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12 Anos Online
Alvorecer
Arco 04
Ano 16 DG
Inverno
A queda do pastor cobrou um preço altíssimo do mundo ninja: o golpe final trouxe ao mundo um tempo de dor e sofrimento; fome e pobreza retornaram às ruas, a violência triplicou, os antigos heróis caíram ou ficaram desacreditados. Mas, um pouco perto do amanhecer, a Hydra, que até então se mantivera em silêncio, mostrou-se das sombras, trazendo oportunidades de emprego e uma esperança para salvar o mundo dessa mais nova calamidade. Líderes ninja não tiveram escolha senão se arriscarem em tratados suspeitos para conseguir manter firmes seus lares e seus soldados. No entanto, os reais planos da Hydra ainda continuam sendo um grande mistério.
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Shion
Fundador do RPG Akatsuki, Shion é responsável por manter o bom funcionamento de todas as áreas do fórum há mais de 10 anos. Completamente apaixonado por RPG e escrever, hoje é o principal responsável pelo desenvolvimento de toda a trama desse universo baseado na arte de Kishimoto.
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Angell é jogadora de RPG narrativo desde 2011. Conheceu e se juntou à comunidade do Akatsuki em fevereiro de 2019, e se tornou parte da administração em outubro do mesmo ano. Hoje, é responsável por desenvolver, balancear, adequar e revisar as regras do sistema, equilibrando-as entre a série e o fórum, além de auxiliar na manutenção das demais áreas deste. Fora do Akatsuki, apaixonada por leitura e escrita, apesar de amante da música, é bacharela e licenciada em Letras.
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BisKath é jogador do NRPGA desde julho de 2020, tendo encontrado o RPG por meio de pesquisas e começado a jogar nele, sem pausas desde então. É jogador de RPG desde 2013, mas o Akatsuki foi o primeiro de Naruto em que se aventurou. Apenas começou como moderador em abril de 2022, se dedicando as funções da moderação até se tornar administrador em julho do mesmo ano, auxiliando também na avaliação da área de criações. Fora do fórum cursa desenho, pois tem interesse em artes de forma geral..
BisKath#0666
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Mako
Game Master
Mako
Vilarejo Atual
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Biblioteca de Kumo - Publicado Qua 22 Nov - 14:31

Relembrando a primeira mensagem :



Biblioteca do Vilarejo


A Biblioteca do Vilarejo é uma área restrita aos moradores da aldeia (e viajantes com permissão prévia do Kage) contendo diversos livros, pergaminhos e ensinamentos passados de geração em geração dentro da aldeia. Cada vilarejo tem seus próprios ensinamentos, técnicas e adições feitas pelos seus shinobis através dos anos. Os conhecimentos obtidos nesta zona é completamente adicionável a ficha de personagem, sendo esta uma zona ON comum.


Informações Gerais


Cada aldeia possui uma série de Informações Gerais. Estas são próprias da aldeia e mesmo que a Biblioteca seja destruída, a reconstrução terá eles novamente. Cada informação é considerada um Livro ou Pergaminho e o aprendizado de cada um necessita de uma narração de 200 palavras, diminuindo em 20 para cada ponto em Inteligência do personagem. Os livros/pergaminhos também são colocados em divisões de acordo com o nível do personagem, sendo assim, um Genin nunca poderá ler o conteúdo da ala de Jonins, mas um Jonin pode, se quiser, ensianar um membro Genin.

Lista de Livros & Pergaminhos:


Informações Compartilhadas


A área de Informações Compartilhadas é aberta aos membros transcreverem seus conhecimentos em pergaminhos/livros e deixarem aos demais membros da aldeia como uma ajuda. A transcrição deve ser feita numa narrativa de, no mínimo, 100 palavras para cada conteúdo adicionado e deve seguir o template indicado. Assim que feito, deverá solicitar a adição na lista.

Lista de Livros & Pergaminhos:
Código:
[quote][b]Nome[/b]
[b]Nível:[/b] (a partir de qual graduação)
[b]Bonificação:[/b] (qual informação)
[b]Autor:[/b]
[b]Descrição:[/b]
[b]Link:[/b] (onde o conhecimento foi adquirido) [/quote]


Pergaminhos de Técnicas da Aldeia


Cada aldeia possui uma ala com os Pergaminhos de Técnicas da Aldeia contendo diversas técnicas aos membros aprenderem, sejam os dados dela ou ela em si, sem custos. Os pergaminhos não podem ser levados da biblioteca, mas os membros podem transcrevê-los para treinar com uma narração de 100 palavras mínimas - ao caso de leitura para obter conhecimento, as normas são consideradas de Informações Gerais. Assim como as demais áreas, eles são subdivididos em graduações.

Caso um personagem queira adicionar uma técnica sua (criada) na lista da aldeia, ele deverá transcrevê-lo em no mínimo 100 palavras colocando a descrição da técnica e selecionando para qual graduação mínima.

Lista de Pergaminhos de Técnicas:

Template para Adição:
Código:
[quote][b]Autor:[/b] (personagem)
[b]Link de Aprovação:[/b]
[b]Graduação Mínima:[/b]
Descrição Geral.[/quote]



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Vilarejo Atual

Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Sab 3 Nov - 22:42

@
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Vilarejo Atual

Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Dom 18 Nov - 11:55

Perambulou pelas estradas cinzentas da vila da nuvem durante poucas horas como se estivesse a procura de algo, mas não encontraria nenhuma paz de espírito descansando sobre caixotes em um beco. Seus pensamentos navegavam por águas densas onde procurava uma resposta para o paradeiro de Ishikawa Yamiko. Era incomum que uma pessoa com tamanha fidelidade para com sua própria potência militar simplesmente tivesse desaparecido, portanto poucas eram as alternativas que sobravam-lhe para construir aquele quebra-cabeças. Primeiramente a Pendragon deveria treinar um pouco mais como recomendado pela sua nova Raikage como forma de acalmar-se e colocar as ideias no lugar para que depois viajasse para a rocha. Findou seu caminhar defronte a uma grande biblioteca e encontrou pouca resistência para entrar e aceder aos registros; era uma conhecida parceira de Chinoike no Chara e por conta do seu mais novo cargo como membro do vilarejo não seria nada problemático que acedesse aos arquivos. Encontrou entre vários e vários exemplares um curioso estilo de combate que consistia em transmutar seu próprio relâmpago numa forma mais poderosa e escurecida, a qual de imediato chamou a atenção da espadachim. Ela transcreveu os registros daquela especialidade num papel e de seguinte deixou o recinto. Era algo demorado e que certamente lhe distrairia um pouco.

Mordred; 3275/3275 5050/5050 500/500 000/400 00/14
Kurama; 5500/5500

Considerações:
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Vilarejo Atual

Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Dom 18 Nov - 12:11

done
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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Ter 20 Nov - 0:39

De dentro da biblioteca era fácil acreditar que uma manada de elefantes estava perto de adentrar pela porta principal. Os sons de passos pesados sobre a madeira rústica eram os responsáveis por um ranger infernal que atrapalhava a leitura de todos ali presentes. - Olááááá!!! - A porta era aberta com tremenda brutalidade, sendo empurrada com uma força desnecessária. A garota se revelava para todos alí, saudando-os com um sincero sorriso exposto.

- Bom dia moça da biblioteca-sama!!! Vim ler um pouco, você tem livros infantis? Sobre principes encantados? Será que eu vou encontrar meu príncipe algum dia? Você me acha bonita!? - Sua energia era nitidamente visível. A mulher ficava sem palavras, apenas exibia um sorriso forçado enquanto tentava buscar palavras. - Bom, já que a senhora não vai me responder eu vou entrar assim mesmo! - Não era uma garota muito paciente, apenas cruzou o balcão enquanto cantarolava, movendo-se diretamente às estantes de livros.

- AGORA QUE EU SOU OFICIALMENTE UMA NINJA EU POSSO LER OS LIVROS DE GENTE NINJA!!! - Surtava de forma que não conseguia controlar seu tom de voz, sendo respondida com um "shhhh" por todos que ali se encontravma. - Ai, tá bom! Povo chato! - Seu rosto fechou, dispensando a felicidade que anteriormente esbanjava. "Essa gente adulta só quer saber de coisa séria! eu heim!" - Tomava cuidado com seus passos, dessa vez evitando ao máximo os barulhos.

Passava pelas seções de livros com o indicador direito em sua boca, fazendo um gesto reflexivo enquanto raciocinava sobre sua sede de literatura no dia de hoje. Cruzou os limites que antes não conseguia, adentrando a seção onde separavam-se as obras sobre arte ninja. - TEM LIVRO DE GENJUTSU AQUI GENTE! - Surpreendia-se ao encontrar a obra sobre sua arte ninja predileta, agarrando-a em seus braços como se fosse seu pertence. "shhhhh!" - Mais uma vez aquela notificação impedia a garota de demonstrar seus sentimentos.

Frustrada, moveu-se em passos pesados até a mesa mais próxima, onde planejava contemplar-se com o conhecimento escondido nas páginas que abraçava. "Povo chato!" - Sentou-se perante a mesa e abriu o livro transbordando expectativa. Seus olhos eram direcionados às letras miúdas que formavam as frases, passando rapidamente por todas elas e gravando em seu cérebro aquele conhecimento. "Mas a maioria disso aqui eu já sei!" - Pensou, indignada. No fundo sabia que não podia culpar o escritor por não ter desenvolvido informações úteis para seu intelecto tão avançado, talvez devesse buscar por livros mais avançados.

Mas não desistiu. Desbravou o restante daquele livro com muita determinação, adquirindo novas noções sobre a arte ilusória e aprendendo formas de persuasão e manipulação. Arrependia-se por ter menosprezado a obra anteriormente, aos poucos era cada vez mais sugada pra aquele mundo de conhecimento que jamais pensara que lhe seria útil, agregava cada vez mais técnicas e truques para a garota, que sabia que a hora de usar aqueles ensinamentos logo chegaria.

Deu sua leitura por finalizada e levantou-se com o livro em mãos. Sabia que agora com tanto conhecimento acumulado deveria começar a utilizá-lo. Entregou o livro de bom grado à balconista, esncarando-a com um olhar sério. - Obrigada. - As palavras ressoavam como uma ameaça, mesmo que fossem apenas um agradecimento. O olhar da garota acompanhava uma sinistra manipulação de chakra, que expelia-o em direção de sua opositora, induzindo-a em um pequeno distúrbio.

O corpo da mulher estremeceu, e a garota rapidamente interrompeu a circulação de seu chakra ao tocar no ombro dela. - Tudo bem? - Perguntou, fingindo não saber o que acontecia. A mulher tentou manter-se calma, e apenas recolheu o livro e se despediu de Yuki. "Eu heim."

HP: (200/200) CH: (200/200) ST: (0/2)

Informações:


Última edição por Kaya em Ter 20 Nov - 0:55, editado 1 vez(es)
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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Ter 20 Nov - 0:52

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Mako
Game Master
Mako
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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Sab 24 Nov - 9:37

Mako estava pensando seriamente nos caminhos de sua vida. Viver como um shinobi não era tão ruim. Muito menos depois de receber a condecoração de herói, embora ainda não acreditasse merecer tal título. Entretanto, ele possuía consciência de que o mundo jamais funcionaria somente com soldados. Shinobis são, de fato, muito importantes, ainda mais os destemidos cujas vidas são entregues pelo bem maior, como ele procurava fazer consigo mesmo. Contudo, não são o mais importante. Provavelmente muitos civis da aldeia estavam naquele exato momento fazendo burburinhos sobre os últimos acontecimentos caóticos na vila, incluindo a mudança súbita de Raikage — uma situação cada vez mais comum nas aldeias ao redor do mundo. Por isso, a partir da necessidade aparente e de sua paixão, Mako decidiu transcrever detalhes sobre o evento contra os seguidores de Jashin — o mais recente caos causados dentro do vilarejo.

Mas ele não podia simplesmente explicar que ocorreu uma batalha. Isto seria extremamente entediante aos moradores da vila, aqueles desprovidos de conhecimentos ninja ou de honraria militar. Eles precisavam entender a história e, mesmo não vivenciando-a, sentirem-se dentro do acontecimento. Fazer parte da própria história é tão importante quanto sabê-la. Mako sentou-se pela manhã no escritório reservado à transcrição de informações e escreveu como nunca antes — nenhuma alegoria shinobi sendo usada em vão, muito menos omitida ou disposta objetivamente; não, ele escreveu um conto. Era o que conseguia fazer em algumas horas. Um romance, talvez, ficasse para o futuro. Chamou o conto de Nuvens Cheias de Sangue, colocando seu nome abaixo do título em caixa pequena. Adicionou à biblioteca da vila, mas na área aberta ao público e então foi embora. Assim todos poderiam compreender melhor a situação e, talvez, divertirem-se.

Nuvens Cheias de Sangue
Nível: N/A.
Bonificação: Conhecimento do ocorrido na invasão Jashinista.
Autor: Hazuki Mako.
Descrição: Um conto sobre o ocorrido na invasão "A Primeira Lâmina". Conta de maneira rápida toda a batalha, incluindo as habilidades e como acabou, mesclando fatos com ficção e alguns diálogos inexistentes ou cenas de clímax para tornar a leitura mais divertida à todos.
Link: https://www.narutorpgakatsuki.net/t62384-npc-invasao-a-primeira-lamina

Mako; 1875/1875 2310/2310 500/500 000/800 00/12
Goku; 3000/3000

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Biblioteca de Kumo - Página 2 QF79TeWOlá, eu sou o Mako.
Vim te trazer alguns conselhos que facilitarão o seu jogo aqui no Naruto RPG Akatsuki:

Admineiros Leia o nosso Sistema de Conduta e mantenha a paz tanto no seu ON quanto no seu OFF.
Admineiros Conheça o Akatsuki Shop!
Admineiros Fique atento às Notícias do nosso fórum!
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GuillotineCrown
Tokubetsu Jonin | ANBU
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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Dom 2 Dez - 0:14

HP: ❲ 900 • 900 ❳ CH: ❲ 900 • 900 ❳ ST: ❲ 00 • 06 ❳
Mesmo que não fosse o suficiente seu corpo estava mais preparado do que nunca e mesmo que pudesse melhorar, iria por hoje se abster do treino físico. Depois de ensinar Hugo sobre os princípios básicos do controle de chakra, abriu a mente que mesmo possuindo o dom e habilidade, sem conhecimento não progrediria muito longe se não o contrário, saiu então da moradia atual em direção a Kumogakure com o intuito de ir a biblioteca extremamente bem zelada pelos genins, só sairia daquele lugar quando tivesse assimilado o máximo possível, passando dias ou semanas se necessário. O lugar estava realmente vazio e com poucos sinais de movimentação como sempre, começando pelo inicio pegou pergaminhos com mapas desenhados e um atlas, lendo sobre a geografia de Kaminari no Kuni, o principal motivo era pela fronteira com Testu no Kuni, visando estudar o terreno próximo mais detalhadamente.

Palavras: 145  ~ Objetivo: Aprender Mapa do País

Concentrar a informação é um objetivo é funciona, mas a expansão do conhecimento poderia proporcionar um novo ângulo de visão, é então que pensando no seu encontro com o Daimyō do País do Vento, busca alguns pergaminhos que tenha a geografia completa dos países conhecidos, se obtivesse apoio militar do mesmo teria que ver a melhor rota de caminho e quais outros países poderia se aliar em função de um beneficio mútuo. Mesmo que as informações fossem incompletas ainda eram úteis, revelando um pouco sobre os principais países, a terra de Hugo o País do Fogo era a que aparentava ser mais prospera, pois tinha climas bem definidos a ponto de ter diversos tipos de terrenos e biomas, relembrava de suas viagens durantes as missões em especial aquela em que foi ao País do Macarrão, se sentindo familiarizado com as viagens marítimas e as ilhas que aquele mapa mostrava.

Palavras: 149  ~ Objetivo: Aprender Mapa do Mundi
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Tokubetsu Jonin | ANBU
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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Dom 2 Dez - 18:13

HP: ❲ 900 • 900 ❳ CH: ❲ 900 • 900 ❳ ST: ❲ 00 • 06 ❳
O conhecimento geográfico plantou em sua cabeça um questionamento pertinente sobre como esse mundo se desenvolveu e sobre como essa aldeia se tornou o que é hoje, uma das coisas que mais o surpreendeu foi a guerra que destroçou o mundo da época, era incrível como o sistema de vilarejos havia sido capaz de causar um colapso, retornando ao sistema de famílias e as funções dos shinobis se tornou ser mercenários, aqueles que hoje em dia eles tanto abominam a ponto de matar qualquer um que tentar retornar a essa vida. Os confrontos entre as vilas no passado eram mais cômicos que trágicos, o reforço militar faz com que seus vizinhos se amedrontem e encaram o auto aperfeiçoamento como um afronte, a intriga com a Kirigakure parecia mais uma birra daqueles moradores das Ilhas, acreditando que o melhor método de enfrentar isso é se fortalecendo ou enfraquecendo o inimigo em seu cerne, o jovem Kamishiro mantinha em sua mente uma posição agressiva contra aqueles que julgava ser inimigos, mas buscava visar o melhor para aqueles que o apoiavam sinceramente ou não tinha habilidades o suficiente a viver a mercê de si mesmo, talvez seja a ingenuidade de uma criança, entretanto acreditava que a convivência mutua mesmo com os que tenham posição diferente da dele e isso seria possível a medida em que se ajudem e fortificassem seus laços. Passava então a buscar mais conhecimento acerta do que se passou nas outras vilas.

Palavras: 242  ~ Objetivo: Aprender História Básica do Vilarejo
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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Seg 3 Dez - 6:41

@APP - You know the drill

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O sistema me usa e eu uso o sistema.
King Of The Dead - B.B
One Who Has Triumphed Over Adversity
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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Qua 5 Dez - 14:17

HP: ❲ 900 • 900 ❳ CH: ❲ 900 • 900 ❳ ST: ❲ 00 • 06 ❳ RC CELLS: 1150
O conhecimento geográfico plantou em sua cabeça um questionamento pertinente sobre como esse mundo se desenvolveu e sobre como essa aldeia se tornou o que é hoje, uma das coisas que mais o surpreendeu foi a guerra que destroçou o mundo da época, era incrível como o sistema de vilarejos havia sido capaz de causar um colapso, retornando ao sistema de famílias e as funções dos shinobis se tornou ser mercenários, aqueles que hoje em dia eles tanto abominam a ponto de matar qualquer um que tentar retornar a essa vida. Os confrontos entre as vilas no passado eram mais cômicos que trágicos, o reforço militar faz com que seus vizinhos se amedrontem e encaram o auto aperfeiçoamento como um afronte, a intriga com a Kirigakure parecia mais uma birra daqueles moradores das Ilhas, acreditando que o melhor método de enfrentar isso é se fortalecendo ou enfraquecendo o inimigo em seu cerne, o jovem Kamishiro mantinha em sua mente uma posição agressiva contra aqueles que julgava ser inimigos, mas buscava visar o melhor para aqueles que o apoiavam sinceramente ou não tinha habilidades o suficiente a viver a mercê de si mesmo, talvez seja a ingenuidade de uma criança, entretanto acreditava que a convivência mutua mesmo com os que tenham posição diferente da dele e isso seria possível a medida em que se ajudem e fortificassem seus laços. Passava então a buscar mais conhecimento acerta do que se passou nas outras vilas.

Palavras: 242  ~ Objetivo: Aprender História Básica do Vilarejo
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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Qua 5 Dez - 14:23

HP: ❲ 900 • 900 ❳ CH: ❲ 900 • 900 ❳ ST: ❲ 00 • 06 ❳ RC CELLS: 1150
Não que a biblioteca de Kumogakure seja ruim, mas quando se busca informações sobre outras vilas, a busca se torna tortuosa, olhando em diversas prateleiras e nada de achar alguma coisa relevante, até que quase como oculto encontra um pergaminho, coloca ele em cima de uma pilha de livros e pergaminhos que estava carregando e então retorna para a mesa onde estava lendo, já repleta de outros exemplares aberto e jogados por toda a superfície da mesa. Esse ultimo que havia coletado chamou sua atenção em especial, não só pela falta de acessibilidade em localiza-lo, mas também por passar o olho por cima e já localizar informações valiosas. Trava sobre a manipulação do gelo, algo muito raro e pertencente a uma linhagem sanguínea bem especifica de Kirigakure, algumas informações sobre a vila estava contida, suas principais características e adversidades que um forasteiro pode sofrer estando por lá, entendeu melhor também como funciona as habilidades do Monge Hugo, mesmo passando a duvidar um pouco do seu real país de origem, já que o mesmo alegava ser do País do Fogo, porém tal desconfiança foi deixada de lado crendo que não havia nenhuma razão para o mesmo mentir, a única lastima que tinha era não ter achado antes esse pergaminho para auxiliar melhor o monge.

Palavras: 213  ~ Objetivo: Adquirir Conhecimentos sobre o Hyoton e Kirigakure.
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Ring
Genin
Ring
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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Sab 8 Dez - 7:33


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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Dom 9 Dez - 5:10

HP: ❲ 900 • 900 ❳ CH: ❲ 900 • 900 ❳ ST: ❲ 00 • 06 ❳ RC CELLS: 1150
Nas pilhas de livros que encontrou tinha um conteúdo em especial que não lhe foi repassado na academia, conhecimentos sobre técnicas ninjas extremamente relevantes e bastante esclarecedoras, diga-se de passagem. Começou lendo sobre a habilidade de absorver chakra alheio, podendo reutilizar essa energia obtida ou até mesmo enfraquecer técnicas. Os meios de utilização é que pareciam ser mais problemáticos já que de acordo com o livro, não é muito comum a utilização direta dessa técnica, sendo geralmente necessário um recurso extra para utilizar tal habilidade, as informações eram bastante rasas e não exemplificava o que poderia ser funcional. Todavia, foi pensando na missão ultima missão antes de sua graduação que provavelmente esbarrou em apto nessa técnica, um dos oponentes havia interrompido um de seus jutsu bloqueando com sua espada, a forma de como foi disperso entregava a maneira que ele havia feito, despertando então uma certa curiosidade em como ele mesmo poderia produzir algo assim.

Palavras: 155  ~ Objetivo: Adquirir Chakra Kyuin Básico

Indo mais a fundo, pegou um pergaminho que estava em cima daquele monte de papelada na mesa. A palavra “Kanchi” em um rolo lhe atiçava, algo que anseia se aprofundar desde o último fracasso em missão, onde apenas o cenário não lhe ajudou o suficiente e acabou deixando um criminoso escapar, embora nunca tenha decifrado o que de fato estava buscando com aquela tarefa. As informações mesmo que incompletas eram bastante relevantes e simples por assim dizer, a técnica em si não é muito complexa e todos aqueles que podem manipular chakra tem uma sensibilidade ao chakra, principalmente aqueles em grande quantidade. O Kanchi é basicamente o refinamento dessa técnica, mesmo sendo simples o seu domínio pode ser trabalho, principalmente para aqueles que segundo o pergaminho não nasceram com uma sensibilidade nata, que geralmente tem um domínio maior e mais completo.

Palavras: 141  ~ Objetivo: Adquirir Kanchi Básico

Já gastando varias horas ali dentro, conforme o tempo vai passando, o lugar vai ficando cada vez mais vazio. Havia perdido a noção do tempo buscando ver o quão tarde é, nota que já está de noite. Estando agora só ele e a bibliotecária no recinto, iria então ler só sobre mais uma coisa antes de ir embora, algo realmente importante. Com um pergaminho introdutória ao conhecimento acerca do corpo humano, encontra o básico sobre o funcionamento das técnicas que permitem curar os humanos regulares, pensando em seu próprio corpo, viu o quão frágil é aqueles que não possuam o mesmo sangue que o dele. O auxilio de um terceiro para cuidar de seus danos parecia frustrante e o que colocava os shinobis que dominam tal habilidade, serem extremamente relevantes em combates campais e até mesmo em missões mais reclusas e de alto risco. Se erguendo, caminha então em direção a porta da saída. Poderia ser deselegante de sua parte deixar tudo bagunçado, mas tinha uma boa noção de que no dia seguinte teria genins para cuidar disso, além de que não facilitaria para os novatos.

Palavras: 186  ~ Objetivo: Adquirir Iryoninjutsu Básico
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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Dom 9 Dez - 8:02

okok
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Kaido
Raikage
Kaido
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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Ter 11 Dez - 2:03

Aquela era a primeira vez em dias que Radagast pisava fora de sua residência, ou como gostava de chamar, "casulo". Durante dias o perturbado e sonhador shinobi passara estudando uma nova espécie, que havia encontrado em suas viagens de campo. A vespa trovão, inseto ameaçador e dotado de grande poder, agora dividia o corpo e a energia de Radagast, junto aos demais e familiares insetos que estavam ali desde o nascimento do jovem.
Radagast, vestindo o familiar colete de sua vila, porem com seu popular cabelo sujo e desgrenhado, de onde se erguiam a morada de muitos de seus colegas, cortava as ruas da vila, se dirigindo a um lugar deveras familiar e reconfortante para o shinobi. Nas ruas, as vespas trovão, ainda não habituadas com a movimentação da vila, zanzavam em torno de Radagast, avançando, ameaçando e impondo terror nos civis e demais shinobis que passavam - Calma, eles podem ser ignorantes, mas não representam nenhum perigo -.
Ao chegar dentro das dependências da biblioteca, Radagast ordenou que todos seus insetos se recolhessem e se escondessem dentro das diversas tocas, buracos e extremidades que para eles já eram familiares - Existem lugares onde as regras devem ser respeitadas, por mais bestas e sem fundamentos que essas sejam -. Zanzando pelos corredores, Radagast procurava qualquer material que ele pudesse usar para sua distração e aprendizado - O processo civilizatório, Retórica... Por mais que seja interessante estudar uma espécie tão diferente e seu comportamento social, acho que devo escolher algo mais prático, algo como... Geografia e mapas. Conhecer a morada de novos insetos a serem estudados -. Com um sorriso ambicioso estampado em seu rosto, o jovem se colocou a apanhar dois volumes grossos que tratavam do estudo de geografia e de mapas mundi e específicos do país do trovão.
Com os libros em seu colo, Radagast procurou um canto afastado do edifício, um beco se saída formado por paredes e prateleiras, com livros tão banais e tediosos que nenhum ser ousava se aproximar - Aqui esta perfeito -. O jovem sentou-se, apoiando suas costas contra a parede rochosa fria e suja, e tratou logo de abrir o livro que trazia consigo. Em meio a quietude, Radagast viu sua mente mergulhar nas paginas da volumosa enciclopédia de geografia, que devorou, como um miserável, que encontrava na leitura o conforto espiritual necessário para continuar tocando a sua vida.
Radagast só voltara a se mover uma hora mais tarde, quando insatisfeito, voltara a vagar pelos corredores da biblioteca, procurando novos livros de seu interesse. De volta ao seu canto, isolado, com um volume a respeito da história de seu vilarejo e região, Radagast mais uma vez se colocava em uma posição e estado de espirito quase meditativo, onde adentrava em um novo mundo, distante daquele material, um mundo de idéias, planos e sonhos, um mundo de conhecimentos e possibilidade.



HP: ❲ 1.250 • 1.250 ❳ CH: ❲ 1.425 • 1.425 ❳ ST: ❲ 00 • 07 ❳ V: ❲ 01 • 03 ❳

Considerações”:
Equipamentos”:
Jutsus Utilizados”:



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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Ter 11 Dez - 2:39

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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Ter 1 Jan - 14:40



Biblioteca de Kumo - Página 2 Original
everything has its beginning

O dia acabara por nascer, quando aos poucos, levantava-me.

Ainda estava cansado do dia anterior, mesmo não tendo nada em específico que fazia-me sentir daquele jeito. Inicialmente, apenas me sentei naquela cama macia, levando minha mão direita à minha cabeça. Aquela dor aguda era comum e, geralmente, estava presente sempre quando acabava por dormir mais do que o planejado. Algum tipo de aviso divino que deveria estar fazendo algo bem melhor do que ficar deitado? Provavelmente não, mas o levava daquela forma. Talvez por dar certo tom mítico e divertido ao caso.

Por que eu prometi ir tão cedo? — Questionei-me retoricamente, apenas suspirando. Geralmente, não teria o feito, de fato, precisava me empenhar mais para que pudesse fazer algo de bom daquela vida. Os deuses haviam dado-me-a e, até então, desde minha chegada a vila em questão, como resposta, apenas pude tornar-me um shinobi. Algo pequeno, de fato, mas uma conquista que nunca sonharia. Alguém como eu, alguém da minha família, viveria apenas pela destruição e por batalhas. Eu não era daquele jeito, visivelmente. — Vamos, Mitsuya. Você quer devolver ao mundo todo o bem que ele te fez, não é? — Sussurrei, balançando a cabeça. Mais um bocejo viria logo em seguida, enquanto forçava-me a levantar. Movi-me em direção ao banheiro e, por lá, permaneci por algum tempo, até que pudesse ter plena certeza de ter feito tudo que, de fato, fosse importante, como escovar os dentes e afins.

Biblioteca, certo?
E, talvez, treinar alguma coisa — Com algumas trocas de palavras com a própria parede, arrumava meu cabelo, forçando alguns fios a se tornarem semelhantes aos outros, embora sem êxito. — Merda — Estralei a língua, forçando-a contra o céu da boca.

O que seguiu-se a seguir, fora a tentativa chula de tentar achar algo para que pudesse beber. Café, em específico. Revirava todos aqueles armários logo após ter andando em direção aquela cozinha, embora sem sucesso. Talvez tivesse esquecido de comprar - oque era o mais provável -, mas de qualquer jeito, começar o dia daquele jeito tão nulo era irritante. — Hoje certamente não é meu dia — Ri, para que simplesmente não caísse em minha própria desgraça. Havia tempos que não comia algo, de fato, mas alimentar-me de seres humanos, civis, comuns, era irredundante ao que eu acreditava e, não o faria. Talvez saísse mais tarde, para uma missão, e o faria. Mas somente assim e desta forma. Não seria tão baixo quanto seus familiares.

" Eu não sou deste jeito, entendeu vovô? Não sou "

Para alguém de meu clã, ser daquela forma, poderia significar a morte e, sim, eu sabia o quão poderia me arruinar com todos aqueles pensamentos. Mas não podia fugir daquilo que acreditava e, sem dúvidas, não decairia. Havia muito oque fazer, e podia me concentrar nisso. Por hora, mas podia. A passos lentos, passava por dentre muitos lugares famosos daquela vila, desde o quartel general, à até mesmo, o centro comercial, indo de encontro à uma porta de tamanho suficientemente chamativo. Haviam janelas proporcionais, boas o suficiente para iluminar o conteúdo interno. Empurrei-na com a mão esquerda, forçando um sorriso e, então, adentrei o lugar.

Como sempre, arrumado, como o esperado. Olhei ao meu redor, pude ver algumas mesas vazias, assim como cadeiras. Provavelmente acabaria por usar a mais distante do público. Não queria causar nenhum tipo de comoção e, consequentemente, não o faria. Por muito tempo, não era tão fã daquele tipo de cultura, posta sobre papéis, que forçava-nos a pensar e ler, além de ter uma compreensão dinâmica, mas desde que havia começado, teria sido aquilo, transformado num novo amor. Tempos atrás, muitos forçavam-me a ler, falavam o quão positivo era faze-lo e, o quão o próprio cérebro treinava e, embora, até hoje não tivesse plena certeza da veracidade, meu conceito linguístico agradecia imensamente. Aprender palavras novas e seus usos havia deixado-me mais culto e, talvez, educado.

Quando se é criado para ser uma coisa, que simplesmente mata, aprender a ler é ineficiente, então, até os oito anos de idade, não sabia nem ao menos escrever meu próprio nome.

Meu objetivo ao adentrar aquela biblioteca? Certamente, ler. Mas, além disto, ter uma base de aprendizagem geográfica. Seria bom saber onde pisaria dali para frente, quando fosse em alguma missão, em específico, além de ser positivo em todo caso. Saber sobre o mundo nunca era de mais e somente agora entendia este conceito. Buscava inicialmente um mapa sobre o interior de Kumogakure e, encontra-lo parecia ser um pouco mais fácil do que esperava. Havia, de fato, muito para que pudesse re-lembrar por ali, mas, ao que tinha caminhado desde seus primeiros dias, mostrava-se coeso com informações demonstradas no papel. Restaurantes, pontos específicos e afins. Muito poderia mostrar-se inútil, mas saber onde é o mercado com o café mais barato poderia salvar uma vida. A minha, nesse caso.

Entradas, portões e áreas, também, eram demonstradas a dedo e de maneira um tanto quanto preocupada. E, inclusive, dando uma informação extremamente útil, havia um lugar específico para treinamento. " Talvez eu vá até lá, depois " Pensei, levando a mão até o queixo. Em todo caso, seria necessário um treinamento corporal. Há muito, não tinha dado muita importância a minha Kekkei Genkai e, por mais que não tivesse apresso algum à família, pode-se dizer que a única coisa que ainda o fazia ter alguma ligação, por bem ou por mal, era aquilo e a dor agradável que o proporcionava. Podia parecer estranho, mas sentia-me pressionado a sentir certa gratidão a tudo que ocorrerá até então. Se não fosse por isto, talvez, estivesse ainda de baixo das asas.

De qualquer forma, apenas dei continuidade aquela leitura inicial sobre os pontos mais importantes do vilarejo e, quando finalmente tivesse em mente suficiente, apenas seguiria em frente. Guardando-o em seu determinado lugar e, visando agora, encontrar o global. Como previsível, encontrar algo daquele gênero seria um pouco mais complexo, devido à todas informações necessárias, mas após alguma pergunta a própria bibliotecária - possivelmente novata - acabou por encontrar o outro mapa. Felizmente, não era tão complexo, de fato, mas bem maior. Guardar tudo aquilo em mente seria impossível, óbvio, mas saber o básico, como direções seria mais que o suficiente.

Outras vilas tão grandes quanto essa? — Um pouco surpreso, apenas continuei sua leitura parcial.
Interessante — Sussurrei, observando algumas zonas em específico. Havia também outros vilarejos, menores, além de áreas de risco. Talvez mercenários?

O tempo havia passado desde minha entrada naquele lugar, mas devia admitir, cada minuto, estava valendo a pena. Leitura geralmente acalmava-me e levava para longe todo e qualquer tipo de pensamento negativo. Ter de acordar com medo e assustado todo dia parecia extremamente ruim para a saúde geral, física e mental e, na verdade, tentar entender a causa por trás disto e resolve-lo seria meu próximo passo. Um ponto em específico é que, depois de tanto estudar e pesquisar por aquele lugar, sentia que aos poucos, cada palavra dita anteriormente, sobre o quão aquilo desenvolvia o cérebro e a inteligência, era real. Entender sobre o mundo, seu funcionamento, além de inúmeras outras coisas, parecia ser o melhor treinamento possível.

Tendo pesquisado suficientemente, guardaria o outro mapa em seu lugar, arrumando se fosse necessário. Não queria causar nenhum tipo de trabalho desnecessário a bela mocinha que antedia naquele horário e, em específico, por não querer ser interrompido de continuar a frequentar o lugar. Obviamente, para aquele dia, as pesquisas chegariam ao seu fim, mas, havia muito mais a ser descoberto, em outros tempos e em outros dias. Quanto ao que faria logo em seguida? Provavelmente aproveitaria o restante do dia em algum lugar, talvez uma missão. De qualquer forma, apenas sairia daquele lugar pela mesma porta que entrou anteriormente, bocejando. O primeiro passo estava completo!

HP [350/350] | CH [350/350] | ST [0/5]


Arsenal:

Importante:

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Emiya
Chūnin
Emiya
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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Ter 1 Jan - 20:16

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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Sex 11 Jan - 18:37

Um passeio inesperado até a biblioteca!


Aproveitando o dia de bobeira, sai de casa durante a tarde para passear, o dia estava calmo e o vento balançava meu cabelo, a sensação da brisa batendo em meu rosto me deixava animada, fazendo aumentar o passo enquanto cuidava as pessoas que estavam na rua; Esse horário já não era tão movimentado, mas ainda havia bastante gente andando, daqui a algumas horas começaria a noite, e mesmo com os estabelecimentos cheios e barulhos de conversas e cantos vindo deles, as ruas em si ficariam mais vazias, era um momento que eu apreciava, o cair da noite. O vento se tornando gélido, o céu escurecendo e o brilho do luar, ainda estavam distantes de acontecer, mas sem nenhum planos, talvez vagasse pela vila até a noite, ou era isso que eu planejava, até em meio do passeio, encontrar uma antiga instrutora da academia, uma morena de seus 1 metro e setenta, um corpo invejável e um corte curto e selvagem, totalmente branco. Era, certamente, uma das minhas professoras favoritas, e a mais bonita sem dúvidas. [Img]
— Iris! Quanto tempo mocinha, nem parece que você se graduou a pouco tempo, tanta coisa pra fazer, parece séculos desde que dei a última aula para sua turma. Sua voz era firme e forte, falava em um tom despreocupado, com um sorriso no rosto sincero.
— Haha, então anda ocupada na academia? — Respondi dando uma pequena risada, lembrando da época de ensinos, sempre era uma correria, manter o ritmo era puxado para os alunos, nunca havia pensado o quão difícil seria para os professores. — Mas não se esqueça de mim, hein! eu não sai faz tanto tempo assim! Hunf Fiz uma cara de emburrada, colocando a mão na cintura e reclamando para ela, ao terminar, cruzei os braços, fitando-a.
— Não se preocupe, eu nunca vou esquecer dos meus queridos pupilos, do mesmo jeito que não esqueceria das tarefas delegadas a eles. Sua frase começou comum rosto amigável, porém a cada palavra ia se transformando com uma malícia. —Você parece bem desocupada, não é? Fu-fu, imagino que já tenha feito as leituras opcionais que eu fortemente sugeri a vocês após o fim das aulas, não é mesmo? Ao dar sua risadinha, colocou a mão na frente da boca, aquele era um dos 3 sinais do castigo, ela e outros 2 instrutores haviam uma mania de fazer algo antes de nos punir, talvez uma maneira de nos defendermos de seus ataques de raiva.
— Talvez... eu não tenha lido todos ainda... mas... eu pretendia ler... quer dizer... eu ia ler, isso, hoje, eu estava indo ler hoje! É claro. De todos os professores, ela certamente era a que eu mais tinha intimidade, e se não fosse por isso, talvez não conseguisse criar uma desculpa boa tão rapidamente, porém minha timidez não era um empecilho com pessoas conhecidas.

"Há-Há, toma essa, destino! Me safei! Mais uma vitória para a conta de Iris Jiyūna"

— Então irei acompanha-lá, senhorita Jiyūna, até a biblioteca. E como uma ótima sensei que sou, irei solicitar que liberem todos os livros que eu havia pedido que você não leu, de uma vez, já que falta pouco, você deve conseguir terminar hoje, não é? Fu-fu-fu

"É, talvez eu não tenha me safado tanto assim..."

Acompanhada dela, logo chegamos na biblioteca, onde acabei ficando com uma pilha de livros para ler, e de relance vi ela me abanando e saindo da biblioteca, com um sorriso satisfeito no rosto.

— Droga...

Havia 4 livros na mesa, me estiquei, pensando em qual eu começaria.
Mapa do país, mapa múndi, história do vilarejo e, especialmente indicado apenas para mim, conhecimentos básicos de selos de mãos.
— Pfft, só porque eu me confundo um pouco fazendo eles e preciso ir devagar, eu não deveria ser obrigada a reler leitura de acadêmicos! Eu já sou uma Gennin!

— SHHHHHHHHH

Cabisbaixa, peguei um livro que me interessasse mais, o mapa do país. Abrindo ele, havia diversas informações básicas, como o tipo de solo e vegetação encontrado na área, a climática sobre cada estação, o relevo presente na maioria do território, uma lista de animais possíveis de se encontrar percorrendo o país do relâmpago e pequenos adendos sobre quais são suas utilidades, uma introdução sobre a cultura e população que habita as diversas áreas e o nome das aldeias notáveis de serem mencionadas.
Com cuidado, eu ia passando de palavra por palavra sobre o país que eu nasci, informações o poder militar de modo abrangente para não dar dicas de invasão, o como se aproveitar das naturezas naturais e razões desmotivando qualquer invasor, a economia forte bem protegida eram o que haviam já ensinado na academia, mesmo assim, ler detalhadamente sobre provia informações que eu jamais havia imaginado, contudo duas coisas me chamaram muita a atenção no livro; A primeira era a respeito das defesas naturais, como a altitude dificultava a respiração de invasores, cansando-os, e como isso nos tornava mais aptos a ter um sistema respiratório mais expandido, facilitando nossos pulmões de suportar mais ar e nos manter sem oxigênio por mais tempo, e a segunda, um trecho escrito na página que outrora não esteve aqui, o qual dizia "Você está em busca de se tornar um melhor ninja?", por mais que a curiosidade me intrigasse de quem havia escrito aquilo, não perguntei ao funcionário cuidando do local, provavelmente haveria um monologo aqui, mas o vândalo que iria escrever deve ter sido impedido antes.

Pegando o segundo livro, era mais abrangente, contendo informações gerais de todo o continente, esse era o único livro que eu realmente desejava ler, contando histórias sobre como o resto do mundo é, ou era, ao menos, porém começar por ele seria um erro, já que eu me entediaria demais relendo apenas fatos de Kumo e provavelmente dormiria, tomando uma bronca. Seja como for, estava na hora da segunda leitura.
O texto começava com o país do fogo, mencionando sua grande extensão e diversas aldeias dignas de visita, o livro era um pouco diferente do primeiro, contendo mais informações turísticas e fatos curiosos que dados palpáveis, e isso me agradou, pois eu estava atrás de um pouco de diversão.
Além dos pontos de interesse no País do Fogo, sendo muito deles templos e banhos termais, mencionava sobre Konohagakure, a vila oculta da folha, que era a protetora do país e formadora dos ninjas de lá, bem assim, bem abrangente e vago.
Seguindo, era sobre o País da Água, seu clima mais frio, âmbito perigoso composto de diversas ilhas e lar de diversos mercenários e assassinos, o lugar possuí um ou dois pontos muito interessantes, mas os riscos não compensam, suponho. A vila que protege o país da água é Kirigakure, muito brutal em seus ensinos, fim.
O terceiro texto era a respeito do País da Terra, a maioria de suas atrações são grandes estátuas de pedra em formatos curiosos naturais, a vila ninja localizada lá se chama Iwagakure, e seus ninjas costumam ser uma linha de frente poderosa.
O quarto texto é sobre o País do Relâmpago e sobre quase tudo que eu já havia lido, mas novamente algo curioso me chamou atenção, a mesma caligrafia de antes, estava presente nesse livro, na parte inferior, grifado "Pois há um segredo, de como se tornar mais poderoso verdadeiramente.", agora minha especulação mudara, talvez o garoto ou garota não tivesse sido interrompido, e sim ter continuado aqui, já que os dois livros eram de semelhança temática.
Segui para o último texto, atenta sobre qualquer outra escritura, mas havia apenas informações do País do Vento, seu grande deserto sem quase nada, e a vila ninja presente, Sunagakure.

O próximo livro para achar mais uma frase do misterioso escritor devia ser o mesmo que eu devia ter que pegar, a história de Kumogakure.
Abri o livro, lendo cada página com certa velocidade, mencionava o início da reconstrução da vila de Kumogakure após o fim das guerras civis, com participação dos Yotsuki principalmente, em 14DG, em 17 DG a formação de um exército para proteger a vila de futuros ataques, os feitos de 21 e 22DG, trazendo a independência da vila e o conflito entre os 2 líderes, menção de tentativas de ataques, golpes e invasões durante vários anos, bláblá, não consigo me concentrar direito sem achar a maldita frase do livro, argh! Comecei a passar mais rapidamente as páginas, a parte final do eventos eu sabia relativamente bem até, e um pouco antes eu tinha uma noção, o que realmente me intrigava era — Isso! Exclamei ao achar a ortografia distinta do resto do texto, fora do padrão de texto, escrito em um canto "Shhhhhh", não, isso foi a voz de alguém, bem, tanto faz. "Se deseja descobrir esse tesouro, ei de lhe dar."
SÓ ISSO? Droga! Mordi meu lábio de raiva, se é uma frase de cada vez, é melhor eu pular pro último livro na sequência!

Me levantei, fui até de onde vinha os "Shhh" e, após juntar coragem, perguntei a moça de idade avançada qual os livros e pergaminhos estavam dispostos para Gennins.
"Tirando os que você tem ali, é os fundamentos de Taijutsu, Ninjutsu, Genjutsu."
Voltei a minha mesa, me sentei e comecei a pensar, se de início é para aprender sobre os locais, e depois a história, então se termina com os fundamentos ninjas. O começo seria Taijutsu, a base de todo ninja, qualquer um sabe e treina isso desde pequeno, o próximo passo então seria entender o Ninjutsu e Genjutsu, respectivamente falando, e por último aprender como realizar eles, com os selos.

Olhei para a mesa, onde havia três livros próximos atirados em um canto, e do outro lado, sozinho, o último e único livro que eu não havia tocado dos 4.
— Parece que eu não vou conseguir escapar de você, huh? Dessa vez, atenta, murmurei ao invés de falar alto, peguei o livro em mãos, soltei um suspiro e comecei a ler ele.

O livro explica o nome de cada selo e sua função geral, dando mais ênfase no Kai, selo único para liberar Genjutsus, mas também menciona a simbologia de cada nome e posição de dedos, de como eles conseguem causar nosso chakra a liberar a energia desejada e parte fica apenas ao misticismo, pois mesmo sabendo a base e como funcionam, ainda não havia explicação completa para os motivos e razões.
"Tá ai o motivo de eu não me dar bem com isso, nem os peritos sabem direito."
Seja como for, mantive certo foco na leitura, sabia que essa era uma das áreas que eu pecava, e não gostava de ficar para trás, chegando ao final do livro, achei a frase misteriosa.
"É isso. Compreende? Você ganhou o poder." Bem, talvez pular para o último livro não tenha feito tanto sentido, talvez esteja no de Genjutsus como adquirir mais poder? Mas eu não vou ler um livro que já compreendo os básicos pra uma piada de mal gosto desse cara, sequer vou aprender alg — OH!
Uma súbita realização me acerta em cheio, o poder é o conhecimento.
"Clichê. Pft"
De primeira impressão foi legal, só que, meeh, bem, realmente, isso ajudaria novatos a se interessar mais nos livros e continuar eles, seja quem for que teve essa ideia, está de parabéns, também me divertiu enquanto eu lia.

Me levantei, com os quatro livros em mãos, e os entreguei a senhora, com um gesto de cabeça agradeci, e ela apenas os pegou e se levantou lentamente da cadeira, indo por em seus respectivos lugares, sai rapidamente e percebi como estava escuro.
— Bem, consegui a caminhada que eu queria durante a noite e matei o tempo até lá com algo útil, huh.
Segui meu caminho até em casa, observando as ruas vazias e sentindo o cheiro de comida dos bares, coloquei as mãos no bolso e percebi que não havia trazido nenhum doce comigo, com um suspiro de decepção, acelerei o passo, encurtando meu passeio para suprir minhas necessidades de açúcar.



Resumo:

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Naomi
Genin
Naomi
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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Sex 11 Jan - 20:01

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fire blacksmith

Zireael
Chūnin
Zireael
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fire blacksmith

Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Qui 31 Jan - 20:11


se possível, não plagie o template. deveras agradecido.knowledge is power

— Início.

Desfilando pelas alamedas de Kumogakure, um exótico desejo ressoou nos pensamentos da kunoichi de cabelos dourados. Ultrajada pelos mesmos, mudou o rumo de seus passos em meio aos transeuntes da manhã, os quais insistiam em preservar a entropia nas vielas do aldeado. Séria, modelou seus movimentos para evitar o contato com outrem, concomitante a que os olhos esmeraldinos focavam no horizonte, buscando o esplendor de seu destino. Subitamente, graças ao acaso, encontrou a biblioteca, abruptamente ascendendo seu corpo na longa escadaria de pedra que daria acesso ao interior do estabelecimento. Adentrou, sem nenhum obstáculo, demonstrando os reais benefícios de ser a assistente particular de um kage. Alcançou uma ala de livros, obras e documentos, tomou para si alguns exemplares, e subiu mais uma escadaria, postando-se no pavimento de leitura em uma mesa aconchegante.

— Mapa do País.

Acima da grande pilha de livros, encontrou-se com dois pedaços de pergaminho, cada um deles portando um tipo de mapa diferente. Com cuidado para que a delicada folha não fosse danificada, desembrulhou a primeiro das projeções cartográficas, notando uma epígrafe no alto do documento. Kaminari no Kuni, era o que estava escrito, ainda com os respectivos kanjis desenhados abaixo do nome. Como uma kunoichi experiente, a Pendragon já conhecia grande parte das regiões do País do Relâmpago, inclusive informações de locais desconhecidos aos mapas, como a Montanha da Tranquilidade dos Hoshizora no Tora e o reino mágico de Camm, sua terra natal. Usou do mapa para relembrar seus conhecimentos, fechando-o em poucos segundos e partindo para o próximo.

— Mapa Mundi.

Depois de guardar o mapa do País do Relâmpago, Arthuria preparou-se para abrir um documento visivelmente maior, o que indicava a existência de um maior contingente de informações. Com sede de conhecimento, desembrulhou o rolo do pergaminho e deparou-se com um mapa de grandes proporções, uma projeção cartográfica muito bem trabalhada. Apesar de ser uma nata conhecedora de seu país, a Pendragon não era especialista nos outros quatro; e este mapa mundi foi responsável por sanar suas dúvidas a respeito. País do Fogo, País da Água, País do Vento, País do Relâmpago e País da Terra. Agora, com esses novos conhecimentos, a kunoichi tinha uma maior noção de espaço e proximidade entre os diferentes países e suas respectivas aldeias ocultas.

— História Básica do Vilarejo.

Após ficar um grande período aficionada com o mapa mundi, a kunoichi de cabelos dourados achou melhor passar para outro exemplar. Colocou o pergaminho em uma nova pilha, ao mesmo tempo que usava a outra mão para tomar posse de um livro capengado, provavelmente um dos mais antigos da biblioteca. Com cuidado, tratou de ler devagar as informações da obra, entendendo que era um registro fidedigno da história de Kumogakure no Sato. Os relatos iam desde a dinastia dos kages A e Thor e paravam no governo de Tupac, shinobi que Arthuria conhecera no passado. Atentava-se em cada detalhe proporcionado pelo exemplar, e celeremente, devorou o livro.

— Conhecimentos Básicos de Genjutsu.

Lentamente, deixou o livro anterior na pilha de descarte e partiu para o próximo, pegando um exemplar mais curto. Criando preconceitos, esperava ler um artigo que não lhe acrescentaria nada, mas se enganou. Leu sobre a arte dos genjutsus, e a forma como eles funcionam. Resumidamente, as técnicas ilusórias se dão quando um shinobi estende seu fluxo de chakra pelo sistema nervoso central de seu oponente, com o intuito de controlar sua mente ao afetar todos ou parte de seus cinco sentidos. Com isso, as notas do documento explicavam formas de como combater essas técnicas, e Arthuria tomou tais conhecimentos para complementar suas estratégias em batalha.

— Iryōninjutsu Básico.

Após descartar o livro de genjutsus, Arthuria pegou um exemplar da mesma coleção, escrito pelo mesmo autor. Dessa vez, a obra não revelava os segredos das técnicas ilusórias, mas sim das técnicas médicas, os chamados Iryōninjutsu. Em resumo, trata-se de um ramo de ninjutsu focado na arte da cura, usando de perícias biocinéticas para manipular os tecidos e fluidos corporais para restaurar a saúde do seu alvo. Além desses conhecimentos, a Pendragon também aprendeu que os Iryōninjutsu atuavam com o uso de venenos e até mesmo com o aumento da força bruta, mas tais informações eram escassas na obra que lia, infelizmente.

— Kanchi Básico.

Ainda na série de livros versado em esclarecimentos de competências shinobis, a kunoichi de cabelos dourados tomou para si mais um. Era uma obra do mesmo autor de antes, mas desta vez, exprimia alguns detalhes sobre a arte do sensoriamento, comum aos ninjas sensores. Kanchi no Jutsu, este era o nome. Rapidamente, as pupilas da moça perpassaram pelas páginas antigas e tomavam nota dos conhecimentos abordados no exemplar, entendendo a excêntrica habilidade que era o Kanchi. Tomou nota de distâncias, consumos de energia e até mesmo o nível de sensoriamentos, os quais certamente podiam variar entre shinobis. Por fim, fechou o livro, indo para o próximo.

— Chakra Kyūin Básico.

Na pilha de livros, este era o último daqueles que detinham informações sobre competências de shinobis. Desta vez, o título falava sobre uma arte oculta, comum apenas ao mais versados: o Kyūinjutsu. Com o Kyūinjutsu, o usuário era capaz de absorver o chakra de um lugar, geralmente de um oponente, e incluí-lo às suas próprias reservas de chakra. Em certos casos, essa energia adquirida poderia ser usada até mesmo para catalisar o poder das investidas dos utilizadores, aumentando a potência do golpe gradativamente. Feliz de ter terminado o compilado de obras daquele maldito autor, deixou o livro na pilha de descarte partiu para o próximo.

— Bijūs Básico.

Sem pressa, Arthuria tomou para si dois novos pergaminhos, certamente menores que os mapas que leu outrora. Gentilmente, abriu o menor dentre eles sem pestanejar, lendo o título estampado no alto. Bestas com Cauda. Admirada com a epígrafe, começou a ler o documento, tomando conhecimento sobre o mito da criação daqueles monstros mitológicos. Ichibi, Nibi, Sanbi, Yonbi, Gobi, Rokubi, Nanabi, Hachibi e Kyūbi. Estas são as noves bestas com cauda, que foram concebidas pelos poderes lendários do Sábio dos Seis Caminhos, Rikudou Sennin. Enrustida na temática diferente, Arthuria guardou o pergaminho e partiu para o próximo, visivelmente ansiosa para ler a continuação.

— Bijūs Avançado.

Abriu o pergaminho com excitação, ansiosa para ler o desenrolar da trama das Bestas com Cauda. Contudo, a destruição narrada no papiro daquele pergaminho foi de encontro às expectativas da jovem Pendragon. Lentamente, a kunoichi deixou-se levar pela tristeza, lendo os relatos dos ataques das bestas, as quais eram cruelmente usadas como armas de guerra. Ainda assim, as aldeias entendiam-nas como desastres naturais que precisam ser detidos e selados para que seu poder não se espalhe pelo mundo. De fato, Arthuria não concordava com isso. Por fim, a kunoichi leu a narrativa sobre a Nove Caudas em Otogakure, fechando o pergaminho e devolvendo-o para a pilha.

— A Tragédia Uchiha.

Dessa vez, o livro é diferente. Olhou para o exemplar com certa dúvida, ao mesmo tempo que tentava abri-lo, mas sem sucesso. Inteligentemente, a kunoichi aplicou uma parcela de seu chakra na capa da obra, que se abriu magicamente após um ruído elétrico. O livro havia sido trancafiado, provavelmente para esconder seu conteúdo. Como uma aventureira, a Pendragon adentrou nas entranhas do livro, descobrindo os segredos do clã Uchiha, uma família de guerreiros dotados de uma habilidade ocular singular, acometidos por inúmeras experiências. Enquanto lia o exemplar, Arthuria assomava o conhecimento adquirido com seu convívio prévio com membros desse clã, os quais a kunoichi já se deparou em algumas de suas empreitadas.

— Informações sobre o Mokuton.

Após fechar o livro dos Uchiha, Arthuria passou para o penúltimo, um livro mais curto, porém, deveras instrutivo. A obra fazia um relato sobre o Mokuton, um dos elementos secundários do chakra, que consiste na utilização da madeira para realizar ataques e defesa. Sincrônica à leitura, a jovem Pendragon relembrava-se de um kage que fora capaz de usar essas técnicas em um momento passado, quando ela e outros foram lutar pelo mundo na Cordilheira dos Deuses. Rapidamente, leu tudo o que estava redigido no livro e compreendeu sua mensagem, notando o poder daquele elemento e sua utilidade em batalhas. Botou o livro na pilha de descarte e partiu para o último.

— Nuvens Cheias de Sangue.

O último dos livros tinha um acabamento bem simples, mas com um título generosamente chamativo. Nuvens Cheias de Sangue. Arthuria abriu o exemplar e começou a lê-lo, tentando não devorar as páginas assistidas por uma escrita homérica. Contudo, seu esforço foi em vão. Após algumas horas, terminou um romance com um ar de espanto, surpreendida por aquele conto ter se baseado em um acontecimento recente, que envolveu Kumogakure e os Jashinistas. Por sorte, aquele conto era útil para que a kunoichi ficasse à par de todas as habilidades usadas pelo servo de Shaka naquele confronto, o que a deixava em uma posição mais confortável quanto a conhecer os adversários jashinistas. Leu o nome do autor, Hazuki Mako, e guardou-o na mente.

— Fim.

Arthuria saiu às pressas da biblioteca. Antes disso, deixou todos os livros em sua respectiva estante e saudou a bibliotecária, que estava prestas à fechar o estabelecimento. Dirigiu-se às vielas de Kumogakure, voltando para sua casa enquanto era abençoada pelo esplendor lunar.

Arthuria, 1255/1225; 1650/1650; 00/400; 00/08.

Considerações:
Serena

Selina
Chūnin
Selina
Vilarejo Atual
Serena

Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Qui 31 Jan - 21:44

Tá otimo @

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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Qui 7 Fev - 17:11




Conhecimento é poder
ライフコブラ

Havia me graduado para Chunnin, e isso me deixou um tanto intrigada com o que tinha na secção exclusiva de livros para os Ranks mais altos, tudo que é proibido tem seu sexy appel.

Fui até a biblioteca, onde consegui retirar três pergaminhos;

Iryoninjutsu Básico

A arte do Iryoninjutsu é fundamental para o sucesso de qualquer equipe, todo grupo deveria no mínimo possuir um membro apto para realizar os fundamentos de Iryo.

Iryoninjutsu é, fundamentalmente, a arte de expelir o chakra de forma curativa pelas palmas das mãos, reduzindo hematomas, fechando ferimentos e até mesmo reparando órgãos. O nível de habilidade do indivíduo em controle de chakra dita parte da sua eficaz nessa área, sendo a outra o quanto ele gastou aperfeiçoando os mandamentos e técnicas.

Não apenas usado no campo de batalha, é também usado no tratamento de enfermos dentro das vilas ocultas.

Ninjas médicos possuem quatro regras, sendo elas;
I — Nunca desistir de um tratamento enquanto o sujeito esteja vivo.
II — Nunca o ninja médico deve ir sozinho para a linha de frente.
III — Nunca devem por suas vidas em risco até que sejam os últimos do pelotão.
IV — Somente ninjas médicos extremamente habilidosos com Jutsus especiais podem desacatar as leis acima.

"Hm, eu não sabia a respeito dessas regras, e o controle do chakra dita o quão efetivo a cura pode ser... Faz sentido, né; É um jutsu, segue o mesmo fundamento, melhor o controle, melhor vai ser o efeito."

Kanchi Básico

O Kanchi é uma técnica presente em todos Shinobis, porém para ter proveito real dela, é necessário um treino intenso.

A arte de sentir o chakra inimigo foi desenvolvida de modo subconsciente, sendo facilmente identificado a frente de inimigos poderosos, contudo ao refinar essas técnicas, é possível rastrear um Shinobi a diversos metros ou até quilômetros. Sensores habilidosos, além de conseguirem sentir a presença de Chakra de uma longa distância, podem até mesmo definir qual a natureza principal da pessoa e parte de sua personalidade, como por exemplo, sentir um chakra mais "frio e escuro" geralmente indica alguém agressivo ou em busca de vingança.

Ninjas sensores extremamente habilidosos conseguem desenvolver técnicas próprias, das quais funcionam também fisicamente. Alguns exemplos;
Imbuir chakra na areia, sentindo inimigos que se aproximem.
Criar gotas de chuva ligadas aos seus sentidos, de forma que podem sentir o inimigo ao adentrar a área.
Enviar chakra através de teias, as quais ao toque, emitem um sinal para o usuário avisando da presença de algo ou alguém.

As técnicas sensoriais são categorizadas como ninjutsus suplementares de alcance indefinido.

"Uou! Isso seria muito útil... Eu posso me esconder atrás de algo, sentir o inimigo e disparar uma flecha a distância sem mesmo ter contato visual."

Chakra Kyuin Básico

Chakura Kyūin Jutsu é literalmente "Técnicas de Absorção de Chakra". Tal vertente permite que o usuário absorva o chakra de outro adversário, sendo facilmente usada em contato direto, como por exemplo pondo a mão em seu adversário ou o imobilizando. Porém, não subestime esse estilo como algo físico, é possível imbuir técnicas com a absorção, sendo mais fácil usadas em Suiton ou Doton, que rodeiam o adversário, facilitando o contato, porém existe técnicas específicas que também realizar o trabalho, como Mokuton ou insetos.

O efeito é muito útil, pois além de esgotar as reservas de chakra inimigo, exaustando-o e limitando seu arsenal de técnicas, supre as suas reservas, enchendo sua própria energia e lhe permitindo lutar por muito mais tempo.
É válido lembrar que, reduzindo em níveis agravantes as reservas inimigas, eles podem vir a desmaiar, e até mesmo óbito.

É uma técnica bem invasiva, considerada suplementar.

"Hmm, isso parece bem perigoso. Mas Mokuton? O que será isso? Talvez tenha algum livro a respeito, depois eu procuro... e sobre os insetos, eek! Imagina estar na floresta e cair uma sangue-suga de chakra, que horror!!"

Havia terminado minha pesquisa por lá, então decidi que estava na hora de sair, em geral os pergaminhos disponíveis para Chunnins continham informações de Jutsus suplementares, talvez eu devesse buscar um desses...

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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Qui 7 Fev - 20:04

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"Eles são capazes de trapacear, roubar, bater na esposa, deixar morrer de fome a velha vovozinha ou matar a machadadas uma raposa pega numa armadilha. Por isso aos homens agrada inventar monstros e monstruosidades: sentem-se menos monstruosos.”
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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Qui 14 Fev - 19:35


­ A imparável Yamanaka acordava de uma noite de sonho turbulenta, com lembranças do terror que havia passado no mundo projetado pelo próprio subconsciente. O tédio enfadonho — esse era o seu maior terror. Ser passada para trás, ou ter uma vida humilde em algum lugar do mapa; não havia pesadelo pior do que este para uma máquina de matar, como ela era. O que deveria fazer para evitar isso? Talvez, não repousar dentro de sua casa era uma das atitudes que deveria tomar. Sabia que, além de tudo, precisaria obter alguns conhecimentos para poder tomar as melhores decisões que fossem afetar diretamente seu futuro. Para isso, rumou à biblioteca de Kumogakure, uma residência imensa cuja arquitetura possuía tantos detalhes que sequer eram percebidos pelos olhos azulados da garota determinada em aprender. Deixou sua casa às dez horas de uma manhã fria, caminhou pelo centro da rua com um capuz cobrindo-lhe as madeixas amareladas, e só o retirou quando pisou no solo concretado do local onde efetuaria seus estudos. Com algumas palavras trocadas com a atendente, dirigiu-se para uma das prateleiras e começou a fitar, de modo esparso, o titulo de diversos livros e suas devidas categorias, até que algum chamasse-lhe atenção o suficiente para que pudesse começar a ler.  
­
­ Escolheu o livro intitulado de "Geografia do Mundo e dos Países". Seus olhos passavam por cada letra e interpretava suas palavras formando uma nova informação no hipocampo, região do cérebro responsável pela memória fixa, que não se perdia com o tempo. Aprendia ali que Kumogakure havia perdido suas montanhas — fato que gerou uma mudança substancial no relevo — e que seu clima era assim devido a região em que se instalava. Via que havia tantos Países que ela mal poderia decorá-los facilmente. Ela era realmente uma garota de pouca sabedoria; era uma nada em comparação com o que havia fora das muralhas do País do Raio.

­ Sua próxima escolha foi um livro empoeirado que localizava-se no fundo da estante, que possuía uma capa azulada e seu título era "Bestas com Cauda". Este livro, por sua vez, mudou totalmente a percepção de Reika à respeito do mundo ninja, e de como os sistemas funcionavam. Era como se, sua vida virasse de ponta cabeça, ao descobrir que existiam seres monstruosos que portavam tanto chakra que poderiam destruir os Países que havia lido recentemente, e seus olhos cresceram demasiadamente por obter esse poder; ela poderia também causar uma grande destruição para todos seus oponentes.

­ A ida à biblioteca teria significado muito para a kumonin. Aprendia coisas que não obteria tão facilmente em outros lugares, exceto se conversasse com as pessoas corretas; mas não conhecia ninguém. Era uma sozinha no mundo que afastava as pessoas. Mas nada que ela se importasse tanto, Reika dava de ombros para esse tipo de sentimento afetuoso. Não deixou de ler a história do vilarejo em que morava, por uma questão de pura curiosidade, esse livro teve um impacto neutro com relação a sua cosmovisão, pois ela já tinha descoberto coisas tão interessantes naquele dia que nada mais lhe surpreenderia. Retornou para sua casa já ao anoitecer, apercebendo-se que aquele teria sido o dia em que conseguiu pegar livros e lê-los com afinco, diferentemente de todas as suas outras tentativas, em que lia três ou quatro páginas e fechava-os, sem dar uma segunda chance.

825/825 hp; 1150/1150 ch; 0/5 st
Cons.:

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"a humanidade não precisa de mais uma revolução;
o certo seria dizer que ela necessita reevoluir."

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'Shiro'
Tokubetsu Jonin
'Shiro'
Vilarejo Atual
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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Dom 17 Fev - 16:26

Sei o teor desses sonhos molhadosssss hehehe

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Genin
ripperox
Vilarejo Atual
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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Sab 16 Mar - 23:40

HP: 225/225 | CH: 225/225 | ST: 00/01
Conhecimentos e Exercício Mental

Eu havia recebido a minha bandana ninja e consequentemente meu título de Genin, me disseram que eu deveria esperar até o dia que aparecia alguma missão para mim. A ansiedade era tremenda, eu queria ir logo para o mundi, afinal, desde que aqui cheguei, nunca saí. Infelizmente, poucas coisas me restaram para serem feitas enquanto o dia não chega, minha cabeça me levou até a biblioteca de Kumo, talvez lá eu pudesse conhecer um pouco mais sobre a minha terra natal, Kirigure. Passando pelas sessões as quais possuía acesso, não encontrei nada sobre a Névoa, comecei a entender que, pelo menos até aquele momento, era interessante a Nuvem que seus Genins não soubessem de fato as histórias das demais vilas. Entretanto, com facilidade encontrei o livros com história da própria vila, o que fazia sentido, já que quem conhece os próprios erros tende a não repetir estes.


Passando meus olhos pelo livro, comecei a entender melhor a história da fundação da Kumogakure que eu conheço hoje. As trocas de Raikage, golpes e união entre famílias em prol da soberania da vila dentro de seu território, era interessante saber esse tipo de informação, cinquenta anos de uma história recente, que me mostrava um pouco o como esse mundo é sujo, ainda mais quando o objetivo é o poder. Confesso que meu principal objetivo não era exatamente saber sobre a Nuvem, mas sim achar algum traço da Névoa em sua história, e eu achei. Fiquei contente ao saber que um dia Kumo e Kiri já foram aliadas, o livro não estendia-se muito quanto a essa relação, só consegui descobrir que a aliança durou por volta de cinco anos e que acabou por conta da troca do Mizukage, refleti e lembrei das histórias que meu avô me contara em minha infância, sobre como a Névoa desandou por conta de atitudes cruéis tomadas pelo Kage, fez sentido Kumo cancelar a aliança. Foi pouco mas foi alguma coisa, parece que se eu quiser de fato saber mais sobre a minha a vila natal, eu não encontrarei dentro deste prédio.

*Conhecimento Básico da História do Vilarejo(197)

Achei que seria interessante saber onde exatamente fica Kirigakure em relação a Kumo. Percebi que, caso quisesse achar coisas concretas sobre a vila, eu precisaria um dia ir até ela, mesmo que o meu objetivo estivesse embaixo d’água. Um gigantesco Mapa Mundi disposto na biblioteca me ajudara a concatenar os lugares. Logo vi que a Névoa ficava logo abaixo do País do Relâmpago, fiz com os dedos pelo mapa, o caminho que eu pensava ter feito quando minha vila afundou, não lembrava de ter conseguido nadar tanto, mesmo com a minha habilidade inata, fiquei feliz de ter conseguido tal feito em terna idade. Subitamente, me questionei se o País da Água havia afundado por inteiro ou se só a Névoa tinha sofrido desse trágico fim, considerei mais uma vez como aquela biblioteca era rasa no quesito história externa. Notei também a localização das outras vilas que tanto ouvi falar no tempo de academia, Konoha possuía, igualmente, a melhor e a pior posição, ficando no meio de tudo. Suna, eu ouvira falar que um dia fora uma gloriosa vila mas que compartilhou um destino semelhante a Névoa, se encontrava ao lado oposto de Kumo, por fim, a Pedra era paralela a Nuvem, separadas por pequenos territórios. Tracei mentalmente um caminho possível para chegar um dia, novamente, em Kirigakure. Seria possível nadar até lá? Será que alguém ainda faz viagens para aquela região? Talvez, no território do País do Relâmpago, existisse um porto que indicasse uma possibilidade de viagens ao País da Água, decidi por tanto, pegar o Mapa do País que eu havia visto perto do Mapa Mundi.

*Conhecimento Geográfico Mundial Básico(267)

Com o mapa do país em mãos, me dediquei a identificar os principais pontos do País: Sede do Governo, pontos estratégicos, principais estradas, portos, edificações importantes, opções de locais de fuga para eventuais emergências e locais para possíveis treinamentos. Meu objetivo principal era saber sobre os portos ou formas de chegar futuramente a Kirigakure, mas já que estava ali, qualquer outra informação que me ajudasse no futuro, seja em combate ou para chegar em outras vilas, seria mais do que válido. Pude confirmar algo que havia notado enquanto avaliava o Mapa Mundi, do meu ponto de vista, o País do Relâmpago é, de longe, o melhor posicionado. Só existe uma entrada por terra, e o país é cercado por redes montanhosas, qualquer ataque vindo por solo só teria um local de entrada, pelo mar, certamente seria mais complicado. Por fim, pude notar também dois locais em destaque, porém sem muitas explicações no mapa, a Cordilheira dos Deuses e a Montanha dos Lobos, nomes muito interessantes, certamente valerá a pena uma visita nesses lugares. Guardei os objetos de estudo em seus lugares e resolvi aproveitar o final da tarde para assimilar, em um local de repouso dentro da biblioteca, o que havia aprendido.

*Conhecimento Geográfico do País(202)

Aquela sabatina de estudos desenharam em minha mente os meus desejos. Eu sabia que apesar de estar ainda muito distante, eu conseguia elaborar parte dos próximos passos, Kirigakure não era tão longe. Mas antes eu precisava entender exatamente o que havia acontecido, precisava ligar os pontos.. Eu li na história da vila que há muito Kumo e Kiri foram aliadas, essa aliança durou um tempo considerável, cinco anos.. Sabia que a Aliança havia acabado pela troca do Mizukage, bem na época que meu avô me contava sobre as ideias autoritárias do nosso novo Kage, com regras de segregação e extermínio de determinados grupos, hoje vejo que poderíamos ser os próximos. Me deixava feliz o fato de estar em uma Vila que foi contra isso. Também não sei ao certo como a Névoa fora afundada, mas se eu pensar nas histórias que meu avô também me contava, ele dizia que o Kisame conseguia encobrir uma cidade com água, vai que.. O que eu podia ter certeza, era que certamente o País da Água é mais vulnerável que o País do Relâmpago, com apenas uma entrada, este fica localizado em um castelo natural.

“Mas, por que a minha vila? Será que acabaram com a Névoa pelas atitudes bárbaras do nosso líder, mas o que o povo tem de culpa nisso?”


Meu devaneio batia como um soco em minha mente, mas eu me focava. Tentar entender a situação tornou-se cada vez mais importante, eu precisava seguir o caminho certo.

“Que tipo de cara afunda uma vila inteira a sangre frio? Será que foi um ataque de uma outra vila?”

Argh. Dúvidas infinitas, talvez essas fossem cessadas em livros encontrados dentro das áreas de maior ranking, Chunnin e Jounin.

“Se eles escondem os motivos, será que a Nuvem tem alguma coisa a ver com isso?”

Quase cedi a nutrir em minha cabeça que a vila que havia me abrigado, seria a mesma que acabara com meu lar, entretanto, aceitar isso de alguma forma prematura era a pior coisa que eu podia fazer, eu preciso me aprimorar para receber mais respostas, conquistar coisas mais altas para ser digno das informações quando a hora chegar.

Eu já sabia aonde eu estava, de onde eu havia vindo e pra onde eu voltaria no futuro, decidi que um dia iria pedir a permissão do Raikage para explorar aquelas ruínas, apenas precisava construir o caminho que me permitira tal coisa. Sabia que não era qualquer um que recebia a liberação para deixar a vila por motivos próprios, ainda mais eu, descendente de uma linhagem forasteira. Será mais difícil do que o normal e tudo bem, por agora preciso apenas ficar mais forte para quando a hora das missões chegarem, pois não adianta possuir o poder do conhecimento, sem a força para concretizá-lo.

* Treinamento de Habilidade - +1 de Inteligência(463)

Ficha na assinatura.

Resuminho:

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Re: Biblioteca de Kumo - Publicado Dom 17 Mar - 7:29

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