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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Inverno

vitor165
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[Filler] A casa mal assombrada - 26/10/2017, 22:54

A bola

Enel começou o dia razoavelmente bem, como todos os dias. Todos eles começavam bem e davam errado no final. Ele meio que já estava esperando qual ia ser o acontecimento hoje. Treino matinal, banho, roupa, sair. Mesma rotina de sempre, ele ia dar uma corrida pela vila hoje, estava pensando em melhorar a sua velocidade de corrida e de reação de alguma forma. 

Pensando como deveria dar o próximo passo para lapidar as suas habilidades. No caminho para sabe-se lá onde, ele foi surpreendido por uma bola voando na sua direção. Apesar de o primeiro reflexo dele nesse tipo de situação ser pegar ou desviar um objeto assim, por estar distraído, ele a rebateu com tudo com o braço. Acabou usando força demais e a bola caiu dentro do terreno de uma casa da rua. Uns garotos que estavam brincando na rua correram até ele. Um deles gritou:

- Você aí! Por que fez aquilo!? Caiu no terreno da casa assombrada!

Enel franziu as sobrancelhas. Esses moleques não sabiam dar "oi" não? Não era lá muito educado chegar gritando com alguém desconhecido. Era só uma maldita bola, Enel não achou que aqueles pirralhos tinham o direito de gritar com ele só por isso. Ele suprimiu a sua breve fúria e respondeu da maneira mais calma que conseguiu.

-Vocês jogaram em mim, eu rebati. Simples assim, não venha falar merda.

A resposta foi tão fria e os olhos de Enel tão penetrantes que o garoto engoliu as palavras e estava prestes a se desculpar quando outro tomou a frente. Esse parecia mais educado, ao menos Enel pensou assim.

-Desculpe...senhor - Enel adorava ser chamado de senhor, ele era jovem e era obrigado a tratar o velho maldito do seu pai com respeito. Só com aquilo o garoto já o tinha ganhado - mas nossa bola caiu na casa mal assombrada, teria como o senhor busca-la para nós?

Enel sorriu com a fala do garoto. Agora sim. Ele levantou uma sobrancelha para o garoto de antes como se dissesse "Olha aí e aprenda".

-Eu posso até buscar, mas por que chamam aquela casa de mal assombrada?

Ele perguntou enquanto olhava o lugar onde a bola tinha ido. Tudo que ele podia ver era um muro preto, não parecia haver nenhum portão ou estrutura de entrada. Provavelmente ele estava vendo os fundos da casa da rua onde estava. E pelo tamanho daquilo, provavelmente era uma grande mansão. Ele estava tão distraído enquanto corria que não deve ter notado para onde ia, pois ele não se lembrava dessa residência de nenhuma parte da vila que ele já tenha visitado.

O garoto estranhou a pergunta de Enel.

-É como todos chamam esse lugar. As crianças daqui que entram lá sofrem com ilusões e voltam catatônicas. Dizem que há um fantasma que ronda pela casa.

Enel não deu muita bola para aquele papo de fantasma. Qualquer coisa podia explicar aquilo, desde veneno a genjutsu. Ele não era nenhum gênio, mas também não era burro. Ele não estava exatamente ultra ocupado mesmo, então resolveu ajudar os garotos. Não que ele tivesse alguma culpa da burrice deles de jogar bolas em transeuntes. Enel só acenou com a cabeça, se aproximou do muro. Garantiu que não tinha nada estranho e pulou.

Chegando do outro lado ele encontrou um quintal grande, a casa em si era realmente grande. Ele olhou pelo quintal, mas foi incapaz de achar a bola, apesar de querer logo voltar, ele reparou que pelo jeito que ela foi rebatida e pelo modo como as janelas estavam abertas, a bola poderia ter ido parar dentro da casa. Se sentindo um verdadeiro sherlock ele caminhou até a casa. Cada passo com o máximo de cuidado, ele não tinha como saber se alguém morava lá, muito menos se estava em casa no momento. Aguçou sua audição ao máximo tentando captar alguma coisa enquanto pulava uma das janelas e entrava na casa. 

A casa parecia como qualquer outra residência por dentro. Na verdade, era meio estranho. Pouca mobília, nenhum toque pessoal, nenhum sinal de que foi usada recentemente, até a pia (ele pulou a janela da cozinha) estava seca e meio empoeirada. Parecia que ninguém vivia ali, o que era ótimo para Enel. Ele estava procurando a bola quando ouviu um barulho vindo do subterrâneo, seja lá o que fosse, parecia metálico. Como metal batendo em metal. Ele sabia que era do subterrâneo pois não parecia vir exatamente da casa, mas sim abaixo dela. Ele logou identificou uma porta entreaberta que tinha uma escada para baixo. Se aproximou devagar e a curiosidade venceu, ele acabou descendo.

Lá embaixo tinha um corredor que levava a algum lugar. O lugar inteiro era muito escuro e o seu final era desconhecido. Tochas espalhadas nas paredes iluminavam o caminho, tudo parecia muito um filme de terror. Ele deixou a sua audição capitando cada barulho e avançou lentamente, temeroso do que poderia haver no final do corredor. Antes mesmo que ele pudesse ir muito fundo...ele sentiu um choque no corpo.

Logo veio um gosto estranho na boca e sua visão ficou turva. Ele sentiu uma dor grande vinda da lateral do seu tórax, era ardente. Ele rapidamente ligou os pontos entre a ardência, a dor e o gosto na boca. Ele não sabia como...mas algo havia perfurado a lateral do seu corpo e atingido seus orgãos internos.

To be continue...
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Re: [Filler] A casa mal assombrada - 27/10/2017, 19:21

Parabéns, mais 100 de status adquiridos, com o evento: 200
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Re: [Filler] A casa mal assombrada - 29/10/2017, 23:39

Os olhos vermelhos que espreitam nas sombras
 
Enel não tinha ouvido nada, nenhuma presença inimiga. Ele estava com a audição focada em ouvir qualquer ruído. Aquele lugar era fechado e qualquer movimento faria muito barulho, mesmo os silenciosos não seriam perfeitos nesse ambiente, então como alguém poderia ataca-lo sorrateiramente?
 
Ele levou uma mão até o local e notou que havia uma kunai entre duas de suas costelas. Ele arrancou ela do lugar e usou a outra mão para estancar o sangue. A dor e a ardência incomodavam muito, mas ele ainda estava vivo. Ele havia se ajoelhado em um joelho, após tirar a kunai ele se pôs alerta novamente e levantou. 
 
Novamente, outra dor. Não houve nenhum som, não houve nenhum projétil, a dor só surgiu. Ele caiu de joelhos novamente. Dessa vez haviam duas kunais, uma no esquerdo lado do abdômen e outra na sua coxa. As duas vieram de duas direções diferentes, ele começou a se perguntar se havia mais de um inimigo. Ele começou a sentir mais picadas, agulhas voavam do nada e se alojavam no corpo dele. Ele rangia os dentes para não gritar e ficava tentando identificar de onde os ataques estavam vindo. Ele nem se importava em desviar, era sem sentido diante de ataques tão estranhos e imprevisíveis.
 
Ele então sentiu uma calmaria, tudo havia parado, mesmo o ar parecia ter mudado. Seu corpo estava encharcado de sangue e ele estava sentindo uma imensa dor. Estava ajoelhado, já perdendo a noção dos sentidos, nesse momento sentiu algo vindo a sua frente. Durou apenas um momento, no momento seguinte ele podia ver seu próprio corpo de outro ângulo. Sua cabeça havia sido separada de seu corpo e estava rodando no ar enquanto seu pescoço jorrava sangue.
 
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Enel estava ajoelhado intacto no chão. Tremendo e suando enquanto encarava o vazio. Um homem encapuzado se aproximava silenciosamente dele enquanto ria um baixinho.
 
- Garoto tolo, você não deveria ter vindo aqui embaixo.
 
Quando a luz passou pelo seu rosto embaixo do capuz, foi possível ver que os olhos dele eram vermelhos com três marcas negras. Ele era um usuário de sharigan! O homem andou até Enel e se agachou para ficar na altura dos olhos do garoto.
 
- E agora? O que será que eu devo fazer com você?
 
Quando ele parecia imerso em pensamentos e ficava próximo ao rosto de Enel, o garoto de repente se moveu. Ele socou o queixo do homem de baixo para cima, um upper perfeito no queijo. Ele levantou seu corpo junto com o golpe e o homem voou pelo menos alguns centímetros do chão. O corpo de Enel girou e após um giro ele chutou com a sola dos pés o estômago do homem que voou na parede mais próxima. A parede rachou com o impacto e o homem perdeu o ar. Ele caiu de quatro soluçando no chão.
 
Antes que ele pudesse olhar novamente, Enel chutou o seu rosto com o máximo de força e velocidade que conseguiu. O homem desmaiou, logo após Enel caiu de joelhos ofegante no chão. Ele percebeu que era um genjutsu no momento que recebeu a segunda kunai. Ele estava sentindo dor, mas não sentia a morte, era uma sensação estranha. Ao que parece o genjutsu não era perfeito, mesmo para ele foi fácil perceber. Mas ele só conseguiu se mover naquele momento, depois do impacto no queixo do homem o genjtsu foi desfeito e ele conseguiu atacar. Mas aquilo havia deixado ele completamente exausto. Ele olhou para o homem caído no chão enquanto quase perdia a consciência. 
 
- Maldito sharigan, você quase me pegou maldito...
 
Ele se levantou com dificuldade e rasgou as roupas do homem. Usou os pedaços de pano para vendar o sharigan dele e amarra-lo totalmente. Ele não se sentia muito seguro sobre só vendar o inimigo, ele então tirou uma kunai da sua bolsa e ficou encarando o homem. Ele devia ou não? Depois de um momento de hesitação ele se lembrou que, sendo um ninja, ele não podia hesitar nesse tipo de situação. 
 
Ele cortou as pálpebras do homem que parece ter sentido a dor. Antes que ele pudesse fazer algum movimento Enel enfiou a kunai em um olho e depois em outro. O homem gritou com tudo que pôde, mas não fez quase nenhum som pois sua boca estava amordaçada. Enel olhou para o sofrimento dele e comentou: 
 
-Veja pelo lado bom, você não vai mais me olhar com esses olhos, logo sem genjutsu, sem genjutsu eu não te chuto de novo! Tudo tem um lado bom nessa vida!
 
Com um sorriso forçado e mal-humorado Enel apagou o homem novamente com um soco. Ele voltou a ficar inconsciente enquanto seus olhos soltavam rios de sangue debaixo da venda. Enel amarrou ele como pôde e levou pelo corredor. Ele ia cuidadosamente com o homem jogado no ombro. Seus instintos diziam que ele deveria fugir para muito longe dali, mas a sua curiosidade o mantinha caminhando em busca de seja lá o que estivesse no fim daquele lugar. Ele então chegou ao fim do corredor e achou uma sala. Uma saída e uma entrada. Ele deixou o homem a sua frente como escudo humano e abriu a porta.
 
Nada. Sem facas voando ou armadilhas do tipo. Ele relaxou e entrou. O lugar a sua frente era um laboratório. Um grande laboratório com todo tipo de coisa. Havia todo tipo de tubo de ensaio e frascos lá dentro. Enel não sabia exatamente o que aquele homem estava fazendo lá, mas ele não tinha nenhuma identificação de pertencer a konoha, e aquele laboratório estava cheio de bizarrices. Em um tupo grande cheio de líquido ele viu alguns olhos flutuando. Mesmo ele demonstrou um certo horror e vontade de vomitar naquela hora. Eram todos olhos com sharigan, o que significava que eram olhos de uchihas. Não só isso, mas haviam outros doujutsus lá também. Com exceção do rinnegan, por motivos óbvios, Enel viu pelo menos um par de exemplares de cada doujutsu que ele conhecia, e vários que ele nem sabia que existiam. Haviam partes de sere humanos modificadas lá também, ele até ficou assustado em encontrar um braço de madeira flutuando em um líquido num tubo grande no canto da sala.
 
-Merda! Esse maluco tem até células do Primeiro Hokage! Essas coisas não são perigosas?
 
Enel supôs que mesmo os sharigans que o homem utilizou não deviam lhe pertencer. Aquilo era meio doentio. Antes que ele tivesse muito tempo para pensar nessa descoberta um alarme baixo começou a soar em uma mesa de controle no centro da sala. Ele caminho até lá e viu uma luz vermelha sinalizando intrusos. Devia haver algum tipo de sensor de movimento ao redor da casa, o que explica como ele sabia que Enel tinha entrado. 
 
Enel levou o corpo do homem até um canto escondido e o deixou lá desmaiado. Se escondeu atrás de alguns objetos e tubos contendo todo tipo de coisa e esperou, com a melhor proteção que conseguiu pensar, pelos intrusos. Após alguns minutos, ele já foi capaz de ouvir passos...
 

To be continue...

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Re: [Filler] A casa mal assombrada - 12/11/2017, 11:10

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Re: [Filler] A casa mal assombrada -

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.