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Naruto RPGAkatsukiNão é o único, simplesmente o melhor!
Arco 11:
Reino de Lilith: PesadeloAno: 71DG
Após uma dura jornada, Shaka finalmente caiu e teve a maldição retirada de seu coração. No entanto, os problemas trazidos pela família Hattori não se extinguiram. Shion revelou ter ajudado a libertar Lilith, uma monarca da dimensão infernal, que agora está possuindo o corpo de Hyuga Katsura e libertando uma horda de seres infernais contra este mundo. O mundo corre risco de ser consumido pela maldade dessa criatura, mas não se o plano de Shion der certo: forçar Lilith a causar um evento chamado de O Grande Eclipse, onde as portas de todos os mundos e dimensões ficarão abertas, e assim permitir a ele ir ao submundo resgatar sua amada Katsura Grey para finalmente selar Lilith.
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[FILLER] - Emy - 20/12/2016, 22:50



難破船
Some angels 
are predestined 
to fall.

Uma garotinha nasceu em meio a pais que queriam seu bem, dentre tantos que foram abandonados pela família e pelo destino, desamparados de amor e de afeto; sem passado e sem futuro. Mas não, Reika nasceu em uma família de linhagem não aceita, contudo, numa família que a aceitava, pois eram iguais. E durante sua infância, se destacou como uma grande fã de leitura, a qual não passara um dia sequer sem se prender em ao menos uma história, que ou era lida pela sua mãe, ou por Reika, ao aprender a ler. Apesar de não nutrirem e fortalecerem a garota, Reika se viu como uma viciada nata em batata, adorando, indescritivelmente e inexplicavelmente, o seu sabor em todas suas formas de preparo. Com tudo isso, notou-se que Reika fora uma garota de sorte na sua infância - em uma linhagem onde são considerados monstros -, ela cresceu como se fosse uma garota normal, seus pais a ensinaram sobre o próprio sangue, sobre os humanos, sobre o que era certo e errado, sobre as vilas, sobre os ninjas, sobre o chakra, sobre amor, sobre tudo.

— Papai, papai! Então... quer dizer que nós somos maus? – Foram as palavras de Reika ao descobrir que seu alimento, antes sem conhecimento, viera de assassinatos.

— Minha filha, é claro que não. Os humanos assassinam centenas de espécies, sem o mísero de piedade, visando apenas suas vestimentas, couros e alimentos. Eles são os maus! – Abriu-se e explicou seus ideais a sua filha — Eles possuem um organismo tão diversificado que poderiam sobreviver apenas de vegetais e não-derivados de carne. E eles não o fazem, preferem assassinar e assassinar, até extinguirem uma espécie. Mas e nós...? Que opção temos a não ser nos alimentarmos com carne? Nosso clã também merece viver, e espero que entenda isso, e cresça sabendo que merece seu lugar na sociedade e no mundo. Mas se lembre, matar não é um esporte, e sim uma necessidade. – Finalizou o pai, já quase sem fôlego em propagar tantas frustrações em suas palavras.

Reika se enchera de múltiplos sentimentos de uma só vez, e no momento, sem saber suportá-los sozinha, desabou em lágrimas enquanto em um gesto de amor, abraçava seu pai e sua mãe. Minutos se passaram, e eles continuaram abraçados, Reika estava determinada em seguir os ideais de seus pais e a ama-los e protege-los para o resto da sua vida, ela não precisaria de mais ninguém, somente sua família, que seria sua fonte de amor e carinho, até o fim.

Passaram vários anos, muitos picos e quedas vieram e se foram na vida de Reika , que nunca se deixou abalar pelo fato de estar ao lado seus pais, que eram a sua fonte de amor. Eles moravam em uma cabana de madeira, revestida com um óleo especial de árvores de chakra, que não os deixavam ser rastreados – situavam-se nos limites da floresta do país do fogo, próximo ao deserto – o que facilitava muito a busca por comida, na qual participava Reika, desde os 6 anos de idade. Acompanhava seus pais em suas lutas, via-os usando suas habilidades, as já conhecidas por Reika, as Kagunes – o poder que era desenvolvido pela sua linhagem, podiam manipular certas partes do corpo como bem quisesse, variando em suas especialidades – porém até hoje não lhe fora concedida a manipulação de tais tecidos, independente de quanto ela se esforçasse, afinal, ela queria ajudar os pais dela, os quais, sempre se arriscavam para alimentar Reika. Dessa forma, além de dar suporte visual, a única coisa que ela poderia fazer era apreciar.

— As asas do papai são tão lindas e formosas, até parecem chamas... o que completa a meiguice e suavidade da robusta calda da mamãe – Suspirava Reika — Como eu queria poder ajudá-los...

Reika já possuía quinze anos de idade, e sua vida era acompanhada de lutas e buscas por alimento a cada final de mês, porém, Reika era contente e se sentia suficientemente em paz e harmonia. Contudo, a crueldade se espalhou numa noite de domingo. Ninjas sem especificações, com habilidades sensoriais, conseguiram localizar onde Reika e sua família residiam, e nessa mesma noite, eles invadiram-na. Eram três homens, muito ágeis e habilidosos, investiram primeiramente no pai de Reika, que, demonstrando seus anos de experiência, se esquivou com relativa facilidade. O mesmo ativou sua Kagune e suas asas surgiram, não espantando nem um pouco os ninjas – nos quais sempre aparentavam assustados por não conhecerem a linhagem – e de suas asas, lançou dez penas enrijecidas contra os ninjas, que desapareceram num piscar de olhos. Reika que estava assistindo tudo aquilo, preenchida pelo medo, foi agarrada pela sua mãe que a carregou e correu para um rumo.

Quando se enxergou, Reika estava em um lugar muito escuro, com apenas um feixe de luz – que era refletido das luzes de sua casa – que ainda passavam pelas duas portas por onde sua mãe estava saindo.

— Minha Reika... Olhe, não se preocupe, papai é muito forte. Vamos te proteger a qualquer custo, como sempre fizemos – sorrindo com os olhos fechados, foram essas as palavras que deixou a sua filha.
— Mas mamãe... não se vá, não me dei-. – tentou exclamar Reika, em prantos, ao se interferida.
— Não saia daqui até o amanhecer, tudo bem? Nós te amamos, Reika. – Cortou a fala de sua filha, segurando as lágrimas, para não tornar aquilo ainda mais doloroso. Com sua calda, asfixiou Reika suavemente, fazendo-a desmaiar.

Reika não teve a oportunidade de falar o que queria ou o que estava sentindo e dessa forma, adormeceu naquele escuro. Ao despertar, ainda meio desnorteada, vislumbrou um feixe de luz solar que transpassara aquelas, agora visíveis, portas de madeira. Ela se levantou calmamente, esfregando os olhos e saiu daquele porão ao qual foi colocada, ao sair, se viu no campo gramado que rodeava sua casa. E numa visão chocante, Reika se ajoelhou no chão e começou a chorar.

— Nãoooo! – Gritou Reika, ao ver sua casa completamente destruída pelo fogo, em cinzas. — Por que fizeram isso com meu lar? – indagou indignada a garota.

[...]

Considerações:
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Re: [FILLER] - Emy - 20/12/2016, 22:58

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