>
Naruto RPGAkatsukiNão é o único, mas simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
Sumário
Mapa
Staff
Discord
Facebook
Contos
Estação: Verão
Últimos assuntos

Note
Chūnin
Note
Vilarejo Atual

Fillers de um yamanaka sem rumo - em 8/4/2018, 15:23


HP: ❲ 200 • 200 ❳ CH: ❲ 200 • 200 ❳ ST: ❲ 00 • 02 ❳

Era mais um dia no vilarejo de iwagakure, o sol nascia dando um banho de luz em toda a região seca como a pedra. Amaimon estava tendo uma bela noite de sono, sua mente estava perturbada entre flashes de seu meio e do estado que sua mãe se encontrava o menino acordava com um grito –aaa- sua respiração estava ofegante, seu corpo estava suado, ainda inspirando e expirando pela boca Amaimon olhava pela janela de seu quarto e via o comum e calmante ambiente de iwa, pedras, montanhas e algumas casas feitas de um matérias parecido com as pedras em que pisava.

Ele moveria as pernas para fora da cama e ficaria sentado com as mãos apoiadas na borda próximas a cada coxa sua, não fique pensando nessas coisas, passaria a mão em seu cabelo e coçaria seus olhos para tirar aquela sensação pós acordar comum para todos que tiveram uma longa noite de sono. O que eu farei hoje... só a vida ira dizer, o menino bocejaria com sono levando um de suas mãos próximo a boca como um sinal de educação e se levantaria e tentaria andar a passos silenciosos até o banheiro para não acordar sua avó ou sua mãe que parecia estar dormindo, isso é tão incomum dela, tomará que ela durma bastante... ela merece.

Chegando no banheiro o jovem se despiria e se banharia com a água levemente mais quente que a temperatura ambiente. Com seu corpo parcialmente seco, Amaimon andava com uma toalha enrolada em sua cintura e voltava agora mais acordado, limpo e relaxado para seu quarto. Após se vestir com uma camiseta branca certamente mais larga que seu tamanho e uma bermuda preta o garoto seguia para sua cozinha fazer algo para se alimentar, as tabuas de madeira da sala estavam velhas e por conta deste motivo algumas delas rangiam quando alguém pisava nelas, assim que o ninja pisava na primeira delas que rangia o mesmo parava seu movimento e rangia seus dentes preocupado, será que eu acordei ela, ela tem o sono leve mas talvez não tenha acordado... espero que não. Amaimon finalmente chegava a cozinha pegando algumas coisas das estando e colocando na área próxima a pia que era comumente usada em sua casa para o preparo de alimentos, ne área foi colocado um pote com um pó marrom, um xicara, um filtro e dois utensilio para passar o café; ele colocava agua na chaleira e acendia o fogo para que a água chegasse quase ao ponto de fervura –um bom café não pode ser queimado, um bom café não tem sua água borbulhada- o menino citava uma frase que havia escutado de seu mestre tempos atrás, ele era realmente uma pessoa única, ele tinha esse pensamento enquanto colocava a agua no café que era coado, em um movimento circular a agua caia sobre o café. Com o café devidamente preparado o aroma que muitos amam do grão era espalhado pela cozinha, Amaimon parava por um momento e respirava profundamente com seu nariz para sentir com tudo que pudesse aquele cheiro único e cheio de memórias.

Ele pegava sua xicara preta com o interior branco, Amaimon pegaria o recipiente cheio de café recém preparado e colocaria na xicara, com ela em mãos o garoto seguiria até a parte externa de sua casa, se sentaria na parte não suja da do quintal e começaria a degustar de sua bela xicara de café, após dar o primeiro gole ele liberaria o ar quente de sua garganta de forma reconfortante, olharia para o céu... “tsc” faria um com a boca como se tivesse feito algo errado. É mesmo, hoje é o dia do reencontro... preciso achar aquilo então antes de ir.

Depois de meia hora apreciando aquele quintal, aquela bela manhã, Amaimon deixaria sua xicara ali mesmo e voltaria para dentro de sua casa, partiria rapidamente em direção ao seu quarto –onde é que eu deixei aquele meleca- falaria o menino para si mesmo enquanto olhava para seu grande armário que a muito tempo não era organizado ou até mesmo limpo, na realidade daquele armário todo o jovem só usava uma pequena parte que juntava menos poeira por conta do uso excessivo do local em que guardava suas roupas. Ele começava abrir todas as outras portas na procura de algo em especifico, uma caixa não muito grande de coloração amarela, sera que ainda ta com a cor amarela mesmo depois de todo aquele tempo, se questionaria o menino enquanto começava retirar todas as bugigangas do seus armário e espalha-las pelo seu quarto todo. Aquele cômodo em que estava uma vez era um local de certa forma limpa agora estava totalmente empoeirado, Amaimon daria um espirro e olharia para seu quarto e com uma leve face de nojo ele apenas soltava um som com a boca “eauu”

Amaimon continuava a tarefa árdua, seu corpo ainda estava muito energizado de café, depois de muito retirar coisas do armário ele via no fundo um objeto amarelo meio escondida em meio a algumas caixas, o jovem esticava sua mão para alcançar tal objeto. Com aquilo em mãos Amaimon procurava um lugar para sentar em sua cama em meio a toda aquela bagunça, passaria a mão carinhosamente sobre a caixa aveludada amarela e a abriria mostrando aquilo que possuía guardado em seu interior, um anel com uma pequena pedra citrino. O ninja pegava o anel cuidadosamente e colocaria em seu dedão da mão dominante, Amaimon olharia bem para o anel que lhe trazia boa lembranças do seu passado quando ainda fazia missões em equipe, mas como eram bons aqueles momentos em que eu não me preocupava com nada além de viver mais um dia sem atrapalhar ninguém ou até mesmo irritar. Mas o sensei nós ensinou bem e fez com que todas nossas visões mudassem... mudamos mesmo, o garoto juntaria as mãos e se curvaria levemente para frente com seu torso –obrigado sensei, obrigado por tudo que o senhor fez- depois disso ele trocaria de roupas para algumas que vestisse mais comumente e partiria para o local de sempre para ter o reencontro com seus antigos colegas de equipe.




Coisas:

Considerações:
>tudo tentativa
>bolsa de armas na área lombar
> 1021 palavras vide word

Equipamentos:
- 10 kunais  
-  7 shurikens  
-  12 tarjas explosivas
Kanchi:

Kanchi no Jutsu
Descrição: A técnica de detecção permite que o sensor tipo shinobi para detectar e rastrear alvos através de suas assinaturas de chakra. A gama de esta técnica varia entre os sensores.
Jutsus usados:

_______________________

-
Convidado
Convidado
Anonymous
Vilarejo Atual

Re: Fillers de um yamanaka sem rumo - em 8/4/2018, 15:47

@Ap
-
Note
Chūnin
Note
Vilarejo Atual

Re: Fillers de um yamanaka sem rumo - em 2/5/2018, 01:09


HP: ❲ 350 • 350 ❳ CH: ❲ 350 • 350 ❳ ST: ❲ 06 • 06 ❳


Amaimon estava deitado em sua cama dormindo de forma super aconchegante e segura, ele sonhava sobre as diversas situações que poderiam acontecer quando fosse no gabinete pedir por uma missão, era tantas situações na mente infantil do menino que até mesmo houve um caso em seu sonho onde a Tsuchikage era um homem velho por algum motivo, foi bem neste caso que o garoto acordava apenas abrindo seu olhos e ficando com seu corpo imóvel que não havia acordado. Alguns minutos havia se passado com o corpo do menino ainda imóvel, o quarto estava totalmente escuro, o jovem apenas via algumas coisas por conta da luz do luar, finalmente esse dia chegou, com tal pensamento ele bocejava forçando seu corpo a acordar, junto do bocejo ele jogava seus braços pesados para cima da sua cabeça e começaria quase que um ato de exorcismo para muitos, mas para Amaimon aquilo não passava do ato de se espreguiçar e acordar seu corpo. O jovem apoiaria sua mão na cama e se sentaria na sua borda fazendo seus pés tocarem o chão de madeira de seu quarto que estava a uma temperatura boa –hoje o dia precisa ser bom- o menino ao final de sua frase se levantaria da cama e pegaria uma toalha pendurada na sua porta, seguiria assim até o banheiro de sua casa que possuía a melhor banheira. Assim que dava o primeiro passo no piso frio do banheiro ele apenas pararia por um milissegundo sentindo aquela temperatura fria que subiria até sua batata da perna, mas ele se manteria forte fecharia a porta do banheiro a trancando em seguida e ligando a água quente que começaria a encher a banheira. O ninja se apoiaria na bancada onde se encontrava a pia cruzaria os braços e apenas ficaria a olhar para a agua que enchia tudo, ela estava quase na metade quando o garoto começou a se pegar pensando em seus antigos colegas de equipe, como a Hama e o Yru estão, eu realmente espero do fundo do meu coração que eles estejam bem e evoluindo bastante, estou louco para contar o quanto aprendi coisas novas. Os pensamento de Amaimon era tantos que a banheira quase transbordava, o jovem corria para a torneira para fecha-la, ele passaria o seu antebraço na testa numa forma de ter mais alivio da situação, ele olharia para o ralo aberto fora da banheira e simplesmente consentia consigo mesmo em ordem de simplesmente entrar na banheira, ele se despiria e deixaria suas roupas em um belo amontoado ao lado da pia, pelo menos não esta espalhada pelo chão, isso já é um grande avanço para mim, parabéns, se parabenizaria o jovem colocando primeiro a ponta de seu pé esquerdo, ele faria um som com sua boca contraindo seu pé levemente e depois o afundaria sem pestanejar, seguia sua perna, a outra e por fim parte de seu torso até ele conseguir ficar sentado na banheira com a agua que escorria para fora e chegava até um pouco acima de seus mamilos, ele apoiaria seus cotovelos nas bordas e soltaria um belo suspiro como se aquilo tudo fosse algo totalmente normal para ele –ai ai- falaria ele olhando para seu próprio corpo mergulhado naquela agua quente que soltava diversos vapores.  

O banho que havia acabado de tomar tinha sido fenomenal, com uma toalha enrolada em sua cintura e com seu corpo semi molhado ele concluiria, preciso tomar esse banho todas as manhãs da minha vida, agora entendo como a vovó esta sempre de bom humor, o menino caminharia silenciosamente para que ninguém soubesse que ele usou tal banheiro e seguiria para seu quarto, assim que ele trancava a porta de seu quarto ele se encostaria nela soltando um –ufa- seu crime havia sido perfeito, ninguém sequer notou aquilo que havia acontecido, o jovem depois de se recompor mentalmente com a alegria de ter feito tal ato e ninguém ter pego voltava a focar naquilo que era importante. O ninja seguia até seu armário ainda só com a toalha cobrindo sua genitália e pegava preta aveludada com o símbolo de seu clã carimbado em amarelo sobre ele, o jovem se sentaria na sua cama novamente e abriria a caixa pegando aquilo que havia dentro dela, que era uma foto, um anel de prata com uma gema amarela e uma pequena carta escrita pelo seu sensei. Amaimon pegava a carta com bastante carinho enquanto colocava o anel em seu dedinho da mão não dominante e voltaria a ler a carta, uma lagrima caia pelo seu olho que rapidamente era seca pela mão do jovem, foque na união acima de tudosabias palavras sensei- o garoto então pegava a foto e a deixava na sua escrivaninha de frente para a lateral de sua mesa, ele daria leves tossidas para tirar o pigarro da sua garganta e continuaria falando a ultima frase para si –vamos logo que eles já devem estar de esperando, como sempre- o menino soltaria um riso de suas próprias palavras enquanto pegava suas roupas de baixo, calça e camisa preta. Após estar totalmente trajado ele pegava sua badana e a colocaria na cintura como se fosse seu cinto para ajudar a segurar sua calça no lugar. Assim que se aproximava da porta de saída da sua casa ele diria –até mais, mamãe- diria em alto e bom som para que talvez sua mãe o ouvisse em algum lugar da casa.

Amaimon dava sua caminhada até o restaurante poderoso, mesmo conhecendo Hama e Yru o jovem se sentia nervoso em vê-los depois de tanto tempo, o garoto estava na esquina do restaurante quando ao longe ele via duas pessoas sentadas na mesa conversando, rindo e aproveitando a vida, ao primeiro momento o ninja não ligou mas rapidamente percebeu, nossa, como eles estão diferentes de antes, Amaimon se aproximaria acenando e gritando para que eles ouvissem bem - Ei, quanto tempo- o anel em seu dedo brilhava por conta do sol. Para o jovem aquilo acontecia em um momento oportuno, mas para os estranhos a sua volta nada estava fora do comum em ver uma criança gritando por ai.






Considerações:

> 1021 palavras vide word

>Aparencia Yru: https://vignette.wikia.nocookie.net/narutooriginals/images/9/95/ScreencapHashiraMakoto.jpg/revision/latest?cb=20151214182353

>Aparencia Hama: https://vignette.wikia.nocookie.net/narutooriginals/images/2/20/Shimada.jpg/revision/latest?cb=20131214093912



_______________________

-
Convidado
Convidado
Anonymous
Vilarejo Atual

Re: Fillers de um yamanaka sem rumo - em 2/5/2018, 17:07

@
-
Note
Chūnin
Note
Vilarejo Atual

Re: Fillers de um yamanaka sem rumo - em 10/6/2018, 15:18


HP: ❲ 400 • 400 ❳ CH: ❲ 500 • 500 ❳ ST: ❲ 06 • 06 ❳

Era mais uma noite badala de iwa quando Amaimon se arruma em seu quarto para sair de casa e passar um tempo com apenas sua presença, se curtir um pouco. Ele caminharia trocado de forma correta para aquilo que pretendia fazer até a porta da sua casa, ele seguraria a maçaneta e começaria sua caminhada até o restaurante poderoso. As pessoas andavam pelas ruas e o jovem calmo dava passada a passada até entrar no restaurante, ele procuraria por uma mesa para apenas para uma pessoa, ele estenderia o braço aguardando alguém vir lhe atender e logo começaria a falar –boa noite, gostaria de pedir uma tigela de ramen e tonkatsu, muito obrigado- o atendente se distanciaria enquanto gritaria da janela da cozinha “me vê uma tigela de ramen especial e tonkatsu”.  Alguns minutos se passaram, Amaimon cruzaria suas pernas, apoiaria seus cotovelos na mesa e aguardaria seu alimento chegar, o atendente logo vinha com a tigela e um prato com o tonkatsu, o loiro logo falaria –me vê uma garrafinha de sake por favor- beberei em sua memoria Noah, pensaria o jovem enquanto degustava de seu alimento quente e aconchegante. Com seu estomago cheio ele pegaria o sake e beberia um grande gole da garrafa, a queimação era quase inexistente hoje em dia, uma lembrança longínqua e feliz surgia na mente de Amaimon, foi quando ele bebeu pela primeira vez:  

“Amaimon continuaria voando mesmo com as falas de Noah, ele logo retrucaria –bem, não custava perguntar né haha - daria de ombros e continuaria olhando para o horizonte aproveitando aquela vista certamente única –tomara mesmo, que Mephisto por mais louco que fosse era uma pessoa de bom coração, eram tantas histórias que ele me contou – ele olharia para o chão distante que passava rápido, voltaria seus olhos para Noah que estava um pouco a sua frente –essa foi a primeira missão que fiz, sempre tive medo de faze-las pelo que aconteceu com ele, mas agora eu vejo o porquê de ele se arriscar tanto no passado para fazer tantas missões, obrigado por me acompanhar nessa missão, vou sempre lembrar disso. O loiro ficaria quieto por algum tempo apenas voando seguindo Noah –meu clã é baseado em jutsus mentais como invasão de mente entre outras coisas que deixarei você descobrir quando eu usar- ele rapidamente apontaria para seu parceira e diria em voz alta –em você hua hua, vamos comemorar sim Noah, o que faremos?- fushi tensei, verei mais sobre isso no futuro, por que o Mephisto procuraria algo como isso?.

Aparentávamos chegar em algum ponto no país da cachoeira, como agora eles estavam mais juntos que nunca da vila da pedra Amaimon não via muitos problemas em fazer uma pausa, já fazia muito tempo que estavam voando –sim, vamos descer e descansar um pouco- o jovem começaria a se aproximar do chão por fim colocando seus pés leves nele, ele não sentia nenhum peso extra ao cair, essa técnica não tem limites?, tal pensamento faria o menino questionar Noah de forma levemente energética pela comemoração estar próxima de seu começo –Noah, qual o nome dessa técnica que usa para voar?-  enquanto questionaria o ninja loiro notaria uma travessa de ramen –nossa, ai sim, quero esse ramen, manda um ae- assim que pegasse a tigela ele pegaria os palitos e falaria assim que desgrudassem os palitos entre si –itadakimasu- e atacaria a tigela ferozmente enquanto esperaria por uma resposta de seu colega. Com a tigela finalizada ele a colocaria do seu lado no chão com os washis em cima e se aproximaria de Noah, falaria em tom de desentendimento –o que tem nessa garrafa ai?- o seu amigo logo falaria entusiasmado “Ao sucesso da missão!”, logo beberia um grande gole da garrafa, Amaimon pegaria a garrafa assim que oferecida e a olharia por um momento, ele aproximaria o item ao seu nariz e daria uma longa inspirada para sentir o cheiro do liquido que ali estava contido –que isso, remédio?-  ele aguardaria algum tipo de explicação e falaria baixo –se é para comemorar eu vou tomar um gole- ele levaria a garrafa a sua boca e viraria dando um grande gole, seu olho até mesmo se fechava durante o ato por conto da queimação que cortava suas entranhas, ele voltaria tirando a garrafa da boca –que porra é essa, fogo liquido?- ele soltaria um pequeno espirro se sentaria no chão novamente e agora seu rosto parecia estar mais quente, sua mente mais leve, era uma sensação estranha, boa, mas estranha de fato, Amaimon ofereceria a garrafa ao seu amigo –sua crianxa fraquinha- ele se levantaria do chão meio tonto e com as mãos que se moviam para os lados lhe dando um maior equilíbrio em meio aquela loucura de sensação, ele levaria sua mão dominate ao peito caindo com o torso um pouco para trás e faca virada para o céu dizendo –tem que ser force, Noah vamos voar logo quero voaaaaar- ele tentaria andar para o chão tropeçando no próprio pé e logo se levantaria saltando sem parar –vamos Noah, vamos voar voar voar voar!- ele gritaria na ultima palavra. O efeito ainda não havia saído do corpo do jovem mas ele continuava seguindo Noah voando de um lado para o outro e gritando enquanto isso –uieeee, estou voandoooo.”


A garrafa de sake estava finalizada, Amaimon buscaria seu bolso com a ponta de seus dedos levemente dormentes e colocaria algumas notas em cima da mesa enquanto se levantaria, andaria meio torto para fora do restaurante pensando enquanto aproveitava a vista da lua naquele momento silencioso, já fazem 16 anos que você não esta mais entre nós, você se foi como meu irmão, um herói. A caminhada até sua casa o fez recobrar mais sua sobriedade falando ao fim da sua noite antes de chegar em casa –um dia eu ainda voarei com você novamente meu caro amigo- ele abriria a porta, tropeçando levemente mas não caindo por já estar acostumado, a mãe de Amaimon falaria  -ainda adulto e chega assim em casa- ela continuaria com um tom mais consolador -que seu tributo tenha sido bem feito meu filho- Amaimon apenas responderia rapidamente antes de dormir no chão de sua sala –foi sim mãe, 16 anos já.



Coisas:

Considerações:
>tudo tentativa e suposição
>Kagura Shingan desativado (10km)
>FILLER DE 1037 PALAVRAS
Equipamentos:

Bolsa de arma no lado dominante da coxa
- 10x kunais  
- 7x shurikens  
- 12x tarjas explosivas
Bolsa de armas no lado não dominante da coxa
- 4x Hikaridama
- 4x Hyōrōgan
- 4x Zōketsugan
Kanchi:

[/b]
Kagura Shingan (10Km)
Descrição: Focalizando e abrindo o olho da mente, Karin é capaz de localizar e rastrear o chakra de um indivíduo por uma vasta distância que excede dez quilômetros. Ao focar ainda mais seu chakra, ela pode estender esse alcance a distâncias muito maiores. Esta habilidade também lhe dá a capacidade de perceber as flutuações no chakra de uma pessoa quando uma pessoa está mentindo ou se alguém, incluindo ela mesma, está sob um genjutsu. Além disso, concentrando-se em um chakra em particular, ela pode perceber os movimentos de seu alvo e a área circundante com grande detalhe. Essas capacidades sensoriais abençoam Karin com habilidades que até superam dōjutsu com poderes comparáveis.

Jutsus usados:
Legenda:
Pensamentos
Falas
Ações

_______________________

-
Convidado
Convidado
Anonymous
Vilarejo Atual

Re: Fillers de um yamanaka sem rumo - em 10/6/2018, 15:25

@
-
Note
Chūnin
Note
Vilarejo Atual

Re: Fillers de um yamanaka sem rumo - em 20/6/2018, 00:02


HP: ❲ 475 • 475 ❳ CH: ❲ 600 • 600 ❳ ST: ❲ 06 • 06 ❳

Amaimon estaria em sua mais nova sala de assistente, era um lugar comum, não muito espaçoso fica de frente para a sala da atual kage. Possui uma mesa comum e cadeira com encosto e rodinhas, papéis espalhados e estantes nos cantos cheias de livros e papéis, no local é duas cadeiras para visitas além de um pequeno sofá que comporta duas pessoas atrás da mesa do assistente, acima do sofá se encontra uma janela redonda que dá visão para parte da vila além de ajudar na iluminação da sala. Ele se sentaria em sua mesa e apoiaria sua cabeça na mesa para descansar um pouco, ai meu senhor da pedra, como estou cansado, apenas vou tirar um cochilo e já voltarei ao trabalho, seus olhos se fecharia e em sua mente nada passava, nem uma preocupação sequer, apenas a escuridão e dela ele começaria a sonhar, por conta de seu grande cansaço Amaimon já sabia que esse sonho seria bem estranho.


"Kero acabava de ficar com o papel da missão em mãos, sua unha furava o topo central do papel, seus grandes olhos passavam pela folha lendo todas as palavras nela contida, nya, vou ajudar na palerta desse cara renomado, isso pode ser bom para mim de muitas maneiras... um palestrante de combate, nya, pensaria o gato que logo abriria sua boca com tudo que podia bocejando, ele ate mesmo colocaria parte de língua para fora e fazendo um arco com ela, ele colocaria sua patas dianteiras para frente no chão e alongaria seu corpo jogando sua bunda e cauda dupla para a direção do teto. Com papel enrolado ele colocaria em sua boca e partiria andando em uma forma mais bestial rumo fora da guilda

Agora no local da apresentação do palestrante, Kero olhava para seus arredores em busca da moça que havia feito o pedido da missão, há há, te encontrei, nada escapa dos meus olhos de gato, nya, o pequeno animal começaria a andar de forma mais humanoide, se aproximaria da moça que pediu a missão, ela falava com outras pessoas e não dava atenção nenhuma para Kero, o tempo foi passando e o animal com uma pitada de maldade colocava sua unha do “indicador” para fora e fazia um pequeno e rápido movimento de mão na batata da perna esquerda dela, apenas para ela sentir algo e olhar para o local. Assim era feito com o corte na perna da moça ela soltava um –aii- e logo olharia para trás olhando diretamente para os grandes olhos verdes do gato que fazia uma cara muito inocente com suas pupilas dilatadas ao máximo e diria –miau, fui o mago da guilda grimoire heart que pegou sua missão moça, o que precisa que eu faça- a moça apenas dizia com uma voz fofa –quero que fique no camarim do palestrante- Kero ronronava e seguia para seu afazer, primeiramente ele deveria encontrar o camarim.

Dentro do camarim Kero subia no soba e deita com os olhos fixos na porta, pois o camarim estava vazio, isso é estranho, o palestrante não devia estar aqui falando da vida e de como é mais inteligente que os outros a sua volta, nya, o gato começaria a lamber sua para e passar ela por suas orelhas, é melhor eu estar arrumado para ele não reclamar de mim. O tempo passava e nada, o mago conseguia ouvia passos e correria de um lado para o outro do corredor que dava fora do camarim, Kero rolava no sofá até mesmo tirou um cochilo rápido até que alguém batia na porta o tirando daquele sono de beleza, após a batida alguém falava –cinco minutos para começar a palestra. O gato se desesperava, o que eu vo faze meu senhor dos magos, me ajude... já sei, o gato correria por todos os cantos daquele camarim gigante pegando roupas e acessórios, no fim ele estava vestindo um jaleco branco que arrastava parte de sua traseira no chão e mangas claramente muito maiores que seus braços, um óculos de disfarce com um bigode e nariz falso, andando sobre duas patas ele andaria até o palco onde ficaria de frente para uma multidão que aplaudia intensamente a chegada do palestrante, um moça diferente daquele que fez o pedido de missão aparecia no palco com um microfone e logo começaria a falar assim que os aplausos parassem –boa noite a todos, hoje venho aqui apresentar um grande lutador conhecido por muitos de nome, hoje ele veio aqui para dar uma palestra sobre luta magica-  Kero disfarçado ia concordando aos poucos com aquilo que a moça dizia até que no final da frase ele olharia para ela com um tom de desespero, ai caramba, que porra de luta eu vo fala aqui.

Kero dava um pausa olhando para o chão e suando frio, ele pegaria o microfone da moça com certa força por estar estressado e então começaria a falar...


[...]

O gato estava tão nervoso que sequer se lembrava das palavras que havia proferido, ao final algumas pessoas aplaudiam, outras ficavam quietas e tinham até mesmo algumas que foram embora, mas ele havia conseguido se passar pelo palestrante. Ele desceria do palco e encontraria a moça da missão e logo começaria a gritar com ela agora que os convidados já haviam se retirado –sua charlatã, fica falando que um palestrante vem palestrar, mas aconteceu que apenas um bobo foi fazer a palestra, me de meu dinheiro se não todos vão saber da sua falcatrua, nya- a moça dava o dinheiro de malgrado, Kero se retirava puto da vida do local. "


Amaimon num salto se jogaria para trás da cadeira pegando seu sonho no susto assim se lembrando dele, ele respirava rapidamente pela boca com a sua mão no peito, com um pouco de suor na testa ele passaria seu antebraço livre no local com suor para tentar secar a área, ele daria algumas batidinha nas suas bochechas para aquele branco de defunto de sua face ficar mascarado e sairia da sala indo direto a sala da Tsuchikage, ele abriria a porta perguntando -deseja que eu faça alguma coisa, senhora?- por que diabos eu me chamava Kero e pior, por que eu era um gato?




Coisas:

Considerações:
>tudo tentativa e suposição
>Kagura Shingan desativado (10km)
>FILLER DE 1079 PALAVRAS
> 200 status por conta do mês do up
Equipamentos:

Bolsa de arma no lado dominante da coxa
- 10x kunais  
- 7x shurikens  
- 12x tarjas explosivas
Bolsa de armas no lado não dominante da coxa
- 4x Hikaridama
- 4x Hyōrōgan
- 4x Zōketsugan
Kanchi:

[/b]
Kagura Shingan (10Km)
Descrição: Focalizando e abrindo o olho da mente, Karin é capaz de localizar e rastrear o chakra de um indivíduo por uma vasta distância que excede dez quilômetros. Ao focar ainda mais seu chakra, ela pode estender esse alcance a distâncias muito maiores. Esta habilidade também lhe dá a capacidade de perceber as flutuações no chakra de uma pessoa quando uma pessoa está mentindo ou se alguém, incluindo ela mesma, está sob um genjutsu. Além disso, concentrando-se em um chakra em particular, ela pode perceber os movimentos de seu alvo e a área circundante com grande detalhe. Essas capacidades sensoriais abençoam Karin com habilidades que até superam dōjutsu com poderes comparáveis.

Jutsus usados:
Legenda:
Pensamentos
[b]Falas

Ações

_______________________

-
Convidado
Convidado
Anonymous
Vilarejo Atual

Re: Fillers de um yamanaka sem rumo - em 20/6/2018, 09:32

Ap
-
Note
Chūnin
Note
Vilarejo Atual

Re: Fillers de um yamanaka sem rumo - em 15/7/2018, 05:14


HP: ❲ 500 • 500 ❳ CH: ❲ 775 • 775 ❳ ST: ❲ 06 • 06 ❳

“Os Krewella, uma família de peso na sua região, o brasão e sua família é uma rosa que tem em grande abundância nos arredores de sua mansão. Tal flor possui a estranha capacidade de detectar demônios, das suas pétalas azuladas tomam uma coloração vermelha brilhante quando estão na presença de um demônio. Esse clã possui diversos membros todos com o foco na caça e dizimação de demônios de earthland, o líder dos Krewella é o Fry, ele é conhecido pelo seus grandes feitos na caça dos que nasceram no submundo, a esposa dele é uma grande cientista e estudiosa da raça maldita, além deles Flamie possui muitos outros familiares, de fato ela tem uma grande família.

Flamie foi a primeira criança que não foi treinada desde o nascimento para lutar contra demônios, por conta da atualidade que não se encontravam mais tantos seres impuros de acordo com os Krewella. Flamie teve uma infância comum e feliz como uma menina deveria ter, dentre os muitos brinquedos que a jovem brincava havia uma que era sua preferida, uma pistola dourada  que havia o brasão de sua família na armação, a menina corria pela gigantesca mansão brincando de policial, ele queria manter a segurança de sua casa e protegê-la dos demônios.


[...]


A adolescência de Flamie foi meio conturbada, pois mesmo sendo a primeira da familia a ter o privilegio de não viver apenas do treinamento para matar aquela raça que seu clã caçava, a jovem se forçava dentro do meio, sua intimidade com armas ficava ainda mais aparente quando ganhou de presente aos 15 anos de idade, uma arma igual a de quando brincava quando era criança, mas ela apenas continha espaço para duas balas, pois a primeira regra que aprendeu no começo de seu treinamento havia sido “se não acertar a primeira bala, não gasta a segunda nos outro, gaste em você.”

Aos 18 a cerimônia de entrada na família de Flamie ocorria, com apenas suas roupas de corpo e sua arma ela saia de casa com uma missão apenas, matar um demônio, então ele poderia retornar para casa, não só como uma criança, mas sim como uma mulher adulta e respeitada dentro de sua família. Flamie olhava para seu pai e mãe que se encontravam no hall da mansão e dizia - eu retornarei como uma mulher adulta- abria as grandes portas da mansão com toda sua força causando certamente um barulho alto e caminhava para fora contra o vento que entrava rapidamente para dentro da grande casa. Alguns passos fora das redondezas da mansão Krewella, Flamie olharia para trás e perceberia que a porta estava fechada, um nervosismo corria por seu corpo, mas após respirar profundamente como uma sniper deve se portar ele voltava a se conter sabendo o que pretendia fazer a princípio “preciso encontrar um lugar que me abrigue”.


Terminaria de ler o livro que se chamava, “O sangue que herdamos”, era um título ótimo e perfeito que Amaimon pretendia discutir, pois a maioria dos alunos da sua sala havia algo que tinham herdado de seus pais, uma habilidade, técnicas secretas e outras coisas como elementos fora do comum -bem crianças o que acharam da história que contei a vocês?- perguntaria o ninja professor para seus alunos enquanto encostaria sua lombar na parede para descansar um pouco suas pernas, fiquei muito tempo em pé, ai minhas fracas pernas.
Enquanto o garoto se perdia em suas reclamações mentais ele via que seus alunos cochichavam uns para os outros, Amaimon arquearia ambas sobrancelhas em surpresa por ver que finalmente havia tocado em um assunto que eles se sentiram puxados a participar, dentre muitos cochichos uma mão se erguia entre o falatório, o professor Amaimon soltaria apenas um som sem perceber com a boca “óh”, cruzaria os braços e diria deixando a cabeça cair um pouco para o lado em ordem de conseguir olhar diretamente para o aluno que erguia a mão, era o representante da sala que sempre ficava quieto, mas foi escolhido como representante -fale o que achou da obra- Amaimon estenderia a mão na direção do garoto dando a palavra a ele, assim que fazia tal movimento a sala se calava e com um movimento de cadeiras se arrastando levemente todos os olhos se voltavam para o menino que estava mais nervoso do que o usual.

O representante de pele mais escura, cabelos marrons crespos, suas franja era propositalmente grande para poder cobrir seus olhos, pois ele possuía o pensamento de que se ele não olhasse para as pessoas ele não sentiria vergonha, o jovem de forma mais nervosa puxava sua franja para baixo e falaria com sua garganta que soltava uma voz arranhada -é… eu vejo que esse livro mostra o peso do ninja estudante perante a família e a própria sociedade que já espera algo de você apenas pelo nome que carrega, não acredito que uma criança, nós- dizia o representante olhando para seus colegas de sala que o circulavam -é isso que essa obra me mostrou professor- assim que acabava de falar o jovem pulava para sua cadeira rapidamente sem sequer dar tempo para Amaimon falar, o professor Amaimon se desencostava da parede e dava alguns passos para as carteiras dos alunos, se aproximando mais deles, -o que vocês acham das palavras do seu representante de sala-  os cochichos voltavam e o garoto de madeixas loiras apenas identificar algumas palavras e linguagens corporais -okay, a maioria concorda com as palavras ditas por ele, mas há algo que sinto que ainda não passaram para terem assim uma visão tão romantizada do que é ser um ninja para vocês- ele daria alguns passos agora andando de um lado para o outro, sempre tentava manter sua voz calma -a pouco tempo atrás houve uma guerra do nosso vilarejo contra as fontes termais, você sabem algo sobre isso. Eu ainda era uma criança quando aquilo aconteceu, mas um ninja, minha idade, o que um sentia e passei pouco importava naquele momento, então quero que hoje vocês todos reflitam sobre o porquê de realmente querem ser ninjas nesse vilarejo, se não quiserem mais não se sintam com medo de sair, pois é melhor passar pela vergonha de sair do que ser um covarde quando o dever te chamar para servir sem medo- com o livro dourado fosco nos braços Amaimon se retirava da sala falando a todos -a aula acabou, até amanhã-  eu fui duro com eles, mas isso é algo necessário nesse momento.




Coisas:

Considerações:
>tudo tentativa e suposição
>Kagura Shingan desativado (10km)
>FILLER DE 1101 PALAVRAS
> 200 status por conta do mês do up
Equipamentos:

Bolsa de arma no lado dominante da coxa
- 10x kunais  
- 7x shurikens  
- 12x tarjas explosivas
Bolsa de armas no lado não dominante da coxa
- 4x Hikaridama
- 4x Hyōrōgan
- 4x Zōketsugan
Kanchi:

[/b]
Kagura Shingan (10Km)
Descrição: Focalizando e abrindo o olho da mente, Karin é capaz de localizar e rastrear o chakra de um indivíduo por uma vasta distância que excede dez quilômetros. Ao focar ainda mais seu chakra, ela pode estender esse alcance a distâncias muito maiores. Esta habilidade também lhe dá a capacidade de perceber as flutuações no chakra de uma pessoa quando uma pessoa está mentindo ou se alguém, incluindo ela mesma, está sob um genjutsu. Além disso, concentrando-se em um chakra em particular, ela pode perceber os movimentos de seu alvo e a área circundante com grande detalhe. Essas capacidades sensoriais abençoam Karin com habilidades que até superam dōjutsu com poderes comparáveis.

Jutsus usados:
Legenda:
Pensamentos
Falas
Ações

_______________________

-
Kaginimaru
Jōnin
Kaginimaru
Vilarejo Atual
Ícone : Inútil...

https://www.narutorpgakatsuki.net/t68952-ficha#514831

Re: Fillers de um yamanaka sem rumo - em 15/7/2018, 13:42

@+200 pontos em status

_______________________


"."
-
Conteúdo patrocinado
Vilarejo Atual

Re: Fillers de um yamanaka sem rumo -

-


Edição de Natal por Loola e Senko.