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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, mas simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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[MUDANÇA DE CLÃ] Verdades Ocultas, o Poder dos Olhos Carmesins - em 30/3/2018, 18:05



A verdadeira linhagem (?)

A rotina do garoto era a mesma, sempre no mesmo lugar com as mesmas manias: acordava, ajudava a vila com algumas leves tarefas, missões e voltava para casa para descansar. Um rotina, aparentemente, calma. Claro, se não for levado em consideração o nível de cada missão realizada pelo nosso jovem protagonista, mas ele estaria se arriscando demais agora? Passando o posto de kage, com uma "calma" considerável no mundo, seria mesmo a era de dar tudo de si em coisas que seriam facilmente resolvidas com tranquilidade e paciência? Essas perguntas não lhe cabiam no momento, afinal, como um ninja ele sempre dava o máximo de si em qualquer tarefa. Peso que caia muito mais pelo fato de ser o ex líder de sua aldeia.

Em uma certa manhã rotineira, ele acordou e saiu para realizar uma de suas missões. No entanto, aquela missão se tornaria um verdadeiro quebra cabeça na vida do rapaz. O motivo? Será descoberto mais para frente. Alguns dias seriam necessários para o cumprimento de tal missão, estabelecida como rank-A apenas, teoricamente fácil para as proezas do jovem prodígio. Arrumando seus equipamentos para sair em sua pequena aventura, ele parou e deu uma bela olhada para o céu por sua janela, o ar estava diferente do comum de Kumo, um pouco mais carregado e sem grandes ondas de ventos refrescantes. Aquilo seria algum sinal do destino? — Justo hoje? — murmurou o garoto para si, frustado com a falta de vento para refrescar sua viagem. — Já está na hora, acho melhor eu ir andando — disse como ultimas palavras e se retirou daquela casa simples das primeiras linhas.

Caminhando pelas ruas de sua vila a caminho do portão, ele percebia a alegria de todos ao seu redor, pessoas falavam com ele com um grande sorriso. Ele parecia o rosto daquela aldeia, já que foi o líder por tanto tempo, e em meio a tudo aquilo um família o observava com um sorriso no rosto e acenando para ele desejando-lhe uma boa viagem e aventura, imagem que o marcou por nunca ter possuído aquilo em sua vida. O garoto não conheceu os pais, mortos enquanto era muito novo, e seu irmão mais velho que o criou havia desaparecido. Mas que sentimento era aquele? Raiva? Inveja? Ódio? Ele não sabia ao certo, simplesmente o sentida, sentimento aquele que ele nunca sentiu em sua vida, por isso não o compreendia. Com aquela imagem na cabeça ele continuou seu caminho, onde logo a frente conseguiu perceber em meio a multidão que o aclamava um senhor, mas um senhor diferente, encapuzado e o encarando fixamente. Um homem passa em sua frente, e quando o jovem vai voltar o olhar para o velho, ele desaparece. — O que foi, garoto? Está com medo de fantasmas? — brincava a fera em seu interior dando um enorme risada. Aquela era a impressão realmente, que ele conhecia aquele senhor de algum lugar.

Relevando aquela situação estranha, ele chegou ao portão, e agora sua verdadeira aventura começaria. Partindo em velocidade do portão ele rumou até um vilarejo próximo a Kumo, local onde ele nunca havia ido por toda a sua vida ou será que já tinha? Ao que tudo indicava não, mas ele não conhecia plenamente todo seu passado até então. Um outra sensação estranha veio a passar por sua pele, a sensação de estar sendo sempre vigiado por alguém, mas seu kanchi não detectava nenhum espécie de chakra nas proximidades e Kurama estava muito calma e silenciosa, então não deveria ser nada só sua imaginação. Alguns dias de viagem e ele chegou a um enorme cratera, local onde jazia o seu destino, o vilarejo. Vinha a parte mais chata de tudo: obter informações. Ele começou a caminhar pelo vilarejo, mas não encontrava ninguém em nenhum lugar. — Onde está todo mundo nessa cidade? — ficava se perguntando. — Alguém... olá? — gritava pelas ruas, até localizar uma taverna que tinha algumas luzes saindo da mesma. Como já estava tarde, parar para comer algo era algo sensato a se fazer, então adentrou o local. Assim que adentrou o estabelecimento todos, exatamente todos, se viraram para o garoto e começaram a olhar para o mesmo. O vilarejo ficava entre as fronteiras do país do relâmpago, logo era amiga de Kumo, mas por que estariam olhando para o garoto? Será que sabiam que ele era o ex-Kage? Se não fosse, era isso que o garoto pensava que aconteceu e acenou para todos e caminhou até sua mesa sentando na cadeira. Fez o seu pedido e aguardou pacientemente sua refeição chegar, uma bela feijoada para aquece-lo naquela noite fria. Gradativamente as pessoas foram terminando o que tinham que fazer e saindo do local, enquanto o nosso protagonista ainda estava comendo sua comida. Foi então que uma criança que estava com os pais comendo, se largou do pai e foi até a mesa do ninja, e eufórico disse algumas palavras sem sentido para ele. — É você? É você? Só pode ser você. A criança... — antes de terminar seu pai chegou e tampou a boca de seu filho, se desculpando e saindo com ele.

Do lado de fora o pai dava um esporro em seu filho, sem o viajante ver ou saber de nada. — Por que você fez isso? Você sabe... é proibido, e não é ele. Aquela criança não é o filho de Itachi... — fez uma pausa brusca e olhou para o chão. — Não pode ser ele... ele está morto — terminou e pegou seu filho pelo braço, que triste murmurava palavras. — Mas pai... pode ser ele — foram as leves palavras de alguém sofrendo. A criança olhou para trás enquanto era carregado por seu pai, a esperança de que ele fosse a criança era grande. Enquanto isso do lado de dentro, o rapaz terminava sua refeição, pagava e se retirava, mas não conseguiu ver ou escutar nada que havia acontecido ali.

No dia seguinte, o garoto voltou a caminhar pela cidade e presenciou uma situação complicada no centro daquele pequeno vilarejo. Um homem estava batendo, quase matando, o pai daquele menino da taverna da noite anterior. Aquela situação e imagem mexeram com o garoto, que partiu em direção do circulo criado pela plateia e por capangas do homem que estava batendo. Um soco, apenas mais um soco e seria o fim, o homem armou e disparou. Mas quando seu punho ia chegar ao seu destino, o rosto o pai, foi interrompido. Com a mão direita o garoto segurou o o braço do homem pelo punho, impedindo de acertar o homem fragilizado. — O que acha que está fazendo? — disse enquanto levantava a cabeça e começava a olhar fixamente para o agressor. Seus olhos azuis, por um mero instante, se tornaram vermelhos com três virgulas, mas apenas por um instante, algo imperceptível. Seria aquilo uma técnica? Um novo poder? Ele nem sabia o que tinha acontecido. — Não deixarei que acerte, nem fira mais esse homem — em meio a essas palavras um ódio imenso veio a beirar todas as extremidades do seu corpo, o que seria isso? O agressor saltou para trás, surpreso com a velocidade com que o garoto apareceu em sua frente e segurou sua mão, tamanha velocidade que ele nem conseguiu notar sua chegada. Será que ele lutaria contra o garoto prodígio?

Mesmo surpreso, ele não poderia deixar aquela ação passar, afinal, ele parecia ser o causador do caos na cidade. A luta então teria inicio. Sem muito trabalho, o jovem amassou os agressores, os fazendo pedir perdão por todos os atos que eles estavam causando naquele vilarejo e os expulsando. Eis que do nada, um vento aparece, do meio do pequeno furacão uma sombra de alguém, mas quem poderia estar no meio de um furacão? O vento se esvai e ali estava o homem, homem não, o senhor. Senhor que observava Yato desde quando ele saiu de Kumo, o velho encapuzado. Aquilo não poderia ser uma coincidência, mas não mesmo, ele teria algo para o nosso protagonista, e em meio a curtos passos ele se aproximou do jovem e começou com algumas palavras confusas. — Parece que você finalmente retornou, não é? — disse calmamente o encarando. — Você deve estar confuso agora, não sabe nem ao menos quem é de verdade, Yato-kun. Seus traumas do passado bloquearam suas memórias verdadeiras e seu poder oculto, substituindo por outras memórias e sua verdadeira linhagem sanguínea. Você era novo quando seus pais morreram, por isso não possui conhecimento a respeito dos seus antepassados, mas o seu poder foi visto nessa luta, você é filho de Uchiha Itachi. Mesmo que por um mero instante você mostrou a coloração vermelha dos seus poderes oculares, você não deve conseguir domina-los agora, mas tenho certeza que um dia irá — nesse momento os olhos do velho ficaram com uma coloração diferente e com virgulas em seu interior, aquela era a marca de sua linhagem, o Sharingan. Ele conhecia a respeito daquele doujutsu poderoso, e tinha certeza que não era parte de sua linhagem. Até que o velho o mostrou seu passado. Ele nasceu ali, naquele pequeno vilarejo, o mostrou seus pais e seu irmão, e no meio do flashback o símbolo Uchiha era visto inúmeras vezes. Em sua casa, pelo vilarejo, em toda parte até mesmo na taverna onde jantou na noite anterior. A segunda parte do flashback eram as torturas que os Uchihas passaram no passado, isso explicava totalmente tudo que o garoto vinha sentindo atualmente. Aquele ódio era seus poderes sendo despertados, suas memórias voltando gradativamente, seu corpo reagindo. Um grande choque veio em sua mente, uma dor de cabeça intensa, o mundo tinha vindo abaixo com aquela notícia. Ele iria demorar um pouco para a ficha cair em relação a isso tudo, mas uma coisa estava certa, ele mais do que nunca queria encontrar seu irmão para obter respostas.

Um Uchiha? Todo aquele poder que ele estava sentindo por um bom tempo, seria essa a resposta para todas as suas perguntas? Ele teria que descobrir por conta própria, mas um coisa ele tinha certeza agora. Sua cabeça não estava mais igual, fortes dores de cabeça estavam presentes agora, além das suas memórias mais dolorosas, até mesmo a imagem da morte de seus pais agora estava em sua mente, mas pelo menos agora ele sabia de quem era filho e o rosto de seus pais agora era conhecido por ele. E ah, não podemos deixar de notar seus "novos" poderes, já que ele se sentia mais forte do que nunca agora.



Considerações e afins.:
Notas: Filler para troca de clã. Uzumaki --> Uchiha. Usei o nome do meu novo personagem, cujo a ficha eu já irei mandar.
1737 palavras de 1500 necessárias.

Kanchi inativo.
Tudo tentativa, estou parado.
Tudo feito com máximo timing possível, em sequencia e sem pausas.
Qualquer erro ou dúvida, chama no wpp e tudo mais.
Se errei em algo, foi mal, estou meio cansado e sem tempo.

Eu falando; Kurama falando; Pensamento com Fala para Kurama; Narrativa; Pensamento.

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Convidado
Anonymous
Vilarejo Atual

Re: [MUDANÇA DE CLÃ] Verdades Ocultas, o Poder dos Olhos Carmesins - em 1/4/2018, 14:04

Ta
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Edição de Natal por Loola e Senko.