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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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[FILLERS] - Note - 6/1/2017, 13:52

Aqui vai ser onde eu vou escrever fillers.

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Última edição por Note em 19/8/2017, 18:16, editado 2 vez(es)
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Re: [FILLERS] - Note - 7/1/2017, 17:57

O ninja acordava em mais um dia comum ia até sua cozinha preparava todas suas comidas do dia como almoço e janta, pois passaria todo o resto do dia e parte da noite fora de casa e como estava guardando dinheiro ele não iria poder gasta-lo tão fácil como comidas compradas no mercado sendo que ele as poderia preparar em casa. Shashinko então checava tudo que estava na sua mochila para como garrafa de aguá, as tornozeleiras que havia comprado em um de seus treinos, dois bentous sendo um para o almoço e um para janta, e por fim sua bolsa de armas. Ele colocava a mochila em suas costas pegava seu arco e seguia para fora de casa para começar o seu dia e seu treino.
Passando pelo centro da vila shashinko finalmente chegava ao campo de treinamento e via que aquele local não seria tão propicio para seu treinamento pois estava muito cheio naquele fatídico dia e com esta situação o ninja pegava seus utensílios e os carregava consigo para fora do campo de treinamento e partia para o portão da vila mas no caminho e se esbarrava com uma senhora muito peculiar ao seu ver pois ela estava usando uma vestimenta muito estranha para um dia comum, a roupa da senhora parecia ser de algum evento que acontecera na vila mas shashinko não conseguia se lembrar e enquanto eles se desculpavam por se esbarrarem o ninja logo perguntava a senhora – Esta tudo bem, esta roupa me parece estranha para um dia normal na vila. A senhora retrucava de maneira bem rude – Meu menino audacioso, não me venha com pergunta para uma senhora de idade como eu. Ela terminava de falar enquanto shashinko a ajuda pegar suas coisas que caíram no chão , o ninja então tentava se esquecer sobre esta situação que acabara de acontecer enquanto continuava a andar em direção ao portão da vila.
– Floresta ao redor da vila –
O ninja andava um pouco adentro da floresta, mas não tanto para se perder e fazia marcas em cruz em diferentes arvores com diferentes posições. Shashinko estava decido em descobrir alguns dos limites do seu mais novo arco como limites de flechas que consegue usar , o quanto gasta de chakra por flecha , distancia que a flecha alcança , força que a flecha possui e coisas do tipo. Shashinko deixava sua mochila encostada em uma arvore segura seu arco junto a sua bolsa de armas pega uma marcação simples em uma arvore que estava na altura do seus olhos e a sua frente.
O garoto olhava com determinação o local que deveria acertar , sem tirar os olhos do alvo ele prepara seu arco concentra um pouco de chakra e puxava corda imaginaria do arco. O chakra que estava concentrado na mão do menino agora se esticava e tomava uma forma parecida com a de uma flecha normal mas feita totalmente e puramente de chakra , ele a soltava então em uma velocidade incrível, os olhos do garoto mal conseguiam acompanhar a velocidade que a flecha perfurava o vento e corria cerca de apenas 15 metros de distancia. Shashinko ficou intrigado querendo saber qual seria a distancia máxima que a flecha percorreria logo se aprontava e ficava a 30 metros de distancia da mesma arvora que atirava a primeira das muitas flechas que estavam por vir, preparava seu arco novamente e soltava outra flecha mas a flecha raspava na arvore e parava no chão um pouco mais adiante em relação a arvore. O ninja checava a distancia e dava incríveis 38 metros de distancia, o menino então decidia extrapolar para ver como se sairia , a 50 metros de distancia da arvore estava ele pronto para soltar outra de suas flechas de chakra e por incrível que parecesse para o garoto a flecha perfurava o centro da arvore a deixando com um buraco.
Contente com sua nova descoberta o garoto dava uma pausa para comer algo como o bentou que havia preparado na manha deste mesmo dia. Após ficar satisfeito com o que comia no seu almoço ele olhava para o céu que esta bem azul com poucas nuvens e se perguntava “sera que um dia seria reconhecido por alguém da sua vila...” . Horas se passaram com o ninja matutando este pensamento que sempre passava pela sua cabeça nas mais variadas horas do dia, o ninja dava uns tapinhas em sua cara para ele pensar em outro assunto e voltar a se concentrar no seu treino.
Shahsinko ao fazer os seus cálculos de horas de acordo com a posição do sol via que ele acabara de perder horas por pensar muito sobre a vida, ele se recompunha e começava procurar por algum tipo de matéria mais resistente que uma arvore como , por exemplo , uma pedra de porte médio ou grande, ele procurou por um tempo até que finalmente encontrava uma pedra de porte médio e logo ele se preparava para tentar soltar a sua flecha o mais forte possível, ele tentava soltar flechas mais fortes mas todas pareciam ter a mesma intensidade e mesma velocidade. Uma hora se passou sua mão estava dolorida de tantas flechas que soltava na pedra mas com muita raiva ele concentra um pouco mais de chakra que o normal em sua mão e puxa uma flecha com mais determinação a segurando por um pouco mais de tempo pois de tão forte que a flecha era sua mira ficava um pouco a desejar, com todas as dificuldades para atrapalharem o ninja ele consegue soltar a flecha que parecia um pouco maior e mais rápida do que as outras. Ao acertar a pedra com tal flecha um buraco aparecia no local sendo que ela perfurou a pedra e quando acertou o chão por seguir sua trajetória  fez um pequeno buraco no chão com o cheiro de queimado no ar e sua mão tremendo ele cai no chão um pouco assustado com o estrago que fazia. O choque passava e ele se recompunha firme e forte pronto para ir para sua casa finalmente descançar.

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Re: [FILLERS] - Note - 7/1/2017, 18:50

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Re: [FILLERS] - Note - 1/2/2017, 21:46

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Esquizofrenia ou Realidade ?



 Kohaku vivia mais um dia comum apesar dos dias do falecimento do seu pai ter passado e o da sua mãe estava para chegar . O ninja estava em seu quarto preparando alguns origamis para seu próprio entretenimento e diversão, pássaros eram feitos , rosas , e até mesmo o rosto de sua mãe que ainda estava em construção . O menino cismou que faria aquilo manualmente papel por papel até o rosto de a sua mãe ficar pronto, ele precisava fazer aquilo antes da tal data da morte da sua mãe “ eu preciso terminar isso o mais rápido possível “ este pensamento não parava de passar na cabeça do menino trancado em seu quarto .

Havia alguns dias que kohaku não via ninguém ir a alguma lapide para prestar alguma homenagem ou para apenas ver alguém que já marcou a memoria de uma outra pessoa .  Kohaku pegava todos os seus origamis feitos , exceto pelo rosto da mãe que ainda estava fazendo e os colocava em cada lapide que passava para tentar alegrar e talvez caso isso fosse real fazer com que cada morto ali enterrado a sete palmos do chão se sentisse feliz , amado , lembrado ...
O tempo se passava e boa  parte das lapides estava com algum tipo de ornamento feito puramente de papel junto de dobraduras que agora traziam vida para aquele cenário que muitos ligam a tristeza , magoa e em até alguns muitos casos a vingança . O vento soprava e batia no rosto do garoto algo frio que parecia o deixar mais leve e seguro mas ele abria vagarosamente seus olhos e bem na frente dele um homem de ternos escuros com algumas linhas bem distintas em seu terno ,   junto do que parecia ser um cigarro ou algo relacionado a tabaco por causa do cheiro que o menino sentia. Kohaku olhou por muitos minutos e o único som que ele ouvia era o do queimar da ponta do cigarro do homem que ali estava , seu rosto estava de difícil visibilidade pois ele usava uma espécie de cartola com seus cabelos tapando ambos os olhos apenas mostrando seu nariz e sua bocas junto da sua barba mal feita. A pele pálida do homem de terno dava um horrível ar de frieza que fazia o garoto sentir a morte bem a sua frente.  O garoto perguntava depois de minutos que pareciam horas passarem:
- A Morte esta presente aqui, pois bem .  Saúdo a ti como meu iniciador.
O homem estranho continuava parado apenas mexendo seus braços para fumar seu cigarro . Kohaku via que o homem não abria a sua boca para falar nada ou o ninja não estava ouvindo o que dizia. O homem muito estranho soltava uma grande quantidade de fumaça , provavelmente proveniente do cigarro que fumava , que cobria todo seu corpo junto da coloração que de cinza começava a ficar preta como se fosse de algo sendo queimado . Abruptamente a fumaça se dissipava e o menino se dava conta de que a lua já estava em seu ápice e a escuridão estava por todo cemitério , pois kohaku ainda não havia ligado as luzes do local. O garoto fazia um pequeno camundongo com seu papeis e logo o mandava acender a luz do local , pouco tempo se passou e as luzes se acenderem fazendo o garoto dar um grande grito que ele ainda não entendia se foi um grito de algo bom ter acontecido ou de algo ruim. Ele via na frente de cada lapide uns esqueletos decompostos de varias formas diferentes, o ninja então se aproximava e nenhum deles sequer se mexia isso serviu para o garoto olhar e entender o que aquilo tudo significava.
Kohaku ouvia os gritos do tio que estava tomando conta do garoto , o ninja piscava e todos aqueles corpos sumiam e apenas os gritos ficavam ecoando pelo local. Ele corria em direção ao tio para falar sobre tudo que aconteceu com ele mas assim que ele fica cara a cara com seu tio ele percebe que não seria bom falar sobre o que aconteceu com ele. O tio perguntava para o garoto :
- Por que você estava correndo de um lado para o outro ? você estava parecendo um louco.
O menino dava algumas risadas para quebrar o clima tenso que estava no local enquanto colocava sua mão atrás da cabeça e perguntava de maneira muito irônica:
- Eu estava fazendo estas coisas estranhas ? O que tem neste seu café ?
 Kohaku voltava para seu quarto , correndo , para terminar o que havia começado na manhã deste mesmo fatídico dia que fazia o menino ver coisas tão incríveis como absurdas. O menino se sentava em sua cadeira de frente para sua obra que estava inacabada e a começava-a terminar seu trabalho. Algumas horas se passaram e finalmente o busto de sua mãe estava pronto. Sua barriga fazia sons estranhos por um tempo que o garoto prontamente ignorou enquanto fazia o busto mas após seu trabalho ele ia em direção a cozinha de sua casa para pegar algo para comer, uma torrada e uma xicara de café que seu tio havia feito a pouco tempo atrás . A comida estava muito boa , pois aquilo que ele acabou de comer era tudo que ele havia comido durante o dia todo .
Ele voltava para seu quarto e revia o calendário que ficava em uma das gavetas de sua escrivaninha e percebia que amanhã seria o dia que a mãe de kohaku tirou a própria vida por conta da sua depressão causada pelo falecimento de seu marido.
- Depois de uma conturbada noite de sono -
Kohaku estava acordado e pronto para sair de sua casa antes mesmo do sol nascer junto do busto que ele fizera da sua mãe. O menino estava na frente da lapide da sua mãe onde ele colocava o busto dela e falava de maneira baixa e aveludada :
- Eu estou mais forte mamãe... 
HP: 300|300 CH: 375|375 Vel: 22m/s


Pensamentos,  Falas.

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Re: [FILLERS] - Note - 3/2/2017, 01:06

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Re: [FILLERS] - Note - 6/2/2017, 12:06

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Re: [FILLERS] - Note - 11/2/2017, 02:40

Uma batalha de vida ou morte se iniciava naquela noite fria e chuvosa. As gotas, gélidas, tocavam os corpos dos dois sendo eles kohaku e seu pai causando-lhes leves arrepios. _ Espero que esteja preparado, Pai! Esse será o seu ato final. - Disse o pai do ninja partindo para uma ofensiva inesperada. Seu corpo zigue-zagueava de um lado para o outro, enquanto se aproximava do seu filho. Sua velocidade havia aumentado, de uma forma espantosa, seus reflexos e movimentos aparentemente estavam aprimorados também... ele havia se tornado uma arma de combate, em alguns segundos de ameaça pura e real. O sangue do kohaku fervia e congela de ver o pai de uma maneira que ele jamais esperava ver.
Perto o suficiente para iniciar a investida, Kohaku foi arremessado para trás. Uma espécie de onda de impacto  fez kohaku recuar alguns metros. Então, uma voz soou no meio da escuridão.
_ Não interfira Mãe. Eu como respeitado membro desta funerario e como futuro lider da qui não deixarei que ameaça alguma chegue até mim
 A voz de Kohaku era firme, de uma pureza inimaginavel. O que causou certo espanto em Pai.  A sua mãe estava bem ali, agora diante de seus olhos. Ele não trajava suas roupas habituais... por baixo de um sobretudo escuro, ela vestia roupas de um ninja ambu , coisa que espantou o menino porque ele nunca iria esperar que sua mãe fosse de tal grupo.
 _ Não pense que estou aqui para brincar com você... saia do meu caminho, meu unico alvo e você meu marido. - a mãe esbravejou, gerando uma onda de impacto com a voz absurda.  Era inacreditavel como ela era poderosa... mais mortal.
 Kohaku se levantava em seguida, com apenas um impulso se escondia e via seus pais na sala. A mãe soltava uma onda de chakra que acertava o pai de kohaku. A chuva havia cessado e agora  ambos se encaravam, com o menino tremendo de medo se escondia. O pai com toda sua imponencia observava a mãe que revidava ao  olhar instintivamente. Era como se travassem uma batalha mental, onde ninguem conseguiria sair vencedor.
  Kohaku não conseguia mais aguentar aquela cena. Seu corpo se moveu involuntariamente, ele se colocou de pé. A passos largos, se colocou a frente de seu pai, não se importando muito com o fato de que se ele poderia facilmente morrer ali, 
_ Eu acho que não tem por que se preocupar com o homem que via tudo pela janela enquanto tomava um chuva de verão. Como o ninja pensava, eu sou  a nova geração. E o que eu  nova geração faço? Lutamos pelo bem dos outros. E sempre luto  ! - Olhou para seu pai em seguida e com chamas nos olhos gritou o mais alto que conseguiu. Causando espanto nos demais alí presentes.
_ Você tanto me quer, pai!? Então venha buscar o seu premio.
As palavras do jovem Kohaku, tocaram profundamente seu pai. O impacto foi tamanho que em menos de um segundo, seu corpo respondeu... se atirando sobre o pequeno garoto.
 A distancia se fez minima em apenas um instante. Kohaku estava acuado, porém, estava bastante calmo para a situação atual. A mãe de kohaku desferiu uma joelhada no rosto de seu pai, o lançando alguns metros para trás enquanto o pequeno ninja apenas olhava travado após o que falava. A dor que o pai parecia sentir era escruciante, mas ele aparentava precisar passar por aquilo. Apesar de não se considerar muito inteligente,  Kohaku tinha certa sabedoria dentro de sí que superava alguns shinobis mais graduados que ele. Acontecimentos de outrora, até mesmo fatos antigos, ele se lembrava de tudo. Cada informação estava alí, como se tivesse vivenciado cada coisa... apesar de preguiçoso,Kohaku sempre fora amante da leitura. Isso contribuiu para lapidar sua sabedoria oculta.
A tecnica usada de seu pai usada para acertar sua esposa era conhecia muito bem. A mãe estava em posição para um ataque usando um jutsu que kohaku ainda desconhecia. Kohaku respirou profundamente e apenas aguardou pelo pior , pois ele não iria conseguir fazer nada. Ele não se deixaria levar pelas emoções. Seu pai era um louco procurado e muito perigoso... a unica salvação para ele naquele momento, era a morte.
 A posição de ataque inicial do pai do ninja acertavam o torax e pelves da sua esposa. Kohaku olhava tudo enquanto lagrimas caiam de seu olhos. Ambos pareciam fazer uma dança enquanto lutavam, e como tal, sempre havia um lugar para dois.
 Quatro golpes foram adicionados a sequencia de seu pai, e mais uma vez interceptados pela sua mãe. Dessa vez no entanto, a sua mãe foi mais rapida que o seu pai, arremessando-o alguns metros para trás com uma pesada. Apesar de não aparentar. Aquele golpe causou muito dano ao pai de kohaku, que cuspiu algum sague em seguida. O mãe do ninja aproveitou-se da situação e novamente realizou uma investida inesperada. Sacou algumas senbons(6) de sua bag, as lançando em alguns pontos de pressão do corpo do pai do menino, paralizando o mesmo em seguida. Com a voz embargada, se aproximou do pai de kohaku e marido de sua mãe... _ Não acredito que fizeram isso com você pobre esposo. Eu sempre te respeitei e sempre o farei meu irmão... esteja você onde estiver nesse momento. - A mãe de kohaku disse as palavras de forma melancolica, como um pesar. Ele fitava os olhos do irmão, estavam negros, apenas a íris permanecia branca.  A mãe do menino fazia um simples corte que fazia a cabeça do homem rolar pelo chão. Kohaku abraçava sua mãe apos o ocorrido e enfiava um kunai pelas costas dela e perfurava seu coração... O menino mostrava um lado que jamais havia mostrado, o sengue escorreu pelo rosto do menino junto de palavras direcionadas ao homem que estava na janela desde o começo:
_ Que estas pessoas sejam entregues a ti, Meu senhor da morte. O homem misterioso sumia após mostrar um grande e tenebroso sorriso. A chuva se cessava deixando apenas o garoto ali feliz da vida mesmo com seus pais mortos.

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Re: [FILLERS] - Note - 18/2/2017, 12:21

Kohaku se destinava a sua casa após aprender diferentes tipos de justus em sua maioria papel, se deitava, pensava sobre como seria seu dia e por fim dormia. O ninja acordava bem cedo pois não gostava de desperdiçar nenhum tempo do dia dormindo, ia até sua cozinha preparava sua comida e logo partia para o campo de treinamento onde pretendia melhorar seus selos e seu ninjutsu pois por mais conhecimento que kohaku se achasse ter ele sempre via algum ninja ,genin ou chubin  , ou outro usando ninjutsus mais difíceis dos  que ele usava. Kohaku estava determinado em melhorar muito seus selos, pegava sua bolsa de armas e dava uma corrida apenas para aquecer da sua casa ate o campo de treinamento fazendo todos os selos que se lembrava , principalmente o selo da cobra que era tanto falado sobre um clã especializado em venenos. Kohaku achava que um criança quando nascia no clã já vinha com a sabedoria do selo da cobra. Kohaku chega ao campo de treino após alguns poucos minutos, ele começa a procurar um lugar mais calmo onde poderia treinar sem pensar nas pessoas a sua volta que lhe desconcentravam por causa de um defeito que ele odiava sobre ele mesmo , timidez , isso o forçava a sempre aprender as coisas sozinho sendo que no começo ele teve certas dificuldades com isso mas depois de um tempo ele se acostumou e passou a curtir esses momento onde só tinha ele no local e mais ninguém. Rapidamente note pegava as anotações que tinha sobre todos os selos possíveis, ele olhava cada um e em um momento ele ate se perde em seus pensamentos olhando para o selo da cobra, ele recobrava seu raciocínio e continuava a estudar os selos. No começo tudo parecia algo entediante para o ninja pois ele não demonstrava ser nenhum grande fã dos outros selos , ele so gostava mesmo do selo da cobra que sempre lhe chamava atenção , ele guardava todos os papeis e começa a praticar os selos um por um e os dizia em voz alta sempre que fazia um selo perfeitamente, horas se passaram com ele apenas dizendo cobra para si mesmo mas depois disto outros nomes apareceram como por exemplo javali, cão, dragão, boi, tigre , rato , macaco , coelho , carneiro , cavalo e por ultimo coisa que demorou um bom tempo para ele fazer com perfeição foi o selo do pássaro que por motivos estranhos ele sempre errava a posição do dedo anelar da mão esquerda. Mesmo com todas as dificuldades que o ninja passou e se sentia contente com seu progresso que fazia a respeito dos selos de mão desse grande mundo ninja que ele conhecia tão pouco.
Kohaku pegava sua comida na hora do almoço e a comia com vontade , pois não comera direito no café da manha pois estava concentrado demais em fazer anotações sobre os selos que iria treinar. Ele pegava um livro sobre estudos aprofundados de ninjutsu, o ninja gastou boas horas lendo aquele livro que o interessava tanto pois mostrava o quanto ninjutsus poderiam ser fortes e quem um bom utilizador de ninjutsus conseguiria derrotar vários outros ninjas na guerra. Os olhos do ninja se encheram de determinação depois de ler sobre o grande leque de possibilidades que existiam a respeito dos ninjutsus e algo que lhe chamou muito a atenção foi a introdução que dizia “ Ninjutsu, refere-se à quase toda técnica e permite ao usuário fazer algo que ele seria capaz de fazer de outra maneira, incluindo o uso de armas . ”. Prontamente o ninja se levantava e começava a praticar seu ninjutsus mais básicos em busca de aperfeiçoamento e maior eficácia nos gastos de chakra para fazer tais jutsus. No começo o kohaku só conseguia manter-se grudado na arvore por poucos minutos, seu chakra era inconstante e sua mente não estava centrada pois ele pensava em varias coisas , vários venenos , sua mente estava tão descentrada que ele acaba caindo da arvore e batendo de leve sua cabeça no chão por muita sorte o ninja achava que não tinha nenhum problema com sua cabeça após a queda, era o que ele esperava. Depois de reclamar consigo mesmo por ter caído da arvore usando um jutsu tão simples como aquele, com muita raiva eu se concentrava fazendo o selo da cobra. Após isso ele novamente subia na arvore dando passada a passada indo cada vez mais alto no mesmo até que chega a um galho em que ficava de cabeça para baixo. Enquanto ele estava de cabeça para baixo na arvore ele via o sol ir embora fazendo a luz da noite aparecer em seu lugar e com satisfação , depois de um tempo, ele descia da arvore com sucesso sem maiores problemas apenas o cansaço de gastar seu chakra por um tempo muito prolongado. Ele arrumava suas coisas e saia do confins do campo de treinamento em direção a sua casa para descançar de todo treino que havia feito durante o dia para se tornar por fim um ninja necessário na vila. Note pensava então em pegar alguma missão simples para testar suas habilidades como ninja, ele ponderava sobre o assunto pois ele teria que falar com alguém para conseguir pegar sua missão. O ninja apagava esses pensamentos pois preferia passar fome do que falar com pessoas , continuava o caminho da sua casa querendo apenas descansar e esquecer que cogitou fazer missão.  Apenas um pensamento remoia em sua cabeça que era "  eu kohaku preciso ficar mais forte o mais rapido possivel " ele pensava nisso enquanto ficava em seu quarto olhando para seus origamis que enfeitavam todo o perimetro do quarto que se banhava com o pouco sol que sobrava do longo dia que o menino tivera em seu treinamento arduo e longinguo. Os seus olhos se fechavam vagarosamente pois suas palbepras pareciam carregar todo o peso de swu treinamento feito durante o seu dia e ele se sentia ainda mais prepaparado para um proximo .

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Re: [FILLERS] - Note - 18/2/2017, 14:06

50 para cada filler

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Re: [FILLERS] - Note - 27/3/2017, 01:38

- A fuga -
O menino tinha deserdado de sua vila e por conta disso perdeu sua casa. Sem rumo e com todas suas economias em suas mãos , kaku decide visitar amegakure no sato para comprar uma casa ou apartamento apenas para descançar. Ele se sentia entranho ,pois queria ser um ninja mas como seu kage ja foi um nukenin para entender melhor seus objetivos - o jovem se sentia igual para ver com maid clareza aquilo que busca e anseia. O jovem chagava na vila decadente que sempre chovia, ele logo não gostava muito do local porque tintas, pinturas com chuva não são coisas que kaku parecia querer misturar.
O menino ainda não tinha idade para beber mas por ser um desertor ele se sentia maduro o suficiente para fazer tal ato. Kaku se sentava em um praça junto de uma garrafa de vinho,  cada golada daquele vinho arranhava a garganta do moço que fazia diversas caretas por apenas sentir o gosto amargo de uva na ponta de sua lingua. O ninja bebia aquilo enquanto olhava para as nuvens que faziam a chuva nunca parar , cambaleante o menino tentava estranhamente fazer uma pintura no banco da praça com o tema de nunvens mas graças a chuva a tinta gasta na pintura escorria pelo papel e caia no chão sujando os sapatos de kaku que estava bêbado e irritado com esta vila chuvosa.
-  Vila maldita que sempre chove. Aceitarei qualquer preço pra destruir este local.
- Passagem por Otogakure no sato -
O menino estressado e com uma dor de cabeça terrivel seguia seu caminho passada a passada com uma de suas mãos tentando de maneira falha proteger seus olhos do sol intenso que tocava seu rosto e suas roupas parcialmente molhadas.
A caminhada melhorava após parar em uma pequena vila que era focada totalmente em agricultura ,pois logo no caminho do ninja ele via diversas plantações de arroz com diversos camponeses trabalhando na terra com sorrisos e risadas em seus rostos e local que estavam. Tudo era feliz , algo que kaku não via a um bom tempo na sua vida, que antes se baseava totalmente em treinar e treinar sem aproveitar nada que a vida poderia lhe proporcionar como amigos, amor, felicidade. Tudo na vida do menino era tão preta como a tinta que usava para matar pessoas e animais com que praticava seus ataques. 
Kaku tomava uma sopa de legumes calorosa e aconchegante que o fazia se lembrar de tudo que nunca e que agora procurava desesperadamente ter.
- Comprando uma casa -
Kaku conversava com uma camponesa meio idosa que usava um makimono rosa claro com algumas pulseras esverdeadas de bolinhas, sua pele era levemente irrugada e sua coluda encurvada por conta da possivel idade da senhora. Conversas eram feitas e por um quadro dela feito a mão e ela me mostraria algumas das casas a venda na vila. Muitas casas foram vistas assim como algumas delas chamavam a atenção do menino pelo seu baixo preço e qualidade do local que a casa se localizava.
A primeira casa a nova, recém-feita, com suas paredes pintadas de verde agua com bordas em branco e flores que coloriam ainda mais a casa aue estava na vila simplória de otogakure,kaku gostava dela por simplesmente se destacar pelo local todo mas como era um desertor, fugitivo, não poderia chamar muita atenção. A proxima casa que chamava a atenção do garoto era uma casa igual a maioria das que tinha no local mas ele tinha algo que a deixava sempre vazia, histórias eram contadas que uma familia foi assassinada por um homem que possuia laminas em seus dedos e os espiritos da familia ficaram presos a casa a deixando assombrada e impossibilitando que pessoa vivessem e maneira pacifica naquela casa pacata. A terceira casa fisgou o coração de kaku como uma teia pega as moscas que voam por ela. A casa era velha feita em sua maioria de madeira escura, proximo ao preto, velhas e quebadiças; suas madeiras pareciam clntar historias maravilhosas e felizes sobre quaisquer pessoas que ali ja moraram. A senhora abria a casa deixando os raios solares adentrarem aquela casa esquecida pelos moradores que a rodeavam, a senhora abanava um pouco seus tremulos braços para deixar a poeira ir embora e kaku dizia suavemente para a senhora para não assusta-la :
 - Deixe a poeira. Ela traz lembranças sobre o passado.
- E como traz meu garoto...
Retrucava a velha a afirmação de kaku. Ela andava vagarosamente pela sala mobilhada e empoieradadaquela casa que pelo visto parecia trazer muitas lembranças a senhora que agora dava um sorriso caloroso. Ela falava :
- Eu vinha nesta casa muitas vezes quando era apenas uma garotinha. Algo terrivel aconteceu por conta do ataque rubro e a familia que vivia nesta casa foi incriminada por acolher um bebe que tinha o sangue de um uchiha. Todos morreram e a população deixou esta casa intocada para deixar como um lembrete a todos sobre o acontecido.
A senhora deixava uma lagrima singela cair de seu olho enquanto passava a mão sobre um arranhão em uma das madeiras da parede da casa. Kaku repondia emocionado com todo peso historico que aquela casa carregava :
- Eu compro esta casa, mexerei nela o menos possivel para manter toda esta grande historia que ests casa conta.
A senhora ficava feliz pelo menino ter escolhido tal casa , kaku estava contente com sua decisão. O dinheiro e contrato estavam feitos e agora aquela bela casa pertencia a ele e apenas ele. 
O jovem pegava alguns utensilios de limpeza e começava a arrumar a casa toda desde sua entrada ate o telhado da casa de madeira. O menino precisa tomar cuidado onde pisar ,pois um passo em falso destruiria alguma madeira da casa que acabara de comprar.
A noite ja estava em seu apice e com seu quarto ja limpo kaku decide se deitar çara depois continuar com sua arrumação da casa " estou finalemente em casa ... " 
Seu olhos se fechava de maneira calma e ritimada para um sonho que ele teria, poderia ser seu melhor sonho depois de de ter o melhor dia da sua vida.

Obs.: 1026 palavras 

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Re: [FILLERS] - Note - 27/3/2017, 11:40

Filler Aprovado - 
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Re: [FILLERS] - Note - 19/8/2017, 18:17

A casa maldita




Siton havia acabado de acordar, suas pálpebras estavam pesadas e difíceis de segura-las abertas. Pelos poucos segundos que conseguia ter uma visão mais nítida ele via uma cabeceira de madeira aparentemente envernizada com um caderno azul com um marcador de paginas enfeitados com bolhas de borracha com cores que diferiam em tons de azul em cima do caderno; a luz estava apagada apenas o sol que mal iluminava o local permitia ele ver. Seus olhos ficavam mais pesados novamente, o sono caia sobre si como se não tivesse dormido por muitos dias, mas que dia é hoje? Essa não é minha cama que estranho isso.

Naquela cama muito confortável por sinal Siton ficou. Ele agora abria seus olhos com novas roupas que nunca havia visto ou sequer vestido, quem diabos me despiu e colocou essas roupas. Siton passava a mão pelo seu próprio corpo para senti-lo, ver se tudo correria bem consigo mesmo. Um sentimento estranho corria pelo seu corpo, era algo frio mas que lhe dava vontade de sair correndo, ele estava estático sentado sem sua cama. O menino corria com seus olhos por todos o cantos, as paredes levemente abatidas pelo tempo vinham a tona, um quadro com bolhas desenhadas estava sobre sua cabeça, a janela estava aberta deixando uma leve brisa que poderia carregar Siton de volta para os braços da sua mãe.

Ele finalmente se levantava de sua cama ficando finalmente de pé, suas pernas estavam fracas e por isso ele precisava se apoiar na cama. Mas que fome horrível que estou sentindo, pensava o menino com um de seus braços segurando sua barriga que começava a ronronar. Um barulho de destravamento vinha da porta a frente do seu quarto que ele esperava estar aberta. Um menino com um manto negro que lhe cobria do pescoço as canelas deixando apenas duas coisas amostra, seu rosto e pés que estavam descalços; seu rosto era vidrado mas aquilo que mais chamava a atenção de Siton era uma cicatriz em formato de um circulo que se encontrava acima da sobrancelha do menino.

- Siga-me por favor.

Ele jogava um pão para as mãos de Siton que pegava aquilo e dava mordidas uma após a outra dando um minimo tempo para a mastigação. Meu senhor, que fome é essa. Será que vai ter mais comida para onde eu vou?
Siton entrava no corredor e rapidamente percebia que haviam muitos quartos onde estava, algumas crianças riam alto e corriam de uma porta para outra. Queria tando brincar com eles... as pernas do menino voltavam a ganhar força a ponto dele conseguir acompanhar o garoto com o manto negro.

Ao virar a direita no final do corredor ele encontrava um elevador que se abria assim que o garoto do manto se aproximou.

- Venha, não temos muito tempo a perder. O Sr.M é muito atarefado.

-Quem é ele e por que eu to aqui nessa casa? Talvez uma mansão?

O garoto do manto não mudava sua feição, continuava estático. A cada andar que passava um som ambiente tocava sinalizando, possivelmente, a troca de andar. Siton começa a contar o som que não era ritimado ,um, dois, três, quatro... sete; no oitavo som as portas do elevador espaçoso com espelhos que rodeavam todos os cantos, exceto a porta.

Mais um corredor vinha pelo longo caminho que percorria, ele estava mais calmo vendo as janelas e todas e o sol que vinha delas e invadiam todo o corredor que estavam andando. O momento estava com aquele silencio que estava começando a incomodar mas o outro menino que o guiava parecia ter um ar de indiferença com o silencio mortífero. A garganta de Siton coçava para ele falar algo, puxar um assunto que fosse apenas para ele se descontrair para variar. Ele não via sua mãe faziam dias ,ele havia sumido com toda certeza ou sera que o menino que esta desaparecido e não sabe. Siton dava alguns passos mais rápidos e colocava sua mão no ombro do garoto a sua frente, num piscar de olhos Siton era jogado para cima pela manta que tinha vida própria e depois era girado no próprio ar se caia no chão com suas costas que se estalavam e gritavam.

Agora olhando para o teto o garoto entendia que estavam em um local totalmente hostil, o panico lhe corria pelo corpo todo e ali ele ficava parado com sua pele pálida de defunto. Ele percebia que o sol que tocava sua bochecha não lhe esquentava em nada, ele continuava com sua pele pálida e fria de medo, seu estomago se revirava para devolver ao mundo aquilo que ele comeu minutos atras para saciar a sua fome. Seu casaco azul parecia ser de enfeite, ele era um enfeite, alguém sem força alguma para tomar e aguentar qualquer ação que quisesse ou tomasse. O manto estranho se movia como se tivesse vida própria pegava o calcanhar de Siton e o levantava como se fosse o fruto de alguma caça, Siton se debatia. De tanto se movimentar ele era jogado de um lado para o outro das paredes que eram bem resistentes. Seu corpo estava todo dolorido, ele via que não tinha sentido ficar se debatendo no momento, ele era um saco morto mas que por algum motivo ainda vive como uma criança, ele é uma criança que perdeu a liberdade de ser uma.

A inocência e crenças singelas que Siton carregava eram quebradas ao pó de sua memória, talvez só a morte posse lhe tirar deste local. Uma grande porta dupla feita de um metal negro com ornamentos que corriam por ela toda estava na frente dos dois. O garoto com a cicatriz abria a porta, uma sala totalmente escura estava a se mostrar aos olhos vidrados de Siton, ele era jogado lá a merce daquilo que viesse, a porta se fechava. O menino apenas deitava fechava seu olhos e aceitava o seu fim naquela casa terrível. Mas, eu sairei deste lugar custe o que custar... eu vou te achar minha querida mãe, não te esquecerei.


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Re: [FILLERS] - Note - 19/8/2017, 19:37

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Re: [FILLERS] - Note - 28/10/2017, 12:22

Yoshi acabara de se graduar na academia, com sua bandana em mão ele a coloca como se fosse um colar, um ornamento que mostrava sua participação ativa na força militar de konohagakure. Eu... eu finalmente faça parte de algo. Algo que eu posso me orgulhar no futuro, futuro do qual eu pretender crescer na vila e ser conhecido pelas pessoas, ter amigos... eu quero ter muitos amigos. Yoshi parecia mais confiante depois de pensar sobre tudo que representava para si ter se tornado um ninja de konoha, ele cruzava os braços os apertando de forma forte de forma que a ponta de seus dedos ficava mais branca e partia para ir se sentar no banco de algum parque próximo e tomar um pouco daquele belo sol que parecia banhar todo o lugar com a sua luz quente e cheia de vida.

O mais novo ninja caminhava pela vila e se forçava a seguir caminhos que não estava muito acostumado a seguir para conhecer melhor a vila mesmo sabendo que por conta de sua memória ele, provavelmente, não se lembraria e por conta disso ele sacava um caderninho de sua bolsa de armas e anotava “pegando caminhos diferentes: ” ele depois de escrever uma espécie de título, Yoshi escrevia os caminhos que pegava para ler mais tarde e tentar tornar aquilo algo apto a ficar em sua memória. Yoshi continuava o seu caminho, passando pela floricultura que havia trabalhado uma vez e conheceu a dona do local que se chamava..., mas ela tinha uma presilha de girassol que chamou muito a atenção do menino por ser algo tão pequeno porem chamava tanto a atenção dos olhos do garoto que fez um trabalho de um dia lá.

Bem a sua frente havia um banco que ficava nas bordas da praça que estava em perfeito estado com suas plantas verdes e com gotas de agua que pareciam ter sido distribuídas separadamente, havia leves aglomerados de flores em meio a parte verde da praça lírios, rosas e algumas que estavam escondidas por entre as flores mais altas que eram damas da noite. Após apreciar toda a beleza do mato e flores da praça, Yoshi se sentava de forma bem confortável no banco de pedra que foi esculpido com as bordas circulares que deixavam bem mais aceitável de ficar sentado por horas naquele pequeno banco naquela grande praça que ficava em frente a floricultura em que trabalhou antes de se tornar um ninja para juntar dinheiro e viver de uma forma melhor comprando algumas coisas para ficar levemente mais feliz de tempos em tempos.

Depois de ficar um certo período de tempo sentado, Yoshi colocava as mãos sobre sua face para cobrir os olhos e tirar um cochilo, você esta tendo um ótimo dia Yoshi, um cochilo deve ser mais do que merecido para continuar esse maravilhoso dia. O menino dava um leve sorriso enquanto pensava e naquela posição que parecia ser bem confortável Yoshi caia no sono.

 O seu sonho era estranho, ele estava se vendo em terceira pessoa como um espirito que estava sobrevoando sobre a vila de konoha. As cores pareciam mais chamativas e brilhantes para os olhos do garoto sonhador, nossa... é tudo tão diferente ainda mais com essa minha visão em que eu estou vendo minhas costas e a paisagem ao fundo que ficaria ótima para algo de se lembrar. Havia claramente algo fora do comum neste local que Yoshi sobrevoava, pois no lugar do gabinete do hokage havia um grande castelo com grndes tijolos vermelhos se sobressaiam em meio aos outros tijolos normais de coloração cinza e chata, o vermelho parecia brilhar e como Yoshi se encontrava bem curioso no momento ele se aproximava de um desses grandes tijolos vermelhos e o tocava com ambas as mãos, ele rapidemente as tirava e as segurava por ter sentido uma grande concentração de calor que se originava do grande tijolo vermelho, o tijolo era mole e quente como o ventre de uma mãe deve ser para seu bebe. Yoshi tocava o tijolo e se forava a entrar nele, depois de um certo esforço ele conseguia transpassar pela pedra que sequer parecia existir no mundo real mas para ele estava sendo algo dignamente vivido. Depois de passar pela pedra que mostrou certa resistência, Yoshi se via em uma sala escura e sem fim, uma voz bela, doce e hipnotizante fazendo com que Yoshi andasse cegamente até chegar na voz.

De forma que ele não entendia o ninja acordava e percebia que tudo que havia presenciado em terceira pessoa não passava de um sonho bem estranho por sinal. O sol já estava quase se pondo, ele retirava a mãos da sua face e com sua pele que estava grudando na sua bochecha de tanto tempo que ficou parada lá e pensava olhando para o céu alaranjado, que loucura de sonho foi esse... tão estranho e aquela pedra vermelha certamente tem algo de errado, pois aquilo sequer deve existir.

Yoshi se levantava sentindo seus músculos que estavam dormentes de ficar sentado por tanto tempo em uma mesma posição, ele dava alguns tapinhas nas pernas e nas nadegas para acorda-las e seguia seu caminho para sua casa e pensar na vida e o que se fazer com ela agora que já tinha se tornado um genin, ele se sentia acima de tudo completo no momento com sua nova bandana e poder se intitular como genin da força militar de konohagakure no sato.

Aos seus passos vagarosos e preguiçosos Yoshi seguia para sua casa, pelas ruas e ruelas ele seguia de forma de que já sabia o caminho por pura memoria muscular. Seus braços ficavam estáticos mesmo enquanto andava para cima e para baixo na vila, por mais que parecesse que seus músculos soubessem onde moravam ele tomou certo tempo até realmente chegar em casa.

Ao abrir a porta da frente da sua casa que era de madeira, Yoshi guardava seus sapatos ainda na entrada em pisava em casa descalço sentindo o chão gelado em que morava era ruim porem era sua casa acima de tudo.

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Re: [FILLERS] - Note - 29/10/2017, 20:57

Yoshi tinha feito diversas peripécias durante seu dia, dentre eles, missão de rank C ,treinos e até mesmo tentou falar com o hokage de sua vila que por algum motivo foi rapidamente despachado por achar que foi grosso demais com o senhor hokage. O jovem estava realmente cansado e por conta disso ele nem mesmo pretendia comer algo antes de comer ,ele apenas tomou um rápido e caloroso banho porque apesar de ele não sentir se a agua estava quente ele via o vapor saindo da agua que usava para o banho. Vestido em roupas bem largas e confortáveis o menino seguia para sua cama de madeira escura meio envelhecida com um grande colchão bem macio e lençóis azuis ,pois Yoshi estava gostando muito da cor que lhe acalmava o coração. Ainda deitado na cama acordado apenas olhando para o teto de seu quarto apenas banhado pela luz do luar como poderei ficar mais forte se apenas tenho o jutsus que aprendi na academia...eu preciso...eu tenho que ficar mais forte mais rápido" ele fechava os olhos e dormia.

O menino se via sentado na própria terra apoiando seus braços em cima de seus joelhos que estavam curvados para um maior conforto enquanto sentava. A parte verde do jardim era realmente constante e confiável ornamentava muito bem com os picos de cores variadas provindas das flores que pareciam ter sido espalhadas a dedo por toda aquela imensidão de jardim que Yoshi aparentava devorar com os olhos todos os detalhes daquele belo lugar que ele estava apreciando. No centro do jardim havia uma fonte pentagonal feita em mármore, uma bela estatua de um bebê com asas sorridente, ele estava com uma aljava em suas costas e um arco em sua mão, um jato bem controlado de agua saia da boca da estátua do bebe. Uma grande arvore crescia em questão de segundos a poucos metros da fonte, uma grande arvore que parecia ser bem resistente com todos seus galhos, troco e ramos que faziam uma gigantesca sombra sobre a fonte e o Yoshi que se encantava com tudo que estava a acontecer com ele nesse belíssimo sonho.

Tudo parecia ocorrer bem desde os mínimos detalhes até a sensação calorosa que o sol dava em sua pele, mas em meio a uma piscada e outra todo aquele cenário se contorcia mostrando que onde tem o belo tem o macabro, a máscara da beleza havia caído. Milissegundos antes de fechar os olhos Yoshi via o horrendo, a plantação ficava morta e podre, as flores se tornavam plantas carnívoras com diversos insetos mortos na suas proximidades, a arvore se mostrava estas em ruinas e com sua parte interna toda oca e acabada pelo tempo, o sol de caloroso ficava frio e distante, o cheiro de morte se espalhava por todo local.

O menino abria os olhos no susto, respirava mais rápido numa tentativa falha de se acalmar, Yoshi praticamente saltava do chão para começar a corre e fugir daquela bonita mentira e ter que encarar a crua verdade da feiura do ambiente. Suas pernas não paravam, ele tinha medo de piscar novamente para ver aquilo. O mundo a sua volta estava destruído assim como suas esperanças. Yoshi não tinha como fugir de si mesmo, o desespero tomava conta de seu corpo, suas pernas falhavam como gravetos que quisessem sustentar uma grande construção. De joelhos em meio ao seu desespero ele se abraçava tentando ganhar o mínimo de conforto para conseguir acordar daquele sonho horrendo.

Ele começava a contar mentalmente para acordar de forma bem calma, a mais calma que conseguia dado o momento, e pausada; um... dois... três.... Yoshi abria os olhos e via o teto branco e chato de seu quarto comum e cotidiano, o menino simplesmente ficava sem reação pelo sonho que acabava de ter, ele se virava levemente para alcançar o seu caderninho que estava guardado no criado mudo do lado de sua cama de solteiro. Com a caneta que estava guardada entre as folhas do caderninho Yoshi começava a escrever loucamente o mais rápido que podia para não esquecer nada, ele escrevia tudo desde o início sobre a vegetação do lugar até o estranho de tudo mudar assim que ia piscar os olhos e só tornar algo horrendo.

Depois de escrever cinco folhas frente e verso com tudo que lembrava de seu sonho, Yoshi desistia de continuar a remoer seu sonho ridículo e partia para fora de seu quarto para fazer algo de produtivo na sua vida. Com alguns passou o ninja conseguia chegar em sua cozinha sem grandes problemas, tudo ocorria bem, ele abria a geladeira e pegava dois ovos, a panela já estava posicionada na boca do fogão e com um movimento de mão o fogo se acendia. Yoshi colocava um pouco de óleo vegetal na panela para o ovo não grudar, com movimentos precisos que um ninja deve ter Yoshi quebrava um pouco da casca com a ajuda de uma faca e rapidamente acabava de dividir a casca do ovo em cima da panela para o ovo em si cair em cima e começar a fritar visto que o óleo já estava quente, ele repetia o processo para o segundo ovo para frita-los de forma conjunta mesmo que não tenham chego ao mesmo tempo na panela.

Yoshi pegava um pouco de sal e espalhava de forma uniforme sobre o ovo que começava a estalar sobre o óleo quente dava pequenos saltos, parecia fazer uma dança em cima da panela. Com os ovos fritos Yoshi tinha sucesso em deixar a gema mole, agora com o ovo em seu prato o menino se sentava na mesa e com ajuda dos talheres o ninja degustava sua própria criação, o ovo mexido.

Ainda entediado com o fato de ter tido tal sonho Yoshi decide ir ao banheiro tomar um banho e novamente ele se movimentava pela casa para passar o tempo de seu dia de folga. Depois do banho tomado Yoshi seguia para seu quarto novamente sem maiores problemas além de andar, via que sua calma estava malfeita e como um bom ninja ele deveria arruma-la. Com seus lençóis esticados Yoshi deitava-se e voltava a dormir.

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Re: [FILLERS] - Note - 12/11/2017, 11:10

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