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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, mas simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 70DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Primavera

'Lyria
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FilLyria - em Sex 1 Jun - 2:14

Naquela manhã calcei minhas pantufas e saí da cama esperando a rotina se repetir – Bom dia – Cumprimentei minha mãe que esbarrei enquanto esfregava os olhos.

- Bom dia, minha princesa – Respondeu-me como sempre fazia muito doce.

Encolhi-me no abraço que ela me deu, e assim que pude retribuí. Senti um toque em meus cabelos, era meu pai – Bom dia – Me cumprimentou.

Desde meu ultimo aniversário me sentia mais parte da família, e por isso tinha muito medo de perdê-los, então assim que ouvia qualquer barulho pela manhã já levantava correndo, ainda que meu corpo brigasse para retornar para a cama, eu não fazia.

- Hoje você não esta parecendo muito bem – Papai colocou a mão na minha testa enquanto falava – Não esta doente. Quer tomar sorvete hoje?

O convite não precisou ser aceito com palavras, apenas meu sorriso de um canto do rosto ao outro deixou em evidência a resposta que eu não conseguia pronunciar, tamanha era a felicidade que eu sentia. Bem, eles não me prendiam em casa, me incentivavam a sair, eu quem não queria. Quando me levavam a algum lugar, fosse casa de algum amigo deles, ou para comer algo, eu me sentia especial.

Mamãe estava mais arrumada que em qualquer outro dia o que deixava seu andar ainda mais gracioso. Sentei-me para tomar café junto de meus pais, pois naquele dia, sairia com eles. Não era incomum que eu tomasse banho rápido, na verdade eu não lavo o cabelo constantemente, então meu banho tende a ser bem rápido. Em minutos estava pronta, a posto em frente à porta para sair.

- Lyria, minha filha, vamos – Gritou meu pai do corredor.

- Oh, amor, ela esta aqui – Anunciou minha mãe assim que me viu quando entrou na cozinha.

Após sairmos, cada um pegou uma de minhas mãos e me guiaram pelas escadas do prédio. Aquelas eu realmente não descia muito. Quando fui apresentada a outra escada, da janela, nunca mais deixei de usa-la, e só saía por ela. Entre minha mãe e meu pai não me sentia apenas segura, mas querida, pois eles questionavam meu bem estar a todo o momento e fazia sempre com muito carinho. O caminho até a sorveteria foi de muitas risadas, tive a sorte de conhecer um pai muito brincalhão, e uma mãe muito gentil.

Não surpreende a menina gelada gostar de sorvete, mas não tem haver com o frio, ou meu poder. Tomar sorvete foi à primeira coisa que fizemos na vila, eu ainda estava imunda quando me levaram naquela sorveteria, e me acolheram em abraços mesmo em meio a tantos olhares tortos. Em minha primeira vez naquele lugar eu estava com uma mesma roupa há quase um ano, não podia me dar ao luxo de mantê-la limpa, eu tinha que cheirar como a natureza, dormir apenas com o nariz pra fora da terra, ou escondida em um tronco oco, aprendi muitas formas de dormir, e nenhuma delas envolvia conforto, perfume e paz. Mas só aqueles dois ao meu lado sabiam disso, e para mim estava mais que ótimo, eles eram tudo o que eu precisava.

- Oh minha filha, eu sinto muito, mas a hora do papai chegou – Suas palavras me atravessaram, e ao encontrar minha mãe ela praticamente repetiu a mesma frase.

Antes de partirem perguntaram algo que eu não consegui ouvir, me beijaram um em cada lado, então partiram juntos, como sempre – Seus pais iam te levar até sua casa, por que não foi com eles? – O sorveteiro me questionou, mas eu também não sabia responder.

A ausência dos meus pais me atordoava, e até mesmo na rua a temperatura caiu.  Não queria chamar atenção, então me contive, ou tentava me conter enquanto corria para casa. Por onde andei pessoas reclamavam do frio repentino, gostaria de pedir desculpas, mas algo doía tanto dentro de mim que eu não conseguia parar, ou si quer falar.

Ansiava por um canto para me encolher, avistei em uma árvore, um lugar onde eu poderia ficar, mas eu estava grande demais para fazer o que fazia aos quatro anos. Logo tão próxima de casa me encolhi ao lado daquela árvore, abracei minhas pernas dobradas contra meu corpo e fechei os olhos, esperava conseguir fingir que ninguém estava me vendo ali.

“O que estou fazendo? Por que não vou para casa?” – Era como eu tentava me encorajar, com questionamentos. Encorajar na verdade era algo que eu não sabia fazer.
Espiei com um dos olhos semiabertos ao meu redor, e realmente não tinha ninguém. Aproveitei aquele momento para correr até a escadaria que me levaria até a janela do apartamento em que morava com meus pais. Saltei os degraus de dois em dois até alcançar minha janela por onde entrei.

Toc toc toc toc toc toc...

“Não, não, não, não” – Repeti inúmeras vezes para eu mesma negando que aquilo estava acontecendo enquanto me encolhia ainda em frente à janela de onde conseguia ouvir as batidas na porta. Reviver aquele momento horrível do meu passado toda vez que alguém batia na porta onde eu morava era tão ruim quanto conviver com aquilo.

Reuni forças para sair pela mesma janela que entrei e sem muito equilíbrio não consegui chegar até o fim das escadarias externas sem cair. Sem ferimentos graves, apenas alguns arranhões rumei o terreno que treinava as escondidas. Esbarrei em algumas pessoas enquanto corria, não era comum transitarem por ali, mas naquele dia aconteceu.

- Me desculpe – Não pude deixar de me desculpar com um senhor que derrubei as sacolas quando o derrubei passando com pressa.

Aquele senhor precisaria de ajuda para recolher suas coisas, e como eu quem havia derrubado, era um dever que eu deveria assumir. Depois de deixa-lo em casa com suas coisinhas, retomei meu caminho, o que tomou um pouco mais de tempo do que o esperado, não sabia que eu teria que leva-lo até tão longe na vila, quase no trabalho da mamãe.

Já no extremo norte da vila, ainda em seu interior, sentei para descansar. Ali era onde eu treinava quando meus pais saiam para trabalhar, no lugar encontrava-se um pequeno córrego abastecido através de ninjutsu e da própria natureza, e um largo canal que se divide e leva a água até muitas cisternas. Tomei um tempo para descansar antes do treinamento sentada em uma quina bem no canto do ambiente.

Descansada ergui minhas mãos, e tudo o que eu queria era que a água me banhasse, eu precisava me sentir viva, mas nada aconteceu. Não senti uma ponta de decepção, tão pouco alguma surpresa. Voltei meu foco onde só eu poderia acessar; meu interior. Encontrei em mim, meu pai e minha mãe, sorvete, então quando abri os olhos, entendi algumas limitações. Procurei me ocupar correndo na parede, o que exigia concentração, e funcionou. Mais tarde, retornei para casa antes de meus pais finalmente chegarem.

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Makyō Hyōshō
Rank: B
Descrição: A capacidade abominável e enorme, transmitida apenas dentro do Clã Yuki. É uma técnica envolvida em muitos mistérios. Dizia-se que nenhum método de existência pode derrotar esta técnica. Em um instante, vários espelhos de gelo são criadas em torno do inimigo, refletindo nada, mas Haku. O adversário está preso em uma cúpula de 21 espelhos flutuantes feitos de gelo. Doze permanecem ao nível do solo, oito flutuam acima dos 12 primeiro e inclinados em direção ao chão, e o espelho final é acima do resto e virado para o chão. Uma vez que Haku entrou nos espelhos, é possível para ele se mover entre os espelhos na velocidade da luz. É quase impossível de seguir ataques enviados a partir deste movimento incrível. Como todo espelho mostra seu reflexo, pode-se dizer que é impossível ver todos os ataques de Haku. Mesmo que o oponente tente atacar o corpo real, Haku já se muda para outro espelho. Sem olhos como o Sharingan, será impossível manter o controle dele.

Se o espelho em que Haku está é quebrado, ele pode saltar de um dos fragmentos e continuar seu ataque ou se mudar para outro espelho. A técnica requer uma grande quantidade de chakra para manter, o movimento de Haku torna-se progressivamente mais lento quanto mais tempo ele mantém os espelhos.

Haku também pode formar espelhos individuais, não restrito à formação de 21 espelhos. Ele pode criá-los no alto do céu que lhe permite tirar alvos aéreos. O frio que emana dos espelhos é também suficiente para provocar a queda de neve. Embora eles são feitos de gelo, os espelhos são resistentes a técnicas de Katon

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A vida vai te ensinar a ser forte antes de ser feliz
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Convidado
Convidado
Anonymous
Vilarejo Atual

Re: FilLyria - em Sex 1 Jun - 9:52

Como tem somente 1100 palavras somente posso aprovar um dos objetivos, ou o filler ou o treino da técnica, caso continue querendo os dois tera que complementar com o restante das palavras que faltam.
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Edição de Natal por Loola e Senko.