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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, mas simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Verão

Pio
Tokubetsu Jonin
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[Fillers] Kaduo Ranton - em 29/5/2017, 21:42

Eram 8h da manhã, o sol estava fraco, o vento se esgueirava pelas lacunas da janela produzindo um som agudo e inconstante, o tempo era ameno e bastante úmido. A ventania ficou mais forte, tanto que abriu uma das folhas da janela do quarto de Kaduo, então assim produziu um som abafado e ritmizado pela força da corrente, ele então se viu obrigado a levantar e trancar a janela já que estava carregando um frio que não o deixava confortável. Levantou-se, estava com o tronco nu, sua calça usual tinha sido substituído por uma calça de lã branca feita por ele mesmo, seus pés despidos tocaram o chão de madeira frio, caminhou até a janela e viu no céu nuvens de tempestade se formando - essas nuvens... eu queria poder controla-las... porém, eu preciso ser mais forte que isso... espero que o poder não esteja consumindo minha mente... - enquanto pensava nisso Kaduo tinha esquecido completamente do frio. As nuvens havia se formado como mutias outras, estavam mais escuras e corriam mais depressa por conta dos ventos. - a paz poderia ser transmitida igual a chuva, assim todas as guerras e disputas acabariam por completo -. Finalmente fechou a janela, olhou para o espelho e ajeitou seu cabelo, enquanto o amarrava com um cordão ele lia as anotações que deixava do lado do seu espelho "passar no monastério", lembrou-se então dos livros que tinham chegado no templo, alguns monges tinham dito que seriam livros perfeitos para aprimorar seu conhecimento sobre o corpo. Kaduo estava ansioso para aprender mais, ficou mais apreensivo quando os monges vetaram seus estudos sobre o corpo e seu comportamento pois segundo os mesmo "não se deve dar um passo maior que o ladrilho, jovem. Você é muito novo, em breve aprenderá o necessário. Lembre-se que quem muito quer pouco tem. A borboleta não nasce como uma e mesmo quando é, não é". Kaduo se confundia muito com as frase que alguns monges falava para ele, muitas delas não tinha sentido algum. Levantou-se e foi a cozinha, preparou um chá e tomou rápido pois queria chegar logo no monastério. Colocou sua vestimenta usual, porém em sua mão amarrou um colar feito de pedras escuras perfeitamente esféricas e quentes - isso ajudará a guiar os meus caminhos -, saiu de casa 1h após acordar, sua casa ficava no topo de um pequeno rochedo pontiagudo e ingrime, naquela região só havia a casa de Kaduo, pois quando se mudaram sua mãe havia dito que lá iriam meditar melhor, a mulher tinha razão, Kaduo ouvia apenas seus passos, nem mesmo suas 3 galinhas e sua vaca faziam barulhos, naquele ambiente todos os seres vivos ficavam conectados, ao deixar sua simples casa de madeira, que ficava metade pra fora do penhasco e metade dentro, deu um leve afago nos seus animais e foi para o monastério.

O caminho já era conhecido, havia muitas arvores secas ou com as folhas caindo por conta do outono, nuvens claras já tinham tampado o sol e, por conta da altura, o vento estava mais fraco. O caminho era sinuoso, passava ao pé de diversos rochedos, uns íngremes e inabitáveis, outros largos e com uma pequena parcela de casas. Na metade da estrada passou por uma feira, ao olhar aquelas deliciosas frutas ficou com fome e foi logo se deliciando nelas, comprou um saco para se alimentar no caminho. Antes mesmo de chegar na metade do saco ele chegou no monastério. Era uma estrutura murada, de muros com mais de 12m e com a largura de um elefante, foi levantado com blocos de cor bege claro. Havia setes torres equidistantes, todas se levantavam após a murada com madeira escura e mármore negro, em cada torre possuía um grande sino dourado que tocava a cada amanhecer. Para entrar havia só um jeito, um portão gigante feito com o mesmo material que as torres, sua altura era de 5m e largura de 4m. Kaduo se aproximou e a porta se abriu gradualmente, lá dentro podia-se ver inúmeras arvores e pequenas capelas onde os monges meditavam, no centro havia uma grande rocha com uma marca negra em seus poros brancos, abaixo a inscrição "eletrificação do inanimado". Kaduo chegou na biblioteca dos monges que ficava próximo a quarta torre, quem guardava a recepção era T - Namastê, T -, T que estava concentrado listando uns livros virou e disse - Namastê, Ek k - T tinha sua cabeça careca e seu corpo magro, seus olhos estavam sempre exprimidos por conta da sua falta parcial de visão. - T, lembra daqueles livros que eu queria? Gostaria de lê-los - o homem fitou Kaduo por um momento, levantou-se e pegou três livros pesados e deu para Kaduo - tome, ek k, vá até os assentos do norte, lá tem um desenho para ajudar -. O garoto juntou todos os seus desenhos e correu para os assentos do norte, lá o vento batia e o sol sumia, a sua frente, preso numa rocha, estava o desenho de um corpo humano com linhas azuis de chakra, Kaduo então leu sobre o chakra, ele flui  sobre o nosso corpo por meio de 361 pontos de chakra, pontos que estavam desenhados no quadro. Leu que o chakra é uma mistura da nossa força física com a nossa força espiritual. Kaduo logo percebeu como ele poderia evoluir mais. O tenketsu (nome dado ao mapa corporal do chakra) está distribuído por todos os pontos e uma das formas de manipulação desse chakra é por meio dos selos de mão feito por todos os ninjas.

Kaduo levantou, era muito para se ler em uma tarde, ainda tinha que meditar um pouco, foi novamente até a capela onde T se encontrava e entregou os livros - obrigado, irmão. Agradeceria se pudesse reservar pra mim, quero continuar a lê-los na minha próxima vinda. -  T abriu um grande sorriso e disse - claro, ek k, até o nosso prósimo encontro -.
Chegou em casa 1h após o sol dormir, tirou seus sapatos e seu manto, havia gostado do dia de hoje, foi produtivo e se sentia revigorado - vou tomar um chá de ervas al'baredas, tenho que me manter são para essa sessão de madrugada -. Kaduo se dirigiu até a rocha onde meditava, fez a posição de Lotus, respirou fundo e agradeceu, minutos depois a chuva começou a cair em seu tronco, cabeça e ombros, logo as gotas se multiplicaram e a tempestade do dia tinha vindo de noite, pelo visto ela seria a sua companheira na sua meditação.

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Re: [Fillers] Kaduo Ranton - em 29/5/2017, 22:18

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Re: [Fillers] Kaduo Ranton - em 10/6/2017, 12:08


Kaduo Ranton
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Meus dedos do pé tocavam a rocha fria em que eu me encontrava sentado, meus joelhos, flexionados, estavam rígidos, meu tronco estava em um encaixe perfeito com o meu pescoço, meus dedos tocavam a folha do universo, meus braços descansavam nas minhas pernas, meus olhos descansavam depois de um longo dia, apenas meus cabelos verdes se movimentavam, o vento na colina onde eu moro é sempre forte, principalmente na época de outono, onde o fim da vegetação é anunciado. Meus cabelos ficaram em desordem durante toda a madrugada de meditação, passei mais de 15h meditando sob o frio e chuva fina. Já era hora de levantar. Olhei para cima, já livre da posição de Lótus, e vi as nuvens se formando, elas me acompanhavam nesse local inóspito. Levantei meu corpo com a ajuda dos meus braços, pouca força havia em mim, pois passei muito tempo descansando os músculos, todo o meu corpo estava dormente, levantar me deu uma sensação boa, senti o chakra e o sangue fluírem dentro do meu corpo, me senti revitalizado e disposto. Meus pés nus tocavam o chão ainda frio, meu peito aberto recebia o vento que carregava folhas das arvores que dispunha da montanha ao lado, finalmente entrei dentro de casa. Preparei um chá para mim, tomei lentamente e, graças a técnica que um monge me ensinou, o chá não esfriou. Ao tomar o chá, cai numa reflexão sobre meus estudos, havia um bom tempo que eu não tinha ido na biblioteca do monastério do relâmpago, eu tinha reservado um livro lá, um que eu não acabara de ler. Vesti meu manto e calcei as botas, sai em passos lentos e vagarosos, o sono que tentava me intimidar não era um inimigo páreo, eu estava gozando da paz do meu espirito interior.
Ao sair, minha vaca de pelagem branca lisa olhava para mim, era incrível como eu sentia seu olhar, se eu me concentrasse em seus olhos eu viraria uma vaca também, esta mastigava seu capim que eu havia deixado dois dias atrás, minhas galinhas ainda estavam dormindo, a noite havia sido longa para elas, já que me acompanharam na meditação.

Passei por muitos lugares antes de ir ao monastério, passei no parque onde havia um show de um músico que se auto proclamava o maior ninja músico de todos os tempos. Passei na feirinha de frutas novamente, as frutas não estavam tão em conta já que a temporada de inverno estava chegando, as frutas mais bonitas já tinham ido para as casas com mais dinheiro. Como eu morava em um canto mais isolado da cidade, eu nunca aproveitava essa mordomia que os mais ricos tinham.

Em pouco tempo cheguei ao monastério, este se encontrava com os portões fechados. Os sinos tocavam numa sintonia unica, tornando-os um único som. Os sinos anunciavam o despertar dos monges celestes, pois suas viagens ao mundo espiritual aconteciam sempre ao crepúsculo do primeiro dia da semana e ficavam até o amanhecer do ultimo dia. A capacidade espiritual desses era invejada por muitos.

Ao entrar fui diretamente a biblioteca, pois no monastério havia apenas os monges celestes estavam lá e, como ainda estavam em estado de meditação, mal se ouvia os passos deles. Na biblioteca não havia ninguém, nem mesmo meu amigo estava pelas redondezas - alguém está ai - falei para alguém ouvir, mas ninguém apareceu. Então decidi entrar, as prateleiras da biblioteca central sempre foram bem organizadas, o resultado de sua limpeza diária era perceptível, era um ambiente perfeito para se passar horas sem ao menos perceber. Por conta da organização, logo achei os livros reservados a mim, eram dois, mas no momento eu só lia um. Peguei ambos e fui para a mesa. Não se ouvia muito por lá, apenas o vento que batia na janela de vidro, fora isso, era só o silêncio da paz.

Comecei a minha leitura, pulei toda a parte que eu já tinha lido e me deparei com o capitulo que falava sobre as cores do Chakra, havia algumas imagens rudimentares para exemplificar, mas era bom ler toda a explicação. Começou pelo chakra amarelo, o chakra amarelo tem a característica de ser quente e brilhante, há relatos de quem um ninja muito antigo, um dos percussores do ninshu, Asura Otsutsuki, tinha o chakra dessa cor. Após o amarelo, foi vez de ler sobre o chakra azul, o chakra azul tinha propriedades desconhecidas, porém uma das bestas demoníacas disse que esse chakra era mais sinistro que o seu. Houve um usuário famoso desse chakra, um usuário com poderes inimagináveis, porém o seu nome tinha sido apagado do livro e eu não entendi o porque. O próximo chakra do livro era o Chakra de Luz Branca, foi um tipo bem raro de chakra que só se manifestava em uma Tanto da linhagem Hatake, um clã de Konoha, do país do fogo. Por ser de tão distante, não se tem muita informação sobre isso.

Por fim, olhei fora para e a lua já tomava o céu, escondida nas nuvens ela brilhava, passei a tarde toda sozinho n biblioteca do monastério, lendo um livro que me prendeu por horas. Os monges celestes já deveriam ter saído do estado em que estavam, outros monges já deviam ter começado a sua meditação da escuridão e eu, eu passei o dia todo lendo enquanto estes seguiam o caminho espirito. Levantei-me e coloquei os livros na prateleira, sai da biblioteca e não vi ninguém. Os campos verdejantes do monastério estavam vazios, nas capelas se encontrava alguns monges, todos meditavam ao som do pequeno riacho que passava no meio do monastério. Ao passar pelo portão, cumprimentei os que guardavam a porta e parti para a casa.

Cheguei em casa tarde, pois no caminho parei para observar o céu. Sua grandeza era esplendida e as montanhas de Kumo faziam que sua grandiosidade fosse maior. Entrei no meu pequeno chalé, tomei um banho quente e descansei no tapete que eu tinha na sala central - mais um dia, mais uma noite - adormeci ali, pois, não sei como, o chão estava confortável.





HP=200/200
CK=450/450
Considerações:

1009 palavras
Jutsus usados:


Bolsa de Armas (20):

Kunai 06
Kibaku 01 (04)
Kemuridama 05
Hikaridama 02
Fio 3 (15m)

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Re: [Fillers] Kaduo Ranton - em 10/6/2017, 12:10

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