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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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[Fillers] Omoi - 17/6/2018, 22:26


起源
Com certeza nenhum de vocês conhecem a verdadeira história desse garoto chamado Omoi. Essa seria a oportunidade perfeita para lhes dizer de onde surgiu esse menino com cabelos brancos, pele escura e olhos pretos, características um tanto incomuns para um membro do clã Yuki, mas tudo isso tem uma explicação.
Para começar a contar sua história teremos que conhecer seu pai, Yuki Tomoi. Um homem de cabelos longos e pretos, olhos marrons e um corpo bastante atlético (bem diferente de seu filho), e como um membro do clã Yuki já possuía naturalmente afinidade com duas naturezas de chakra, Suiton e Fuuton que o possibilitou de uni-los, surgindo o Hyoton e foram apenas essas as características que Omoi pegou de seu pai, sua afinidade para com os chakras elementais. Tomoi nasceu e viveu bem longe de Kumo em uma vila desconhecida por muitos, o País da Água, nome esse que lhe foi dado graças as suas infinitas fontes de água oriundas das diversas nascentes de rios e lagos nas terras. Tomoi aos dez anos de idade era encarregando por cuidar de toda a sua família, sua mãe doente e seus dois irmãos, já que seu pai desapareceu. Devido ao amadurecimento precoce, Tomoi conseguiu se tornar um Shinobi de respeito em sua vila. O País da Água vivia constantemente sendo invadido por vilas inimigas, já que teoricamente era uma fonte infinita de água, recurso esse que é imprescindível para o vida humana. Em uma dessas invasões, Tomoi perdeu toda sua família, sua mãe que já estava em leito de morte e seus dois irmãos mais novos, fato esse que o faria se culpar pelo resto de sua vida. Permanecer naquele país já não lhe convinha e a derrota que tomava conta de seu psicológico o fez pensar em milhares e milhares de vezes se suicidar, mas por algum motivo ele não o fez, apesar de aquilo ter o afetado de tal forma que uma hora ou outra tirar sua vida seria inevitável.
Após ser forçado a fugir de sua terra natal, ficou durante dois anos vivendo como um cigano, viajou por vários lugares conhecendo milhares de partes do mundo, culturas e tradições diferentes, talvez esse foi o motivo na qual o evitou de tirar a vida, já que havia perdido tudo e a morte lhe foi durante muito tempo a opção mais descente, mas aquela ideia nunca deixou de ser uma possibilidade. Durante essas muitas viagens, um destino lhe chamou a atenção, não pelo local mas sim por alguém, Kamui. Uma jovem de cabelos brancos, pele escura e lindos olhos bejes encantou o garoto, não só sua aparência, mas sua garra, coragem e força foram o determinantes para tal, talvez havia encontrado nela um verdadeiro motivo para "voltar" a viver. Como um estrangeiro teve grande dificuldade de adaptação, sua pele clara o tornava "diferente" em meio a todos ali mas a garota o ajudou bastante e juntos criaram um laço de amor. Aquela vila o fazia lembrar de sua terra natal, a umidade do local, a aparência e as diversas nuvens que rondava toda as redondezas. E se estão se perguntando que vila é essa, sim, Kumogakure no Sato, a vila da nuvem. E sim. Essa jovem que encantou o coração de Tomoi seria sua esposa e a mãe de Omoi, na qual ele puxou notoriamente todas as suas características físicas.
Mas viriam a ter Omoi somente seis anos depois de se conhecerem, anos esses que passaram rápido demais para os dois. Ele tinha vinte e seis e ela vinte e quatro quando deu a luz a Omoi.
A criança cresceu em meio a paz, mas graças a natureza de seu pai o garoto sempre estave sujeito a treinamentos rotineiros, mesmo antes de entrar na academia ninja. Omoi de certa forma desenvolveu um humor particular dele, sempre muito brincalhão, nunca perdeu a oportunidade para uma boa piada, irritando muita das vezes as pessoas a sua volta, mas seu carisma e alegria lhe proporcionou diversas amizades. Características essas que pegou de sua mãe, além de fisicamente, mas apesar das características de sua mãe predominar, levou o sobrenome de seu pai em seu nome.
Durante seu tempo na academia nunca teve grandes dificuldades. Devido ao treinamento rotineiro com seu pai e os recentes conhecimentos acadêmicos, não demorou muito para o jovem aflorar suas naturezas de chakra. Um grande controle de chakra demonstrado desde jovem o ajudou bastante no desenvolvimento de suas técnicas junto a grande afinidade para Suiton e Fuuton que herdou de seu pai. Em pouquíssimo tempo aprendeu a uni-los e formar uma nova natureza de chakra, o gelo.
Na academia aprendeu também a admirar sua vila, as histórias contadas por diversos livros ressaltando os feitos dos ninjas de Kumo motivou cada vez mais Omoi e foi a partir dai que se prometeu que seria um ninja tão forte que todos da vila iria o reconhecer como um grande Shinobi, e um dia naqueles livros estaria escrito a sua história para que outros mais o tivesse como motivação.
O jovem vivia perguntando ao seu pai porque sua aparência era diferente de sua mão, seu pai lhe contou milhares de histórias por onde passou e a origem de suas habilidades que apesar de ter puxado boa parte de sua aparência e psicológico de sua mãe, foi seu pai que lhe deu o dom de sua Kekkei Genkai, lhe ensinou bastante sobre os elementos que o compunham e como o seu controle de chakra facilitaria seus usos. Todos esses conhecimentos facilitou sua graduação como Genin, que foi realizada com apenas doze anos de idade, apesar de para alguns parecer um pouco tarde, seria essa a idade ideal para iniciar sua vida ninja e Omoi estaria mais do que preparado para isso.
Hoje aos doze anos de idade Omoi busca incessantemente se tornar tão forte quanto seu pai, pois tem ciência que com essa força será um dia lembrado como um grande ninja que pisou em Kumo, assim como Yuki Tomoi.
"Não quero ser o primeiro a ser lembrado, mas sim o último a ser esquecido"


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" Neste mundo, onde quer que exista luz, existem também sombras.
Enquanto o conceito de vencedores existir, precisam também existir derrotados.
O desejo egoísta de proteger a paz causa guerras e o ódio nasce para proteger o amor. "
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Re: [Fillers] Omoi - 17/6/2018, 22:51

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Re: [Fillers] Omoi - 24/6/2018, 18:01

Eu tinha os meus cinco anos quando descobri meus verdadeiros poderes, apesar de ter noção sobre a força de meu pai, ninguém verdadeiramente achou que eu herdaria tais habilidades dele, já que todos diziam que não havia puxado nenhum traço dele, isso era verdade quando se falava da aparência física, eu me arriscaria a dizer que ele não era meu pai. Sua pele clara e cabelo liso se diferia totalmente de meus traços mulato, referentes a de minha mãe.
Um episódio mostrou a meu pai que eu realmente herdei sua habilidade para com dominação do gelo. Era um dia qualquer para uma criança de cinco anos de idade, estava a brincar com meus pais, estava no verão e o calor tomava conta de Kumo por completo, apesar das demasiadas nuvens esconder o sol muitas das vezes, mas naquele dia em particular os raios ultra violetas estavam mais fortes que o normal. Quando criança insistia muito em brincar com água, talvez fosse o instinto falando mais alto e naquele dia, em meio a brincadeiras no que se podia se chamar de piscina improvisada, todos puderam perceber que a temperatura da água que me envolvia era fora do comum, até que pequenos flocos de neve poderiam ser vistos me encobrindo, foi naquele dia que meu pai teve a certeza que eu era um Yuki.
Naquele dia a sua alegria foi tanta que o mesmo decidiu que a partir dali seria ele meu sensei, antes mesmo de eu entrar para a academia. De fato me foi um pouco precoce já que minha idade seria de apenas cinco anos, mas isso nunca me fez mal, pelo contrário, me ajudou bastante a desenvolver meus novos poderes e com apenas dez anos de idade já seria capaz de manipular a água e o vento, oque consequentemente tornou fácil meu aprendizado na manipulação do gelo. Foi quando realmente comecei a demonstrar algumas habilidades mais avançadas com o Hyoton. Vocês deviam ter visto a cara de meu pai, era um misto de orgulho que surpresa que aquela cara branca ficava mais vermelha que pimentão e o frio não seria o motivo para tal haha.
-- Ai Omoi me desculpa mas essa sua história está muito chata. Não quero ouvir porque você e forte e ouvir você se vangloriando por possuir uma habilidade legal.
-- Muleque. Você tem 7 anos. Você não sabe nem oque é uma história de verdade... mas já que quer outra, vou lhe contar outra, só não vai chorar no final.
Com onze anos de idade passaria por um trauma que mudaria minha personalidade por completo. Havia conhecido um garota, sim sim, sei que parece um clichê, mas não são esses que vivem acompanhando os protagonistas em suas histórias? E porque seria diferente com a minha? Mas escute até o final pois esse é apenas o incio.
Essa garota se chamava Samui, um nome tanto em comum para quem realmente conhece as histórias de kumo, mas não é dessa que estou falando, apesar de não ser nada mal hehe. Samui tinha dez anos de idade, seria um ano mais nova que eu quando a conheci. Foi na academia ninja que a vi pela primeira vez, era bastante bonita, uma pele escura que se assemelhava a minha, com muito mais delicadeza é claro, os cabelos negros e longos e surpreendentemente lisos chamava minha atenção, sua beleza era bastante incomum. Poderia dizer-lhes que me apaixonei a primeira vista, mas não, poderia ser verdade mas foi quando a conheci por dentro que realmente me apaixonei. Aquele carisma, alegria, bom humor e carinho seria mais bonito do que qualquer forma estrutural que formasse seu corpo. Poderia de fato ficar aqui o dia inteiro falando sobre suas qualidades, mas é como dizem, ninguém é perfeito e seu defeito era o mais cruel e injusto de todos. Aquela sua beleza interior coberta por lindos olhos e um rosto perfeito não duraria muito, pois aos dez anos ela possuía uma doença incurável que afetaria seus pulmões não a deixando viver muito mais do que seus onze anos de idade. E essa contagem regressiva estava se aproximando, com certeza eu tive a má sorte de conhece-la tarde demais e não tive a oportunidade de conhece-la muito mais do que dez meses.
O mais engraçado de tudo isso é que ela sabia de sua doença e que sua hora estava chegando e isso nunca a impediu de estar com um sorriso no rosto, era algo contagiante, confesso que quando menor poucas coisas me faziam sorrir, mas o simples fato de estar ao lado dela isso mudava. Muitos vão dizer que o amor cega as pessoas, que não achamos defeitos nas pessoas que amamos e talvez esse seria o motivo na qual ela fosse a perfeição em pessoa aos meus olhos, o pior de tudo é que eu nunca tive a chance de dize-la como me sentia.
A véspera de seu aniversário seria também a véspera de sua morte, seria seu último dia de vida e ela sabia disso e, por algum motivo decidiu o passar comigo. Se perguntam oque fizemos esse dia. Por incrível que parece não foi nada demais, uma simples caminhada após a aula na academia e um tarde inteira estudando a beira de um rio, seria esse o momento perfeito para qualquer coisa, mas como saberia eu que aquele seria a última vez que a veria. Ao nos despedirmos já quase noite ela disse-me algo "Nunca deixe de sorrir Omoi. Nem que o mundo lhe faça chorar ou quando perdas vierem. Por favor... nunca deixe de sorrir" Só iria notar que seria uma despedida no dia seguinte quando bateu a minha porta a notícia que o mundo me faria chorar. E foi aquele dia o último na qual chorei, as últimas lágrimas que sairiam de meus olhos seriam por ela e a partir dali decidi que o mundo não me faria chorar novamente. Receberia o mundo com um sorriso no rosto.
Essa é uma história bastante triste, mas é ela que me tornou quem sou hoje, brincalhão e carismático, pois aprendi que mesmo que não tenha mais tempo para nada, sempre há tempo para fazer alguém sorrir.

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Re: [Fillers] Omoi - 24/6/2018, 18:08

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Re: [Fillers] Omoi - 3/7/2018, 02:41


Aquela manhã acordava com um ânimo diferente. Tomara um banho frio como sempre é tomava meu café da manhã como todos os dias, mas hoje não era um dia qualquer. Para quem não sabe meu pai é nativo do País do Gelo, lugar onde meu clã surgiu, uma pena que a pacata Vila foi tomada por política e guerra, tudo por pussuir uma Kekkei Genkai fora do comum, A Liberação de Gelo, mas graças ao afastamento dessas pessoas "especiais" a Vila finalmente voltou aos seus dias normais, onde não precisavam mais se importar com invasões e emboscadas pela busca de suas habilidades, inclusive foi assim que perdi minha avó e meus tios. A falta dessa poderosa Kekkei Genkai certamente fez com que a Vila perdesse deveras força e apoio para com alianças futuras. E hoje seria o dia que eu como Chunin acompanharia meu pai de volta a sua terra natal em uma missão diplomática em que o assistente do Raikage ordeniu-me para averiguar a situação do País atualmente e se um aliança futura de alguma forma beneficiaria ambos os lados. Meus superiores certamente sabiam de minha conexão com a Vila por isso tal tarefa foi solicitada a mim. Sabiam também da possível imparcialidade que tinha a pengar por aquela vila e temiam uma aliança mesmo que apenas um dos lados tiraria proveito disso, no caso o País da Água. Mas antes de tudo isso em era um ninja de Kumo e nativo, então levaria aquela como qualquer outra missão diplomática, a única coisa que viria a me assustar foi que meu pai decidiu me acompanhar em tal tarefa. Seria a primeira vez em quatorze anos que o mesmo voltaria a reve-la, ele tomado pela raiva, prometeu que nunca mais retornaria para lá quando veio a perder sua mãe e seus irmãos. Mas aparentemente havia mudado de ideia e implorou sua companhia para essa missão comigo, e como eu recusaria tal oferta? Impossível.
Com as malas prontas, pois a viajem era longa, tomamos rumo até o País da Água, enquanto no caminho meu pai disse que independentemente de seus sentimentos a decisão seria tomada por mim e que eu havia a obrigação de informar o Raikage se aquela seria uma Vila próspera ou não. Confesso que a decisão seria difícil caso a Vila ainda fosse como antes, tomada pelo caos, mas torcia incessantemente para ser o contrário
-- Então Omoi. A escolha é excessivamente sua, se intender que é benéfico para Kumo você diz isso para o Raikagem. É se não for diga a verdade. Não quero influenciar sua decisão dado ao histórico que tenho com aquele país. A única intensão que tenho em te acompanhar é que vi um oportunidade de rever onde eu nasci e cresci. Mesmo que aquele lugar tenha me proporcionado alegrias e deveras tristezas. E você como um Chunin agora, tem a obrigação de distinguir sentimentos a negócios, mesmo sendo algo tão difícil de se conciliar. Mas não é atoa que és meu filho e eu confio em você --
Com certeza tais falas me animaria demasiado, fazendo assim que retirasse um peso enorme que coloquei em minhas costas sem necessidade alguma.
O caminho até lá era um tanto longe, então demoravamos certa de 7 dias a pé para chegar em nossos destinos. Algumas pausas para descansar,  comer e dormir foram feitas.
Mas enfim estávamos diante do portão da Vila. De longe na podia sentir o ar que corria por ela, a humidade naquele ar e o som das cachoeiras era de fato deslumbrante, de encher os olhos,  diria que o mais odiados da água teria que obrigatoriamente reconhecer a sua beleza, e pra minha surpresa até mesmo meu pai estava boquiaberto. Não se por tanto tempo distante já não reconhecia tanta beleza ou se todos os sentimentos voltaram ao vê-la novamente
-- Não é incrível filho? Eu disse que me lembrava Kumo, mas agora que estou aqui percebo a diferença. Aqui é sem dúvida nenhuma o nosso Habitat natural -- Afirmaria meu pai logo na entrada após admirar tal beleza.
-- De fato pai. É realmente fora do comum. Nem ao menos estou lá dentro mas já me sinto como uma minhoca embaixo da terra, ou como um peixe no oceano, ou como uma raia em um lago, ou como um pinguim em sua toca de gelo -- Me restavam adjetivos para descrever oque realmente sentia naquele momento. Mas obviamente não seria aquele um fator importante para a assinatura do tratado. Então já no portão o atual líder da Vila estava a nossa espera, com uma saudação amistosa nos convidou a entrar em seu estabelecimento que brilhantemente ficará abaixo da cachoeira mais gigantescamente bela. O homem parecia nos querer impressionar, e de fato era impressionante, mas de forma alguma compraria-me com aquilo.
-- Então senhor como sabe viemos de bem longe a fim de analisar o estado em que se encontram para assim viabilizar uma possível aliança. Sabemos que em função de suas perdasbrecentes não nos ajudariam em nada em questão de força militar. É bom, Kumo não procura isso... diferente de vocês. O tratado especifica a necessidade de uma segurança ao país proporcionada por Kumo, mas oque teriam a nós oferecer em troca de nosso poder de fogo? E por favor, seja coloquial pois Kumo está deveras longe daqui e não vejo nada que nos pode oferecer. Com todo o respeito é claro.  -- Certamente surpreenderia o homem quando eu havia tomado a situação e não meu pai, que supostamente seria o negociador. O lider deles levantaram algumas questões interessantes, a principal delas que mesmo muito distantes os transportes de mercadorias inevitavelmente era feito pelas estradas e eles facilitariam as rotas para que a velocidade do fluxo crescesse abundantemente. Com tudo aquilo em mente e a negociação janfinalizada, ficamos por ali um dia a aproveitar a beleza do País e logo voltamos para Kumo. Não cabia a mim assinar a aliança mas apenas servi como intermediador para que o negócio fosse possível e passando o meu ponto de vista aos conselheiros, cabiam a eles decidirem se valeriam a pena ou não.

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Última edição por Omoii em 11/7/2018, 12:04, editado 1 vez(es)
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Re: [Fillers] Omoi - 3/7/2018, 02:46

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Re: [Fillers] Omoi - 16/7/2018, 15:49


Tchau!?

O vento sibilava feroz naquela manhã típica da nuvem. O balançar das folhas das árvores eram rítmicos e similares ao quebrar de ondas na praia, mas em tom amarelado e com um som melancólico de folhas secas se desprendendo dos galhos. O outono viera a Kumogakure com sua força total. O frio por sua vez trouxera o Yuki uma sensação boa, pois somente neste clima ela se sentia de alguma forma mais "quente". Os olhos do garoto visualizavam novamente um amontoado de palavras talhadas naquela pedra tridimensional. Ela estava no cemitério no centro da vila, encarando aquilo que chamava de pequeno memorial dos ninjas renomados que deram suas vidas por uma vila melhor. Infelizmente dentre eles, Omoi acreditava que estaria seus avós. Ambos mortos por um ato de covardia e sem sentido vindo diretamente sob as ordens de um líder louco do passado. Conforme sempre fazia, ela escolheria mais um nome aleatório para iniciar suas preces em memória daqueles que não poderiam ser esquecidos.
— Tsc! Eu esqueci as flores mais uma vez... — Iniciou como sempre o mesmo discurso esfarrapado. — Bem hoje será você... Karu... — Interrompeu enquanto unia as mãos. Alguém se aproximava em meio a uma movimento circular de folhas amareladas, um Shunshin.

— Omoi Yuki. Chegou a hora. Ela está em seu limite. — O então estudante da academia trajava as roupas típicas da vila, em tons azuis e sobre a vestimenta de cima, um colete inteiramente cinza repleto de bolsos. — Temo que deva se apressar seja lá o que estiver fazendo... Ela foi clara em dizer que conta com sua presença antes de partir. — Complementou se aproximando do garoto e estendendo na direção do mesmo, por um segundo ela havia cogitado a possibilidade de dar o menino um toque em seu ombro, mas cessou.
— Já estou terminando. — As mãos do garoto se afastaram uma das outros lentamente. Uma simples e delicada rosa de cristal de gelo surgiu sobre a palma de sua mão destra. — E não precisa se preocupar. Não preciso do conforto de ninguém. — Referia-se claramente ao fato de notar que o Chunnin tendia a querer reconfortá-lo de alguma maneira, mesmo que para isso ele tivesse de partir contra o protocolo. A mensageira acenou com a cabeça assim que notou que Omoi o olhava por cima dos ombros com um semblante sério. — Karuaru-sama... Descanse em paz. — Sua voz foi serena e doce. Mais uma vez ela lembrava-se dos mortos e colocava uma rosa sobre os pés daquele obelisco entalhado. Assim que se endireitou corretamente, tratou de se retirar do cemitério com certa pressa, com o máximo de velocidade que pode. O sumiço repentino calou o ambiente, o cemitério mais uma vez encontrava-se completamente solitário mais uma vez. Para onde o garoto iria assim tão abruptamente? Somente o tempo contaria. [...] Em frente ao hospital da vila novamente uma cortina de folhas circularam o solo incontáveis vezes até o momento que pés poderiam ser reconhecidos em meio ao turbilhão. Omoi chegara enfim ao local de destino, minutos depois de ser alertada sobre a despedida de alguém. O que acontecia afinal? O menino sabia compreender como ninguém o que se passava lá dentro. Os trajes do garoto eram incomuns dos habituais, vestia um Kimono inteiramente negro com uma faixa branca que se moldava perfeitamente em torno de sua silhueta da mesmo. O corte em V mostrava parte do pescoço, sem revelar nada além disto. As sandálias ninjas eram seus calçados. Ao entrar no hospital pode sentir um frio na espinha, como se naquele momento algo sobrenatural pudesse estar acontecendo em uma dimensão completamente paralela a real, porém apenas ignorou, visto que não acharia respostas lógicas a esta sensação.

— Eu vim visitar uma pessoa. Ela me chamou aqui é a... — Começava a frase dirigindo-se a uma recepcionista que ali apresentava-se atrás do balcão. A mulher era bem mais velha que Omoi, que estava no auge de seus onze anos de idade, e parecia saber perfeitamente o que se passava ali. Sem nenhuma palavra, com apenas o estender de uma prancheta de madeira, a recepcionista deixava clara a situação. — Entendo. Preciso me apressar então. Com licença. — Na prancheta possuía uma série de papéis com informações do quadro de saúde de alguém.
Ao julgar pelos olhos distantes do garoto das neves e o apertar de seus passos na direção das escadas do prédio, era claro que ele conhecia a pessoa na qual a ficha referia-se. Seus pés a guiaram até o terceiro andar, rápida e completamente em silêncio enquanto aproximava-se do corredor principal. Um médico que ali estava acabara de sair de um quarto, deixando a porta atrás de si parcialmente fechada, apenas encostada. O homem avaliou pelas roupas e o olhar vago do gaorot que ele estava ali para ver alguém, ou se despedir

— Se é o quarto 10A que procura é justamente este. — A voz era serena, ele não parecia muito contente em dar a notícia, mas pelo menos tentou trazer o garoto uma sensação de calma. — Nós tentamos de tudo. Ela parece estar ciente disso, não creio que ela queira ninguém triste, tente aproveitar esses minutos que restam para conversar. — O médico enfiou as mãos nos bolsos e se afastou deixando a jovem fazer sua decisão, se entraria ou não no quarto. O Yuki não teve escolhas. Naquela altura ele já tinha consciência que não deveria deixar de comparecer e atender o último pedido da garota que sempre o fizera sorrir, Samui-san. Assim que tocou a maçaneta da porta do quarto, ele pode ouvir uma voz fraca e calma lhe chamar.
— Entre, Omoi. Eu estava ansiosa para nossa despedida. Sente-se aqui do meu lado. — A mão da jovem estava trêmula,
— Eu sinto muito, sei que eu deveria dizer algo, mas não sei bem como lidar com isso. Achei que não a veria mais depois de ontem — O jovem sentou-se na cadeira a 30 centímetros da garota que estava prestes a perder a vida, mesmo ao auge de sua juventude, dez anos de idade. Demonstrava-se tão madura que sua aparência jovial tão pouco se assemelhava a sua mente. Aquela altura, mesmo que relutante foi inevitável para Omoi esconder suas lágrimas....

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Re: [Fillers] Omoi - 16/7/2018, 17:05

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Re: [Fillers] Omoi -

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.