Os Imortais
Okina conseguiu destruir Sunagakure, tornando o vilarejo um só com as suas origens, as areias profundas do deserto. O mesmo aconteceu em Kirigakure no Sato, onde a entidade afundou a vila no oceano que o cercava. Porém, ao tentar acabar com Konoha, a inimiga da humanidade falhou sendo impedida pelos novos salvadores do mundo. Abençoados por Hagoromo, os ninjas Mako e Mordred conseguiram selar a adversária criando uma segunda lua pairando sobre o planeta. Passadas algumas semanas, uma seita antiga se reuniu procurando o local onde poderiam ressuscitar Jashin, um deus antigo. Liderados por uma mulher capaz de ouvir a voz do deus, os seguidores subiram a Cordilheira dos Deuses e encontraram uma rocha cheia de selamentos frágeis e acabaram assim liberando um novo inimigo que se diz ter muitos nomes: Kami-sama, Jashin-sama e Shaka-sama. A nova divindade absorveu os poderes da lua onde Okina foi selada e transformou-se totalmente, porém, uma quantidade estranha de chakra vazou e espalhou-se no planeta inteiro.O novo inimigo da humanidade marcou três vilarejos: Konoha, Iwa e Kumo. Mas quais são seus verdadeiros planos? E quem é a pessoa que despertou depois de muitos anos?
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[Treino] Ode à Água

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[Treino] Ode à Água - em Sab 14 Jul 2018 - 16:23



Em Iwagakure no Sato os pássaros aproveitavam-se das poucas árvores e vegetação para com dificuldade manterem a sua linhagem genética em existência. O mesmo o faziam todos os insetos, animais e até a própria vegetação das redondezas, tentavam maximizar os recursos ao seus dispor para garantir a sua sobrevivência. Assim também o fazia o Chuunin da vila da Pedra, Yagura de seu nome. Encarava todos os dias como uma oportunidade, como um recurso a ser utilizado e maximizado para ele se tornar mais forte, até que ninguém o conseguisse defrontar sem o considerar como um desafio à altura.

Hoje, o shinobi iria-se dedicar à natureza, misturar-se nela, fazer parte dela. Agora a meio do seu dia, dirijia-se para um lugar um pouco longinquo da vila, um paraíso no meio de um deserto coberto de pedras, pedrinhas e poeira.

Depois de alguns quilómetros percorridos em corrida, Yagura chegava ao seu destino. A partir de certo ponto o cenário feito de pedras e pedregulhos mudou. O solo não era mais castanhos até ao infinito mas demonstrava agora pedaços de vegetação que esverdeavam todo aquele cenário. A concentração de árvores também aumentava, algo havia naquele local que não havia tão abundantemente em outros locais desta terra: esse algo era Água.

Àgua, que elemento interessante era aquele. Ao andar um pouco pela grama daquele cenário e ao olhar para o fundo por entre árvores ele vizualizava algo... esplendoroso. No meio das árvores uma cachoeira era capaz de ser avistada. Os ruídos da água a cair de uma altura considerável faziam os ouvidos do jovem jubilar de prazer, afinal não é algo que se visse todos os dias no seu território mãe. Ao chegar perto da cachoeira, na beira da água daquele berço de vida, nascente de rios, ele senta-se no chão de pernas cruzadas e em posição de meditação. Ali ficou durante segundos, minutos, horas ou dias talvez, era dúbia a passagem do tempo naquele local, na visão do chuunin, o tempo passara a ser relevante, o que importava agora era simplesmente aquele momento, aquelas sensações de todos os sentidos.

Sentado no chão, refletia. Refletia na vida, não só na sua, mas também na Vida no geral. Na Vida de todos os seres vivos, todas as plantas, todos os insetos até. Como tudo chegara aquele ponto, como todo o universo ou mundo ou reino de deus dependendo das suas crenças fizeram toda a humanidade do mundo e universo shinobi chegar aonde chegou. Ali, junto à cachoeira, a reflexão profunda intensificava-se e chamava o assunto para o que estava ali tão perto e que provavelmente seria a respota para as suas preces. Água. Sim, sem água nada disto seria possível. Sem água, as plantas não existiriam. Sem plantas, o oxigénio por elas renovado para manter os humanos vivos não seria possível. Água, sem ela não haveria plantas. Plantas, sem plantas, a nossa atmosfera não seria nada mais do que dióxido de carbono, enxofre, azoto e outros gases desnecessários. Água, sem ela, não existiria nada para além de um monte de rochas e pedras, erupções vulcânicas e trovoadas naquele planeta agora coberto de vida, ação e emoção.

Depois de muito refletido, ainda sentado no chão, o Chuunin depara-se agora a olhar de frente para aquela cachoeira. Naqueles momentos de reflexão que teve, o seu respeito para com aquele elemento aumentara consideravelmente. Água, que bem mais precioso onde o seu valor e preciosidade era inestimável, certamente não lhe era dado o valor devido.

Num ato de desejo e de esperança o Chuunin levanta-se e calmamente aproxima-se para a fronteira entre a terra e a água daquela cachoeira. Agachando-se sobre o chão com os joelhos na água, ele coloca a sua mão direita levemente sobre o caudal daquele lago. Balançava os dedos entre os fios de água, tentava sentir a sensação da água, daquele elemento tão essencial para a vida.

Sentiu a água, a sua textura, a sua temperatura, o seu peso. Refletia mais uma vez no quão interessante era aquele elemento. Depois disso, fechando a sua mão em concha, bebe um pouco de água daquela cachoeira. Ahh, como era doce e sem sabor, limpa e transparente, refrescante e saciante, aquela água da cachoeira.

No auge de todo este momento, o Chuunin volta a colocar as suas mãos na água e desta vez, ele iria-se entregar por completo ao elemento. Num desejo imenso de ele próprio de se tornar água, de ser água, ele entrega todo o seu fluxo de chakra para que passasse pelas correntes ligeiras da cachoeira, uma espécie de sinal para que ele fosse ouvido pela água ela mesma. As pequenas vibrações que a cachoeira provocava no topo da linha de água chocavam agora nas mãos do Chuunin. Enquanto ele olhava para as suas mãos enquanto libertava alguma chakra à espera que algo acontecesse, as pequenas vibrações de água agora aumentavam em torno da mão do Chuunin. Ele próprio começara a fazer vibrar as linhas de água: ele acabara de obter a capacidade de utilizar um novo elemento: o Suiton.


HP 675/675
CH 1125/1125
STA 00/05


Considerações:


Treino para obter Terceiro Elemento, Suiton e também para treino de Databook de Inteligência.
Resumo: treino na cachoeira - reflexões sobre a água e a sua importância no planeta para adquirir inteligência. Interação de chakra com a cachoeira para obter o elemento.

835 palavras ( 300+ 450= 750 necessárias)


Bolsa de Armas:

Kunai: 4
Shuriken: 12;
Fuuma Shuriken: 0
Senbon: 3 ( 6 );
Kibaku Fuuda: 2 ( 8 );
Kemuridama:8;
Makibishi:(5);
Hikaridama: 4;
Fios: 4 (20m);
Ampola: 2
Argila : 2400

Jutsus Usados:




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Re: [Treino] Ode à Água - em Sab 14 Jul 2018 - 16:27

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Re: [Treino] Ode à Água - em Seg 23 Jul 2018 - 20:13


Yagura andava pela vila quando teve uma ideia de génio. Porque não tentar disfarçar as suas animações de argila em objetos do dia a dia? fez uma pequena criação com a molde de uma kunai e executando o selo do Henge disse: " Bakuto no Henge" e assim aprendeu a transformar as suas criações em objetos do dia a dia para confundir e surpreender possíveis adversários. A kunai parecia mesmo uma kunai real!


HP 675/675
CH 1115/1125
STA 00/05


Considerações:

Pequeno texto para aprender uma técnica criada de rank D à qual possuo 135 palavras de redução sendo necessário apenas 100.

Jutsu: Bakuto no Henge
Link aprovação: http://narutorpgakatsuki.com.br/t60467-criacoes-jutsus-yagura

Vestimentas: Camisola cinzenta escura com detalhes vermelhos. Por cima da camisola, um casaco Azul escuro de agasalho. Calções castanhos e à cintura as duas bolsas de armas. Stone Shifter penduradas nas costas, na diagonal. Manípulo sobre o seu ombro direito.

Arma Lendária:

Stone Shifter
Item Lendário
Rank: S
Dimensões: 1.50m de comprimento, 30 cm de diâmetro. Forma cilíndrica de bastão.
Descrição: Stone shifter é uma arma feita de um mineral capaz de interagir com o chakra de Doton, sendo o utilizador capaz de controlar a sua forma quando o aplica.

Mecanismo 1: A sua forma é alterável desde o manípulo até ás extremidades, podendo esta arma funcionar como bastão, espada ou até como protecção consoante a manipulação realizada. Em manipulações normais o volume do mineral não se altera, pelo que um aumento de uma extremidade (por exemplo picos num bastão) implica que a arma se torne oca ou diminua a sua largura/comprimento, podendo em alguns casos diminuir as suas capacidades defensivas. Pode também adquirir estruturas mais compactas de forma a absorver mais impacto. As velocidade das modificações neste mecanismo segue o nível de Ninjutsu do usuário.
Especificações: máx 2 manipulações por post. 25 de chakra cada. Extensão máxima de 3 metros. Requerimentos Perícia em Doton.

Mecanismo 2: O volume da arma pode ser aumentando com a adição de manipulações de Doton, havendo um volume máximo capaz de ser suportado pelo usuário. Devido à interação do chakra Doton com o mineral a manipulação torna-se mais rija, aumentando os danos e poder defensivo das manipulações que saem da arma em um rank.
Especificações: máx 2 manipulações por post; Aumento de Volume: 50 de chakra por manipulação. Extensão máxima 25m Requerimentos : Perícia em Doton  

Nota: As manipulações desta arma(em ambos os mecanismos) são incluídas para a contagem de manipulações elementais por turno. O aumento de volume segue a regra: na extensão máxima o diâmetro da arma será bastante fino (imaginemos uma lança pontiaguda de 25m) enquanto que uma manipulação menos longa será mais condensada (imaginemos um martelo gigante de 10 metros).



Bolsa de Armas:

Kunai: 4
Shuriken: 12;
Fuuma Shuriken: 0
Senbon: 3 ( 6 );
Kibaku Fuuda: 2 ( 8 );
Kemuridama:8;
Makibishi:(5);
Hikaridama: 4;
Fios: 4 (20m);
Ampola: 2
Argila : 2400

Jutsus Usados:

Bakuto no Henge
Rank: D
Alcance: 5 metros
Selos: 1
Duração:  3 turnos
Requerimentos: Kekkei Genkai: Bakuton
Descrição: Este jutsu permite a transformação de criações de argila em objetos ou coisas da realidade. Por exemplo, é possível transformar a argila em objetos de arremesso ou até em animais ou pessoas dependendo da técnica de criação utilizada. A intenção desta técnica é disfarçar as criações para que o alvo não desconfie das suas propriedades explosivas, no entanto o disfarce pode apenas ser garantido quando se tratam de criações e objetos pequenos ou quando a transformação é feita às escondidas do alvo.  A técnica será desfeita caso seja acertada por algo.

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Re: [Treino] Ode à Água - em Seg 23 Jul 2018 - 20:14

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