importei muito com o que pensavam de minha aparência mesmo, então tanto faz; dei alguns passos após me levantar da cadeira e já estava na porta. Com a palavra "curioso" estampada nas feições de meu rosto enquanto tomava a ação, abri a porta. A luz invadia minha pequena e escura casa, já fazendo-me desgostar da interação que estava prestes a ter. Sorri mesmo assim, observando cuidadosamente a figura; rosto rígido, contrapondo-se contra uma feição amigável e despreocupada. Definitivamente alto, embora eu não pudesse estipular exatamente o quanto, já que eu era bem baixinho. Cabelos quase do mesmo cumprimento que os meus, mas de coloração azul. Uma bandana vermelha com o símbolo da Aldeia Oculta da Pedra escondia a maior parte dele, entretanto. Na verdade, todas as suas vestes eram padronizadas com as de meus superiores, consistindo num colete marrom que sobrepunha tecidos carmesim. Não fiquei observando-o meticulosamente, é claro. Saudei o ninja assim que entreabri a porta. ── Olááááá! ── Inocente e infantilmente enunciei, num tom mais alto do que o normal. Recuou um pouco antes me cumprimentar de volta. Num tom aristocrático, bondoso e formal, informou-me do que estava acontecendo e o do porquê os acontecidos eram pertinentes à minha pessoa. Uma missão um pouco mais difícil!

Nos despedimos rapidamente. Na verdade, depois que ele falou que eu deveria estar presente no quartel general o mais rápido possível, não prestei mais muita atenção nele. Existem chances de que eu tenha fechado a porta na sua cara, na verdade. Minha memória não era muito boa, e eu não prestava tanta atenção em como minhas interações sociais se davam, então tudo pode ter acontecido. Mas ele parecia bonzinho. Não ficaria ressentido nem nada, né? Corri até o segundo andar da casa. Em meu armário, rebusquei entre minhas roupas para achar uma que fosse mais apropriada e artística para a ocasião. Acabei ficando com uma camiseta branca com uma cruz no centro, calças e sandálias ninja igualmente negras, onde a sandália era de cano longo e chegava pouco abaixo de meus joelhos. Não esqueci, é claro, da bolsa de armas ninjas, e do mais importante, minha bolsa de argila, presa na parte inferior de minha cintura e selada por um zíper. Com os devidos preparativos tomados, rumei ao quartel general. Espera. Onde era o quartel general?!?!?! Dei início à sua procura. Perguntei nas ruas algumas vezes, também, especialmente à ninjas. Recebendo dicas informativas daqui e dali, consegui chegar no local. Não me esqueci da parte final da minha conversa com o ninja que foi me avisar, entretanto. "Você não estará sozinho na missão, então aguarde a chegada da outra participante". Tipo uma dupla, então? E com uma menina. Bem, pouco importava, mas julguei ser apropriado aguardar na porta do quartel antes de entrar sozinho. Espero que ela não demore.
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Suzuya; 200/200 ─ 02/02 ─ 3000/3000.

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Rexien
Chūnin
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Re: [Missão C] Os espiões -- XX e Rexien. - em Qua 1 Ago - 16:57


I
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Decidir qual seria o treinamento do dia não era uma tarefa muito completa, porém tampouco era fácil. Existiam dias onde eu simplesmente sentia a necessidade de um treino físico, assim como em outros eu sabia que deveria ler algo, fosse relacionado a ninjutsu, a técnicas médicas, taijutsu ou qualquer coisa que complementasse meus conhecimentos. E existiam dias com hoje. Estava acordada já há algumas horas, mas mal levantara da cama. Normalmente eu já nem estaria em casa; poderia estar em um campo de treinamento, poderia estar na biblioteca ou simplesmente procurando uma das missões bobas que genin tem que fazer. Minhas pernas estavam para fora da cama e meu cabelo esparramado por toda o móvel quando ouvi batidas pela porta. Suspirei, ainda deitada. Meus pais não voltariam tão cedo, quem poderia estar me incomodando em um dia onde nem mesmo tinha ânimo para me levantar? Não me dei o trabalho de colocar um sapato; desci as escadas enquanto passava a mão pelos fios emaranhados que se formaram quando foram tirados da cama. Ao abrir a porta me deparei com um desconhecido: um homem um pouco mais alto que eu, vestido com o costumeiro traje de Iwa, com a bandana com o símbolo da aldeia cobrindo a testa e com uma careca que quase refletia o sol fraco da manhã em meus olhos. – O-olá...? – Recebi-o ainda receosa sobre o que poderia estar acontecendo. Ele cumprimentou de volta e logo em seguida avisou a razão de sua presença. Foi direto ao ponto: uma missão. Geralmente missões não chegavam assim, não para mim, mas de acordo com a situação que apresentara parecia ser algo que talvez fosse digno de uma visita direto à minha casa. Ele não tomou muito do meu tempo. Não apresentou detalhes sobre a missão, mas me alertou da necessidade de eu me apressar. Frente a suas últimas palavras assenti com a cabeça, me despedi brevemente e subi rapidamente em direção a meu quarto. Me vesti como geralmente: um vestido branco e curto, com o símbolo da vila marcando a parte esquerda de meu peito, frente a meu coração, se abria transversalmente da esquerda para a direita que e se estendia até minhas coxas, com um short negro por baixo. Um lance de faixas cruzava minha cintura onde eu alocava meus equipamentos ninja e minha tantō, e para finalizar um par de botas negras  pequenos saltos cobriam minhas panturrilhas e quase alcançava meus joelhos. Em meus braços faixas quase impossíveis de diferenciar da cor de minha pele iniciavam-se na metade e meu braço, passavam pelo meu cotovelo e alcançavam metade de meu antebraço, terminando com toda a vestimenta com um par de luvas negras. Estando pronta, fui em direção do quartel general, local onde o ninja que me contatara havia indicado.

Os cabelos alaranjados e longos balançavam enquanto eu me direcionava ao local que deveria encontrar o segundo genin que participaria da missão. Sinceramente eu não pensara nisso até agora. Era incomum eu ter parceiros para missões ou mesmo amigos. Podemos dizer que eu sempre tive certa dificuldade com a grande maioria das pessoas. Dependendo da situação, trabalho em equipe talvez fosse necessário, então isso deveria funcionar, independente de eu gostar ou não do outro ninja. Me perdi em meus pensamentos e quando percebi o Quartel estava logo a frente. Um garoto com cabelos bagunçados e loiros estava parado frente a ele. Nada disse, apenas parei a alguns metros do garoto e fitei a grande inscrição que nomeava o local pensando se deveria ou não seguir em frente. Mordi o lábio  inferior pensando que o garoto um pouco mais baixo que eu talvez pudesse ser o outro ninja responsável pela missão. Me virei para o garoto não muito reparada para iniciar contato, mas tomando uma iniciativa de qualquer maneira: – É... Olá! Sou Amaya Kiyome, uma ninja da aldeia. Estou aqui à mandato de um dos comandantes, você por acaso viu algum outro ninja entrando no local?


HP – 350 • 350 // CH – 500 • 500 // ST – 04 • 04 // VEL 14m/s

Considerações:
Todas as ações não passam de meras tentativas. Aparência. Roupas.

Jutsu:

Armas:
[17] Kunai
[17] Shuriken
[20] Kibaku Fuuda
[5m] Fios
[10] Senbon
[05] Kemuridama
[05] Hikaridama
[02] Makimono (M)

Tantō presa na parte posterior de minha cintura.

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"Every one of us must do what's in their power! If we're going to die anyway, then it's better to die fighting than to do nothing!" 

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Re: [Missão C] Os espiões -- XX e Rexien. - em Qua 1 Ago - 18:29

NARRADOR
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Iwa | 18:17 | 23Cº Outono

Os dois se aprontaram em suas devidas residências e partiram em direção ao quartel, Rei era o mais próximo do estabelecimento mas sua distração o impossibilitou de chegar de imediato, e teve breves pausas perguntando os moradores onde seria seu destino. Por outro lado Kiyome residia um tanto longe do quartel e seu caminho foi um pouco mais atrasado, contudo a distração de Rei os fizera chegar quase que no mesmo instante... mesmo estando minutos atrasados, talvez fossem melhor já se apresentarem dentro no quartel pois a inquietação de seu líder crescia a cada segundo de demora dos dois

[...]

Assim que estraram nem lhes restariam tempo para cumprimentar o seu superior, pois o mesmo danava a tagarelar -- Finalmente chegara! Vamos ao que interessa! Alguns espiões de nossa vila inimiga conseguiu se infiltrar em Iwa, sim sim isso mesmo, não me perguntem como mas eles conseguiram. Não só isso mas esses imbecis tem um esconderijo em um de nossos estabelecimentos. É simples. Vocês precisam se infiltrar em uma de sua reunião e espionar qual o próximo passo deles. Conseguimos informações que o covil deles é em um bar aqui perto, e suas reuniões ocorrem entre 19:00 e 20:00 horas. Ou seja. Vocês não tem muito tempo. Tentem se disfarçar pois crianças não frequentam bares... Normalmente tal tarefa seria atribuída a algum Chunin mas a ocasião não nos permite tempo. Confio em vocês. agora vão! -- Colocava tudo para fora em uma única oração, e a dupla deveria gravar cada uma das informações pois o mesmo não diria novamente. Antes que os genins saíssem do estabelecimento o homem os interrompiam com o último e mais importante alerta -- Escutem! Não entrem em combate em hipótese alguma. Escutam? Agora se apressem! --
Os dois teriam pouco menos de uma hora para bolarem algo e se infiltrarem no covil dos lobos...

Considerações:

Pode usar o primeiro intervalo [...] para se apresentarem e tals.
As coordenadas do bar foram passadas a vocês. Tens alguns minutos para decidirem oque fazer antes de adentrarem ao bar. Vão perceber que a cada um que adentra é exigido uma senha, contudo não podem escuta-la... tentem descobri-la.
Boa sorte xD

2/5
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Re: [Missão C] Os espiões -- XX e Rexien. - em Qua 1 Ago - 20:24

── Oi, senhorita Kiyome! Que enérgica. ── Saudei-a de maneira sincera e simpática, embora o sorriso em meu rosto fosse levemente sarcástico ou levemente inocente. ── Acho que o outro ninja que está procurando sou eu! Suzuya Rei. Mas, mais importante que meu nome, você tem algum doce com você aí? ── Introspectiva. Notavelmente desconfortável ao falar com alguém não incluso em seu círculo social. Isto é, se ela tem algum círculo social. Nada como forçá-la, então, a falar sobre algo inesperado, não? Mas talvez não fosse tão prudente tal tipo de comportamento com alguém que vai ser temporariamente minha equipe na missão, também. Ah, veja só, quem diria que o tratamento psicológico do vilarejo seria tão efetivo em mim; deveria falar para meus doutores que estou trabalhando bem em equipe. ── Bem... acho que devíamos entrar, não acha, Kiyome-chan? Devem estar nos esperando lá dentro. ── Recebendo o doce de minha nova companheira de equipe ou não, julguei que dar sequência aos acontecimentos seria a melhor estratégia a ser tomada nesta instância. Abriria a porta e, educadamente permitindo-a entrar na frente, seguiria o caminho para o interior do quartel general.

Após um curto lance de escadas e algumas orientações através de placas evidentes estampadas nas paredes do complexo, chegamos, por fim, à sala designada para que discutíssemos os objetivos da missão. Repetiria os maneirismos educados para Kiyome e abriria a porta na sua frente, entrando antes também, afinal de contas presumi que alguém tão socialmente esquisito não gostaria de adentrar por primeiro num local desconhecido, certo? Esperava estar correto. Enchi meus pulmões com um pouco mais de ar para começar a falar, mas fui interrompido pela ríspida voz do capitão. Movia-se de maneira desengonçada, e tinha um pescoço bem gordo. Um "papo", como o senhor Shinohara descrevia. Estes, eu gostava de cortar. Apenas uma vez, horizontalmente, na garganta. E sangravam que nem um porco. Mas esse aí eu só tinha que ouvir mesmo. Descreveu-nos a missão com mais detalhes do que eu imaginei. Então, ao invés de algo genérico, se tratava de uma missão de espionagem e infiltração, mas ainda dentro da vila. Espionar espiões. Interessante! Quando se tratava de receber informações importantes assim, eu aplicava uma técnica literária que eu aprendi lendo um livro, certa vez: o palácio da memória. Basicamente, você mentalmente arquiteta um local, e utiliza as modificações que faz, mentalmente, neste local, para armazenar informações de fácil acesso. Portanto, não era muito difícil de fazer na prática também. Imaginei aquela sala em que estávamos, mesmo. Com o tiozão que nos dava as ordens morto, sob um poça de sangue e deitado no chão. Com seu sangue, eu anotava, na parede esquerda em relação ao centro: "bar - 19 ~ 20 horas". Da parede do outro lado, algo como: "disfarce? / não matar". A parte do "não matar" eu poderia "esquecer", caso me fosse conveniente, mas em resumo era assim que funcionava. Portanto, é seguro assumir que, assim que ele terminou de enunciar todas as informações, elas já estavam armazenadas em minha mente. Ouvi-o atentamente e, quando terminou, me retirei dali.

Ah, é mesmo. Estávamos trabalhando em equipe, não? Deveria seguir as orientações de meus superiores, nestes casos... ── O que acha, senhorita Kiyome-chan? ── Daria-a tempo o suficiente para me responder antes de continuar. ── Bem, eu tenho algumas estratégias. A primeira é que, não sei se notou, mas eu me pareço com uma menina, de certa forma. Meus mestres antigos gostavam de usar isso bastante, sabe? Já que precisamos nos infiltrar, eu poderia me disfarçar como uma bem fácil. Ou então, já sei, mais divertido ainda: a gente pode explodir tudo!!! O quê acha, Kiyome-chan? ── Ela não iria concordar com a última parte, iria? Tudo bem, ao menos sua resposta me revelaria mais sobre si mesma e confirmaria algumas suspeitas. Mantive-me aguardando sua resposta, levantando um sorriso inocente e infantil enquanto o fazia.
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Suzuya; 200/200 ─ 02/02 ─ 3000/3000.

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Re: [Missão C] Os espiões -- XX e Rexien. - em Qui 2 Ago - 1:43


II
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O garoto me respondia. “Energética”, ouvi engolindo seco logo sem seguida. “A mais energética de toda Iwa”, pensei em tom irônico. Se apresentou como Suzuya Rei e me pediu um doce. Provavelmente minha expressão de confusão pudera ser facilmente lida. – Ehr... Não. – Neguei antes dele rapidamente mudar de assunto, dizendo que deveríamos entrar, mas não sem antes utilizar “Chan” ao se dirigir a mim. Talvez a dupla não tenha sido uma ótima ideia, no final das contas. Simplesmente assenti ao garoto, que abria a porta e me dava passagem. Me perguntava o que aquilo realmente se tornaria.

Subimos até a sala do comandante que havia solicitado nossa presença. Dessa vez o Rei, que seguia a minha frente durante todo o caminho abrira a porta e adentrara o local primeiro. Mal tivemos tempo para nos apresentarmos quando ele começou a falar. E não parava mais. Não sei como alguém conseguia ter tanto folego para falar tanto. Apesar do modo “direto de mais” me tirar parte da paciência me concentrei em suas instruções. Deveríamos entrar em um dos esconderijos dos ladrões e descobrir seu próximo plano. E sem combate. Não tínhamos permissão lutar com os inimigos. Tudo bem, ordens superiores, certo? Mantive a postura até que ele nos liberasse. Sabíamos a localização do bar e deveríamos estar dentro do local às 19h. Era hora de pensar.

Já fora do local Rei se voltou a mim, novamente com o “Chan”. Talvez minha careta tenha deixado claro o desconforto. Ele me perguntou sobre  a missão. Não tinha algo formulado ainda, então talvez ele devesse dar sua opinião. – Bom, não pensei em nada ainda. Se pudéssemos simplesmente socar a porta e entrar, talvez fosse mais fácil. Mas precisamos pensar em um caso desses. – Terminei para ouvir em seguida seu plano. Ele gostaria de usar de sua aparência andrógena para se infiltrar, e no meio disso acabou me contando uma parte triste de sua história. E ainda acabou dando uma ideia não muito viável no meio da vila; o garoto começava a parecer um pouco psicótico.  – A situação não nos dá grande abertura para a segunda opção... Sem falar que o general nos mandou não lutar. Além de que utilizar técnicas com explosões no meio da vila poderia ferir as pessoas da vila, o que vai contra o que eu acredito. Talvez se as coisas fiquem feias... Mesmo assim é melhor não... Mesmo que tenhamos que dançar conforme a música...  Vamos ver como as coisas vão. Por enquanto, devemos apenas seguir as instruções... Bom... É o que eu acho.


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[17] Kunai
[17] Shuriken
[20] Kibaku Fuuda
[5m] Fios
[10] Senbon
[05] Kemuridama
[05] Hikaridama
[02] Makimono (M)

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Re: [Missão C] Os espiões -- XX e Rexien. - em Qui 2 Ago - 20:15

NARRADOR
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Iwa | 19:01 | 23Cº Outono

Cada um absorvia as informações da forma que os convinham, iniciaram um diálogo para discutirem como proceder na investigação. Rei chegava a despertar em seu diálogo o teu lado psicótico enquanto a jovem Kiyome mantinha a sua racionalidade. Contudo o tempo passava e os dois haviam que arrumar uma forma de adentrar ao bar.
[...]
A hora já estava a chegar, e os dois se encontravam em sua entrada, mas só permitiam a entrada caso soubessem a senha, essa na qual os Genins deveriam descobrir... Caso obtivessem sucesso nessa empreitada estariam finalmente dentro do bar. Uma vez do lado de dentro eles perceberiam que o estabelecimento era comum como todos os outros, mesas redondas e seus respectivos assentos, e um balcão de madeira um tanto empoeirado. Não tardou para um dos meliantes trancar a porta do estabelecimento, a reunião estaria prestes a começar.... alguns murmúrios estariam correndo entre eles sobre invasores...

Considerações:

Vocês irão encontrar um jeito de descobrir a senha, narrem isso. Terão mais um tempo para se situar no bar até começarem a ouvirem as fofocas...
Boa sorte xD.
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Re: [Missão C] Os espiões -- XX e Rexien. - em Sex 3 Ago - 22:14


Havíamos, eu e Kiyome, desde nossa última interação, nos aproximado do ponto de encontro dos espiões infiltrados. Estrategicamente posicionados do outro lado da estrada em relação à bodega em que deveríamos ganhar acesso, escondíamos atrás de alguns barris, posicionados logo na entrada de um beco sem saída. Com a rua razoavelmente movimentada, poderia confiar que não chamaríamos muita atenção de quaisquer envolvidos na missão. Era impossível não notar, de onde estávamos, o fato de que todos os que entravam no estabelecimento em questão trocavam algumas palavras com o guarda. ── Veja, Kiyome-chan. Todos os que entram trocam a mesma quantia de palavras com os guardas. Não passam mais de trinta segundos de diálogo. Metade desse tempo é ocupado pelo guarda. O que significa que eles têm quinze segundos pra falar algo com ele. É uma senha! ── Não era uma tarefa fácil descobrir a senha, já que os convidados estavam de costas para nossa posição atual. ── Mas o guardinha não tem uma prancheta. Isso significa duas coisas, Kiyo! Posso te chamar de Kiyo? A primeira, é que não são senhas, mas sim senha. Apenas uma. Um guarda não seria capaz de memorizar todas as palavras-passe. A segunda coisa é que é uma lista de presença ilimitada. Eles não estão sendo muito cuidadosos. ── Concluí, esboçando o mesmo sorriso inocente que havia feito a minutos atrás enquanto retirava meus olhos da porta de entrada do esconderijo dos espiões para fitar os olhos de minha parceria momentaneamente. Pensei por poucos segundos. A partir deste momento, meus olhos não se fixavam mais na interação entre o guarda e os convidados, ou no estabelecimento em si, mas na rua. Desde que iniciamos a operação nela, seu movimento decaiu bastante. Era possível, portanto, isolar as pessoas individualmente e analisar o comportamento de cada uma delas enquanto caminhavam.

Assim que você visita um hospital da Aldeia Oculta da Pedra, dependendo do motivo pelo qual está lá, você recebe um pequeno bracelete de plástico. Ele contém algumas informações básicas sobre você, além do seu endereço. Entenda que, na maioria dos casos, você recebe essa pulseira caso a probabilidade de você esquecer coisas tão básicas quanto seu nome e seu endereço seja alta; resumindo, se você usa uma pulseira daquelas, você tem um problema de memória bem sério. Meus olhos não eram capazes, apesar de eu ter uma ótima visão, de enxergar a fundo os dados inscritos na pulseira do senhor mal encarado que acabara de dobrar a esquina mas, pude ao menos ver que ele utilizava uma dessas pulseiras. Se você não é capaz de lembrar nem a rua em que sua casa está, não deve ser capaz de lembrar-se de uma senha, certo? A menos que ela esteja anotada em algum lugar. Quem diria que visitar a ala psiquiátrica dum hospital uma vez por semana te ajudaria em alguma missão. Beleza! Meu trabalho seria bem mais fácil agora. Levantei-me detrás dos barris que nos escondiam do restante da rua sem avisar minha companheira e, com passos leves e despreocupados, andei cantarolando e fazendo pequenos gestos suaves com as mãos, em direção ao velhote.

Eu deveria me sentir mal por fazer isso? Ele parecia tão debilitado! Ninguém suspeitaria que o coroa é um espião sujo. Continuei cantarolando e interagindo comigo mesmo, aparentando estar despreocupado e avoado quando na verdade meus olhos discretamente buscavam quaisquer indícios em suas vestimentas de um lugar onde ele estaria escondendo algo. Mais rápido, Rei, ele está quase na sua frente. Achei! Bolso direito da calça. Assim que nossa aproximação aumentou o suficiente, fiz um passo de dança arriscado o suficiente para justificar meu esbarrão nele. ── Oh! Per-dão! ── Mantive o nível de atuação desinteressada na realidade enquanto o velhote olhou-me com raiva, cerrando os dentes e murmurando algumas coisas inaudíveis para mim mas que provavelmente não valeriam a pena serem ouvidas de quaisquer formas. Uma carteira marrom? Que cliché. Desabotoei-a. Oh, alguns ryous. Coloquei-os em meu bolso. Alguns cartões de loja e de identificação. DOCES! Um ou dois chicletes de gengibre. Horríveis, isto é certo. Mas não custava experimentar, né? Coloquei um em meu bolso e comecei a mascar o outro. Por fim, no meio dos cartões, vi um pedaço de papel, que com certeza pertencera antes à uma folha, mas que foi rasgada para que ali coubesse: "光" era o kanji nele transcrito. "Luz" seria a palavra, então? Rebusquei entre seus pertences mais uma vez, mas nada mais sobressaía-se. A probabilidade daquela palavra ser a senha girava em torno dos sessenta porcento. Aumentou para oitenta quando coloquei minha cabeça para fora da parede na qual me escondia e via o velhote discutindo com o guarda. Indubitavelmente porque esqueceu a senha, huh? Ótimo. Ah, dá pra ver a Kiyo daqui. Acenei discretamente para ela, com um sorriso infantil, fazendo o gesto de positivo com uma mão enquanto balançava o pequeno papel com a outra. Caso ela me visse, poderia utilizar meu papel para obter conhecimento da senha. Caso não me visse, teria de dar seu próprio jeito. Estava divertido e ficando cada vez mais divertido.
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Suzuya; 200/200 ─ 02/02 ─ 3000/3000.

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Re: [Missão C] Os espiões -- XX e Rexien. - em Sab 4 Ago - 0:16


III
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Estávamos praticamente de frente com o bar onde a reunião aconteceria, então só nos restava descobrir como entrar. Enquanto observávamos o local podíamos notar que a entrada não era de graça: um homem na porta sempre trocava palavras com qualquer um que entrasse. A conversa não era muita, o que poderia nos dizer muito. Talvez fosse grosseiro da minha parte julgar alguém assim (apesar de que as pessoas provavelmente já deveriam estar acostumadas comigo fazendo comentários indelicados, e eu falava praticamente comigo mesma no momento): o homem não passava de um peão; deveria manter a entrada, e provável única saída. Seu tamanho provavelmente ajudaria nisso, o que remetia à força física. Entrar em um ninho de cobras talvez fosse até mais fácil do que sair dele. Meus pensamentos voavam quando ouvi a voz de Rei.  Ele pensava mais ou menos como eu: uma senha era necessária para entrar. Ele desenvolvera uma linha de pensamento bastante inteligente, o que lhe dava alguns pontos comigo. Dois segundo se passaram e ele despejava mais um montante de informações. – Kiyome já basta. – Respondi o garoto quanto a como se dirigir a mim. – Você está certo. Eles não estão sendo muito cuidadosos, e talvez até por isso tenham nos mandado para essa missão. Bom, independente de qualquer coisa, precisamos entrar lá logo. – Terminei enquanto fitava o sorriso estranho que o garoto direcionava a mim.

Enquanto a movimentação da rua diminuía o tempo passava. Já estávamos quase ficando sem atenção quando o garoto saiu andando sem nem falar nada. Cerrei as sobrancelhas em apreensão. O que ele estava fazendo? Enquanto ele andava como de fato uma criança perdida em seus pensamentos um velho andava em direção a ele. Demorei uns minutos para entender o que ele queria, e quando finalmente percebi um risinho baixo saiu pelos meus lábios. Pessoas quase não entravam naquela rua a esse horário. As últimas pessoas que passaram por ali entraram no local da reunião. Ele procuraria alguma forma de retirar a senha do homem, mas como? Analisei o homem até reparar em seu bracelete; alguém com esse nível de debilitação entraria em uma reunião de espiões? Era estranho, mas possível. Talvez tivesse algum tipo de ligação com alguém que comandava, sentimentos as vezes podiam ser poderosos. E Rei sabia disso, de alguma forma. Alguém que sabia todas as normas do hospital da vila saberia sobre a pulseira, mas o garoto não parecia um ninja médico, seu discurso deixou isso bem claro para mim. Tentava cessar o fluxo de pensamentos em minha cabeça enquanto observava o garoto. Esbarrou no homem, o que provavelmente era uma desculpa para tentar roubar qualquer informação possível. Quando os dois se afastaram pude observar o homem discutindo com o porteiro enquanto Rei acenava para mim. Talvez ele tivesse conseguido algo, ao menos seu polegar elevado indicava isso. Caso isso fosse verdade logo estaríamos dentro do local. Forcei uma postura rígida enquanto cruzava a ruela em direção ao garoto; se íamos entrar no local, eu não bancaria a boazinha; se estavam ali para espiar, uma postura indelicada é o que seria de se esperar, não?


HP – 350 • 350 // CH – 500 • 500 // ST – 04 • 04 // VEL 14m/s

Considerações:
Todas as ações não passam de meras tentativas. Aparência. Roupas.

Jutsu:

Armas:
[17] Kunai
[17] Shuriken
[20] Kibaku Fuuda
[5m] Fios
[10] Senbon
[05] Kemuridama
[05] Hikaridama
[02] Makimono (M)

Tantō presa na parte posterior de minha cintura.

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Re: [Missão C] Os espiões -- XX e Rexien. - em Sab 4 Ago - 0:48

NARRADOR
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Iwa | 19:11 | 23Cº Outono

Os genins se mostravam mais espertos que o habitual, Rei agiu como um ator numa peça de teatro quando conseguiu de for esguia furtar o velho na qual objetivava adentrar a reunião secreta. De fato o local era deveras exposto e nada seguro, eles eram descuidados o bastante para dois genins conseguirem invadir sua própria invasão, engraçado. Mas tais invasores mostrariam o mínimo de astucia ao terem conseguido adentrar facilmente no interior de Iwagakure... De fato era estranho o tamanho descuido quanto a uma reunião deveras secreta...

Os jovens com a senha em mãos apenas passaram pelo "guarda" na qual escoltava a porta do estabelecimento, mesmo este estranhando a idade dos genins... Mas eles tinham a senha não é? Para que barra-los? Deixou que entrassem. Os dois observaram que cerca de 10 homens se situavam em todo o bar, alguns formavam um grupinho e outros mais afastados escorados a parede. Todos eles sem exceção olharam torno aos jovens, como se já os esperassem... Um deles se prontificou a falar -- Foi mais fácil do que pensei. Se bem que não foram nada discreto ao mandarem crianças hahahahaha. Acharam mesmo que seria tão fácil assim? Morderam a isca direitinho. Imaginava alguns ninjas mais qualificados para isso... Mas servirão de exemplo hahaha -- disse se referindo aos genins quando todos eles se voltaram contra os mesmo. Não passou de uma armadilha, ja esperavam os infiltrados, só não esperavam genins. -- Peguem essas crianças -- Ordenou o mesmo homem que discursou anteriormente. Inicialmente cinco deles avançaram contra os genins, dois iriam agarrar a moça e três o rapaz. Oque fariam mesmo sendo-lhes ordenado o pacifismo? Teriam que lutar...

Considerações:
os cinco avançaram em velocidade 2.

4/5
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Enquanto o conceito de vencedores existir, precisam também existir derrotados.
O desejo egoísta de proteger a paz causa guerras e o ódio nasce para proteger o amor. "
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Re: [Missão C] Os espiões -- XX e Rexien. - em Qua 8 Ago - 15:03

Conforme a situação se desenrolava, as coisas ficavam cada vez mais interessantes. Kiyome-chan resolveu se utilizar de meu método e, portanto, arriscamos entrar no local utilizando a palavra anexada no papel em que adquirimos. Com um gesto positivo feito com sua cabeça, o guarda nos permitiu a entrada. Assim que entramos, parei, permitindo que meus olhos realizassem uma pequena análise do local em questão antes que interagíssemos com o mesmo. Pelo acabamento novo no chão e nas paredes, o local havia sido reconstruído e reformado há pouco tempo. Assim que entramos no bar, entretanto, todas as cabeças se viraram para nós; todos os olhos repousavam sobre eu e minha companheira de equipe. Um homem, o mais corajoso do bando dos que estavam ali dentro, dirigiu-nos a palavra. Honestamente, havia suspeitado da possibilidade, embora não tivesse entretido tanto o pensamento quando me veio a alguns momentos atrás. Conforme ouvia as palavras desnecessárias de um dos bandidos, cuidadosamente observava a estrutura do local, raciocinando sobre as possibilidades de movimentação e comportamento num possível combate. E, julgando pela tensão visível nos músculos dos homens próximos de nós, um combate estava próximo.

── Prepare-se, Kiyome-chan. ── Senti-me na devida obrigação de compartilhar o sentimento com ela, embora não precisasse ter uma visão tão detalhista quanto a minha para notar o intento assassino daqueles que estavam conosco no bar. Minha mão direita já se encontrava mergulhada na minha bolsa da cintura que carregava argila enquanto; estava assim desde o momento em que o homem começou a se pronunciar. Quando começou a rir, o que supus que concluísse suas falas, alguns de seus capangas começavam a se aproximar. ── Vou criar uma distração, tudo bem? Nos ache uma rota de fuga. ── Agora os bandidos, num pinote, aproximavam-se de nós correndo. Eram ágeis, mas meus olhos anteciparam a ação o suficiente para que minha arte estivesse pronta. Assim que deram o primeiro passo de seus movimentos, minha mão direita imediatamente se removeu de minha bolsa de argila e apontou sua palma para o teto: quando o fez, uma dúzia de pequenas aves moldadas à partir de argila voaram na direção do concreto que compunha o teto, a alguns metros à nossa frente e a alguns metros à frente de nossos atacantes também. ── Katsu! ── Vociferava no mesmo instante em que minhas criações se encontravam próximas o suficiente para explodir aquela porção do telhado. Fomos ordenados não entrar em combate, portanto não entrar em combate era exatamente o que eu precisava fazer. Estava trabalhando em equipe agora, portanto podia apenas esperar que a menina fosse conduzir seu raciocínio de uma maneira similar.

Caso meus movimentos fossem bem sucedidos, uma grande coluna de densa fumaça e escombros em queda livre se ergueria entre nós e nossos oponentes. Esperava, com isto, comprar tempo para que minha companheira utilizasse suas habilidades - quaisquer fossem essas - para nos criar uma rota de fuga. Presumi, quando bolei o plano de defesa, que, mesmo que nossa saída fosse barulhenta e chamasse atenção, os espiões infiltrados não poderiam nos seguir; não iriam trazer mais atenção indesejada para si mesmos uma vez que suas operações tivessem sido descobertas. No pior dos casos, teriam de se realocar e se manterem mais discretos a respeito de seus futuros movimentos para não levantarem suspeitas. Entretanto, neste caso sempre existia a possibilidade, por menor que fosse, daqueles homens não terem nada a perder e mostrarem a disposição de nos seguir à céu aberto pela vila. De quaisquer maneiras, meu plano os forçaria a mostrar as cartas que tinham, isto é, seu intento em nos repelir.
-
Suzuya; 200/175 ─ 02/02 ─ 2950/3000.


Utilizados:
Kibaku Nendo (passiva)
Descrição: A Argila Explosiva (起爆粘土, Kibaku Nendo) foi desenvolvida a partir de uma técnica proibida que Deidara roubou de Iwagakure, o Kinjutsu de Iwagakure. Usando a capacidade da técnica de amassar chakra em objetos através das bocas nas palmas de suas mãos, Deidara pode infundir argila com chakra. Ele, então, molda-o em uma forma, dependendo da capacidade que ele deseja ter e cospe para fora. Depois de moldar a argila, Deidara pode ampliá-lo em vários tamanhos, dependendo da finalidade da argila. Uma vez alargada, as criações de argila pode ser trazidas à vida e controladas remotamente por Deidara. Deidara pode fazer a argila explodir dizendo Katsu (喝), juntamente com um selo de mão que é semelhante ao do tigre/carneiro, mas com apenas uma mão. Embora os explosivos sejam poderosos, elas são todas as técnicas baseadas na Liberação de Terra e, como tal, podem ser neutralizadas por uma técnica de Liberação de Relâmpago.

C1 (suporte)
Rank: C
Descrição: A forma de Deidara mais básica e versátil de argila explosiva, que é criado a partir de uma única boca de sua palma. Estes são pequenos bonecos animados que muitas vezes se assemelham a animais. Dependendo de qual variação é criado, eles vão manter as habilidades das criaturas que foram modeladas após, ou seja, os pássaros ainda podem voar. Esta característica combinada com o seu pequeno poder explosivo independente, torna excelente para operações encobertas. Ele pode produzir e liberar um número significativo deles em alta velocidade.

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Re: [Missão C] Os espiões -- XX e Rexien. - em Qua 8 Ago - 23:48


IV
___

O garoto começava a ganhar meu respeito quando entramos no local. O ‘recepcionista’ provavelmente estranhou nossa presença, pelo menos a expressão em seu rosto dizia isso, e acredito que nossa idade ajudava nisso, mas nos deixou entrar ao apresentarmos a senha. Ao entrar no local meus olhos mapeavam-no: não muito grande, cerca de dez homens espalhados pelo ambiente. Todos direcionavam seus olhares para nós; mordi meu lábio inferior enquanto negava com a cabeça. Era só o que me faltava, eles estavam nos esperando. E ninguém pensou que mandar crianças para um bar não seria suspeito? Suspirei já esperando pelo pior. Rei notou tão rápido quanto eu. Quando pediu para que me preparasse um dos invasores decidiu abrir o jogo. Enquanto ele começava a falar eu começava a amaldiçoar o tal comandante que nos mandara para essa missão. A armadilha fora dos bandidos ou da própria vila para com Rei e eu? Talvez a Tsuchikage devesse repensar o cargo de seus subordinados. Deixei os pensamentos de lado quando uma parte do discurso homem o pôs sobre desvantagem: ele imaginava ninjas mais qualificados. Ele nos subestimava. Talvez ele tivesse algum poder, mas nos chamar de crianças talvez indicasse que ele nos diminuía por simplesmente sermos mais jovens, e talvez surpreendê-los fosse nossa porta de saída.

Quando o homem ordenou que seus prováveis subordinados nos pegassem fiquei de costas para as costas de Rei; uma visão mais ampla talvez nos ajudasse a sair dessa. Ele me avisou que criaria uma distração e que eu deveria encontrar uma saída. A saída estava logo ali, a menos de dez metros de nós, a porta por onde nós entramos, onde o homem que nos recebera agora nos impedia de sair. Quando os homens partiram para cima Rei utilizou de suas habilidades um tanto quanto incomuns: coisas brancas saíram voando de sua mão e se chocaram contra o teto, criando uma barragem de fumaça entre nós e os invasores; talvez tivesse força o suficiente para quebrar o teto e chegar a ferir os inimigos, mas não esperei para ver. Um segundo de distração era o que eu precisava, e esperava que aquele tivesse sido tal momento. – Siga-me! – Gritei ao garoto enquanto corria em direção ao homem que guardava a porta. Se ele estava em alerta ou não era meu maior problema agora, mas não havia tempo a perder. Em velocidade máxima eu me aproximava do homem para abrir nossa rota de saída. A poucos centímetros do homem minha mão direita se moldava em forma de punho; o chakra acumulado estava pronto para ser liberado como uma explosão em direção ao toráx do homem, tendo a intenção de não só tirá-lo do caminho, mas também de lança-lo contra a porta, dando-nos uma passagem livre para fora do local. Se eles iam ou não nos seguir era a próxima pergunta, mas isso nós estávamos prestes a descobrir.


HP – 350 • 350 // CH – 450 • 500 // ST – 03 • 04 // VEL 14m/s

Considerações:
Todas as ações não passam de meras tentativas. Aparência. Roupas.

Caso o homem tente reagir ao ataque, Kiyome tentaria abaixar e desviar para a esquerda, procurando a todo momento se afastar de suas mãos e buscando acertar um soco em seu tórax.

Força em +5; Velocidade em +3.

Jutsu:

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Kongōken
Requerimentos: Iryoninjutsu, 3 Força & 3 Taijutsu.
Descrição: O usuário concentra chakra em suas mãos ou pés usando o controle chakra preciso e liberando-o de uma vez, aumentando sua força física centenas de vezes. Com isso, o usuário é capaz de realizar proezas como lançar seus alvos por muitos metros, com um simples peteleco ou criar fissuras com um movimento único com dedo no chão. Um adversário atingido ataques como esse pode sofrer danos que vão desde ossos quebrados, órgãos danificados, ou até mesmo a morte.
Regra: Terá três formas de uso:
1. Consumindo 50CH para ativar, concederá +2 Força ao personagem tendo duração equivalente a Stamina.
2. Consumindo 150CH para ativar, concederá +3 Força ao personagem, consumindo dois turnos de Stamina a cada turno.
3. Consumindo 300CH para ativar, concederá +4 Força ao personagem, precisando do Byakugō no In ativo, terá duração máxima de três turnos, porém, ainda consumirá dois turnos de Stamina a cada turno.
Armas:
[17] Kunai
[17] Shuriken
[20] Kibaku Fuuda
[5m] Fios
[10] Senbon
[05] Kemuridama
[05] Hikaridama
[02] Makimono (M)

Tantō presa na parte posterior de minha cintura.

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Re: [Missão C] Os espiões -- XX e Rexien. - em Qui 9 Ago - 11:36

NARRADOR
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Iwa | 20:47 | 20Cº Outono

O talento dos Genins era claro, mas sua inexperiência também, agiram até ali com esmero e pecaram no mais importante, seus disfarces, ninguém ali dentro teria que ser um gênio para julgar que duas crianças eram os infiltrados, resolveriam isso com um simples técnica base para mudarem suas identidades. Agora era tarde demais estavam cercados e teriam que usar a cabeça para se safarem daquilo.

Felizmente estes se mostraram mais astutos para escaparem do que propriamente para adentrar no estabelecimento, a técnica de argila de Rei foi o suficiente para cessar os movimentos do primeiro bando que avançara, deixando assim escombros entre eles. Kiyome mostrou suas armas também quando avançou contra o homem que bloqueava a porta, este que aparentemente era um muro, não que ele estivesse distraído ou algo do tipo, mas o avanço da garota foi rápido demais para os seus olhos e sua força foi ainda mais surpreendente quando seu punho amassou seu estômago o ricocheteando contra a porta de madeira que os prendiam. A fuga fora perfeita, o líder deles não ordenou uma perseguição e sim que evacuassem pois suas identidades estavam comprometidas, certamente ele subestimou a força das crianças.

Rei e Kiyome teriam que voltar imediatamente até o quartel e relatar o acontecido ao assistente. Um dos jovens chegaram até duvidar da lealdade do mesmo, mas ele havia sido bem claro anteriormente que um disfarce era imprescindível, talvez por ter falado demais os genins não prestaram muito bem a atenção. E apesar de todo o ocorrido, no fim conseguiram algumas informações sobre os invasores quando foram checar o tal bar. Os genins haviam se saído bem, pecaram em uma ou outra coisa mas no geral o assistente os agradecera e dera a missão como bem sucedida.

Considerações:
Podem encerrar indo conversando com o assistente e pegando a recompensa xD.

5/5
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Re: [Missão C] Os espiões -- XX e Rexien. - em Qui 9 Ago - 13:05

Nosso trabalho em equipe desde o estouro do combate se mostrou, surpreendentemente, muito bom. Por algum motivo trabalhávamos bem juntos, e de maneira ordenada; era capaz de realizar tais afirmações por já ter trabalhado com outros indivíduos quando não servia a Aldeia Oculta da Pedra e, estes, mesmo sendo mais habilidosos do que minha atual companheira, desenvolviam uma sinergia muito mais fraca comigo. Tínhamos uma ligação estranha, concluí. Como eu havia analisado que fariam, o líder do bando não ordenou que seus capangas nos perseguissem à céu aberto. ── Bom trabalho, Kiyome. Eles vão se realocar agora. ── Parabenizei-a. Havia notado ao longo dos anos que, quando uma pessoa é tão introspectiva e guardada à si como era a menina, o melhor era tomar a iniciativa em diálogos e elogios. Talvez fosse efetivo talvez não, mas minha parte teria sido desincumbida. Agora que criamos uma maior distância entre nós e nossos atacantes, a calmaria se reinstalava sobre nós conforme pulávamos de telhado em telhado para que retornássemos ao quartel general. ── Você tem um soco bem forte. Que medo! ── Esboçava um espontâneo sorriso conforme fitava-a em meio aos pulos que dávamos.

Levamos apenas alguns minutos para que retornássemos ao quartel general. Tivemos de aguardar o agente que distribuía as missões concluir seus afazeres para que pudéssemos falar com ele. Questionou-os rapidamente sobre os barulhos e a bagunça que ouviu. Kiyome não respondia bem à interações sociais normais, então era seguro presumir que estaria se sentindo pior ainda enquanto éramos repreendidos. ── Foi minha culpa, capitão. Eu deveria ter imagin- ── Interrompeu-me e continuou discutindo conosco. Ao menos agora, seu discurso alvejava mais à minha pessoa, presumindo que eu realmente havia tomado a iniciativa errada. Menos mal. No final das contas, apesar de ser tão barulhento e gritar tanto, considerou a missão um sucesso para nós, dizendo que seria mais fácil rastrear os espiões enquanto estavam desprotegidos, em movimento e tentando não chamar a atenção. Informaria-nos posteriormente sobre o que acontecesse com o mesmo. Terminamos por ali e nos dirigimos à saída.
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Suzuya; 200/175 ─ 02/02 ─ 2950/3000.

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Re: [Missão C] Os espiões -- XX e Rexien. - em Sex 10 Ago - 18:32


V
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A fuga fora concluída com sucesso, e como já esperado, os homens recuaram após serem surpreendidos por dois genin. Após sairmos do local nos colocamos em direção ao Quartel, onde deveríamos relatar tudo o que acontecera aos nossos superiores. Eu nem precisava imaginar para ouvir toda a gritaria que estava por vir. No meio do caminho Rei decidiu dizer algo. Me parabenizou pelo que acontecera; talvez estivesse tentando ser educado, mas talvez fora sincero. Logo em seguida fez uma graça com o soco nos fizera sair do lugar. Sorri em resposta quando ele finalizou sua frase. – Obrigado... Aqueles pássaros explosivos também foram bem inesperados. Talvez nós trabalhemos bem em equipe. E meu soco... É só meu jeito de “explodir coisas” – Finalizei com uma risada divertida.

Ao chegarmos no quartel pouco esperamos para ver o general, e como esperado, a gritaria começou. Ele falara mais do que quando nos mandara na missão. Talvez ele devesse ser cantor, ter tanto fôlego assim não era para qualquer um. Rei tomara a culpa para si, o que não fizera sentido. Eu até pensei em contestar a ação, mas ele mal falou uma dúzia de palavras antes que o homem continuasse o berreiro. No final ele ainda aceitou a missão como concluída. Talvez tivesse dado um desconto por sermos Genin, talvez nossas ações de fato ajudariam em algo, mas isso agora era um problema deles, como o próprio general enfatizou.


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Re: [Missão C] Os espiões -- XX e Rexien. - em Seg 13 Ago - 12:34

@mission passed!
120.000 ryous +

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Re: [Missão C] Os espiões -- XX e Rexien. -

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