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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Inverno
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[filler]Hatake yukino - 21/6/2018, 20:27


Os primeiros raios de sol adentravam o vilarejo, penetravam cada fresta das diversas janelas. Os pássaros demonstravas estar cada vez mais vivos com suas cantorias, outros ruídos surgiam lentamente para compor a sinfonia. A calma ascensão do sol sinalizava a hora de levantar para a maior parte das pessoas da cidade, alguns necessitavam estar no trabalho entre outros afazeres. Como ainda é época de verão em konoha, o dia prometia ser quente, mas não tanto, com poucas pitadas de vento no decorrer da manhã.

Em uma residência, das inúmeras no vilarejo, localizada mais afastada dos locais centrais, uma garota despertou para o dia, lentamente fez suas higienes, talvez poderia ser aqueles dias onde bate o desanimo. Acostumada a viver de forma solitária, cozinhou sua própria refeição entre outras pequenas tarefas domesticas como lavar roupas e limpar a bagunça de seu quarto. A primeira refeição é a mais importante para os shinobis, pois fornece a maior carga de energia utilizada nas horas restantes. Alimentou-se de uma simples salada, chá e tofu, a sua dieta não era vegana ou vegetariana. Levantou-se ao finalizar o ato rotineiro, colocando a louça na pia, segui rumo a sua sala de estar, aparentava ficar relaxada o dia todo, ou pelo menos a manhã toda.

Sua sala possuía uma grande janela, desovando no quintal, a brisa era fresca nesse lado. A vista daquele ângulo era linda, um jardim com uma pequena variedade de flores e folhagem, algumas arvores em crescimentos, outras relativamente altas e um pequeno lago sem peixes e com pedras na volta. Aproximou-se do gramado e assentou na varanda, afinal a casa era elevada. Ficou ali durante quase toda manhã, sentada e tomando chá.

Rapidamente o tedio chega, não fazer nada cansava – ah, acho que vou estudar um pouco – levantou-se de forma tão rápida que acabou lhe causando vertigem, ou tontura- meu deus eu vou morrer – ao estabilizar-se a jovem caminha para uma estante, feita de carvalho escuro com detalhes de ranhuras no rodapé, a estante era alta e cheia de livros de diversos assuntos. Nas estantes centrais continham um conteúdo bem especifico, anatomia humana, uma coleção boa referente ao assunto, afinal seus pais eram médicos.

Subiu ao quarto a procura de um caderno, ou um book, para tomar algumas anotações. Abrindo o primeiro livro, que se tratava de anatomia básica, leu atentamente pagina por pagina, entre uma e outra, fazia pequenas anotações. A jovem era boa nisso, tirava boas anotações, e de certa forma aprendia rápido. Algumas horas já haviam sido queimadas, tempo o suficiente para devorar aquele primeiro livro. Olhou para a estante procurando algo mais especifico, algo relacionado aos músculos. Em um movimento brusco a garota derruba um livro, este com um aspecto mais envelhecido, notou-se nele algumas folhas entre as páginas. Curiosamente abriu uma delas para ver o que estava escrito. Aquelas amareladas folhas continham anotações antigas de sua mãe, com uma linda caligrafia e organização, permitiu compreender o conteúdo relacionado a musculatura humana.

Dentre os livros, haviam alguns papiros com o único propósito de ensinar a teoria de ninjutsu medicinal. Parecia algo quase inconcebível aprender sobre ninjutsu lendo. Ao abrir o livro a jovem logo viu que, de fato, não se tratava de algo simples. A começar pela linguagem, de muito rebuscada. Seu nível de inteligência permitia ler a maioria das termologias. Primeiramente, entendeu mais sobre como modelar o chakra para fins medicinais.

A modelagem do chakra permitia entender como algumas fraturas poderiam ser contidas no meio da batalha, tais como hemorragias e câimbras, a informação auxiliava na questão dos procedimentos cirúrgicos, não que a garota fosse focar nisso, mas era necessária salientar. Tomou algumas anotações sobre como aproveitar melhor a anatomia muscular, e as vias sanguíneas  para estacar algum sangramento interno, algo que teoricamente é considerado fácil.

A menina tinha a certeza de que quando saísse daquela sala, teria aprendido muito, continuou a aprofundar-se ainda mais. O âmbito de sua pesquisa, desta vez, voltava-se à um conhecimento anatômico mais profundo. O nível de conhecimento estava firme o suficiente para mergulhar de cabeça nas questões dos órgãos. Nesse sentido, pode aprender mais sobre cada órgão importante e sua localização, inclusive desenhou nas suas anotações. Compreendeu toda a questão dos órgãos, pesquisando, um pouco sobre suas funções.

A maior parte do dia foi aproveitada dessa forma, estudos e mais estudos, afinal sua ambição em ser uma ninja medica era forte. A fonte dessa ambição é desconhecida, poderia ser por querer ser útil e ajudar as pessoas ou também pode ser por prestigio, médicos são pessoas da alta classe nos dias de hoje, com uma boa remuneração. Para yukino a resposta só viria quando completasse seu grande objetivo.

O silencio da casa permitirá ouvir seu próprio estomago, havia horas que não se alimentava- droga- subiu as escadas rapidamente e pegou uma roupa descente, ainda estava de pijama, pegou um pouco de suas reservas financeiras. Como estava feliz pensou em comer algum ramen. Saindo do portão percebeu que o calor predominava, por mais algumas semanas claro. O restaurante mais próximo ficava a duas quadras dali, relativamente perto porem muito popular, o cozinheiro era famoso naquela região, seus ramens eram de outro mundo. Mas porque comer isso? Não é algo pesado demais? Naquele restaurante possuía uma variedade interessante, dentre eles, alguns ramens mais leves, normalmente cogitada por idosos ou pessoas com problemas gástricos.

Adentrando o estabelecimento, sentou-se amis afastado, queria evitar qualquer conversa desnecessária. Em sua direção caminhava uma moça, uma possível atendente – oi, o que gostaria? – perguntou com um sorriso – oi, por favor um ramen de galinha, só que leve – respondeu yukino, em seguida olhou para a janela – ok, aguarde alguns instantes. A menina ficou observando a movimentação diária daquele bairro. Cada pessoa que passava ela olhava e tentava localizar, com base no que estudou, os órgãos, possíveis pontos fracos entre coisas do gênero.

Passando-se cerca de dez minutos sua refeição chega, o cheiro estava relativamente agradável, tomava conta da mesa. - algo mais? - disse a garçonete ajeitando a gamela na mesa junto aos hachis e um copo d’agua- não obrigada – respondeu yukino olhando fixamente para sua refeição enquanto a garçonete se retirava. Sua fome era tão grande que mal agradeceu ao alimento, deus poderia puni-la ali mesmo, comeu de forma rápida. A cada instante olhava as pessoas na rua como forma de treinamento do que estudou. Coma aquela velocidade logo sua refeição terminou.

Realizando o pagamento voltou para a casa, yukino gostaria de pesquisar alo mais para incrementar seu conhecimento. Passou o resto do dia lendo e relendo suas anotações, e posteriormente criando anotações melhores. Seus cálculos estavam cada vez mais precisos, talvez daqui alguns meses ela já possa treinar iryoninjustu de verdade, ou fazer a pratica da matéria. Yukino se deita no meio da sala, com o simples proposito de questionar algumas coisas, tais como futuro, se realmente seria possível subir para chunin essas coisas. Sua insegurança bateu muito forte naquele final de tarde, não deveria acontecer isso, o dia foi realmente produtivo, mas a insegurança é uma maldição que assola algumas pessoas, impede de serem realizadas.

Tornar-se genin para ela era algo bom, um passo inicial de uma caminhada para os seus sonhos, mas a progressão necessitaria cada vez mais esforço. “talvez devesse ficar mais feliz” pensou consigo, sua progressão vinha a passos lentos, já era algo incrível. Passou o resto da noite matutando sobre as coisas futuras, mas logo em seguida focou nos aprendizados. O corpo humano tornava-se interessante para ela, toda a fragilidade dele, a complexidade das veias e órgãos, os sistemas únicos que nos difere de outras espécies. A própria diversidade entre os da mesma espécie, alguns mais fortes e robustos, outros mais raquíticos, altos, baixos entre uma grande variedade. Aparenta ser doentio esses pensamentos vindo de uma adolescente de 12 anos, a mesma pessoa que usa armas brancas e aprende a lutar na escola.

Seguiu rumo ao seu quarto, localizado no segundo andar da casa, já estava noite, mas não muito tarde. A menina optou por deitar-se aquele horário, sem muitas dificuldades de pegar no sono logo dormiu de qualquer forma em sua cama. O decorrer do dia a deixou exausta, pode não ter se esforçado fisicamente, mas o esforço mental causa cansaço também. A noite estava boa, a brisa adentrava a janela aberta, uma pratica comum de alguns shinobis, decorrente do pacifismo que era, para arejar o ambiente e dar um aspecto mais frio nele.


Hp: 225/225
Ch: 225/225
st:00/02

Armas:
Kunais: 10
Shurikens: 10
arma do clã:
Hakkō Chakura Tō
Rank: A
Descrição: O Hakkō Chakura Tō foi um Tanto que originalmente pertencia a Sakumo Hatake, que passou para o seu filho, Kakashi. Foi um Tanto reta de lâmina com um pequeno, mão-guarda circular. Ele exalava um faixa branca de chakra quando foi balançado, este ganho Sakumo seu título de "White Fang de Konoha" (木 ノ 葉 の 白 い 牙, Konoha não Shiroi Kiba). Esta lâmina foi destruída durante a Terceira Guerra Mundial Ninja durante a luta de Kakashi com Kakko. No anime, que mais tarde foi mostrado reparado com Kakashi ainda usá-lo para as missões.
obs:
1410 palavras, do paragrafo 4 ao 8 contem o treino de qualidade conhecimento anatomico
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Última edição por IWannaKnow em 21/6/2018, 21:05, editado 1 vez(es)
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Re: [filler]Hatake yukino - 21/6/2018, 20:46

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Re: [filler]Hatake yukino - 27/6/2018, 22:27


HP: 550 | 550CH: 550 | 550 •  SPD: 14m/sST: 00 | 04

Rotina

 
Sentada na sua escrivaninha, com uma série de folhas com anotações sobre diversos conteúdos, yukino tomou um gole de seu chá verde e começou a organizar sua mesa. Sua mente esbarrava sobre uma viajem ante a seus pensamentos, com os olhos focado nos afazeres, matutava a respeito de muitas coisas que havia passado desde a graduação na academia. Ao beber novamente seu chá a garota se inclina para trás, se escorando completamente na cadeira. Olhando para sua cama, ligeiramente desarrumada, notou que ali estava um caderno. Sua curiosidade a fez ir lá verificar do que se tratava, aparentava não se lembrar de quando colocou ali.

Ao folear as páginas observou que se tratava de anotações de treinos feitos semanas anteriores, resultando apenas a dúvida de como aquilo foi parar ali. Nas folhas possuíam alguns dados estatísticos, tais como altura, peso, massa muscular e outras medidas corporais que não irão ser citadas, ao ver aquilo resolveu tirar suas medidas novas, afinal as anotações eram de alguns meses atrás, precisamente no começo do verão.

Caminhou até seu armário, aqueles embutidos na parede como se fosse um cômodo extra, pegou uma fita métrica e uma balança. Posicionando-se no meio do quarto yukino começa a tirar sua roupa, estava com algo leve e confortável de usar em casa, começando por desabotoar sua parte de cima. Yukino percebe uma diferença comparada as demais garotas, yukino crescia para cima enquanto seu corpo mantinha um volume abaixo da média, não necessariamente sem nada como se fosse uma tabua, de certa forma sua cara ficou com um aspecto mais sério. Após isso resolveu tirar sua calça, na sua primeira olhada viu que suas pernas eram boas, pele macia e boa musculatura, notou também que elas haviam crescido, ou alongado, ficou feliz com o fato do bumbum estar um pouco mais firme e ter dado aquela leve crescida

Terminando de tirar medidas mais especificas, e intimas, yukino resolve anota-las em seu caderno, alguns aspectos não haviam crescidos o suficiente, por outro lado sua altura teve um acréscimo de 4 cm. Finalmente algo positivo naquilo tudo, outro aspecto que sofreu alteração foi sua massa muscular, havia ganhado um pouco, quase imperceptível. A maioria dos ganhos foi devido a boa alimentação e a porção ideal de exercícios físicos diários. Vestindo-se novamente, yukino pega sua xicara de chá e desce até a cozinha, já eram aproximadamente 10 da manhã, lavou uma pequena porção de louça e partiu rumo ao pátio.

Os ventos mudavam de direção devido a nova estação que haveria de começar, de acordo com o calendário, naquele dia. O inverno que a garota tanto odiava estava se aproximando, mas ainda era o começo do outono. Caminhou pelo quintal a procura de algo que matasse seu tempo, estava a ficar amis caseira que o normal. Não encontrado nada optou por passar algumas horas deitada na varanda, lendo sobre questões sociais.

Nesse meio o tempo o céu se fechou, nuvens carregadas com moléculas de hidrogênio misturada junto a de oxigênio, alguns clarões seguidos de barulhos ensurdecedores, aparentava uma forte chuva de verão, ou melhor, uma tempestade. Yukino resolve fechar a casa e se deita no tatame de sua sala, não demorou muito para o céu por tudo o que tinha para fora. O barulho das gotículas de água batendo nos telhados fazia uma bela composição musical junto aos berros altíssimos da natureza, yukino até gostava pois era algo perfeito para dormir e não demorou muito tempo para aquilo ocorrer.

Acordou horas depois, estando próximo de anoitecer, com o forte ronco de seu estômago, pois não havia comido nada desde de manhã. Direcionou-se para a cozinha com o único objetivo de preparar uma simples e boa refeição, abrindo o refrigerador notou alguns ovos e massa de soba. Levou ao fogo uma panela de agua para o cozimento da massa, pretendia utilizar isso para cozinhar o ovo também. Para o molho pegou alguns temperos e amido, gostava de um caldo mais grosso, e na finalização iria colocar alguns vegetais.

Esperando o fogo fazer sua principal função em elevar a temperatura da agua, yukino notou que havia cessado a chuva, mas o céu estava com um aspecto nebuloso, no lado de fora as plantas estavam encharcadas e o solo inúmeras poças haviam se formado. Minutos depois a agua estava em seu ponto de fervura, e massa estava no ponto, tirou do recipiente a massa junto ao ovo reservando a agua para o molho. Descascou o ovo e reservou em um pratinho, em seguida pegou as ervas e temperos para o molho, misturou tudo até o ponto que lhe agradaria o paladar. Em uma tigela grande colocou o molho, em seguida o macarrão e finalizou com o ovo partido ao meio junto com alguns legumes que optou por de forma tardia.

Sentou-se à mesa e continuou a ler seu livro, segurando com sua mão direita, ao mesmo tempo que comia, com a outra mão, pouco a pouco seu soba. Não considerava isso uma pratica higiênica e saldável, mas gostava disso, enquanto comia seus olhos devoravam cada palavra contida no livro, sua atenção estava totalmente voltada aquilo. Terminando a refeição foi arrumar a bagunça que havia feito, lavou a louça e arrumou a mesa.

A noite caiu e não havia nada melhor a se fazer, continuou a ler seu livro e matutar sobre as pessoas, no seu coração brotava a certeza de que o mundo estava tomando um rumo drástico, talvez algo como guerras ou um grande inimigo comum. Seus pensamentos consolava a ideia de que o mundo mudava muito rápido apesar de sermos farelos dissipados ao vento do espaço tempo.

Um lado niilista se moldava na sua personalidade, mas nada tão grave, poderia ser apenas o tedio em seu poder máximo. Percebendo que estava ficando um pouco tarde a garota sobe ao seu quarto para deitar-se na sua cama e refletir. Seus pais novamente estavam tão ocupados com o serviço que mal apareceram naquele dia, mas isso já era rotineiro então não tinha como afetar yukino. Novamente dormiu, assim finalizando seu dia de folga.




Armas:
Bolsa Ninja:

Kunai: 10
shuriken: 10

Arma clã:


[filler]Hatake yukino 300?cb=20160117141246
Hakkō Chakura Tō
Descrição: O Hakkō Chakura Tō foi um Tanto que originalmente pertencia a Sakumo Hatake, que passou para o seu filho, Kakashi. Foi um Tanto reta de lâmina com um pequeno, mão-guarda circular. Ele exalava um faixa branca de chakra quando foi balançado, este ganho Sakumo seu título de "White Fang de Konoha" (木 ノ 葉 の 白 い 牙, Konoha não Shiroi Kiba). Esta lâmina foi destruída durante a Terceira Guerra Mundial Ninja durante a luta de Kakashi com Kakko. No anime, que mais tarde foi mostrado reparado com Kakashi ainda usá-lo para as missões.






Jutsus







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Re: [filler]Hatake yukino - 27/6/2018, 22:31

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Re: [filler]Hatake yukino - 3/7/2018, 23:03


Chronicles


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   3
   Dias de Um futuro perdido
   

Hatake yukino, dezesseis verões, konoha, 25 Cº, outono.


A forte brisa penetrava os espaços milimétricos das janelas, acabara por preencher o ambiente, gélida e húmida, algo cujo o seu corpo não se adaptava bem, por ser uma estação de desgosto, a menina mal saia de seu quarto. Conforme o tempo percorria, os dias tenderiam a ser piores na concepção da jovem donzela. As gotículas de agua se espatifavam perante ao maciço telhado, os componentes de hidrogênio misturado as moléculas oxigênio entravam em harmonia com a vegetação do quintal. Uma situação cujo todos adoram estar a descansar, yukino, por outro lado, levantou-se e segui para a cozinha. Com passos ligeiramente apressados, a garota prepara um chá, para acalmar e relaxar, e claro para dar uma leve aquecida no seu interior.
Expressava gratidão por aquilo, por estar aproveitando um tempo consigo mesma, pretendia mergulhar ante aos livros e pergaminhos pessoais de sua mãe. Direcionou-se, com sua caneca de chá, para seu quarto, deitando-se no seu futon e escutando a sinfonia que a natureza estava a compor. Suas pálpebras caminhavam rumo à exaustão, ocasionando um bom sono, o que há de ser interrompido por pequenas batidas na sua porta. Um pouco assustada, a gora desce a escada correndo, era um tanto estranho alguém aparecer em sua residência naquelas condições climáticas.

Ao abrir a porta uma linda figura estava ali, jovem, feminina, com seus quase 17 invernos, seus curtos cabelos curto-médio cor salmão vermelho eram atraentes, suas vestimentas eram apropriadas para uma saída na chuva, trazia consigo uma grande bolsa – yukinon, quanto tempo – aparentava serem conhecidas de longa data – que bom te ver – yukino retribuía com um forte abraço – quer algum chá? – tinha de fazer seu papel de anfitriã – sim, enquanto isso irei de tirar meus agasalhos – enquanto uma tirava seu casaco úmido, a outra estava a fazer um bom e quente chá.

A garota se chamava yui. Estando ambas na sala - fiquei sabendo das suas missões, yuki – tomou um gole do chá – faz tempo que alguém me chamou de yuki – sorriu yukino. Os papos femininos duraram um bom tempo, coisas do gênero, como está sua vida? Como tem passado? Está namorando? Entre diversos assuntos com tons de meninice, outrora risadas. As conversas introdutórias tiveram um fim. Yui levantou-se, indo até suas coisas, pegou sua grande sacola– trouxe um presente para você – tirou da sacola um vestido branco com preto – comprei em uma de minhas viagens pelo mundo – os detalhes daquela vestimenta eram inusitados, algo raro de se ver, seu busto era feito de tecido branco que fora bordado onduladamente com pequenos babados nas pontas, já as mangas, um tecido escuro com bordados nas pontas, em geral o vestido era longo, porém deixava os ombros a mostra, a saia era longa e volumosa, com costuras elegantes na bainha.

Ao olhar aquele presente – nossa yui, isso não faz muito a minha cara – yukino solta uma leve risada – mas acho que vou vestir para ver como fica – ambas as garotas subiram para o quarto. Yuki tirou seu pijama, começando pela parte de baixo, ficando apenas com sua roupa intima, em seguida despiu a parte superior. Yui estava a observar calmamente cada movimento dela.

- olha só vejo que não cresceu muito – em um repetino avanço yui a abraça por traz, segurando firme os poucos volumes pertencentes a yukino. – pare, isso é constrangedor e errado – sua timidez há de dar uma leve manifestada, mas isso apenas deixou sua amiga ansiosa- não é errado, é amor - afastou-se um pouco para yukino se vestir.
O corpo de yukino caia bem naquele vestido, a fina cintura e o pescoço a mostra eram tentadores, despertava o desejo diabólico das pessoas, um desejo incontrolável de percorrer aquele território proibido, onde nem o mais forte humano teria coragem de se aventurar. Yui se rendeu aos extintos, a forte vontade a possuía, aproximando pela frente roubou um simples beijo – podíamos se aventurar – o rosto próximo, e fofo de yui, estava a despertar algo recíproco. A jovem hatake retribui com um selinho, sentou-se sob suas pernas em cima do futon – tire o meu vestido – um caminho iria ser descoberto naquele dia. Com suas mãos, yui desamarra os laços, deslocando os longos cabelo de sua amiga, se é que poderíamos chamar isso de amizade, para o lado. As costas estavam a mostra, lisa e esbranquiçada, macia e firme, a jovem yui aproximou sua boca da cintura, percorreu o longo da coluna, com beijos, suas mãos percorreram o longo da costela, como se um grande tecladista estivesse compondo a música de sua vida.

Yukino sentia seu coração bombear com maior frequência, mas não queria terminar aquela sensação, não demorou muito para yui estar fungando em seu pescoço – você está adorando para alguém que achava er... – yukino interrompe a garota de uma forma dominante, derrubou yui deitada para cima no futon, montando em seu colo yukino aproxima seu rosto – você não faz ideia do que vai acontecer – mordiscou levemente a orelha, descendo vagarosamente as curvas do pescoço – vou lhe mostrar o paraíso – continuava a descer até a linha do umbigo. Deixando o tanquinho a mostra, yukino faz um tour, aventurou-se pela bela região da moça, poderia ouvir a respiração de sua amiga ficar ofegante, cada beijo uma reação interessante, parecia que já não possuía stamina para prosseguir.

Subindo lentamente, yukino tascou um beijo no pescoço, seu corpo estava por cima produzindo fluidos de suor, como um queijo em cima de um hambúrguer de carne moída sob uma chapa de metal quente vertendo agua, sua boca percorria a curvatura do queixo com destino a boca. O tempo passou deveras rápido, quando de repente escutou-se a porta da casa abrindo – droga é minha mãe chegando yukino levantou-se rapidamente, yui fez o mesmo – vire-se, deixe-me arrumar o vestido yui foi amarrando os laços como se nada estivesse acontecido enquanto yukino se ajeitava.

Haruno estava a perguntar o paradeiro de sua filha – yuki? – rapidamente respondeu estou no quarto mãe, yui veio nos visitar – haruno sobe para o quarto, realizou as formalidade com yui – olha tia, comprei esse vestido pra ela o que acha? – apontou para yukino –[b] é bem bonito, apesar de que ela não usa muito coisas bonitas[b] – após isso haruno convidou a amiga para jantar ali, sendo assim, acabou por dormir ali pois estava tarde.
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Yagura26
Tokubetsu Jonin
Yagura26
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Re: [filler]Hatake yukino - 5/7/2018, 15:36

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Re: [filler]Hatake yukino - 11/7/2018, 19:23


Chronicles


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4
   A Casa
   
Hatake yukino, dezenove outonos, konoha, 15 Cº, inverno, chuva.
Baseado em fatos quase reais


Desde que yukino se tornou uma jonin, que posteriormente entrou na equipe de iryon, sua carga horária aumentou consideravelmente e suas missões eram longe de sua atual casa, teve que sair das asas de seus pais, ou seja, morar sozinha. Para isso teve que correr atrás de uma nova residência, como teria pouco dinheiro, optou por alugar uma pequena casa nos complexos afastados da vila.

Após semanas procurando algo de seu agrado, e orçamento, encontrou uma simples casa que lhe agradou, sem perder muito tempo a menina assinou a papelada do aluguel. O novo domicilio possuíam dois quartos, um destinado ao casal e outro que pertenceria aos filhos, uma cozinha pouco espaçosa ligada a sala de estar onde possuíam livros e outras bagunças decorrentes da mudança. No banheiro tinha uma banheira, algo bem moderno que com um bom jutsu poderia aquece-la, possuía uns azulejos amarelados, anteriormente seriam brancos.E por fim um porão, um velho porão, este que aparentava estar em desuso, a poeira acumulou-se nas escadas dentre outras coisas como caixas e moveis de donos antigo junto a tranqueiras que foram abandonadas por alguma razão. A casa era simples por fora, apesar da sua cor desbotada, ainda estava em ótimas condições de moradia.

Yukino estava a viver bem lá, apesar da distância comparado ao hospital, era um lugar lindo e calmo, poucas residências existiam naquele complexo, já havia assimilado a ideia de morar sozinha. Só havia uma coisa uma coisa a respeito daquela casa que incomodava a garota. As bizarras histórias que os vizinhos contavam a seu respeito. As pessoas que residiam ali antes que yukino fosse a nova proprietária, saíram às pressas, pois misteriosamente não aguentavam mais uma noite sequer naquela maldita casa. O motivo de tal atitude nunca lhe fora contado na hora da compra.

Segundo a vizinhança, sempre existe uma tia da fofoca, contaram a respeito dos barulhos que se ouvia a noite, de algumas perturbações no clima, e as batidas estranhas, eram frequentes no porão daquela casa. Segundo informações, o primeiro dono da residência, utilizava o porão, como um cativeiro de sua filha, que tinha certos problemas mentais. Contam as bocas locais que um certo homem, denominado o pai, a trancava por dias, ou até mesmo semanas, sem deixa-la a ver a luz do sol, o que só contribuiu para deterioração da sua saúde mental. Até que um dia, devido aos maus tratos, a menina vinha a falecer. Seu espirito, segundo as pessoas mais velhas, permanecia naquela casa. Devido ao falecimento do homem, a casa foi a leiloada, e desde então, nunca mais um só proprietário conseguiu permanecer por mais de dois meses na casa. A jovem hatake não acreditou muito nas histórias, parecia uma brincadeira de mal gosto por algum usuário de genjutsu ou até mesmo os moradores poderiam não querer nenhum forasteiro naquelas terras.

Os dias se transformaram em noites, posteriormente tornaram-se dias novamente, assim por um período, e tais historias não aconteceram, deixando indícios claros de mentira. Em uma noite em questão a menina chegou deveras tarde de seu trabalho, fez uma hora extra devido ao surto de acidentes que ocorrera na vila.

Partindo da porta de entrada a menina foi para o quarto, no caminho passou pela porta que dava acesso ao porão. Naquele instante podiam-se ouvir algumas batidas. A princípio suspeitou de algum engraçadinho tentador dar veracidade as histórias, mas yukino simplesmente ignorou. Até que se ouvi uma voz, doce como mel, fria de forma a parecer distante, calma como se estivesse à espera de algo de valor, as palavras ditas era um chamado, uma conjuração do verbo ir, “venha”. A nova proprietária estava em arrepios. E aquele chamado se repetia, calmamente es espaços longos de tempo, mais e cada vez mais.

Tomou um bom gole de coragem, abrindo a porta, desceu o primeiro degrau, estagnou-se por algumas centenas de segundos e prosseguiu a descida até chegar no porão. O ambiente estava gélido, mais frio que fora de casa, era como se alguém do clã yuki estivesse ali, mas agora, tudo se encontrava em pleno silencio. A fraca lâmpada deixava o ambiente pouquíssimo iluminado, o que a deixou apavorada, mal podia-se ver os cantos daquele cômodo, mas a garota notou algumas correntes, e próximo a elas, um vestido de criança.

A jovem achou estar ouvindo e vendo coisas, ou melhor, achou estar presa em um forte genjutsu, tentou se concentrar para libertar-se de tal técnica, mas não surtira efeito. Voltou para a escada e quando estava começando a subir a luz se apaga. Agora a menina estava mergulhada em um pavor, o medo estava a consumir lentamente seu belo corpo. Colocou sua mão na cintura, onde normalmente mantinha sua lamina, havia esquecido no quarto, e para piorar sua bolsa de armas estava lá também.

O suor corria frio pelo seu corpo, principalmente quando sentiu uma leve respiração gélida atrás de sua nuca, todos os pelos de seu corpo estavam levantados, mas lhe faltou coragem para movimentar-se para trás, a luz acabou por voltar naquele momento, então yukino virou- se. Não havia ninguém atrás, novamente estava sozinha naquele porão, se é que antes havia alguém com a garota. O corpo estava a tremer, o coração a bater de forma acelerada, com os olhos vidrados a garota sobe novamente as escadas, deu mais uma olhada para o porão, tendo visto nada, abriu a porta. Estando no corredor ao virar a porta tudo se apagou, deixando a menina na mais plena escuridão, nenhuma sequer luz haveria ali, e para piorar, começou a chover deveras forte. Alguns clarões deixados pelos relâmpagos iluminariam de forma momentânea aquele ambiente, mas nada muito útil.

De repente a luz do corredor ascende, yukino estava bem assustada nesse ponto, entre cada tempo que a luz piscava conseguia ver algo, havia uma menina na sua frente, um vestido azul clarinho ensanguentado, seus cabelos eram grandes, o corpo cheio de chagas, parada, estando a encarar com um olhar penetrante e sem cor, esticando sua mao para a hatake, e clamando por sua ajuda...
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Rodrigues
Genin
Rodrigues
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Re: [filler]Hatake yukino - 12/7/2018, 09:06

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Re: [filler]Hatake yukino - 19/7/2018, 16:52


Chronicles


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5
   Será que eu amo ela?
   
Hatake yukino, 20 primaveras, mundo paralelo



Os dias tendem a serem acinzentados quando se é adulto, sua vida se torna algo rotineiro, cíclico, é quase impossível distinguir a segunda da terça, assim sucessivamente. Ultimamente é difícil expressar, ou falar, de amor, pois o mundo está dominado por ódio e rancor. Um amigo certa vez veio desabafar comigo, eu particularmente sou inexperiente, mas um bom ouvinte.

- yukino, como eu descubro se eu realmente amo minha namorada? – Iniciou a conversa ao sentar-se próximo a mim, estava em um banco no pátio do hospital.

Eu estava no meu horário do almoço, ainda tinha resquícios do suco em meu copo, quando ele veio questionar a respeito – de acordo com o que vivi até aqui, não possuo a resposta certa, pois muitos caras têm essa dúvida, na verdade todas pessoas têm. Ainda não existe uma fórmula mágica ou teoria para isso. – Tomou um gole da sua bebida. - Mas eu posso te dizer o seguinte. – Continuou – ouvi uma história de um homem que amava sua namorada, quando começaram a ficar ele disse: “Eu acabei de terminar. Não quero namorar. Sinta-se livre para ficar com outros caras”. Ela respondeu, “Quem é você para dizer o que eu posso ou não fazer? ”.

- Mas qual o sentido dessa história meia boca? – Disse com tom elevado, o rapaz se exaltou de forma inesperada

Yukino tomou mais um gole de seu suco - Isso é o como um tapa na cara para incentivar você e todos os homens desse planeta a parar de agir como babacas. – Fez uma pausa para descartar seu copo plástico em uma lixeira próxima - Eu descobri que o pai desse cara ficou doente e ia morrer. Ele mal podia ter tempo para a garota, tinha horário para estar em casa e por consequência da situação tinha pouco dinheiro.

- Mas quem gosta arruma tempo – retrucou o amigo, que mantinha uma postura rígida no banco

A garota hatake estaria perdendo a paciência com seu amigo cabeça dura – isso pode até soar como algo simples e fácil, aas imagina se relacionar com uma pessoa de idade média que tem horário para chegar em casa, que não pode viajar por falta de dinheiro, que não pode te acompanhar num aniversário e nem te encontrar num feriado.- deu uma pausa na fala para tomar um ar- e ainda sim ela não desistiu do homem, nem sequer demonstrou estar descontente.

- O nome disso é companheirismo... – disse o rapaz com a cabeça baixa

Observando que o rapaz estava a entender o assunto – sim companheirismo é o nome-  continuou - ele descobriu que amava ela quando sua primeira viagem junta foi para realizar o sonho de seu pai que era ver o mar pela última vez...

-Compaixão... – aparentava que iria chorar a qualquer momento, mas a sua posição impedia de yukino ver seu rosto.

Observando ele, continuou a história - Descobriu que a amava quando ela o fez dividir o cachecol em uma caminhada nos dias de inverno de konoha, tornando a caminhada mais agradável. Isso é ser menos egoísta, entende?

-Sim... – disse o menino – deixar o egoísmo de lado é a melhor coisa que fazemos para com os demais a nossa volta– completou.

- apesar De tudo isso o homem possuía defeito, era inapto a ser shinobi, e a sociedade criticava esse fato nele, colocando-o para baixo, dizendo coisa como, você é inútil aqui, de que adianta um homem inapto a jutsus, coisas do gênero – Olhou para o céu azul, afinal odiava aquele clima depressivo do moleque.

-Isso é libertador. Ter alguém que gosta dele como ele era – o menino estava a compreender a moral da história, ou não, não sei dizer.

-O sonho dela era viajar pelo mundo, conhecer lugares, experiências novas e sua principal características era não se casar, para os homens parece ser bobeira. Mas para nós que vivemos nessa sociedade machista que garota solteira é doença, que TODA mulher nasceu para casar, ter filhos e cuidar de marido, então é algo valioso... – yukino estava pensando na tal história dita.

-Uma mulher que vai contra tudo isso, que sabe que é livre para escolher o seu destino e ir atrás dos seus sonhos é incrível. – Admirou-se o rapaz, a mulher da história era de seu agrado aparentemente.

Pensou no que fora dito pelo rapaz, quem diria que uma conversa iniciada em tons depressivos iria tornar-se uma grande lição de vida, talvez isso muda-se a concepção do mundo que aquele rapaz teria em sua mente, talvez fosse a chave para a resposta de sua indagação.

Yukino retomou - Ela o ensinou a importância dessas pequenas coisas, de acreditar em si mesmo, vencer os medos, abrir mão das suas chatices, traumas, do seu egoísmo e de seu casaco. Ser um cara melhor para ela e para o mundo. – Olhou para o rapaz, este chorando de emoção, ofereceu um guardanapo, provavelmente pertenceu ao seu sanduiche, para limpar suas lagrimas.

Aguardou o sujeito limpar seus fluidos oculares, precisava terminar sua história – o nome isso é amor, as pequenas atitudes que compõem um relacionamento, tudo isso é amor – levantando-se para esticar seus esqueletos, afinal a conversa tomou umas horas de seu precioso tempo.

- yukino senpai, toda essa história... – levantou-se - ... eu acho que achei minha resposta... – esticou-se - ... eu amo minha garota – o rapaz havia sido tomado por um grande orgulho e vigor, era realmente algo vergonhoso de se assistir.

- Pois então, vá la, diga que a ama, compre flores e tudo mais – afirmou yukino com um sorriso no rosto.

-Mas senpai, esse homem, quem poderia ter uma história tão linda, é algo digno de um livro- dizia o rapaz com entusiasmo

-Gostaria de poder apresenta-lo, mas não posso – a expressão ficou seria em alguns momentos.

-Porque? Prometo me comportar – apesar de tudo houve um nó na garganta dele

-ele faleceu... – minutos de silencio prevaleceram ali, os gélidos ventos faziam presença no momento, deixando o clima mais horrível

-quem seria ele? – indagou o rapaz

-ele foi ... – fez uma pausa - ... ninguém menos que... – engoliu saliva - ... Albert Einstein.

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Xiao Dre
Genin
Xiao Dre
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Re: [filler]Hatake yukino - 19/7/2018, 22:53

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Re: [filler]Hatake yukino - 26/7/2018, 14:37




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6
   Stains Gate: Line B (part 1)
   
Hatake Yukihira, dezenove outonos, konoha.
os fatos onde isso ocorreu é uma linha paralela a nossa, onde yukino é um rapaz chamado yukihira


A razão por que eu não lhe tenho escrito? E é você que me pergunta, você que se inclui entre os sábios? Pode bem adivinhar que sou feliz, em poucas palavras, conheci alguém que tocou o meu coração. Não é fácil contar-lhe, metodicamente, as circunstâncias que me fizeram conhecer a mais adorável das criaturas. Sinto-me contente, serei, portanto, um mau narrador.

Já sei que todos dizem isso da sua amada, não é verdade? Entretanto, é-me impossível dizer a você o quanto ela é perfeita, nem por que é tão perfeita. Ela tomou conta de todo o meu ser. Tanta naturalidade aliada a tão alto espírito de justiça! Tanta bondade aliada a tamanha firmeza! Uma alma tão serena e tão cheia de vida e energia!

Tudo quanto acabo de dizer não passa de pobres abstrações que não dão a menor ideia da sua individualidade. Se não contar agora, não contarei nunca mais. Porque, aqui entre nós, tres vezes depois que comecei a escrever, estive a pique de descansar o tinteiro, arrumar-me e ir vê-la. Entretanto, eu havia jurado a mim mesmo de não ir lá hoje, mas a cada momento vejo-me à janela olhando a que altura ainda está o sol. Não pude resistir, tive de ir vê-la e eis-me de volta. Devoro o meu lanche e escrevo ao mesmo tempo. Que maravilha para a minha alma tela visto em meio da algazarra da vida.

Se continuo a escrever assim, tanto faz a você começar pelo começo como pelo fim. Ouça-me, então! Esforçar-me-ei para dar-lhe todos os pormenores. Os jovens daqui organizaram um baile no campo. Aceitei o convite que me foi feito, oferecendo-me como cavalheiro a uma jovem da vila, boa e bonita, mas insignificante quanto ao mais. Combinou-se que eu arranjasse um meio para levar à festa a minha dama e uma sua prima, e, de passagem, apanhássemos Erina-0 senhor vai conhecer uma linda criatura - disse a minha companheira, quando nos dirigíamos, através do bosque imenso e bem cuidado, para o pavilhão. E a prima acrescentou: Não vá apaixonar-se. - Por que? - Respondi de forma inocente. - Porque ela já está prometida a um belo rapaz. Ele está de viagem, a fim de regularizar os seus negócios, pois acaba de perder o pai. E também para arranjar um bom emprego. Tudo isso deixou-me indiferente.

O sol declinava, já, sobre o monumento dos hokages, quando chegamos ao portão do pátio. A atmosfera estava carregada e as damas mostraram-se receosas, pois as nuvens cinzentas que se iam amontoando no horizonte pareciam anunciar tempestade. Acalmei-lhes a inquietação, tomando um ar de entendido para predizer o bom tempo; contudo, eu mesmo começava a pressentir que a nossa festa ia ser estragada.

Eu havia chegado quando apareceu uma criada para pedir-nos que esperássemos um pouco, pois "a Srta. Erina" não tardaria. Atravessei o pátio que conduz a uma bela casa e, ao pisar a soleira, deparei com um dos quadros mais encantadores jamais visto em minha vida, no vestíbulo, Três crianças, de seis a dez anos, se alvo roçavam em torno de uma jovem bem proporcionada, de talhe médio, metida num singelo vestido branco adorna do de nós cor-de-rosa nas bordas e no corpete. Ela cortava um pão preto em fatias circulares, entregando-as alegremente a cada criança, de acordo com a sua idade e apetite!

Depois de haver estendido por muito tempo a mãozinha para receber o seu bocado, uma vez satisfeita, cada criança gritava: "Muito obrigado!" Retirando-se, em seguida, com o seu alimento, umas pulando, outras sossegadamente, todas se dirigiam para a porta para ver os recém-vindos e o comboio que ia conduzir sua irmã Erina.

Perdoe-me - disse ela - pelo trabalho de vir até aqui e fazer esperar as damas. Por causa da minha toalete e diversas 'Ordens a dar na casa, antes de sair, ia esquecendo-me da merenda das crianças, pois elas não admitem que outra pessoa lhes corte o pão.

Cumprimentei-a timidamente; minha alma estava inteiramente presa do encanto do seu rosto, da sua voz, das suas maneiras. Tive apenas tempo de recobrar-me da surpresa, enquanto corria para ir buscar as luvas e o leque. As crianças conservavam a distância, olhando-me de viés; avancei para o caçula, cuja fisionomia irradiava contentamento, e Ele recuou. Nesse instante, Erina apareceu e disse ao pequenino: "masahiro, dá a mão ao nosso primo!" O pequeno obedeceu candidamente e eu não me contive que não o beijasse com grande ternura, apesar do seu narizinho lambuzado.

- Primo? - Disse eu a Erina, estendendo-lhe a mão. - Considera-me digno de pertencer à sua família?

- Oh! - Respondeu ela, com um sorriso brejeiro. Nós temos muitos primos afastados, e seria para mim um grande desgosto ter de admitir que o senhor é o pior deles.

Antes de retirar-se, Erina recomendou a Alice, a mais velha dentre os três, de quinze anos mais ou menos, que vigiasse as crianças e desse boa noite ao pai. Recomendou às crianças que obedecessem a Alice como a ela própria. Muitos prometeram prontamente, o nascido no meio, de oito anos, disse com um ar compenetrado: "Mas Alice não é você; nós gostamos mais de você".

A prima perguntou a Erina se já tinha terminado a leitura do livro que lhe enviara recentemente. "Não", respondeu ela; esse livro não me agrada e vou devolve-lo. O anterior também não me agradou." Perguntei-lhe que livros eram e a resposta encheu-me de espanto. (por motivos adversos, fui-me forçado a ocultar)
Achei original tudo quanto ela disse, vendo em cada palavra novos encantos, novos raios de inteligência iluminar sua fisionomia, que transbordava de contentamento à medida que ela se sentia compreendida por mim.

- Quando eu era mais jovem - disse-me ela -, nada me fascinava tanto como os romances. Esforcei-me, de forma inútil, por abafar a emoção que essas palavras, e as que não serão citadas, me produziram. Quando ela se referiu, de passagem, ao livro, jardim dos amasso, com tanta verdade, não me contive e disse-lhe tudo quanto a respeito eu pensava. Só ao cabo de algum tempo, ao dirigir-se Erina, novamente, às outras duas damas, percebi que ambas, arregalando muito os olhos, tinham estado até ali inteiramente alheias à nossa conversa. A prima olhou-me por mais de uma vez com um ar engraçado, mas não liguei importância A conversa recaiu sobre o prazer da dança. - Se essa paixão é um crime - disse Erina não posso ocultá-lo; para mim, não há nada melhor do que a dança!

Enquanto ela falava, como eu me deleitei em fitar seus olhos negros! Como toda a minha alma era atraída pelos seus lábios cheios de vida, suas faces frescas e animadas! Quantas vezes, absorvido em minha admiração pelo sentido das suas frases, sequer cheguei a ouvir as palavras de que ela se servia! Você, que me conhece, pode imaginar tudo isso. Desci do carro como que dentro de um sonho, ao chegar à casa onde ia realizar-se o baile. Estava de tal modo perdido na minha vertigem, sob o crepúsculo que envolvia a campanha, que mal percebi os sons musicais que chegavam até nós, vindos do salão fartamente iluminado.

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Re: [filler]Hatake yukino - 26/7/2018, 14:49

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Re: [filler]Hatake yukino - 30/7/2018, 08:39




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7
   Stains Gate: Line B (part 2)
   
Hatake Yukihira, dezenove outonos, konoha.
os fatos onde isso ocorreu é uma linha paralela a nossa, onde yukino é um rapaz chamado yukihira


Os dois senhores, M. A e um tal N. N. (como lembrar todos esses nomes?), cavalheiros de Erina e da prima, vieram receber-nos no portão; eles tomaram as damas pelo braço e eu também conduzi a minha, achaste que estavas a solar? Dançamos vários minuetos. Convidei algumas damas, uma após outra, e foram precisamente as menos agradáveis que não me quiseram dar a mão para finalizar.

Erina e seu par começaram uma simples; você pode tentar calcular o meu jubilo quando chegou a minha vez com ela. É preciso vê-la dançar com todo o coração e com toda a alma! Há uma tal harmonia na sua pessoa, parece tão alheia a todas as preocupações! Dir-se-ia que a dança existe somente para ela e que ela não pensa e não existe senão para dançar, porque, nesse momento, a seus olhos tudo o mais é como se não existisse.

Convidei-a para a segunda contradança e ela me concedeu a terceira. Com a mais delicada franqueza, declarou-me que gosta imensamente de dançar algo mais tradicional. - Aqui é de uso - prosseguiu-os pares comprometidos por todo o baile não se separarem na tal dança; minha valsa tão mal que, com certeza, há de agradecer-me que lhe poupe esse sacrifício. A sua dama também não dança melhor a valsa, ao passo que o senhor dança muito bem, conforme eu vi durante a inglesa. Se quiser que dancemos juntos a alemã, peça licença ao meu cavalheiro, que eu farei o mesmo à sua dama.

Aceitei imediatamente a proposta e divertimo-nos durante algum tempo fazendo várias evoluções. Quanta graça e quanta agilidade nos seus movimentos! No começo, flutuamos como as esferas celestiais umas em redor das outras, tendo havido certa confusão, porque os bons valsadores são raros. Prudentemente deixamos que eles desistissem e, quando os mais desajeitados abandonaram a praça, nós a ocupamos até o fim, e conosco um outro par: (já disse, não sou paz de lembrar de tais nomes) e sua dama. Nunca me senti tão leve. Ter nos braços a mais encantadora das criaturas, ser levado com a rapidez do raio até que tudo se desvanecesse em torno de nós e que ..., para falar francamente, jurei a mim mesmo que, se amasse uma jovem e tivesse qualquer direito sobre ela, preferia fazer-me matar a consentir que ela valsasse com outro, você me entende. Caminhamos pela sala, dando várias voltas para tomar folego; em seguida, ela sentou-se, e as laranjas que reservei (as únicas restantes) ela as saboreou com grande prazer. Apenas, cada vez que ela era obrigada a dar um gomo a qualquer amiga, eu sentia uma punhalada no coração!

Na terceira rodada, éramos o segundo par. Como executássemos alguns passos, seguindo a fila, e eu estivesse visivelmente suspenso (só Deus sabe com que encantamento') dos seus braços, dos seus olhos, que irradiavam o mais puro e o mais sincero prazer, passamos diante de uma senhora que, dada a expressão do seu rosto, devia ter dobrado, já, a curva da primeira mocidade. Ao passar por nós, ela sorriu para Erina e, ameaçando-a com o dedo, pronunciou duas vezes, intencionalmente, o nome de Alberto. - Se não é indiscrição, quem é esse (insira um nome japonês)? -Perguntei a Erina. Ela ia responder-me, mas interrompeu-se porque devíamos separar-nos a fim de formarmos a fileira de oito. Quando nos cruzamos, pareceu-me ver na sua fronte uma expressão pensativa.- Por que ocultar-lhe? - Disse-me ela, dando-me a mão para fazer um passeio.

Alex (lembrei o nome do desgraçado), um belo rapaz, é meu noivo faz pouco tempo. Isso não era uma novidade para mim, pois, durante o trajeto, as outras moças me tinham dito; e, no entanto, pareceu-me uma revelação, porque eu não tinha ainda ligado essa ideia à outra que se me tornou, em poucos momentos, tão cara. De repente, perturbei-me, perdi a cabeça, troquei tudo e lancei a confusão na dança, de que foi preciso a presença de espírito de Erina, a qual, fazendo um grande esforço, fez que eu entrasse a ordem e a restabeleceu imediatamente.

Antes de findar a dança, os relâmpagos, que vimos por muito tempo iluminar o horizonte, mas que se havia entregado à calmaria, tornaram-se mais frequentes e os trovões abafou a música. Três damas abandonaram precipitadamente os seus lugares, seguidas pelos cavalheiros, a desordem generalizou-se e a música parou. É natural que toda calamidade, todas as aflições que nos surpreendam em meio do prazer façam em nós uma impressão mais forte do que em qualquer outro momento, não só porque sentimos mais fortemente o contraste, como porque os nossos sentidos, já despertados à emoção, ficam muito mais impressionáveis. Foi por isso que a fisionomia das damas tomou uma expressão estranha. A mais razoável sentou-se a um canto, de costas para a janela, tapando os ouvidos. Outra ajoelhou-se diante desta última, escondendo a cabeça nos seus joelhos. Uma terceira, agarrando-se às suas duas irmãs. Pôs-se a chorar copiosamente e a beijá-las. Algumas queriam porque queriam voltar para casa; outras, mais assustadas ainda, sequer tiveram a necessária presença de espírito para defender-se de alguns jovens audaciosos, que pareciam empenhados em recolher dos próprios lábios daquelas criaturas cheias de desespero as preces que, na sua aflição, endereçavam ao céu. Muitos cavalheiros tinham descido para fumar tranquilamente o seu cachimbo; os restantes aceitaram a oferta da dona da casa, que teve a excelente ideia de nos indicar um compartimento onde havia janelas bem fechadas e cortinas. Quando aí penetramos, Carlota estava ocupada em arranjar as cadeiras em círculo, pedindo a todos que se sentassem.

Vi mais de um, na esperança de um doce penitencia, tomar uma posição cômoda. - Nós vamos fazer o jogo da conta - advertiu Erina. - Atenção! Vou começar da direita para a esquerda, vocês contarão um depois do outro, somando cada qual o número dado pelo vizinho, mais ou menos como se faz na corrida da tocha, em que ela passa de mão em mão. Aquele que se enganar receberá um tabefe; e iremos continuando assim até chegar a mil.

Começou então uma cena muito divertida. Ela percorria o círculo, com o braço estendido. O primeiro disse um; seu vizinho, dois; o seguinte, três, e assim sucessivamente. Ela foi acelerando, cada vez mais, a pergunta, de sorte que um dos parceiros deixou passar a sua vez e recebeu, pá! Um tabefe. O parceiro seguinte, presa de um ataque de riso, deixou escapar a vez e recebeu, por seu turno, pá! Outro tabefe. E foi sempre assim, aumentando de velocidade. Eu recebi, de minha parte, duas bofetadas; notei, com grande satisfação, que eram mais fortes do que aquelas que ela dera nos outros. Os risos e um estrondo generalizado puseram termo ao jogo, antes que se chegasse a mil. Formaram-se pequenos grupos isolados. A tormenta passara; acompanhei Erina até o salão. De caminho, ela me disse: - Os tabefes fizeram você esquecer a tempestade e o resto.

Não pude responder coisa alguma. Ela prosseguiu: - Eu era uma das mais medrosas; mas tomei coragem fingindo coragem, para animar os outros. Aproximamo-nos da janela. Os trovões continuavam, mas cada vez mais distantes, e uma chuva deliciosa começou a cair, fazendo um agradável ruído; subiam até nós bafagens de ar tépido e carregado de um cheiro vivificante. Ela estava apoiada sobre o cotovelo, olhando a campanha; ergueu o olhar para o céu e, em seguida, para mim. Notei que seus olhos estavam banhados de lágrimas. Ela colocou a mão sobre a minha e exclamou: "ó Klopstock!" Lembrei-me imediatamente da ode magnífica em que Erina pensava, e abandonei-me às emoções que só aquela palavra despertou em mim. Sem Poder conter-me, curvei-me sobre a sua mão, cobrindo-a de beijos e de lágrimas; depois, meus olhos procuraram fervorosamente os dela ... ó nobre poeta! E dizer que não Estes a vossa exaltação naquele olhar! Que eu não ouça, nunca mais, pronunciar o vosso nome tantas vezes profanado!


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Omoii
Tokubetsu Jonin
Omoii
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Re: [filler]Hatake yukino - 30/7/2018, 23:52

@bei

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" Neste mundo, onde quer que exista luz, existem também sombras.
Enquanto o conceito de vencedores existir, precisam também existir derrotados.
O desejo egoísta de proteger a paz causa guerras e o ódio nasce para proteger o amor. "
-
Convidado
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Re: [filler]Hatake yukino - 17/8/2018, 13:43




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8
   I love U
   
 
Hatake yukino, Chuva, outono.

Andando pelas vielas da aldeia da folha podia se avistar uma menina, cujo as vestimentas consistiam nas cores preto, branco e vermelho, seus cabelos negros lançados ao gélido vento de invernal constituíam um aspecto doce e agradável junto ao sorriso aconchegante que a mesma produzia na mais simplicidade da vida. “Entre de cabeça e siga-me” é o que matutava no maldito órgão protegido pelo crânio, junto a sensação doce que sua imagem lhe causava. A garota era bem proporcionada no quesito corporal, apesar do seu déficit nos seios, seu traseiro era deveras deslumbrante de se admirar.

Os dois eram conhecidos de uma longa data, desde quando se davam por gente, até a possibilidade de serem irmãos de maternidade, mas nada além disso. A negligencia sentimental por parte da garota somada a insegurança impediram que o rapaz conhecesse a verdade em seu coração, esta cujo meu fidelíssimo leitor saberá, os dois se gostam, mas não sabem.

O sentimento poderia ter nascido na infância, uma época inapropriada para despertar a paixão, mas a ideal para desabrochar o verdadeiro e mais puro tipo de amor. A coisa calorosa em seus corações junto ao embrulho indevido no estomago fizeram parte da ignorância de ambos, não teriam a consciência necessária de entender o que seria aquilo. Com o decorrer do tempo já poderiam ter noção das coisas que aconteciam, principalmente o rapaz, este cujo nunca fora correspondido, tinha a certeza que não poderia desistir de algo construído com o tempo.

Naquele dia frio e escuro o menino vislumbrava sua amada noutro lado da rua, apenas a desejando em seus braços em posição favorável para aventurar-se de forma lenta por entre as curvaturas carnudas em seus lábios enquanto sua mão passava em meio aos lisos fios negros. A depressão causada pela certeza de que aquilo nunca passaria de um sonho servia de isqueiro para acender seu cigarro, um sem nicotina, fumava apenas por uma questão de ser dramático e dar uma pitada depressiva na sua fantasia. A convicção de que a única coisa preciosa na vida era o coração da moça, e que este, poderia ser seu, e ela seria dona do coração suturado do jovem, ao menos a sua visão era essa.

Pela boa ajuda de Deus o menino fora notado pela jovem cujo amava, a mesma aproximou-se de seu fiel amigo. O coração poderia ter acelerado naquele instante, o que, de certa forma, seria mais do que normalmente dada as circunstâncias. A chuva fria iniciou-se caindo em seus corpos quentes pelos hormônios, uma sinfonia das gotículas de aguas se chocando em meio aos objetos sólidos que compunham aquela amada cidade, junto a isso, uma música poderia ser ouvida de um dos estabelecimentos próximos, algo como um soneto romântico composto por piano, violino e alguns instrumentos simplórios, mas essenciais.

Não muito longe de onde estavam haveria um pequeno parque escuro, com um raso gramado onde poderiam dançar descalço, sim a menina solicitou uma dança devido à combinação agradável de clima e amizade. Os dois não amantes dançavam descalços em meio a bagunça climática junto ao som baixinho que poderia ser escutado pelo milagre. O rapaz aproximou sua boca ao encontro de seu ouvido a fim de sussurrar algumas cousas, palavras que poderiam desencadear uma reação complicada, mas não era momento de retroceder a investida. As palavras, ”Você está perfeita hoje”, foram escutadas pela menina, mas ambos aproveitaram o momento sem dizer nada após isso.

Poderia considerar-se sortudo por ter uma amiga daquele jeito, uma mulher mais forte do que qualquer coisa vivenciada pelo menino, uma pessoa que podia confiar em qualquer ocasião e que compartilhava os sonhos, medos e aflições. Os dois mantinham o ritmo engraçado da dança com passos simplórios e nada elegantes devido ao jeito desengonçado do rapaz somada a inexperiência na arte da dança de ambos os envolvidos. Queria poder ele compartilhar mais do que a amizade, tais como o lar e carregar seus segredos, seu amor e os possíveis futuros filhos oriundos dessa possível relação.

Ainda são considerados crianças, mas estão tão apaixonados, a garota não demonstrava muito, um pelo outro a ponto de arriscar contrair um resfriado na maldita chuva de inverno, a estação cujo fazia parte da lista de ódio da garota. Lutavam contra todas as responsabilidades que teriam naquela noite para apenas poderem danças a composição clássica de agrado aos ouvidos de ambos. Em uma sutil aproximação ao rosto da menina o rapaz toma aquela catuaba de “coragem” com mistura de “você consegue” para poder fazer seu movimento sagaz com a sua amada. Lançou algumas palavras no ouvido da mesma, esta cujo seriam: “seja minha garota, eu serei seu homem”, ambos veriam seu futuro nos globos oculares um do outro.

Ainda dançavam em ritmo normal, desta vez estavam curtindo o momento com uma pequena distância em seus corpos, ainda estava chovendo e já estava tardando a noite, a música ainda poderia ser escutada em meio ao som da chuva urbana. Lembrou-se de um evento que ocorreu a cerca de 2 meses atrás, onde a garota estava naquele lindo vestido que o fez indagar se merecia ou não ser o guardião daquele lindo templo, certamente a moça parecia um anjo, inclusive eu já vi ela e realmente estava deslumbrante.

A noite terminaria daquela forma, uma dança em meio a chuva com um som de fundo, ambos evitariam falar quaisquer palavras para que pudessem tirar o melhor proveito que o momento proporcionava. O rapaz só pensava naquele lindo anjo que se encontrava em seus braços e se divertindo com a dança desengonçada de ambos, a cada sorriso o rapaz acelerava seu coração, era quase como se um infarto estivesse prestes a ocorrer a qualquer momento.

Por fim a garota se afasta, encharcada com a chuva, calçou seu pisante e direcionou algumas palavras ao menino, eu pude ouvir claramente, se tratava de elogios e agradecimentos a respeito da noite simples que puderam ter, algumas risadas sem graça foram trocadas, outra mais sinceras e descontraídas, realmente fora uma grande noite, uma pena a garota o ter rejeitado, ao menos isso foi feito sem a necessidade de machucar o pobre coração. Talvez ela o rejeitou devido a sua insegurança quanto as coisas futuras...



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Re: [filler]Hatake yukino - 17/8/2018, 13:51

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Re: [filler]Hatake yukino - 6/11/2018, 13:31




Ativação do Juinjutsu 754 PALAVRAS



9
   Poder?
   
 
Hatake yukino, Chuva, outono.

Juinjutsu é uma habilidade provinda de uma maldição, normalmente alguém coloca em seu corpo o selo o amaldiçoando, portanto ela causará danos aos usuários a fim de aumentar suas habilidades. O sacrifício para carregar essa habilidade é simples, sofrer dores e se agonizar em troca de um pouco mais de poder. A jovem Hatake nunca desejou tal poder, nunca quis que suas habilidades tivessem sido amplificadas, aumentando o poder destrutivo em questão. O pai da garota colocou o selo a fim de protegê-la, mas protege-la do que? Pagando o alto preço? O formato inicial da habilidade fora ativado quando Yukino esteve em maus bocados, havia consumido cerca de 50% de todo o seu chakra, a partir desse ponto, sentiu fortes dores no ombro esquerdo junto ao cansaço extremo que sentia ao ter seu corpo domado pela marca – maldição!! – A palavra que definia toda a situação em que se encontrava. Cada célula do corpo doía, sentia a vibração do poder, tornando parte do selo. Não poderia lutar contra aquele ímpeto, ou atpe mesmo controlar a maldição a seu favor, era quase que impossível realizar esse feito. O selo fora colocado com um propósito, apesar de odiar isso, queria entender o porquê de possuir a maldição, os porquês que nunca seriam respondidos, não de forma pacífica, ao menos teria de forçar seu pai a falar algum dia, revelar a funcionalidade do selo e o motivo pelo qual usou a desculpa de proteção, a boa e velha resposta clichê dos pesquisadores que beiram a loucura.

O tempo se passaria, talvez dias até, já havia resolvido todos os seus problemas e afazeres na vila, conseguia manter em segredo a habilidade, nunca precisou ser ativada em hipótese alguma, nunca lhe forçaram a usa-la. Não poderia depender da sorte sempre, algum dia seria forçada a usar o selo, ou o selo viria à tona consumindo seu corpo lhe causando dores e fadiga extrema – basta—fora a palavra que despertaria uma certa certeza em ter que dominar o selo, mas como? Como dominar algo que é mais forte do que você? Como forçar a habilidade que requer situações de risco? A jovem hatake acharia uma forma de usar seu chakra sem ser desperdiçando-o em qualquer luar, usou para curar algumas pessoas no hospital, mas sempre de olho no seu limite. O chakra se esvaia pouco a pouco, próximo ao limite, sairia do hospital para realmente começar o treino. O selo manifestou-se, a garota lutava com todas as suas forças, tentando manter a consciência própria, sem afetar o seu raciocínio e sua percepção quanto ao campo de batalha. Alguns minutos se passariam, a jovem tentava retroceder os impactos de dor, acreditava que isso auxiliaria no controle, afinal, se a dor e manifestar pouco, significa que etária controlando melhor o poder sombrio. A menina dominou parte do poder já, estava suada em meio ao campo de treino que lhe era rotineiro, estava no período da noite, quase madrugada, para não ser vista ou abordada por alguém da vila, ou até mesmo alguém de fora.

Novamente um tempo se passou, treinava sempre que podia, precisava dominar o selo a todo custo, mesmo que comprometa seu rendimento diurno. A cada treino um novo passo era dado restando o poder total do selo, faltava a última chave para finalizar a situação que seria o domínio do estágio avançado do selo. Continuava a se esforçar, não havia o requerimento de forçar uma perca de energia significativa para que o selo fosse ativado, bastava querer e permitir, o que diferenciava da versão 1 para a forma inicial da habilidade era o controle e os critérios de aceso, que por consequência está fortemente ligado ao controle. Tornaria a virar a noite acordada treinando arduamente a habilidade, tentando reter o controle total tentando amenizar os danos em seu corpo, estava dando certo, conseguia progredir de forma interessante comparado aos primeiros treinos da habilidade – preciso finalizar hoje esse treino -- a garota de cabelo negros pensava na urgência que tinha em ter de finalizar aquele treino para evitar o descontrole na hora que mais for necessária. Cerca de uma hora se passaria desde a reflexão, agora, já estava dominando por completo – finalmente—já havia se acostumado com a sensação que o poder causava e até mesmo a dor que seria o preço pago pela tamanha habilidade – agora posso me manter mais despreocupada quanto ao sair do controle – pensava nas piores hipóteses, o que levou a ter esse treino com urgência. Finalizado. Poderia voltar a sua rotina sem precisar treinar nas madrugadas.

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Re: [filler]Hatake yukino - 6/11/2018, 13:41

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Re: [filler]Hatake yukino -

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.