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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Inverno

Wenky,
Genin
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[Fillers] Wenky, - 25/12/2017, 17:52

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Era dia dezesseis de janeiro, às quatro da tarde, e o bebê estourava a bolsa amniótica de sua mãe forçando o parto, e vindo (com um mês de antecedência do previsto) ao mundo. Eu disse mãe!? Wenky, o bebê que nascera, jamais chamaria aquele verme imundo de mãe. Graças aos céus ele havia nascido com saúde, e graças aquela vadia, fora deixado (ainda recém nascido) numa cesta, frente a porta da casa de uma doce senhora. Uma cena de filme, mas que na vida real não trazia graça cinematográfica alguma. Em meio a dificuldades, Gina o criara, e aos seus seis anos de idade o garoto, já rebelde, deixava seu lar para trás. A certeza de que um dia foi abandonado frente àquela porta o atormentava, e ele não mais queria viver ali, mas agora, desejava viver sua vida de maneira aventureira, longe da escola e das chatices rotineiras. Uma decisão difícil de ser tomada, e complexa, até mesmo para uma criança como ele.

Dobrou duas ou três esquinas com apenas um outro conjunto de roupas que trazia em sua corcunda e pôde ver a cerca de dez metros de distância um garoto, sentado na guia da calçada, maltrapilho. Caminhou determinado com a intenção de fazer nova amizade, digo, uma primeira amizade. — Oi? — soprou, e um oi três vezes mais alegre pôde ouvir.

O garoto de cabelos brancos levantou-se e perguntou o que Wenky desejava, e o jovem do qual escrevo sua história neste exato momento, não soube o quê responder. O que ele queria afinal? — Larguei minha casa e agora vou morar na rua, sendo que, eu quero viver realmente. Me aventurar, me tornar forte como aqueles ninjas dos filmes... — o outro garoto, totalmente pessimista por conta da vida medíocre que vivia em seus sete anos passados, respondeu que não havia aventuras para se viver ali, somente perigo e medos. Aquele breve conversa foi introdução para uma bela amizade que estará escrita nas memórias de Wenky eternamente. 

Os dois garotos tornaram grandes amigos e após aquele dia não conseguiam mais fazer nada sem a companhia do outro. Eram parceiros. Decidiram então, que eram na verdade, irmãos. Somente não sabiam disto antes e agora que sabiam, deviam possuir o mesmo sobrenome. — KIMURA! — exclamou Killua, — foi um grande guerreiro, que derrotou um dos mais renomados lutadores de jiu-jitsu, este será nosso sobrenome! — Agora irmãos, precisavam de descobrir uma maneira para sobreviver, uma maneira mais fácil de conseguir alimento. O crime, era a resposta.

A vida do crime não é fácil e o fato de ambos possuírem menos de treze anos dificultava ainda mais. A primeira tentativa de roubo foi um sucesso, o ataque furtivo na barraca de dona Hanara que os trouxe como lucro diversos pães e doces, os motivou a entrar novamente em ação naquela mesma noite. Killua caminhou em direção ao dono da banca de Rámen que se localiza numa esquina escura do centro da vila e, com seu poder de distração esperava que Wen conseguisse roubar um pouco de macarrão. Para a surpresa dos garotos, aquele velhote gordo era um ninja. Percebeu tão facilmente a ação dos garotos que, sem pensar duas vezes, desferiu um golpe certeiro na nuca de Wenky. Com alguns pontapés as crianças tiveram de deixar aquela localidade.

Para roubar mais seria definitivamente necessário treinar. Por mais que passasse todas as noites fazendo flexões e abdominais, o corpo do jovem Kaguya ainda não estava apto para combater com pessoas maiores e Killua muito menos, este por sua vez, ficaria sempre com o trabalho de atrair a atenção para que Wenky tomasse a frente. Dois, três, dez socos na parede, trinta chutes em um tronco e o garoto apenas se machucava, mas não se sentia nem um pouco mais forte. Com alguns dias de treinamento, ainda não havia saido da estaca zero.  Mas, por sua vez, o garoto aprendera um tempo atrás a controlar seu chakra e deveria tomar a coragem para utilizar sua Kekkei Genkai em combates. Um treino árduo com o controle do chakra e o menino tornaria-se mais forte e destruiria qualquer vítima com o poder de seus ossos. Passou algumas noites em claro treinando o poder da concentração de sua energia interior, o chakra, e sentia-se cada vez mais preparado. Mais cem, duzentas, trezentas abdominais e flexões por dia, e seu corpo já estava mais forte – tendo em vista que seu corpo não era comum, graças as bençãos de seu clã.

Com toda certeza Kimura Wenky já estava preparado para retornar aos roubos noturnos. Ele e seu parceiro seriam, certamente, os moradores de rua mais ricos de todo o mundo. Na primeira noite, dois furtos efetuados com sucesso. Mas, Wen estava sedento por ação, ele queria testar a si próprio e, o próximo crime não seria mais sorrateiro. — Isso é um assalto — exclamou para um homem esguio que vendia frutas, este por sua vez, gargalhou. O pequeno garoto saltou e desferiu um pontapé certeiro na cabeça do homem, que desmaiou. Mais um assalto bem sucedido. Feliz e com as barrigas cheias retornaram para o lar que era, na verdade, o telhado de uma casa cujo proprietário eles desconheciam. 
Após descansarem, acordaram e esperaram até que o dia escurecesse para que atacassem novamente. O sol se pôs, era por volta das dez da noite. — Eu quero Ramén — disse, com referência àquela barraca onde tiveram um péssimo resultado daquela vez. Ele queria testar-se realmente, e destruir aquele gordo. Quando chegaram, sendo nada discretos, Wen logo correu em direção ao homem, com o punho direito cerrado. Seu soco fora barrado pela grande palma da mão do dono da barraca de Ramén que tentou, num contra-ataque, desferir outro soco. O garoto esquivou e recuou, agora com dois ossos sendo extraídos de suas mãos. Seria a primeira vez que usaria o Shikotsumyaku em combate. O inimigo lançou água em direção aos garotos, ele dominava o Suiton. Os jatos d'água foram suficientes para lançar os pequenos meninos para longe, e ambos correram assustados.

Seus olhos abriram, e graças a Deus, o ultimo combate fora apenas um sonho. Aquela cena era realmente estranha, pois nem com cem por cento de confiança Wenky iria desejar enfrentar novamente um oponente cujo havia o derrotado outro dia. Com o corpo intacto (afinal a ultima surra fora apenas um sonho), caminhou em busca de efetuar novos assaltos. Os seus treinamentos intensos o fazia sentir mais forte e parecia que sua reserva de chakra estava ainda maior.

Status: OFF.

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Re: [Fillers] Wenky, - 25/12/2017, 19:19

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Re: [Fillers] Wenky, - 13/2/2018, 17:56

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A formação do Arquétipo.

Era um dia normal, como todos os outros. Porém, diferentemente do meu estado comum rotineiro, eu estava diferente. Pensava sobre minha vida e sobre o mundo, filosofava como um professor patético que acha que pensar é a melhor coisa a se fazer na vida. Porém, com meus pensamentos, eu concluí de que não tinha uma opinião formada sobre nada. O que, de fato, não era algo com que eu me importava, se não fosse por um único motivo: Eu não me conhecia e deveria ter um auto conhecimento melhor. Me conhecendo, eu poderia me tornar um ninja melhor. Eu já sabia um pouco sobre minhas capacidades de combate, havia obtido sucesso em todas as missões que realizei e estava prestes a ser mandado pra uma missão que eu teria que ajudar uma exploradora a desbravar o mundo, enfrentando até mesmo os maiores perigos naturais. Eu sabia que meu ponto forte eram os combates corpo a corpo, e que minha estrutura corporal é totalmente diferente do que a de qualquer outro ser humano existente, me dando capacidades de combate extremamente elevadas. Meus ossos eram meu triunfo, e eu estava aprendendo a utilizá-los em combates de longo alcance, e eu possuía também o auxílio dos ninjutsus elementais de raio. Por outro lado, conceitualmente eu ainda era uma criança. Não tinha ideia do que fazer no futuro e nem de que caminho seguir, se eu me tornaria um honroso ninja ou um mercenário.

Com passos retardados sem rumo algum, eu caminhava. A brisa leve da vila da pedra fazia meus cabelos arrepiados balançarem um pouco para trás. Ambas as minhas mãos estavam guardadas nos meus bolsos da calça. Questionava-me sobre tudo, e estava um tanto quanto triste. No fundo, eu sabia que ser um herói que salva as vidas dos outros e está disposto a arriscar a própria vida para ajudar ao próximo, não era algo que combinava comigo. Muito embora eu quisesse que combinasse. Eu sabia que aquele mundo não era o lugar ideal para se viver, muito embora eu quisesse que fosse. Havia perdido minha família quando muito jovem, e não tive recompensa alguma por isso, apenas descobri que possuo poderes inimagináveis que poderão, na verdade, ser de grande risco para mim algum dia. Não havia justiça alguma nisto. Sabendo que existe outras milhões de constelações e sistemas, milhões de outros planetas, por que eu tive que nascer justamente aqui? Poderia ter nascido num lugar onde houvesse igualdade e onde houvesse alegria e não existisse dor, mas tive de nascer justamente num mundo tão injusto, onde eu com dez anos possuo poderes que desafiam as leis da física enquanto outros estão submetidos a serem velhos pescadores que não possuem nada de sobrenatural.

— Isto precisa ser mudado — reclamava para o vazio, como se minhas palavras fossem resolver alguma coisa. Lembrei que uma vez até mesmo inventei para meus colegas que a própria Tsucikage havia tomado um chá comigo e solicitado minha presença em seu escritório para brincarmos. E agora naquele telhado, apenas poderia chorar por perceber que na verdade a Tsuchikage não era uma heroína, somente alguém que manipulava os outros para manter um mundo onde ela ordenasse e os outros moradores da vila sofressem; mas, no fundo, ela não era uma verdadeira heroína.

E então uma figura sombria apareceu em minha frente. Um homem alto e pálido, que possuía um olhar macabro. Ele, assim como a Tsuchikage, não combinava nada comigo. O homem apontou uma faca em minha direção, me ameaçando. Não precisei de nada mais do que um golpe com um osso contra o crânio do rapaz, e mantive-me pensando. Eu estava longe de ser um vilão como aquele homem, ou de um herói como os Kages, mas eu seria um anti-herói. Alguém que salvaria as pessoas mudando o mundo, alguém que as salvaria realmente, não importando quais fossem os meios. Eu tornaria este mundo em um lugar melhor, não importando se as pessoas reconheceriam-me como seu salvador, ou se eu as salvaria no anonimato. Restava saber como eu faria isto. Como poderia mudar um mundo totalmente pecaminoso e cheio de discórdia e desigualdade? Eu havia o poder em mãos, e isto poderia ser uma solução. Restava aprimorá-lo, pois sabia que haviam muitos outros com poderes incomparáveis com o meu, haviam muitos outros mil vezes mais fortes. Eu deveria alcançar poder o suficiente para subjugar as pessoas para que obedecessem aos meus comandos e fizessem o que eu mandasse; e com meus comandos o mundo seria melhor. Saltei lançando-me sobre os ares, para longe da casa que eu estava em cima. Caí sem sofrer dano algum com o impacto, afinal, eu sou um ninja. Minhas mãos por fim saíram dos bolsos, e eu atirei uma Kunai fortemente contra a parede, irritado. Peguei a arma e a guardei novamente, traçando um planejamento de treino. Retirei a minha espada da bainha e golpeei diversas vezes o ar, matando pessoa por pessoa que estava na minha frente. Eu era o Samurai mais forte de todo aquele campo de batalha e ver o sangue escorrendo dos outros samurais, imaginários, era incrível. Quando enfiei a lâmina da minha espada na goela do líder imaginário, me senti implacável. Porém, quando voltei à realidade, vi que as pessoas caçoavam de mim, por golpear o ar como se estivesse lutando. — Rir de uma criança de dez anos é muito conveniente, hein?

Cabisbaixo, como estava enquanto pensava anteriormente, dei início ao retorno para meu lar. No caminho, observei alguns andarilhos que pareciam estar com fome, e me senti feliz por saber que um dia eu mudaria este mundo, e não existiria mais pobre algum, fome alguma ou infeliz algum. Saltei de telhado em telhado com minha velocidade máxima, lembrando-me de que deveria aprimorar minha velocidade outro dia, pois haviam outros ninja dez vezes mais rápidos. Quando por fim adentrei no casebre de madeira, encostei minhas costas numa poltrona, sentado, com as pernas esticadas e fumei um charuto (odiava o ato de fumar, mas uma ocasião tão nobre como a decisão por mudar o mundo merecia este ato).

Spoiler:
Filler para ganhar 200 pontos de status (mês do UP).  1008 palavras segundo este contador.

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Re: [Fillers] Wenky, - 13/2/2018, 17:57

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Re: [Fillers] Wenky, -

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.