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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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[Filler] O submundo de um rei. - 8/1/2018, 16:08




OUTLAST
| Estação: Outono | Clima: 10º |  
Enredo: Três anos após a deserção como Rokudaime Tsuchikage e os eventos ocorridos em Kumogakure, Uzumaki Gawain decide viver nas sombras de Amegakure. Diferente do que Gawain pensa, na terra chuvosa o mesmo descobrirá mais de si mesmo do que já fez em qualquer outro lugar e poderá entender mais sobre o seu estado "completo", tendo que lidar com facções criminosas locais e o chefe de todas elas: Mitsuzuri Ayto.

Explicações: Essa trama vai se passar em Ame mesmo, obviamente não é canone e não vai entrar para a história principal do personagem.


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Re: [Filler] O submundo de um rei. - 9/1/2018, 13:06

One more chance

Amegakure 600 / 1100 / 04 1024 PALAVRAS


Era uma vez: o medo.


O mundo humano é caótico, nada pode ser feito quanto à isso. Ou pode? Um ninja comum analisa sua carreira e vê até onde seus esforços o trouxeram: para lugar algum. Méritos garantem patentes maiores, o que essas patentes garantem? Inimigos, certamente, nada além. Minha vida foi sempre se esforçar para ficar mais forte, em prol do que? Proteger Iwagakure era minha vontade, mas como disse era. Essa função já não é mais minha.

Penso nas pessoas que deixei para trás, não me arrependo, minha escolha. Mas lá no fundo, é algo que dói. Se chorasse, aqui no alto deste prédio, este seria o momento perfeito. O sorriso de Yamiko, o companheirismo de Noah e todos os outros... fazem uma falta enorme. Fui preparado para esse tipo de emoção? Fui preparado para à perda? Claro que sim, Porpora foi um excelente professor.

Um som estrondoso de um raio cortando o céu foi o suficiente para me despertar; me pegava em devaneios, pensando no passado e todo molhado. Aqui é Amegakure, tudo o que me cerca poderia gerar certa melancolia. Saltei para o chão, era hora de caminhar e fazer isso como um rei. Minhas vestimentas eram escuras, mas minha aparência chamava a atenção onde quer que fosse.

Chegava à um pequeno bar, este era localizado perto do portuário, tinha uma vista para a imensidão azul

— Então amigo, o que deseja? Indagou-me um senhor, ele tinha estatura média e uma pele pálida, sua barba estava por fazer e também parecia bem humorado. Segurava em sua mão direita um copo e com a esquerda limpava este com um pano que já aparentava ser sujo.

— Engraçado respondi fazendo uma pausa ao perceber que mais pessoas se juntavam à nós — eu quero preencher esse vazio que sinto por dentro lhe disse levantando a mão esquerda.

O homem tinha um semblante suspeito, como se ataques fossem rotineiros, os outros não se moveram mas fitavam-me como lobos fazem quando estão caçando. Revelei uma moeda entre meus dedos e joguei em direção ao atendente — isso é o suficiente para um café, imagino sua face mudou, deu uma gargalhada enorme e o clima de tensão era amenizado.

— É para já! Respondeu com convicção enquanto servia o café, quando foi me entregar o homem se aproximou mais que o desejado — sabe, não recomendo que fique aqui por mais tempo, vai arranjar problemas com o bando do Mitsuzuri, é apenas um aviso jov.. o alerta era interrompido quando um homem batia sua mão contra o balcão, depois disso o atendente não me disse mais nada.

Levantei-me, fitando o atendente, o olhar impetuoso que só eu poderia mostrá-lo como um discípulo de Porpora foi dado. Mesmo que o aviso não fosse para ele — até outra hora, atendente-san projetei um sorriso no canto do rosto e parti. Minha caminhada começou novamente, exploraria Ame como nunca fiz antes. Conhecer minha cidade era uma vontade real e que trataria como objetivo de vida.

Em meu outro lar as pessoas eram cheias de vida, observava que aqui elas lutavam por isso, mesmo com todos os problemas. A esperança fora tirada da civilização de Ame à muito tempo, sendo escravizados por aqueles que eram naturalmente mais fortes que eles, uma cadeia militar foi instaurada. A dica foi oque o atendente me disse e o nome do que deveria ser o líder “Mitsuzuri”. Não era meu dever lutar por eles, por isso não iria me meter. Deixaria com que conquistassem sua própria liberdade se quisessem, às vezes esse seria o melhor sistema para essas pessoas.

Entre um beco e outro consegui encontrar até mesmo moradores de rua. Visualizei em um deles uma criança na chuva, resolvi me aproximar, até mesmo eu ficaria tocado com aquela cena. A pequenina parecia abandonada, seus olhos estavam abertos mas só demonstravam um vazio. A chuva era a única coisa que nos separava.

— Não se aproxime disse um velho morador de rua, enquanto segurava minha capa. Não disse nada, movi minha mão contra dele afastando-o — o melhor para a garotinha é morrer! Você não sabe de nada forasteiro! Suas palavras eram verdadeiras, mas a morte não era o melhor caminho. Minha aproximação até a jovem foi rápida, ela virou-me e me fitou com aquela face de uma pessoa abandonada, não conseguia nem mesmo falar algumas palavras.

Retirava minha capa e colocava a garota em meu colo — se vocês querem uma vida decente, não se humilhem por migalhas vociferava. As pessoas mais próximas de mim ouviram, pude ver alguns marginalizados saírem de suas tocas. Era irritante ver como pessoas se sujeitavam assim. Quando pensei em sair do local pude ver silhuetas me cercando.

— Você acha que o sistema do chefe não é justo, forasteiro? Indagava a voz rouca, que não tardou em se revelar e ir em direção ao velho, era um jovem da minha idade, pelo menos deduzia isso. Ele chutou o rosto do velho e colocou suas botas em cima de seu rosto já caído — e você, inseto, acha que nosso sistema não é justo? Perguntou novamente mas não para mim.

O velhote não aguentava, apenas chorava. O meu “eu” que se dedicava à ser um herói gritava mais alto, eu queria trucidar todos aqueles que machucavam essas pessoas... só mais uma vez eu deveria agir como um líder digno. Meus movimentos foram instintivos por assim dizer, avancei contra o homem aplicando-lhe um chute na altura do estomago; este por sua vez foi arremessado para longe, seus companheiros queriam me atacar mas a preocupação com o seu capitão foi maior.

— Você vai pagar! Diziam-me várias vezes com seus olhos famintos por uma briga, ajudei o velho a se recuperar, ele me olhava com desdém. A minha atitude de fato definiu uma coisa: aquelas pessoas se acostumaram com uma ditadura extremista que deveria acabar. Ele não me agradeceu e ainda disse ”vá embora rápido, eles podem te pegar se ficar aqui”.

Pude sentir as mãos daquela criança apertarem minha camisa como se quisesse sair daquele local o mais breve possível. Assenti concordando com o velho, uma retaliação por parte do bando de Mitsuzuri era esperada... estaria pronto quando a hora chegasse.



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Re: [Filler] O submundo de um rei. - 9/1/2018, 14:56

@Aprovado.
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Re: [Filler] O submundo de um rei. - 16/1/2018, 00:51

Era uma vez: a tristeza.

As gotas de água que batiam contra meu corpo enquanto corria com a criança no meu colo não cessavam. Não esperava que cessassem, mas de certo modo me ajudavam na fuga; a água apagaria qualquer rastro de pegada. Meu objetivo no momento era subir pelos telhados até encontrar um caminho seguro e finalmente ir para “casa”. Quando chegamos lá, coloquei minha mão contra sua pele e ela estava quente. A menina queimava de febre.

Deixei seu corpo quase sem vida sobre uma cama, não tinha conhecimentos médicos então apenas esperei por sua melhora. Não dormia. De certa forma, queria estar ali por ela quando acordasse. Tratei de checar a todo momento sua temperatura. Aos poucos a cor da menina fora melhorando, passando de um cinza pálido para uma pele clara cheia de vida. Alimentei ela com algumas frutas e sucos que eu mesmo havia preparado. Estava viva novamente.

Com o passar dos dias pude notar que os homens que possivelmente estariam me procurando não tinha me achado e, se tivesse, poderiam ter preferido não me atacar. Não tinha certeza. Quando ela levantou pela primeira vez e me encarou suas palavras foram verdadeiras — maldito, por que me ajudou? Verdade não significa gratidão.

Ela ainda estava na cama e eu estava um pouco distante, havia sorrido para ela — eu apenas estou lhe dando uma chance de sobreviver, se quiser se matar, faça-o agora falava enquanto retirava uma kunai da hip-pouch e arremessava para a menina.

A arma iria cair exatamente na cama dela, sem que a ferisse. Notou o metal pontiagudo até que teve coragem para pegá-lo, mirou em direção à garganta... pude ver suas mãos tremerem. Ela arremessou a arma de volta para mim, com força e velocidade. Por sorte consegui pegar a Kunai em pleno ar. A resposta da garota viria com um grito e então um choro sofrido —eu vou me vingar dele, eu juro que vou.

Duas coisas que me chamavam atenção: a menina mesmo num estado debilitado foi capaz de manusear a arma quase que perfeitamente e a segunda coisa; emanava – mesmo chorando – uma aura assassina muito forte. Realmente a chance para se vingar viria e eu treinaria era para isso.

— Como se chama? Indaguei.

— Ino... respondia enquanto enxugava as lágrimas — Mitsu.. Mitsuzuri Ino revelando seu verdadeiro nome para mim, mesmo tendo certa repreensão, Ino provou que confiava em mim.

— Você...? A pergunta era direta e ela sabia do que eu estava falando, queria saber o grau de parentesco dela com o “comandante” de Amegakure. A possibilidade mais alta: Ino era filha do que eu, agora, poderia chamar de inimigo.

— Sou sobrinha do homem chamado Mitsuzuri Ayto disse encarando-me — o homem que comanda esta vila concluiu se levantando.

Por um momento não soube o que falar, talvez o velho que havia encontrado outrora queria a morte de Ino como uma espécie de vingança ou ele apenas esperava por sua redenção com a morte da garota.

— Fique, me chamo Knox. Te ajudarei em sua vingança. Declarava, é claro que uma demonstração de força era necessária, emanando meu chakra por todo o quarto fiz com que a garota ficasse tonta e caísse na cama novamente.


— Quando se recuperar venha me encontrar saía do local indo em direção aos meus próprios aposentos, afinal precisava dormir como qualquer outro humano. Chegando no quarto tratei de ficar com minhas armas de prontidão, não confiava na pequena mesmo tendo salvo sua vida. Refletia sobre algumas coisas; que tipo de futuro aguardava Ame? Então, caí no sono.

Os meus sonhos sempre começavam da mesma maneira: eu ainda era o Rokudaime Tsuchikage, Yamiko inda era minha assistente e Noah um amigo. Trabalhávamos juntos para o desenvolvimento de Iwa e então uma escuridão tomava e desse escuridão surgia o rosto do ninja que matara. Despertei quando o mesmo veio em minha direção, mesmo após de cortá-lo em pedaços. Ino estava na cama, em cima de mim, com nuibari apontada para minha cabeça.

”Insolente” foi o que eu pensei, mas ela estava de guarda baixa ou estávamos num nível diferente. Utilizando do hiraishin apareci atrás dela, tocando seu ombro e posteriormente deixando uma marca lá — isso não vai funcionar comigo declarei. Ela sorriu, virou-se largando nuibari na cama — eu aceito você como meu mestre dizia com vontade. Suas palavras transmitiam sua felicidade, aquilo era apenas um teste?

— Vá se vestir, Ino, no seu quarto há um guarda roupa com todo tipo de roupa e até mesmo vestimentas para treino pegava a grande agulha, colocando-a em sua bainha localizada nas minhas costas — estarei esperando você no andar debaixo, vamos começar logo com o seu treinamento. Ela apenas concordou com a cabeça, correndo em disparada para seus aposentos, pude ver que ela tinha uma grande velocidade.

[...]

Não muito tempo depois do que aconteceu no quarto já estávamos no salão de treinos. Era um lugar “aberto” e tinha um grande arsenal disponível nas laterais, disse para Ino que ela poderia pegar qualquer arma mas que usasse algo que combinasse com seu estilo. Queria conhecer a força da garota antes de qualquer coisa, precisava saber o que seu tio havia ensinado para ela.

Tinha apenas Nuibari em mãos, ela tinha uma kusarigama. O que me deixou surpreso foi como ela manuseava o lado da foice. Mesmo sendo uma criança parecia estar preparada para lutar uma guerra. Assim como eu em meu tempo como discípulo de Porpora.

— Antes de começarmos quero dizer que não pegarei leve anunciei já mudando meu semblante — você será treinada para acabar com as injustiças que Mitsuzuri Ayto traz para o povo de Amegakure, será uma esperança indesejável minhas palavras deveriam surtir efeito, parecia espantada com o que eu dizia — liberte-se antes de ansiar por algo maior.

— Você é um completo estranho, Knox dizia-me — mas quando me fez cair na cama sem nem mesmo mover um dedo eu pude sentir a mesma energia que meu tio gosta de impor sobre seus subordinados revelou-me dando uma risada.

— Vamos começar então!


Hp: 600 Ck: 1100
Stamina: 00/04 Posts.

Spoiler:
Continuação do filler anterior; 1001 palavras.


Nuibari [Com selo hiraishin] - Posicionada nas costas -
Rank: S
Descrição: Nuibari (縫い針; literalmente significa "Agulha de Costura"): Uma espada com a forma de uma agulha com um longo fio fino que se assemelha à linha de costura ligada a ela. Ela também é chamada de "Espada Longa" (長刀, Chōtō).
Habilidade da Arma: Não possui fio de corte no decorrer da lâmina, porém sua habilidade de perfuração eleva-se a capacidade de perfurar até as mais resistentes barreiras uma vez por post - até Rank A. Sua manipulação através de fio de aço torna-a capaz de suturar corpos e variantes.

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Re: [Filler] O submundo de um rei. - 16/1/2018, 01:01

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Re: [Filler] O submundo de um rei. -

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.