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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Os cinco reis do passado. - 27/11/2017, 22:29

Capítulo 01: O encontro com a Rainha do Deserto.

Meus passos lentos levaram-me a um lugar desconhecido pela sabedoria humana. Uma caminhada de três dias, um deserto escaldante, e apenas um odre com pouca água haviam me levado chegar até aqui. Os dias foram quentes, quase insuportáveis, mas as noites foram piores. O frio penetrante do deserto sob o luar é tão gélido quanto o país da água. Água. Eu preciso de água! Minha garganta continua seca desde o último gole, um dia atrás, do odre que mantinha em minha cintura.

Como consegui esse odre? Essa é uma longa história, a primeira desde que saí em minha caminhada. Um dia depois de partir de Sunagakure, já me encontrava desidratada pelo erro de esquecer uma garrafa de água na geladeira, em casa, inexatamente a uns cem quilômetros da onde me encontrava. Não tinha vontade de retornar e, não sei se conseguiria permanecer viva por tanto tempo.

Eu estava começando a enlouquecer. O sol parecia rir de minha pessoa. Idiota!, era o que ele diria para alguém tão burra. Como uma moradora do deserto seria capaz de esquecer sua garrafa de água depois de morar tantos anos nele? Pois é, pura idiotice, e um pouco de memória fraca.

Pouco e lentamente andava. O corpo desobedecia os comandos do cérebro, que constantemente mandava-me descansar. Isso, no entanto, seria minha ruína. Eu tinha certeza que se parasse para descansar, por menor que fosse o tempo, não conseguiria retomar minha jornada. E que jornada! Sabia que o sol seria mais forte quanto mais andasse, mas não tinha ideia, até então, que de noite o calor desaparecia, e em seu lugar seu antônimo dava as caras.

Era minha primeira experiência em sentir tanto frio. Na vila, em Sunagakure, o tempo sempre parecia o mesmo, rotineiro e comum. Nunca muito quente e nunca muito frio. Já havia me acostumado com esses altos e baixos, mas nunca com tão altos e tão baixos. E, claramente, anotei isso em um caderno que sempre carrego comigo, no qual sempre arquivo novos conhecimentos, como: No profundo deserto, o ar durante o período noturno se torna congelante; Nota extra: Trazer um casaco mais denso que sirva tanto para proteger do sol quanto do frio.

Foi, durante esta noite, que um encontro inesperado aconteceu. Enquanto rastejava pelas areias e sentia frio, uma silhueta apareceu de repente de trás de uma duna. O corpo robusto, forte e alto evidenciava um homem, no entanto, o breu do escuro escondia suas feições. Pude notar o seu aproximar, já que o mesmo andava em minha direção.

A mocinha precisa de ajuda?
— Não! — menti, precisava muito de ajuda.

Era claro que ele também percebia isso. Uma garota se arrastando pelo deserto, com os olhos e boca secos, que denunciavam o desgaste do corpo desidratado. Nenhuma garrafa de água e nenhum animal para locomoção. Tudo indicava que eu estava necessitando urgentemente de ajuda, o que, para minha sorte, o homem ofereceu novamente.

— Não precisa bancar a independente — grunhiu ele, como se realmente me conhecesse. — Já encontrei outros na mesma situação. Garanto, são mais do que você pode pensar.
— E o que você fez? Ajudou eles para depois os matar? — Minha garganta ardeu ao proferir essas palavras.

Devo dizer que essa foi uma acusação muito idiota. Mas eu não conseguia pensar direito, meu cérebro já tinha fritado com o calor, e agora congelava com o frio. Não havia parado para pensar que estaria insultando a minha única salvação em um raio de centenas de quilômetros. Felizmente, o homem não se importou com minhas 'doces' acusações, pelo contrário. Os risos foram altos e roucos, como se tivessem vindo de alguém muito velho.

Sabe, essa é a primeira vez que um estranho me chama de enganador e mentiroso. Você é bem cautelosa, não é? — perguntou-me calmamente, enquanto prostrava-se em minha frente, onde agora podia tomar conhecimento de seu rosto. Ou não. O homem trajava uma roupa grossa feita da pele de algum animal, algum que eu não conhecia. Era marrom escuro, quase preto, os pelos grossos e grandes, e em algumas partes possuía manchas brancas. A pele cobria-o por inteiro, desde sua cabeça até os pés. Um pequeno buraco para entrar o ar encontrava-se na parte onde possivelmente estaria o nariz dele, e outros dois para os olhos.

Não me importei com a pergunta dele, afinal ele tinha acertado em cheio. Sempre fui muito cautelosa com as pessoas, principalmente com desconhecidos no meio do deserto. Devo dizer que isso acontece pelo trauma que adquiri referente a alguns acontecimentos trágicos pelos quais sofri quando mais jovem. Entretanto, essa peculiaridade já havia me salvado uma vez, e quem sabe ela não volte a me salvar no futuro.

— Eu preciso de água. — Cedi, a sede estava realmente me matando.

Nada ele disse. Tomou um odre com sua mão direita, que antes estava escondido por debaixo da pele que vestia, e o arremessou ao chão em minha frente. Agarrei-o como um tigre pega sua presa, vorazmente querendo tomar um gole de água, embora tenha sido impedida antes que o pudesse fazer.

Cuidado — advertiu o homem, segurando meu ombro ao dizer o restante. — Esta é a única água que carrego, não tome tudo, mas apenas o suficiente. Não quer ficar sem ela de novo, não é?

Ele estava certo. Destampei o objeto e com duas goladas experimentei o líquido ali contido. Era água. Não parecia nada diferente de qualquer outra que já havia tomado, mas parecia muito mais refrescante do que todas as outras. Creio que isso aconteceu pelo fato de estar sedenta, quase morrendo por aquilo, no sentido literal.

— Obri..gada. — agradeci, embora a palavra tenha saído entrecortada e forçada. Não queria tê-lo de agradecer, preferia nunca fazer isso. Mas a situação era inesperadamente diferente de qualquer outra, pareceu-me justo dizer aquilo, embora não entendesse o porque dele ter me ajudado, pois sequer conhecia-me, não?

Quando deixei de olhar para o odre que ele tinha me dado após ter bebido um pouco de seu líquido e voltado minha atenção para onde o homem estava, dei-me com os olhos encarando o vazio. Em um simples passo de mágica o ser desapareceu. Nem rastros nem vestígios sobraram de sua presença. Nem mesmo havia deixado pegadas para trás. Era como se nunca tivesse existido e aquilo tudo fosse projetos de minha imaginação. No entanto, o odre ainda estava em minha destra e o frescor da água ainda me refrescava. O que teria sido aquilo?

Me levantei das areias e chacoalhei-me para que o restante dela saísse de minhas roupas. O frio ainda podia ser sentido, mas agora havia saciado um pouco do desejo de beber água, então deveria continuar o meu percurso. Guardei o objeto em minha cintura e retomei minha caminhada. Quando estava para partir, observei algo caído no chão e me atentei ao que poderia ser. O objeto, por incrível que pareça, era um casaco negro acolchoado com lã. Seria este um item que o homem havia deixado para mim? Muito misterioso. Coloquei-o em meu corpo e pude, finalmente, sentir-me protegida do frio.

Outros dois dias se passaram, e eu me encontro agora no terceiro dia de caminhada. O destino para o qual caminhava, enfim chegou. O enorme castelo em ruínas à minha frente era singular e parecia ser muito antigo. Algumas elevações rochosas despendiam pontes estreitas para chegar e sair da estrutura distinta. Formado e esculpido em uma rocha gigante, um projeto moldado pelos antigos homens, cujo quais não conheciam o chakra. Uma construção achada por mim, embora tenha pensado que o homem que havia encontrado anteriormente tinha vindo desta mesma direção. Uma coincidência?

Curiosa como sou, adentrei o recinto em busca do novo e inédito.

200; 200

Deixarei umas foto abaixo do castelo que descrevi no texto, tanto do lado de fora quanto de dentro. Também estarei deixando uma foto de um personagem que irá aparecer nos próximos posts.

Imagem 01.
Imagem 02.
Rainha Kiaha.

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Re: Os cinco reis do passado. - 29/11/2017, 07:55

ok, 100 de status

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Re: Os cinco reis do passado. - 5/12/2017, 16:31


O desespero,

Está anoitecendo, consigo ver pela janela o sol indo embora, a lua tomando seu lugar como o astro resplendor, iluminando cenas que jamais esquecerei. Minha boca contorce de raiva, a fita que a prende está apertada o suficiente para que sentisse dor, apesar de que, como não possuo essa característica, felizmente, não consigo sentir nada. Nada se não ódio. Minha boca está presa, mas meus olhos vivos acedem de ira, relâmpagos passam por eles, lágrimas que não consigo reter.

Está gostando do show? — perguntou-me um dos malditos, ria como um porco. — Tenho certeza de que está!

E eu tinha certeza de que o mataria. Queria fazer isso agora mesmo, mas as cordas que prendiam minhas mãos e pés, ao ponto de deixa-los marcados, impediam-me de sequer me levantar. Estava presa, amarrada numa cabeceira de cama, obrigada a assistir os piores momentos de minha vida.

Minha mãe molhava o carpete do quarto de sangue, morta alguns minutos atrás. Esfaqueada tantas vezes que seu vestido havia sido destruído totalmente. Eu sabia. Me obrigaram a contar todas as facadas, uma a uma. Todas as oitenta e sete. E repetiam a cada uma delas: morra vadia, morra.

Os olhos dela pareciam me observar, estava a apenas dois metros de mim. Ela parecia suplicar por ajuda, assim como o tinha feito. Suplicou e suplicou, não por ela, mas por mim. Mesmo vendo à morte vindo leva-la com sua carruagem negra, ela não tentou se afastar ou correr, mas arrastou-se em minha direção e lançou-me um último sorriso antes da primeira estocada.

Olhe aqui! — gritou o segundo monstro, nervoso com minha desatenção. Rangeu os dentes e apanhou meu queixo com a destra, movendo meu rosto até cruzarmos olhares, pelos quais pude notar um rosto escuro e barbado, com uma cicatriz que cortava-lhe a face na diagonal. Jamais o esqueceria.

Senti o aperto de suas mãos, o hálito horrível que saía da boca e sua respiração pesada. Estava rindo, assim como todos os outros quatro. Mas este era diferente, ele era o líder. Um homem...não, um monstro que não conhecia nada além de morte. Nome pelo qual adotou. Já tinha ouvido um de seus capangas o chamar assim. Capitão Morte.

O que você achou? — perguntou-me, afastando o rosto de mim e liberando-me de seu aperto. Não prestei atenção à pergunta feita, não conseguia tirar os olhos, agora livres, do terceiro membro do quarteto. Em suas mãos pendia a cabeça de meu pai, segurava-a pelos longos cabelos que ele tinha, agora ensopados com seu próprio sangue. Estava tão mortificada com a morte de minha mãe, que acabei esquecendo como meu pai havia morrido. Embora, é claro, que a lâmina com sangue na mão canhota do assassino contasse o suficiente da história.

Diga logo, sua puta! — inqueriu ele, como se percebesse o que havia feito, não ouvindo sua pergunta. Era de pavio curto, quando chegaram em casa, os homens somavam uma quantia de seis membros, mas restava somente cinco. Algumas horas antes, Capitão Morte havia matado um dos seus, apenas porque este não lhe respondeu imediatamente, tendo pedido que Capitão repetisse o que havia falado.

Chefe, talvez a fita esteja atrapalhando ela  falar. — graniu o quarto membro, o mais esquisito de todos. Magro de ver os ossos, tímido e desajeitado. Não tinha cabelos na cabeça e em nenhuma parte do corpo, afinal ele estava pelado. O último a estuprar minha falecida mãe, o único que ainda não havia posto suas vestes.

Capitão rangeu os dentes irritado, não gostava que os outros pensassem que ele fosse burro. Tirou a fita de minha boca com uma ferocidade anormal, arranhando meu rosto com o processo. Mais uma marca deixada em meu corpo, já cheio de escoriações e hematomas. Não que eu me importasse, não era capaz de sentir dor física. Mas fingia que estava-a sentindo, pois se soubessem desse segredo, todos eles matariam-me de porrada.

Pronto, fedelha. Agora já pode falar! — confirmou, impaciente.
— M...mo....morram!!! — gritei, não responderia pergunta nenhuma.

Veneno sibilava em minha garganta, queria xingar, gritar e socar todos eles. Mas mais que isso, queria que todos eles morressem, que não tivessem sequer nascido. Queria apertar minhas mãos nas gargantas deles e torce-las uma por uma. Ouvir os gritos de piedade e desculpa, os gemidos e o choro de dor.

Sua mãe era muito gostosa. Foram os melhores peitos que eu já provei. — falou o quinto membro, o mais odioso e descarado. Ele foi o homem que matara minha mãe com sua faca, logo depois, estuprou-a enquanto ria e olhava para mim. Diferente dos outros, este era o único membro bonito, alto e sem cicatrizes. O mais galante, como dizia o próprio. Tinha cabelos ruivos, corpo fino e pele clara, definido mas não ao ponto de ser forte.

— O matarei primeiro — gritei para ele com todo o ódio possível em minha voz, tentando não engasgar com minhas próprias lágrimas. — E depois cada um de vocês.

Todos eles riram, riram e riram. Isso nunca aconteceria, é o que pensavam. Ela nunca sobreviveria, nunca conseguiria nos achar, nunca seria capaz de matar. Nunca. Essa foi a primeira palavra que odiei, seguida de esperança. Não precisava de esperança, escaparia daqui com vida e retribuiria a eles o que me fizeram. Olho por olho, dente por dente. Morrer não estava na minha lista de compromissos, pelo menos, não agora.

Aguentei tortura, física e emocional, aguentei até mesmo as duas estocadas que me atingiram na omoplata, os golpes que pensaram ter me matado. Os golpes que mais tarde, deixaram uma mancha, cicatriz em forma de borboleta. Sobrevivi, por esforço próprio e pela ajuda de uma alma caridosa. Alguém havia tratado de meus ferimentos enquanto estava ferida, cuidando de mim o tempo inteiro. Trazendo-me água e comida. Mas estava tão absorta da realidade por causa dos medicamentos, que acabei não conseguindo guardar o rosto de meu salvador, embora sua voz brilha em minha mente. Com certeza, um dia encontrarei esta pessoa e a agradecerei, pois quando acordei, finalmente bem, ela já havia desaparecido.

Alguns pergaminhos foram deixados para trás, provavelmente da pessoa que tinha cuidado de mim. Todos eles tinham o mesmo tema, cada um deles mencionava algo sobre venenos. Os mais poderosos, mais fatais, mais usados em tortura, entre outros. Uma coleção e tanto, era quase como se ele quisesse que eu aprendesse sobre o assunto. Entretanto, ainda estava cega de raiva.

Os ferimentos estão praticamente curados, mas ainda consigo sentir meu corpo pesado e uma dorzinha persistente em minhas articulações. Creio que em algumas semanas, talvez duas, eu vá estar em plena forma. Daí poderei iniciar meu plano de vingança. Primeiro: preciso conseguir me tornar uma genin, então graduar-me como chunin e tokujo. Segundo: poder, preciso de poder para derrotar aqueles miseráveis. Apesar de aparentarem ser apenas bandidos comuns, consegui ver uma bandana com o símbolo da aldeia da grama com um risco na horizontal. Capitão não percebeu que eu o tinha visto esconde-la antes de fazer o que fez. Um tolo.

Não estava mais em minha casa. O homem que me ajudou deve ter me trazido para essa casa abandonada, creio que ele tenha se assustado com a cena que viu. A última coisa que me lembro antes de apagar, é que minha casa estava pegando fogo. Ele provavelmente deve ter escutado os meus últimos gritos por socorro, o que, embora muito surreal, deve ter chamado a atenção dele. A casa de minha família era uma construção afastada da vila de Sunagakure, muitos quilômetros de distância. Na divisa com o outro país. Ninguém deve ter noção do que ocorreu, nem de como ela acabou queimada.

Eu estou sozinha agora, sem família e sem casa. Sou uma órfã e não tenho nenhum lugar para morar. Perdida em uma floresta, uma que não reconhecia. Estava acostumada com desertos e areia, não com árvores e clareiras. Mas isso é o de menos, uma hora ou outra eu acabarei me localizando e conseguindo voltar para minha vila, onde poderei morar em um orfanato.

Como não tinha nada para fazer, peguei os rolos sobre venenos que o homem havia deixado e comecei a inspeciona-los enquanto traçava meu caminho por dentre o arvoredo. Li-os para tentar fazer com que minha mente esquecesse de minha família e apagasse as horríveis imagens registradas. O choro e os gritos de minha mãe, o seu último sorriso. Esquece, preciso esquecer!

Tomei rolo por rolo, li todos em um único dia. E, durante todos os dias até minha volta para Sunagakure, reli-os vez após vez.

200;200

Fiz um filler de 1415 palavras, conseguindo, assim, uma qualidade de um ponto. A qualidade treinada foi: Conhecimento Toxicológico.

Conhecimento Toxicológico (1)
Tipo: Treinável.
Descrição: Alguns personagens desenvolvem ao longo de sua vida conhecimentos sobre venenos em geral, sabendo como funcionam e como se livrar deles, podendo também desenvolvê-los com facilidade.
Bonificações: Permite a criação de venenos e conhecimento a cerca dos mais famosos e comuns.


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Re: Os cinco reis do passado. - 5/12/2017, 16:34

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Re: Os cinco reis do passado. -

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.