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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Inverno

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[Filler] Contos de um ninja entediado - Sab 26 Ago 2017, 18:32

Contos de um ninja entediado: Memoria perdida


As antigas lendas afirmam um fato curioso a respeito da terceira hora do dia (3 da madrugada), o horário pertence aos demônios. O momento do dia onde tudo está em seu profundo e absoluto silencio, humanos, natureza, até mesmo lagos e rios se acalmam no momento. A oculta vila da folha, obedecendo esta regra, aquietou-se, poucos seres viventes vagavam pelas vielas da cidade, alguns cambaleavam, mal podiam caminhar, devido as altas taxas de álcool no organismo, outros eram soldados patrulhando, exercendo seu papel. Na região onde situava as moradias não haveria movimentação, a população estava em suas camas descansando para enfrentar o dia seguinte.
 
A calmaria representava um mal pressagio, a leve brisa noturna misturava-se ao silencio, folhas aos ventos. Uma fonte de energia desconhecida se acumulava próximo ao vilarejo, sua presença fora detectada minutos após seu aparecimento. Um enorme estrondo seguido de um forte tremor na planície, juntou-se a orquestra do horror, um rugido ensurdecedor pertencente a um ser jamais visto naquele lugar.
 
O caos tomou conta da população, a mesma que saiu as ruas assustada após o tremor, o que se resume a um grave erro, aquela criatura se tratava de uma besta demoníaca, um formato jamais visto pelos moradores. O demônio avançava em direção da pobre aldeia. Um menino, nomeado como otsupon, acordou com o susto, junto a correria em sua casa, seus pais eram jounins da vila, não necessariamente os mais fortes, o seu devido valor estava na sua honrar com o compromisso de usar a bandana, aquele casal aprontou-se para uma eventual batalha, a mulher expressava preocupação com seu filho. Aproximou-se da porta do sótão, mas sem entrar deu as ordens- Filho, corra para um abrigo, a vila está sendo atacada eu seu pai estamos indo ajudar – abraçou o menino dando suas orientações sobre o que deveria fazer, estas poderiam ser al últimas palavras. O menino, ainda sonolento, entendeu as ordens, acenou enquanto sua mãe descia para fora.
 
Levantou-se rapidamente, coma finalidade de se arrumar, questionou se deveria ir para um lugar seguro ou observar as coisas, sua curiosidade era maior, com os pais indo cumprir o dever, o menino, passando pela cozinha pegou um pacote de chips, toma a iniciativa de subir no telhado de sua casa, um ponto não muito alto, mas o permitia uma visão bem simples do que acontecia, sentando-se começou a comer, a vista era infernal, uma besta em forma de lesma cuspindo bolhas com ácidos para tudo quanto é lado. O medo e desespero predominava os habitantes, alguns corriam desesperados, outros aceitavam o “julgamento divino", o garoto viu aquelas coisas e tentava manter-se calmo, devido a confiança nos soldados e a honra de seu clã, as missões de evacuação já haviam sido iniciadas devido ao hokage, que, tomado a frente das defesas, ordenou a evacuação dos civis como prioridade no momento.
 
Eventualmente, em outro lado da aldeia, sua mãe estava nos abrigos prestando primeiros socorros enquanto seu pai executava as ordens com excelência, socorrendo pessoas em meio aos escombros, guiando a campos de refúgio, mas sempre evitando os restos de ácidos. Mesmo com todo cuidado coisas podem acontecer, por consequência da batalha, outro tremor de terra aconteceu. Aquele destemido homem exercia sua função, junto a outros shinobis, aproximadamente 80 metros da luta, no momento do tremor, uma casa desaba próximo a sua posição, uma grande poeira tomou o local incapacitando o alcance da visão, seria o suficiente para causar desvio de atenção.
 
A luta ocorria cada vez aumentando a intensidade, a besta tinha reservas indefinidas de chakras, suas bolhas de ácidos eram bem preocupantes, pois elas flutuavam fora do raio de luta, alcançando áreas consideradas seguras. Respingos da substância perigosa atingia áreas de evacuação, uma pequena chuva de ácido, uma destas jorradas vinha ao encontro de duas pessoas, ali presas aos escombros, os ninjas já estariam chegando ao limite de chakra, o que impedia de executar alguma técnica para defender os civis, a trajetória certamente seria nelas.
 
O homem, como todos os outros, estava impossibilitado executar alguma técnica boa o suficiente para proteger, em uma decisão difícil, avançou próximo as pessoas colocando seu braço direito para protegê-las, a dor do liquido penetrando a carne corroendo tecidos e músculos foi insuportável, gritos de dor a agonia predominou o momento, talvez tenha aquilo seria um ato heroico no qual valeria a pena, seu membro pode não ser mais útil para o resto da vida.
 
A noite seria longa, e o dia seguinte poderia ser pior, o hokage e sua alcateia usava suas técnicas combinando uns com os outros, era algo incrível de se ver, os efeitos da luta refletia aos arredores. Passando-se um certo tempo, outro tremor ocorreu, devido ao salto da besta, derrubando aquele menino. Do telhado ao chão passaram-se 5 segundos, o que seria uma eternidade ao jovem, em uma queda de 5 ou 6 metros sua mente vagou uma última vez pela vila, sua vista enfraquecia aos poucos, chegando a escuridão total.
“Se eu não fosse tão imprudente, não estaria morrendo...” em um último pensamento acabou desmaiando no chão. Desmaiou por horas, acabou por perder o desfecho da luta, durante esse período de tempo, muita coisa ocorreu naquele período. Uma mulher aproximou-se do corpo, a mãe do garoto, ao checar a pulsação seu coração tranquilizou, junto ao suor, lagrimas acumulavam-se.
 
Otsupon perdeu parcialmente a memória daquela terrível catástrofe, o pouco que se lembra, acredita ser uma invenção própria, seus pais não o davam detalhes por preocupação, temiam algum problema neurológico. Seu coma durou aproximadamente 2 dias, permaneceu internado no hospital por mais 1 semana.
 
A vida na vila voltava ao normal, afinal já se passaram 2 meses depois do ocorrido, a cidade já haveria sido restaurada, aquela família sofreu um pouco, o pai, devido a incapacidade no braço direito, teria optado por se aposentar da patrulha e trabalhar na área administrativa do hospital, por outro lado sua mãe continuava trabalhando como enfermeira no hospital.
 
Em sua graduação, como genin, recebeu o protetor de braço esquerdo de seu pai, e de sua mãe, recebeu uma arma, uma lamina muito usada pelo clã.  Aparentemente, devido ao fato de ter esquecido, sua mente estava saldável, sem nenhum transtorno ou algo do gênero, a partir dali começaria sua vida monótona.
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Akemi Yuki
Chūnin
Akemi Yuki
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Re: [Filler] Contos de um ninja entediado - Sab 26 Ago 2017, 23:54

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Re: [Filler] Contos de um ninja entediado - Sex 01 Set 2017, 22:53

Contos de um ninja entediado: Momentos raros

Um outono doce impera com seu aconchego de amor e lucidez. E esse abraço aveludado que chegou repentinamente, num calorzinho de cuidados e curas. Folhas secas caem cedendo lugar para outras. Adorável clima perante o nascer do sol. levantar-se da cama cedo requer grande domínio sobre si, vencer a preguiça que reside em vossos corpos é algo a se cumprir. Sem o devido sono, facilitou para quele rapaz acordar, talvez não tao disposto, tomou aquele indescritível banho longo, onde maior parte do tempo deixou a água tomar conta.
 
O descer das escadas era tranquilo, caminhando em direção a uma sala, grande e aconchegante, com sentimento de certeza, optou abrir a grande janela, com vista ao jardim tomado por vegetação seca. A brisa estava leve, porem fria, predominava, o rapaz vestia um casaco, com o propósito de não se resfriar, sua mão esquerda estava ocupada com um velho caderno, seria seu passatempo escrever poemas? Sentou-se na posição de lótus, de frente para a janela, não houve movimentação a partir daí, apenas observou o momento.
Sentia o vento bater em seu rosto, uma boa sensação que trazia paz, talvez procurasse por inspiração, tomou o lápis com a tentativa de rabiscar algo, seu bloqueio artístico era grande, levantando-se dali inquieto, teve a iniciativa de caminhar pela casa, a proposito seus pais estavam trabalhando ou fazendo algo do gênero. "faz tempo que a mãe não vem para casa?
Será que ela foi compra cigarro?" "no, no, no" A mente se perdia devido ao tédio daquela casa, esta que era grande a aconchegante, sua família tinha uma grana boa, isso o permitia esse conforto.
 
Vagando por diversos cômodo, notou que no canto havia quadrinhos de fotos, "acho que irei desenhar a mãe". O menino pegou suas coisas e começou a traçar rabisco, estes que se tornavam traços, e posteriormente formavam uma imagem, não havia muito talento nele, apenas o tédio de não ter algo mais interessante para fazer. Apesar de sua escassez de habilidades artísticas, a obra ficou reconhecível, quem olhava reconhecia a que era a semelhança de sua querida mãe, era algo a se orgulhar. Notou a aproximação de uma mulher, ela era alta, cabelos bem negros, e uma pele esbranquiçada, seu rosto era bem conservado devido a produtos Ivone, na sua face um belo sorriso.
 
-Mãe? Quanto tempo? - Guardou o desenho rápido e foi ao encontro
 
- Finalmente consegui vir para a casa, você está se virando bem? Comendo bem? - Deu um abraço apertado
 
-Ah, sim, sim, obtive sucesso em algumas missões, espero virar chunin logo e talvez ir para outra aldeia em missão...
 
- Você não vai para fora nunca, ele sempre evitou lutas - a mulher tirava seus calçados para pode entrar em casa - vou cozinhar algo, o que quer? - Caminhou para a cozinha.
 
-ramem de porco por favor - estendeu o braço direito para cima, em seguida subiu para seu quarto com o propósito de guardar seu caderno no devido lugar.
 
-Ok, vou fazer depois conversamos.
 
Aquele breve e simples reencontro, a mulher não aparecia em casa cerca de três dias, seu árduo trabalho no hospital era importante, afinal ela era uma ninja medica, muito dedicada aliás, o menino voltou na sala, deitando-se no carpete, sua mente novamente vagou pelo vasto universo, típico de um vagabundo. Sua mãe havia de preparar o almoço, ainda era pela manhã, o bom cheiro da carne fritando tomava conta do lugar, era o suficiente para abrir o apetite. Cerca de uma hora tinha se passado, lavando suas mãos foi fazer sua refeição.
 
-itadakimasu - agradecendo começou a comer
 
-Espero que esteja bom, fazia muito tempo que não preparava ramem - deu uma leve e doce risada
 
-Está bom até- prosseguia comendo
 
Sua refeição foi silenciosa no começo, podia se ouvir o vento na rua, devido a personalidade dele a conversa não iria fluir naquele momento, talvez em um posterior. Nesse momento sua maior preocupação era sobreviver ao mundo, a mudança repentina de pensamentos provinha de um mal pressentimento, as coisas poderiam não ser a mesma, portanto a companhia de sua mãe já bastava para aproveitar, talvez tenha sido apenas sentimentos toscos, ou aquele medo por perder alguém que ama. Após essa série de paranoia o rapaz havia conversado algum tempo com sua mãe.
 
- Vai fazer o que agora? - Disse terminando de comer - está afim de treinar? - Colocou a louça na pia
 
-Verdade, faz tempo que eu não te testo - terminando sua refeição foi ao pátio - te espero lá
 
Terminando de lavar a louça o jovem foi até o pátio, este que tomado pelas folhas secas, possuía um pequeno lago com carpas nele, algumas arvores e outras plantinhas, sua mãe lhe aguardava com dois pedaços de bastão, talvez para substituir a espada do clã, jogando uma para o rapaz veio ao seu encontro, ela era bem rápida, mirou seu mini bastão em direção ao coração, notando a agressividade, porém sem muito tempo de reação, o jovem usou uma substituição, indo parar a 2 metros ao leste da mulher.
 
-Não vai nem dar desconto para o seu amado filho é?? - Ironizou
 
Tomando aquele mini bastão o jovem realizou um jutsu muito popular na vila, kage bushin, 1 clone como ele apareceu na sua ideal consistência. Ambos correriam em direção dela, 1 por cada lado, formando furtivo ataque em pinça. Sua mãe, com anos de experiência, aplicou um chute giratório, acertando ambos, o clone havia se dissipado e o rapaz bloqueado o golpe com seu bastão. Parecia que a luta iria se intensificar, afinal nenhum iria poupar esforços, o rapaz foi para cima com uma intenção de criar uma brecha, diversos socos e chutes haviam sido trocados entre eles, o rapaz realmente era bom, mas sua mãe era melhor e mais experiente, apesar de seus quase trinta e cinco anos.
 
-Cansei disso - disse o garoto, sua expressão estava séria
 
Novamente fez um clone, pegando pelo braço o jogou para sua mãe, em seguida correu ao encontro, mas dessa vez sua mão possuía uns raios, uma pequena técnica de invocação Elemental. Seu objetivo era usar o clone como distração enquanto a golpeava com um soco.
 
-THUNDER PUNCH - gritou igual um idiota.
 
- Meu deus que idiota - disse com tom de indignação
 
Sua mãe era mais esperta, havia se substituído e o golpeando para o traz com um soco, sua habilidade era incrível para uma ninja médica. Os perigos das missões ensinaram aquela mulher a ter que lutar bem para poder ajudar seus companheiros de equipes.
 
- Qual foi, eu estou a 20 anos na sua frente, essa tática bosta aí não funciona - debochava dele
 
Sem falar nada o jovem avança para cima, não possuía muitas técnicas para usar, a única forma era ter que brigar mano a mano, sua mãe apenas o contra-atacava, notando esse comportamento peculiar o rapaz pensa " tenho que contra-atacar o contra-ataque". O menino tenta golpear sua mãe na cabeça, a defesa da mulher foi boa, havia segurado o braço e em seguida desferindo um soco na sua barriga. Sorriu levemente e agarrou o soco.
 
- E agora José? - Dizia sua mãe
 
O rapaz canalizou seu chakra em direção de sua mão esquerda, a intenção era criar um leve raio, um pequeno choque para afastar sua mãe, a ideia havia funcionado. Irritada com o choque a mulher fez 3 clones e o cercou, cada clone iria ataca-lo com força total. "merda!!" Pensava o rapaz, a luta haveria se encaminhado ao fim, reconhecendo seu destino e sem muitas escolhas o jovem ergue as mãos.
 
-ok, ok eu me rendo - disse dando uma leve risada
 
- Ué cadê o thunder punch, o mestre dos clones talicoisa - sua ame tinha uma tendência ao deboche. - Pelo menos você me fez suar. - Passou a mão na sua cabeça e foi para dentro da sua casa.
 
Talvez ter uma mãe um pouco ausente não a faça diferente das demais, mesmo com a correria e a luta do dia a dia sempre havia tempo para ensinar alguma coisa, apesar de que não houve muito aprendizado, o menino conseguiu receber um pouco de experiência, afinal não saberia o quanto tempo ainda resta com ela. O que se definia tédio no começo do dia seria uma camuflagem para o sentimento de saudade perante sua mãe, dias de solidão naquela grande vazia casa tornava a maioria das cosias entediantes.
 

A tarde ainda predominava os céus, o jovem fez mais algumas coisas em casa, tarefas como, varrer, limpar e limpar o quintal. Encerrou o dia despedindo e sua mãe e no seu quarto indo dormir, afinal estava muito cansado. Sua mãe havia trabalho de madrugada, ou seja, não tinha prazo para voltar.

Spoiler:
tem 1457 palavras e dentro delas  500 é a luta, treinei ninjutsu com minha mãe ou seja +1 pt em ninjutsu
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nujabes.
Genin
nujabes.
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Re: [Filler] Contos de um ninja entediado - Seg 04 Set 2017, 08:16

Filler ok. Quanto ao ponto... Não pode pegar databook via filler, apenas qualidade de um ponto (ambidestria, perícia em shurikenjutsu, hábil em selos etc) consoante a seguinte regra: "Os Treinamentos de Melhorias, também chamados de Fillers, são narrativas que constroem cenas do personagem que não ocorreram no RPG ON. Sendo assim são totalmente feitas em OFF, na Área de Treinamento de Melhorias, permitindo que sejam feitos mesmo enquanto o personagem está em ação; as narrativas, porém, precisam ter contexto no universo de Naruto e fazem parte da história do personagem. Escrevendo um extra de 400 palavras, poderá ainda aprender uma nova qualidade de até 1 ponto no Filler.". Verificável neste endereço: http://narutorpgakatsuki.com.br/t53750-2-status#346968

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Re: [Filler] Contos de um ninja entediado - Sab 02 Dez 2017, 18:38

Contos de um ninja entediado: mudanças


 
Movendo-se, com calma e tranquilidade, perante a principal entrada daquele amado vilarejo. O sol penetrava a deslumbrante paisagem de konoha, entre os edifícios e residências, os canteiros estavam bem floridos, decorridos da estação do ano. Há cerca de 1 ano atrás, aquele rapaz tomou uma decisão importante, ou arriscada, decidiu viajar para terras distantes, explorar lugares no qual desconhecia, seu real objetivo se dava por ocupar a mente do seu fracasso, não que aquilo o afetasse, mas o irritava um pouco, e a melhor solução era experimentar novas aventuras.
No tempo em que esteve fora, coisas aconteceram, tanto nos lugares conhecidos como na sua volta. Como diz um velho sábio, a necessidade faz o homem, um pretexto para sua aprendizagem envolvendo culinária e gastronomia, o tempo na estrada o trouxe diversas experiências novas, apesar de ter enferrujado em termos de técnicas ainda possuía um físico bom devido a sua sequência de treino simples, isso permitia se livrar de diversos problemas. Retomando a questão do agora, o jovem observava muitas mudanças na região, sua mente se manteve no fato de que teria que correr atrás do prejuízo, afinal todos que frequentaram a academia já evoluirão. O passeio ocorria a passos lentos, havia a necessidade de adaptar-se a aquele novo ambiente, algumas coisas como crianças na rua, guardas e até mesmo velhinhos, mantinha-se a mesma, afinal só se passou 1 ano.
-Faz 1 ano desde que estive aqui - parou observando a rua, as pessoas, os estabelecimentos, logo após continuou sua caminhada tinha sentido sua casa.
Um mal pressentimento tomou conta, ainda assim optou por ignorar aquilo e dar seguimento a sua jornada, aproximando-se de um ponto cujo permitia observar sua residência notou que o local tinha um aspecto abandando, a vegetação aparentava estar seca, madeira da casa envelhecida, algo parecia muito estranho, cada vez próximo do portão de sua casa, observou como o lugar realmente estava depredado, a força do tempo, junto as chuvas e vento, danificaram a casa. Um pensamento predominava sua mente, onde estariam seus pais, caminhando rumo a porta, notou que a mesma havia um problema, com suas mãos forçou a porta emperrada, olhando para dentro, deparou-se com a mobília coberta com lençóis brancos, um leve toque de poeira no chão, aparentava estar desabitada durante todo o ano que se passou. O menino estava com dificuldades de processar tudo aquilo.
-Preciso de respostas - após dizer isso saiu correndo para fora, em direção a uma área especifica da vila, foi ao centro comercial, em especifico a floricultura.
O lugar não era tão distante, pelo caminho passou por novas residências, onde antigamente era campo aberto, chegando a floricultura observou que a antiga dona não estava ali, porem outra mulher tomava conta da lojinha. Aproximando-se do local, foi vasculhando com seus olhos a procura de algo que o confortasse.
- Olá moço - disse a mulher - o que procuras?
-Então, onde estaria a antiga senhora? - Perguntou com receio
-Faleceu há uns 10 meses- falou com um semblante triste
-Desculpe, meus pêsames, por acaso sabe de algo que aconteceu com alguns do clã hatake? – Evitou tentar ser direto de primeira – eu sou do clã hatake só que estive fora da cidade sabe, estou por fora das coisas e minha mãe é pertence a esse clã
-Acho que você é filho dela - caminhou a uma gaveta - uma mulher de lá morreu, e deixou uma carta- vasculhava a procura de tal objeto.
-É algo importante? - Seu coração predominava receio e medo do que poderia vir, ou seja, gelou por dentro
-Desculpe eu não achei a carta - proferiu a mulher - mas ela morreu de forma natural, e seu marido morreu de uma grave doença, de acordo com as informações.
Um silencio tomou conta do ambiente, o menino estava segurando a tristeza, afinal, na sua visão ele teria abandonado seus pais ao tomar a decisão de ir viajar. Poucas palavras saíram de sua boca naquele momento, o rapaz simplesmente foi em direção do cemitério da cidade, afinal precisava ver os túmulos, ou lapides, dos seus pais, ainda segurando sua tristeza, o menino observava a lapide, durante horas até o ponto onde a chuva começou a predominar o ambiente, sentando-se na grama, começou a refletir a respeito das coisas, diversos momentos passou pelas memorias, algumas eram felizes e outras tristes, tudo aquilo que aconteceu nunca mais iria ocorrer, afinal sua família havia partido, não havia nada além de luto.
Cansado de estar ali, levantou-se e foi para casa, afinal estava anoitecendo, e ainda precisava arrumar a porta para poder dormir tranquilo. Ao longo de uma boa caminhada até sua casa, planejou o que iria fazer em seguida. Aproximou de sua porta, cujo propósito era arruma-la com algumas das ferramentas de seu pai, isso demoraria cerca de meia hora. Entrou em seu quarto, observando ele arrumado, deitou-se por cima da cama e adormecendo rapidamente. Tempo era algo cujo ele precisava, afinal foi um choque de realidade muito grande, a chuva caia mais forte na madrugada, porem era chuva rápida de primavera. Os primeiros raios de sol adentravam aquela janela em direção ao rosto do menino, sinal que a hora de dormir já havia acabado, acordando, permaneceu ali deitado por algumas horas, próximo ao meio dia levantou-se para fazer a higiene matinal, um novo dia começava, na rela uma nova história, as coisas seriam diferentes a partir daquilo, afinal estava sozinho nesse mundo.
No resto do dia otsupon arrumou sua casa, tirou os panos brancos de cima dos moveis, limpou toda a poeira e o pó da casa, concertou algumas partes danificadas como por exemplo, telhados, portas e janelas, arrumou o jardim, replantando algumas coisas e restaurando outras. A cada atividade sua tristeza reprimida passava, e sua personalidade retomava as origens, pois seus pais não iria querer vê-lo triste. Talvez agora ele se dedique a vida dando a volta por cima das situações e negando todo sentimento de fracasso, a dor de perder alguém próximo e querido pode trazer grandes mudanças na vida das pessoas assim como pode ocorrer com o rapaz.
 
 
Hp: 250/250
Ch: 325/325
 
 
Armas:
Kunais: 10
Shurikens: 10
arma do clã:
Hakkō Chakura Tō
Rank: A
 

Descrição: O Hakkō Chakura Tō foi um Tanto que originalmente pertencia a Sakumo Hatake, que passou para o seu filho, Kakashi. Foi um Tanto reta de lâmina com um pequeno, mão-guarda circular. Ele exalava um faixa branca de chakra quando foi balançado, este ganho Sakumo seu título de "White Fang de Konoha" ( , Konoha não Shiroi Kiba). Esta lâmina foi destruída durante a Terceira Guerra Mundial Ninja durante a luta de Kakashi com Kakko. No anime, que mais tarde foi mostrado reparado com Kakashi ainda usá-lo para as missões.
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Re: [Filler] Contos de um ninja entediado - Sab 02 Dez 2017, 19:29

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Re: [Filler] Contos de um ninja entediado -

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.