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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Inverno

Iris
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[Filler] Olly Sivan. - Sab 9 Set - 23:07


Filler I: Enquanto Caminhávamos Ímpares

Amarelo, azul e branco. Essas eram, respectivamente, as cores que eu enxergava antes de tudo escurecer. Agora, eu somente via preto, e mais tarde, vermelho. – Que lugar é esse? Era como se eu tivesse hibernado e acordado no meio do nada. Todas as coisas que me rodeavam eram inexistentes, e isso significa dizer que não havia nada além de mim ali, no preto, a não ser olhos, vermelhos. – De novo? Eu sabia o que aquela cor significava, e sabia também a quem pertencia. Isso não era nada bacana. – Por que é que insiste nisso, hein? Por que é que você nunca me deixa em paz? Eu tinha certeza que a Besta estava entendendo, mas não respondia. – Eu amo brincar com você. Quando disse, eu preferia que não tivesse feito.

Materializando-se, o demônio passou a dividir espaço com o preto. – Podemos começar com os jogos? Era triste saber que eu não conseguiria conter aquilo de forma alguma, que teria que agir de acordo com a situação e, consequentemente, com as vontades do parasita. – Não, não podemos, mas até onde me lembro não tenho escolha, piranha! Ambos saltamos um para cima do outro, com nossos punhos cerrados e enfurecidos. O impacto gerou uma corrente de vento que se dissipou no escuro, e assim que descemos continuamos aquilo com um combate corporal regado de muita vontade. Já que não conseguiria coordenar a veracidade da situação, que coordenasse ao menos como aconteceria, e quem venceria.

– Cuzona! - Xinguei, depois de desferir um chute na boca do estômago da Besta. – Por que não volta para onde nunca deveria ter saído? - Questionei. A resposta foi péssima. – Acontece que eu já estou aqui! A risada que deu depois de terminar com aquilo foi o cúmulo. Minha mente. Era a isso que ela se referia. – AAAAH! O grito foi para impulsionar minha vontade, contra a face macabra. Duas tentativas de soco, três de chutes e, finalmente, uma técnica ninja. – Faz tempo que não vem aqui, Olly? Não se lembra que não funcionam? Eu o impeço de habilitar suas forças externas, com exceção da física. Aquilo só aumentava o meu ódio. Só me subia mais raiva. Só acabava apelando mais e mais para o combate corporal. Eu acabaria com ela e com toda aquela sua pretensão. – Vai pra puta que pariu!

Já tinha acontecido muita coisa, eu já estava muito cansado, a Besta estava se divertindo. Qualquer coisa, a não ser nós dois, não serviria para aquele lugar. Era como se estivesse dentro de uma pequena parte da minha mente onde somente aquela criatura habitava. Onde somente ela mandava... Saber que não possuía total comando sobre minha estrutura cerebral me irritava, e mais do que isso, saber que algo tão repugnante morava meu íntimo era digno de ânsia. Enjoo. – Pobrezinho, já não aguenta mais tanta brincadeira? Que tanto ele falava de jogar? – Eu sei bem o que você tá fazendo, não pense você que eu sou idiota, coisa.

Antes agachado e com uma das mãos no estômago, receoso de colocar para fora o que havia comido no almoço. Agora, de pé, com os peitos estufados e muita vontade de foder a cara daquela vadia com um soco estrondoso. – Enquanto você acha que brinca comigo, você é o brinquedo! Eu não cederia em momento algum. Ainda que eu não estivesse falando sobre aquilo com ninguém, nem mesmo meus pais, eu já estava me preocupando em descobrir mais a respeito das coisas que sofria e das sensações que sentia quando esse tipo de episódio se repetia. De alguma forma aquelas brincadeiras alimentavam o animal, mas dependendo das coisas que eu fazia com o meu chakra, com a minha energia vital, eu era capaz de rejeitar sua refeição e, assim, permanecer bem por mais tempo, até vencê-lo no cansaço, através da insistência. – É gostoso, né? A expressão de desprezo no rosto do monstrengo era hilária. – Ha ha ha ha - Ri, irônico. – Você fica ótima com essa cara!

As agressões físicas voltaram, mas dessa vez foram muito mais fáceis de revidar. Ter agido daquela maneira fez com que meu oponente deixasse a raiva consumi-lo, diminuindo a dificuldade do combate por causa dos seus descuidos. Minha mão foi de encontro com o seu rosto uma última vez, mas ao invés de estourar, o soco desfez toda a paisagem, e o que era preto voltou a colorir. Amarelo, azul e branco. O Sol, o céu e as nuvens. Eu de pé com as mãos cerradas e na mesma posição que me encontrava antes de sair daquele espaço empretecido. – Hum - Sorri de canto, satisfeito. Eu podia me deixar levar pelas tentativas executadas pela Besta para desconcertar meu foco, mas dessa vez eu mudei o curso das coisas.

Desde muito cedo eu me recordava de sofrer com imagens, passagens, flash backs que envolviam cenas que eu não fazia ideia do que significavam. Meu corpo esfriava, minhas mãos embranqueciam e meu suor descia nessa mesma temperatura, gelado. As pernas bambeavam e meu peso já não era mais suportável, eu caía. Todos que presenciavam a cena ouviam da minha boca que eu tinha alguns problemas indecifráveis, que eu não gostava de falar a respeito mas que não deveriam preocupá-los, não me causaria a morte - mesmo que em algum momento eu tenha chegado a desconfiar disso. Hoje, diferente, consigo lidar de frente, encarar cara a cara aquilo o que me prejudica, mas não posso dizer, infelizmente, que deixei de sofrer, de doer, e de machucar meus pais com as mentiras. Rezava e pedia pelo dia em que me livraria de uma vez por todas desse fardo terrível: a coisa, aquilo, macabro, demoníaco, Besta.

Amarelo, azul e branco. Essas deixaram de ser a única cor no meu campo de visão. Eu não mais olhava para o céu, como também para onde eu pisava, e para o que me rodeava. Verde e marrom. A grama, as folhas e os troncos de árvore. Era muito mais vida do que desespero, e mesmo que tentassem, nada conseguiria tirar o meu foco dos objetivos principais: continuar vivo e livre de medos.


[Filler] Olly Sivan. P_hp HP: 225/225;
[Filler] Olly Sivan. P_chakra CH: 500/500.

Considerações:
Isso encerra a relação Olly-Besta, mostrando como as coisas aconteciam sempre que esta se manifestava. O objetivo são os 100 pontos de Status. O texto contêm 1011 palavras.

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[Filler] Olly Sivan. Tumblr_inline_p7fx92IUtt1s0xpld_250 [Filler] Olly Sivan. Tumblr_inline_p7fx8xWfwc1s0xpld_250 [Filler] Olly Sivan. Tumblr_inline_p7fx93pLrl1s0xpld_250
IRIS  LYNDALL

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Kim
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Re: [Filler] Olly Sivan. - Dom 10 Set - 21:30

100 pontinhos na conta.

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彼らはそれを魔法と呼ぶ
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Edição de Aniversario por Shion e Senko.