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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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Estação: Inverno

Doroy
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Re: [FILLER] Tear - Qua 28 Dez 2016 - 21:24

As ruas escuras da vila iluminadas inúmeras estrelas no céu inspiravam-me a me fortalecer, tempos de luta se aproximavam e eu não me permitiria ficar parado enquanto o mundo acontecia à minha volta. Enquanto caminhava ao campo de treinamento onde ia todos os dias melhorar minhas habilidades pensava sobre as coisas que nunca havia pensado antes: Por que os ninjas existem? Várias respostas possíveis vieram na minha cabeça: Ninjas servem para mover a economia do país e para proteger a vila; Ninjas servem para proteger os fracos dos forte... mas também me veio uma resposta que eu nunca tinha pensado antes: Ninjas são armas de guerra usados por aqueles para atingir seus motivos egoístas. Não sabia porque tudo aquilo veio do nada a minha mente, talvez fosse todo esse clima de recrutamento para guerra que me fizesse pensar nisso. Mas era inegável toda essa questão fazia sentido.

 Ninjas que há muito tempo lutaram para trazer paz ao mundo séculos atrás somente conseguiram uma paz momentânea, seja por ego, ganância, ou vingança a paz sempre foi destituída durante a história. Os motivos egoístas sempre superaram os princípios morais, e essa superação causou destruição. Percebi que durante toda a história... Os ninjas eram nada mais do que peões nessa destruição. Não gostava do rumo que meu pensamento estava tomando, talvez estivesse com medo de encarar a realidade, mas sabia que um dia teria que encara-la. Sob a luz das estrelas apenas convenci a mim mesmo de que era dever de cada um de nós mudar isso, e que se eu quisesse mudar o mundo teria que começar por mim mesmo, nada mais do que uma desculpa esfarrapada. 

 A passos curtos chegava ao meu objetivo, nessa hora estava mais frio do que de manhã, saí de casa trajando um casaco e o meu gorro que nunca havia sido tão útil assim. Já no campo observava toda aquela área, era bastante audível o som das folhas balançando, dançando ao ritmo da brisa fria que passava por elas. Estava escuro, seria um lugar de dar medo se não fosse pela lua cheia que tomava conta do céu acompanhada por uma dezena de estrelas. Seria o lugar ideal para deitar sobre a grama e observar as estrelas, esquecer um pouco o mundo, mas não me permitiria descansar agora. Estava determinado a treinar a partir daquele dia, depois de receber o comunicado sobre alistamento para guerra... Não tinha certeza se participaria ou não mas tinha certeza de que não ficaria treinado. Não queria mais ser um ninja impotente, dali em diante treinaria não só para ser o ninja mais forte de Kirigakure, treinaria para ser o ninja mais poderoso desse mundo, e quando eu alcançasse essa marca o mudaria, sem mais peões no tabuleiro da guerra que os kages e senhores feudais jogavam. Um dia traria justiça para os injustiçados e também para os injustos. Aprender com os erros do passado do mundo ninja já foi suficiente para me fazer perceber: esse mundo precisa de revolução.

 Independente de pisar ou não no campo de guerra, qualquer ninja que lá estivesse estaria lutando para proteger aquilo que ama, de uma situação onde os que deveriam nos proteger nos colocaram. E os que não aceitavam esse tipo de mundo eram taxados como anormais, por isso não podia ficar parado, tinha que treinar, tinha que ficar mais forte. Nesse momento já me encontrava dando voltas pelo campo de treinamento, treinando meus golpes nos bonecos de treino, fazendo flexões e treinando meu lançamento de projéteis. Havia uma árvore nas redondezas do campo, já caindo aos pedaços, peguei minha espada e comecei a desferir golpes no tronco da mesma, ainda não havia usado aquela espada e por isso atacava meio desajeitado mas aos poucos fui melhorando minhas habilidades, não era bom, mas era suficiente para não ter uma morte certa nas missões.

 Meus pais não voltariam para casa naquela noite, e com todo aquele clima de ser o mais forte decidi que passaria a noite naquele campo, treinando sem parada. Mal conseguia contar o numero de vezes que me abaixei para fazer flexões, das vezes que corri para cruzar o campo e as vezes que gritei enquanto desferia golpes como toda minha força... E assim a noite passava, deu-se tempo da lua cruzar todo o céu e do sol aparecer no horizonte, pronto para cruzar o céu também. Conforme os leves raios de luz batiam em minha pele um alívio percorria minha meu corpo, ele expulsava um pouco do frio que sentia naquele momento. Já estava satisfeito com meu treino daquele dia, à passos curtos e cansados fazia meu caminho para casa, aquele era o primeiro de muitos treinos sofridos. 

- Eu vou mudar esse mundo. - Repeti para mim mesmo.


 Estava feliz por ter tido forças para não desistir do meu trinamento mas um sorriso estranhamente não se formava em meu rosto. Talvez fosse pelo frio, talvez estivesse tão cansado que não conseguia movimentar minha boca, ou então talvez fosse pela minha motivação para treinar. O fato é que ao longo da história todas as pessoas que pensavam como eu foram traídos e para sempre lembrados na história como vilões. Eles tinham que dar espaço para os falsos salvadores que somente traziam uma paz temporária para esse mundo, e a própria história era uma prova disso: primeira, segunda e terceira guerra; além da guerra final.


 Sabia que no momento que compartilhasse meu pensamento seria excluído pelas pessoas "normais" mas se isso fosse parte do processo estaria tudo bem para mim. Sentia como se tivesse começado o dia como um garoto, e terminado como um homem.


Status:
HP: 200/200 

CH: 450/450



Armas:
Tōken
Descrição: Uma espada (刀 剣, token) é uma arma longa, laminado utilizado para o combate. Enquanto a maioria das espadas em Naruto estão katana tradicional japonesa, tanto, ou Ninjato, espadas usadas por personagens principais tendem a ter poucas semelhanças com as armas da vida real, como é o caso com os sete espadachins das espadas névoa. Outros espadas que foram introduzidas nas séries têm poderes místicos ou especiais, incluindo Espada de Orochimaru de Kusanagi e a Espada de Totsuka como empunhada por Itachi Uchiha Susanoo.

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Re: [FILLER] Tear - Qui 29 Dez 2016 - 10:38

Ok

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ficha|M. De status|C. De técnicas|banco|mudança de Ficha|Corpos|Marionetes|Criação de jutsus
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"Você não tem que me perdoar. Não importa o que aconteça com você de agora em diante, eu sempre vou te amar."
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Re: [FILLER] Tear - Sex 30 Dez 2016 - 12:40

Olhava a bela paisagem das florestas de kirigakure, tendo uma vista privilegiada devido minha localização. Havia escalado uma montanha enquanto treinava e agora estava em seu topo observando os campos verde, cheios de vida. Pensar sobre como aquilo havia sido fruto de sacrifício de milhares de shinobis, fruto de vários anos de luta. Mas no fim, tudo aquilo poderia ser levado embora em instantes, as sombras da guerra sempre se fizeram presente nesse mundo, levando com elas tudo que estava em seu caminho e deixando somente um rastro de destruição, miséria e morte. Era o dever de ninjas como eu impedir essa sombras de chegar aos nossos lares, mas tolos como somos nunca percebíamos que na maioria das vezes somos nós mesmos quem a atrai. O fato era que onde existisse amor e vontade de proteger algo, o conflito estaria presente, desse modo, seria impossível acabar com o conflito a menos que todos se unissem e quisessem proteger a mesma coisa, como os ninjas de suas vilas fazem, mas as pessoas são egoístas demais para isso.
 É muito complicado mudar o mundo e talvez eu nunca consiga fazer isso, mas enquanto estivesse nesse mundo, protegeria esse vale das sombras da guerra, com a minha vida. Já havia decidido que não ficaria mais parado, me levantava agora de meu levemente confortável local de observação provisório e agora procurava descer a montanha, dessa vez com uma mão. Conseguia sentir meus dedos desistindo de segurar-se nas pedras conforme o suor descia pela minha testa e descia até o meu nariz e então caindo na profunda queda em direção ao vale. Caso caísse daquela altura teria uma morte certa, não estava assustado com isso, apenas aceitava esse fato como um incentivo para dobrar minha atenção e esforço. Sentia em cada segundo que estava agarrado naquelas rochas, meus músculos enrijecendo cada vez mais para manter meu corpo preso aquela parede, essa sensação me acompanhou por toda minha decida que deve ter levado uma hora, normalmente diria simplesmente que já estava bom por aquele dia e me dirigira para casa, mas eu precisava me tornar mais forte de qualquer jeito. Havia descido a montanha com uma mão, agora era hora de subir com a outra. Quando estava descendo conseguia sentir a cada movimento que estava mais perto da segurança do chão, mas agora cada movimento aumentava minha sensação de perigo que fazia meu corpo bombear adrenalina loucamente.
 Já perto de terminar o meu percurso, um deslise me fez escorregar direto para o que seria minha morte, fiquei um tempo sem reação enquanto meu corpo caia cada vez mais em direção ao abismo profundo, em minha visão as árvores que pareciam pequenas como arbustos ficavam cada vez maiores. Por um momento vi a minha vida passar por meus olhos, meu aniversário de 2 anos: Não tinha lembranças muito concretas dessa época, mas conseguia lembrar um pouco de minha festa. Todos estavam felizes, aqueles que verdadeiramente gostavam de mim comemoravam os 2 anos que eu me fazia presente nesse mundo.
 Academia: Dessa época eu me lembrava bem, foram bons tempos, apesar de minha timidez eu conseguia ter alguns amigos. Eramos um grupinho bem fechado mesmo mas isso não importava para mim, os amigos que eu tinha eram os amigos que eu precisava, não eramos escolhidos para jogar bola, ou participar de corridas, mas isso também não importava para mim, eu era feliz com as pessoas que me seguiam lá, mesmo que elas não me sigam mais.
 Formatura: Acho que nunca me lembrei tão bem de um dia como esse, afinal quem não lembraria do melhor dia de suas vidas? esse foi o dia onde meu sonho se concretizou, eu finalmente era um ninja, jurei para mim mesmo que lutaria sempre pelo certo, e minha jura continua até os dias de hoje, mesmo que minha percepção de certo e errado tenha mudado bastante. Aquele garotinho que se formou anos atrás está morto, deu lugar no mundo para mim, queria poder revive-lo ás vezes, quem sabe eu não seria cheio de dúvidas. Talvez eu não questionasse mais o meu sonho de ser um grande ninja.
 Primeira missão: a primeira vez a gente nunca esquece...  como um iniciante ainda usava habilidades muito básicas, para falar a verdade não sei até hoje como saí vivo de lá, foi a primeira vez que tive que matar, aí percebi que ser um ninja não era o mar de rosas que eu achava que seria. 
 E tudo isso me levou ao agora, caindo de um penhasco e indo em direção a morte. Aquele não poderia ser meu fim, jamais permitiria a mim mesmo morrer daquele jeito, não naquela hora, não daquela forma. Comecei então a projetar meu corpo para a frente indo em direção as rochas e rezando para que tivesse tempo o suficiente. Chegando na rocha concentrei me chakra em meus pés na tentativa de conseguir me grudar a ela. De fatos consegui mas isso não era suficiente para parar a queda, a velocidade em que me encontrava era alta demais para que eu conseguisse parar a queda. Mas ainda assim não me permitiria morrer tão facilmente, concentrei o chakra em minhas mãos também na tentativa de me agarra enquanto diminuía a velocidade com os pés, e para a minha sorte aquela ideia de última hora deu certo, aos poucos meu corpo ia parando até que me estagnei à alguns metros do chão. Somente me soltando caí suavemente sobre a areia do vale e disse para mim mesmo que por hoje chega. Ainda cheio de adrenalina me sentei por um instante para me acalmar, tudo estava bem agora, tudo que me restava agora era voltar para a vila, o conforto da vila. Meu corpo agora cheio de suor em contraste com o ambiente que estava tremendamente frio agora se levantava para começar a trassar seu caminho de volta para casa. Pensava sobre treinar novamente no dia seguinte, obviamente não queria mais subir em montanhas, mas as florestas me pareciam um bom lugar para praticar, era bom ouvir o som das folhas dançando ao vento enquanto os pássaros cantavam em seus ninhos.  Mas poderia pensar nisso depois, agora só queria ir para casa.

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Re: [FILLER] Tear - Sex 30 Dez 2016 - 13:05

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Re: [FILLER] Tear - Dom 1 Jan 2017 - 22:27

Em minha porta, uma mulher desesperada, chorando pelo que poderia ser a perda do seu filho. Fazia alguns dias que ele havia sido sequestrado por alguns idiotas, ver o desespero no olhar daquela moça simplesmente me tirava do sério, como seres humanos eram capazes de fazer coisas como essa? a pobre cidadã me pedia, não... me implorava que trouxesse seu filho de volta. O que a mizukage fazia a respeito disso? Nada... estava ocupada demais brigando com os outros kages por motivos idiotas. Aquilo não era uma missão, não era nem sequer minha obrigação, mas a minha humanidade falava mais alto do que qualquer desculpa que os egoístas usariam. Olhei firmemente para a mulher, sério como eu nunca costumava ser.

 - Eu prometo pela minha vida que seu filho voltará senhora...- enquanto punha minha mão sobre seu ombro.

 Queria ter algum tipo de manto que cobrisse meu rosto ou algo do tipo, mas não tinha, simplesmente peguei meu velho casaco, sujo e um pouco rasgado, que trazia lembranças boas e ruins. Isso foi de manhã, agora de noite já me encontrava relativamente distante da vila, precisava encontrar a criança rápido, as pessoas começariam a suspeitar meu sumiço. Estava agora adentrando no vilarejo mais próximo da localização onde a senhora disse que seu filho foi levado, talvez ele estivesse por aquelas bandas, talvez não. Passei praticamente toda a viagem pensando em qual seria o melhor jeito de faze-los pagar pelo que fizeram, com certeza iria mata-los, mas aquilo não parecia ser suficiente, iria brincar com eles, talvez eles fossem um bom treinamento.  

 Chegando na tal vila me deparei com ruas vazias, apesar de ser noite ainda era muito cedo para que o lugar estivesse deserto daquele jeito, algo não estava certo por alí, todas as casas pareciam estar com as luzes acessas.

 - Por que todos estão trancados em suas casas? - Perguntei para mim mesmo. - Tomara que tenha algo a ver com os sequestradores, se esse for o caso, estou no caminho certo.


 Cheguei então na frente de uma porta, levantei minha mão lentamente e então comecei a bater na porta. Uma voz fraca e levemente amedrontada respondeu ao meu chamado.


 - Q- quem é?


  Aquilo não parecia nem um pouco normal, as pessoas do local estavam muito amedrontadas por alguma coisa. Seja lá o que fosse, teria um fim essa noite.


 - Sou um ninja de Kirigakure, meu nome é Tear. Pode abrir a porta por favor? Preciso perguntar algumas coisas.


 Fez-se então alguns instantes de silêncio, cheguei até a pensar que ficaria lá sozinho, até que alguns lentos passos pudessem ser ouvidos vindo em direção à porta. E então a mesma lentamente começava a abrir e um olho aparecia por entre a brecha (a pessoa que estava lá parecia ser bem desconfiada). Até que então a porta finalmente se abriu, revelando uma senhora idosa, bem menor do que eu. Ela me olhava de cima para baixo, como se estivesse checando se eu era confiável. 


 - O fato de estarem todos trancado em suas casas tem algo a ver com sequestradores?- Perguntei friamente, não poderia perder muito tempo.


 - Pra falar a verdade meu jovem, tem sim. Ultimamente um grupo de bandido vem sequestrando as pessoas da área e, segundo boatos, usando-as como mão de obra escrava,


 Estava aliviado, finalmente poderia descobrir pistas sobre eles, além do mais, se essa história fosse verdade o garoto quem eu procurava estava, muito provavelmente vivo.


 - Sabe me dizer onde eles ficam?


 - Eu não sei o que você planeja fazer, mas eles vivem em algum lugar dessa floresta- disse a senhora apontando para o norte.


 Não lhe disse mais nada, apenas fiz um sinal com a cabeça, fazendo-a entender que havia entendido a informação e comecei a andar rumo a floresta. Era perceptível que a dona ainda estava parada em frente a porta, me encarando, por um momento parei minha caminhada e lhe disse.


 - Avise seus amigos e todos que moram aqui que a partir de hoje não precisam mais ter medo. Eles vão morrer hoje.


 Já estava agora dentro das florestas, demorou um pouco para que algo acontecesse, até que em minha diagonal uma kunai vinha rasgando o ar, seja lá quem tivesse jogado-a não era muito inteligente, como consegui vê-la facilmente, foi relativamente fácil desviar da mesma. Antes de adentrar naquela mata, havia escondido qualquer coisa que pudesse fazer alguém me identificar como ninja. Fingi então estar assustado, o que parece ter funcionado, uma figura encapuzada agora surgia na minha frente, seu rostou não era muito visível devido o manto que usava, usava o capuz para cobrir quase que completamente seu rosto.


 - Hehehe! é o seguinte, se você vier comigo e fazer o que eu mandar, eu posso até deixar você viver.


 Mais uma vez fingindo estar amedrontado fiz que sim com a cabeça e ele em retribuição fez um sinal para segui-lo. Continuei fingindo enquanto chegava cada vez mais perto dele, até que ao estar em uma boa distancia dei-lhe um soco no estomago fazendo-o cuspir sangue e bater na árvore que estava atrás dele. Enquanto estava atordoado aproveitei para retirar minha espada que estava escondida por dentro do casaco e aponta-la para o pescoço do homem.


 - É o seguinte. Se você me disser tudo que eu quero saber. Talvez eu não te mate. Onde fica o seu esconderijo?


 Aquele era um caso perdido, era um covarde, em estado de choque disse tudo que eu queria saber: A localização de seu esconderijo, quantos homens haviam por lá e por último, se a criança que eu procurava estava viva. Após saber tudo que queria, olhei com um olhar de puro desprezo para o rosto daquele homem, olhar esse seguido de um ataque de minha espada diretamente em sua garganta, fazendo-o morrer na hora. Eu tinha dito "talvez", já me preparava para ir ao lugar onde estavam os outros até que me lembrei, finalmente podia ter um manto, arranquei então a peça de roupa do cadáver do rapaz, vesti-as e continuei o meu caminho. Após alguns minutos já havia chegado uma pequena porta em uma pedra era a entrada para o que parecia ser uma caverna, lá dentro fui calorosamente recebido por cerca de 10 homens todos partindo para cima de mim.


 Não tenho muito oque dizer, eram todos lutadores medíocres, todos fracos, no geral um soco meu já era suficiente para quebrar os seus pescoços ou causas algum dano fatal em seus crânios, resumindo, a batalha foi curta, mesmo que eu tivesse tentado brincar um pouco com eles antes de mata-los um por um. Comecei então a vasculhar todo o lugar, até que eventualmente me deparei com um quarto lotado de pessoas, magras, cansadas, e vestindo nada mais do que trapos. Agora elas estavam livres. No caminho, levava as pessoas de volta à segurança de sus casas, com certeza as pessoas do vilarejo ficariam muito felizes, mas a que mais valeria a pena ver a reação, seria a da mãe do único garoto que havia alí, esse iria comigo de volta para Kiri, de volta para sua família.

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Re: [FILLER] Tear - Dom 1 Jan 2017 - 23:35

Aprovado.

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Re: [FILLER] Tear - Seg 2 Jan 2017 - 11:17

As lágrimas daquela mulher então se camuflavam na chuva, ainda que não fosse nada que pudesse fazer aquele cena um pouco menos triste. Havia falhado com ela, havia falhado comigo, provavelmente nada mais lhe sobrara após o ocorrido, e por mais que eu odeie ter que dizer isso. Era minha culpa.

 Tudo fica mais bem quando começamos pelo começo, era uma manhã linda, o sol brilhava fortemente apesar do inverno, as crianças brincavam felizes, e as ruas da vila eram coloridas com o branco dos sorrisos de todos que viviam lá, era o tipo de cena que me fazia feliz por estar lá. Comprei então um churrasco enquanto andava pelas várias ruas do lugar, aquele não era um dia que se poderia desperdiçar, era hora de fazer um passeio. Rapidamente me dirigi ao portão da vila, sentindo a deliciosa sensação do sol batendo em minha pele, sensação essa que já estava começando a esquecer devido o inverno. Ah era muito bom me sentir parte da natureza enquanto andava rente as árvores em minha trilha, mas todos esses sentimentos bons haviam sido interrompidos por duas mulheres que vinham da mata pedindo por socorro. 

 - Garoto por favor nos ajude! Você é um ninja certo? Alguns bandidos lá atrás roubaram todas as nossas coisas.


 - Certo!- respondi rapidamente, provavelmente estavam fugindo então não tinha tempo a perder.


 Após correr um pouco adentrando a floresta, acabei por me deparar com um grupo de bandidos, mas eu quero dizer... Um grupo muito grande, haviam cerca de 30 homens ali. Interessante, talvez aquele fosse um belo aquecimento matinal, ri para mim mesmo enquanto andava em direção à eles com minha espada em mãos, até que finalmente notaram minha presença, e eu sem perder tempo lhes disse:


 - Entregue as coisas das duas mulheres que assaltaram, agora!


  O lugar então foi tomado por gargalhadas sarcásticas até que o que parecia o líder do grupo fez um sinal para um dos homens, e esse homem então corria agora em minha direção. Não foi nem um pouco difícil enfiar a minha espada em seu estomago, agora todos que riam ficaram perplexos e o homem que havia recebido o golpe lentamente perdia a vida em seu rosto. Finalmente uma batalha.


 - ... METADE DE VOCÊS VÃO ATRÁS DAS PIRANHAS QUE PEDIRAM A AJUDA DESSE CARA! A OUTRA METADE ME AJUDA A MANDA-LO PARA O INFERNO! - disse o líder alterado.


 Isso era mal, não teria sequer tempo para brincar um pouco com eles, precisava ir ajuda-las, alguns socos no adomem já eram suficientes para derrotar aqueles caras, engraçado, não sabia que poderia lutar tão bem. Entre socos, chutes e voadoras, acabei ganhando eu pequeno corte no braço proveniente de uma kunai lançada pelo líder, ele era o único que faltava. Então comecei a correr em sua direção, pronto para mata-lo. Não sei se era habilidade ou se era ira, mas o desgraçado conseguiu me acertar um chute que me levou de encontro à uma arvore metros de onde eu estava, impressionante, não achei que algum deles pudesse me atordoar, mas estava sem tempo então finalizei aquela luta com um Teiden no jutsu e aproveitei o tempo em que o inimigo estava paralisado para finalmente cortar sua garganta.


 Droga. Estava atrasado, talvez os bandidos já tivessem chegado, e isso seria minha culpa. Um sentimento ruim tomava cada vez mais conta de meu corpo, não sabia se era medo ou se era algum tipo de premonição, mas algo podia dar muito errado naquele dia. Por que as coisas não podiam simplesmente voltar a ser como eram alguns minutos mais cedo?


 Subitamente, enquanto meu corpo pulava de galho em galho, os galhos acabaram, assim como a vegetação, estava de volta ao lugar onde caminhava. Lá estavam as duas moças, lutando para tentar se livras dos braços dos homens que agora as cercavam. Não precisei dizer nada, eles já estavam mais espertos e conseguiram notar a minha presença no lugar sem demoras. As mulheres estavam sendo usados como reféns... Precisava de um jeito de liberta-las, tinha uma maneira muito arriscada de fazer isso, mas no momento não vi outra solução. Minhas mão então se moveram enquanto eu realizava minha técnica mais rápida até então: Thunder bullets. 4 Balas em cada um dos homens que seguravam as garotas. A primeira menina então conseguia mover os grandes braços do bandido que a segurava, agor morto, mas infelizmente... A segunda não havia tido tanta sorte.


 A reação do segundo bandido havia sido mais rápido, então antes de ser morto, conseguiu quebrar o seu frágil pescoço. Nesse momento consigo me lembrar de duas vozes: minha e da outra menina gritando Não.


 Num inesperado ataque de raiva, corri em direção aos bandido e lhes deferi golpes com toda minha força, fortes o suficiente para lança-los metros de distância de nós, quando seus corpos finalmente iam de encontro ao chão, já estavam mortos, até que antes mesmo que eu percebesse estava tudo acabado. O sol que antes brilhava no céu havia sido substituído por nuvens carregadas e um clima de luto, a garota infelizmente havia perdido sua irmã. 


 As lágrimas daquela mulher então se camuflavam na chuva, ainda que não fosse nada que pudesse fazer aquele cena um pouco menos triste. Havia falhado com ela, havia falhado comigo, provavelmente nada mais lhe sobrara após o ocorrido, e por mais que eu odeie ter que dizer isso. Era minha culpa.

 Demorou algum tempo para que minha mente podesse processar tudo aquilo, e agora? Aquela era uma situação complicada. Eu lidava com a morte todos os dias, mas ver pessoas inocentes morrerem por causa de mim era outra coisa...

 Não queria dizer nada, ainda carregava os seus pertences comigo, devolvi todas as sua coisa eme com poucas palavras me oferecia para leva-la de volta para casa, não tinha mais coragem para olhar em seu rosto, nem para dizer nada, as únicas palavras que existiam no local estavam dentro de mim, e pareciam ecoar infinitamente dentro de minha cabeça, dentro de minha alma, "me desculpe".

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Re: [FILLER] Tear - Seg 2 Jan 2017 - 11:49

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Edição de Aniversario por Shion e Senko.