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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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[Filler] A maldição da rua sem saída - Qui 14 Set 2017 - 9:41




Nunca aceite missões a noite!
A missão se tornava cada vez mais perigosa a medida que o tempo ia passando. Sair a noite, atrás de cães selvagens não era uma coisa que Black prezava ou gostava na vida ninja, na realidade, ele costumava pensar que isso era uma perca de tempo.

Ele não costumava ter esse tipo de missão, caçar, ainda mais a noite ? Mas não poderia reclamar essa era uma missão que um shinobi de classe baixa deveria cumprir. A noite abraçava a qualquer ser vivo na rua como um forasteiro e, isso, diminuia bastante seu campo de visão, procurar uma fera, selvagem, escura, no meio da noite, não era nada fácil.

Pela aparência o animal tinha quase dois metros, era forte, negro, e, na foto pelo menos, seus olhos refletiam um vermelho assustador e provocante. Seu pensamento quanto aquilo era: "Quem diabos quer um fera dessa como bichinho de estimação!"

Atrás da foto uma descrição dizia que ele costumava agir de maneira selvagem quando acoado, e, não gostava, principalmente, que desconhecidos o observesse ou olhasse em seus olhos.

— Melhor encontrar essa fera antes que ela me encontre.

Sussurava para não ser ouvido, Black não podia acreditar que, nessa hora da noite, pessoas ainda estavam acordadas. Correu atrás do vulto que parecia ser um animal e em desses becos, viu uma rua sem saída, completamente diferente do que estava acostumado em Suna.

"Olha essas casas!"

As casas eram feitas de madeira, coloridas de mais para a cultura desértica da vila. Flores e plantas cresciam soltas por cada ponto do lugar, além de tapetes de vários tipos e formas que eram dispostos nas mais diferentes posições. Eram ao todo cinco casas para cada lado da rua, com uma casa por cima de cada uma dessas. A rua terminava com uma enorme parede uma casa típica de Suna, construída pela areia forte do deserto e outras propriedades que o pai de Black entendia, mas ele não.

"Onde essa fera se meteu?" — Ele tinha certeza que havia visto o bicho entrar naquele beco, e, mesmo assim, não conseguia ver o animal em lugar algum. — E se ele tiver entrado em alguma das casas ?

Esse pensamento o assustava, por isso, sorrateiramente decidiu entrar de casa em casa. O plano para isso era simples, iria bater na porta e pedir para entrar, afinal não era nenhum criminoso, era um ninja da aldeia prezando pela vida de seus companheiros de aldeia.

Bateu na primeira casa. Bateu na segunda casa, e assim foi até que ninguém apareceu na porta, nem pra reclamar, nem para deixá-lo entrar.

"Vou ter que entrar pelas janelas então"

Entrou em uma das casas, esta, como era de se esperar para o horário, estava completamente escura. Um breu tomava conta do local e engolia tudo o que poderia existir, nenhum luz, nem som, nem respiração, mesmo que desprovido de qualquer habilidade que pudesse sentir a aproximação de alguém ele, naquela casa, era capaz de sentir o inexistente.

"Que merda de lugar é esse!" — Achou o interroptor e ligou a luz do lugar.

— Mas que merda é essa !?

O rosto de Black suava fria. Seu corpo tremia e lágrimas começaram a brotar de seu rosto, não podia esconder o fato de que estava realmente amendrontado. Olhou envolta e se apoiou na parede, depois fixou seu olhar em cada canto das paredes. Em torno de quarenta pessoas, entre elas, crianças e idosos, jaziam encolhidas o observando com um olhar amedrontado.

— Isso é desumano!

Ao ouvir o som de sua voz essas pessoas repousaram a mão delicadamente nos ouvidos, claro os que tinham mão para isso. No meio daquela gente havia dor e sofrimento, sujeira e dilatação, tristeza e solidão.

— Tenho que buscar ajuda, agora!

Um velho levantou no meio de toda aquela sujeira. Suas vestes estavam sujas de todo o tipo de coisa, e lhe faltava a mão. Era careca e extramamente magro.

— Não há que possa fazer com a gente, saia daqui ainda que pode!

Ele não conseguia acreditar no que ouvia, aquela figura envelhecida que agora estava reduzida a espectro, queria dizer o que tinha que fazer.

— Sou um preguiçoso, mas não vou a lugar algum sem ajudar vocês antes... Só tenho que correr até o quartel general da vila.

As crianças começaram a fazer um som estridente, enquanto os velhos e adultos um som mais grave. O barulho formava uma música hipnótica que fazia Black sentir naúseas ao ponto de quase desmaiar.

"O-o q-que são vocês!?"

Todos foram se transformando ao pouco em bonecas, suas juntas se tornaram mecânicas e seus olhos vazios.

— Somos um antigo jutsu proíbido lançado por uma donzela que morreu apaixonada, que, ao ver seu marido agarrado nos braços de outra, se encheu de ódio e prendeu esse beco num genjutsu ativado a cada seis anos... à partir da madrugada!

As criaturas assumiram a forma de um homem e uma mulher se beijando. Distante da cena uma mulher pálida, visivelmente doente e ofendida, chorava ao ver os dois se beijando, um chakra escura começava a emanar dela.

"Que merda..."

Na mesma imagem a visão da mulher acamada, o hospital dava de frente ao mesmo beco da cena anterior, o homem agora beijava a mulher com mais intensidade, parecia querer provocar a acamada, que ora chorava, outrora cospia um sangue denso, prelúdio de que sua vida estava chegando ao fim.

— Eu não sou esse homem, então... Eu entendi o que aconteceu, dá pra me soltar!

O corpo do ninja tremia completamente com medo do que ia acontecer. Todos os espectros que formavam a ilusão se solidificaram e vieram até Black. Cada um com uma Kunai com um papel enrolado, o que estava inscrito, ele não entendeu, aqueles kanjis eram mais antigos que a própria voz.

— Kaito, eu não posso te perdoar. — Dizia uma voz doce.

— Kaito, seus lábios, quero te beijar. — Completava a voz

— Mas você quer ela, Kaito! — Berrou uma voz, que para Black, soou bem demoníaca.

— Ah, Kaito, eu te MATO! — A voz parecia se aproximar cada vez mais, sua respiração tornava o ar pesado.

"Eu não sou Kaito, por favor, eu não sou Kaito" — A voz de Black não saía, ele desmaiou!

Black acordou de manhã, caído no beco, o cachorro da missão ao lado dele, também dormindo, provavelmente ambos caíram naquela ilusão. No peito dele um bilhete dizendo:

"Me desculpe pelo transtorno meu bem, pensei que era meu marido."

Olhou para o beco e não viu nada nem ninguém, o beco estava vazio com prédios abandonados típicos de Suna. Correu dali sem pretensão alguma contar o que ocorreu, afinal, quem iria acreditar ?
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Mushi'Ki
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Re: [Filler] A maldição da rua sem saída - Qui 14 Set 2017 - 10:00

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.