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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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[filler] troca de clã - Sex 2 Fev - 9:30

A alegria é uma arma perigosa, kitsune sempre achou isso. Desde criança ele se manteve distante das observações otimistas da maioria de seus colegas da academia, que diziam: "vou me tornar Kazekage" — numa frase obviamente genérica que qualquer idiota costuma proferir no mundo ninja.
Não obstante sempre se achou como um coadjuvante de um mundo com protagonistas demais, por isso seu pensamento desde a formação na academia foi de subir nos níveis ninjas até alcançar, quem sabe, Jonin e então poderia sustentar não só a ele como também seu pai.
Outra faceta da formação de seu caráter, seu Pai, era o homem falido, com inegáveis qualidades como pai, entretanto algumas distorções de comportamento que afetaram diretamente o jovem kitsune. Seu comportamento vacilante como esposo, levou depois da morte de sua filha Hana, na separação de sua esposa, que, paulatinamente, fugiu para outra aldeia com seu melhor amigo. Isso foi um golpe direto no ego do pai e desde então kitsune só tinha essa figura para se espalhar na formação de seu caráter: um homem falido e oscilante.
Kitsune acordou de manhã pensando em seu pai, nos seus cabelos prateados, seus olhos azuis, seu sorriso tenro, seu abraço quente e em suas conversas matinais: "Vamos kitsune, a academia é um lugar ótimo, você vai adorar!" — de todas as pessoas que conhecia, excetuando-se a mãe — seu era a única que kitsune mantinha uma conversa saudável sem apresentar nervosismo de sua parte. A felicidade como o pai conduzia o diálogo entre os dois o fazia sentir mais aconchegado do que o melhor quarto com suite do mundo ninja.
Depois de sua morte, acabou, tudo se tornou sem graça e esse foi o ponto máximo para torná-lo um ninja mau humorado que já não via graça nas belezas do mundo. Constantemente sonhava com os abraços de seu pai e, para evitar isso, costumava levantar imediatamente para um treinamento ou coisa do tipo.
Como dito, kitsune acordou pensando em seu pai e, como de costume, foi direto para o campo de treinamento. No caminho para o lugar, em sua corrida desesperada para afagar os pensamentos negativos, kitsune chorava, tentando extrair de sua alma todo o sentimento negativo que levou a perda de seu pai.
Essas corridas que ele fazia, seja ao campo de treinamento ou não, lhe faziam perceber constantemente a vila como um problema, a vida ninja como o defeito mor de todo o universo e, em contradição com sua própria profissão, um erro tão grave que deveria ser extinto. Ninguém deveria perecer no campo de batalha, como seu pai, ninguém deveria ser órfão de guerra, como era a maioria de seus amigos de academia, ninguém deveria sacrificar a vida por ideologias que não fazem sentido num mundo que a própria natureza caótica definiu como deveria ser — um mundo estático definido não pela vontade das massas, mais a de líderes militares sem qualquer compaixão pela vida humana.
Claro, esses eram pensamentos de um gennin, que nem de longe havia visto os sacríficos que a vida de um ninja exigia. No fundo ele continuava pensando que o mal, era de fato uma natureza de ação e reação e por isso se os ninjas desistissem da luta, das guerras e das conquistas militares — e de certa forma do uso do próprio chakra — o mundo se tornaria bem melhor.
Chegou ao campo de treinamento, os olhos avermelhados pelas lágrimas que relutantemente pararam de escorrer.
Sentado ali refletia sobre outras coisas do mundo ninja, sobre o fato de, apesar de conhecer bastante sobre o Kazekage, assim como todo ninja da areia, não sabia se ele era mais ou forte, se era mais nobre, se pensava nos ninjas como seres dotados de parentes e amigos em relação aos ninjas de outras vilas. Nutria nesse pensamento certo respeito pelo seu líder, obviamente, e não obstante, sempre pensava no Kazekage como o ninja mais forte sobre a terra e sentado ali, da maneira como estava, se imaginava como uma poeira no meio de um universo com mais líderes do que deveria haver.
Sentado ali ele imaginava as estratégias de combate que havia aprendido com um ancião em sua última missão. Em como as estratégias eram elaboradas rapidamente na cabeça daquele que não tem só a força física para mover as peças, como também dispõe da inteligencia para fazer a melhor jogada. Nesse ponto ele pensava, que peça era ele no tabuleiro ? E a de seu pai e sua mãe que nem ninjas eram ?
Na escala social ele imaginava, talvez os ninjas não fossem os verdadeiros peões, mas, ainda assim, isso inseria nobreza na atividade ninja? Talvez não, arriscar a vida por uma missão que provavelmente não vai mudar em nada na vida dos civis e, se mudar, estes nem perceberam e sequer lembraram da existência dos shinobis mais fracos que pereceram em combate.

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"Você não tem que me perdoar. Não importa o que aconteça com você de agora em diante, eu sempre vou te amar."
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Re: [filler] troca de clã - Sex 2 Fev - 10:32

continuando...

Concentrado nesses pensamentos, e ainda vislumbrando em suas reminiscências das jogadas de golpes que o ancião havia mostrado, ele só conseguia engolir que, diferente das artes marciais, os objetivos da vida real eram mais sangrentos, estratégicos em essência, mais puramente febril no sentido de estar vacilante para o lado daquele que é mais forte, que impõe força desfaçado de nobreza.
Analisando tudo isso, ainda assim ele não poderia jugar a vida ninja como uma perdição total, imaginar o cheiro floral de seu pai, seu comportamento doce, seu sorriso aconchegante e seu jeito de falar que o envolvia num universo que agora desconhecido, era impossível que ele quisesse se tornar ninja apenas para se afirmar como uma força nesse universo, ou que ele fosse um peão sem qualquer tipo de inteligência sendo capaz apenas de agir de acordo com ordens dadas, sacrificando seu físico e espírito em nome de uma missão que não era de maior importância que a própria vida.
O sol chegava cama uma amiga natural, mesmo para seu mau humor, detestava ainda mais o clima de luto das manhãs prematuras. Uma ninja da academia de seus dez anos treinava alguma coisa próximo aos arbustos, era uma garotinha, cabelos escuros e olhar determinado.
Mesmo que em tese os dois não tivessem um discrepância em seus níveis, kitsune percebia em sua jornada até então como ninja, e na sua experiência depois da morte de seu pai, que essa garotinha estava lutando por titulo que no final, provavelmente, tiraria sua vida. Iria retirar do mundo uma filha, se o mesmo mundo não já tivesse retirado seus pais, uma irmã, se seu irmão já não tivesse experimentado o sabor do sangue e da morte, e uma amiga, simpática, mais que em batalha se comportaria como uma peça e por fim morreria.
Esse pensamentos me deixavam perdido, será que realmente valia a pena torna-se um ninja? Sacrificar a própria vida por sua vila? Tais pensamentos me fizeram retornar a minha casa, lá era o único local em que eu me sentia bem, pois me lembrava de meu pai. Inúmeros Passos ágeis depois, meu corpo se espreme pela porta e adentro o local que era causa da minha desgraça, porém também um dia ja foi a causa de minha alegria.
Estando naquele local era impossível não vislumbrar a cama ali no canto, o leito de morte do meu pai. Aproximando-me dela me ajoelhei no chão, minhas lágrimas escorriam pelo meu rosto e por fim cair de brucos sobre o chão de madeira. De repente meus olhos cheios de lágrimas percebem uma coisa debaixo da cama, um caixa de madeira aparentemente antiga.
Imediatamente minhas mãos a pegam e entre meus braços a abrem. Minha reação era de surpresa e espanto, afinal não poderia ser diferente era a letra de meu pai escrita em uma carta. Imediatamente eu peguei aquele pedaço de papel entre meus dedos e me pus a ler.
As palavras estavam escritas perfeitamente, mas mesmo assim eu não poderia acreditar no que estava escrito. Aquela carta falava sobre minha origem, desde cedo eu ja sabia que era adotado porém naquele momento eu descobrir minha verdadeira origem. Yuki, era esse o nome de meu clã, escrito pelas próprias mãos de meu pai pouco antes de morrer e deixado para mim para que eu soubesse de minha verdadeira origem. Eu não podia acreditar, após tantos anos de dúvida tudo acabou naquele momento. Eu não era apenas um simples órfão renegado, agora eu tinha o sobrenome de um clã para compor meu próprio nome. Agora, yuki kitsune.
Não era de costume, mais naquele momento eu senti uma certa alegria dentro de mim, apesar de todos os ocorridos que me tornaram uma pessoa sombria naquele momento eu não me sentia mais só. Dentro de mim começou a surgir um sentimento, algo novo, quem sabe uma esperança de que meus pais verdadeiros possam estar vivos, quem sabe eu posso ter irmãos, irmãs, tios primas. Realmente as possibilidades São ilimitadas, e mais uma vez o sentimento de não estar só surgiu em minha mente.
Agora só me restava uma coisa, partir pelo mundo ninja a procura de remanescentes de meu clã, e talvez encontre minha própria família. Pelo menos minha família de sangue, visto que meu pai que me criou morreu diante de meus olhos. Imediatamente eu comecei a arrumar minhas coisas, ja estava na hora de partir daquele vilarejo, o mundo agora era minha casa.
Com tudo arrumado, meu corpo mais uma vez se espremeu pela porta e enfim me retirei daquela casa em ruínas, no entanto sentia um peso enorme ao deixa-la afinal vive longos anos dentro dela e a levarei para sempre em minhas lembranças.

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Última edição por shirotsuki em Sex 2 Fev - 12:57, editado 2 vez(es)
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Re: [filler] troca de clã - Sex 2 Fev - 10:41

rep, precisa de 1500 palvras o teu tem 1396.

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Re: [filler] troca de clã - Sex 2 Fev - 10:54

Editado

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Re: [filler] troca de clã - Sex 2 Fev - 13:01

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Re: [filler] troca de clã -

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.