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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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[Filler - Troca de Clã] o sangue despertado, Kiwi - Dom 04 Fev 2018, 19:54

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Puberdade


A vida é algo que não se tem certezas um dia você pode ter certeza de quem você é e o que você busca e em um simples momento, um sopro do destino, uma girada errada na roda da fortuna e tudo pode mudar. Era uma manhã de outono no vilarejo de iwa, a umidade do ar estava mais seca que o comum que todos os ninjas da pedra já estariam acostumados a viver, Kiwi bebia de sua água bem gelada para matar aquela sua sede infinita ele falaria apaenas para si naquela casa vazia:

- Ahh, que casa vazia é essa? Que agonia desse silencio desgraçado – ele balançava o punho para o alto enquanto proferia palavras que adultos teriam que tapar os ouvidos de suas crianças caso desejassem mantê-las puras – eu vou é trabalhar um pouco para ver se esse tempo chato passa longo, aproveito e já faço um dinheirinho para eu comprar aquilo que eu tanto quero... a garrafa de edição limitada do herói de iwa.

Ele saia da cozinha esquecendo completamente o que queria fazer em tal cômodo, agora em seu quarto ele pegava seu jaleco que havia ganho a pouco tempo, ainda estava totalmente branco sólido e sem amassado algum. que tipo de acasos eu terei hoje, me surpreenda vida, me surpreenda!

Kiwi seguia até a porta de sua casa, dava um grande suspiro e a abria sentindo o sol que passava pela porta batendo diretamente nos olhos do menino que rapidamente se fechavam, ele colocava seu braço na frente para se proteger dos raios solares, que sol é esse, bem nos meus olhos... que ódio.

Ele saia de casa e caminhava até o hospital, ele sentia aquele cheiro comum de sempre ele caminhava com seu jaleco já vestido e cumprimentava as enfermeiras e pessoas que cumprimentavam, ele se aproximava do balcão e via a moça de sempre e perguntava com um certo tom de felicidade em suas palavras:

- Bom dia Mellissa terceira jr. Alcântara Reis, bom dia linda moça das informações!

A moça respondia:

-Bom dia...- a moça olhava de forma fria da ponta dos pés de Kiwi até sua cabeça e voltava para seus olhos continuando a falar –você está designado na área de trauma hoje, boa sorte porque você sabe muito bem quem toma conta daquela área... humpf.

Kiwi dava uma leve risada enquanto batia rapidinho na mesa feliz da vida que estava no trauma, ele dava passadas mais largas e rápidas, quase que como se estivesse correndo devagar, seus braços subiam e desciam mais rápidos, era claro um andar de médico no hospital de iwa. Ele sequer precisava seguir as placas guias do hospital, ele conhecia o lugar como a palma de sua mão.

Ao chegar na ala de seu plantão Kiwi pegava a planilha do plantonista e via se já havia algum paciente ali no trauma, de nada havia nas pranchetas e Kiwi so tinha que esperar. Algumas horas se passaram com o jovem apenas fazendo rondas pelos pacientes ali estáveis, uma emergência acontecia um incêndio aconteceu não muito longe do hospital, todos médicos livres estavam sendo chamados para a ala de emergências, Kiwi corria em disparada para a ala querendo alguém para tratar seus ferimentos.

O menino colocava suas luvas de látex e pegava a primeira maca que vinha, a pessoa que trouxe o enfermo falava os sintomas e problemas:

-Homem atualmente desconhecido, com queimaduras de até terceiro grau espalhadas pelo corpo, perda parcial do pé esquerdo e cortes estranhos e cauterizados por causa do fogo nas costas

Kiwi agradecia a pessoa e pedia encarecidamente que ela se retirasse para que ele pudesse fazer seu trabalho na melhor performance. Com um pequeno espaço de um metro e trinta centímetros de largura e dois metros e dois centímetros de altura, havia uma pequena cortina que rodeava a maca para dar certa privacidade ao enfermo, Kiwi começava passando uma pomada pelas áreas mais queimadas, a pomada era pastosa e tinha características refrescantes além de fazer com que a área fique anestesiada.

-Calma senhor, eu sei que é difícil, mas com calma tudo fica mais fácil e flui naturalmente.

A respiração do homem aumentava e ficava mais barulhenta ao ouvir a frase de Kiwi, ele havia cometido uma falha, havia deixado o paciente mais nervoso e estressado, num ataque de loucura o paciente pegava algo pontiagudo que tinha guardado em suas roupas queimadas e acompanhado de um grito ele tentava perfurar o bíceps direito de Kiwi, o jovem sequer ligava apenas precisaria fazer com que aquela parte de seu corpo se liquefizesse, fácil. Mas algo estranho acontecia, ele não conseguia fazer aquela parte de seu corpo virar agua tendo agora como consequência seu bíceps perfurado, o sangue logo escorria e começava a gotejar no chão caindo algumas vezes em cima de seu próprio sapato, Kiwi gritava:

-ENFERMEIRA, traga gaze e um kit de sutura linha zero três.

Sem muito demorar uma enfermeira aparecia puxando a cortina que rodeava a maca e olhava para tal cena do homem descontrolado, mas com Kiwi focado em tratar do corte que ele tinha na garganta, que se dane, vou anestesia-lo da forma antiga como vi nos filmes. Kiwi fechava seu punho concentrando toda sua força de dava um soco muito bem dado na bochecha do homem que ao receber tal golpe desmaiava na maca, Kiwi olhava para moça suando e dizia:

- venha, suture meu braço e coloque uma gaze, assim que terminar aqui irei ver se tenho algum problema maior com esse corte

A enfermeira apenas consentia e sem pestanejar como uma pessoa já experiente começar a fazer seu trabalho auxiliando o medico de uma forma diferente. Depois de fazer o tratemento inicial no enfermo Kiwi seguia para a líder dos médicos passar o relatório, pois além do problema não ser o usual o menino ainda estava em sua residência com a Dra. Zoldyck o coordenando. Sentado na cadeira e com uma gaze enrolada em seu bíceps Kiwi esperava pela moça que certamente era atarefada, ela chegava sem mostrar nenhum sinal de preocupação ou algo do tipo e dizia:

-Você tem cinco minutos para explicar o acontecido.

Kiwi já nem se surpreendia sobre como sua tutora iria lidar ou falar nessa situação, o menino apenas se ajeitava na cadeira apoiando ambos cotovelos nos braços da cadeira e começaria a falar:

-Bom, tudo começou quando cheguei hoje cedo descobri que havia sido designado para fazer rondas na ala de tratamento, sua área por sinal e os pacientes estão ótimos- Kiwi fazia o sinal de positivo com ambas mãos em direção a sua tutora e continuaria –como tinha feito minha ronda mais rápido, pois os pacientes não estavam tão doentes ou precisando de algo respondi ao chamado do próprio hospital para que todos médicos livres fossem a ala de emergência e assim eu fui. Recebi o primeiro paciente e fui para minha área designada para fazer o tratamento inicial nele, o enfermo que por sinal ainda é desconhecido tinha queimaduras de até terceiro grau espalhadas pelo corpo, perda parcial do pé esquerdo e cortes estranhos e cauterizados por causa do fogo nas costas- Kiwi fazia movimentos com suas mãos como se estivesse realmente tratando alguém bem ali na sal frente –[/b]eu comecei passando a pomada anestésica para queimaduras nas áreas mais afetas para aliviar a dor do homem e logo em seguida foquei no corte que ele tinha entre a garganta e seu pescoço. Depois de eu falar algumas palavras para tranquilizar o homem que estava claramente nervoso tendo em vista a respiração dele, seu olhar e o coração que batia muito acima do comum até mesmo para aquela situação mostravam, foi ai que ele ficou louco e me atacou com algo estranho que nem sei o que é e onde está. Mesmo com a ferida eu me foquei no paciente, seguindo as cláusulas médicas criadas por Tsunade.[/b]

Bons quatro minutos se passarem com o menino falando ininterrompidamente, a doutora zoldyck apenas suspirava por já saber o erro do menino e que no fundo ele já sabia também. A moça se levantava e dizia rapidamente para não perder tempo:

-Apenas vá para casa e volte amanhã, sem se atrasar e me fazer perder tempo.

Kiwi apenas levantava triste por não poder tratar mais pacientes e seguia para casa retirando se jaleco agora perfurado e o carregando no braço. Ele andava devagar, seu modo médico havia sido desligado do cansaço, ele ficou assim até se aproximar de sua casa quando lembrou de uma coisa EU PRECISO FALAR COM VLAD SOBRE O QUE ACONTECEU MAIS CEDO, pensava o menino que agora começava a correr para casa desesperado por notar que não estava conseguindo usar a habilidade de seu clã.

Kiwi corria para o subsolo de sua casa e entrava no laboratório de Vlad, seu irmão mais velho que é um cientista especializado em pesquisas de agua.

-Irmão,...- assim ele começava contando todos os acontecimentos de seu dia, desde quando acordou até esse exato momento, ao final ele tirava os olhos de seus equipamentos de laboratório e dizia:

- Kiwi continue sentado, preciso contar algo para você, nossa família não possui apenas genes do clã Hozuki, ele possui genes do clã Hyuuga também. Nosso pai me contou no passado sobre isso quando estava dano inicio a minha vida no laboratório, por conta disso eu sempre pego um fio de cabelo de você e de sua irmã para analisar, o seu no caso sempre apontou para o clã Hozuki desde seu nascimento- Vlad se distanciava de Kiwi e pensava em voz alta –mas eu sempre via genes do clã Hyuuga em seu sangue, mas eles estavam adormecidos.

Vlad começava a andar por seu laboratório a procura de algo que Kiwi não fazia ideia do que era. Poucos minutos depois ele dizia em voz alta quase como um grito:

-ACHEI.

Vlad se aproximava com uma seringa e um sorriso sádico de cientista pronto para fazer um experimento, ele injetava o liquido branco dentro da corrente sanguínea de Kiwi. O menino não sentia nada no começo, mas depois de um tempo ele sentia uma queimação na região da picada, mas ele se movia era um queimação flutuante que passava por todo seu corpo até que paravam na regiam de seus olhos, o jovem os fechava logo em seguida de dor, ele os coçava em desepero e dizia a seu irmão:

-se eu ficar cego é bom você trazer minha visão logo em seguida, caso contrario eu nunca mais confio em você! – Kiwi olhava para cima e gritava de dor - AHH- as veias ao redor de seus olhos pulavam tanto que ficavam saltadas para fora da pele, era algo incomum para o menino. Sua visão estava totalmente embaçada, a queimação ainda era constante porem ela estava começando a diminuir.

O olhos do menino se enchiam de agua que escorria por sua face:

-Vlad... eu estou vendo tudo... eu vejo tudo agora...






Hp: 250 | Ck: 475

Obs:explicando a mudança do clã Hozuki para o clã Hyuuga. 1819 palavras no word


Pensamentos
Falas



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Re: [Filler - Troca de Clã] o sangue despertado, Kiwi - Dom 04 Fev 2018, 22:03

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.