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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Inverno

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[Fillers] Teller - 28/10/2017, 17:23

Filler – O dia mais escuro
 
                O sol já havia nascido, indicando que o dia já começara. Pássaros não cantavam, crianças não brincavam na rua, e até mesmo a névoa de Kirigakure parecia mais densa aquele dia. Teller, um jovem filho de dois ninjas respeitados na aldeia, acordava calmamente. Para ele era mais um dia como qualquer outro, afinal ele não fazia absolutamente nada. Sentou-se a mesa, botou um pouco de cereal em um pote, botou leite sobre o mesmo e quando aproximou a colher da boca para comer, escutou alguém bater à porta. –“Quem será a essas horas? Meus pais nem estão em casa” – Seus pais tinham ambos sido designados para missões diferentes fora da vila já havia 1 semana. O garoto vai até a porta e então abre-a. - “Você é o filho do John, certo?”, perguntou o chunnin. – “É, sou eu sim”. Dava para ver nos olhos do ninja que as notícias não seriam nada boas, dava para sentir sua hesitação a quilômetros. “Seu pai está morto. Foi morto por outro ninja dois dias atrás”. O garoto cai sobre seus joelhos. Ele não consegue acreditar. Naquele momento o mundo parecia ter acabado, e parecia que não só seu pai tinha morrido mas que o tinha levado junto. “M-mas... como assim...? Vocês não deviam protege-lo?! Ele não estava lá a mando do Mizukage?! E a sua equipe, foi morta também?!” – Gritou o garoto inconformado. Era uma das primeiras vezes que ele realmente expressava alguma emoção forte, sua raiva parecia sair do corpo, por um momento até o chunnin mensageiro se sentiu horrorizado. – “É por isso que eu vim aqui pessoalmente notificar você e sua mãe. Eu era da equipe dele, e sou a causa de sua morte”. Teller agora estava confuso, sua mente parecia estar tão cheia que isso a tornava vazia, ele não conseguira esboçar nenhuma expressão, tão pouco falar uma sequer palavra. O ninja então se ajoelha e limpando as lágrimas de seus olhos continua: - “Seu pai era o líder da minha equipe, ele era o responsável por mim. E ele cumpriu o seu dever”. – Disse o ninja enquanto tentava arranjar forças para continuar. – “Estávamos emboscados, porém seu pai já havia pensado em tudo, em todas as possibilidades, ele havia lido os inimigos como um livro. Ele havia feito uma rota de fuga subterrânea, era a nossa salvação. Mas quando eu me vi cercado por tantos inimigos eu... eu travei, simplesmente não consegui me mexer. Seu pai me salvou, ele distraiu os inimigos de modo que o resto da a quipe conseguisse me tirar da li. Quando eu olhei para trás, pela última vez... seu pai estava no chão”. – disse o chunnin, que não conseguia segurar as lágrimas. – “Me perdoe, me perdoe! Eu te imploro!” – gritava para o garoto. Teller bateu a porta na sua cara, e voltou ao seu café da manhã. Ainda não estava entendendo, não era capaz de expressar nada diante tudo aquilo, era como se tudo fosse um sonho e que se ele desviasse a sua atenção daquilo ele iria mudar o rumo do sonho para algo melhor. Depois de alguns minutos, percebeu que estava errado. Toda sua raiva anterior voltava a sobrepor sua indiferença, porém agora essa raiva era por si mesmo, a culpa o corroía. Ele nunca havia dado valor ao seu pai, nem a seus ensinamentos. Sempre desdenhou e o desobedeceu ao máximo, o homem que mais o amava e que mais lutou por ele. Era algo imperdoável e o garoto entendia aquilo. Teller não conseguia nem ao menos se olhar no espelho, ele apenas via um garoto mimado que havia matado o pai com sua indiferença, e nada que ele fizesse iria mudar aquilo. Naquele dia ele chorou até dormir.
                No próximo dia Teller acorda, havia sonhado que aquilo tudo era um sonho e nada mais. Sua mente infantil, optou em acreditar naquilo, quem pode culpa-lo? Mas logo que acordo a ficha caiu, ele via sua mãe chorando ao lado de sua cama. – “Mãe...?” – sua mãe também estava numa missão fora da vila, e seu retorno só estava previsto para dali duas semanas. – “Você sabe por quê ele pegou essa missão? Sabe?!” – o garoto não entendia o que estava acontecendo ali – “Para ficar longe do filho fracassado dele!” – gritou ela. Pelo visto o garoto não era o único a se culpar. – “Ele simplesmente não aguentava mais ver o filho o desacatando e ignorando seus conselhos. E não importava quantas surras ele te desse, você não mudava. ‘Parecia que o fracasso estava em seu sangue’. Foi o que ele disse! Eu sempre disse que era só uma fase, que você se esforçaria quando a hora chegasse, que nos deixaria orgulhosos. Adivinha? Parece que eu estava errada!” – gritou com Teller. Palavras fortes para se dizer a uma criança, mas quem poderia culpar uma mulher que acabou de perder a pessoa que mais amava nesse mundo? Com certeza não o pobre garoto, que concordava com ela. Ele então pegou o mínimo de coisas possíveis, jogou em sua mochila e fugiu.
                “O mais longe que eu puder, tenho que correr para o lugar mais distante possível” – disse o garoto enquanto engolia uma pílula de ração militar, que havia roubado dos pais antes de fugir. “Eu posso correr por dias com isso. Não vou voltar nunca mais, não posso”. – pensava ele ao sentir a energia do seu corpo sendo amplificada enormemente. Mas o garoto não sabia dos efeitos colaterais da pílula. O cansaço após o efeito é inimaginável, e atribuído a uma criança, seria difícil prever o que aconteceria. Um dia após a fuga de Teller, sua mãe se suicida. O garoto agora estava do exato jeito que queria quando saiu de casa, completamente sozinho. Em sua jornada achou um campo de treinamento, que estranhamente se encontrava vazio. Então lembrou-se de todas as vezes que seu pai tentou incentivá-lo a treinar, e a todas as vezes que ele rejeitou a sua ajuda e seus ensinamentos. Correu logo em direção aos bonecos de treino e começou a golpeá-los. “Tá vendo pai? Eu não sou tão ruim, eu consigo bater rápido, eu sou forte. O senhor ainda vai se orgulhar de mim, eu prometo” – falava o garoto em vão, seu pai não podia mais ouvir nada. Ele nunca havia se esforçado antes, mas parecia que a culpa deu a ele a motivação para pelo menos uma vez seguir as instruções de seu pai, as pílulas deram a resistência, ainda mais tomando mais duas delas. O garoto, incapaz de usar ninjutsu e genjutsu, os quais nunca havia prestado atenção o suficiente para aprender só sabia usar os punhos e as pernas, e foi exatamente o que fez. Ele espancou cada boneco daquele lugar até a madeira se partir, assim como os ossos da sua mão. Durante cinco dias ele foi o ninja esforçado que seu pai sempre sonhou que ele fosse, mas talvez pela primeira e última vez. Depois que os efeitos das pílulas passaram ele, com vários ossos quebrados e músculos rasgados caiu desmaiado. Ninguém da sua idade suportaria tanto esforço e tanta dor. Mas saber que ele havia pelo menos uma vez deixado o seu pai orgulhoso o deixava em paz.

                Uma semana depois ele acordou, numa cama, em um quarto. Será que finalmente seu pai iria entrar pela porta e falar para ele que nada passou de um sonho? As esperanças do garoto acabaram assim que um homem mal vestido entrou no quarto. – “Como você está? Espero que esteja melhor, porque um aleijado não vai me ajudar em nada” – Teller fitava o homem chocado, não entendia o que estava acontecendo. – “Calma, eu estou brincando, garoto. Nós te encontramos naquele campo de treinamento. Você deve ter apanhado muito para estar naquele estado, eu não tive escolha se não te trazer pra cá e cuidar dos seus ferimentos. A propósito, qual seu nome?”. – “Teller, meu nome é Teller” – respondeu o garoto sem entender muito bem a situação. – “Olá, Teller. Meu nome é Joe, e de onde venho favores como esse não são esquecidos, são agradecidos. Assim que você melhorar eu vou começar a te treinar, você vai competir por mim” – o jovem finalmente tinha a chance de honrar seu pai, não iria recusar. – “Certo, senhor!”.
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Re: [Fillers] Teller - 28/10/2017, 17:54

@ - +100 PONTOS DE STATUS ADQUIRIDOS. COM O EVENTO, +200.

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Re: [Fillers] Teller - 29/10/2017, 13:05

Uma nova chance
 
                Depois de alguns meses, Teller finalmente parecia ter se recuperado. E como seu benfeitor tinha falado meses atrás, estava na hora de retribuir o favor. O garoto mal conseguia esperar para ser treinado e ficar mais forte, e talvez assim diminuir sua culpa e buscar algum reconforto. O garoto acordava cedo naquele dia, mas não por decisão própria, Joe vinha o acordar. – “Vamos, garoto. Seu treino começa hoje, e depois de tudo que me contou, acredito que não será mais preguiçoso, não é? – falou com homem enquanto sacudia Teller tentando acordá-lo. – “Tá bom, tá bom. Tô acordado já. Só me dá um tempo para me vestir”. – “Certo, vou te esperar lá fora”. – Disse o homem ao se retirar. Teller senta na cama e não consegue esconder sua alegria por finalmente estar de volta, o que antes era um semblante de indiferença agora exalava paz. Mas ele sabia que o treino seria duro, e torcia para que fosse, precisava compensar o tempo perdido. Se arrumou e rapidamente foi ao encontro de Joe, que a partir de agora seria seu tutor. Chegando do lado de fora da casa ele vê Joe. – “E então, onde vamos treinar primeiro?” – “Só me segue, você vai ver”. – O garoto mal podia conter sua ansiedade, estava curioso para saber o que aprenderia aquele dia. Conforme os dois caminhava pela vila, a qual Teller não reconhecia, eles foram se aprofundando cada vez mais num bairro nenhum pouco convidativo, dava-se para sentir o cheiro de álcool e perfume de prostitutas em todos os lugares, e havia mendigos em toda parte. Logo Joe para, em frente ao que parece um bar. – “Certo, espero que esteja pronto para o seu treino. Não será fácil, ainda mais para alguém na sua idade. No entanto, se começar agora, quando tiver minha idade será insuperável”. – “Do que está falando? Crianças são treinadas desde cedo para serem fortes o quanto antes, isso não é nada de novo. Eu consigo fazer isso”. O garoto ingênuo nunca tinha visto um bar antes, não sabia o que o esperava. Os dois adentraram o recinto, chegando lá dentro ele se viu entre alguns dos ninjas mais infames da região, com certeza não era um lugar para qualquer um, Joe escondia alguma coisa. Chegando lá se sentaram em frente ao balcão, os pés do garoto mal alcançavam o chão. – “Certo, garoto. Já bebeu algo antes?” – “Já, eu adoro beber água e suco de laranja”. O olhar do dono do bar foi o suficiente para Joe perceber que talvez ali não fosse o lugar mais adequado para começar o treino do garoto, mas já estavam ali, não havia volta. – “Hahahaha, que brincalhão, não é mesmo?” – Disse Joe enquanto tampava a boca de Teller – “Tome aqui, isso é saquê, o que é claro que você sabe, não é? – continuou ao enfiar goela a baixo uma dose daquele saquê. O garoto não entendia o que estava acontecendo, mas assim que provou o gosto da bebida, a mais surpreendente reação, ele pediu mais. – “Isso é muito bom, quero mais um pouco, sr. Joe”. – “É assim que se fala”. – falou o homem, aliviado. - “Mais duas garrafas, por favor, amigo”. O dono então botou sobre a mesa as garrafas, Joe tentou pegar uma delas, o homem o impediu. – “Esse garoto. É seu filho?” – “Sim, é claro. Estou fazendo o mesmo que o meu pai fez comigo. Ele dizia que um homem precisava aprender a beber desde cedo, para que mais tarde não fosse nocauteado pelo álcool”. – “É um conselho imbecil... mas o filho é seu, não vou questionar”. – Joe não era bom ator, não conseguia disfarçar quando mentia, mas não existia ninguém que não estivesse bêbado ali, inclusive Teller, que encanto Joe discutia com o homem já havia tomado uma garrafa toda. Assim que Joe vê aquilo ele não acredita, como uma criança podia beber tudo aquilo, e ainda mais num espaço de tempo tão curto. Um sorriso surgiu em seu rosto. “Esse garoto vai me render uma grana”. – “E aí, garoto. O que achou do saquê? Nada mal, não é mesmo?” – “Eu tô me sentindo estranho, sr. Joe. Tá tudo girando, eu me sinto mais leve, e feliz. É muito estranho. Mas eu gosto”. – “Que bom, agora tá na hora de virar a outra, o dia vai ser longo”. – Disse Joe ao botar outra garrafa nas mãos do garoto.
                Algumas horas tinham se passado, o garoto já havia desmaiado em cima do balcão e as garrafas no chão justificavam isso. Ninguém no bar acreditava no que via, parecia impossível que um garotinho tivesse ingerido tanto álcool. Joe não conseguia disfarçar seu desespero em ter de pagar por tudo aquilo. – “Ei, garoto. Acorda. Temos que sair daqui”. – sussurrou a Teller que acordava aos poucos. – “Vamos treinar agora?” – o garoto ainda não havia entendido que aquele era o treino proposto por Joe. – “Isso, claro. Agora suba na minhas costas e vamos sair logo daqui”. O caloteiro então pegou Teller e correu o mais rápido possível dali enquanto o dono estava no banheiro. Depois daquele dia, ele nunca voltaria àquele lugar. No caminho de volta para casa eles passam do lado de um campo de treinamento, o garoto percebe e salta das costas do homem e cambaleando e caindo vai em direção ao campo. – “Finalmente chegamos, nem posso esperar para treinar”. – fala Teller em um dialeto apenas compreensível para os mais experientes alcoólatras enquanto soca o ar. – “Acho que é melhor treinarmos em casa...” – “Não. Já estamos aqui, vamos treinar”. “O garoto não vai desistir, ele quer mesmo treinar, ainda não percebeu que o treino era a bebedeira”. Então Joe se da conta de que dá conta de que os dois podem sair ganhando. “Espera aí, o garoto pode fazer os dois...”. – “Certo, Teller. Agora vou te explicar o método de treino que eu passei anos criando e aperfeiçoando. O álcool no seu organismo o faz ficar mais lento, prejudica os seus sentidos. Se você conseguir fazer com que seu corpo funcione nesse estado e lutar como se estivesse sóbrio, quando estiver sóbrio será muito mais forte”. “Espero que isso tenha feito sentido” – pensa olhando para a cara do garoto, o qual não parecia ter entendido a explicação. – “Certo, senhor! Vamos lá!”. O garoto estava tão empolgado em treinar que nem escutara o que Joe disse, talvez tenha sido melhor assim. – “Certo. Venha aqui. Você está cambaleando, está tonto, desorientado. Venha até esse boneco e tente acertar o máximo de socos possíveis nele. Tente focar apenas nessa ação, esqueça o resto do corpo e pense apenas nos seus braços”. – “Certo, sensei! Lá vou eu!”. Cada soco parecia ir mais longe do boneco do que o outro, o garoto não podia acertar nem se fosse uma sequoia na sua frente.
                O treino continuou, horas se passaram, quando Joe percebeu já era noite. – “Vamos, garoto. Chega de treino por hoje”. – “Não, eu consigo”. – disse o garoto enquanto errava o seu 21654º golpe. “Tá bom. O que o Joe disse que eu tinha que fazer. Algo a ver com os braços, concentração...hummm.... tá, vou focar só nos braços”. – “Um, dois três, quatro, cinco, seis, sete, oito, novo, dez, onze, doze...[]” – contava o garoto . A cada número era um soluço. Mesmo bêbado sua determinação parecia não mudar. Soco após soco ele se via mais determinado, cada um deles pareciam se aproximar cada vez mais do boneco, até que: - “Consegui! Eu acertei, acertei! Joe, viu isso?” – disse o garoto ao acertar um soco no boneco, segundos antes de cair no chão desmaiado. – “Isso não vai dar certo... bom, pelo menos ele é determinado. Isso será valioso”. – disse Joe ao botar ele nos ombros e caminhar em direção a sua casa.
 

Filler explicando o alcoolismo e o começo do “treino”.

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Re: [Fillers] Teller - 29/10/2017, 13:37

Aprovado, legalzinho de ler. 100 de status com o evento fica 200.

Dica: usa o code
Código:
[justify][/justify]
pra deixar ele mais fácil de ler.

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Ficha
Banco
Mudanças
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Re: [Fillers] Teller - 7/11/2017, 19:38




A Tale About a Sadboy2001

 Máquina de sexo, eu transo igual animal. A chatuba de mesquita do bonde sexo anal.


aPassados alguns meses desde que o garoto conhecera o prazer do álcool, ele então agora já era um grande competidor na Grande Liga de Beberrões, que por algum motivo não tinha nenhuma regra que proibisse crianças de beberem, ou idosos, ou gestantes, ou animais... bom, o que importava é que o garoto já conseguia se equiparar aos mais bem treinados alcoólatras do País da Água. Joe, seu então mestre, ainda continuava com seu treinamento alternativo, o que estava se tornando cada vez mais difícil, por conta da resistência que o garoto estava tendo ao álcool, eram raras as vezes que Teller ficava bêbado. Uma grande competição estava chegando, mas o garoto estava mais preocupado com outra data naquele momento. Seu pai morrera há exatamente 11 meses e 16 dias, faltavam exatamente duas semanas para o aniversário de sua morte. O que seria um problema se o garoto não conseguisse controlar suas emoções, visto que a competição seria no mesmo dia.

                -Vamos lá garoto, só mais um copo, você consegue. – gritava Joe, sentado no banco de um bar no subúrbio do pequeno vilarejo onde moravam. O lugar era deplorável, com certeza um lugar o qual ninguém entraria se não estivesse a fim de um porre. Mas apenas ali eram vendidas bebidas realmente fortes, as quais a Liga usava.
                -O que é isso que eu tô tomando agora? Isso deixa minha cabeça muito lenta, eu tô muito tonto. – falou o garoto entre os soluços que não paravam de sair de sua boca.
                -Não importa, apenas beba. – disse Joe ao empurrar o caneco contra a boca de Teller. -Isso é fraco comparado ao que vão servir nessa competição. Ei, me escute aqui. Tudo que viemos fazendo até agora foi para esse momento, precisamos ganhar isso. O prêmio será dez vezes maior do que o de costume, vão ter mais apostadores do que você jamais viu. Dizem que até mesmo alguns Senhores Feudais irão comparecer.
                -Esse não parece o tipo de evento que alguém importante como eles iria.
                -Alguém importante é alguém que tem dinheiro, garoto. E alguém que tem dinheiro é alguém que sempre irá querer aumentar o seu dinheiro, tanto quanto os que não tem. Talvez até mais, na verdade.
                -Eu acho que entendi... mas e sobre o meu treinamento, o de verdade. Você sabe, eu fiz uma promessa, preciso ficar forte. E já faz mais de um mês que não pisamos no campo de treinamento.
                -Eu sei, garoto. Eu também te fiz uma promessa, e nós vamos voltar a treinar assim que vencermos essa competição.
                -Não, eu não posso! Tenho que treinar o quanto antes, e quero que você me mostre ume técnica nova. – retrucou o garoto, que estava cansado de ouvir desculpas.
                -Olha, Teller... você sabe que eu não sou um ninja, sou apenas um cara durão que gosta de brigar. Eu não sei nenhum ninjutsu nem nada do tipo para te ensinar.
                -Então me ensine algum golpe novo, algo que possa matar alguém. Algo que possa mostrar para um grande ninja algum dia.
                -Certo, garoto. Falaremos sobre isso amanhã. Agora volte a beber! – falou enquanto dava um tapa nas costas do garoto, um sinal de companheirismo, que deixou uma marca enorme, mas ainda um sinal de companheirismo.
                No outro dia Joe não conseguia se levantar da cama, sua ressaca havia pego-o de uma forma a qual ele nunca tinha sonhado antes. Tentar acompanhar o garoto na bebedeira da noite anterior definitivamente não foi uma boa ideia, finalmente havia percebido que o aluno havia superado o mestre, o que assim como as bebidas da noite passada, não seria algo fácil de engolir. Mas o dinheiro que faria com o garoto o ajudaria com isso.
                A manhã do garoto seria bem diferente. A data estava se aproximando e ele estava amais empenhado em treinar do que nunca. Logo cedo estava no campo de treinamento, correndo, socando e chutando como se não houvesse amanhã. Beber havia se tornado bem mais fácil do que treinar, e seu vício o atrapalhava, considerando o tempo que perdia com suas pausas para beber. Naquele dia ele treinou até ao anoitecer, ao achegar em casa ele via Joe, que é claro tentou se justificar, mas era cada vez mais difícil para o jovem acreditar nas palavras dele.
                Era véspera da competição, Joe acorda o mais cedo possível, acordando também Teller, para treinar a bebedeira.
                -Acorda, garoto! A competição é amanhã, precisamos treinar como nunca!
                -Você está certo, eu preciso treinar como nunca. Afinal você não me ensinou nada desde que te pedi com clareza para me ensinar uma nova técnica.
                -Olha, cara... eu prometo te ensinar depois da competição, assim que sairmos de lá, se quiser.
                -Nada feito, se você não me ensinar a técnica eu não vou participar da competição. – entoou o garoto esta frase, que precedeu alguns momentos de silêncio, até que:
                -OOOOOOOOOOOQUEEEEEEEE?! Tu tá no crack?! Essa é a maior competição de todas, não podemos perder a chance de vencê-la. Você sabe o quanto vamos ganhar se você ganhar amanhã. Todos estão apostando contra você, se ganhar ficaremos ricos. Você vai poder contratar o professor particular que quiser com aquele dinheiro.
                -Ou você me ensina ou eu estou fora.
                -Certo, vamos para o campo de batalha agora.
                Joe se vestiu como nunca havia o feito antes, então puxando o garoto pelo braço até o campo de treinamento, numa velocidade descomunal.
                -Pronto... chegamos... – falava ofegante. – Só me deixe... tomar algum... fôlego... -continuava ao recompor-se. -Certo, garoto. O que vou te ensinar agora foi uma técnica que aprendi de um grande ninja, ele perdeu para mim num jogo de cartas. Ele não tinha mais dinheiro então me ensinou isso. É claro que depois eu embebedei ele e o matei, mas isso não vem ao caso. Essa técnica é chamada A Lótus das Cinzas, e não há como um oponente resistir a ela.
                -Como você sabe?
-O ninja que me ensinou... ele teve de praticar a técnica para fazê-lo. Então ele praticou ela... EM MIM! HAHAHAHAHA
-Que?
-Era uma piada.
-Ata, pô.
-Enfim, eu não sei realmente se ela é mortal, o cara disse que era. Mas até mesmo para mim, requer um grande esforço físico e se executar errado, como eu já fiz, você irá rasgar vários músculos seus.
-Wow.
-Aqui está o trato. Eu vou dar um jeito de te ensinar essa técnica até amanhã e você vai ganhar aquele campeonato para mim, certo? – falou Joe ao estender sua mão.
-Temos um trato. – disse enquanto apertava sua mão, selando o acordo.
“Papai, eu vou ser mais forte. Acredite em mim”.





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Re: [Fillers] Teller - 8/11/2017, 09:25

A CHATUBA DE MESQUITA DO BONDE SEgue sua NAu.
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Re: [Fillers] Teller -

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.